Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3803664 Português
Respeitar limites não é fraqueza, é amor próprio

        Um passo depois do outro, um dia após o outro e os anos vão sendo somados. Passamos a maior parte do nosso tempo achando que somos capazes de tudo, ao ponto de desconhecer possíveis limites. Lá adiante a vida começa a dar sinais e, então, passamos a observar que nem tudo pode ser abraçado. Respeitar-se é reconhecer que cada pessoa possui um compasso único.

        O tempo interior não acompanha calendários externos, e a pressa não produz maturidade. Crescer exige pausas, exige escuta, exige cuidado. Há ciclos que pedem recolhimento, outros que pedem coragem, e nenhum deles pode ser forçado. Quando aceitamos o próprio tempo, deixamos de nos comparar e começamos a caminhar com mais leveza. A intuição também merece respeito.

        Ela é essa voz suave que fala antes que a mente organize o pensamento. Muitas vezes ignorada, é justamente ela que indica caminhos mais alinhados com a verdade interior. Confiar nesse sussurro é um ato de sabedoria, pois a alma reconhece o que lhe faz bem antes que os olhos percebam. A trajetória, com suas curvas, erros e acertos, é sagrada.

        Cada passo dado, mesmo os que não deram certo, fez parte da tessitura que nos trouxe até aqui. Respeitar a própria história é não apagar capítulos difíceis, mas compreendê-los como mestres silenciosos. Os valores são a raiz que sustenta o crescimento. Quando nossa vida acontece para além dos limites, isto é, achamos que podemos esquecidos, nos tornamos reféns de expectativas externas; quando honrados, somos capazes de agir com integridade mesmo diante das provações. 

        Eles moldam escolhas, direcionam afetos e iluminam caminhos. E os limites, tão necessários, são fronteiras de proteção. Dizem onde termina o que dói e começa o que cura. Respeitar limites não é fraqueza, é amor próprio. É reconhecer que a alma também se cansa, que o corpo precisa de descanso, que a mente pede silêncio.

        Ao acolher tempo, intuição, trajetória, valores e limites, encontramos o ponto de equilíbrio que permite viver com mais verdade. E então, o coração descobre que se respeitar não é egoísmo; é condição para seguir inteiro.

Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado).
No contexto do texto, a palavra “tessitura” é utilizada de forma conotativa para expressar determinado sentido. Considerando o sentido assumido no trecho, assinale a alternativa que melhor traduz o significado de “tessitura”.
Alternativas
Q3803661 Português
Respeitar limites não é fraqueza, é amor próprio

        Um passo depois do outro, um dia após o outro e os anos vão sendo somados. Passamos a maior parte do nosso tempo achando que somos capazes de tudo, ao ponto de desconhecer possíveis limites. Lá adiante a vida começa a dar sinais e, então, passamos a observar que nem tudo pode ser abraçado. Respeitar-se é reconhecer que cada pessoa possui um compasso único.

        O tempo interior não acompanha calendários externos, e a pressa não produz maturidade. Crescer exige pausas, exige escuta, exige cuidado. Há ciclos que pedem recolhimento, outros que pedem coragem, e nenhum deles pode ser forçado. Quando aceitamos o próprio tempo, deixamos de nos comparar e começamos a caminhar com mais leveza. A intuição também merece respeito.

        Ela é essa voz suave que fala antes que a mente organize o pensamento. Muitas vezes ignorada, é justamente ela que indica caminhos mais alinhados com a verdade interior. Confiar nesse sussurro é um ato de sabedoria, pois a alma reconhece o que lhe faz bem antes que os olhos percebam. A trajetória, com suas curvas, erros e acertos, é sagrada.

        Cada passo dado, mesmo os que não deram certo, fez parte da tessitura que nos trouxe até aqui. Respeitar a própria história é não apagar capítulos difíceis, mas compreendê-los como mestres silenciosos. Os valores são a raiz que sustenta o crescimento. Quando nossa vida acontece para além dos limites, isto é, achamos que podemos esquecidos, nos tornamos reféns de expectativas externas; quando honrados, somos capazes de agir com integridade mesmo diante das provações. 

        Eles moldam escolhas, direcionam afetos e iluminam caminhos. E os limites, tão necessários, são fronteiras de proteção. Dizem onde termina o que dói e começa o que cura. Respeitar limites não é fraqueza, é amor próprio. É reconhecer que a alma também se cansa, que o corpo precisa de descanso, que a mente pede silêncio.

        Ao acolher tempo, intuição, trajetória, valores e limites, encontramos o ponto de equilíbrio que permite viver com mais verdade. E então, o coração descobre que se respeitar não é egoísmo; é condição para seguir inteiro.

Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado).
No texto, o autor articula diferentes conceitos — como tempo, intuição, trajetória e valores — para sustentar uma visão específica sobre o cuidado consigo mesmo. À luz dessa construção argumentativa, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3803660 Português
Respeitar limites não é fraqueza, é amor próprio

        Um passo depois do outro, um dia após o outro e os anos vão sendo somados. Passamos a maior parte do nosso tempo achando que somos capazes de tudo, ao ponto de desconhecer possíveis limites. Lá adiante a vida começa a dar sinais e, então, passamos a observar que nem tudo pode ser abraçado. Respeitar-se é reconhecer que cada pessoa possui um compasso único.

        O tempo interior não acompanha calendários externos, e a pressa não produz maturidade. Crescer exige pausas, exige escuta, exige cuidado. Há ciclos que pedem recolhimento, outros que pedem coragem, e nenhum deles pode ser forçado. Quando aceitamos o próprio tempo, deixamos de nos comparar e começamos a caminhar com mais leveza. A intuição também merece respeito.

        Ela é essa voz suave que fala antes que a mente organize o pensamento. Muitas vezes ignorada, é justamente ela que indica caminhos mais alinhados com a verdade interior. Confiar nesse sussurro é um ato de sabedoria, pois a alma reconhece o que lhe faz bem antes que os olhos percebam. A trajetória, com suas curvas, erros e acertos, é sagrada.

        Cada passo dado, mesmo os que não deram certo, fez parte da tessitura que nos trouxe até aqui. Respeitar a própria história é não apagar capítulos difíceis, mas compreendê-los como mestres silenciosos. Os valores são a raiz que sustenta o crescimento. Quando nossa vida acontece para além dos limites, isto é, achamos que podemos esquecidos, nos tornamos reféns de expectativas externas; quando honrados, somos capazes de agir com integridade mesmo diante das provações. 

        Eles moldam escolhas, direcionam afetos e iluminam caminhos. E os limites, tão necessários, são fronteiras de proteção. Dizem onde termina o que dói e começa o que cura. Respeitar limites não é fraqueza, é amor próprio. É reconhecer que a alma também se cansa, que o corpo precisa de descanso, que a mente pede silêncio.

        Ao acolher tempo, intuição, trajetória, valores e limites, encontramos o ponto de equilíbrio que permite viver com mais verdade. E então, o coração descobre que se respeitar não é egoísmo; é condição para seguir inteiro.

Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado).
Ao desenvolver uma reflexão sobre tempo, limites e amadurecimento pessoal, o texto constrói uma crítica sutil a determinadas posturas comuns na vida contemporânea. Considerando essa abordagem, assinale a alternativa correta quanto à ideia central defendida pelo autor. 
Alternativas
Q3803628 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Creatina: os efeitos reais do suplemento na performance e na saúde


Enquanto as tendências do mundo fitness se transformam com rapidez — e certas modalidades, técnicas e suplementos logo perdem popularidade —, a creatina mantém-se como uma das substâncias mais recomendadas por profissionais de saúde, graças aos benefícios amplamente comprovados por estudos científicos.

O corpo humano produz naturalmente a creatina a partir de três aminoácidos — glicina, metionina e arginina — sintetizados no fígado, nos rins e no pâncreas. Além disso, ela é obtida por meio de alimentos de origem animal, como carnes e leite. Parte da substância é eliminada pela urina, enquanto entre 60% e 80% é armazenada pelo organismo. Segundo Felipe Henning Gaia Duarte, presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (Regional São Paulo), a suplementação serve para preencher esses estoques, auxiliando na melhora da força e do desempenho físico durante a prática de exercícios.

A creatina aprimora a disponibilidade de energia necessária para sustentar a contração muscular em atividades intensas. Isso se traduz em melhor desempenho, maior capacidade de resistência, recuperação acelerada entre séries e favorecimento do ganho de força e de massa muscular. Sua principal função é a conversão em fosfocreatina nas fibras musculares, que atua como reserva imediata de energia ao fornecer grupos de fosfato responsáveis pela rápida regeneração do ATP — a principal fonte energética das células.

De acordo com Fabrício Buzatto, médico do esporte e membro da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte, essa reserva energética permite adiar a fadiga e executar séries mais intensas e longas, fundamentais para o desenvolvimento muscular. O suplemento também favorece a recuperação entre treinos, possibilitando maior frequência e intensidade de exercícios, fatores decisivos para o crescimento dos músculos.

A manutenção de uma boa massa muscular vai além da estética e do desempenho atlético: contribui para o controle do peso, a prevenção de lesões, o fortalecimento ósseo, a regulação da glicose e a saúde cardiovascular. Além disso, promove envelhecimento saudável e equilíbrio metabólico, evitando distúrbios como obesidade e desequilíbrios hormonais.

A creatina pode ainda provocar leve inchaço celular, decorrente da retenção de água dentro das fibras musculares — e não no tecido adiposo —, o que demonstra que o aumento de peso não se deve ao acúmulo de gordura. Um estudo mostrou que, após doze semanas de suplementação, houve aumento expressivo de massa muscular e força em comparação a um grupo que recebeu placebo, com destaque para os ganhos observados em exercícios de supino e agachamento. Há também indícios de que a creatina beneficie a função cerebral e a cognição sob estresse, embora ainda faltem comprovações definitivas nesse campo.

A suplementação é indicada para atletas, idosos e pessoas que necessitam aumentar massa muscular, sempre com orientação médica. A forma mais comum e eficaz é a creatina monoidratada. Segundo Buzatto, vegetarianos e veganos tendem a se beneficiar mais, pois não consomem as principais fontes naturais da substância. Produzida sinteticamente em laboratório, a creatina resulta de reações químicas entre sarcosinato e cianamida, seguida de purificação e secagem até se obter o pó final.

Em relação às contraindicações, Duarte afirma que a creatina é segura para a maioria das pessoas, mas requer cautela em casos de comprometimento renal ou hepático, com acompanhamento médico e monitoramento laboratorial. O uso do suplemento isoladamente, sem atividade física, não traz benefícios. Mesmo em situações clínicas, como osteopenia ou sarcopenia, a creatina só é eficaz quando associada à prática de exercícios e a uma alimentação equilibrada.

A dosagem usual varia entre três e cinco gramas por dia, de acordo com as características individuais. A substância pode ser ingerida em cápsulas ou em pó, sendo que as cápsulas oferecem praticidade, mas absorção ligeiramente mais lenta. O uso contínuo é recomendado, sem necessidade de ciclos, e o consumo excessivo — acima de trinta gramas diárias — deve ser evitado, pois afeta o fígado, os rins e o ritmo cardíaco.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cxe36g83jl0o.adaptado.
O texto apresenta a creatina como uma das substâncias mais recomendadas no meio esportivo, ressaltando sua função biológica e os benefícios comprovados da suplementação para o desempenho físico.

De acordo com as informações do texto, o principal objetivo da suplementação de creatina é:
Alternativas
Q3803627 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Creatina: os efeitos reais do suplemento na performance e na saúde


Enquanto as tendências do mundo fitness se transformam com rapidez — e certas modalidades, técnicas e suplementos logo perdem popularidade —, a creatina mantém-se como uma das substâncias mais recomendadas por profissionais de saúde, graças aos benefícios amplamente comprovados por estudos científicos.

O corpo humano produz naturalmente a creatina a partir de três aminoácidos — glicina, metionina e arginina — sintetizados no fígado, nos rins e no pâncreas. Além disso, ela é obtida por meio de alimentos de origem animal, como carnes e leite. Parte da substância é eliminada pela urina, enquanto entre 60% e 80% é armazenada pelo organismo. Segundo Felipe Henning Gaia Duarte, presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (Regional São Paulo), a suplementação serve para preencher esses estoques, auxiliando na melhora da força e do desempenho físico durante a prática de exercícios.

A creatina aprimora a disponibilidade de energia necessária para sustentar a contração muscular em atividades intensas. Isso se traduz em melhor desempenho, maior capacidade de resistência, recuperação acelerada entre séries e favorecimento do ganho de força e de massa muscular. Sua principal função é a conversão em fosfocreatina nas fibras musculares, que atua como reserva imediata de energia ao fornecer grupos de fosfato responsáveis pela rápida regeneração do ATP — a principal fonte energética das células.

De acordo com Fabrício Buzatto, médico do esporte e membro da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte, essa reserva energética permite adiar a fadiga e executar séries mais intensas e longas, fundamentais para o desenvolvimento muscular. O suplemento também favorece a recuperação entre treinos, possibilitando maior frequência e intensidade de exercícios, fatores decisivos para o crescimento dos músculos.

A manutenção de uma boa massa muscular vai além da estética e do desempenho atlético: contribui para o controle do peso, a prevenção de lesões, o fortalecimento ósseo, a regulação da glicose e a saúde cardiovascular. Além disso, promove envelhecimento saudável e equilíbrio metabólico, evitando distúrbios como obesidade e desequilíbrios hormonais.

A creatina pode ainda provocar leve inchaço celular, decorrente da retenção de água dentro das fibras musculares — e não no tecido adiposo —, o que demonstra que o aumento de peso não se deve ao acúmulo de gordura. Um estudo mostrou que, após doze semanas de suplementação, houve aumento expressivo de massa muscular e força em comparação a um grupo que recebeu placebo, com destaque para os ganhos observados em exercícios de supino e agachamento. Há também indícios de que a creatina beneficie a função cerebral e a cognição sob estresse, embora ainda faltem comprovações definitivas nesse campo.

A suplementação é indicada para atletas, idosos e pessoas que necessitam aumentar massa muscular, sempre com orientação médica. A forma mais comum e eficaz é a creatina monoidratada. Segundo Buzatto, vegetarianos e veganos tendem a se beneficiar mais, pois não consomem as principais fontes naturais da substância. Produzida sinteticamente em laboratório, a creatina resulta de reações químicas entre sarcosinato e cianamida, seguida de purificação e secagem até se obter o pó final.

Em relação às contraindicações, Duarte afirma que a creatina é segura para a maioria das pessoas, mas requer cautela em casos de comprometimento renal ou hepático, com acompanhamento médico e monitoramento laboratorial. O uso do suplemento isoladamente, sem atividade física, não traz benefícios. Mesmo em situações clínicas, como osteopenia ou sarcopenia, a creatina só é eficaz quando associada à prática de exercícios e a uma alimentação equilibrada.

A dosagem usual varia entre três e cinco gramas por dia, de acordo com as características individuais. A substância pode ser ingerida em cápsulas ou em pó, sendo que as cápsulas oferecem praticidade, mas absorção ligeiramente mais lenta. O uso contínuo é recomendado, sem necessidade de ciclos, e o consumo excessivo — acima de trinta gramas diárias — deve ser evitado, pois afeta o fígado, os rins e o ritmo cardíaco.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cxe36g83jl0o.adaptado.
O texto ressalta que, apesar de comprovadamente eficaz e segura na maioria dos casos, a creatina requer cuidados quanto à dosagem, ao acompanhamento médico e à associação com a prática de exercícios físicos.

Considerando essas informações, é CORRETO afirmar que, segundo o texto, o uso da creatina deve observar que:
Alternativas
Q3803626 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Creatina: os efeitos reais do suplemento na performance e na saúde


Enquanto as tendências do mundo fitness se transformam com rapidez — e certas modalidades, técnicas e suplementos logo perdem popularidade —, a creatina mantém-se como uma das substâncias mais recomendadas por profissionais de saúde, graças aos benefícios amplamente comprovados por estudos científicos.

O corpo humano produz naturalmente a creatina a partir de três aminoácidos — glicina, metionina e arginina — sintetizados no fígado, nos rins e no pâncreas. Além disso, ela é obtida por meio de alimentos de origem animal, como carnes e leite. Parte da substância é eliminada pela urina, enquanto entre 60% e 80% é armazenada pelo organismo. Segundo Felipe Henning Gaia Duarte, presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (Regional São Paulo), a suplementação serve para preencher esses estoques, auxiliando na melhora da força e do desempenho físico durante a prática de exercícios.

A creatina aprimora a disponibilidade de energia necessária para sustentar a contração muscular em atividades intensas. Isso se traduz em melhor desempenho, maior capacidade de resistência, recuperação acelerada entre séries e favorecimento do ganho de força e de massa muscular. Sua principal função é a conversão em fosfocreatina nas fibras musculares, que atua como reserva imediata de energia ao fornecer grupos de fosfato responsáveis pela rápida regeneração do ATP — a principal fonte energética das células.

De acordo com Fabrício Buzatto, médico do esporte e membro da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte, essa reserva energética permite adiar a fadiga e executar séries mais intensas e longas, fundamentais para o desenvolvimento muscular. O suplemento também favorece a recuperação entre treinos, possibilitando maior frequência e intensidade de exercícios, fatores decisivos para o crescimento dos músculos.

A manutenção de uma boa massa muscular vai além da estética e do desempenho atlético: contribui para o controle do peso, a prevenção de lesões, o fortalecimento ósseo, a regulação da glicose e a saúde cardiovascular. Além disso, promove envelhecimento saudável e equilíbrio metabólico, evitando distúrbios como obesidade e desequilíbrios hormonais.

A creatina pode ainda provocar leve inchaço celular, decorrente da retenção de água dentro das fibras musculares — e não no tecido adiposo —, o que demonstra que o aumento de peso não se deve ao acúmulo de gordura. Um estudo mostrou que, após doze semanas de suplementação, houve aumento expressivo de massa muscular e força em comparação a um grupo que recebeu placebo, com destaque para os ganhos observados em exercícios de supino e agachamento. Há também indícios de que a creatina beneficie a função cerebral e a cognição sob estresse, embora ainda faltem comprovações definitivas nesse campo.

A suplementação é indicada para atletas, idosos e pessoas que necessitam aumentar massa muscular, sempre com orientação médica. A forma mais comum e eficaz é a creatina monoidratada. Segundo Buzatto, vegetarianos e veganos tendem a se beneficiar mais, pois não consomem as principais fontes naturais da substância. Produzida sinteticamente em laboratório, a creatina resulta de reações químicas entre sarcosinato e cianamida, seguida de purificação e secagem até se obter o pó final.

Em relação às contraindicações, Duarte afirma que a creatina é segura para a maioria das pessoas, mas requer cautela em casos de comprometimento renal ou hepático, com acompanhamento médico e monitoramento laboratorial. O uso do suplemento isoladamente, sem atividade física, não traz benefícios. Mesmo em situações clínicas, como osteopenia ou sarcopenia, a creatina só é eficaz quando associada à prática de exercícios e a uma alimentação equilibrada.

A dosagem usual varia entre três e cinco gramas por dia, de acordo com as características individuais. A substância pode ser ingerida em cápsulas ou em pó, sendo que as cápsulas oferecem praticidade, mas absorção ligeiramente mais lenta. O uso contínuo é recomendado, sem necessidade de ciclos, e o consumo excessivo — acima de trinta gramas diárias — deve ser evitado, pois afeta o fígado, os rins e o ritmo cardíaco.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cxe36g83jl0o.adaptado.
O texto apresenta diversos efeitos decorrentes do uso da creatina, destacando tanto os benefícios comprovados quanto as precauções necessárias ao seu consumo.

Com base nas informações do texto, é CORRETO afirmar que os efeitos da creatina sobre o organismo envolvem
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Q3803618 Português
Vigotski (1997) afirmou que "um ponto do sistema Braille fez mais pelo cego que mil obras de caridade". A partir de 1825, quando o jovem francês Louis Braille (1809-1852) desenvolveu o sistema de leitura e escrita em relevo com seis pontos, as pessoas cegas passaram a ter acesso efetivo ao conhecimento e à educação formal. Esse avanço contribuiu para a consolidação da inclusão educacional e para ampliar as possibilidades de inserção e permanência no mercado de trabalho.
Fonte: CAMARGO, Eder Pires de. Inclusão social, educação inclusiva e educação especial: enlaces e desenlaces. Ciência & Educação (Bauru), v. 23, p. 1-6, 2017.

Diante do texto, é possível AFIRMAR que:
Alternativas
Q3803589 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como é viver nas cidades com tecnologia mais avançada do mundo 


A inteligência artificial (IA), os carros autônomos e as fontes de energia verde deixam de ser exceções para se tornarem o padrão em escala global. A inovação avança em ritmo sem precedentes, e novas invenções, registradas em patentes, surgem continuamente em países e cidades de todos os continentes. Ainda assim, alguns centros urbanos se destacam por promoverem um progresso mais intenso e integrado.

O Índice de Inovação Global 2025 (GII, na sigla em inglês), publicado anualmente pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), identifica os principais polos e países inovadores com base em critérios como investimento, desenvolvimento tecnológico, adoção de inovações e impacto socioeconômico. Segundo o relatório, os cem maiores polos de inovação do planeta — que vão de São Francisco, nos Estados Unidos, até Shenzhen, na China — respondem juntos por mais de 70% do capital de risco e das patentes mundiais.

Para compreender como a tecnologia influencia a vida cotidiana, a BBC conversou com moradores dos cinco principais polos de inovação do mundo, explorando de que forma esses ambientes transformam o cotidiano de quem vive neles e oferecem aos visitantes experiências futurísticas antes mesmo que elas cheguem a outras regiões.

O polo formado por Shenzhen, Hong Kong e Guangzhou, no sul da China, ocupa o primeiro lugar no ranking. Em 2025, a China aparece pela primeira vez entre os dez primeiros países mais inovadores, resultado do aumento de patentes, do avanço científico e do investimento em capital de risco. Nessa região, a inovação é parte inseparável da vida diária.

O britânico Jamie River, residente em Hong Kong há três anos, relata que é possível visitar mercados de rua e encontrar vendedores aceitando pagamentos via QR code ao lado de placas com preços escritos à mão. Pequenos lojistas usam vários aplicativos para gerenciar pedidos de entrega. "A combinação do novo com o antigo cria uma energia peculiar. Ninguém tem medo de testar coisas novas", comenta.

O cartão Octopus, lançado em 1997 para o transporte público, transformou-se em ferramenta de pagamento para compras cotidianas, de máquinas automáticas a parquímetros. River recomenda aos visitantes o passeio de barca Star Ferry à noite, quando ocorre o espetáculo Sinfonia das Luzes, que sincroniza música, lasers e telas de LED em quarenta e três edifícios. Outro ponto de visita é a antiga delegacia PMQ, hoje ocupada por escritórios, lojas e cafés, onde convivem ateliês de caligrafia tradicional e oficinas de impressão 3D.

Sede de gigantes como Huawei e Tencent, Shenzhen evoluiu de uma vila de pescadores para um centro global de tecnologia. A cidade foi escolhida em 1980 como a primeira Zona Econômica Especial da China, recebendo incentivos para impulsionar a inovação. Desde 2008, quando foi nomeada Cidade Criativa da Unesco, passou a abrigar espaços como o Laboratório Aberto de Inovação e o OCT Loft, que oferecem infraestrutura tecnológica acessível.

O morador Leon Huang destaca que esses locais reúnem estudantes, profissionais e entusiastas em um ambiente colaborativo e inclusivo. Entre as atrações, estão os espetáculos de drones na Baía do Parque de Talentos, que chegaram a reunir doze mil aparelhos, estabelecendo recorde mundial.

Em segundo lugar está o polo Tóquio−Yokohama, no Japão, responsável por mais de 10% das patentes internacionais. Para a moradora Dana Yao, o avanço tecnológico japonês é discreto, prático e profundamente humano. Sensores de IA em lojas de conveniência, cartões integrados de transporte e máquinas automáticas são parte do cotidiano.

Entre as experiências recomendadas estão o Henn Na Hotel, em que o check-in é automatizado e o serviço é realizado por robôs, o trem autônomo da linha Yurikamome, com vista panorâmica da baía, e o museu interativo teamLab Planets, que oferece salas imersivas de luz e cor que reagem ao movimento dos visitantes.

Em terceiro lugar, o polo San José−São Francisco, nos Estados Unidos, conhecido como Vale do Silício, concentra a maior quantidade de capital de risco do planeta, gerando 7% de todos os negócios globais e atraindo empreendedores de diversas áreas.

O empresário Ritesh Patel, fundador da Ticket Fairy, afirma que a cidade vive um renascimento tecnológico impulsionado pela inteligência artificial. "Você conversa em um jantar sobre o desafio da sua start-up, e alguém já conhece a pessoa certa para ajudar", diz. Para ele, é possível testar tecnologias que o resto do mundo só conhecerá meses depois — como os carros autônomos Waymo, amplamente usados na região.

A quarta posição pertence a Pequim, que lidera em número de publicações científicas e se destaca por combinar alta tecnologia e tradição. A futurista Elle Farrell-Kingsley descreve a cidade como um ambiente em que inovação, cultura e qualidade de vida coexistem. Aplicativos como Alipay e WeChat concentram pagamentos, tradução e entrega de alimentos. Ela cita o robotáxi Apollo, da Baidu, como símbolo dessa modernidade: "É um carro sem volante e completamente seguro."

Em quinto lugar, Seul, na Coreia do Sul, responde por 5,4% dos pedidos de patentes globais e é líder asiática em investimentos de capital de risco. O morador Chris Oberman afirma que a busca pela inovação vem da escassez de recursos naturais: "Há um impulso coletivo para crescer e não ficar para trás."

Na capital sul-coreana, portas digitais, pagamentos sem dinheiro e lojas automatizadas abertas 24 horas fazem parte da rotina. O rio Cheongyecheon, no centro, é exemplo do planejamento sustentável: mistura natureza, transporte autônomo e design urbano inteligente.

Entre as cidades latino-americanas, São Paulo aparece em quadragésimo nono lugar, e Cidade do México, pela primeira vez no ranking, em septuagésimo nono. Ambas representam o esforço da região em acompanhar o avanço tecnológico global, reforçando a presença latino-americana entre os cem principais polos de inovação do mundo, segundo o relatório da OMPI.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx2prv3pm8no.adaptado.
O texto apresenta uma análise comparativa entre diferentes polos de inovação no mundo, mostrando como fatores históricos, econômicos e culturais influenciam o modo como cada cidade se desenvolve tecnologicamente. Embora o avanço da inteligência artificial, da automação e da energia limpa seja global, a distribuição desses benefícios não ocorre de forma uniforme.

De acordo com o texto, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3803588 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como é viver nas cidades com tecnologia mais avançada do mundo 


A inteligência artificial (IA), os carros autônomos e as fontes de energia verde deixam de ser exceções para se tornarem o padrão em escala global. A inovação avança em ritmo sem precedentes, e novas invenções, registradas em patentes, surgem continuamente em países e cidades de todos os continentes. Ainda assim, alguns centros urbanos se destacam por promoverem um progresso mais intenso e integrado.

O Índice de Inovação Global 2025 (GII, na sigla em inglês), publicado anualmente pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), identifica os principais polos e países inovadores com base em critérios como investimento, desenvolvimento tecnológico, adoção de inovações e impacto socioeconômico. Segundo o relatório, os cem maiores polos de inovação do planeta — que vão de São Francisco, nos Estados Unidos, até Shenzhen, na China — respondem juntos por mais de 70% do capital de risco e das patentes mundiais.

Para compreender como a tecnologia influencia a vida cotidiana, a BBC conversou com moradores dos cinco principais polos de inovação do mundo, explorando de que forma esses ambientes transformam o cotidiano de quem vive neles e oferecem aos visitantes experiências futurísticas antes mesmo que elas cheguem a outras regiões.

O polo formado por Shenzhen, Hong Kong e Guangzhou, no sul da China, ocupa o primeiro lugar no ranking. Em 2025, a China aparece pela primeira vez entre os dez primeiros países mais inovadores, resultado do aumento de patentes, do avanço científico e do investimento em capital de risco. Nessa região, a inovação é parte inseparável da vida diária.

O britânico Jamie River, residente em Hong Kong há três anos, relata que é possível visitar mercados de rua e encontrar vendedores aceitando pagamentos via QR code ao lado de placas com preços escritos à mão. Pequenos lojistas usam vários aplicativos para gerenciar pedidos de entrega. "A combinação do novo com o antigo cria uma energia peculiar. Ninguém tem medo de testar coisas novas", comenta.

O cartão Octopus, lançado em 1997 para o transporte público, transformou-se em ferramenta de pagamento para compras cotidianas, de máquinas automáticas a parquímetros. River recomenda aos visitantes o passeio de barca Star Ferry à noite, quando ocorre o espetáculo Sinfonia das Luzes, que sincroniza música, lasers e telas de LED em quarenta e três edifícios. Outro ponto de visita é a antiga delegacia PMQ, hoje ocupada por escritórios, lojas e cafés, onde convivem ateliês de caligrafia tradicional e oficinas de impressão 3D.

Sede de gigantes como Huawei e Tencent, Shenzhen evoluiu de uma vila de pescadores para um centro global de tecnologia. A cidade foi escolhida em 1980 como a primeira Zona Econômica Especial da China, recebendo incentivos para impulsionar a inovação. Desde 2008, quando foi nomeada Cidade Criativa da Unesco, passou a abrigar espaços como o Laboratório Aberto de Inovação e o OCT Loft, que oferecem infraestrutura tecnológica acessível.

O morador Leon Huang destaca que esses locais reúnem estudantes, profissionais e entusiastas em um ambiente colaborativo e inclusivo. Entre as atrações, estão os espetáculos de drones na Baía do Parque de Talentos, que chegaram a reunir doze mil aparelhos, estabelecendo recorde mundial.

Em segundo lugar está o polo Tóquio−Yokohama, no Japão, responsável por mais de 10% das patentes internacionais. Para a moradora Dana Yao, o avanço tecnológico japonês é discreto, prático e profundamente humano. Sensores de IA em lojas de conveniência, cartões integrados de transporte e máquinas automáticas são parte do cotidiano.

Entre as experiências recomendadas estão o Henn Na Hotel, em que o check-in é automatizado e o serviço é realizado por robôs, o trem autônomo da linha Yurikamome, com vista panorâmica da baía, e o museu interativo teamLab Planets, que oferece salas imersivas de luz e cor que reagem ao movimento dos visitantes.

Em terceiro lugar, o polo San José−São Francisco, nos Estados Unidos, conhecido como Vale do Silício, concentra a maior quantidade de capital de risco do planeta, gerando 7% de todos os negócios globais e atraindo empreendedores de diversas áreas.

O empresário Ritesh Patel, fundador da Ticket Fairy, afirma que a cidade vive um renascimento tecnológico impulsionado pela inteligência artificial. "Você conversa em um jantar sobre o desafio da sua start-up, e alguém já conhece a pessoa certa para ajudar", diz. Para ele, é possível testar tecnologias que o resto do mundo só conhecerá meses depois — como os carros autônomos Waymo, amplamente usados na região.

A quarta posição pertence a Pequim, que lidera em número de publicações científicas e se destaca por combinar alta tecnologia e tradição. A futurista Elle Farrell-Kingsley descreve a cidade como um ambiente em que inovação, cultura e qualidade de vida coexistem. Aplicativos como Alipay e WeChat concentram pagamentos, tradução e entrega de alimentos. Ela cita o robotáxi Apollo, da Baidu, como símbolo dessa modernidade: "É um carro sem volante e completamente seguro."

Em quinto lugar, Seul, na Coreia do Sul, responde por 5,4% dos pedidos de patentes globais e é líder asiática em investimentos de capital de risco. O morador Chris Oberman afirma que a busca pela inovação vem da escassez de recursos naturais: "Há um impulso coletivo para crescer e não ficar para trás."

Na capital sul-coreana, portas digitais, pagamentos sem dinheiro e lojas automatizadas abertas 24 horas fazem parte da rotina. O rio Cheongyecheon, no centro, é exemplo do planejamento sustentável: mistura natureza, transporte autônomo e design urbano inteligente.

Entre as cidades latino-americanas, São Paulo aparece em quadragésimo nono lugar, e Cidade do México, pela primeira vez no ranking, em septuagésimo nono. Ambas representam o esforço da região em acompanhar o avanço tecnológico global, reforçando a presença latino-americana entre os cem principais polos de inovação do mundo, segundo o relatório da OMPI.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx2prv3pm8no.adaptado.
O texto aborda a transformação das grandes cidades em polos de inovação e tecnologia, destacando como o avanço científico e a automação se entrelaçam com os aspectos sociais, econômicos e culturais.

De acordo com o texto, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3803586 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como é viver nas cidades com tecnologia mais avançada do mundo 


A inteligência artificial (IA), os carros autônomos e as fontes de energia verde deixam de ser exceções para se tornarem o padrão em escala global. A inovação avança em ritmo sem precedentes, e novas invenções, registradas em patentes, surgem continuamente em países e cidades de todos os continentes. Ainda assim, alguns centros urbanos se destacam por promoverem um progresso mais intenso e integrado.

O Índice de Inovação Global 2025 (GII, na sigla em inglês), publicado anualmente pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), identifica os principais polos e países inovadores com base em critérios como investimento, desenvolvimento tecnológico, adoção de inovações e impacto socioeconômico. Segundo o relatório, os cem maiores polos de inovação do planeta — que vão de São Francisco, nos Estados Unidos, até Shenzhen, na China — respondem juntos por mais de 70% do capital de risco e das patentes mundiais.

Para compreender como a tecnologia influencia a vida cotidiana, a BBC conversou com moradores dos cinco principais polos de inovação do mundo, explorando de que forma esses ambientes transformam o cotidiano de quem vive neles e oferecem aos visitantes experiências futurísticas antes mesmo que elas cheguem a outras regiões.

O polo formado por Shenzhen, Hong Kong e Guangzhou, no sul da China, ocupa o primeiro lugar no ranking. Em 2025, a China aparece pela primeira vez entre os dez primeiros países mais inovadores, resultado do aumento de patentes, do avanço científico e do investimento em capital de risco. Nessa região, a inovação é parte inseparável da vida diária.

O britânico Jamie River, residente em Hong Kong há três anos, relata que é possível visitar mercados de rua e encontrar vendedores aceitando pagamentos via QR code ao lado de placas com preços escritos à mão. Pequenos lojistas usam vários aplicativos para gerenciar pedidos de entrega. "A combinação do novo com o antigo cria uma energia peculiar. Ninguém tem medo de testar coisas novas", comenta.

O cartão Octopus, lançado em 1997 para o transporte público, transformou-se em ferramenta de pagamento para compras cotidianas, de máquinas automáticas a parquímetros. River recomenda aos visitantes o passeio de barca Star Ferry à noite, quando ocorre o espetáculo Sinfonia das Luzes, que sincroniza música, lasers e telas de LED em quarenta e três edifícios. Outro ponto de visita é a antiga delegacia PMQ, hoje ocupada por escritórios, lojas e cafés, onde convivem ateliês de caligrafia tradicional e oficinas de impressão 3D.

Sede de gigantes como Huawei e Tencent, Shenzhen evoluiu de uma vila de pescadores para um centro global de tecnologia. A cidade foi escolhida em 1980 como a primeira Zona Econômica Especial da China, recebendo incentivos para impulsionar a inovação. Desde 2008, quando foi nomeada Cidade Criativa da Unesco, passou a abrigar espaços como o Laboratório Aberto de Inovação e o OCT Loft, que oferecem infraestrutura tecnológica acessível.

O morador Leon Huang destaca que esses locais reúnem estudantes, profissionais e entusiastas em um ambiente colaborativo e inclusivo. Entre as atrações, estão os espetáculos de drones na Baía do Parque de Talentos, que chegaram a reunir doze mil aparelhos, estabelecendo recorde mundial.

Em segundo lugar está o polo Tóquio−Yokohama, no Japão, responsável por mais de 10% das patentes internacionais. Para a moradora Dana Yao, o avanço tecnológico japonês é discreto, prático e profundamente humano. Sensores de IA em lojas de conveniência, cartões integrados de transporte e máquinas automáticas são parte do cotidiano.

Entre as experiências recomendadas estão o Henn Na Hotel, em que o check-in é automatizado e o serviço é realizado por robôs, o trem autônomo da linha Yurikamome, com vista panorâmica da baía, e o museu interativo teamLab Planets, que oferece salas imersivas de luz e cor que reagem ao movimento dos visitantes.

Em terceiro lugar, o polo San José−São Francisco, nos Estados Unidos, conhecido como Vale do Silício, concentra a maior quantidade de capital de risco do planeta, gerando 7% de todos os negócios globais e atraindo empreendedores de diversas áreas.

O empresário Ritesh Patel, fundador da Ticket Fairy, afirma que a cidade vive um renascimento tecnológico impulsionado pela inteligência artificial. "Você conversa em um jantar sobre o desafio da sua start-up, e alguém já conhece a pessoa certa para ajudar", diz. Para ele, é possível testar tecnologias que o resto do mundo só conhecerá meses depois — como os carros autônomos Waymo, amplamente usados na região.

A quarta posição pertence a Pequim, que lidera em número de publicações científicas e se destaca por combinar alta tecnologia e tradição. A futurista Elle Farrell-Kingsley descreve a cidade como um ambiente em que inovação, cultura e qualidade de vida coexistem. Aplicativos como Alipay e WeChat concentram pagamentos, tradução e entrega de alimentos. Ela cita o robotáxi Apollo, da Baidu, como símbolo dessa modernidade: "É um carro sem volante e completamente seguro."

Em quinto lugar, Seul, na Coreia do Sul, responde por 5,4% dos pedidos de patentes globais e é líder asiática em investimentos de capital de risco. O morador Chris Oberman afirma que a busca pela inovação vem da escassez de recursos naturais: "Há um impulso coletivo para crescer e não ficar para trás."

Na capital sul-coreana, portas digitais, pagamentos sem dinheiro e lojas automatizadas abertas 24 horas fazem parte da rotina. O rio Cheongyecheon, no centro, é exemplo do planejamento sustentável: mistura natureza, transporte autônomo e design urbano inteligente.

Entre as cidades latino-americanas, São Paulo aparece em quadragésimo nono lugar, e Cidade do México, pela primeira vez no ranking, em septuagésimo nono. Ambas representam o esforço da região em acompanhar o avanço tecnológico global, reforçando a presença latino-americana entre os cem principais polos de inovação do mundo, segundo o relatório da OMPI.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx2prv3pm8no.adaptado.
O texto analisa como a inovação tecnológica deixou de ser um fenômeno isolado para se tornar um elemento estruturante das relações econômicas e sociais contemporâneas. Ao citar exemplos de cidades como Shenzhen, Tóquio, São Francisco e Seul, o autor revela que a tecnologia atua não apenas como motor econômico, mas também como mecanismo de reorganização das dinâmicas urbanas e da interação entre cidadãos e governos.

De acordo com o texto, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3803582 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como é viver nas cidades com tecnologia mais avançada do mundo 


A inteligência artificial (IA), os carros autônomos e as fontes de energia verde deixam de ser exceções para se tornarem o padrão em escala global. A inovação avança em ritmo sem precedentes, e novas invenções, registradas em patentes, surgem continuamente em países e cidades de todos os continentes. Ainda assim, alguns centros urbanos se destacam por promoverem um progresso mais intenso e integrado.

O Índice de Inovação Global 2025 (GII, na sigla em inglês), publicado anualmente pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), identifica os principais polos e países inovadores com base em critérios como investimento, desenvolvimento tecnológico, adoção de inovações e impacto socioeconômico. Segundo o relatório, os cem maiores polos de inovação do planeta — que vão de São Francisco, nos Estados Unidos, até Shenzhen, na China — respondem juntos por mais de 70% do capital de risco e das patentes mundiais.

Para compreender como a tecnologia influencia a vida cotidiana, a BBC conversou com moradores dos cinco principais polos de inovação do mundo, explorando de que forma esses ambientes transformam o cotidiano de quem vive neles e oferecem aos visitantes experiências futurísticas antes mesmo que elas cheguem a outras regiões.

O polo formado por Shenzhen, Hong Kong e Guangzhou, no sul da China, ocupa o primeiro lugar no ranking. Em 2025, a China aparece pela primeira vez entre os dez primeiros países mais inovadores, resultado do aumento de patentes, do avanço científico e do investimento em capital de risco. Nessa região, a inovação é parte inseparável da vida diária.

O britânico Jamie River, residente em Hong Kong há três anos, relata que é possível visitar mercados de rua e encontrar vendedores aceitando pagamentos via QR code ao lado de placas com preços escritos à mão. Pequenos lojistas usam vários aplicativos para gerenciar pedidos de entrega. "A combinação do novo com o antigo cria uma energia peculiar. Ninguém tem medo de testar coisas novas", comenta.

O cartão Octopus, lançado em 1997 para o transporte público, transformou-se em ferramenta de pagamento para compras cotidianas, de máquinas automáticas a parquímetros. River recomenda aos visitantes o passeio de barca Star Ferry à noite, quando ocorre o espetáculo Sinfonia das Luzes, que sincroniza música, lasers e telas de LED em quarenta e três edifícios. Outro ponto de visita é a antiga delegacia PMQ, hoje ocupada por escritórios, lojas e cafés, onde convivem ateliês de caligrafia tradicional e oficinas de impressão 3D.

Sede de gigantes como Huawei e Tencent, Shenzhen evoluiu de uma vila de pescadores para um centro global de tecnologia. A cidade foi escolhida em 1980 como a primeira Zona Econômica Especial da China, recebendo incentivos para impulsionar a inovação. Desde 2008, quando foi nomeada Cidade Criativa da Unesco, passou a abrigar espaços como o Laboratório Aberto de Inovação e o OCT Loft, que oferecem infraestrutura tecnológica acessível.

O morador Leon Huang destaca que esses locais reúnem estudantes, profissionais e entusiastas em um ambiente colaborativo e inclusivo. Entre as atrações, estão os espetáculos de drones na Baía do Parque de Talentos, que chegaram a reunir doze mil aparelhos, estabelecendo recorde mundial.

Em segundo lugar está o polo Tóquio−Yokohama, no Japão, responsável por mais de 10% das patentes internacionais. Para a moradora Dana Yao, o avanço tecnológico japonês é discreto, prático e profundamente humano. Sensores de IA em lojas de conveniência, cartões integrados de transporte e máquinas automáticas são parte do cotidiano.

Entre as experiências recomendadas estão o Henn Na Hotel, em que o check-in é automatizado e o serviço é realizado por robôs, o trem autônomo da linha Yurikamome, com vista panorâmica da baía, e o museu interativo teamLab Planets, que oferece salas imersivas de luz e cor que reagem ao movimento dos visitantes.

Em terceiro lugar, o polo San José−São Francisco, nos Estados Unidos, conhecido como Vale do Silício, concentra a maior quantidade de capital de risco do planeta, gerando 7% de todos os negócios globais e atraindo empreendedores de diversas áreas.

O empresário Ritesh Patel, fundador da Ticket Fairy, afirma que a cidade vive um renascimento tecnológico impulsionado pela inteligência artificial. "Você conversa em um jantar sobre o desafio da sua start-up, e alguém já conhece a pessoa certa para ajudar", diz. Para ele, é possível testar tecnologias que o resto do mundo só conhecerá meses depois — como os carros autônomos Waymo, amplamente usados na região.

A quarta posição pertence a Pequim, que lidera em número de publicações científicas e se destaca por combinar alta tecnologia e tradição. A futurista Elle Farrell-Kingsley descreve a cidade como um ambiente em que inovação, cultura e qualidade de vida coexistem. Aplicativos como Alipay e WeChat concentram pagamentos, tradução e entrega de alimentos. Ela cita o robotáxi Apollo, da Baidu, como símbolo dessa modernidade: "É um carro sem volante e completamente seguro."

Em quinto lugar, Seul, na Coreia do Sul, responde por 5,4% dos pedidos de patentes globais e é líder asiática em investimentos de capital de risco. O morador Chris Oberman afirma que a busca pela inovação vem da escassez de recursos naturais: "Há um impulso coletivo para crescer e não ficar para trás."

Na capital sul-coreana, portas digitais, pagamentos sem dinheiro e lojas automatizadas abertas 24 horas fazem parte da rotina. O rio Cheongyecheon, no centro, é exemplo do planejamento sustentável: mistura natureza, transporte autônomo e design urbano inteligente.

Entre as cidades latino-americanas, São Paulo aparece em quadragésimo nono lugar, e Cidade do México, pela primeira vez no ranking, em septuagésimo nono. Ambas representam o esforço da região em acompanhar o avanço tecnológico global, reforçando a presença latino-americana entre os cem principais polos de inovação do mundo, segundo o relatório da OMPI.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx2prv3pm8no.adaptado.
O texto evidencia que o avanço tecnológico nas cidades mais inovadoras do mundo não é apenas um fenômeno técnico, mas também uma experiência vivida pelos cidadãos. As descrições de moradores como Jamie River, Dana Yao e Ritesh Patel revelam que o contato direto com a tecnologia redefine a forma de perceber o espaço urbano, o trabalho e as relações sociais, aproximando o cotidiano daquilo que antes era considerado futurista.

De acordo com o texto, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3803561 Português
Sabemos, entretanto, que a escola pública está longe de atender essas finalidades. O poder público não tem cumprido suas responsabilidades na manutenção do ensino obrigatório e gratuito. Faltam uma política nacional de administração e gestão do ensino, os recursos financeiros são insuficientes e mal empregados, as escolas funcionam precariamente por falta de recursos materiais e didáticos, [...] e cerca de 50% das crianças matriculadas na 1ª série repetem ou deixam a escola antes de iniciar a 2ª.”( Trecho adaptado de Libâneo (2013))

Tomando como base nas ideias apresentadas por Libâneo, infere-se que:
Alternativas
Q3803559 Português
Leia o texto a seguir:
Em reunião sobre qualidade do atendimento, o diretor afirmou: ‘‘Se o número de reclamações diminui, isso prova que os clientes estão mais satisfeitos. Nos últimos meses, registramos menos queixas formais no canal de ouvidoria, portanto nossa estratégia de melhoria foi bem-sucedida.”
Em conformidade com o texto, a conclusão do diretor é logicamente questionável porque: 
Alternativas
Q3803546 Português
Leia o pensamento de Fernando Pessoa: “O próprio viver é morrer, porque não temos um dia a mais na nossa vida que não tenhamos, nisso, um dia a menos nela.”
No trecho acima, o autor estabelece uma relação de equivalência conceitual entre “viver” e “morrer”, aproximando ideias opostas para produzir efeito reflexivo e enfatizar a contradição inerente à existência. A figura de linguagem predominante no trecho destacado é: 
Alternativas
Q3803545 Português
O trecho da canção “Gente Humilde” de Chico Buarque descreve uma cena cotidiana marcada pela simplicidade e pela sensibilidade social:

“São casas simples com cadeiras na calçada
E na fachada escrito em cima que é um lar
Pela varanda, flores tristes e baldias
Como a alegria que não tem onde encostar

E aí me dá uma tristeza no meu peito
Feito um despeito de eu não ter como lutar
E eu que não creio, peço a Deus por minha gente
É gente humilde, que vontade de chorar”

Considerando o uso da descrição como recurso expressivo, assinale a alternativa que interpreta a relação entre o cenário apresentado e as experiências da vida cotidiana retratada. 
Alternativas
Q3803543 Português
No estudo dos mecanismos argumentativos presentes nos textos dissertativos, há um tipo de raciocínio que se organiza a partir de duas premissas que, ao serem postas, conduzem obrigatoriamente a uma conclusão. Essa forma de encadeamento lógico, muito utilizada para demonstrar relações entre ideias e garantir a validade do argumento, é frequentemente explorada em análises de coerência e progressão textual. O recurso argumentativo descrito é denominado:
Alternativas
Q3803542 Português
Leia o trecho da canção ‘‘Som de Preto’’ de Amilcka e Chocolate

É som de preto,
De favelado, Mas quando toca
Ninguém fica parado (tá ligado)

Assinale a alternativa que interpreta de modo mais profundo e coerente a articulação entre a estética da informalidade e a denúncia social expressa nesses versos. 
Alternativas
Q3803540 Português
O conceito de dignidade da pessoa humana formulado pelo jurista Ingo W. Sarlet é problematizado. A tese acolhida é a de que o direito se interessou pelo conceito para formatar o futuro e trabalhar as possibilidades do presente. Isso identificou a necessidade de que o conceito deva atender, além do marco tradicional – ligação com os direitos e deveres fundamentais –, a um itinerário de que seja a voz que aumenta a capacidade de indignação quando o homem é confrontado com a violação dos direitos humanos e fundamentais, com a injustiça e com as opressões.
ESTEVES, Alan da Silva; MOLINARO, Carlos Alberto. A dignidade da pessoa humana na visão de ingo w. sarlet: desde a problematização do conceito até o pensar fora do marco jurídico estabelecido, 2018.

A relação lógico-semântica predominante no trecho é embasada na: 
Alternativas
Q3803466 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como é viver nas cidades com tecnologia mais avançada do mundo

A inteligência artificial (IA), os carros autônomos e as fontes de energia verde deixam de ser exceções para se tornarem o padrão em escala global. A inovação avança em ritmo sem precedentes, e novas invenções, registradas em patentes, surgem continuamente em países e cidades de todos os continentes. Ainda assim, alguns centros urbanos se destacam por promoverem um progresso mais intenso e integrado.

O Índice de Inovação Global 2025 (GII, na sigla em inglês), publicado anualmente pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), identifica os principais polos e países inovadores com base em critérios como investimento, desenvolvimento tecnológico, adoção de inovações e impacto socioeconômico. Segundo o relatório, os cem maiores polos de inovação do planeta — que vão de São Francisco, nos Estados Unidos, até Shenzhen, na China — respondem juntos por mais de 70% do capital de risco e das patentes mundiais.

Para compreender como a tecnologia influencia a vida cotidiana, a BBC conversou com moradores dos cinco principais polos de inovação do mundo, explorando de que forma esses ambientes transformam o cotidiano de quem vive neles e oferecem aos visitantes experiências futurísticas antes mesmo que elas cheguem a outras regiões. 

O polo formado por Shenzhen, Hong Kong e Guangzhou, no sul da China, ocupa o primeiro lugar no ranking. Em 2025, a China aparece pela primeira vez entre os dez primeiros países mais inovadores, resultado do aumento de patentes, do avanço científico e do investimento em capital de risco. Nessa região, a inovação é parte inseparável da vida diária.

O britânico Jamie River, residente em Hong Kong há três anos, relata que é possível visitar mercados de rua e encontrar vendedores aceitando pagamentos via QR code ao lado de placas com preços escritos à mão. Pequenos lojistas usam vários aplicativos para gerenciar pedidos de entrega. "A combinação do novo com o antigo cria uma energia peculiar. Ninguém tem medo de testar coisas novas", comenta.

O cartão Octopus, lançado em 1997 para o transporte público, transformou-se em ferramenta de pagamento para compras cotidianas, de máquinas automáticas a parquímetros. River recomenda aos visitantes o passeio de barca Star Ferry à noite, quando ocorre o espetáculo Sinfonia das Luzes, que sincroniza música, lasers e telas de LED em quarenta e três edifícios. Outro ponto de visita é a antiga delegacia PMQ, hoje ocupada por escritórios, lojas e cafés, onde convivem ateliês de caligrafia tradicional e oficinas de impressão 3D.

Sede de gigantes como Huawei e Tencent, Shenzhen evoluiu de uma vila de pescadores para um centro global de tecnologia. A cidade foi escolhida em 1980 como a primeira Zona Econômica Especial da China, recebendo incentivos para impulsionar a inovação. Desde 2008, quando foi nomeada Cidade Criativa da Unesco, passou a abrigar espaços como o Laboratório Aberto de Inovação e o OCT Loft, que oferecem infraestrutura tecnológica acessível.

O morador Leon Huang destaca que esses locais reúnem estudantes, profissionais e entusiastas em um ambiente colaborativo e inclusivo. Entre as atrações, estão os espetáculos de drones na Baía do Parque de Talentos, que chegaram a reunir doze mil aparelhos, estabelecendo recorde mundial.

Em segundo lugar está o polo Tóquio−Yokohama, no Japão, responsável por mais de 10% das patentes internacionais. Para a moradora Dana Yao, o avanço tecnológico japonês é discreto, prático e profundamente humano. Sensores de IA em lojas de conveniência, cartões integrados de transporte e máquinas automáticas são parte do cotidiano.

Entre as experiências recomendadas estão o Henn Na Hotel, em que o check-in é automatizado e o serviço é realizado por robôs, o trem autônomo da linha Yurikamome, com vista panorâmica da baía, e o museu interativo teamLab Planets, que oferece salas imersivas de luz e cor que reagem ao movimento dos visitantes.

Em terceiro lugar, o polo San José−São Francisco, nos Estados Unidos, conhecido como Vale do Silício, concentra a maior quantidade de capital de risco do planeta, gerando 7% de todos os negócios globais e atraindo empreendedores de diversas áreas.

O empresário Ritesh Patel, fundador da Ticket Fairy, afirma que a cidade vive um renascimento tecnológico impulsionado pela inteligência artificial. "Você conversa em um jantar sobre o desafio da sua start-up, e alguém já conhece a pessoa certa para ajudar", diz. Para ele, é possível testar tecnologias que o resto do mundo só conhecerá meses depois — como os carros autônomos Waymo, amplamente usados na região.

A quarta posição pertence a Pequim, que lidera em número de publicações científicas e se destaca por combinar alta tecnologia e tradição. A futurista Elle Farrell-Kingsley descreve a cidade como um ambiente em que inovação, cultura e qualidade de vida coexistem. Aplicativos como Alipay e WeChat concentram pagamentos, tradução e entrega de alimentos. Ela cita o robotáxi Apollo, da Baidu, como símbolo dessa modernidade: "É um carro sem volante e completamente seguro."

Em quinto lugar, Seul, na Coreia do Sul, responde por 5,4% dos pedidos de patentes globais e é líder asiática em investimentos de capital de risco. O morador Chris Oberman afirma que a busca pela inovação vem da escassez de recursos naturais: "Há um impulso coletivo para crescer e não ficar para trás."

Na capital sul-coreana, portas digitais, pagamentos sem dinheiro e lojas automatizadas abertas 24 horas fazem parte da rotina. O rio Cheongyecheon, no centro, é exemplo do planejamento sustentável: mistura natureza, transporte autônomo e design urbano inteligente.

Entre as cidades latino-americanas, São Paulo aparece em quadragésimo nono lugar, e Cidade do México, pela primeira vez no ranking, em septuagésimo nono. Ambas representam o esforço da região em acompanhar o avanço tecnológico global, reforçando a presença latino-americana entre os cem principais polos de inovação do mundo, segundo o relatório da OMPI.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx2prv3pm8no.adaptado.
O texto aborda a transformação das grandes cidades em polos de inovação e tecnologia, destacando como o avanço científico e a automação se entrelaçam com os aspectos sociais, econômicos e culturais.

De acordo com o texto, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Respostas
13081: C
13082: A
13083: D
13084: B
13085: C
13086: B
13087: A
13088: B
13089: A
13090: A
13091: B
13092: A
13093: A
13094: B
13095: D
13096: D
13097: D
13098: B
13099: A
13100: D