Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
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No que se refere à estruturação linguístico‑gramatical do texto, julgue o item seguinte.
No trecho “A monocultura da cana‑de‑açúcar”, uma forma antônima para o termo “monocultura” que mantivesse a correção gramatical seria silvicultura.
No que se refere à estruturação linguístico‑gramatical do texto, julgue o item seguinte.
No trecho “Má nos engenhos e péssima nas cidades, tal era a alimentação da sociedade brasileira nos séculos XVI, XVII e XVIII. Nas cidades, era péssima e escassa.”, observa‑se a gradação de adjetivos referentes à qualidade e à quantidade da alimentação.
No que se refere à estruturação linguístico‑gramatical do texto, julgue o item seguinte.
No trecho “O impacto de uma dieta cariogênica sobre as condições dentárias foi registrado em Casa Grande & Senzala”, a expressão “dieta cariogênica” faz referência ao consumo de alimentação capaz de promover o desenvolvimento de cáries dentárias.
No que se refere à estruturação linguístico‑gramatical do texto, julgue o item seguinte.
No trecho “Nela, Freyre refere‑se às condições de nutrição no Brasil colonial” (primeiro parágrafo), a contração da preposição “Em” com o pronome “ela” – “Nela” – retoma, diretamente, a expressão “Casa Grande & Senzala”.
A respeito das ideias apresentadas no texto, julgue o item a seguir.
No período “Fartura mesmo só a de doce, geleias e pastéis fabricados pelas freiras nos conventos: era com que se arredondava a gordura dos frades e das sinhás‑donas”, evidencia‑se que quem mais consumia alimentos açucarados eram as elites e os religiosos, o que contribuía para o ganho de peso de alguns indivíduos, sem refletir a realidade nutricional da sociedade em geral.
A respeito das ideias apresentadas no texto, julgue o item a seguir.
Depreende‑se do texto que a precariedade da alimentação e da nutrição da população do período citado era maior na zona rural, dado que a importação de alimentos era limitada e a produção local não supria as necessidades da população.
A respeito das ideias apresentadas no texto, julgue o item a seguir.
A afirmação “Má nos engenhos e péssima nas cidades, tal era a alimentação da sociedade brasileira nos séculos XVI, XVII e XVIII” reflete a qualidade alimentar precária tanto nos engenhos quanto nas áreas urbanas do Brasil colonial, sem exceção para qualquer t ipo de alimento.
A respeito das ideias apresentadas no texto, julgue o item a seguir.
Afirma‑se no texto, de forma resumida, que a dieta do período citado consistia‑se de poucas frutas, legumes raros, carne de boi de má qualidade e em pouca quantidade.
A respeito das ideias apresentadas no texto, julgue o item a seguir.
Compreende‑se do texto que a alimentação nas colônias brasileiras, durante os séculos XVI, XVII e XVIII, especialmente nas cidades, era caracterizada por má qualidade, escassez e deficiências nutricionais, com falta de proteínas de origem animal, vitaminas e minerais.
A respeito das ideias apresentadas no texto, julgue o item a seguir.
Conforme o texto, no período colonial, a dieta era limitada em variedade e qualidade nutricional.
A respeito das ideias apresentadas no texto, julgue o item a seguir.
Deduz‑se do texto que a epidemia de cárie dentária foi impulsionada, no Brasil, a partir do século XVII, em decorrência do aumento do consumo de cana‑de‑açúcar pelo povo brasileiro.
A respeito das ideias apresentadas no texto, julgue o item a seguir.
No texto, de caráter injuntivo, aponta‑se para questões econômicas e para diferentes processos sociais que fazem parte da alimentação no Brasil colônia.
Furto de flor, Carlos Drummond de Andrade
Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.
Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:
− Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!
(Carlos Drummond de Andrade. Contos plausíveis. Rio de Janeiro, José Olympio, 1985. p. 80.)
A partir da leitura do texto, analise as assertivas que seguem:
I.Para o porteiro, a flor murcha era lixo.
II.Para o homem, acompanhar a morte da flor foi uma consequência por ele tê-la furtado do jardim.
III.A frase "cor particular da morte" significa que a flor perdeu sua cor natural, seu vigor, sua vivacidade.
É correto o que se afirma em
Furto de flor, Carlos Drummond de Andrade
Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.
Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:
− Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!
(Carlos Drummond de Andrade. Contos plausíveis. Rio de Janeiro, José Olympio, 1985. p. 80.)
A respeito da crônica Furto de flor , analise as assertivas que seguem e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__)O homem tem um gesto espontâneo ao colher a flor no jardim.
(__)Ao afirmar que ele furtou a flor, o homem confessa que cometeu um crime e deveria ser denunciado às autoridades.
(__)O homem considera obrigação sua cuidar da flor, uma vez que foi ele quem a retirou do jardim.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Furto de flor, Carlos Drummond de Andrade
Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.
Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:
− Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!
(Carlos Drummond de Andrade. Contos plausíveis. Rio de Janeiro, José Olympio, 1985. p. 80.)
O texto "Furto de flor" é uma crônica. Analise a estrutura e o conteúdo dele e assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do excerto que segue:
A crônica é um texto literário breve, em geral _______________, apresentando uma história, na maior parte das vezes, extraída do cotidiano.
Furto de flor, Carlos Drummond de Andrade
Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.
Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:
− Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!
(Carlos Drummond de Andrade. Contos plausíveis. Rio de Janeiro, José Olympio, 1985. p. 80.)
Analise as alternativas que seguem e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__)O trecho "Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água" pode ser reescrito, sem alterar o sentido, da seguinte maneira: Trouxe-a para casa porque a coloquei no copo com água.
(__)O trecho "Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores" pode ser reescrito, sem alterar o sentido, da seguinte maneira: Não adiantava restituí-la ao jardim, nem apelar para o médico das flores.
(__)O trecho "Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem" pode ser reescrito, sem alterar o sentido, da seguinte maneira: Quantas novidades há para uma flor, se a contemplarmos bem.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Furto de flor, Carlos Drummond de Andrade
Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.
Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:
− Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!
(Carlos Drummond de Andrade. Contos plausíveis. Rio de Janeiro, José Olympio, 1985. p. 80.)
Texto 1
Alta Velocidade
Já fazia um bom tempo que aquele policial estava de olho naquele motorista apressadinho. Ele pensou: “Amanhã esse cara não vai me escapar. Vou pará-lo e lhe darei uma multa daquelas bem salgadas. O engraçadinho não perde por esperar.”
No dia seguinte o policial fez o sinal para que o motorista infrator parasse. O motorista atendeu prontamente e parou o veículo. Sem perder tempo o policial foi logo dizendo:
— hãm!…hãm! Bonito hein! Até que enfim nos encontramos. Por acaso o senhor sabia que já faz um bom tempo que eu estava a sua espera.
— Puxa vida seu policial! Sinceramente, sinto muito! Eu juro que eu não sabia, só fiquei sabendo disso há alguns minutos atrás e, como o senhor mesmo viu, eu vim o mais rápido que pude…
(Edilson Rodrigues Silva)
Furto de flor, Carlos Drummond de Andrade
Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.
Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:
− Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!
(Carlos Drummond de Andrade. Contos plausíveis. Rio de Janeiro, José Olympio, 1985. p. 80.)