Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
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Leia o texto a seguir para responder à questão.

(Bill Watterson, O melhor de Calvin, O Estado de S.Paulo. Adaptado)
Texto 2
Ataque e Defesa
Diante da conturbação mundial nos negócios provocada pela agressiva imposição de tarifas definidas nos Estados Unidos, as empresas brasileiras precisam rever suas estratégias.
O mundo assiste, entre atônito e aflito, à sucessão de medidas de pressão comercial que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vem desencadeando. Entre elas, a que alveja as exportações brasileiras com uma sobretaxa de 50%, anunciada em 9 de julho. Ela foi seguida, no dia 15, pela abertura de uma extensa investigação sobre práticas de comércio do Brasil. Até o fechamento desta edição, ainda não havia solução para o derrame proposto para 1 de agosto nem detalhes sobre o andamento das investigações. São ataques com potencial de atingir muitas empresas por aqui e mesmo nos Estados Unidos.
As relações de Brasil e Estados Unidos são bicentenárias em vários campos. Hoje, o vizinho da América do Norte, superado pela China, não é mais nosso principal parceiro no comércio exterior. Mas se mantém como o país que mais fez investimentos aqui e o de maior número de empresas instaladas em território brasileiro. É uma relação sólida, de ganhos mútuos, que certamente não irá se perder, resistindo além da atual turbulência.
Recentemente. cresceu o parque de empresas brasileiras com operações nos Estados Unidos e com papéis na bolsa de Nova York. Esta edição mostra, na reportagem "O rei dos ovos' (pág. 24), o caso da Global Eggs, controladora da Granja Faria, entre outras. Com produção maior lá do que aqui, tornou-se a segunda do setor de ovos no planeta, numa lista em que três das cinco grandes empresas são americanas. Essa posição pode ser uma vantagem para atravessar o momento.
Já a Embraer está sob o efeito adverso de ter o mercado americano como principal comprador e também fornecedor de partes dos aviões. Mas está diversificando as vendas, como as do novo caça supersônico Gripen F-39 e as do cargueiro KC-390 num mundo que gastou 2,7 trilhões de dólares em armamentos no primeiro semestre, como destaca a reportagem "Prontos para a guerra (pág. 48). A hora é de paciência e frieza de decisões, para se proteger dos ataques e avançar nas oportunidades que surgem.
Veja Negócios. 16 ed. julho de 2025.
I. a Global Eggs é apresentada como um caso que pode ser uma vantagem para atravessar o momento de crise, por ter produção maior nos Estados Unidos do que no Brasil e ser a segunda do setor no planeta;
II. a Embraer, apesar de ter o mercado americano como principal cliente e fornecedor, está buscando diversificar as vendas, como as do novo caça supersônico Gripen F-39 e as do cargueiro KC-390;
III. a China é a nação que mais fez investimentos no Brasil, superando os Estados Unidos, o que demonstra a pouca relevância dos Estados Unidos para a economia brasileira.
A partir da análise dos itens acima, assinale a alternativa correta
Texto 2
Ataque e Defesa
Diante da conturbação mundial nos negócios provocada pela agressiva imposição de tarifas definidas nos Estados Unidos, as empresas brasileiras precisam rever suas estratégias.
O mundo assiste, entre atônito e aflito, à sucessão de medidas de pressão comercial que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vem desencadeando. Entre elas, a que alveja as exportações brasileiras com uma sobretaxa de 50%, anunciada em 9 de julho. Ela foi seguida, no dia 15, pela abertura de uma extensa investigação sobre práticas de comércio do Brasil. Até o fechamento desta edição, ainda não havia solução para o derrame proposto para 1 de agosto nem detalhes sobre o andamento das investigações. São ataques com potencial de atingir muitas empresas por aqui e mesmo nos Estados Unidos.
As relações de Brasil e Estados Unidos são bicentenárias em vários campos. Hoje, o vizinho da América do Norte, superado pela China, não é mais nosso principal parceiro no comércio exterior. Mas se mantém como o país que mais fez investimentos aqui e o de maior número de empresas instaladas em território brasileiro. É uma relação sólida, de ganhos mútuos, que certamente não irá se perder, resistindo além da atual turbulência.
Recentemente. cresceu o parque de empresas brasileiras com operações nos Estados Unidos e com papéis na bolsa de Nova York. Esta edição mostra, na reportagem "O rei dos ovos' (pág. 24), o caso da Global Eggs, controladora da Granja Faria, entre outras. Com produção maior lá do que aqui, tornou-se a segunda do setor de ovos no planeta, numa lista em que três das cinco grandes empresas são americanas. Essa posição pode ser uma vantagem para atravessar o momento.
Já a Embraer está sob o efeito adverso de ter o mercado americano como principal comprador e também fornecedor de partes dos aviões. Mas está diversificando as vendas, como as do novo caça supersônico Gripen F-39 e as do cargueiro KC-390 num mundo que gastou 2,7 trilhões de dólares em armamentos no primeiro semestre, como destaca a reportagem "Prontos para a guerra (pág. 48). A hora é de paciência e frieza de decisões, para se proteger dos ataques e avançar nas oportunidades que surgem.
Veja Negócios. 16 ed. julho de 2025.
Texto 2
Ataque e Defesa
Diante da conturbação mundial nos negócios provocada pela agressiva imposição de tarifas definidas nos Estados Unidos, as empresas brasileiras precisam rever suas estratégias.
O mundo assiste, entre atônito e aflito, à sucessão de medidas de pressão comercial que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vem desencadeando. Entre elas, a que alveja as exportações brasileiras com uma sobretaxa de 50%, anunciada em 9 de julho. Ela foi seguida, no dia 15, pela abertura de uma extensa investigação sobre práticas de comércio do Brasil. Até o fechamento desta edição, ainda não havia solução para o derrame proposto para 1 de agosto nem detalhes sobre o andamento das investigações. São ataques com potencial de atingir muitas empresas por aqui e mesmo nos Estados Unidos.
As relações de Brasil e Estados Unidos são bicentenárias em vários campos. Hoje, o vizinho da América do Norte, superado pela China, não é mais nosso principal parceiro no comércio exterior. Mas se mantém como o país que mais fez investimentos aqui e o de maior número de empresas instaladas em território brasileiro. É uma relação sólida, de ganhos mútuos, que certamente não irá se perder, resistindo além da atual turbulência.
Recentemente. cresceu o parque de empresas brasileiras com operações nos Estados Unidos e com papéis na bolsa de Nova York. Esta edição mostra, na reportagem "O rei dos ovos' (pág. 24), o caso da Global Eggs, controladora da Granja Faria, entre outras. Com produção maior lá do que aqui, tornou-se a segunda do setor de ovos no planeta, numa lista em que três das cinco grandes empresas são americanas. Essa posição pode ser uma vantagem para atravessar o momento.
Já a Embraer está sob o efeito adverso de ter o mercado americano como principal comprador e também fornecedor de partes dos aviões. Mas está diversificando as vendas, como as do novo caça supersônico Gripen F-39 e as do cargueiro KC-390 num mundo que gastou 2,7 trilhões de dólares em armamentos no primeiro semestre, como destaca a reportagem "Prontos para a guerra (pág. 48). A hora é de paciência e frieza de decisões, para se proteger dos ataques e avançar nas oportunidades que surgem.
Veja Negócios. 16 ed. julho de 2025.
Assinale a alternativa correta que apresenta a principal ideia desenvolvida como tópico frasal no parágrafo acima.
Texto 2
Ataque e Defesa
Diante da conturbação mundial nos negócios provocada pela agressiva imposição de tarifas definidas nos Estados Unidos, as empresas brasileiras precisam rever suas estratégias.
O mundo assiste, entre atônito e aflito, à sucessão de medidas de pressão comercial que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vem desencadeando. Entre elas, a que alveja as exportações brasileiras com uma sobretaxa de 50%, anunciada em 9 de julho. Ela foi seguida, no dia 15, pela abertura de uma extensa investigação sobre práticas de comércio do Brasil. Até o fechamento desta edição, ainda não havia solução para o derrame proposto para 1 de agosto nem detalhes sobre o andamento das investigações. São ataques com potencial de atingir muitas empresas por aqui e mesmo nos Estados Unidos.
As relações de Brasil e Estados Unidos são bicentenárias em vários campos. Hoje, o vizinho da América do Norte, superado pela China, não é mais nosso principal parceiro no comércio exterior. Mas se mantém como o país que mais fez investimentos aqui e o de maior número de empresas instaladas em território brasileiro. É uma relação sólida, de ganhos mútuos, que certamente não irá se perder, resistindo além da atual turbulência.
Recentemente. cresceu o parque de empresas brasileiras com operações nos Estados Unidos e com papéis na bolsa de Nova York. Esta edição mostra, na reportagem "O rei dos ovos' (pág. 24), o caso da Global Eggs, controladora da Granja Faria, entre outras. Com produção maior lá do que aqui, tornou-se a segunda do setor de ovos no planeta, numa lista em que três das cinco grandes empresas são americanas. Essa posição pode ser uma vantagem para atravessar o momento.
Já a Embraer está sob o efeito adverso de ter o mercado americano como principal comprador e também fornecedor de partes dos aviões. Mas está diversificando as vendas, como as do novo caça supersônico Gripen F-39 e as do cargueiro KC-390 num mundo que gastou 2,7 trilhões de dólares em armamentos no primeiro semestre, como destaca a reportagem "Prontos para a guerra (pág. 48). A hora é de paciência e frieza de decisões, para se proteger dos ataques e avançar nas oportunidades que surgem.
Veja Negócios. 16 ed. julho de 2025.
Texto 2
Ataque e Defesa
Diante da conturbação mundial nos negócios provocada pela agressiva imposição de tarifas definidas nos Estados Unidos, as empresas brasileiras precisam rever suas estratégias.
O mundo assiste, entre atônito e aflito, à sucessão de medidas de pressão comercial que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vem desencadeando. Entre elas, a que alveja as exportações brasileiras com uma sobretaxa de 50%, anunciada em 9 de julho. Ela foi seguida, no dia 15, pela abertura de uma extensa investigação sobre práticas de comércio do Brasil. Até o fechamento desta edição, ainda não havia solução para o derrame proposto para 1 de agosto nem detalhes sobre o andamento das investigações. São ataques com potencial de atingir muitas empresas por aqui e mesmo nos Estados Unidos.
As relações de Brasil e Estados Unidos são bicentenárias em vários campos. Hoje, o vizinho da América do Norte, superado pela China, não é mais nosso principal parceiro no comércio exterior. Mas se mantém como o país que mais fez investimentos aqui e o de maior número de empresas instaladas em território brasileiro. É uma relação sólida, de ganhos mútuos, que certamente não irá se perder, resistindo além da atual turbulência.
Recentemente. cresceu o parque de empresas brasileiras com operações nos Estados Unidos e com papéis na bolsa de Nova York. Esta edição mostra, na reportagem "O rei dos ovos' (pág. 24), o caso da Global Eggs, controladora da Granja Faria, entre outras. Com produção maior lá do que aqui, tornou-se a segunda do setor de ovos no planeta, numa lista em que três das cinco grandes empresas são americanas. Essa posição pode ser uma vantagem para atravessar o momento.
Já a Embraer está sob o efeito adverso de ter o mercado americano como principal comprador e também fornecedor de partes dos aviões. Mas está diversificando as vendas, como as do novo caça supersônico Gripen F-39 e as do cargueiro KC-390 num mundo que gastou 2,7 trilhões de dólares em armamentos no primeiro semestre, como destaca a reportagem "Prontos para a guerra (pág. 48). A hora é de paciência e frieza de decisões, para se proteger dos ataques e avançar nas oportunidades que surgem.
Veja Negócios. 16 ed. julho de 2025.
Considerando o significado da palavra no contexto e a necessidade de adequação e precisão vocabular, assinale a alternativa correta em que a substituição do termo conturbação manteria o sentido e a precisão.
Texto 2
Ataque e Defesa
Diante da conturbação mundial nos negócios provocada pela agressiva imposição de tarifas definidas nos Estados Unidos, as empresas brasileiras precisam rever suas estratégias.
O mundo assiste, entre atônito e aflito, à sucessão de medidas de pressão comercial que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vem desencadeando. Entre elas, a que alveja as exportações brasileiras com uma sobretaxa de 50%, anunciada em 9 de julho. Ela foi seguida, no dia 15, pela abertura de uma extensa investigação sobre práticas de comércio do Brasil. Até o fechamento desta edição, ainda não havia solução para o derrame proposto para 1 de agosto nem detalhes sobre o andamento das investigações. São ataques com potencial de atingir muitas empresas por aqui e mesmo nos Estados Unidos.
As relações de Brasil e Estados Unidos são bicentenárias em vários campos. Hoje, o vizinho da América do Norte, superado pela China, não é mais nosso principal parceiro no comércio exterior. Mas se mantém como o país que mais fez investimentos aqui e o de maior número de empresas instaladas em território brasileiro. É uma relação sólida, de ganhos mútuos, que certamente não irá se perder, resistindo além da atual turbulência.
Recentemente. cresceu o parque de empresas brasileiras com operações nos Estados Unidos e com papéis na bolsa de Nova York. Esta edição mostra, na reportagem "O rei dos ovos' (pág. 24), o caso da Global Eggs, controladora da Granja Faria, entre outras. Com produção maior lá do que aqui, tornou-se a segunda do setor de ovos no planeta, numa lista em que três das cinco grandes empresas são americanas. Essa posição pode ser uma vantagem para atravessar o momento.
Já a Embraer está sob o efeito adverso de ter o mercado americano como principal comprador e também fornecedor de partes dos aviões. Mas está diversificando as vendas, como as do novo caça supersônico Gripen F-39 e as do cargueiro KC-390 num mundo que gastou 2,7 trilhões de dólares em armamentos no primeiro semestre, como destaca a reportagem "Prontos para a guerra (pág. 48). A hora é de paciência e frieza de decisões, para se proteger dos ataques e avançar nas oportunidades que surgem.
Veja Negócios. 16 ed. julho de 2025.
Texto 1
Desenvolvimento Sustentável: o que é e objetivos
Com o passar do tempo, o conceito de sustentabilidade acabou sendo associado de forma limitada pelo grande público a “ações ecológicas” ou “menos poluentes”. A boa notícia é que marcas que se assumem como sustentáveis já são vistas de forma mais positiva pelos consumidores, ainda que não entendam exatamente o que isso queira dizer. A má notícia é que a limitação do conceito no imaginário coletivo interfere negativamente no entendimento do que é “desenvolvimento sustentável”.
É importante termos em mente que a essência da definição de sustentável está em perpetuar o planeta, sendo diretamente associada a palavras como legado, continuidade e equilíbrio. Para haver o desenvolvimento sustentável pleno, é necessário planejamento e, acima de tudo, reconhecer que os recursos naturais são finitos. A permanência do mundo como conhecemos depende de como conseguimos gerenciar nossos impactos no presente e no futuro próximo. Os recursos são finitos e todos somos responsáveis pela conservação dos mesmos. Entretanto, pode ser difícil compreender quais ações estão sendo feitas, na prática, e que possam garantir esta continuidade.
Para esclarecer esse ponto desenvolvemos este artigo com o objetivo de apresentar a definição de desenvolvimento sustentável, que movimentos as empresas estão realizando e o papel do CEBDS (Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável) nesse contexto. Confira!
O que é desenvolvimento sustentável?
O desenvolvimento sustentável é aquele capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem colocar em risco a capacidade de atender as gerações futuras. Por isso, conforme já citado neste artigo, a definição está vinculada aos termos “legado” e “continuidade”. Em resumo, desenvolvimento sustentável também diz respeito à necessidade de repensar hábitos de consumo e produção, focando em qualidade (como produzimos, o que, por que e para quem) em vez de quantidade, com uso de matérias-primas que sejam provenientes de fontes limpas e verdes, além da adoção de mecanismos de mitigação e compensação, e o aumento da reutilização e da reciclagem.
Desenvolver-se de forma sustentável, seja em pequena esfera (no contexto de uma empresa, por exemplo), ou em larga esfera (no contexto de um país), pressupõe possibilitar às pessoas, agora e futuramente, atingir um nível satisfatório de desenvolvimento socioeconômico e cultural fazendo uso razoável dos recursos naturais, de forma a não os esgotar para as próximas gerações.
Para conquistar tais resultados é necessário planejamento, bem como o entendimento de que os recursos são finitos. Por isso, não podemos confundir desenvolvimento sustentável com crescimento econômico, uma vez que este último costuma depender do consumo crescente de energia e recursos naturais. A grande diferença deste pensamento está em promover o equilíbrio entre os objetivos de desenvolvimento econômico, desenvolvimento social e a conservação ambiental.
Que movimentos estão sendo feitos em prol do desenvolvimento sustentável?
A preocupação da comunidade internacional com os limites do desenvolvimento do planeta é uma realidade, e dentro deste contexto existem grandes ações sendo realizadas como o Acordo de Paris e os ODS (Objetivos do Desenvolvimento Sustentável), e também ações do cotidiano de cada um de nós e também das empresas.
Entenda melhor:
Sobre o Acordo de Paris
O Acordo de Paris, firmado na COP 21 (Conferência das Partes, promovida pela ONU), passou a valer a partir de 4 de novembro de 2016, e traz um compromisso e plano de ações a serem desenvolvidas pelos países para combater as mudanças climáticas. Para a entrada em vigor do acordo, que substituiu a partir de 2020, o Protocolo de Kyoto, 55 países que representam 55% das emissões de gases de efeito estufa precisavam ratificá-lo. Isso aconteceu em 4 de novembro de 2016. Até junho de 2017, 195 países assinaram o acordo, e 147 destes, entre eles o Brasil, ratificaram-no.
O que são ODS?
ODS é a sigla para Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, surge em 2015 e faz parte do documento “Transformando Nosso Mundo: A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável” publicado pela ONU. O documento é composto, entre outros itens, por 17 ODS que visam a melhoria da qualidade de vida das pessoas, preservando o ecossistema e garantindo prosperidade econômica.
Principais movimentações das empresas em relação ao desenvolvimento sustentável
Apesar da conscientização de que as mudanças não são opcionais, mas primordiais, ainda existe a necessidade de maior adaptação do setor empresarial. Aderir ao desenvolvimento sustentável vai muito além de ser bom para o planeta: a mudança de atitudes garante a continuidade dos negócios.
Em 2022, 70% dos brasileiros acreditavam que o aquecimento global prejudica a todos, e 90% deles também acreditam que com o passar dos anos aumentará ainda mais os desastres provocados por alterações climáticas. Em pesquisa realizada no Brasil, dos 100 líderes empresariais dos maiores grupos corporativos presentes em diferentes setores, 99% acreditam que a sustentabilidade é importante ou muito importante para os negócios e que as empresas desempenham papel imprescindível para viabilizar a mudança de modelo. A pesquisa reforça a tese de que os grandes desafios econômicos, ambientais e sociais podem e devem ser transformados em oportunidades.
Diversas empresas já estão trabalhando com o modelo de Economia Circular, no entanto, as empresas enfrentam um desafio crescente para expandir e criar valor em meio a um cenário de instabilidade e escassez no fornecimento de recursos, com elevação de custos e incertezas nos negócios.
A chave para gerir este desafio está na Economia Circular, modelo alternativo que dissocia crescimento de utilização de recursos escassos, pois possibilita o desenvolvimento econômico dentro dos limites dos recursos naturais e promove a oportunidade às empresas de inovar.
O conceito consiste em um ciclo de desenvolvimento positivo contínuo que preserva e otimiza o capital natural, a produção de recursos e minimiza riscos sistêmicos, administrando estoques finitos e fluxos renováveis.
De forma mais prática, entre os modelos de negócio da economia circular está a extensão do ciclo de vida de produtos, que visa estender o ciclo de vida útil de mercadorias e seus componentes por meio de reparo, upgrade e revenda. Para elucidar melhor o conceito e os outros modelos de negócio propostos pela economia circular, basta acessar este documento. (...)
Acessível em https://cebds.org/desenvolvimento-sustentavel-o-que-e-e-objetivos/
Texto 1
Desenvolvimento Sustentável: o que é e objetivos
Com o passar do tempo, o conceito de sustentabilidade acabou sendo associado de forma limitada pelo grande público a “ações ecológicas” ou “menos poluentes”. A boa notícia é que marcas que se assumem como sustentáveis já são vistas de forma mais positiva pelos consumidores, ainda que não entendam exatamente o que isso queira dizer. A má notícia é que a limitação do conceito no imaginário coletivo interfere negativamente no entendimento do que é “desenvolvimento sustentável”.
É importante termos em mente que a essência da definição de sustentável está em perpetuar o planeta, sendo diretamente associada a palavras como legado, continuidade e equilíbrio. Para haver o desenvolvimento sustentável pleno, é necessário planejamento e, acima de tudo, reconhecer que os recursos naturais são finitos. A permanência do mundo como conhecemos depende de como conseguimos gerenciar nossos impactos no presente e no futuro próximo. Os recursos são finitos e todos somos responsáveis pela conservação dos mesmos. Entretanto, pode ser difícil compreender quais ações estão sendo feitas, na prática, e que possam garantir esta continuidade.
Para esclarecer esse ponto desenvolvemos este artigo com o objetivo de apresentar a definição de desenvolvimento sustentável, que movimentos as empresas estão realizando e o papel do CEBDS (Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável) nesse contexto. Confira!
O que é desenvolvimento sustentável?
O desenvolvimento sustentável é aquele capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem colocar em risco a capacidade de atender as gerações futuras. Por isso, conforme já citado neste artigo, a definição está vinculada aos termos “legado” e “continuidade”. Em resumo, desenvolvimento sustentável também diz respeito à necessidade de repensar hábitos de consumo e produção, focando em qualidade (como produzimos, o que, por que e para quem) em vez de quantidade, com uso de matérias-primas que sejam provenientes de fontes limpas e verdes, além da adoção de mecanismos de mitigação e compensação, e o aumento da reutilização e da reciclagem.
Desenvolver-se de forma sustentável, seja em pequena esfera (no contexto de uma empresa, por exemplo), ou em larga esfera (no contexto de um país), pressupõe possibilitar às pessoas, agora e futuramente, atingir um nível satisfatório de desenvolvimento socioeconômico e cultural fazendo uso razoável dos recursos naturais, de forma a não os esgotar para as próximas gerações.
Para conquistar tais resultados é necessário planejamento, bem como o entendimento de que os recursos são finitos. Por isso, não podemos confundir desenvolvimento sustentável com crescimento econômico, uma vez que este último costuma depender do consumo crescente de energia e recursos naturais. A grande diferença deste pensamento está em promover o equilíbrio entre os objetivos de desenvolvimento econômico, desenvolvimento social e a conservação ambiental.
Que movimentos estão sendo feitos em prol do desenvolvimento sustentável?
A preocupação da comunidade internacional com os limites do desenvolvimento do planeta é uma realidade, e dentro deste contexto existem grandes ações sendo realizadas como o Acordo de Paris e os ODS (Objetivos do Desenvolvimento Sustentável), e também ações do cotidiano de cada um de nós e também das empresas.
Entenda melhor:
Sobre o Acordo de Paris
O Acordo de Paris, firmado na COP 21 (Conferência das Partes, promovida pela ONU), passou a valer a partir de 4 de novembro de 2016, e traz um compromisso e plano de ações a serem desenvolvidas pelos países para combater as mudanças climáticas. Para a entrada em vigor do acordo, que substituiu a partir de 2020, o Protocolo de Kyoto, 55 países que representam 55% das emissões de gases de efeito estufa precisavam ratificá-lo. Isso aconteceu em 4 de novembro de 2016. Até junho de 2017, 195 países assinaram o acordo, e 147 destes, entre eles o Brasil, ratificaram-no.
O que são ODS?
ODS é a sigla para Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, surge em 2015 e faz parte do documento “Transformando Nosso Mundo: A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável” publicado pela ONU. O documento é composto, entre outros itens, por 17 ODS que visam a melhoria da qualidade de vida das pessoas, preservando o ecossistema e garantindo prosperidade econômica.
Principais movimentações das empresas em relação ao desenvolvimento sustentável
Apesar da conscientização de que as mudanças não são opcionais, mas primordiais, ainda existe a necessidade de maior adaptação do setor empresarial. Aderir ao desenvolvimento sustentável vai muito além de ser bom para o planeta: a mudança de atitudes garante a continuidade dos negócios.
Em 2022, 70% dos brasileiros acreditavam que o aquecimento global prejudica a todos, e 90% deles também acreditam que com o passar dos anos aumentará ainda mais os desastres provocados por alterações climáticas. Em pesquisa realizada no Brasil, dos 100 líderes empresariais dos maiores grupos corporativos presentes em diferentes setores, 99% acreditam que a sustentabilidade é importante ou muito importante para os negócios e que as empresas desempenham papel imprescindível para viabilizar a mudança de modelo. A pesquisa reforça a tese de que os grandes desafios econômicos, ambientais e sociais podem e devem ser transformados em oportunidades.
Diversas empresas já estão trabalhando com o modelo de Economia Circular, no entanto, as empresas enfrentam um desafio crescente para expandir e criar valor em meio a um cenário de instabilidade e escassez no fornecimento de recursos, com elevação de custos e incertezas nos negócios.
A chave para gerir este desafio está na Economia Circular, modelo alternativo que dissocia crescimento de utilização de recursos escassos, pois possibilita o desenvolvimento econômico dentro dos limites dos recursos naturais e promove a oportunidade às empresas de inovar.
O conceito consiste em um ciclo de desenvolvimento positivo contínuo que preserva e otimiza o capital natural, a produção de recursos e minimiza riscos sistêmicos, administrando estoques finitos e fluxos renováveis.
De forma mais prática, entre os modelos de negócio da economia circular está a extensão do ciclo de vida de produtos, que visa estender o ciclo de vida útil de mercadorias e seus componentes por meio de reparo, upgrade e revenda. Para elucidar melhor o conceito e os outros modelos de negócio propostos pela economia circular, basta acessar este documento. (...)
Acessível em https://cebds.org/desenvolvimento-sustentavel-o-que-e-e-objetivos/
TEXTO 3

Fonte: https://blogdoaftm.com.br/charge-inteligencia-artificial-pode-extinguir-diversas-profissoes/. (Adaptado). Acesso em: 25 ago. 2025.
TEXTO 2
Vidas secas, vidas apagadas
Sergio Andrade

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/2025/08/vidas-secas-vidas-apagadas.shtml. (Ad
TEXTO 2
Vidas secas, vidas apagadas
Sergio Andrade

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/2025/08/vidas-secas-vidas-apagadas.shtml. (Ad
TEXTO 2
Vidas secas, vidas apagadas
Sergio Andrade

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/2025/08/vidas-secas-vidas-apagadas.shtml. (Ad






I. “Os “15 minutos de fama” que todos deveriam experimentar uma vez na vida, na visão idílica de Andy Warhol, tornaram-se insuficientes para quem vive neste mundo hiperconectado do século XXI” (linhas 8 a 10).
II. “Observem o paradoxo: justamente ali, nas situações em que a vida parece, aos olhos dos outros, mais vibrante e interessante, é onde ela acaba por ser mais aviltada” (linhas 46 e 47).
III. “O vazio que advém da sanha por vivências que não se convertem em experiência talvez ajude a explicar a violência que constantemente ameaça o laço social” (linhas 51 a 53).
Todas as alternativas apresentam termos que substituem os vocábulos destacados, sem prejuízo de sentido, considerando o contexto em que aparecem, EXCETO: