Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
Foram encontradas 140.316 questões
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como é viver nas cidades com tecnologia mais avançada do mundo
A inteligência artificial (IA), os carros autônomos e as fontes de energia verde deixam de ser exceções para se tornarem o padrão em escala global. A inovação avança em ritmo sem precedentes, e novas invenções, registradas em patentes, surgem continuamente em países e cidades de todos os continentes. Ainda assim, alguns centros urbanos se destacam por promoverem um progresso mais intenso e integrado.
O Índice de Inovação Global 2025 (GII, na sigla em inglês), publicado anualmente pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), identifica os principais polos e países inovadores com base em critérios como investimento, desenvolvimento tecnológico, adoção de inovações e impacto socioeconômico. Segundo o relatório, os cem maiores polos de inovação do planeta — que vão de São Francisco, nos Estados Unidos, até Shenzhen, na China — respondem juntos por mais de 70% do capital de risco e das patentes mundiais.
Para compreender como a tecnologia influencia a vida cotidiana, a BBC conversou com moradores dos cinco principais polos de inovação do mundo, explorando de que forma esses ambientes transformam o cotidiano de quem vive neles e oferecem aos visitantes experiências futurísticas antes mesmo que elas cheguem a outras regiões.
O polo formado por Shenzhen, Hong Kong e Guangzhou, no sul da China, ocupa o primeiro lugar no ranking. Em 2025, a China aparece pela primeira vez entre os dez primeiros países mais inovadores, resultado do aumento de patentes, do avanço científico e do investimento em capital de risco. Nessa região, a inovação é parte inseparável da vida diária.
O britânico Jamie River, residente em Hong Kong há três anos, relata que é possível visitar mercados de rua e encontrar vendedores aceitando pagamentos via QR code ao lado de placas com preços escritos à mão. Pequenos lojistas usam vários aplicativos para gerenciar pedidos de entrega. "A combinação do novo com o antigo cria uma energia peculiar. Ninguém tem medo de testar coisas novas", comenta.
O cartão Octopus, lançado em 1997 para o transporte público, transformou-se em ferramenta de pagamento para compras cotidianas, de máquinas automáticas a parquímetros. River recomenda aos visitantes o passeio de barca Star Ferry à noite, quando ocorre o espetáculo Sinfonia das Luzes, que sincroniza música, lasers e telas de LED em quarenta e três edifícios. Outro ponto de visita é a antiga delegacia PMQ, hoje ocupada por escritórios, lojas e cafés, onde convivem ateliês de caligrafia tradicional e oficinas de impressão 3D.
Sede de gigantes como Huawei e Tencent, Shenzhen evoluiu de uma vila de pescadores para um centro global de tecnologia. A cidade foi escolhida em 1980 como a primeira Zona Econômica Especial da China, recebendo incentivos para impulsionar a inovação. Desde 2008, quando foi nomeada Cidade Criativa da Unesco, passou a abrigar espaços como o Laboratório Aberto de Inovação e o OCT Loft, que oferecem infraestrutura tecnológica acessível.
O morador Leon Huang destaca que esses locais reúnem estudantes, profissionais e entusiastas em um ambiente colaborativo e inclusivo. Entre as atrações, estão os espetáculos de drones na Baía do Parque de Talentos, que chegaram a reunir doze mil aparelhos, estabelecendo recorde mundial.
Em segundo lugar está o polo Tóquio−Yokohama, no Japão, responsável por mais de 10% das patentes internacionais. Para a moradora Dana Yao, o avanço tecnológico japonês é discreto, prático e profundamente humano. Sensores de IA em lojas de conveniência, cartões integrados de transporte e máquinas automáticas são parte do cotidiano.
Entre as experiências recomendadas estão o Henn Na Hotel, em que o check-in é automatizado e o serviço é realizado por robôs, o trem autônomo da linha Yurikamome, com vista panorâmica da baía, e o museu interativo teamLab Planets, que oferece salas imersivas de luz e cor que reagem ao movimento dos visitantes.
Em terceiro lugar, o polo San José−São Francisco, nos Estados Unidos, conhecido como Vale do Silício, concentra a maior quantidade de capital de risco do planeta, gerando 7% de todos os negócios globais e atraindo empreendedores de diversas áreas.
O empresário Ritesh Patel, fundador da Ticket Fairy, afirma que a cidade vive um renascimento tecnológico impulsionado pela inteligência artificial. "Você conversa em um jantar sobre o desafio da sua start-up, e alguém já conhece a pessoa certa para ajudar", diz. Para ele, é possível testar tecnologias que o resto do mundo só conhecerá meses depois — como os carros autônomos Waymo, amplamente usados na região.
A quarta posição pertence a Pequim, que lidera em número de publicações científicas e se destaca por combinar alta tecnologia e tradição. A futurista Elle Farrell-Kingsley descreve a cidade como um ambiente em que inovação, cultura e qualidade de vida coexistem. Aplicativos como Alipay e WeChat concentram pagamentos, tradução e entrega de alimentos. Ela cita o robotáxi Apollo, da Baidu, como símbolo dessa modernidade: "É um carro sem volante e completamente seguro."
Em quinto lugar, Seul, na Coreia do Sul, responde por 5,4% dos pedidos de patentes globais e é líder asiática em investimentos de capital de risco. O morador Chris Oberman afirma que a busca pela inovação vem da escassez de recursos naturais: "Há um impulso coletivo para crescer e não ficar para trás."
Na capital sul-coreana, portas digitais, pagamentos sem dinheiro e lojas automatizadas abertas 24 horas fazem parte da rotina. O rio Cheongyecheon, no centro, é exemplo do planejamento sustentável: mistura natureza, transporte autônomo e design urbano inteligente.
Entre as cidades latino-americanas, São Paulo aparece em quadragésimo nono lugar, e Cidade do México, pela primeira vez no ranking, em septuagésimo nono. Ambas representam o esforço da região em acompanhar o avanço tecnológico global, reforçando a presença latino-americana entre os cem principais polos de inovação do mundo, segundo o relatório da OMPI.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx2prv3pm8no.adaptado.
O texto apresenta uma análise comparativa entre diferentes polos de inovação no mundo, mostrando como fatores históricos, econômicos e culturais influenciam o modo como cada cidade se desenvolve tecnologicamente. Embora o avanço da inteligência artificial, da automação e da energia limpa seja global, a distribuição desses benefícios não ocorre de forma uniforme.
De acordo com o texto, é CORRETO afirmar que:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como é viver nas cidades com tecnologia mais avançada do mundo
A inteligência artificial (IA), os carros autônomos e as fontes de energia verde deixam de ser exceções para se tornarem o padrão em escala global. A inovação avança em ritmo sem precedentes, e novas invenções, registradas em patentes, surgem continuamente em países e cidades de todos os continentes. Ainda assim, alguns centros urbanos se destacam por promoverem um progresso mais intenso e integrado.
O Índice de Inovação Global 2025 (GII, na sigla em inglês), publicado anualmente pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), identifica os principais polos e países inovadores com base em critérios como investimento, desenvolvimento tecnológico, adoção de inovações e impacto socioeconômico. Segundo o relatório, os cem maiores polos de inovação do planeta — que vão de São Francisco, nos Estados Unidos, até Shenzhen, na China — respondem juntos por mais de 70% do capital de risco e das patentes mundiais.
Para compreender como a tecnologia influencia a vida cotidiana, a BBC conversou com moradores dos cinco principais polos de inovação do mundo, explorando de que forma esses ambientes transformam o cotidiano de quem vive neles e oferecem aos visitantes experiências futurísticas antes mesmo que elas cheguem a outras regiões.
O polo formado por Shenzhen, Hong Kong e Guangzhou, no sul da China, ocupa o primeiro lugar no ranking. Em 2025, a China aparece pela primeira vez entre os dez primeiros países mais inovadores, resultado do aumento de patentes, do avanço científico e do investimento em capital de risco. Nessa região, a inovação é parte inseparável da vida diária.
O britânico Jamie River, residente em Hong Kong há três anos, relata que é possível visitar mercados de rua e encontrar vendedores aceitando pagamentos via QR code ao lado de placas com preços escritos à mão. Pequenos lojistas usam vários aplicativos para gerenciar pedidos de entrega. "A combinação do novo com o antigo cria uma energia peculiar. Ninguém tem medo de testar coisas novas", comenta.
O cartão Octopus, lançado em 1997 para o transporte público, transformou-se em ferramenta de pagamento para compras cotidianas, de máquinas automáticas a parquímetros. River recomenda aos visitantes o passeio de barca Star Ferry à noite, quando ocorre o espetáculo Sinfonia das Luzes, que sincroniza música, lasers e telas de LED em quarenta e três edifícios. Outro ponto de visita é a antiga delegacia PMQ, hoje ocupada por escritórios, lojas e cafés, onde convivem ateliês de caligrafia tradicional e oficinas de impressão 3D.
Sede de gigantes como Huawei e Tencent, Shenzhen evoluiu de uma vila de pescadores para um centro global de tecnologia. A cidade foi escolhida em 1980 como a primeira Zona Econômica Especial da China, recebendo incentivos para impulsionar a inovação. Desde 2008, quando foi nomeada Cidade Criativa da Unesco, passou a abrigar espaços como o Laboratório Aberto de Inovação e o OCT Loft, que oferecem infraestrutura tecnológica acessível.
O morador Leon Huang destaca que esses locais reúnem estudantes, profissionais e entusiastas em um ambiente colaborativo e inclusivo. Entre as atrações, estão os espetáculos de drones na Baía do Parque de Talentos, que chegaram a reunir doze mil aparelhos, estabelecendo recorde mundial.
Em segundo lugar está o polo Tóquio−Yokohama, no Japão, responsável por mais de 10% das patentes internacionais. Para a moradora Dana Yao, o avanço tecnológico japonês é discreto, prático e profundamente humano. Sensores de IA em lojas de conveniência, cartões integrados de transporte e máquinas automáticas são parte do cotidiano.
Entre as experiências recomendadas estão o Henn Na Hotel, em que o check-in é automatizado e o serviço é realizado por robôs, o trem autônomo da linha Yurikamome, com vista panorâmica da baía, e o museu interativo teamLab Planets, que oferece salas imersivas de luz e cor que reagem ao movimento dos visitantes.
Em terceiro lugar, o polo San José−São Francisco, nos Estados Unidos, conhecido como Vale do Silício, concentra a maior quantidade de capital de risco do planeta, gerando 7% de todos os negócios globais e atraindo empreendedores de diversas áreas.
O empresário Ritesh Patel, fundador da Ticket Fairy, afirma que a cidade vive um renascimento tecnológico impulsionado pela inteligência artificial. "Você conversa em um jantar sobre o desafio da sua start-up, e alguém já conhece a pessoa certa para ajudar", diz. Para ele, é possível testar tecnologias que o resto do mundo só conhecerá meses depois — como os carros autônomos Waymo, amplamente usados na região.
A quarta posição pertence a Pequim, que lidera em número de publicações científicas e se destaca por combinar alta tecnologia e tradição. A futurista Elle Farrell-Kingsley descreve a cidade como um ambiente em que inovação, cultura e qualidade de vida coexistem. Aplicativos como Alipay e WeChat concentram pagamentos, tradução e entrega de alimentos. Ela cita o robotáxi Apollo, da Baidu, como símbolo dessa modernidade: "É um carro sem volante e completamente seguro."
Em quinto lugar, Seul, na Coreia do Sul, responde por 5,4% dos pedidos de patentes globais e é líder asiática em investimentos de capital de risco. O morador Chris Oberman afirma que a busca pela inovação vem da escassez de recursos naturais: "Há um impulso coletivo para crescer e não ficar para trás."
Na capital sul-coreana, portas digitais, pagamentos sem dinheiro e lojas automatizadas abertas 24 horas fazem parte da rotina. O rio Cheongyecheon, no centro, é exemplo do planejamento sustentável: mistura natureza, transporte autônomo e design urbano inteligente.
Entre as cidades latino-americanas, São Paulo aparece em quadragésimo nono lugar, e Cidade do México, pela primeira vez no ranking, em septuagésimo nono. Ambas representam o esforço da região em acompanhar o avanço tecnológico global, reforçando a presença latino-americana entre os cem principais polos de inovação do mundo, segundo o relatório da OMPI.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx2prv3pm8no.adaptado.
O texto analisa como a inovação tecnológica deixou de ser um fenômeno isolado para se tornar um elemento estruturante das relações econômicas e sociais contemporâneas. Ao citar exemplos de cidades como Shenzhen, Tóquio, São Francisco e Seul, o autor revela que a tecnologia atua não apenas como motor econômico, mas também como mecanismo de reorganização das dinâmicas urbanas e da interação entre cidadãos e governos.
De acordo com o texto, é CORRETO afirmar que:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como é viver nas cidades com tecnologia mais avançada do mundo
A inteligência artificial (IA), os carros autônomos e as fontes de energia verde deixam de ser exceções para se tornarem o padrão em escala global. A inovação avança em ritmo sem precedentes, e novas invenções, registradas em patentes, surgem continuamente em países e cidades de todos os continentes. Ainda assim, alguns centros urbanos se destacam por promoverem um progresso mais intenso e integrado.
O Índice de Inovação Global 2025 (GII, na sigla em inglês), publicado anualmente pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), identifica os principais polos e países inovadores com base em critérios como investimento, desenvolvimento tecnológico, adoção de inovações e impacto socioeconômico. Segundo o relatório, os cem maiores polos de inovação do planeta — que vão de São Francisco, nos Estados Unidos, até Shenzhen, na China — respondem juntos por mais de 70% do capital de risco e das patentes mundiais.
Para compreender como a tecnologia influencia a vida cotidiana, a BBC conversou com moradores dos cinco principais polos de inovação do mundo, explorando de que forma esses ambientes transformam o cotidiano de quem vive neles e oferecem aos visitantes experiências futurísticas antes mesmo que elas cheguem a outras regiões.
O polo formado por Shenzhen, Hong Kong e Guangzhou, no sul da China, ocupa o primeiro lugar no ranking. Em 2025, a China aparece pela primeira vez entre os dez primeiros países mais inovadores, resultado do aumento de patentes, do avanço científico e do investimento em capital de risco. Nessa região, a inovação é parte inseparável da vida diária.
O britânico Jamie River, residente em Hong Kong há três anos, relata que é possível visitar mercados de rua e encontrar vendedores aceitando pagamentos via QR code ao lado de placas com preços escritos à mão. Pequenos lojistas usam vários aplicativos para gerenciar pedidos de entrega. "A combinação do novo com o antigo cria uma energia peculiar. Ninguém tem medo de testar coisas novas", comenta.
O cartão Octopus, lançado em 1997 para o transporte público, transformou-se em ferramenta de pagamento para compras cotidianas, de máquinas automáticas a parquímetros. River recomenda aos visitantes o passeio de barca Star Ferry à noite, quando ocorre o espetáculo Sinfonia das Luzes, que sincroniza música, lasers e telas de LED em quarenta e três edifícios. Outro ponto de visita é a antiga delegacia PMQ, hoje ocupada por escritórios, lojas e cafés, onde convivem ateliês de caligrafia tradicional e oficinas de impressão 3D.
Sede de gigantes como Huawei e Tencent, Shenzhen evoluiu de uma vila de pescadores para um centro global de tecnologia. A cidade foi escolhida em 1980 como a primeira Zona Econômica Especial da China, recebendo incentivos para impulsionar a inovação. Desde 2008, quando foi nomeada Cidade Criativa da Unesco, passou a abrigar espaços como o Laboratório Aberto de Inovação e o OCT Loft, que oferecem infraestrutura tecnológica acessível.
O morador Leon Huang destaca que esses locais reúnem estudantes, profissionais e entusiastas em um ambiente colaborativo e inclusivo. Entre as atrações, estão os espetáculos de drones na Baía do Parque de Talentos, que chegaram a reunir doze mil aparelhos, estabelecendo recorde mundial.
Em segundo lugar está o polo Tóquio−Yokohama, no Japão, responsável por mais de 10% das patentes internacionais. Para a moradora Dana Yao, o avanço tecnológico japonês é discreto, prático e profundamente humano. Sensores de IA em lojas de conveniência, cartões integrados de transporte e máquinas automáticas são parte do cotidiano.
Entre as experiências recomendadas estão o Henn Na Hotel, em que o check-in é automatizado e o serviço é realizado por robôs, o trem autônomo da linha Yurikamome, com vista panorâmica da baía, e o museu interativo teamLab Planets, que oferece salas imersivas de luz e cor que reagem ao movimento dos visitantes.
Em terceiro lugar, o polo San José−São Francisco, nos Estados Unidos, conhecido como Vale do Silício, concentra a maior quantidade de capital de risco do planeta, gerando 7% de todos os negócios globais e atraindo empreendedores de diversas áreas.
O empresário Ritesh Patel, fundador da Ticket Fairy, afirma que a cidade vive um renascimento tecnológico impulsionado pela inteligência artificial. "Você conversa em um jantar sobre o desafio da sua start-up, e alguém já conhece a pessoa certa para ajudar", diz. Para ele, é possível testar tecnologias que o resto do mundo só conhecerá meses depois — como os carros autônomos Waymo, amplamente usados na região.
A quarta posição pertence a Pequim, que lidera em número de publicações científicas e se destaca por combinar alta tecnologia e tradição. A futurista Elle Farrell-Kingsley descreve a cidade como um ambiente em que inovação, cultura e qualidade de vida coexistem. Aplicativos como Alipay e WeChat concentram pagamentos, tradução e entrega de alimentos. Ela cita o robotáxi Apollo, da Baidu, como símbolo dessa modernidade: "É um carro sem volante e completamente seguro."
Em quinto lugar, Seul, na Coreia do Sul, responde por 5,4% dos pedidos de patentes globais e é líder asiática em investimentos de capital de risco. O morador Chris Oberman afirma que a busca pela inovação vem da escassez de recursos naturais: "Há um impulso coletivo para crescer e não ficar para trás."
Na capital sul-coreana, portas digitais, pagamentos sem dinheiro e lojas automatizadas abertas 24 horas fazem parte da rotina. O rio Cheongyecheon, no centro, é exemplo do planejamento sustentável: mistura natureza, transporte autônomo e design urbano inteligente.
Entre as cidades latino-americanas, São Paulo aparece em quadragésimo nono lugar, e Cidade do México, pela primeira vez no ranking, em septuagésimo nono. Ambas representam o esforço da região em acompanhar o avanço tecnológico global, reforçando a presença latino-americana entre os cem principais polos de inovação do mundo, segundo o relatório da OMPI.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx2prv3pm8no.adaptado.
O texto evidencia que o avanço tecnológico nas cidades mais inovadoras do mundo não é apenas um fenômeno técnico, mas também uma experiência vivida pelos cidadãos. As descrições de moradores como Jamie River, Dana Yao e Ritesh Patel revelam que o contato direto com a tecnologia redefine a forma de perceber o espaço urbano, o trabalho e as relações sociais, aproximando o cotidiano daquilo que antes era considerado futurista.
De acordo com o texto, é CORRETO afirmar que:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como é viver nas cidades com tecnologia mais avançada do mundo
A inteligência artificial (IA), os carros autônomos e as fontes de energia verde deixam de ser exceções para se tornarem o padrão em escala global. A inovação avança em ritmo sem precedentes, e novas invenções, registradas em patentes, surgem continuamente em países e cidades de todos os continentes. Ainda assim, alguns centros urbanos se destacam por promoverem um progresso mais intenso e integrado.
O Índice de Inovação Global 2025 (GII, na sigla em inglês), publicado anualmente pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), identifica os principais polos e países inovadores com base em critérios como investimento, desenvolvimento tecnológico, adoção de inovações e impacto socioeconômico. Segundo o relatório, os cem maiores polos de inovação do planeta — que vão de São Francisco, nos Estados Unidos, até Shenzhen, na China — respondem juntos por mais de 70% do capital de risco e das patentes mundiais.
Para compreender como a tecnologia influencia a vida cotidiana, a BBC conversou com moradores dos cinco principais polos de inovação do mundo, explorando de que forma esses ambientes transformam o cotidiano de quem vive neles e oferecem aos visitantes experiências futurísticas antes mesmo que elas cheguem a outras regiões.
O polo formado por Shenzhen, Hong Kong e Guangzhou, no sul da China, ocupa o primeiro lugar no ranking. Em 2025, a China aparece pela primeira vez entre os dez primeiros países mais inovadores, resultado do aumento de patentes, do avanço científico e do investimento em capital de risco. Nessa região, a inovação é parte inseparável da vida diária.
O britânico Jamie River, residente em Hong Kong há três anos, relata que é possível visitar mercados de rua e encontrar vendedores aceitando pagamentos via QR code ao lado de placas com preços escritos à mão. Pequenos lojistas usam vários aplicativos para gerenciar pedidos de entrega. "A combinação do novo com o antigo cria uma energia peculiar. Ninguém tem medo de testar coisas novas", comenta.
O cartão Octopus, lançado em 1997 para o transporte público, transformou-se em ferramenta de pagamento para compras cotidianas, de máquinas automáticas a parquímetros. River recomenda aos visitantes o passeio de barca Star Ferry à noite, quando ocorre o espetáculo Sinfonia das Luzes, que sincroniza música, lasers e telas de LED em quarenta e três edifícios. Outro ponto de visita é a antiga delegacia PMQ, hoje ocupada por escritórios, lojas e cafés, onde convivem ateliês de caligrafia tradicional e oficinas de impressão 3D.
Sede de gigantes como Huawei e Tencent, Shenzhen evoluiu de uma vila de pescadores para um centro global de tecnologia. A cidade foi escolhida em 1980 como a primeira Zona Econômica Especial da China, recebendo incentivos para impulsionar a inovação. Desde 2008, quando foi nomeada Cidade Criativa da Unesco, passou a abrigar espaços como o Laboratório Aberto de Inovação e o OCT Loft, que oferecem infraestrutura tecnológica acessível.
O morador Leon Huang destaca que esses locais reúnem estudantes, profissionais e entusiastas em um ambiente colaborativo e inclusivo. Entre as atrações, estão os espetáculos de drones na Baía do Parque de Talentos, que chegaram a reunir doze mil aparelhos, estabelecendo recorde mundial.
Em segundo lugar está o polo Tóquio−Yokohama, no Japão, responsável por mais de 10% das patentes internacionais. Para a moradora Dana Yao, o avanço tecnológico japonês é discreto, prático e profundamente humano. Sensores de IA em lojas de conveniência, cartões integrados de transporte e máquinas automáticas são parte do cotidiano.
Entre as experiências recomendadas estão o Henn Na Hotel, em que o check-in é automatizado e o serviço é realizado por robôs, o trem autônomo da linha Yurikamome, com vista panorâmica da baía, e o museu interativo teamLab Planets, que oferece salas imersivas de luz e cor que reagem ao movimento dos visitantes.
Em terceiro lugar, o polo San José−São Francisco, nos Estados Unidos, conhecido como Vale do Silício, concentra a maior quantidade de capital de risco do planeta, gerando 7% de todos os negócios globais e atraindo empreendedores de diversas áreas.
O empresário Ritesh Patel, fundador da Ticket Fairy, afirma que a cidade vive um renascimento tecnológico impulsionado pela inteligência artificial. "Você conversa em um jantar sobre o desafio da sua start-up, e alguém já conhece a pessoa certa para ajudar", diz. Para ele, é possível testar tecnologias que o resto do mundo só conhecerá meses depois — como os carros autônomos Waymo, amplamente usados na região.
A quarta posição pertence a Pequim, que lidera em número de publicações científicas e se destaca por combinar alta tecnologia e tradição. A futurista Elle Farrell-Kingsley descreve a cidade como um ambiente em que inovação, cultura e qualidade de vida coexistem. Aplicativos como Alipay e WeChat concentram pagamentos, tradução e entrega de alimentos. Ela cita o robotáxi Apollo, da Baidu, como símbolo dessa modernidade: "É um carro sem volante e completamente seguro."
Em quinto lugar, Seul, na Coreia do Sul, responde por 5,4% dos pedidos de patentes globais e é líder asiática em investimentos de capital de risco. O morador Chris Oberman afirma que a busca pela inovação vem da escassez de recursos naturais: "Há um impulso coletivo para crescer e não ficar para trás."
Na capital sul-coreana, portas digitais, pagamentos sem dinheiro e lojas automatizadas abertas 24 horas fazem parte da rotina. O rio Cheongyecheon, no centro, é exemplo do planejamento sustentável: mistura natureza, transporte autônomo e design urbano inteligente.
Entre as cidades latino-americanas, São Paulo aparece em quadragésimo nono lugar, e Cidade do México, pela primeira vez no ranking, em septuagésimo nono. Ambas representam o esforço da região em acompanhar o avanço tecnológico global, reforçando a presença latino-americana entre os cem principais polos de inovação do mundo, segundo o relatório da OMPI.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx2prv3pm8no.adaptado.
O texto aborda a transformação das grandes cidades em polos de inovação e tecnologia, destacando como o avanço científico e a automação se entrelaçam com os aspectos sociais, econômicos e culturais.
De acordo com o texto, é CORRETO afirmar que:
Em reunião sobre qualidade do atendimento, o diretor afirmou: ‘‘Se o número de reclamações diminui, isso prova que os clientes estão mais satisfeitos. Nos últimos meses, registramos menos queixas formais no canal de ouvidoria, portanto nossa estratégia de melhoria foi bem-sucedida.”
Em conformidade com o texto, a conclusão do diretor é logicamente questionável porque:
Analise a charge abaixo e responda as questões 14 e 15.

Leia o texto abaixo para responder à questão.
O Mistério da Floresta
Era uma vez uma floresta encantada, onde os animais viviam em paz e harmonia. Todos os dias, eles se reuniam para brincar e se divertir. Mas certo dia, um mistério assustador tomou conta da floresta.
Os animais começaram a perceber que algumas árvores estavam desaparecendo misteriosamente. Eles ficaram preocupados e decidiram investigar o que estava acontecendo. O coelho ágil e esperto, o esquilo curioso e o pássaro sábio se uniram para desvendar o mistério.
Eles vasculharam a floresta em busca de pistas e, finalmente, descobriram que um grupo de lenhadores estava cortando as árvores para construir casas. Os animais ficaram chateados, pois a floresta era o seu lar e as árvores eram seus amigos.
Determinados a resolver o problema, os três amigos elaboraram um plano inteligente. Eles conversaram com os lenhadores e explicaram que a floresta era importante para todos os seres que ali viviam. Os lenhadores, tocados pela preocupação dos animais, concordaram em parar de cortar as árvores.
Assim, a paz retornou à floresta, e os animais aprenderam que juntos, com união e sabedoria, eles poderiam superar qualquer desafio.
Leia o texto abaixo para responder à questão.
O Mistério da Floresta
Era uma vez uma floresta encantada, onde os animais viviam em paz e harmonia. Todos os dias, eles se reuniam para brincar e se divertir. Mas certo dia, um mistério assustador tomou conta da floresta.
Os animais começaram a perceber que algumas árvores estavam desaparecendo misteriosamente. Eles ficaram preocupados e decidiram investigar o que estava acontecendo. O coelho ágil e esperto, o esquilo curioso e o pássaro sábio se uniram para desvendar o mistério.
Eles vasculharam a floresta em busca de pistas e, finalmente, descobriram que um grupo de lenhadores estava cortando as árvores para construir casas. Os animais ficaram chateados, pois a floresta era o seu lar e as árvores eram seus amigos.
Determinados a resolver o problema, os três amigos elaboraram um plano inteligente. Eles conversaram com os lenhadores e explicaram que a floresta era importante para todos os seres que ali viviam. Os lenhadores, tocados pela preocupação dos animais, concordaram em parar de cortar as árvores.
Assim, a paz retornou à floresta, e os animais aprenderam que juntos, com união e sabedoria, eles poderiam superar qualquer desafio.
Leia o texto abaixo para responder à questão.
O Mistério da Floresta
Era uma vez uma floresta encantada, onde os animais viviam em paz e harmonia. Todos os dias, eles se reuniam para brincar e se divertir. Mas certo dia, um mistério assustador tomou conta da floresta.
Os animais começaram a perceber que algumas árvores estavam desaparecendo misteriosamente. Eles ficaram preocupados e decidiram investigar o que estava acontecendo. O coelho ágil e esperto, o esquilo curioso e o pássaro sábio se uniram para desvendar o mistério.
Eles vasculharam a floresta em busca de pistas e, finalmente, descobriram que um grupo de lenhadores estava cortando as árvores para construir casas. Os animais ficaram chateados, pois a floresta era o seu lar e as árvores eram seus amigos.
Determinados a resolver o problema, os três amigos elaboraram um plano inteligente. Eles conversaram com os lenhadores e explicaram que a floresta era importante para todos os seres que ali viviam. Os lenhadores, tocados pela preocupação dos animais, concordaram em parar de cortar as árvores.
Assim, a paz retornou à floresta, e os animais aprenderam que juntos, com união e sabedoria, eles poderiam superar qualquer desafio.
Leia o texto abaixo para responder à questão.
A Jornada do Viajante

No vasto horizonte, um viajante solitário caminhava pela estrada
poeirenta, seus passos ressoando no silêncio da tarde. Seus olhos buscavam além
das colinas, ansiando por descobrir os segredos que o mundo guardava. Cada
passo era uma jornada em direção ao desconhecido, uma busca incessante por
respostas que o tempo ainda não havia revelado.
O sol estava prestes a se pôr quando o viajante avistou uma antiga cabana
no topo de uma colina. Com passos determinados, ele subiu até lá, ansioso por
um abrigo para a noite que se aproximava. Ao chegar, encontrou um velho sábio
sentado em frente à cabana, olhando para o horizonte com um semblante sereno.
"Quem és tu, viajante, e o que buscas nesta jornada
solitária?", perguntou o sábio, sua voz suave como o sussurro do vento.
O viajante respondeu com determinação: "Eu sou apenas um buscador de
verdades, um viajante em busca de conhecimento e sabedoria. Busco compreender
os mistérios do mundo e encontrar meu destino neste vasto universo."
O sábio sorriu com sabedoria e disse: "As respostas que procuras não
estão apenas nas terras distantes que percorres, mas também dentro de ti mesmo.
A jornada mais importante que farás é aquela que te leva ao encontro do teu
próprio ser."
Com essas palavras, o viajante percebeu a profundidade da sabedoria do sábio e sentiu um novo sentido em sua jornada. Ele sabia que, embora o mundo pudesse oferecer muitas respostas, a verdadeira compreensão só poderia ser encontrada olhando para dentro de si mesmo.
As palavras destacadas no texto, significam respectivamente:
Ansioso - Distantes
Leia o texto abaixo para responder à questão.
A Jornada do Viajante

No vasto horizonte, um viajante solitário caminhava pela estrada
poeirenta, seus passos ressoando no silêncio da tarde. Seus olhos buscavam além
das colinas, ansiando por descobrir os segredos que o mundo guardava. Cada
passo era uma jornada em direção ao desconhecido, uma busca incessante por
respostas que o tempo ainda não havia revelado.
O sol estava prestes a se pôr quando o viajante avistou uma antiga cabana
no topo de uma colina. Com passos determinados, ele subiu até lá, ansioso por
um abrigo para a noite que se aproximava. Ao chegar, encontrou um velho sábio
sentado em frente à cabana, olhando para o horizonte com um semblante sereno.
"Quem és tu, viajante, e o que buscas nesta jornada
solitária?", perguntou o sábio, sua voz suave como o sussurro do vento.
O viajante respondeu com determinação: "Eu sou apenas um buscador de
verdades, um viajante em busca de conhecimento e sabedoria. Busco compreender
os mistérios do mundo e encontrar meu destino neste vasto universo."
O sábio sorriu com sabedoria e disse: "As respostas que procuras não
estão apenas nas terras distantes que percorres, mas também dentro de ti mesmo.
A jornada mais importante que farás é aquela que te leva ao encontro do teu
próprio ser."
Com essas palavras, o viajante percebeu a profundidade da sabedoria do sábio e sentiu um novo sentido em sua jornada. Ele sabia que, embora o mundo pudesse oferecer muitas respostas, a verdadeira compreensão só poderia ser encontrada olhando para dentro de si mesmo.
Leia o texto abaixo para responder à questão.
A Jornada do Viajante

No vasto horizonte, um viajante solitário caminhava pela estrada
poeirenta, seus passos ressoando no silêncio da tarde. Seus olhos buscavam além
das colinas, ansiando por descobrir os segredos que o mundo guardava. Cada
passo era uma jornada em direção ao desconhecido, uma busca incessante por
respostas que o tempo ainda não havia revelado.
O sol estava prestes a se pôr quando o viajante avistou uma antiga cabana
no topo de uma colina. Com passos determinados, ele subiu até lá, ansioso por
um abrigo para a noite que se aproximava. Ao chegar, encontrou um velho sábio
sentado em frente à cabana, olhando para o horizonte com um semblante sereno.
"Quem és tu, viajante, e o que buscas nesta jornada
solitária?", perguntou o sábio, sua voz suave como o sussurro do vento.
O viajante respondeu com determinação: "Eu sou apenas um buscador de
verdades, um viajante em busca de conhecimento e sabedoria. Busco compreender
os mistérios do mundo e encontrar meu destino neste vasto universo."
O sábio sorriu com sabedoria e disse: "As respostas que procuras não
estão apenas nas terras distantes que percorres, mas também dentro de ti mesmo.
A jornada mais importante que farás é aquela que te leva ao encontro do teu
próprio ser."
Com essas palavras, o viajante percebeu a profundidade da sabedoria do sábio e sentiu um novo sentido em sua jornada. Ele sabia que, embora o mundo pudesse oferecer muitas respostas, a verdadeira compreensão só poderia ser encontrada olhando para dentro de si mesmo.
Leia o texto abaixo para responder à questão.
A Jornada do Viajante

No vasto horizonte, um viajante solitário caminhava pela estrada
poeirenta, seus passos ressoando no silêncio da tarde. Seus olhos buscavam além
das colinas, ansiando por descobrir os segredos que o mundo guardava. Cada
passo era uma jornada em direção ao desconhecido, uma busca incessante por
respostas que o tempo ainda não havia revelado.
O sol estava prestes a se pôr quando o viajante avistou uma antiga cabana
no topo de uma colina. Com passos determinados, ele subiu até lá, ansioso por
um abrigo para a noite que se aproximava. Ao chegar, encontrou um velho sábio
sentado em frente à cabana, olhando para o horizonte com um semblante sereno.
"Quem és tu, viajante, e o que buscas nesta jornada
solitária?", perguntou o sábio, sua voz suave como o sussurro do vento.
O viajante respondeu com determinação: "Eu sou apenas um buscador de
verdades, um viajante em busca de conhecimento e sabedoria. Busco compreender
os mistérios do mundo e encontrar meu destino neste vasto universo."
O sábio sorriu com sabedoria e disse: "As respostas que procuras não
estão apenas nas terras distantes que percorres, mas também dentro de ti mesmo.
A jornada mais importante que farás é aquela que te leva ao encontro do teu
próprio ser."
Com essas palavras, o viajante percebeu a profundidade da sabedoria do sábio e sentiu um novo sentido em sua jornada. Ele sabia que, embora o mundo pudesse oferecer muitas respostas, a verdadeira compreensão só poderia ser encontrada olhando para dentro de si mesmo.
