Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3750284 Português
Referindo-se à significação das palavras, assinale a alternativa onde há sinônimos.
Alternativas
Q3750283 Português
Aludindo-se à significação das palavras, marque onde temos antônimos.
Alternativas
Q3750275 Português
Leia o texto para responder à próxima questão.


Fábula: A cigarra e a formiga. (Esopo).

Durante o verão, a cigarra cantava e dançava o dia todo, sem se preocupar com o futuro. A formiga, por outro lado, trabalhava incansavelmente, acumulando grãos e alimentos para o inverno.

Quando o inverno chegou, a cigarra ficou sem comida e sem abrigo. Desesperada, foi pedir ajuda à formiga.

A formiga perguntou o que a cigarra havia feito durante o verão, a cigarra respondeu que havia passado os dias cantando. A formiga, então, disse à cigarra para dançar agora, já que passou o verão cantando.

Moral da história:

A fábula ensina que é importante ser trabalhador e previdente, planejando o futuro e trabalhando duro para garantir o sustento, em vez de confiar na sorte ou na boa vontade alheia.
De acordo com a leitura do texto, marque a alternativa incorreta.
Alternativas
Q3750199 Português

Leia as afirmações sobre o Conto Missa do Galo, de Machado de Assis, indique se são (F) falsas ou (V) verdadeiras e marque a alternativa propícia.



( ) Se de um lado Conceição nos é apresentada como mulher desprovida de maiores atrativos, por outro, aparece capaz de seduzir Nogueira, cheia de encanto e malícia.



( ) Se o aparecimento na sala parece casual, há indicações para que o leitor suspeite ter sido um ato deliberado de Conceição, uma tentativa de manter um contato mais íntimo com Nogueira. Para isso concorrem certas contradições em que ela cai, durante o diálogo, quando o rapaz pergunta se a havia acordado.



( ) É contraditório o fato de que, embora a aparência de Conceição venha qualificada de “honesto desalinho”, há pequenos movimentos, pretensamente casuais, responsáveis por colocar à mostra partes do corpo da mulher que atraem particularmente a atenção do rapaz: o desbruçar-se sobre a mesa, com as mangas desabotoadas, descobrindo metade dos braços; o movimento com a saia descobrindo por instantes o bico das chinelas de alcova. Não podemos deixar opaco e indiferente, em um olhar lânguido e a certa altura qualificado de esperto.



( ) Missa do Galo: O enredo do conto gira em torno de um homem que vai à missa de Natal na igreja para ouvir a tradicional Missa do Galo. No entanto, ele não presta atenção à cerimônia e em vez disso, começa a pensar em sua vida e em suas preocupações. O homem começa a imaginar a si mesmo como um galo que está sendo sacrificado e a igreja como um matadouro. Essa metáfora é usada para refletir sobre a ideia da morte e da vida eterna.



No final, o homem é trazido de volta à realidade da missa e com um sentimento renovado de esperança, sai da igreja com a intenção de mudar sua vida. a

Alternativas
Q3750197 Português

Referindo-se a figuras de linguagem, relacione a Coluna I com a Coluna II e marque a alternativa correta.



Coluna I.



A- Ironia.


B- Personificação (ou Prosopopeia).


C- Antítese.


D- Paradoxo.



Coluna II.



1- O jardim olhava as crianças sem dizer nada.


2- Toda guerra finaliza por onde devia ter começado: a paz.


3- Estou cego de amor e vejo o quanto isso é bom.


4- É tão inteligente que não acerta nada.

Alternativas
Q3750193 Português

Leia o texto para responder às próxima questão.


O verbo amar. (J.G. de Araújo Jorge).



Te amei: era de longe que te olhava

e de longe me olhavas vagamente...

Ah, quanta coisa nesse tempo a gente sente,

que a alma da gente faz escrava.



Te amava: como inquieto adolescente,

tremendo ao te enlaçar, e te enlaçava

adivinhando esse mistério ardente

do mundo, em cada beijo que te dava.



Te amo: e ao te amar assim, vou conjugando

os tempos todos desse amor, enquanto

segue a vida, vivendo, e eu, vou te amando...



Te amar: é mais que um verbo, é a minha lei,

e é por ti que o repito no meu canto:

te amei, te amava, te amo e te amarei!

De acordo com o texto, pode-se compreender que a expressão “vagamente” significa:
Alternativas
Q3750190 Português

Leia o texto para responder às próxima questão.


O verbo amar. (J.G. de Araújo Jorge).



Te amei: era de longe que te olhava

e de longe me olhavas vagamente...

Ah, quanta coisa nesse tempo a gente sente,

que a alma da gente faz escrava.



Te amava: como inquieto adolescente,

tremendo ao te enlaçar, e te enlaçava

adivinhando esse mistério ardente

do mundo, em cada beijo que te dava.



Te amo: e ao te amar assim, vou conjugando

os tempos todos desse amor, enquanto

segue a vida, vivendo, e eu, vou te amando...



Te amar: é mais que um verbo, é a minha lei,

e é por ti que o repito no meu canto:

te amei, te amava, te amo e te amarei!

Com base na leitura do texto, assinale a alternativa incorreta. 
Alternativas
Q3750156 Português





TEXTO 2


A consciência de se ter um problema, seja ele qual for, é o primeiro passo para o resolver. E este é um problema que não se resolve com resoluções de Ano Novo. O uso excessivo dos ecrãs, em particular dos smartphones, é uma dependência sem substância, mas não sem consequências. Muitas vezes, o que nos parece ser um comportamento de descontração ou de combate ao tédio, não passa da resposta a um impulso que não controlamos. O acesso constante a um fluxo interminável de informação e de estímulos cria em nós a necessidade de mais informação e de mais estímulos.


Adaptado de David Dinis, “Estamos viciados em telemóveis, mas há cura”. Público, 2023.
Em qual das alternativas a reescrita da frase “O uso excessivo dos ecrãs é uma dependência sem substância, mas não sem consequências” preserva o sentido original e a correção gramatical?
Alternativas
Q3750151 Português





TEXTO 2


A consciência de se ter um problema, seja ele qual for, é o primeiro passo para o resolver. E este é um problema que não se resolve com resoluções de Ano Novo. O uso excessivo dos ecrãs, em particular dos smartphones, é uma dependência sem substância, mas não sem consequências. Muitas vezes, o que nos parece ser um comportamento de descontração ou de combate ao tédio, não passa da resposta a um impulso que não controlamos. O acesso constante a um fluxo interminável de informação e de estímulos cria em nós a necessidade de mais informação e de mais estímulos.


Adaptado de David Dinis, “Estamos viciados em telemóveis, mas há cura”. Público, 2023.
No trecho do Texto 2, “o que nos parece ser um comportamento de descontração ou de combate ao tédio, não passa da resposta a um impulso que não controlamos”, a relação semântica estabelecida entre as duas orações é de:
Alternativas
Q3750148 Português
Imagem associada para resolução da questão


No que diz respeito às funções da linguagem, percebe-se que, no anúncio apresentado, a Coca-Cola usa, predominantemente:
Alternativas
Q3750098 Português
Leia, a seguir, o anúncio da Coca-Cola e responda à questão.

No que diz respeito às funções da linguagem, percebe-se que, no anúncio apresentado, a CocaCola usa, predominantemente:
Alternativas
Q3750050 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


O destino implacável das flores


    O senhor gordo, de ar próspero, pede ao vendedor de flores que lhe escolha 12 rosas por abrir. Recomenda, depois, que sejam amarelas, mas concordou que fossem vermelhas, já que não havia das amarelas. As rosas foram escolhidas, uma a uma, cheiradas uma por uma e colocadas sobre uma folha de papel transparente. O senhor gordo puxou do bolso um cartão, dobrou-o em uma das extremidades e pediu, com um olhar, um lugar (discreto) onde pudesse escrever, sem ser visto.

    Está sentado, de caneta em punho e olhar perdido. Morde a unha do indicador da mão esquerda. Espera a frase poética. De repente, seus olhos se iluminam, os lábios se entreabrem, num sorriso enlevado. “É a inspiração que deve ter chegado...” ⸺ penso, do meu canto. O homem começa a escrever, mordendo os lábios, como todo bom calígrafo. Para, rasga o que escreveu e procura, em todos os bolsos, outro cartão. Como não encontra, pede novo cartão, da casa. Volta a escrever, mordendo os lábios e para mais uma vez... Levanta os olhos, a caneta no ar. Olha as prateleiras de flores, o homem do balcão e olha para mim, afinal, com certa alegria. Depois, caminha em direção à porta, onde estou e onde tenho absoluta certeza de que serei abordado. Caneta na mão direita, cartão na esquerda. Sorri, o sorriso sem graça de quem precisa, mas odeia precisar. Penso que terei de lhe fornecer uma frase e na minha terrível dificuldade de fazer frases. Vem andando, com a caneta, o cartão e o sorriso. Bem perto, o mesmo sorriso, pergunta se sou quem ele está pensando. Respondo-lhe que sim e penso em quanto gostaria de não ser. Baixa a voz e pede, então, o socorro:

    ⸺ Como é mesmo que se escreve “exímia”?

    Adivinho-lhe o local da dúvida e respondo, prontamente:

    ⸺ Com “x” mesmo.

    Olhou-me espantado. Agradeceu. Depois, achou que se devia justificar:

    ⸺ É para uma bailarina.

    Sorri-lhe. Saí andando, para minha vida. Mas, não me pude impedir de pensar que, horas depois, Marlene Rosário estaria recebendo mais 12 botões de rosas, com um cartão de ponta virada, onde leria sem muitas emoções: “À exímia bailarina, o seu mais ardoroso admirador”.


MARIA, Antônio. O destino implacável das flores. Última Hora, 22 fev. 1961. Disponível em: <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/15237/odestino-implacavel-das-flores>.
Na crônica de Antônio Maria, o senhor que compra rosas demonstra estar com dificuldade para escrever um cartão. Qual trecho do texto, a seguir, confirma essa interpretação?
Alternativas
Q3750020 Português

Leia o texto para responder à próxima questão.


Como explicar o amor.


Contam que, certa vez, se reuniram os sentimentos e as qualidades do homem em um certo lugar da terra.

Quando o aborrecimento havia reclamado pela terceira vez, a loucura, como sempre tão louca, lhes propôs: - vamos brincar de esconde-esconde. A intriga levantou a sobrancelha intrigada e a curiosidade, sem poder se conter perguntou: - esconde-esconde, como é isso? - é um jogo, explicou a loucura, em que eu fecho os olhos e conto de um a um milhão, enquanto vocês se escondem. Quando eu tiver terminado de contar, o primeiro de vocês, que eu encontrar, ocupará meu lugar para continuar o jogo. O entusiasmo dançou seguido pela euforia. A alegria deu tantos saltos que acabou convencendo a dúvida e até mesmo a apatia, que nunca se interessava por nada. Mas nem todos quiseram participar. A verdade preferiu não se esconder. Para quê? Se no final a encontravam? A soberba opinou que era um jogo muito tonto, (no fundo o que a incomodava era que a ideia não tivesse sido dela) e a covardia preferiu não se arriscar.

- um, dois, três, quatro… começou a contar a loucura. A primeira a se esconder foi a pressa, que como sempre caiu atrás da primeira pedra do caminho. A fé subiu ao céu e a inveja se escondeu atrás da sombra do triunfo, que com seu próprio esforço, tinha conseguido subir na copa da árvore mais alta. A generosidade quase não conseguiu se esconder, pois cada local que encontrava, lhe parecia maravilhoso para algum de seus amigos, se era um lago cristalino, era ideal para a beleza; se era a copa de uma árvore, era perfeito para a timidez; se era o voo de uma borboleta, melhor para a volúpia; se era uma rajada de vento, magnífico para a liberdade. E assim, acabou se escondendo em um raio de sol. O egoísmo, ao contrário, encontrou um local muito bom desde o inicio, ventilado e cômodo, mas apenas para ele. A mentira se escondeu no fundo do oceano, (mentira, na realidade, se escondeu atrás do arco-íris); a paixão e o desejo, no centro dos vulcões. O esquecimento, não me recordo onde se escondeu, mas isso não é o mais importante. Quando a loucura estava lá perto, o amor ainda não havia encontrado um local de se esconder, pois todos já estavam ocupados, até que encontrou um roseiral, carinhosamente, decidiu se esconder entre as flores.

- um milhão, contou a loucura, começou a busca. A primeira a aparecer foi a pressa, apenas a três passos de uma pedra. Depois se escutou a fé, discutindo com deus no céu sobre zoologia. Sentiu-se vibrar a paixão e o desejo nos vulcões. Em um descuido encontrou a inveja, e claro, pode se deduzir onde estava o triunfo. O egoísmo não teve que procurá-lo. Ele sozinho saiu em disparada de seu esconderijo, que na verdade era um ninho de vespas. De tanto caminhar, a loucura sentiu sede, e ao se aproximar de um lago, descobriu a beleza. A dúvida foi mais fácil ainda, pois a encontrou sentada sobre uma cerca sem decidir de que lado se esconder. E assim foi encontrando a todos. O talento entre a erva fresca; a angústia em uma cova escura; a mentira atrás do arco-íris, (mentira, estava no fundo do oceano); e ate o esquecimento, a quem já havia esquecido que estava brincando de esconde-esconde. Apenas o amor não aparecia em nenhum local. A loucura procurou atrás de cada árvore, em Baixo de cada rocha do planeta, em cima das montanhas. Quando estava a ponto de se dar por vencida, encontrou um roseiral. Pegou uma forquilha e começou a mover os ramos, quando no mesmo instante, se escutou um doloroso grito. Os espinhos tinham ferido o amor nos olhos. A loucura não sabia o que fazer para se desculpar: chorou, rezou, implorou, pediu perdão e até prometeu ser seu guia. A partir de então, desde que pela primeira vez se brincou de esconde-esconde na terra, o amor é cego e a loucura sempre o acompanha.



(https://acessaber.com.br/atividades/interpretacao-de-texto-como-explicar-o-amor-5 o-ou-6o-ano/).

De acordo com o texto, marque a alternativa incorreta.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Ápice Consultoria Órgão: Prefeitura de Boa Vista - PB Provas: Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico do Trabalho | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Farmacêutico | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Enfermeiro do Trabalho | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Fisioterapeuta | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Psicólogo | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Endocrinologista | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Fiscal de Tributos | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Ginecologista | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Neurologista | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Ortopedista | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Biomédico | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Pediatra | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Psiquiatra | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Veterinário | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Clínico Geral | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Nutricionista | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Assistente Social | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Bioquímico | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Enfermeiro | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Engenheiro Agrônomo | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Engenheiro Civil |
Q3749979 Português






TEXTO 2

A consciência de se ter um problema, seja ele qual for, é o primeiro passo para o resolver. E este é um problema que não se resolve com resoluções de Ano Novo. O uso excessivo dos ecrãs, em particular dos smartphones, é uma dependência sem substância, mas não sem consequências. Muitas vezes, o que nos parece ser um comportamento de descontração ou de combate ao tédio, não passa da resposta a um impulso que não controlamos. O acesso constante a um fluxo interminável de informação e de estímulos cria em nós a necessidade de mais informação e de mais estímulos.


Adaptado de David Dinis, “Estamos viciados em telemóveis, mas há cura”. Público, 2023.
Com base na articulação entre a linguagem verbal (Texto 2) e a não verbal (Texto 1), a principal crítica construída pelos textos refere-se:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Ápice Consultoria Órgão: Prefeitura de Boa Vista - PB Provas: Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico do Trabalho | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Farmacêutico | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Enfermeiro do Trabalho | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Fisioterapeuta | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Psicólogo | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Endocrinologista | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Fiscal de Tributos | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Ginecologista | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Neurologista | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Ortopedista | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Biomédico | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Pediatra | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Psiquiatra | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Veterinário | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Clínico Geral | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Nutricionista | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Assistente Social | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Bioquímico | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Enfermeiro | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Engenheiro Agrônomo | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Engenheiro Civil |
Q3749976 Português
Poema tirado de uma notícia de jornal
Manuel Bandeira
João Gostoso era carregador de feira livre e morava no morro da Babilônia num barracão [sem número] Uma noite ele chegou no bar Vinte de Novembro Bebeu Cantou Dançou Depois se atirou na lagoa Rodrigo de Freitas e morreu afogado.
Fonte: BANDEIRA, Manuel. Libertinagem. Rio de Janeiro: Editora Global, 1930.

Ao ler o poema de Manuel Bandeira apresentado, percebe-se, pelo uso dos verbos, a predominância da seguinte tipologia textual: 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Ápice Consultoria Órgão: Prefeitura de Boa Vista - PB Provas: Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico do Trabalho | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Farmacêutico | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Enfermeiro do Trabalho | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Fisioterapeuta | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Psicólogo | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Endocrinologista | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Fiscal de Tributos | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Ginecologista | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Neurologista | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Ortopedista | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Biomédico | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Pediatra | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Psiquiatra | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Veterinário | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Clínico Geral | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Nutricionista | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Assistente Social | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Bioquímico | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Enfermeiro | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Engenheiro Agrônomo | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Engenheiro Civil |
Q3749974 Português
Os Anjos Legião Urbana
Hoje não dá, hoje não dá Não sei mais o que dizer e nem o que pensar Hoje não dá, hoje não dá A maldade humana agora não tem nome, hoje não dá Pegue duas medidas de estupidez Junte trinta e quatro partes de mentira Coloque tudo numa forma untada previamente Com promessas não cumpridas Adicione a seguir o ódio e a inveja As dez colheres cheias de burrice Mexa tudo e misture bem E não se esqueça antes de levar ao forno Temperar com essência de espirito de porco Duas xícaras de diferença E um tablete e meio de preguiça Hoje não dá, hoje não dá Está um dia tão bonito lá fora e eu quero brincar Mas hoje não dá, hoje não dá Vou consertar a minha asa quebrada e descansar Gostaria de não saber Destes crimes atrozes É todo dia agora E o que vamos fazer? Quero voar pra bem longe Mas hoje não dá Não sei o que pensar E nem o que dizer Só nos sobrou do amor A falta que ficou Fonte: https://www.letras.mus.br/legiao-urbana/46964/

Após leitura da letra da música “Os anjos”, de Legião urbana, analise as afirmativas a seguir.

I. A letra em questão retrata o hibridismo de gêneros textuais\discursivos, ao utilizar características estruturais de uma receita culinária em uma de suas estrofes;
II. Os verbos “pegue”, “junte”, “coloque”, “adicione”, “mexa” e “misture” estão conjugados no modo subjuntivo;
III. Nos versos “Só nos sobrou do amor\ A falta que ficou”, o sujeito do verbo sobrar é representado pelo pronome “nos”;
IV. No verso “A falta que ficou”, o termo em destaque é um pronome relativo.


Após análise das afirmativas, conclui-se que estão corretas:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Ápice Consultoria Órgão: Prefeitura de Boa Vista - PB Provas: Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico do Trabalho | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Farmacêutico | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Enfermeiro do Trabalho | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Fisioterapeuta | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Psicólogo | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Endocrinologista | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Fiscal de Tributos | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Ginecologista | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Neurologista | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Ortopedista | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Biomédico | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Pediatra | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Psiquiatra | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Veterinário | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Médico Clínico Geral | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Nutricionista | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Assistente Social | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Bioquímico | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Enfermeiro | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Engenheiro Agrônomo | Ápice Consultoria - 2025 - Prefeitura de Boa Vista - PB - Engenheiro Civil |
Q3749969 Português
Cultura: por que e para quem?

Fernando Silva


    Afinal, você tem cultura? A resposta é simples: sim, você tem!

   O conceito de cultura é bastante amplo e definido com focos distintos, a depender-se da corrente de pensamento ou dos estudiosos que a interpretam. Entretanto, o termo está presente em muitos momentos de nossas vidas, em circunstâncias de aprendizagem escolar, em conversas cotidianas entre amigos e família e até em discussões pela internet. Em certas ocasiões, é comum que se haja conflitos ligados ao uso de frases como “você não tem cultura” ou “isso sim é cultura”. Hoje, no Blog do Espaço, discutiremos sobre por que cultura e, principalmente, para quem?

Alta cultura e baixa cultura?

   Podemos começar por um curto panorama acadêmico. Os Estudos Culturais nasceram por volta dos anos 60, principalmente a partir de reflexões do crítico britânico de literatura Raymond Williams. Este campo foi e é essencial para análise e investigação interdisciplinar que explora as formas de produção de significados e da difusão nas sociedades atuais.

   Dentre os trabalhos produzidos nessa área, notou-se que termos como ‘alta cultura’ e ‘erudição’ surgiram há muito tempo, datados entre os séculos XIII e XIX na Europa, a partir de referência aos clássicos da Grécia e Roma antigas, criados pelas elites dominantes. A cultura popular, e mais tarde a cultura de massa, surgiram então como modos classificativos de oposição ao que se considerava erudito. Traços dessas definições marcaram nossa sociedade. Na atualidade, não é difícil que se encontre indivíduos que acreditam em formas de cultura superiores a outras.

   É comum que se utilize a cultura como sinônimo de sabedoria, educação e refinamento. Neste pensamento, entende-se que títulos universitários, volume de leituras e até a inteligência são aspectos que ditam o quão culturalmente desenvolvido determinado indivíduo é. Aqui, a cultura é uma palavra usada para classificar as pessoas e, por diversas vezes, grupos sociais, servindo assim  como uma arma discriminatória.

   Pense no Brasil, um país rico em território, com cinco regiões tão distintas, com crenças múltiplas, variadas manifestações culinárias e ampla diversidade. É impossível que se aponte culturas superiores em detrimento de outras, afinal, existem diversas formas de manifestação cultural. Se este exemplo se aplica a um país, imagine em todo o mundo.

   “Um carnavalesco e um religioso não podem ser classificados em termos de superior ou inferior”, é o que aponta o antropólogo Roberto Da Matta. As relações são complementares, e isto significa que há tanta cultura no carnaval quanto nas missas e procissões.

   A cultura nos parece uma ótima ferramenta de compreensão das diferenças entre as sociedades e os indivíduos. Como descrito por Da Matta, ela é um mapa, através do qual as pessoas de um dado grupo pensam, classificam, estudam e modificam o mundo e a si mesmas.


Fonte: https://www.ufmg.br/espacodoconhecimento/ cultura-por-que-e-para-quem/ [adaptado]
Após leitura do texto “Cultura: por que e para quem?”, de autoria de Fernando da Silva, compreende-se, em outras palavras, que, segundo o referido autor: 
Alternativas
Q3749947 Português
Referindo-se à significação das palavras, assinale a alternativa onde há sinônimos.
Alternativas
Q3749946 Português
Aludindo-se à significação das palavras, marque a alternativa onde temos antônimos.
Alternativas
Q3749938 Português

Leia o texto para responder à próxima questão.


Fábula: O Lobo e o Cordeiro. (Jean de la Fontaine).



Um cordeiro estava bebendo água num riacho. O terreno era inclinado e por isso havia uma correnteza forte. Quando ele levantou a cabeça, avistou um lobo, também bebendo da água.

- Como é que você tem a coragem de sujar a água que eu bebo? - disse o lobo, que estava alguns dias sem comer e procurava algum animal apetitoso para matar a fome.

- Senhor - respondeu o cordeiro - não precisa ficar com raiva porque eu não estou sujando nada. Bebo aqui, uns vinte passos mais abaixo, é impossível acontecer o que o senhor está falando.

- Você agita a água - continuou o lobo ameaçador - e sei que você andou falando mal de mim no ano passado.

- Não pode - respondeu o cordeiro - no ano passado eu ainda não tinha nascido. O lobo pensou um pouco e disse:

- Se não foi você foi seu irmão, o que dá no mesmo.

- Eu não tenho irmão - disse o cordeiro - sou filho único.

- Alguém que você conhece, algum outro cordeiro, um pastor ou um dos cães que cuidam do rebanho, e é preciso que eu me vingue. Então ali, dentro do riacho, no fundo da floresta, o lobo saltou sobre o cordeiro, agarrou-o com os dentes e o levou para comer num lugar mais sossegado.


MORAL: A razão do mais forte é sempre a melhor. 

De acordo com a leitura do texto, marque a alternativa incorreta. 
Alternativas
Respostas
15121: A
15122: A
15123: C
15124: B
15125: A
15126: B
15127: D
15128: A
15129: E
15130: A
15131: A
15132: C
15133: D
15134: A
15135: A
15136: B
15137: E
15138: A
15139: B
15140: B