Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
Foram encontradas 140.263 questões
Ano: 2025
Banca:
CPCON
Órgão:
Prefeitura de Nova Palmeira - PB
Provas:
CPCON - 2025 - Prefeitura de Nova Palmeira - PB - Agente de Limpeza Urbana
|
CPCON - 2025 - Prefeitura de Nova Palmeira - PB - Assistente Administrativo |
CPCON - 2025 - Prefeitura de Nova Palmeira - PB - Auxiliar de Pedreiro |
CPCON - 2025 - Prefeitura de Nova Palmeira - PB - Auxiliar de Serviços Gerais |
CPCON - 2025 - Prefeitura de Nova Palmeira - PB - Motorista |
CPCON - 2025 - Prefeitura de Nova Palmeira - PB - Operador de Máquinas Pesadas |
CPCON - 2025 - Prefeitura de Nova Palmeira - PB - Pedreiro |
Q3583634
Português
Texto associado
TEXTO 5
A parte não-verbal do Texto 5 apresenta o personagem Chapolin Colorado, conhecido por seu estilo atrapalhado e frases marcantes,
que parodiam os super-heróis tradicionais. Considerando a interação entre texto verbal e não-verbal no meme analisado, é CORRETO
afirmar que, nesse contexto, funciona como:
Ano: 2025
Banca:
CPCON
Órgão:
Prefeitura de Nova Palmeira - PB
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Q3583633
Português
Texto associado
TEXTO 5
Memes são textos humorísticos curtos que circulam nas redes socais, com teor crítico e irônico. Considerando os recursos verbais e não
verbais utilizados na construção do Texto 5, assinale a alternativa que interpreta CORRETAMENTE o efeito de humor produzido neste
meme.
Ano: 2025
Banca:
CPCON
Órgão:
Prefeitura de Nova Palmeira - PB
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Q3583632
Português
Texto associado
Leia o Texto 4
Observe o primeiro quadrinho do Texto 4, em que três personagens conversam no cartório sobre o nome do bebê. Considerando os
tipos de frase (declaração, pergunta, ordem, exclamação etc.), é CORRETO afirmar que são utilizadas, respectivamente:
Ano: 2025
Banca:
CPCON
Órgão:
Prefeitura de Nova Palmeira - PB
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Q3583629
Português
Texto associado
Leia o Texto 4
Considerando os recursos expressivos utilizados na construção do Texto 4 e o contexto envolvido, assinale a alternativa que explica
CORRETAMENTE o efeito de humor empregado pelo autor.
Ano: 2025
Banca:
CPCON
Órgão:
Prefeitura de Nova Palmeira - PB
Provas:
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Q3583627
Português
Texto associado
TEXTO 3
Não existiria som
Se não houvesse o silêncio
Não haveria luz
Se não fosse a escuridão
Avida é mesmo assim
Dia e noite, não e sim
Cada voz que canta o amor não diz
Tudo o que quer dizer
Tudo o que cala fala
Mais alto ao coração
Silenciosamente eu te falo com paixão
Eu te amo calado
Como quem ouve uma sinfonia
De silêncios e de luz
Nós somos medo e desejo
Somos feitos de silêncio e som
Tem certas coisas que eu não sei dizer
Fonte: SANTOS, Lulu; MOTTA, Nelson. Certas Coisas. Disponível em https://lyrics.lyricfind.com/. Acesso em 12 de jul de 2025.
Do ponto de vista semântico, a palavra destacada no último verso da letra da canção de Lulu Santos e Nelson Motta:
Ano: 2025
Banca:
CPCON
Órgão:
Prefeitura de Nova Palmeira - PB
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Q3583626
Português
Texto associado
TEXTO 3
Não existiria som
Se não houvesse o silêncio
Não haveria luz
Se não fosse a escuridão
Avida é mesmo assim
Dia e noite, não e sim
Cada voz que canta o amor não diz
Tudo o que quer dizer
Tudo o que cala fala
Mais alto ao coração
Silenciosamente eu te falo com paixão
Eu te amo calado
Como quem ouve uma sinfonia
De silêncios e de luz
Nós somos medo e desejo
Somos feitos de silêncio e som
Tem certas coisas que eu não sei dizer
Fonte: SANTOS, Lulu; MOTTA, Nelson. Certas Coisas. Disponível em https://lyrics.lyricfind.com/. Acesso em 12 de jul de 2025.
Na primeira estrofe do texto acima, sobre a relação entre as palavras “luz; escuridão”, “dia; noite” e “não; sim” é CORRETO afirmar
que:
Ano: 2025
Banca:
CPCON
Órgão:
Prefeitura de Nova Palmeira - PB
Provas:
CPCON - 2025 - Prefeitura de Nova Palmeira - PB - Agente de Limpeza Urbana
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Q3583624
Português
Texto associado
TEXTO 1
Rap contribui para a formação social de cantores e jovens da periferia
A partir do rapper Mano Brown, pesquisa da USP analisa como os conselhos presentes nas letras de rap podem ajudar na formação política e social das pessoas
O rap se popularizou no Brasil por volta dos anos 1990. Influenciados pelo hip hop americano, os jovens das periferias de São Paulo passaram a usar o estilo musical como uma forma de relatar as dificuldades enfrentadas por aqueles que viviam na periferia. Mas, além de levantar críticas sobre a violência e a desigualdade social, as músicas do rap assumem outro importante papel: o de auxiliar o artista e o ouvinte na sua formação social, psicológica, política e econômica.
Foi o que o pesquisador Híkaro Diego de Queiroz, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, defendeu na sua dissertação de mestrado, intitulada “O rap de formação: uma abordagem do narrador em Mano Brown”. O pesquisador define o Rap de Formação como “o rap no qual o artista, após passar por uma transformação na sua forma de pensar, transmite essa transformação em suas músicas e atinge também o ouvinte”.
Para o cantor, a transformação ocorre a partir do momento em que ele começa a analisar, com um olhar crítico, a realidade na qual vive, reproduzindo essa análise nas letras de suas músicas. Para o ouvinte, essa transformação se dá por meio dos conselhos e “sermões” que costumam estar presentes nas letras das músicas, como pontua o pesquisador: “O rap é diferente de outros estilos musicais porque tem a particularidade de trazer um reflexo do que as pessoas estão vivendo e, através desse relato, trazer conselhos. Logo, a partir do rap, há uma troca de aprendizado entre ambos os sujeitos”.
Híkaro Queiroz salienta que essa contribuição do rap na formação de jovens está na identificação: “Não é qualquer música que vai fazer você mudar de realidade, mas o choque da realidade, no qual o jovem se identifica com aquela música que está ouvindo, faz com que ele pense e reflita no que diz respeito a se formar como ser humano”.
Para o seu estudo, o pesquisador analisou a trajetória de um dos principais cantores do gênero, o rapper Mano Brown. Nascido na capital paulista em 1970, Pedro Paulo foi criado na periferia da zona sul, entre o Capão Redondo e o Parque Santo Antônio. Seu interesse pelo rap começou na juventude, quando passou a frequentar o Metrô São Bento, local de encontro daqueles que praticavam o gênero. Sua primeira música, Pânico na Zona Sul, lançada em 1989, fez sucesso e chamou a atenção por escancarar, sem máscara ou filtro, o cotidiano violento da região [marginalizada] onde morava.
Para relatar em suas músicas as dificuldades que vivenciava, Pedro Paulo criou o personagem Mano Brown. “O que Pedro faz é se autoenunciar: ele narra [através do Mano Brown] o que está na sua realidade. Eu procurei traçar como ele mesmo se projeta fazendo uma cronologia dele criança, adolescente e entrando na fase adulta.” Ao longo de suas músicas, entretanto, não vemos apenas relatos de problemas, mas sim críticas que contribuíram para uma mudança no pensamento do cantor.
Na juventude, percebemos o início do seu processo de transformação como pessoa e as dificuldades que viriam a surgir para atrapalhar esse processo. Uma dessas dificuldades é relatada na música Quanto Vale um Show: “Na fase dos 14 aos 17, o Pedro Paulo está muito ligado à questão de ter condições de comprar marcas famosas que estavam fazendo sucesso naquela época. Então há o agente manipulador do consumo e do status”.
Esse agente manipulador, que tentava induzir Mano Brown a escolher o caminho mais fácil para obter dinheiro, isto é, o do crime, é o mesmo que tenta induzir os jovens da periferia a fazer o mesmo: “O jovem quer ser visto e notado, então muitos acabam sucumbindo a esse sujeito manipulador e indo para o mundo da marginalidade por não terem uma formação, uma estrutura familiar ou apoio de alguém”. Diferente do Mano Brown, muitos não conseguem fugir desse ciclo e completar o processo de formação. É nesse contexto que o rap assume a função social de alertar o jovem para não cair na manipulação que sua realidade lhe apresenta. [...]
O pesquisador defende que todo jovem precisa de uma formação. “Se não pelo rap, por outros fatores, como as políticas públicas, para que cada vez mais o jovem tenha esse processo de formação completo e consiga se encontrar”.
Fonte: Lemos, Lívia. Rap contribui para a formação social de cantores e jovens da periferia. [Adaptado] Disponível em https://jornal.usp.br/. Acesso em 15 de mar de 2024.
TEXTO 2

Fonte: Ziraldo. Tirinha. Disponível em http://ziraldoproducoes.com.br/. Acesso em 15 de mar de 2024.
Considerando a tirinha protagonizada pelo Menino Maluquinho (Texto 2), qual é o tipo predominante de frase utilizado pelos
personagens nos diálogos?
Ano: 2025
Banca:
CPCON
Órgão:
Prefeitura de Nova Palmeira - PB
Provas:
CPCON - 2025 - Prefeitura de Nova Palmeira - PB - Agente de Limpeza Urbana
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Q3583623
Português
Texto associado
TEXTO 1
Rap contribui para a formação social de cantores e jovens da periferia
A partir do rapper Mano Brown, pesquisa da USP analisa como os conselhos presentes nas letras de rap podem ajudar na formação política e social das pessoas
O rap se popularizou no Brasil por volta dos anos 1990. Influenciados pelo hip hop americano, os jovens das periferias de São Paulo passaram a usar o estilo musical como uma forma de relatar as dificuldades enfrentadas por aqueles que viviam na periferia. Mas, além de levantar críticas sobre a violência e a desigualdade social, as músicas do rap assumem outro importante papel: o de auxiliar o artista e o ouvinte na sua formação social, psicológica, política e econômica.
Foi o que o pesquisador Híkaro Diego de Queiroz, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, defendeu na sua dissertação de mestrado, intitulada “O rap de formação: uma abordagem do narrador em Mano Brown”. O pesquisador define o Rap de Formação como “o rap no qual o artista, após passar por uma transformação na sua forma de pensar, transmite essa transformação em suas músicas e atinge também o ouvinte”.
Para o cantor, a transformação ocorre a partir do momento em que ele começa a analisar, com um olhar crítico, a realidade na qual vive, reproduzindo essa análise nas letras de suas músicas. Para o ouvinte, essa transformação se dá por meio dos conselhos e “sermões” que costumam estar presentes nas letras das músicas, como pontua o pesquisador: “O rap é diferente de outros estilos musicais porque tem a particularidade de trazer um reflexo do que as pessoas estão vivendo e, através desse relato, trazer conselhos. Logo, a partir do rap, há uma troca de aprendizado entre ambos os sujeitos”.
Híkaro Queiroz salienta que essa contribuição do rap na formação de jovens está na identificação: “Não é qualquer música que vai fazer você mudar de realidade, mas o choque da realidade, no qual o jovem se identifica com aquela música que está ouvindo, faz com que ele pense e reflita no que diz respeito a se formar como ser humano”.
Para o seu estudo, o pesquisador analisou a trajetória de um dos principais cantores do gênero, o rapper Mano Brown. Nascido na capital paulista em 1970, Pedro Paulo foi criado na periferia da zona sul, entre o Capão Redondo e o Parque Santo Antônio. Seu interesse pelo rap começou na juventude, quando passou a frequentar o Metrô São Bento, local de encontro daqueles que praticavam o gênero. Sua primeira música, Pânico na Zona Sul, lançada em 1989, fez sucesso e chamou a atenção por escancarar, sem máscara ou filtro, o cotidiano violento da região [marginalizada] onde morava.
Para relatar em suas músicas as dificuldades que vivenciava, Pedro Paulo criou o personagem Mano Brown. “O que Pedro faz é se autoenunciar: ele narra [através do Mano Brown] o que está na sua realidade. Eu procurei traçar como ele mesmo se projeta fazendo uma cronologia dele criança, adolescente e entrando na fase adulta.” Ao longo de suas músicas, entretanto, não vemos apenas relatos de problemas, mas sim críticas que contribuíram para uma mudança no pensamento do cantor.
Na juventude, percebemos o início do seu processo de transformação como pessoa e as dificuldades que viriam a surgir para atrapalhar esse processo. Uma dessas dificuldades é relatada na música Quanto Vale um Show: “Na fase dos 14 aos 17, o Pedro Paulo está muito ligado à questão de ter condições de comprar marcas famosas que estavam fazendo sucesso naquela época. Então há o agente manipulador do consumo e do status”.
Esse agente manipulador, que tentava induzir Mano Brown a escolher o caminho mais fácil para obter dinheiro, isto é, o do crime, é o mesmo que tenta induzir os jovens da periferia a fazer o mesmo: “O jovem quer ser visto e notado, então muitos acabam sucumbindo a esse sujeito manipulador e indo para o mundo da marginalidade por não terem uma formação, uma estrutura familiar ou apoio de alguém”. Diferente do Mano Brown, muitos não conseguem fugir desse ciclo e completar o processo de formação. É nesse contexto que o rap assume a função social de alertar o jovem para não cair na manipulação que sua realidade lhe apresenta. [...]
O pesquisador defende que todo jovem precisa de uma formação. “Se não pelo rap, por outros fatores, como as políticas públicas, para que cada vez mais o jovem tenha esse processo de formação completo e consiga se encontrar”.
Fonte: Lemos, Lívia. Rap contribui para a formação social de cantores e jovens da periferia. [Adaptado] Disponível em https://jornal.usp.br/. Acesso em 15 de mar de 2024.
TEXTO 2

Fonte: Ziraldo. Tirinha. Disponível em http://ziraldoproducoes.com.br/. Acesso em 15 de mar de 2024.
O termo “marginal” atravessa tanto o Texto 1 quanto o Texto 2, seja em sua forma primitiva (marginal) ou por meio de derivações, a
exemplo de “marginalizada”. Esse vocábulo, no entanto, pode exprimir mais de um sentido, logo, aparece nos textos, respectivamente,
como sinônimo:
Ano: 2025
Banca:
CPCON
Órgão:
Prefeitura de Nova Palmeira - PB
Provas:
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Q3583621
Português
Texto associado
TEXTO 1
Rap contribui para a formação social de cantores e jovens da periferia
A partir do rapper Mano Brown, pesquisa da USP analisa como os conselhos presentes nas letras de rap podem ajudar na formação política e social das pessoas
O rap se popularizou no Brasil por volta dos anos 1990. Influenciados pelo hip hop americano, os jovens das periferias de São Paulo passaram a usar o estilo musical como uma forma de relatar as dificuldades enfrentadas por aqueles que viviam na periferia. Mas, além de levantar críticas sobre a violência e a desigualdade social, as músicas do rap assumem outro importante papel: o de auxiliar o artista e o ouvinte na sua formação social, psicológica, política e econômica.
Foi o que o pesquisador Híkaro Diego de Queiroz, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, defendeu na sua dissertação de mestrado, intitulada “O rap de formação: uma abordagem do narrador em Mano Brown”. O pesquisador define o Rap de Formação como “o rap no qual o artista, após passar por uma transformação na sua forma de pensar, transmite essa transformação em suas músicas e atinge também o ouvinte”.
Para o cantor, a transformação ocorre a partir do momento em que ele começa a analisar, com um olhar crítico, a realidade na qual vive, reproduzindo essa análise nas letras de suas músicas. Para o ouvinte, essa transformação se dá por meio dos conselhos e “sermões” que costumam estar presentes nas letras das músicas, como pontua o pesquisador: “O rap é diferente de outros estilos musicais porque tem a particularidade de trazer um reflexo do que as pessoas estão vivendo e, através desse relato, trazer conselhos. Logo, a partir do rap, há uma troca de aprendizado entre ambos os sujeitos”.
Híkaro Queiroz salienta que essa contribuição do rap na formação de jovens está na identificação: “Não é qualquer música que vai fazer você mudar de realidade, mas o choque da realidade, no qual o jovem se identifica com aquela música que está ouvindo, faz com que ele pense e reflita no que diz respeito a se formar como ser humano”.
Para o seu estudo, o pesquisador analisou a trajetória de um dos principais cantores do gênero, o rapper Mano Brown. Nascido na capital paulista em 1970, Pedro Paulo foi criado na periferia da zona sul, entre o Capão Redondo e o Parque Santo Antônio. Seu interesse pelo rap começou na juventude, quando passou a frequentar o Metrô São Bento, local de encontro daqueles que praticavam o gênero. Sua primeira música, Pânico na Zona Sul, lançada em 1989, fez sucesso e chamou a atenção por escancarar, sem máscara ou filtro, o cotidiano violento da região [marginalizada] onde morava.
Para relatar em suas músicas as dificuldades que vivenciava, Pedro Paulo criou o personagem Mano Brown. “O que Pedro faz é se autoenunciar: ele narra [através do Mano Brown] o que está na sua realidade. Eu procurei traçar como ele mesmo se projeta fazendo uma cronologia dele criança, adolescente e entrando na fase adulta.” Ao longo de suas músicas, entretanto, não vemos apenas relatos de problemas, mas sim críticas que contribuíram para uma mudança no pensamento do cantor.
Na juventude, percebemos o início do seu processo de transformação como pessoa e as dificuldades que viriam a surgir para atrapalhar esse processo. Uma dessas dificuldades é relatada na música Quanto Vale um Show: “Na fase dos 14 aos 17, o Pedro Paulo está muito ligado à questão de ter condições de comprar marcas famosas que estavam fazendo sucesso naquela época. Então há o agente manipulador do consumo e do status”.
Esse agente manipulador, que tentava induzir Mano Brown a escolher o caminho mais fácil para obter dinheiro, isto é, o do crime, é o mesmo que tenta induzir os jovens da periferia a fazer o mesmo: “O jovem quer ser visto e notado, então muitos acabam sucumbindo a esse sujeito manipulador e indo para o mundo da marginalidade por não terem uma formação, uma estrutura familiar ou apoio de alguém”. Diferente do Mano Brown, muitos não conseguem fugir desse ciclo e completar o processo de formação. É nesse contexto que o rap assume a função social de alertar o jovem para não cair na manipulação que sua realidade lhe apresenta. [...]
O pesquisador defende que todo jovem precisa de uma formação. “Se não pelo rap, por outros fatores, como as políticas públicas, para que cada vez mais o jovem tenha esse processo de formação completo e consiga se encontrar”.
Fonte: Lemos, Lívia. Rap contribui para a formação social de cantores e jovens da periferia. [Adaptado] Disponível em https://jornal.usp.br/. Acesso em 15 de mar de 2024.
TEXTO 2

Fonte: Ziraldo. Tirinha. Disponível em http://ziraldoproducoes.com.br/. Acesso em 15 de mar de 2024.
Considerando tanto o Texto 1 quanto o Texto 2, é possível perceber que a visão preconceituosa do pai do Menino Maluquinho é
sintomática sobre como o rap ainda é visto na sociedade, o que colabora com a abordagem apresentada na pesquisa de Híkaro Queiroz.
Neste sentido, a importância da pesquisa de Queiroz revela-se justamente no fato de que ela:
Ano: 2025
Banca:
CPCON
Órgão:
Prefeitura de Nova Palmeira - PB
Provas:
CPCON - 2025 - Prefeitura de Nova Palmeira - PB - Agente de Limpeza Urbana
|
CPCON - 2025 - Prefeitura de Nova Palmeira - PB - Assistente Administrativo |
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Q3583620
Português
Texto associado
TEXTO 1
Rap contribui para a formação social de cantores e jovens da periferia
A partir do rapper Mano Brown, pesquisa da USP analisa como os conselhos presentes nas letras de rap podem ajudar na formação política e social das pessoas
O rap se popularizou no Brasil por volta dos anos 1990. Influenciados pelo hip hop americano, os jovens das periferias de São Paulo passaram a usar o estilo musical como uma forma de relatar as dificuldades enfrentadas por aqueles que viviam na periferia. Mas, além de levantar críticas sobre a violência e a desigualdade social, as músicas do rap assumem outro importante papel: o de auxiliar o artista e o ouvinte na sua formação social, psicológica, política e econômica.
Foi o que o pesquisador Híkaro Diego de Queiroz, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, defendeu na sua dissertação de mestrado, intitulada “O rap de formação: uma abordagem do narrador em Mano Brown”. O pesquisador define o Rap de Formação como “o rap no qual o artista, após passar por uma transformação na sua forma de pensar, transmite essa transformação em suas músicas e atinge também o ouvinte”.
Para o cantor, a transformação ocorre a partir do momento em que ele começa a analisar, com um olhar crítico, a realidade na qual vive, reproduzindo essa análise nas letras de suas músicas. Para o ouvinte, essa transformação se dá por meio dos conselhos e “sermões” que costumam estar presentes nas letras das músicas, como pontua o pesquisador: “O rap é diferente de outros estilos musicais porque tem a particularidade de trazer um reflexo do que as pessoas estão vivendo e, através desse relato, trazer conselhos. Logo, a partir do rap, há uma troca de aprendizado entre ambos os sujeitos”.
Híkaro Queiroz salienta que essa contribuição do rap na formação de jovens está na identificação: “Não é qualquer música que vai fazer você mudar de realidade, mas o choque da realidade, no qual o jovem se identifica com aquela música que está ouvindo, faz com que ele pense e reflita no que diz respeito a se formar como ser humano”.
Para o seu estudo, o pesquisador analisou a trajetória de um dos principais cantores do gênero, o rapper Mano Brown. Nascido na capital paulista em 1970, Pedro Paulo foi criado na periferia da zona sul, entre o Capão Redondo e o Parque Santo Antônio. Seu interesse pelo rap começou na juventude, quando passou a frequentar o Metrô São Bento, local de encontro daqueles que praticavam o gênero. Sua primeira música, Pânico na Zona Sul, lançada em 1989, fez sucesso e chamou a atenção por escancarar, sem máscara ou filtro, o cotidiano violento da região [marginalizada] onde morava.
Para relatar em suas músicas as dificuldades que vivenciava, Pedro Paulo criou o personagem Mano Brown. “O que Pedro faz é se autoenunciar: ele narra [através do Mano Brown] o que está na sua realidade. Eu procurei traçar como ele mesmo se projeta fazendo uma cronologia dele criança, adolescente e entrando na fase adulta.” Ao longo de suas músicas, entretanto, não vemos apenas relatos de problemas, mas sim críticas que contribuíram para uma mudança no pensamento do cantor.
Na juventude, percebemos o início do seu processo de transformação como pessoa e as dificuldades que viriam a surgir para atrapalhar esse processo. Uma dessas dificuldades é relatada na música Quanto Vale um Show: “Na fase dos 14 aos 17, o Pedro Paulo está muito ligado à questão de ter condições de comprar marcas famosas que estavam fazendo sucesso naquela época. Então há o agente manipulador do consumo e do status”.
Esse agente manipulador, que tentava induzir Mano Brown a escolher o caminho mais fácil para obter dinheiro, isto é, o do crime, é o mesmo que tenta induzir os jovens da periferia a fazer o mesmo: “O jovem quer ser visto e notado, então muitos acabam sucumbindo a esse sujeito manipulador e indo para o mundo da marginalidade por não terem uma formação, uma estrutura familiar ou apoio de alguém”. Diferente do Mano Brown, muitos não conseguem fugir desse ciclo e completar o processo de formação. É nesse contexto que o rap assume a função social de alertar o jovem para não cair na manipulação que sua realidade lhe apresenta. [...]
O pesquisador defende que todo jovem precisa de uma formação. “Se não pelo rap, por outros fatores, como as políticas públicas, para que cada vez mais o jovem tenha esse processo de formação completo e consiga se encontrar”.
Fonte: Lemos, Lívia. Rap contribui para a formação social de cantores e jovens da periferia. [Adaptado] Disponível em https://jornal.usp.br/. Acesso em 15 de mar de 2024.
TEXTO 2

Fonte: Ziraldo. Tirinha. Disponível em http://ziraldoproducoes.com.br/. Acesso em 15 de mar de 2024.
No Texto 2, a resposta provocativa do Menino Maluquinho ao comentário de seu pai, sobre o rap ser música de marginal, cria um
contexto que aproxima o rock do rap. O seu questionamento revela:
Ano: 2025
Banca:
CPCON
Órgão:
Prefeitura de Nova Palmeira - PB
Provas:
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|
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Q3583619
Português
Texto associado
TEXTO 1
Rap contribui para a formação social de cantores e jovens da periferia
A partir do rapper Mano Brown, pesquisa da USP analisa como os conselhos presentes nas letras de rap podem ajudar na formação política e social das pessoas
O rap se popularizou no Brasil por volta dos anos 1990. Influenciados pelo hip hop americano, os jovens das periferias de São Paulo passaram a usar o estilo musical como uma forma de relatar as dificuldades enfrentadas por aqueles que viviam na periferia. Mas, além de levantar críticas sobre a violência e a desigualdade social, as músicas do rap assumem outro importante papel: o de auxiliar o artista e o ouvinte na sua formação social, psicológica, política e econômica.
Foi o que o pesquisador Híkaro Diego de Queiroz, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, defendeu na sua dissertação de mestrado, intitulada “O rap de formação: uma abordagem do narrador em Mano Brown”. O pesquisador define o Rap de Formação como “o rap no qual o artista, após passar por uma transformação na sua forma de pensar, transmite essa transformação em suas músicas e atinge também o ouvinte”.
Para o cantor, a transformação ocorre a partir do momento em que ele começa a analisar, com um olhar crítico, a realidade na qual vive, reproduzindo essa análise nas letras de suas músicas. Para o ouvinte, essa transformação se dá por meio dos conselhos e “sermões” que costumam estar presentes nas letras das músicas, como pontua o pesquisador: “O rap é diferente de outros estilos musicais porque tem a particularidade de trazer um reflexo do que as pessoas estão vivendo e, através desse relato, trazer conselhos. Logo, a partir do rap, há uma troca de aprendizado entre ambos os sujeitos”.
Híkaro Queiroz salienta que essa contribuição do rap na formação de jovens está na identificação: “Não é qualquer música que vai fazer você mudar de realidade, mas o choque da realidade, no qual o jovem se identifica com aquela música que está ouvindo, faz com que ele pense e reflita no que diz respeito a se formar como ser humano”.
Para o seu estudo, o pesquisador analisou a trajetória de um dos principais cantores do gênero, o rapper Mano Brown. Nascido na capital paulista em 1970, Pedro Paulo foi criado na periferia da zona sul, entre o Capão Redondo e o Parque Santo Antônio. Seu interesse pelo rap começou na juventude, quando passou a frequentar o Metrô São Bento, local de encontro daqueles que praticavam o gênero. Sua primeira música, Pânico na Zona Sul, lançada em 1989, fez sucesso e chamou a atenção por escancarar, sem máscara ou filtro, o cotidiano violento da região [marginalizada] onde morava.
Para relatar em suas músicas as dificuldades que vivenciava, Pedro Paulo criou o personagem Mano Brown. “O que Pedro faz é se autoenunciar: ele narra [através do Mano Brown] o que está na sua realidade. Eu procurei traçar como ele mesmo se projeta fazendo uma cronologia dele criança, adolescente e entrando na fase adulta.” Ao longo de suas músicas, entretanto, não vemos apenas relatos de problemas, mas sim críticas que contribuíram para uma mudança no pensamento do cantor.
Na juventude, percebemos o início do seu processo de transformação como pessoa e as dificuldades que viriam a surgir para atrapalhar esse processo. Uma dessas dificuldades é relatada na música Quanto Vale um Show: “Na fase dos 14 aos 17, o Pedro Paulo está muito ligado à questão de ter condições de comprar marcas famosas que estavam fazendo sucesso naquela época. Então há o agente manipulador do consumo e do status”.
Esse agente manipulador, que tentava induzir Mano Brown a escolher o caminho mais fácil para obter dinheiro, isto é, o do crime, é o mesmo que tenta induzir os jovens da periferia a fazer o mesmo: “O jovem quer ser visto e notado, então muitos acabam sucumbindo a esse sujeito manipulador e indo para o mundo da marginalidade por não terem uma formação, uma estrutura familiar ou apoio de alguém”. Diferente do Mano Brown, muitos não conseguem fugir desse ciclo e completar o processo de formação. É nesse contexto que o rap assume a função social de alertar o jovem para não cair na manipulação que sua realidade lhe apresenta. [...]
O pesquisador defende que todo jovem precisa de uma formação. “Se não pelo rap, por outros fatores, como as políticas públicas, para que cada vez mais o jovem tenha esse processo de formação completo e consiga se encontrar”.
Fonte: Lemos, Lívia. Rap contribui para a formação social de cantores e jovens da periferia. [Adaptado] Disponível em https://jornal.usp.br/. Acesso em 15 de mar de 2024.
TEXTO 2

Fonte: Ziraldo. Tirinha. Disponível em http://ziraldoproducoes.com.br/. Acesso em 15 de mar de 2024.
Na tirinha de Ziraldo (Texto 2), lemos uma conversa entre o Menino Maluquinho e seu pai acerca dos seus gostos musicais. O que o
diálogo entre os dois mostra?
Ano: 2025
Banca:
CPCON
Órgão:
Prefeitura de Nova Palmeira - PB
Provas:
CPCON - 2025 - Prefeitura de Nova Palmeira - PB - Agente de Limpeza Urbana
|
CPCON - 2025 - Prefeitura de Nova Palmeira - PB - Assistente Administrativo |
CPCON - 2025 - Prefeitura de Nova Palmeira - PB - Auxiliar de Pedreiro |
CPCON - 2025 - Prefeitura de Nova Palmeira - PB - Auxiliar de Serviços Gerais |
CPCON - 2025 - Prefeitura de Nova Palmeira - PB - Motorista |
CPCON - 2025 - Prefeitura de Nova Palmeira - PB - Operador de Máquinas Pesadas |
CPCON - 2025 - Prefeitura de Nova Palmeira - PB - Pedreiro |
Q3583618
Português
Texto associado
TEXTO 1
Rap contribui para a formação social de cantores e jovens da periferia
A partir do rapper Mano Brown, pesquisa da USP analisa como os conselhos presentes nas letras de rap podem ajudar na formação política e social das pessoas
O rap se popularizou no Brasil por volta dos anos 1990. Influenciados pelo hip hop americano, os jovens das periferias de São Paulo passaram a usar o estilo musical como uma forma de relatar as dificuldades enfrentadas por aqueles que viviam na periferia. Mas, além de levantar críticas sobre a violência e a desigualdade social, as músicas do rap assumem outro importante papel: o de auxiliar o artista e o ouvinte na sua formação social, psicológica, política e econômica.
Foi o que o pesquisador Híkaro Diego de Queiroz, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, defendeu na sua dissertação de mestrado, intitulada “O rap de formação: uma abordagem do narrador em Mano Brown”. O pesquisador define o Rap de Formação como “o rap no qual o artista, após passar por uma transformação na sua forma de pensar, transmite essa transformação em suas músicas e atinge também o ouvinte”.
Para o cantor, a transformação ocorre a partir do momento em que ele começa a analisar, com um olhar crítico, a realidade na qual vive, reproduzindo essa análise nas letras de suas músicas. Para o ouvinte, essa transformação se dá por meio dos conselhos e “sermões” que costumam estar presentes nas letras das músicas, como pontua o pesquisador: “O rap é diferente de outros estilos musicais porque tem a particularidade de trazer um reflexo do que as pessoas estão vivendo e, através desse relato, trazer conselhos. Logo, a partir do rap, há uma troca de aprendizado entre ambos os sujeitos”.
Híkaro Queiroz salienta que essa contribuição do rap na formação de jovens está na identificação: “Não é qualquer música que vai fazer você mudar de realidade, mas o choque da realidade, no qual o jovem se identifica com aquela música que está ouvindo, faz com que ele pense e reflita no que diz respeito a se formar como ser humano”.
Para o seu estudo, o pesquisador analisou a trajetória de um dos principais cantores do gênero, o rapper Mano Brown. Nascido na capital paulista em 1970, Pedro Paulo foi criado na periferia da zona sul, entre o Capão Redondo e o Parque Santo Antônio. Seu interesse pelo rap começou na juventude, quando passou a frequentar o Metrô São Bento, local de encontro daqueles que praticavam o gênero. Sua primeira música, Pânico na Zona Sul, lançada em 1989, fez sucesso e chamou a atenção por escancarar, sem máscara ou filtro, o cotidiano violento da região [marginalizada] onde morava.
Para relatar em suas músicas as dificuldades que vivenciava, Pedro Paulo criou o personagem Mano Brown. “O que Pedro faz é se autoenunciar: ele narra [através do Mano Brown] o que está na sua realidade. Eu procurei traçar como ele mesmo se projeta fazendo uma cronologia dele criança, adolescente e entrando na fase adulta.” Ao longo de suas músicas, entretanto, não vemos apenas relatos de problemas, mas sim críticas que contribuíram para uma mudança no pensamento do cantor.
Na juventude, percebemos o início do seu processo de transformação como pessoa e as dificuldades que viriam a surgir para atrapalhar esse processo. Uma dessas dificuldades é relatada na música Quanto Vale um Show: “Na fase dos 14 aos 17, o Pedro Paulo está muito ligado à questão de ter condições de comprar marcas famosas que estavam fazendo sucesso naquela época. Então há o agente manipulador do consumo e do status”.
Esse agente manipulador, que tentava induzir Mano Brown a escolher o caminho mais fácil para obter dinheiro, isto é, o do crime, é o mesmo que tenta induzir os jovens da periferia a fazer o mesmo: “O jovem quer ser visto e notado, então muitos acabam sucumbindo a esse sujeito manipulador e indo para o mundo da marginalidade por não terem uma formação, uma estrutura familiar ou apoio de alguém”. Diferente do Mano Brown, muitos não conseguem fugir desse ciclo e completar o processo de formação. É nesse contexto que o rap assume a função social de alertar o jovem para não cair na manipulação que sua realidade lhe apresenta. [...]
O pesquisador defende que todo jovem precisa de uma formação. “Se não pelo rap, por outros fatores, como as políticas públicas, para que cada vez mais o jovem tenha esse processo de formação completo e consiga se encontrar”.
Fonte: Lemos, Lívia. Rap contribui para a formação social de cantores e jovens da periferia. [Adaptado] Disponível em https://jornal.usp.br/. Acesso em 15 de mar de 2024.
TEXTO 2

Fonte: Ziraldo. Tirinha. Disponível em http://ziraldoproducoes.com.br/. Acesso em 15 de mar de 2024.
O estudioso Híkaro Queiroz, citado por Lívia Lemos no Texto 1, destaca em sua tese as contribuições do rap na formação sociocultural
de jovens periféricos. Segundo o pesquisador, como o rap pode contribuir para a formação desses jovens?
Ano: 2025
Banca:
CPCON
Órgão:
Prefeitura de Nova Palmeira - PB
Provas:
CPCON - 2025 - Prefeitura de Nova Palmeira - PB - Agente de Limpeza Urbana
|
CPCON - 2025 - Prefeitura de Nova Palmeira - PB - Assistente Administrativo |
CPCON - 2025 - Prefeitura de Nova Palmeira - PB - Auxiliar de Pedreiro |
CPCON - 2025 - Prefeitura de Nova Palmeira - PB - Auxiliar de Serviços Gerais |
CPCON - 2025 - Prefeitura de Nova Palmeira - PB - Motorista |
CPCON - 2025 - Prefeitura de Nova Palmeira - PB - Operador de Máquinas Pesadas |
CPCON - 2025 - Prefeitura de Nova Palmeira - PB - Pedreiro |
Q3583617
Português
Texto associado
TEXTO 1
Rap contribui para a formação social de cantores e jovens da periferia
A partir do rapper Mano Brown, pesquisa da USP analisa como os conselhos presentes nas letras de rap podem ajudar na formação política e social das pessoas
O rap se popularizou no Brasil por volta dos anos 1990. Influenciados pelo hip hop americano, os jovens das periferias de São Paulo passaram a usar o estilo musical como uma forma de relatar as dificuldades enfrentadas por aqueles que viviam na periferia. Mas, além de levantar críticas sobre a violência e a desigualdade social, as músicas do rap assumem outro importante papel: o de auxiliar o artista e o ouvinte na sua formação social, psicológica, política e econômica.
Foi o que o pesquisador Híkaro Diego de Queiroz, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, defendeu na sua dissertação de mestrado, intitulada “O rap de formação: uma abordagem do narrador em Mano Brown”. O pesquisador define o Rap de Formação como “o rap no qual o artista, após passar por uma transformação na sua forma de pensar, transmite essa transformação em suas músicas e atinge também o ouvinte”.
Para o cantor, a transformação ocorre a partir do momento em que ele começa a analisar, com um olhar crítico, a realidade na qual vive, reproduzindo essa análise nas letras de suas músicas. Para o ouvinte, essa transformação se dá por meio dos conselhos e “sermões” que costumam estar presentes nas letras das músicas, como pontua o pesquisador: “O rap é diferente de outros estilos musicais porque tem a particularidade de trazer um reflexo do que as pessoas estão vivendo e, através desse relato, trazer conselhos. Logo, a partir do rap, há uma troca de aprendizado entre ambos os sujeitos”.
Híkaro Queiroz salienta que essa contribuição do rap na formação de jovens está na identificação: “Não é qualquer música que vai fazer você mudar de realidade, mas o choque da realidade, no qual o jovem se identifica com aquela música que está ouvindo, faz com que ele pense e reflita no que diz respeito a se formar como ser humano”.
Para o seu estudo, o pesquisador analisou a trajetória de um dos principais cantores do gênero, o rapper Mano Brown. Nascido na capital paulista em 1970, Pedro Paulo foi criado na periferia da zona sul, entre o Capão Redondo e o Parque Santo Antônio. Seu interesse pelo rap começou na juventude, quando passou a frequentar o Metrô São Bento, local de encontro daqueles que praticavam o gênero. Sua primeira música, Pânico na Zona Sul, lançada em 1989, fez sucesso e chamou a atenção por escancarar, sem máscara ou filtro, o cotidiano violento da região [marginalizada] onde morava.
Para relatar em suas músicas as dificuldades que vivenciava, Pedro Paulo criou o personagem Mano Brown. “O que Pedro faz é se autoenunciar: ele narra [através do Mano Brown] o que está na sua realidade. Eu procurei traçar como ele mesmo se projeta fazendo uma cronologia dele criança, adolescente e entrando na fase adulta.” Ao longo de suas músicas, entretanto, não vemos apenas relatos de problemas, mas sim críticas que contribuíram para uma mudança no pensamento do cantor.
Na juventude, percebemos o início do seu processo de transformação como pessoa e as dificuldades que viriam a surgir para atrapalhar esse processo. Uma dessas dificuldades é relatada na música Quanto Vale um Show: “Na fase dos 14 aos 17, o Pedro Paulo está muito ligado à questão de ter condições de comprar marcas famosas que estavam fazendo sucesso naquela época. Então há o agente manipulador do consumo e do status”.
Esse agente manipulador, que tentava induzir Mano Brown a escolher o caminho mais fácil para obter dinheiro, isto é, o do crime, é o mesmo que tenta induzir os jovens da periferia a fazer o mesmo: “O jovem quer ser visto e notado, então muitos acabam sucumbindo a esse sujeito manipulador e indo para o mundo da marginalidade por não terem uma formação, uma estrutura familiar ou apoio de alguém”. Diferente do Mano Brown, muitos não conseguem fugir desse ciclo e completar o processo de formação. É nesse contexto que o rap assume a função social de alertar o jovem para não cair na manipulação que sua realidade lhe apresenta. [...]
O pesquisador defende que todo jovem precisa de uma formação. “Se não pelo rap, por outros fatores, como as políticas públicas, para que cada vez mais o jovem tenha esse processo de formação completo e consiga se encontrar”.
Fonte: Lemos, Lívia. Rap contribui para a formação social de cantores e jovens da periferia. [Adaptado] Disponível em https://jornal.usp.br/. Acesso em 15 de mar de 2024.
TEXTO 2

Fonte: Ziraldo. Tirinha. Disponível em http://ziraldoproducoes.com.br/. Acesso em 15 de mar de 2024.
Sobre o Texto 1, Lívia destaca a importância do rapper Mano Brown para a pesquisa realizada por Híkaro Queiroz. Conforme
apresentado no texto, qual é o principal objetivo do estudo mencionado?
Ano: 2025
Banca:
CPCON
Órgão:
Prefeitura de Nova Palmeira - PB
Provas:
CPCON - 2025 - Prefeitura de Nova Palmeira - PB - Agente de Limpeza Urbana
|
CPCON - 2025 - Prefeitura de Nova Palmeira - PB - Assistente Administrativo |
CPCON - 2025 - Prefeitura de Nova Palmeira - PB - Auxiliar de Pedreiro |
CPCON - 2025 - Prefeitura de Nova Palmeira - PB - Auxiliar de Serviços Gerais |
CPCON - 2025 - Prefeitura de Nova Palmeira - PB - Motorista |
CPCON - 2025 - Prefeitura de Nova Palmeira - PB - Operador de Máquinas Pesadas |
CPCON - 2025 - Prefeitura de Nova Palmeira - PB - Pedreiro |
Q3583616
Português
Texto associado
TEXTO 1
Rap contribui para a formação social de cantores e jovens da periferia
A partir do rapper Mano Brown, pesquisa da USP analisa como os conselhos presentes nas letras de rap podem ajudar na formação política e social das pessoas
O rap se popularizou no Brasil por volta dos anos 1990. Influenciados pelo hip hop americano, os jovens das periferias de São Paulo passaram a usar o estilo musical como uma forma de relatar as dificuldades enfrentadas por aqueles que viviam na periferia. Mas, além de levantar críticas sobre a violência e a desigualdade social, as músicas do rap assumem outro importante papel: o de auxiliar o artista e o ouvinte na sua formação social, psicológica, política e econômica.
Foi o que o pesquisador Híkaro Diego de Queiroz, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, defendeu na sua dissertação de mestrado, intitulada “O rap de formação: uma abordagem do narrador em Mano Brown”. O pesquisador define o Rap de Formação como “o rap no qual o artista, após passar por uma transformação na sua forma de pensar, transmite essa transformação em suas músicas e atinge também o ouvinte”.
Para o cantor, a transformação ocorre a partir do momento em que ele começa a analisar, com um olhar crítico, a realidade na qual vive, reproduzindo essa análise nas letras de suas músicas. Para o ouvinte, essa transformação se dá por meio dos conselhos e “sermões” que costumam estar presentes nas letras das músicas, como pontua o pesquisador: “O rap é diferente de outros estilos musicais porque tem a particularidade de trazer um reflexo do que as pessoas estão vivendo e, através desse relato, trazer conselhos. Logo, a partir do rap, há uma troca de aprendizado entre ambos os sujeitos”.
Híkaro Queiroz salienta que essa contribuição do rap na formação de jovens está na identificação: “Não é qualquer música que vai fazer você mudar de realidade, mas o choque da realidade, no qual o jovem se identifica com aquela música que está ouvindo, faz com que ele pense e reflita no que diz respeito a se formar como ser humano”.
Para o seu estudo, o pesquisador analisou a trajetória de um dos principais cantores do gênero, o rapper Mano Brown. Nascido na capital paulista em 1970, Pedro Paulo foi criado na periferia da zona sul, entre o Capão Redondo e o Parque Santo Antônio. Seu interesse pelo rap começou na juventude, quando passou a frequentar o Metrô São Bento, local de encontro daqueles que praticavam o gênero. Sua primeira música, Pânico na Zona Sul, lançada em 1989, fez sucesso e chamou a atenção por escancarar, sem máscara ou filtro, o cotidiano violento da região [marginalizada] onde morava.
Para relatar em suas músicas as dificuldades que vivenciava, Pedro Paulo criou o personagem Mano Brown. “O que Pedro faz é se autoenunciar: ele narra [através do Mano Brown] o que está na sua realidade. Eu procurei traçar como ele mesmo se projeta fazendo uma cronologia dele criança, adolescente e entrando na fase adulta.” Ao longo de suas músicas, entretanto, não vemos apenas relatos de problemas, mas sim críticas que contribuíram para uma mudança no pensamento do cantor.
Na juventude, percebemos o início do seu processo de transformação como pessoa e as dificuldades que viriam a surgir para atrapalhar esse processo. Uma dessas dificuldades é relatada na música Quanto Vale um Show: “Na fase dos 14 aos 17, o Pedro Paulo está muito ligado à questão de ter condições de comprar marcas famosas que estavam fazendo sucesso naquela época. Então há o agente manipulador do consumo e do status”.
Esse agente manipulador, que tentava induzir Mano Brown a escolher o caminho mais fácil para obter dinheiro, isto é, o do crime, é o mesmo que tenta induzir os jovens da periferia a fazer o mesmo: “O jovem quer ser visto e notado, então muitos acabam sucumbindo a esse sujeito manipulador e indo para o mundo da marginalidade por não terem uma formação, uma estrutura familiar ou apoio de alguém”. Diferente do Mano Brown, muitos não conseguem fugir desse ciclo e completar o processo de formação. É nesse contexto que o rap assume a função social de alertar o jovem para não cair na manipulação que sua realidade lhe apresenta. [...]
O pesquisador defende que todo jovem precisa de uma formação. “Se não pelo rap, por outros fatores, como as políticas públicas, para que cada vez mais o jovem tenha esse processo de formação completo e consiga se encontrar”.
Fonte: Lemos, Lívia. Rap contribui para a formação social de cantores e jovens da periferia. [Adaptado] Disponível em https://jornal.usp.br/. Acesso em 15 de mar de 2024.
TEXTO 2

Fonte: Ziraldo. Tirinha. Disponível em http://ziraldoproducoes.com.br/. Acesso em 15 de mar de 2024.
O Texto 1 é uma reportagem de Lívia Lemos, veiculada no Jornal da USP em 2023, que destaca uma pesquisa que discute acerca dos
papéis desempenhados pelo gênero musical rap na sociedade contemporânea. Entre as alternativas abaixo, identifique uma das
funções sociais destacadas para o rap conforme apresentado no texto.
Ano: 2025
Banca:
CPCON
Órgão:
Prefeitura de Nova Palmeira - PB
Prova:
CPCON - 2025 - Prefeitura de Nova Palmeira - PB - Professor de Português |
Q3583580
Português
A imagem a seguir é um print de um vídeo do canal do YouTube Beto Ribeiro Canal Oficial. Ela mostra a manchete de uma reportagem
do Canal UOL.
Fonte: RIBEIRO, Beto. Bebê reborn – Por que tanta briga com a boneca? Mãe de reborn é mãe? Fantasia x Realidade. YouTube, 21 de maio de 2025. 40min16s. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=Z0O8MV10NfQ. Acesso em: 24 jun. 2025.
Com relação à manchete “Bebê reborn chega ao Congresso com projetos sobre fura-fila e saúde mental”, considere as seguintes assertivas.
I- A manchete explora o sentido figurado, conotativo, pois um bebê reborn é um objeto. Ele seria incapaz de chegar ao Congresso com reivindicações.
II- A informatividade é importante nessa manchete, pois é necessário saber o que é um bebê reborn e a controvérsia que essas bonecas ultrarrealistas têm gerado na sociedade para atribuir-lhe sentido.
III- Há uma ambiguidade na manchete, que é um mero defeito da construção da linguagem, inviabilizando sua aceitabilidade. Logo, esta ambiguidade não acarreta nenhum efeito de sentido na manchete.
É CORRETO o que se afirma em:
Fonte: RIBEIRO, Beto. Bebê reborn – Por que tanta briga com a boneca? Mãe de reborn é mãe? Fantasia x Realidade. YouTube, 21 de maio de 2025. 40min16s. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=Z0O8MV10NfQ. Acesso em: 24 jun. 2025.
Com relação à manchete “Bebê reborn chega ao Congresso com projetos sobre fura-fila e saúde mental”, considere as seguintes assertivas.
I- A manchete explora o sentido figurado, conotativo, pois um bebê reborn é um objeto. Ele seria incapaz de chegar ao Congresso com reivindicações.
II- A informatividade é importante nessa manchete, pois é necessário saber o que é um bebê reborn e a controvérsia que essas bonecas ultrarrealistas têm gerado na sociedade para atribuir-lhe sentido.
III- Há uma ambiguidade na manchete, que é um mero defeito da construção da linguagem, inviabilizando sua aceitabilidade. Logo, esta ambiguidade não acarreta nenhum efeito de sentido na manchete.
É CORRETO o que se afirma em:
Ano: 2025
Banca:
CPCON
Órgão:
Prefeitura de Nova Palmeira - PB
Prova:
CPCON - 2025 - Prefeitura de Nova Palmeira - PB - Professor de Português |
Q3583578
Português
Texto associado

Fonte: GONSALES, Fernando. Níquel Náusea. Disponível em: https://www.instagram.com/p/DKKTSvDOFFH/?img_index=1. Acesso em: 24 jun. 2025.
A função da linguagem predominante na tira é a:
Ano: 2025
Banca:
CPCON
Órgão:
Prefeitura de Nova Palmeira - PB
Prova:
CPCON - 2025 - Prefeitura de Nova Palmeira - PB - Professor de Português |
Q3583573
Português
Texto associado
RIM DE PORCO É REMOVIDO DE MULHER NOS ESTADOS UNIDOS APÓS REJEIÇÃO DO ÓRGÃO
Roni Caryn Rabin
12 abr. 2025, às 11h04
Cirurgiões removeram o rim de um porco geneticamente modificado de uma mulher do Alabama (Estados Unidos) após ela
sofrer rejeição aguda do órgão, disseram na sexta-feira (11) autoridades do NYU Langone Health.
Towana Looney, 53, viveu com o rim por 130 dias, o que é mais tempo do que qualquer outra pessoa tolerou um órgão de um
animal geneticamente modificado. Ela retomou a diálise, disseram autoridades do hospital.
Robert Montgomery, cirurgião de Looney e diretor do Instituto de Transplantes do NYU Langone, disse que o explante não
foi um retrocesso para o campo do xenotransplante – o esforço de usar órgãos de animais para substituir aqueles que falharam em
humanos.
Este é o maior tempo que um desses órgãos durou", disse ele [Robert Montgomery] em uma entrevista, acrescentando que
Looney tinha outras condições médicas que poderiam ter complicado seu prognóstico.
"Tudo isso leva tempo", disse ele. "Este jogo será vencido por melhorias incrementais, simples e duplas, não tentando acertar um home
run".
Um tratamento adicional de Looney poderia ter salvado o órgão, mas ela e sua equipe médica decidiram que não era
adequado, disse Montgomery.
“A prioridade número um é a segurança; precisávamos ter certeza de que ela ficaria bem”, disse ele.
Looney, que voltou para sua casa no Alabama após ir a Nova York para tratamento, disse em um comunicado que estava grata
pela oportunidade de participar do procedimento inovador.
“Pela primeira vez desde 2016, aproveitei o tempo com amigos e família sem ter que me planejar em torno dos tratamentos de
diálise”, disse em um comunicado fornecido pelo NYU Langone.
“Embora o resultado não seja o que ninguém queria, sei que muito foi aprendido com meus 130 dias com um rim de porco, e
que isso pode ajudar e inspirar muitos outros em sua jornada para superar a doença renal”, disse ela.
Autoridades do hospital declararam que a função renal de Looney caiu após ela sofrer rejeição do órgão. Acausa estava sendo
investigada, afirmou Montgomery. A resposta ocorreu após uma redução nos medicamentos imunossupressores que ela estava
tomando para tratar uma infecção não relacionada, acrescentaram.
Fonte: RABIN, Roni Caryn. Rim de porco é removido de mulher nos Estados Unidos após rejeição do órgão. Folha de São Paulo [on-line], 12 abr. 2025. Disponível em:
https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2025/04/rim-de-porco-e-removido-de-mulher -nos-estados-unidos-apos-rejeicao-do-or gao.shtml. Acesso em: 24
jun. 2025.
Acerca do texto, analise as assertivas abaixo.
I- O fato de Looney ter rejeitado o rim de porco significa o fracasso da técnica inovadora do xenotransplante. II- O fato de Looney ter comorbidades pode ter contribuído para a rejeição do órgão. III- Afunção renal de Looney piorou após ela ter rejeitado o rim de porco.
É CORRETO o que se afirma em:
I- O fato de Looney ter rejeitado o rim de porco significa o fracasso da técnica inovadora do xenotransplante. II- O fato de Looney ter comorbidades pode ter contribuído para a rejeição do órgão. III- Afunção renal de Looney piorou após ela ter rejeitado o rim de porco.
É CORRETO o que se afirma em:
Ano: 2025
Banca:
CPCON
Órgão:
Prefeitura de Nova Palmeira - PB
Prova:
CPCON - 2025 - Prefeitura de Nova Palmeira - PB - Professor de Português |
Q3583570
Português
Texto associado
“A finalização da atividade [de escrita] não pode se satisfazer com a construção de representações fragmentárias justapostas, cada uma
correspondente a uma compreensão parcial eventualmente correta, mas sem articulação com o conjunto que lhes dá unidade e
coerência. [...] O problema, portanto, para todos os que se preocupam com aprendizagem e ensino, é tentar compreender esses desvios
ou insuficiências da conduta da atividade de leitura, para melhor preveni-los e corrigi-los” (Fayol, 2017, p. 25).
Fonte: FAYOL, Michel. Aquisição da escrita.Tradução de Marcos Bagno. São Paulo: Parábola Editorial, 2014 (Coleção Estratégias de Ensino; v. 45).
Levando em conta o posicionamento de Fayol (2014) sobre a atividade de escrita, analise as seguintes assertivas:
I- A escrita de textos fragmentários, por mais que tenha informações corretas, deve ser considerada insuficiente.
II- O mais importante é que o texto escrito pelo aluno contenha informações corretas, por mais que elas estejam desconexas.
III- A falta de articulação entre as partes do texto acarreta a fragmentação da escrita.
É CORRETO o que se afirma em:
I- A escrita de textos fragmentários, por mais que tenha informações corretas, deve ser considerada insuficiente.
II- O mais importante é que o texto escrito pelo aluno contenha informações corretas, por mais que elas estejam desconexas.
III- A falta de articulação entre as partes do texto acarreta a fragmentação da escrita.
É CORRETO o que se afirma em:
Ano: 2025
Banca:
CPCON
Órgão:
Prefeitura de Nova Palmeira - PB
Prova:
CPCON - 2025 - Prefeitura de Nova Palmeira - PB - Professor de Português |
Q3583568
Português
ABNCC amplia o ensino de Língua Portuguesa, ao afirmar que:
“Os conhecimentos sobre os gêneros, sobre os textos, sobre a língua, sobre a norma-padrão, sobre as diferentes linguagens (semioses) devem ser mobilizados em favor do desenvolvimento das capacidades de leitura, produção e tratamento das linguagens, que, por sua vez, devem estar a serviço da ampliação das possibilidades de participação em práticas de diferentes esferas/campos de atividades humanas” (Brasil, 2018, p. 67). Fonte: BRASIL. Base Nacional Comum Curricular:Ensino Fundamental. Brasília: Ministério da Educação, 2018.
Levando em conta esse posicionamento, é CORRETO afirmar que:
“Os conhecimentos sobre os gêneros, sobre os textos, sobre a língua, sobre a norma-padrão, sobre as diferentes linguagens (semioses) devem ser mobilizados em favor do desenvolvimento das capacidades de leitura, produção e tratamento das linguagens, que, por sua vez, devem estar a serviço da ampliação das possibilidades de participação em práticas de diferentes esferas/campos de atividades humanas” (Brasil, 2018, p. 67). Fonte: BRASIL. Base Nacional Comum Curricular:Ensino Fundamental. Brasília: Ministério da Educação, 2018.
Levando em conta esse posicionamento, é CORRETO afirmar que:
Ano: 2025
Banca:
CPCON
Órgão:
Prefeitura de Nova Palmeira - PB
Prova:
CPCON - 2025 - Prefeitura de Nova Palmeira - PB - Professor de Português |
Q3583567
Português
Comentando as contribuições da ciência da linguagem para o ensino de português, Antunes (2009, p. 49, grifos da autora) elucida que
“[...] se chegou a dois consensos: o de que usar a linguagem é uma forma de agir socialmente, de interagir com os outros, e o de que
essas coisas somente acontecem em textos”. Nesse contexto, analise as assertivas abaixo à luz das teorias sociointeracionistas:
Fonte: ANTUNES, Irandé. Língua, texto e ensino: outra escola possível. São Paulo: Parábola, 2009 (Coleção Estratégias de Ensino; v. 10).
I- O ensino de Língua Portuguesa deve sempre partir do texto.
II- O texto deve ser usado primordialmente como fonte para o ensino de gramática.
III- A concepção interacional da linguagem está relacionada com a importância central que o texto deve assumir na aula de português.
É CORRETO o que se afirma em:
Fonte: ANTUNES, Irandé. Língua, texto e ensino: outra escola possível. São Paulo: Parábola, 2009 (Coleção Estratégias de Ensino; v. 10).
I- O ensino de Língua Portuguesa deve sempre partir do texto.
II- O texto deve ser usado primordialmente como fonte para o ensino de gramática.
III- A concepção interacional da linguagem está relacionada com a importância central que o texto deve assumir na aula de português.
É CORRETO o que se afirma em: