A consciência de se ter um problema, seja ele qual
for, é o primeiro passo para o resolver. E este é um
problema que não se resolve com resoluções de Ano
Novo. O uso excessivo dos ecrãs, em particular dos
smartphones, é uma dependência sem substância,
mas não sem consequências. Muitas vezes, o que
nos parece ser um comportamento de descontração
ou de combate ao tédio, não passa da resposta a um
impulso que não controlamos. O acesso constante a
um fluxo interminável de informação e de estímulos
cria em nós a necessidade de mais informação e de
mais estímulos.
Adaptado de David Dinis, “Estamos viciados em
telemóveis, mas há cura”. Público, 2023.
Com base na articulação entre a linguagem
verbal (Texto 2) e a não verbal (Texto 1), a principal
crítica construída pelos textos refere-se: