Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
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Leia o texto II para responder à questão.
Texto II

Fonte: Disponível em: https://blogdoaftm.com.br/wp-content/uploads/2023/03/4538-1.jpg Acesso em: 07 mar. 2025.
Leia o texto II para responder à questão.
Texto II

Fonte: Disponível em: https://blogdoaftm.com.br/wp-content/uploads/2023/03/4538-1.jpg Acesso em: 07 mar. 2025.
“o e/o difícil é porque a escola transforma como eu já disse as aulas de língua portuguesa em aNÁlises gramaticais → O que torna difícil é que a escola transforma as aulas de Língua Portuguesa em análises gramaticais”. (Marcuschi, 2010, p. 85)
De modo geral, a retextualização no caso apresentado é regida por uma operação que:
Nos Anos Finais, aprofunda-se o tratamento dos gêneros que circulam nos campos jornalísticomidiático e de atuação na vida pública, principalmente:
(1) a ………..., a língua em seu estado permanente de transformação, de fluidez, de instabilidade;
(2) a ………., produto cultural, modelo artificial de língua criado justamente para [...] servir de padrão para os comportamentos linguísticos considerados adequados, corretos e convenientes.
A alternativa que preenche correta e respectivamente cada uma das lacunas apresentadas é:
LEIA o texto a seguir para responder a questão.
O bom e o mau
Se me perguntarem (ninguém me pergunta nada há muito tempo) o que mais me irrita atualmente e o que mais me gratifica, eu responderei que é o computador. Na verdade, fica difícil imaginar a vida profissional sem ele, seus recursos de memória e arquivo, a capacidade de fazer correções, eliminar ou acrescentar palavras e parágrafos.
É também irritante, sobretudo com os programas cada vez mais avançados que bolam para os usuários. Não sei qual foi o gênio que programou os dias da semana (segunda, terça, quarta etc.) com maiúsculas. Não os uso assim, e toda vez que começo a escrever "na segunda fila" ou "ter ou não ter, eis a questão" sou obrigado a eliminar a maiúscula, pois o computador, para melhor e mais rapidamente me servir, acha que eu vou escrever o que não quero nem preciso escrever.
Acho que já contei esta história. Se contei, conto-a outra vez, pois ela expressa exatamente o que o computador pode nos dar de bom e ruim. Um escritor norte-americano escreveu um romance em que o personagem principal teria o nome de Julieta. Um amigo, que leu os originais, achou que o nome italianado não combinava com a mocinha do oeste dos Estados Unidos, que devia se chamar Bárbara, Carol ou Kate.
O autor concordou e usando o recurso do "replace", ordenou que toda vez que aparecesse a palavra "Julieta", fosse ela substituída pela palavra "Bárbara". Mandou o original assim emendado para a editora e quando recebeu o primeiro exemplar de sua obra, verificou que os seus personagens haviam ido ao teatro assistir a uma peça de Shakespeare intitulada "Romeu e Bárbara".
Ao computador pode-se aplicar aquele pensamento do cão de Quincas Borba, que para facilitar as coisas, tinha o mesmo nome do dono: "Nada é completamente bom, nada é completamente mau".
CONY, Carlos Heitor. In: Manuel da Costa Pinto (Org.). Crônica brasileira contemporânea: antologia de crônicas.
São Paulo: Salamandra, 2005. p. 30-31.
LEIA os itens a seguir.
I - "Não só foi descortês, como também culpou um inocente“
II - "Precisaremos refazer o orçamento, o cliente achou, pois, caro“
A alternativa que SUBSTITUI, respectivamente e sem prejuízo de sentido, os elementos coesivos destacados é:
“Uma pessoa com inteligência emocional sabe como lidar com situações estressantes, conflitos e desafios sem perder o controle. Dessa forma, ela é capaz de manter a calma e a clareza mental mesmo sob pressão e de se comunicar de forma eficaz em situações difíceis”.
A expressão destacada introduz uma oração, em relação à anterior, EXPRIMINDO uma ideia de: