Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3748109 Português
Texto para as questão.


    A imunização da população, além de prevenir doenças graves, contribui para reduzir a disseminação de agentes infecciosos na comunidade, protegendo aqueles que não podem ser vacinados por motivos de saúde. Entre as formas de imunização, a vacinação é reconhecida como uma das mais eficazes estratégias para preservar a saúde da população e manter uma sociedade saudável e resistente.

    A política de vacinação é de responsabilidade do Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde. Estabelecido em 1973, o PNI desempenha um papel fundamental na promoção da saúde da população brasileira. Por meio do programa, o governo federal disponibiliza gratuitamente, no Sistema Único de Saúde (SUS), 47 imunobiológicos: 30 vacinas, 13 soros e 4 imunoglobulinas (anticorpos). Essas imunizações incluem tanto as vacinas presentes no calendário nacional de vacinação quanto os imunobiológicos indicados para grupos em condições clínicas especiais, como pessoas com doenças que atacam o sistema imunológico ou indivíduos em tratamento de doenças como câncer, insuficiência renal, entre outras, aplicadas nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE). Incluem, também, as vacinas contra a covid‑19 e outras administradas em situações específicas.

    O calendário nacional de vacinação contempla, na rotina dos serviços, 19 vacinas que protegem o indivíduo em todos os ciclos de vida, desde o nascimento. Entre as doenças imunopreveníveis por essas vacinas, estão a poliomielite, o sarampo, a rubéola, o tétano, a coqueluche e outras doenças graves e, muitas vezes, fatais. O PNI é responsável por coordenar as campanhas anuais de vacinação. Essas campanhas têm como objetivo alcançar altas coberturas vacinais, garantindo a proteção individual e coletiva contra diversas doenças. Assim, o Ministério da Saúde atua em conjunto com os estados, os municípios e o Distrito Federal, para garantir o acesso equitativo às vacinas em todo o País.


Internet: <gov.br> (com adaptações).
Considerando‑se o parágrafo “A política de vacinação é de responsabilidade do Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde. Estabelecido em 1973, o PNI desempenha um papel fundamental na promoção da saúde da população brasileira. Por meio do programa, o governo federal disponibiliza gratuitamente, no Sistema Único de Saúde (SUS), 47 imunobiológicos: 30 vacinas, 13 soros e 4 imunoglobulinas (anticorpos). Essas imunizações incluem tanto as vacinas presentes no calendário nacional de vacinação quanto os imunobiológicos indicados para grupos em condições clínicas especiais, como pessoas com doenças que atacam o sistema imunológico ou indivíduos em tratamento de doenças como câncer, insuficiência renal, entre outras, aplicadas nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE). Incluem, também, as vacinas contra a COVID‑19 e outras administradas em situações específicas.”, assinale a opção que apresenta trecho desse parágrafo do texto que mantém a correção gramatical e a coerência textual.
Alternativas
Q3748107 Português
Texto para as questão.


    A imunização da população, além de prevenir doenças graves, contribui para reduzir a disseminação de agentes infecciosos na comunidade, protegendo aqueles que não podem ser vacinados por motivos de saúde. Entre as formas de imunização, a vacinação é reconhecida como uma das mais eficazes estratégias para preservar a saúde da população e manter uma sociedade saudável e resistente.

    A política de vacinação é de responsabilidade do Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde. Estabelecido em 1973, o PNI desempenha um papel fundamental na promoção da saúde da população brasileira. Por meio do programa, o governo federal disponibiliza gratuitamente, no Sistema Único de Saúde (SUS), 47 imunobiológicos: 30 vacinas, 13 soros e 4 imunoglobulinas (anticorpos). Essas imunizações incluem tanto as vacinas presentes no calendário nacional de vacinação quanto os imunobiológicos indicados para grupos em condições clínicas especiais, como pessoas com doenças que atacam o sistema imunológico ou indivíduos em tratamento de doenças como câncer, insuficiência renal, entre outras, aplicadas nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE). Incluem, também, as vacinas contra a covid‑19 e outras administradas em situações específicas.

    O calendário nacional de vacinação contempla, na rotina dos serviços, 19 vacinas que protegem o indivíduo em todos os ciclos de vida, desde o nascimento. Entre as doenças imunopreveníveis por essas vacinas, estão a poliomielite, o sarampo, a rubéola, o tétano, a coqueluche e outras doenças graves e, muitas vezes, fatais. O PNI é responsável por coordenar as campanhas anuais de vacinação. Essas campanhas têm como objetivo alcançar altas coberturas vacinais, garantindo a proteção individual e coletiva contra diversas doenças. Assim, o Ministério da Saúde atua em conjunto com os estados, os municípios e o Distrito Federal, para garantir o acesso equitativo às vacinas em todo o País.


Internet: <gov.br> (com adaptações).
Sem prejudicar a sintaxe do período e o sentido textual, o trecho “a vacinação é reconhecida como uma das mais eficazes estratégias para preservar a saúde da população e manter uma sociedade saudável e resistente” poderia ser reescrito como
Alternativas
Q3748101 Português
Texto para as questão.


    A imunização da população, além de prevenir doenças graves, contribui para reduzir a disseminação de agentes infecciosos na comunidade, protegendo aqueles que não podem ser vacinados por motivos de saúde. Entre as formas de imunização, a vacinação é reconhecida como uma das mais eficazes estratégias para preservar a saúde da população e manter uma sociedade saudável e resistente.

    A política de vacinação é de responsabilidade do Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde. Estabelecido em 1973, o PNI desempenha um papel fundamental na promoção da saúde da população brasileira. Por meio do programa, o governo federal disponibiliza gratuitamente, no Sistema Único de Saúde (SUS), 47 imunobiológicos: 30 vacinas, 13 soros e 4 imunoglobulinas (anticorpos). Essas imunizações incluem tanto as vacinas presentes no calendário nacional de vacinação quanto os imunobiológicos indicados para grupos em condições clínicas especiais, como pessoas com doenças que atacam o sistema imunológico ou indivíduos em tratamento de doenças como câncer, insuficiência renal, entre outras, aplicadas nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE). Incluem, também, as vacinas contra a covid‑19 e outras administradas em situações específicas.

    O calendário nacional de vacinação contempla, na rotina dos serviços, 19 vacinas que protegem o indivíduo em todos os ciclos de vida, desde o nascimento. Entre as doenças imunopreveníveis por essas vacinas, estão a poliomielite, o sarampo, a rubéola, o tétano, a coqueluche e outras doenças graves e, muitas vezes, fatais. O PNI é responsável por coordenar as campanhas anuais de vacinação. Essas campanhas têm como objetivo alcançar altas coberturas vacinais, garantindo a proteção individual e coletiva contra diversas doenças. Assim, o Ministério da Saúde atua em conjunto com os estados, os municípios e o Distrito Federal, para garantir o acesso equitativo às vacinas em todo o País.


Internet: <gov.br> (com adaptações).
Do trecho “Entre as doenças imunopreveníveis por essas vacinas, estão a poliomielite, o sarampo, a rubéola, o tétano, a coqueluche e outras doenças graves e, muitas vezes, fatais”, deduz‑se que as doenças citadas
Alternativas
Q3748099 Português
Texto para as questão.


    A imunização da população, além de prevenir doenças graves, contribui para reduzir a disseminação de agentes infecciosos na comunidade, protegendo aqueles que não podem ser vacinados por motivos de saúde. Entre as formas de imunização, a vacinação é reconhecida como uma das mais eficazes estratégias para preservar a saúde da população e manter uma sociedade saudável e resistente.

    A política de vacinação é de responsabilidade do Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde. Estabelecido em 1973, o PNI desempenha um papel fundamental na promoção da saúde da população brasileira. Por meio do programa, o governo federal disponibiliza gratuitamente, no Sistema Único de Saúde (SUS), 47 imunobiológicos: 30 vacinas, 13 soros e 4 imunoglobulinas (anticorpos). Essas imunizações incluem tanto as vacinas presentes no calendário nacional de vacinação quanto os imunobiológicos indicados para grupos em condições clínicas especiais, como pessoas com doenças que atacam o sistema imunológico ou indivíduos em tratamento de doenças como câncer, insuficiência renal, entre outras, aplicadas nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE). Incluem, também, as vacinas contra a covid‑19 e outras administradas em situações específicas.

    O calendário nacional de vacinação contempla, na rotina dos serviços, 19 vacinas que protegem o indivíduo em todos os ciclos de vida, desde o nascimento. Entre as doenças imunopreveníveis por essas vacinas, estão a poliomielite, o sarampo, a rubéola, o tétano, a coqueluche e outras doenças graves e, muitas vezes, fatais. O PNI é responsável por coordenar as campanhas anuais de vacinação. Essas campanhas têm como objetivo alcançar altas coberturas vacinais, garantindo a proteção individual e coletiva contra diversas doenças. Assim, o Ministério da Saúde atua em conjunto com os estados, os municípios e o Distrito Federal, para garantir o acesso equitativo às vacinas em todo o País.


Internet: <gov.br> (com adaptações).
Conforme o texto, o programa de vacinação criado pelo governo federal, em 1973, desempenha o papel de
Alternativas
Q3748097 Português
Texto para as questão.


    A imunização da população, além de prevenir doenças graves, contribui para reduzir a disseminação de agentes infecciosos na comunidade, protegendo aqueles que não podem ser vacinados por motivos de saúde. Entre as formas de imunização, a vacinação é reconhecida como uma das mais eficazes estratégias para preservar a saúde da população e manter uma sociedade saudável e resistente.

    A política de vacinação é de responsabilidade do Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde. Estabelecido em 1973, o PNI desempenha um papel fundamental na promoção da saúde da população brasileira. Por meio do programa, o governo federal disponibiliza gratuitamente, no Sistema Único de Saúde (SUS), 47 imunobiológicos: 30 vacinas, 13 soros e 4 imunoglobulinas (anticorpos). Essas imunizações incluem tanto as vacinas presentes no calendário nacional de vacinação quanto os imunobiológicos indicados para grupos em condições clínicas especiais, como pessoas com doenças que atacam o sistema imunológico ou indivíduos em tratamento de doenças como câncer, insuficiência renal, entre outras, aplicadas nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE). Incluem, também, as vacinas contra a covid‑19 e outras administradas em situações específicas.

    O calendário nacional de vacinação contempla, na rotina dos serviços, 19 vacinas que protegem o indivíduo em todos os ciclos de vida, desde o nascimento. Entre as doenças imunopreveníveis por essas vacinas, estão a poliomielite, o sarampo, a rubéola, o tétano, a coqueluche e outras doenças graves e, muitas vezes, fatais. O PNI é responsável por coordenar as campanhas anuais de vacinação. Essas campanhas têm como objetivo alcançar altas coberturas vacinais, garantindo a proteção individual e coletiva contra diversas doenças. Assim, o Ministério da Saúde atua em conjunto com os estados, os municípios e o Distrito Federal, para garantir o acesso equitativo às vacinas em todo o País.


Internet: <gov.br> (com adaptações).
De acordo com o texto, a vacinação brasileira é capaz de prevenir
Alternativas
Q3748096 Português
Texto para as questão.


    A imunização da população, além de prevenir doenças graves, contribui para reduzir a disseminação de agentes infecciosos na comunidade, protegendo aqueles que não podem ser vacinados por motivos de saúde. Entre as formas de imunização, a vacinação é reconhecida como uma das mais eficazes estratégias para preservar a saúde da população e manter uma sociedade saudável e resistente.

    A política de vacinação é de responsabilidade do Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde. Estabelecido em 1973, o PNI desempenha um papel fundamental na promoção da saúde da população brasileira. Por meio do programa, o governo federal disponibiliza gratuitamente, no Sistema Único de Saúde (SUS), 47 imunobiológicos: 30 vacinas, 13 soros e 4 imunoglobulinas (anticorpos). Essas imunizações incluem tanto as vacinas presentes no calendário nacional de vacinação quanto os imunobiológicos indicados para grupos em condições clínicas especiais, como pessoas com doenças que atacam o sistema imunológico ou indivíduos em tratamento de doenças como câncer, insuficiência renal, entre outras, aplicadas nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE). Incluem, também, as vacinas contra a covid‑19 e outras administradas em situações específicas.

    O calendário nacional de vacinação contempla, na rotina dos serviços, 19 vacinas que protegem o indivíduo em todos os ciclos de vida, desde o nascimento. Entre as doenças imunopreveníveis por essas vacinas, estão a poliomielite, o sarampo, a rubéola, o tétano, a coqueluche e outras doenças graves e, muitas vezes, fatais. O PNI é responsável por coordenar as campanhas anuais de vacinação. Essas campanhas têm como objetivo alcançar altas coberturas vacinais, garantindo a proteção individual e coletiva contra diversas doenças. Assim, o Ministério da Saúde atua em conjunto com os estados, os municípios e o Distrito Federal, para garantir o acesso equitativo às vacinas em todo o País.


Internet: <gov.br> (com adaptações).
Segundo o texto, o programa de imunização estabelecido pelo governo federal, em 1973, tem a função de
Alternativas
Q3748094 Português
Texto para as questão.


    A imunização da população, além de prevenir doenças graves, contribui para reduzir a disseminação de agentes infecciosos na comunidade, protegendo aqueles que não podem ser vacinados por motivos de saúde. Entre as formas de imunização, a vacinação é reconhecida como uma das mais eficazes estratégias para preservar a saúde da população e manter uma sociedade saudável e resistente.

    A política de vacinação é de responsabilidade do Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde. Estabelecido em 1973, o PNI desempenha um papel fundamental na promoção da saúde da população brasileira. Por meio do programa, o governo federal disponibiliza gratuitamente, no Sistema Único de Saúde (SUS), 47 imunobiológicos: 30 vacinas, 13 soros e 4 imunoglobulinas (anticorpos). Essas imunizações incluem tanto as vacinas presentes no calendário nacional de vacinação quanto os imunobiológicos indicados para grupos em condições clínicas especiais, como pessoas com doenças que atacam o sistema imunológico ou indivíduos em tratamento de doenças como câncer, insuficiência renal, entre outras, aplicadas nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE). Incluem, também, as vacinas contra a covid‑19 e outras administradas em situações específicas.

    O calendário nacional de vacinação contempla, na rotina dos serviços, 19 vacinas que protegem o indivíduo em todos os ciclos de vida, desde o nascimento. Entre as doenças imunopreveníveis por essas vacinas, estão a poliomielite, o sarampo, a rubéola, o tétano, a coqueluche e outras doenças graves e, muitas vezes, fatais. O PNI é responsável por coordenar as campanhas anuais de vacinação. Essas campanhas têm como objetivo alcançar altas coberturas vacinais, garantindo a proteção individual e coletiva contra diversas doenças. Assim, o Ministério da Saúde atua em conjunto com os estados, os municípios e o Distrito Federal, para garantir o acesso equitativo às vacinas em todo o País.


Internet: <gov.br> (com adaptações).
O texto aborda a importância da
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Q3748088 Português
O debate sobre o uso das redes sociais por crianças e a circulação de conteúdos que exploram a imagem de menores de idade ganharam enorme repercussão nos últimos dias após as denúncias feitas pelo influenciador Felca.

Internet: <agenciabrasil.ebc.com.br> (com adaptações).

Considerando essa informação, é correto afirmar que um dos resultados da denúncia de Felca foi a
Alternativas
Q3748087 Português
“Xô, CLT: por que muitos jovens abominam trabalho com carteira assinada?”

Acerca da frase e dos aspectos relacionados ao mundo do trabalho, assinale a opção correta.
Alternativas
Q3748083 Português
A comitiva do departamento de salvaguarda e segurança das Nações Unidas (UNDSS) deu parecer positivo aos planos de segurança, mobilidade e saúde apresentados pelos governos federal, estadual e municipal para a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 30), que será realizada em novembro, na capital paraense.

Internet: <oliberal.com> (com adaptações).

Para além da questão ambiental, a realização da COP 30 chamou a atenção nos meses anteriores à sua realização pelo(a)
Alternativas
Q3748071 Português
Texto para as questão.


    Mesmo com os avanços técnico‑científicos e as transformações econômicas, sociais e políticas vivenciadas pela sociedade brasileira, não tem sido fácil de se obter o controle das doenças infecciosas.

    A história nos mostra que, ao invés de existir um processo linear e relativamente simples de transição epidemiológica, no qual as chamadas doenças de pobreza são substituídas pelos males da modernidade, o que se observa é um quadro complexo de alterações, mudanças, adaptações e emergências típicas dos fenômenos vivos.

    Nos dias de hoje, o vírus responsável pela febre amarela ainda circula pelo interior do país, por meio de seus hospedeiros animais e humanos, e bate às portas das grandes e populosas cidades do Brasil, infestadas por seu vetor/hospedeiro intermediário urbano, o mosquito Aedes aegypti. 

    Doença infecciosa para a qual já existe uma vacina disponível, de forma gratuita, pelo Sistema Único de Saúde, a febre amarela ainda atinge populações na América e na África. Causada por um gênero de vírus conhecido como flavivírus, ou vírus amarílico, a enfermidade apresenta duas formas de expressão: a urbana e a silvestre. No Brasil, a forma urbana encontra‑se erradicada desde 1942. No entanto, a febre amarela silvestre não é erradicável, já que possui uma circulação natural entre primatas das florestas tropicais.

    A relação entre as populações de homens, vetores e agentes etiológicos é bastante complexa e não parece estar no horizonte, para os próximos anos, a miragem de uma vida livre de infecções. Talvez esse não seja um fato totalmente negativo, uma vez que, de certo modo, ele prova a vitalidade do mundo no qual vivemos e as inúmeras possibilidades plásticas dos seres vivos, que, no processo de construção e reprodução de sua vida como espécie e como gênero, criam normas de vida saudáveis e doentes.


Internet: ; <scielo.br>; <fiocruz.br> (com adaptações).
No trecho “A relação entre as populações de homens, vetores e agentes etiológicos é bastante complexa e não parece estar no horizonte, para os próximos anos, a miragem de uma vida livre de infecções.”, considerando‑se que se trata de doenças infecciosas, a expressão “agentes etiológicos” tem o significado de
Alternativas
Q3748070 Português
Texto para as questão.


    Mesmo com os avanços técnico‑científicos e as transformações econômicas, sociais e políticas vivenciadas pela sociedade brasileira, não tem sido fácil de se obter o controle das doenças infecciosas.

    A história nos mostra que, ao invés de existir um processo linear e relativamente simples de transição epidemiológica, no qual as chamadas doenças de pobreza são substituídas pelos males da modernidade, o que se observa é um quadro complexo de alterações, mudanças, adaptações e emergências típicas dos fenômenos vivos.

    Nos dias de hoje, o vírus responsável pela febre amarela ainda circula pelo interior do país, por meio de seus hospedeiros animais e humanos, e bate às portas das grandes e populosas cidades do Brasil, infestadas por seu vetor/hospedeiro intermediário urbano, o mosquito Aedes aegypti. 

    Doença infecciosa para a qual já existe uma vacina disponível, de forma gratuita, pelo Sistema Único de Saúde, a febre amarela ainda atinge populações na América e na África. Causada por um gênero de vírus conhecido como flavivírus, ou vírus amarílico, a enfermidade apresenta duas formas de expressão: a urbana e a silvestre. No Brasil, a forma urbana encontra‑se erradicada desde 1942. No entanto, a febre amarela silvestre não é erradicável, já que possui uma circulação natural entre primatas das florestas tropicais.

    A relação entre as populações de homens, vetores e agentes etiológicos é bastante complexa e não parece estar no horizonte, para os próximos anos, a miragem de uma vida livre de infecções. Talvez esse não seja um fato totalmente negativo, uma vez que, de certo modo, ele prova a vitalidade do mundo no qual vivemos e as inúmeras possibilidades plásticas dos seres vivos, que, no processo de construção e reprodução de sua vida como espécie e como gênero, criam normas de vida saudáveis e doentes.


Internet: ; <scielo.br>; <fiocruz.br> (com adaptações).
No trecho “A relação entre as populações de homens, vetores e agentes etiológicos é bastante complexa e não parece estar no horizonte, para os próximos anos, a miragem de uma vida livre de infecções.”, o termo “miragem” foi usado com sentido 
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Q3748068 Português
Texto para as questão.


    Mesmo com os avanços técnico‑científicos e as transformações econômicas, sociais e políticas vivenciadas pela sociedade brasileira, não tem sido fácil de se obter o controle das doenças infecciosas.

    A história nos mostra que, ao invés de existir um processo linear e relativamente simples de transição epidemiológica, no qual as chamadas doenças de pobreza são substituídas pelos males da modernidade, o que se observa é um quadro complexo de alterações, mudanças, adaptações e emergências típicas dos fenômenos vivos.

    Nos dias de hoje, o vírus responsável pela febre amarela ainda circula pelo interior do país, por meio de seus hospedeiros animais e humanos, e bate às portas das grandes e populosas cidades do Brasil, infestadas por seu vetor/hospedeiro intermediário urbano, o mosquito Aedes aegypti. 

    Doença infecciosa para a qual já existe uma vacina disponível, de forma gratuita, pelo Sistema Único de Saúde, a febre amarela ainda atinge populações na América e na África. Causada por um gênero de vírus conhecido como flavivírus, ou vírus amarílico, a enfermidade apresenta duas formas de expressão: a urbana e a silvestre. No Brasil, a forma urbana encontra‑se erradicada desde 1942. No entanto, a febre amarela silvestre não é erradicável, já que possui uma circulação natural entre primatas das florestas tropicais.

    A relação entre as populações de homens, vetores e agentes etiológicos é bastante complexa e não parece estar no horizonte, para os próximos anos, a miragem de uma vida livre de infecções. Talvez esse não seja um fato totalmente negativo, uma vez que, de certo modo, ele prova a vitalidade do mundo no qual vivemos e as inúmeras possibilidades plásticas dos seres vivos, que, no processo de construção e reprodução de sua vida como espécie e como gênero, criam normas de vida saudáveis e doentes.


Internet: ; <scielo.br>; <fiocruz.br> (com adaptações).
No trecho “No Brasil, a forma urbana encontra‑se erradicada desde 1942. No entanto, a febre amarela silvestre não é erradicável, já que possui uma circulação natural entre primatas das florestas tropicais.”, a expressão “No entanto” pode ser substituída, mantendo‑se a correção gramatical e a coerência, por
Alternativas
Q3748064 Português
Texto para as questão.


    Mesmo com os avanços técnico‑científicos e as transformações econômicas, sociais e políticas vivenciadas pela sociedade brasileira, não tem sido fácil de se obter o controle das doenças infecciosas.

    A história nos mostra que, ao invés de existir um processo linear e relativamente simples de transição epidemiológica, no qual as chamadas doenças de pobreza são substituídas pelos males da modernidade, o que se observa é um quadro complexo de alterações, mudanças, adaptações e emergências típicas dos fenômenos vivos.

    Nos dias de hoje, o vírus responsável pela febre amarela ainda circula pelo interior do país, por meio de seus hospedeiros animais e humanos, e bate às portas das grandes e populosas cidades do Brasil, infestadas por seu vetor/hospedeiro intermediário urbano, o mosquito Aedes aegypti. 

    Doença infecciosa para a qual já existe uma vacina disponível, de forma gratuita, pelo Sistema Único de Saúde, a febre amarela ainda atinge populações na América e na África. Causada por um gênero de vírus conhecido como flavivírus, ou vírus amarílico, a enfermidade apresenta duas formas de expressão: a urbana e a silvestre. No Brasil, a forma urbana encontra‑se erradicada desde 1942. No entanto, a febre amarela silvestre não é erradicável, já que possui uma circulação natural entre primatas das florestas tropicais.

    A relação entre as populações de homens, vetores e agentes etiológicos é bastante complexa e não parece estar no horizonte, para os próximos anos, a miragem de uma vida livre de infecções. Talvez esse não seja um fato totalmente negativo, uma vez que, de certo modo, ele prova a vitalidade do mundo no qual vivemos e as inúmeras possibilidades plásticas dos seres vivos, que, no processo de construção e reprodução de sua vida como espécie e como gênero, criam normas de vida saudáveis e doentes.


Internet: ; <scielo.br>; <fiocruz.br> (com adaptações).
No trecho “Nos dias de hoje, o vírus responsável pela febre amarela ainda circula pelo interior do país, por meio de seus hospedeiros animais e humanos, e bate às portas das grandes e populosas cidades do Brasil, infestadas por seu vetor/hospedeiro intermediário urbano, o mosquito Aedes aegypti.”, a expressão “Nos dias de hoje” pode ser substituída por
Alternativas
Q3748060 Português
Texto para as questão.


    Mesmo com os avanços técnico‑científicos e as transformações econômicas, sociais e políticas vivenciadas pela sociedade brasileira, não tem sido fácil de se obter o controle das doenças infecciosas.

    A história nos mostra que, ao invés de existir um processo linear e relativamente simples de transição epidemiológica, no qual as chamadas doenças de pobreza são substituídas pelos males da modernidade, o que se observa é um quadro complexo de alterações, mudanças, adaptações e emergências típicas dos fenômenos vivos.

    Nos dias de hoje, o vírus responsável pela febre amarela ainda circula pelo interior do país, por meio de seus hospedeiros animais e humanos, e bate às portas das grandes e populosas cidades do Brasil, infestadas por seu vetor/hospedeiro intermediário urbano, o mosquito Aedes aegypti. 

    Doença infecciosa para a qual já existe uma vacina disponível, de forma gratuita, pelo Sistema Único de Saúde, a febre amarela ainda atinge populações na América e na África. Causada por um gênero de vírus conhecido como flavivírus, ou vírus amarílico, a enfermidade apresenta duas formas de expressão: a urbana e a silvestre. No Brasil, a forma urbana encontra‑se erradicada desde 1942. No entanto, a febre amarela silvestre não é erradicável, já que possui uma circulação natural entre primatas das florestas tropicais.

    A relação entre as populações de homens, vetores e agentes etiológicos é bastante complexa e não parece estar no horizonte, para os próximos anos, a miragem de uma vida livre de infecções. Talvez esse não seja um fato totalmente negativo, uma vez que, de certo modo, ele prova a vitalidade do mundo no qual vivemos e as inúmeras possibilidades plásticas dos seres vivos, que, no processo de construção e reprodução de sua vida como espécie e como gênero, criam normas de vida saudáveis e doentes.


Internet: ; <scielo.br>; <fiocruz.br> (com adaptações).
No trecho “A história nos mostra que, ao invés de existir um processo linear e relativamente simples de transição epidemiológica, no qual as chamadas doenças de pobreza são substituídas pelos males da modernidade, o que se observa é um quadro complexo de alterações, mudanças, adaptações e emergências típicas dos fenômenos vivos.”, a expressão “doenças de pobreza” foi empregada para se referir a doenças que afetam, principalmente,
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Q3748058 Português
Texto para as questão.


    Mesmo com os avanços técnico‑científicos e as transformações econômicas, sociais e políticas vivenciadas pela sociedade brasileira, não tem sido fácil de se obter o controle das doenças infecciosas.

    A história nos mostra que, ao invés de existir um processo linear e relativamente simples de transição epidemiológica, no qual as chamadas doenças de pobreza são substituídas pelos males da modernidade, o que se observa é um quadro complexo de alterações, mudanças, adaptações e emergências típicas dos fenômenos vivos.

    Nos dias de hoje, o vírus responsável pela febre amarela ainda circula pelo interior do país, por meio de seus hospedeiros animais e humanos, e bate às portas das grandes e populosas cidades do Brasil, infestadas por seu vetor/hospedeiro intermediário urbano, o mosquito Aedes aegypti. 

    Doença infecciosa para a qual já existe uma vacina disponível, de forma gratuita, pelo Sistema Único de Saúde, a febre amarela ainda atinge populações na América e na África. Causada por um gênero de vírus conhecido como flavivírus, ou vírus amarílico, a enfermidade apresenta duas formas de expressão: a urbana e a silvestre. No Brasil, a forma urbana encontra‑se erradicada desde 1942. No entanto, a febre amarela silvestre não é erradicável, já que possui uma circulação natural entre primatas das florestas tropicais.

    A relação entre as populações de homens, vetores e agentes etiológicos é bastante complexa e não parece estar no horizonte, para os próximos anos, a miragem de uma vida livre de infecções. Talvez esse não seja um fato totalmente negativo, uma vez que, de certo modo, ele prova a vitalidade do mundo no qual vivemos e as inúmeras possibilidades plásticas dos seres vivos, que, no processo de construção e reprodução de sua vida como espécie e como gênero, criam normas de vida saudáveis e doentes.


Internet: ; <scielo.br>; <fiocruz.br> (com adaptações).
O significado do termo “infecciosa” indica que a doença desse tipo
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Q3748057 Português
Texto para as questão.


    Mesmo com os avanços técnico‑científicos e as transformações econômicas, sociais e políticas vivenciadas pela sociedade brasileira, não tem sido fácil de se obter o controle das doenças infecciosas.

    A história nos mostra que, ao invés de existir um processo linear e relativamente simples de transição epidemiológica, no qual as chamadas doenças de pobreza são substituídas pelos males da modernidade, o que se observa é um quadro complexo de alterações, mudanças, adaptações e emergências típicas dos fenômenos vivos.

    Nos dias de hoje, o vírus responsável pela febre amarela ainda circula pelo interior do país, por meio de seus hospedeiros animais e humanos, e bate às portas das grandes e populosas cidades do Brasil, infestadas por seu vetor/hospedeiro intermediário urbano, o mosquito Aedes aegypti. 

    Doença infecciosa para a qual já existe uma vacina disponível, de forma gratuita, pelo Sistema Único de Saúde, a febre amarela ainda atinge populações na América e na África. Causada por um gênero de vírus conhecido como flavivírus, ou vírus amarílico, a enfermidade apresenta duas formas de expressão: a urbana e a silvestre. No Brasil, a forma urbana encontra‑se erradicada desde 1942. No entanto, a febre amarela silvestre não é erradicável, já que possui uma circulação natural entre primatas das florestas tropicais.

    A relação entre as populações de homens, vetores e agentes etiológicos é bastante complexa e não parece estar no horizonte, para os próximos anos, a miragem de uma vida livre de infecções. Talvez esse não seja um fato totalmente negativo, uma vez que, de certo modo, ele prova a vitalidade do mundo no qual vivemos e as inúmeras possibilidades plásticas dos seres vivos, que, no processo de construção e reprodução de sua vida como espécie e como gênero, criam normas de vida saudáveis e doentes.


Internet: ; <scielo.br>; <fiocruz.br> (com adaptações).
Do texto se compreende que a gratuidade da vacina contra a febre amarela pressupõe que o indivíduo a ser vacinado
Alternativas
Q3748056 Português
Texto para as questão.


    Mesmo com os avanços técnico‑científicos e as transformações econômicas, sociais e políticas vivenciadas pela sociedade brasileira, não tem sido fácil de se obter o controle das doenças infecciosas.

    A história nos mostra que, ao invés de existir um processo linear e relativamente simples de transição epidemiológica, no qual as chamadas doenças de pobreza são substituídas pelos males da modernidade, o que se observa é um quadro complexo de alterações, mudanças, adaptações e emergências típicas dos fenômenos vivos.

    Nos dias de hoje, o vírus responsável pela febre amarela ainda circula pelo interior do país, por meio de seus hospedeiros animais e humanos, e bate às portas das grandes e populosas cidades do Brasil, infestadas por seu vetor/hospedeiro intermediário urbano, o mosquito Aedes aegypti. 

    Doença infecciosa para a qual já existe uma vacina disponível, de forma gratuita, pelo Sistema Único de Saúde, a febre amarela ainda atinge populações na América e na África. Causada por um gênero de vírus conhecido como flavivírus, ou vírus amarílico, a enfermidade apresenta duas formas de expressão: a urbana e a silvestre. No Brasil, a forma urbana encontra‑se erradicada desde 1942. No entanto, a febre amarela silvestre não é erradicável, já que possui uma circulação natural entre primatas das florestas tropicais.

    A relação entre as populações de homens, vetores e agentes etiológicos é bastante complexa e não parece estar no horizonte, para os próximos anos, a miragem de uma vida livre de infecções. Talvez esse não seja um fato totalmente negativo, uma vez que, de certo modo, ele prova a vitalidade do mundo no qual vivemos e as inúmeras possibilidades plásticas dos seres vivos, que, no processo de construção e reprodução de sua vida como espécie e como gênero, criam normas de vida saudáveis e doentes.


Internet: ; <scielo.br>; <fiocruz.br> (com adaptações).
Segundo o texto, as vacinas contra doenças infecciosas como a febre amarela são
Alternativas
Q3748055 Português
Texto para as questão.


    Mesmo com os avanços técnico‑científicos e as transformações econômicas, sociais e políticas vivenciadas pela sociedade brasileira, não tem sido fácil de se obter o controle das doenças infecciosas.

    A história nos mostra que, ao invés de existir um processo linear e relativamente simples de transição epidemiológica, no qual as chamadas doenças de pobreza são substituídas pelos males da modernidade, o que se observa é um quadro complexo de alterações, mudanças, adaptações e emergências típicas dos fenômenos vivos.

    Nos dias de hoje, o vírus responsável pela febre amarela ainda circula pelo interior do país, por meio de seus hospedeiros animais e humanos, e bate às portas das grandes e populosas cidades do Brasil, infestadas por seu vetor/hospedeiro intermediário urbano, o mosquito Aedes aegypti. 

    Doença infecciosa para a qual já existe uma vacina disponível, de forma gratuita, pelo Sistema Único de Saúde, a febre amarela ainda atinge populações na América e na África. Causada por um gênero de vírus conhecido como flavivírus, ou vírus amarílico, a enfermidade apresenta duas formas de expressão: a urbana e a silvestre. No Brasil, a forma urbana encontra‑se erradicada desde 1942. No entanto, a febre amarela silvestre não é erradicável, já que possui uma circulação natural entre primatas das florestas tropicais.

    A relação entre as populações de homens, vetores e agentes etiológicos é bastante complexa e não parece estar no horizonte, para os próximos anos, a miragem de uma vida livre de infecções. Talvez esse não seja um fato totalmente negativo, uma vez que, de certo modo, ele prova a vitalidade do mundo no qual vivemos e as inúmeras possibilidades plásticas dos seres vivos, que, no processo de construção e reprodução de sua vida como espécie e como gênero, criam normas de vida saudáveis e doentes.


Internet: ; <scielo.br>; <fiocruz.br> (com adaptações).
Compreende‑se do texto que a vacina brasileira contra a febre amarela foi  
Alternativas
Q3748054 Português
Texto para as questão.


    Mesmo com os avanços técnico‑científicos e as transformações econômicas, sociais e políticas vivenciadas pela sociedade brasileira, não tem sido fácil de se obter o controle das doenças infecciosas.

    A história nos mostra que, ao invés de existir um processo linear e relativamente simples de transição epidemiológica, no qual as chamadas doenças de pobreza são substituídas pelos males da modernidade, o que se observa é um quadro complexo de alterações, mudanças, adaptações e emergências típicas dos fenômenos vivos.

    Nos dias de hoje, o vírus responsável pela febre amarela ainda circula pelo interior do país, por meio de seus hospedeiros animais e humanos, e bate às portas das grandes e populosas cidades do Brasil, infestadas por seu vetor/hospedeiro intermediário urbano, o mosquito Aedes aegypti. 

    Doença infecciosa para a qual já existe uma vacina disponível, de forma gratuita, pelo Sistema Único de Saúde, a febre amarela ainda atinge populações na América e na África. Causada por um gênero de vírus conhecido como flavivírus, ou vírus amarílico, a enfermidade apresenta duas formas de expressão: a urbana e a silvestre. No Brasil, a forma urbana encontra‑se erradicada desde 1942. No entanto, a febre amarela silvestre não é erradicável, já que possui uma circulação natural entre primatas das florestas tropicais.

    A relação entre as populações de homens, vetores e agentes etiológicos é bastante complexa e não parece estar no horizonte, para os próximos anos, a miragem de uma vida livre de infecções. Talvez esse não seja um fato totalmente negativo, uma vez que, de certo modo, ele prova a vitalidade do mundo no qual vivemos e as inúmeras possibilidades plásticas dos seres vivos, que, no processo de construção e reprodução de sua vida como espécie e como gênero, criam normas de vida saudáveis e doentes.


Internet: ; <scielo.br>; <fiocruz.br> (com adaptações).
De acordo com o texto, “Mesmo com os avanços técnico‑científicos e as transformações econômicas, sociais e políticas, vivenciadas pela sociedade brasileira”, 
Alternativas
Respostas
15201: B
15202: B
15203: D
15204: A
15205: C
15206: A
15207: B
15208: C
15209: A
15210: D
15211: D
15212: E
15213: D
15214: A
15215: B
15216: C
15217: D
15218: A
15219: E
15220: B