Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
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Texto 3

Disponível em: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=4810936438951624&id=48835690 1209621&set=a.488361671209144 Acesso em 30 de jun. 2025
Texto 2
Na hora do lobo
Quando um homem consome a madrugada
rabiscando umas folhas de papel
e ele sabe que a vida é tonelada
oscilando na ponta de um cordel;
ele sabe que o fim de toda estrada
não desagua no inferno nem no céu,
e ele pensa na feira, na empregada,
água e luz, condomínio e aluguel;
Quando um homem fatiga a voz cansada
com palavras da Torre de Babel
e ele entende que a coisa mais amada
se transmuda na coisa mais cruel;
Quando a taça em que bebe está quebrada,
tanto vidro a boiar em tanto fel
e no peito uma dor desatinada
essa dor que é tão nítida e fiel;
Quando um homem de boca tão calada
sente a mente girar num carrossel,
ele escreve através da madrugada
com cuidados de abelha que faz mel:
sua vida, talvez, foi destinada
a salvar estas folhas de papel.
Braulio Tavares, O homem artificial
“ele entende que a coisa mais amada se transmuda na coisa mais cruel”, a relação no texto poético entre as expressões destacadas revela uma:
Texto 2
Na hora do lobo
Quando um homem consome a madrugada
rabiscando umas folhas de papel
e ele sabe que a vida é tonelada
oscilando na ponta de um cordel;
ele sabe que o fim de toda estrada
não desagua no inferno nem no céu,
e ele pensa na feira, na empregada,
água e luz, condomínio e aluguel;
Quando um homem fatiga a voz cansada
com palavras da Torre de Babel
e ele entende que a coisa mais amada
se transmuda na coisa mais cruel;
Quando a taça em que bebe está quebrada,
tanto vidro a boiar em tanto fel
e no peito uma dor desatinada
essa dor que é tão nítida e fiel;
Quando um homem de boca tão calada
sente a mente girar num carrossel,
ele escreve através da madrugada
com cuidados de abelha que faz mel:
sua vida, talvez, foi destinada
a salvar estas folhas de papel.
Braulio Tavares, O homem artificial
“Embora existam países e cidades onde a tendência de ter animais de estimação em vez de crianças, e tratá-los como tal, é mais comum, como: Tóquio, no Japão; Milão, na Itália; e Los Angeles e Miami, nos Estados Unidos, estamos falando de um fenômeno global com milhares de adeptos, especialmente entre as gerações mais jovens.” (5º parágrafo)
A relação semântica predominante entre as orações do trecho é de:
A ampliação da educação também fez aumentar o número dos que desejavam seguir estudando na idade adulta, mas não queriam ser monges isolados em conventos. O mundo das ideias não pôde esperar, e as universidades surgiram em nome do saber livre, criativo, sem apego a dogmas ou a métodos.
As universidades são a resposta pós-conventos, ante as novas exigências. Ao longo de mil anos, essa nova instituição sobreviveu ajustando-se às mudanças e exigências do mundo. Mudanças nos métodos de ensino e pesquisa, nos conteúdos da vida intelectual e exigências de novos saberes para entender e mudar o mundo. A universidade evoluiu científica e tecnicamente, departamentalizada, ajustada ao mercado, sempre em movimento, conforme o momento. Mas ela pouco mudou naquelas características básicas surgidas em Bolonha, Paris, Oxford no começo do segundo milênio.
Para o terceiro milênio, ela deverá mudar, não apenas se ajustando, mas se transformando radicalmente, para atender à nova realidade técnica e às novas exigências que o mundo impõe às ideias.
O desafio da universidade para as próximas décadas é maior do que mudar, é evoluir. Maior do que reformar, é inventar. Mais do que se ajustar aos tempos atuais, ela precisa inventar uma instituição nova, tão diferente da atual quanto ela foi dos conventos nos tempos da sua origem.
A ampliação da educação também fez aumentar o número dos que desejavam seguir estudando na idade adulta, mas não queriam ser monges isolados em conventos. O mundo das ideias não pôde esperar, e as universidades surgiram em nome do saber livre, criativo, sem apego a dogmas ou a métodos.
As universidades são a resposta pós-conventos, ante as novas exigências. Ao longo de mil anos, essa nova instituição sobreviveu ajustando-se às mudanças e exigências do mundo. Mudanças nos métodos de ensino e pesquisa, nos conteúdos da vida intelectual e exigências de novos saberes para entender e mudar o mundo. A universidade evoluiu científica e tecnicamente, departamentalizada, ajustada ao mercado, sempre em movimento, conforme o momento. Mas ela pouco mudou naquelas características básicas surgidas em Bolonha, Paris, Oxford no começo do segundo milênio.
Para o terceiro milênio, ela deverá mudar, não apenas se ajustando, mas se transformando radicalmente, para atender à nova realidade técnica e às novas exigências que o mundo impõe às ideias.
O desafio da universidade para as próximas décadas é maior do que mudar, é evoluir. Maior do que reformar, é inventar. Mais do que se ajustar aos tempos atuais, ela precisa inventar uma instituição nova, tão diferente da atual quanto ela foi dos conventos nos tempos da sua origem.
Mil anos atrás, a universidade substituiu o convento no
papel de gerador do saber de nível superior. Em um tempo em
que a educação básica era restrita a poucas pessoas, os conventos
serviam para formar adultos interessados em aprofundar o
conhecimento em torno dos temas e dogmas da Igreja.
A ampliação da educação também fez aumentar o número
dos que desejavam seguir estudando na idade adulta, mas não
queriam ser monges isolados em conventos. O mundo das ideias
não pôde esperar, e as universidades surgiram em nome do saber
livre, criativo, sem apego a dogmas ou a métodos.
As universidades são a resposta pós-conventos, ante as
novas exigências. Ao longo de mil anos, essa nova instituição
sobreviveu ajustando-se às mudanças e exigências do mundo.
Mudanças nos métodos de ensino e pesquisa, nos conteúdos da
vida intelectual e exigências de novos saberes para entender e
mudar o mundo. A universidade evoluiu científica e
tecnicamente, departamentalizada, ajustada ao mercado, sempre
em movimento, conforme o momento. Mas ela pouco mudou
naquelas características básicas surgidas em Bolonha, Paris,
Oxford no começo do segundo milênio.
Para o terceiro milênio, ela deverá mudar, não apenas se
ajustando, mas se transformando radicalmente, para atender à nova
realidade técnica e às novas exigências que o mundo impõe às ideias.
O desafio da universidade para as próximas décadas é
maior do que mudar, é evoluir. Maior do que reformar, é
inventar. Mais do que se ajustar aos tempos atuais, ela precisa
inventar uma instituição nova, tão diferente da atual quanto ela
foi dos conventos nos tempos da sua origem.
Em relação ao texto CB3A1 e às ideias nele apresentadas, julgue os itens a seguir.
Mil anos atrás, a universidade substituiu o convento no
papel de gerador do saber de nível superior. Em um tempo em
que a educação básica era restrita a poucas pessoas, os conventos
serviam para formar adultos interessados em aprofundar o
conhecimento em torno dos temas e dogmas da Igreja.
A ampliação da educação também fez aumentar o número
dos que desejavam seguir estudando na idade adulta, mas não
queriam ser monges isolados em conventos. O mundo das ideias
não pôde esperar, e as universidades surgiram em nome do saber
livre, criativo, sem apego a dogmas ou a métodos.
As universidades são a resposta pós-conventos, ante as
novas exigências. Ao longo de mil anos, essa nova instituição
sobreviveu ajustando-se às mudanças e exigências do mundo.
Mudanças nos métodos de ensino e pesquisa, nos conteúdos da
vida intelectual e exigências de novos saberes para entender e
mudar o mundo. A universidade evoluiu científica e
tecnicamente, departamentalizada, ajustada ao mercado, sempre
em movimento, conforme o momento. Mas ela pouco mudou
naquelas características básicas surgidas em Bolonha, Paris,
Oxford no começo do segundo milênio.
Para o terceiro milênio, ela deverá mudar, não apenas se
ajustando, mas se transformando radicalmente, para atender à nova
realidade técnica e às novas exigências que o mundo impõe às ideias.
O desafio da universidade para as próximas décadas é
maior do que mudar, é evoluir. Maior do que reformar, é
inventar. Mais do que se ajustar aos tempos atuais, ela precisa
inventar uma instituição nova, tão diferente da atual quanto ela
foi dos conventos nos tempos da sua origem.
Em relação ao texto CB3A1 e às ideias nele apresentadas, julgue os itens a seguir.
Mil anos atrás, a universidade substituiu o convento no
papel de gerador do saber de nível superior. Em um tempo em
que a educação básica era restrita a poucas pessoas, os conventos
serviam para formar adultos interessados em aprofundar o
conhecimento em torno dos temas e dogmas da Igreja.
A ampliação da educação também fez aumentar o número
dos que desejavam seguir estudando na idade adulta, mas não
queriam ser monges isolados em conventos. O mundo das ideias
não pôde esperar, e as universidades surgiram em nome do saber
livre, criativo, sem apego a dogmas ou a métodos.
As universidades são a resposta pós-conventos, ante as
novas exigências. Ao longo de mil anos, essa nova instituição
sobreviveu ajustando-se às mudanças e exigências do mundo.
Mudanças nos métodos de ensino e pesquisa, nos conteúdos da
vida intelectual e exigências de novos saberes para entender e
mudar o mundo. A universidade evoluiu científica e
tecnicamente, departamentalizada, ajustada ao mercado, sempre
em movimento, conforme o momento. Mas ela pouco mudou
naquelas características básicas surgidas em Bolonha, Paris,
Oxford no começo do segundo milênio.
Para o terceiro milênio, ela deverá mudar, não apenas se
ajustando, mas se transformando radicalmente, para atender à nova
realidade técnica e às novas exigências que o mundo impõe às ideias.
O desafio da universidade para as próximas décadas é
maior do que mudar, é evoluir. Maior do que reformar, é
inventar. Mais do que se ajustar aos tempos atuais, ela precisa
inventar uma instituição nova, tão diferente da atual quanto ela
foi dos conventos nos tempos da sua origem.
Em relação ao texto CB3A1 e às ideias nele apresentadas, julgue os itens a seguir.
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto seguinte.
O individualismo e as instituições
Quando as instituições são frágeis e não funcionam, podem prevalecer as amarras da prepotência e do oportunismo violento. Na falta de normas legais que funcionem, na falta de uma representação atuante e legitima do Estado na vida social, a condição da "terra sem lei" tende à barbárie.
Exemplo disso forneceu o cinema norte-americano quando, em meados do século passado, Inundou o mundo e a Imaginação popular com filmes do gênero "westem", supostos documentários da conquista do oeste. Uma situação padrão era representada nesses filmes: na pequena e remota cidade recém-formada, o poder local era manipulado por malfeitores poderosos, que submetiam aos seus Interesses o xerife e a o Juiz. A "lei" servia assim de fachada para o Império da autocracia e do crime, e a Impunidade ameaçava ser eterna.
Mas eis que chegava o "mocinho": um homem vindo não se sabe de onde, solitário, lacônico, hábil no manejo das armas, intrépido, capaz de enfrentar e derrotar sozinho os poderosos locais - o que fazia com bravura e frieza, até deixar a cidade pacificada e sumir para sempre no horizonte, sob o olhar dos cidadãos agradecidos.
A "mensagem" desses filmes? Haveria, dentro de indivíduos especiais, um impulso natural para a Justiça e a virtude, capaz de mudar a ordem das coisas. As virtudes inatas dessa liderança singular refundariam as instituições suprimidas. A figura de um herói solitário estaria na base da legitimação da ordem pública, quando esta fosse comprometida. Não deixa de ser uma forma de atribuir a uma liderança pessoal a missão de promover as instituições que tenham por escopo o bem público. Dito de outro modo: a moralidade desejável das instituições sociais já estaria presente, em gérmen, no indivíduo essencialmente virtuoso, capaz de reconduzir uma comunidade a um patamar da civilização.
(Bruno Rosa de Alcântara, a editar)
O sentido básico, a coesão e a coerência da frase acima estão preservados nesta outra redação:
I. Na frase “O setor de serviços registrou elevação de 6%”, a palavra “elevação” não poderia ser substituída por “crescimento”, pois tal alteração modificaria o sentido original do texto.
II. Na expressão “variação significativamente superior”, a palavra significativamente” poderia ser substituída por “consideravelmente” sem prejuízo do sentido.
Das assertivas, pode-se afirmar que: