Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q4194835 Português

Leia o texto e responda a questão.

À medida que vencemos a covid-19, com diminuição dos números da doença em todo o Brasil, cresce a flexibilização das restrições trazidas pela pandemia, o que aumenta a circulação de outros vírus respiratórios, como a influenza.


Com a possiblidade de circulação dos dois vírus, influenza e covid-19, é hora de ter atenção redobrada com as pessoas mais vulneráveis a essas doenças. A vacina vai reduzir a carga da doença, prevenindo hospitalizações, mortes e consultas ambulatoriais, além de reduzir sobrecarga sobre os serviços de saúde.

Já a vacinação contra o sarampo permitirá interromper a circulação do vírus no país, minimizando a carga da doença e protegendo a população, em especial as nossas crianças, que são mais vulneráveis, e os trabalhadores da saúde, considerando o risco de adoecimento e maior exposição ao vírus.


Disponível em https://www.gov.br/saude/pt-br/campanhas-dasaude/2022/vacinacao-contra-gripe-e-sarampo/a-importancia-da-vacina

Qual o sinônimo de “vulneráveis”?
Alternativas
Q4194834 Português

Leia o texto e responda a questão.

À medida que vencemos a covid-19, com diminuição dos números da doença em todo o Brasil, cresce a flexibilização das restrições trazidas pela pandemia, o que aumenta a circulação de outros vírus respiratórios, como a influenza.


Com a possiblidade de circulação dos dois vírus, influenza e covid-19, é hora de ter atenção redobrada com as pessoas mais vulneráveis a essas doenças. A vacina vai reduzir a carga da doença, prevenindo hospitalizações, mortes e consultas ambulatoriais, além de reduzir sobrecarga sobre os serviços de saúde.

Já a vacinação contra o sarampo permitirá interromper a circulação do vírus no país, minimizando a carga da doença e protegendo a população, em especial as nossas crianças, que são mais vulneráveis, e os trabalhadores da saúde, considerando o risco de adoecimento e maior exposição ao vírus.


Disponível em https://www.gov.br/saude/pt-br/campanhas-dasaude/2022/vacinacao-contra-gripe-e-sarampo/a-importancia-da-vacina

Qual o antônimo de “flexibilização”? 
Alternativas
Q4194779 Português

Leia o texto para responder a questão.


Querido André,

Quando eu nasci minhas duas irmãs e meu irmão já tinham mais de dez anos. Fico achando que é por isso que ninguém aqui em casa tem paciência comigo: todo o mundo já é bem grande há muito tempo, menos eu.

Não sei quantas vezes eu ouvi minhas irmãs dizendo: "A Raquel nasceu de araque. A Raquel nasceu fora de hora. A Raquel nasceu quando a mamãe já não tinha mais condições de ter filho."

Tô sobrando, André. Já nasci sobrando. É ou não é?

Um dia perguntei pra elas: "Por que é que a mamãe não tinha mais condições de ter filho?"

Elas falaram que a minha mãe trabalhava demais, já tava cansada, e que também a gente não tinha dinheiro pra educar direito três filhos, quanto mais quatro.

Fiquei pensando: mas se ela não queria mais filho por que é que eu nasci? Pensei nisso demais, sabe?

E acabei achando que a gente só devia nascer quando a mãe da gente quer ver a gente nascendo. Você não acha, não? Raquel.


Trecho do livro “A bolsa amarela” de Lygia Bojunga. 

Qual o sinônimo da palavra “araque”? 
Alternativas
Q4194778 Português

Leia o texto para responder a questão.


Querido André,

Quando eu nasci minhas duas irmãs e meu irmão já tinham mais de dez anos. Fico achando que é por isso que ninguém aqui em casa tem paciência comigo: todo o mundo já é bem grande há muito tempo, menos eu.

Não sei quantas vezes eu ouvi minhas irmãs dizendo: "A Raquel nasceu de araque. A Raquel nasceu fora de hora. A Raquel nasceu quando a mamãe já não tinha mais condições de ter filho."

Tô sobrando, André. Já nasci sobrando. É ou não é?

Um dia perguntei pra elas: "Por que é que a mamãe não tinha mais condições de ter filho?"

Elas falaram que a minha mãe trabalhava demais, já tava cansada, e que também a gente não tinha dinheiro pra educar direito três filhos, quanto mais quatro.

Fiquei pensando: mas se ela não queria mais filho por que é que eu nasci? Pensei nisso demais, sabe?

E acabei achando que a gente só devia nascer quando a mãe da gente quer ver a gente nascendo. Você não acha, não? Raquel.


Trecho do livro “A bolsa amarela” de Lygia Bojunga. 

Qual o antônimo da palavra “cansada”? 
Alternativas
Q4192789 Português

O robô carregador 


Os dias de arrastar sacolas do mercado acabaram. Pelo menos é o que promete a empresa italiana Piaggio, que criou robôs que te seguem na rua, carregando as compras. Os robôs se chamam Gita e Gitamini. O funcionamento é simples: você coloca suas compras ou objetos dentro deles – o menor comporta até 10 kg, o maior 20 kg –, sai andando e o treco vai atrás.
Ele tem autonomia de 20 km e é esperto o suficiente para desviar de obstáculos (inclusive à noite). Os preços: o menor custa US$ 1.850, e o maior US$ 2.950. Você compraria?


Disponível em #Tech no Instagram

Segundo o texto, é possível afirmar que
Alternativas
Q4192788 Português

O robô carregador 


Os dias de arrastar sacolas do mercado acabaram. Pelo menos é o que promete a empresa italiana Piaggio, que criou robôs que te seguem na rua, carregando as compras. Os robôs se chamam Gita e Gitamini. O funcionamento é simples: você coloca suas compras ou objetos dentro deles – o menor comporta até 10 kg, o maior 20 kg –, sai andando e o treco vai atrás.
Ele tem autonomia de 20 km e é esperto o suficiente para desviar de obstáculos (inclusive à noite). Os preços: o menor custa US$ 1.850, e o maior US$ 2.950. Você compraria?


Disponível em #Tech no Instagram

Qual o sinônimo da palavra “esperto”? 
Alternativas
Q4192787 Português

O robô carregador 


Os dias de arrastar sacolas do mercado acabaram. Pelo menos é o que promete a empresa italiana Piaggio, que criou robôs que te seguem na rua, carregando as compras. Os robôs se chamam Gita e Gitamini. O funcionamento é simples: você coloca suas compras ou objetos dentro deles – o menor comporta até 10 kg, o maior 20 kg –, sai andando e o treco vai atrás.
Ele tem autonomia de 20 km e é esperto o suficiente para desviar de obstáculos (inclusive à noite). Os preços: o menor custa US$ 1.850, e o maior US$ 2.950. Você compraria?


Disponível em #Tech no Instagram

Qual o antônimo da palavra “autonomia”?
Alternativas
Q4191500 Português
Saudade do que não vivemos


Fomos enganados, acredite em mim.

Esses mal-intencionados donos das grandes redes sociais e de impérios tecnológicos nos convenceram que nossas vidas seriam muito melhores se nós todos nos conectássemos.

Todos nós, amigos, parentes, até você e eu, querido leitor, conectados para sempre.

Nos convenceram de que deveríamos empacotar os nossos relacionamentos profissionais e pessoais, nosso lazer, nossos planos, projetos e sonhos dentro de seus conglomerados.

Disseram que, pela primeira vez na história, o ser humano comum como você e eu, teríamos voz e poderíamos expor nossas opiniões para o mundo inteiro ouvir. E com isso, seríamos muito mais felizes.

Tá. Vai nessa.

Depois de uns dez ou quinze anos dessa mudança sociocultural, não me sinto muito mais feliz do que no passado.

Primeiro porque, sempre que eu decido falar nas redes sociais, ninguém me escuta.

Depois, “estar conectado” com o mundo não tem se mostrado ser uma grande vantagem já que, a cada dia que passa me convenço que o mundo precisa muito mais de mim, do meu tempo e do meu dinheiro, do que eu dele.

Não está nada equilibrada essa brincadeira.

Antigamente, meu jovem, éramos desconectados, mas a vida era simples.

Você acordava pela manhã e ia trabalhar.

No Metrô, lia o jornal do dia, com as notícias de ontem.

Uma vez no escritório, encontrava o chefe em sua sala, os clientes na sala de reunião, os colegas de trabalho no café.

Voltava para casa olhando a paisagem.

Beijava a mulher e os filhos, jantavam todos juntos e depois assistiam o jornal e a novela, que eram – pasmem – de graça.

Hoje tudo mudou.

Acordo e, ainda na cama, repasso todas as notícias do dia, da noite, da véspera e o que vai acontecer pelo mundo nas próximas horas.

Nem tiro a cabeça do travesseiro e já levo, garganta abaixo, um direto de direita de informações.

A caminho do trabalho, sem jornal para ler, eu poderia, quem sabe, conversar com o cidadão sentado ao meu lado no ônibus.

Isso, claro, se ele levanta os olhos da tela, num jogo que aparentemente tem como objetivo organizar guloseimas coloridas.

Ao chegar ao escritório, o chefe, os clientes e os colegas de trabalhos estão nos mesmos lugares que estão sempre: no WhatsApp.

Curiosamente, nenhum deles parece utilizar o mesmo sistema de horas que eu.

Mensagens apitam num fluxo interminável, que não respeita qualquer pausa que eu tente dar ao meu analógico cérebro.

No caminho de volta para casa, a paisagem é, de novo, as guloseimas na tela do sujeito ao lado. Num momento de fraqueza, baixo o jogo e me junto ao exército de zumbis que ocupam a mesma condução.

Em casa, mulher e filhos estão cada um no seu canto.

Um deles pergunta no grupo da família, se alguém pediu comida.

É bem provável que quando a pizza chegar, cada um coma no momento e local que melhor lhe convier.

Quem sabe, no próximo sábado, nos encontraremos na sala. 

Cansado, ligo a TV para assistir a um filme.

A TV não é mais de graça.

Numa conta assim, por cima, descubro que com o que gasto em assinaturas de serviços de streaming, poderia ter comprado um cinema pequeno no interior.

Não me levem a mal.

Nem imaginem que não admiro os avanços tecnológicos que vivemos hoje.

Mas tenho saudade, ora.

Saudade de um tempo em que você e eu não estávamos conectados.

Mas já que estamos, se tiver umas vidas aí do joguinho das guloseimas, por favor, me mande, ok?


Disponível em: https://istoe.com.br/saudade-do-que-nao-vivemos/
Assinale a alternativa que apresenta uma reflexão interessante sobre o texto. 
Alternativas
Q4188307 Português
Frases feitas Certas frases, de tão repetidas, viraram uma fórmula pronta para expressar uma ideia. Estão tão assimiladas ao idioma que às vezes, sem querer, pronto: soltamos uma frase feita. Às vezes, elas querem dizer uma coisa bem diferente do que pensamos ao ouvi-las pela primeira vez. Mas até isso mostra a riqueza e a poesia dessas expressões. Alguns exemplos são: 1. “Dar uma colher de chá”, 2. “Conversa mole para boi dormir”, 3. “Dor de cotovelo”, 4. “Minhoca na cabeça”.


Fonte: AZEVEDO, Ricardo. Bazar do folclore: tradição popular. São Paulo: Ática, 2001. (com alterações)
Assinale a alternativa que apresenta o conteúdo retomado pelo pronome “isso”. 
Alternativas
Q4188306 Português
Frases feitas Certas frases, de tão repetidas, viraram uma fórmula pronta para expressar uma ideia. Estão tão assimiladas ao idioma que às vezes, sem querer, pronto: soltamos uma frase feita. Às vezes, elas querem dizer uma coisa bem diferente do que pensamos ao ouvi-las pela primeira vez. Mas até isso mostra a riqueza e a poesia dessas expressões. Alguns exemplos são: 1. “Dar uma colher de chá”, 2. “Conversa mole para boi dormir”, 3. “Dor de cotovelo”, 4. “Minhoca na cabeça”.


Fonte: AZEVEDO, Ricardo. Bazar do folclore: tradição popular. São Paulo: Ática, 2001. (com alterações)
Assinale a alternativa que apresenta análise INCORRETA.
Alternativas
Q4188303 Português
Texto-base para a questão:


Fonte: https://tirasarmandinho.tumblr.com/
Assinale a alternativa INCORRETA em relação ao conteúdo do texto ou ao emprego de elementos linguísticos.
Alternativas
Q4188302 Português
Texto-base para a questão:


Fonte: https://tirasarmandinho.tumblr.com/
A tira pode ser entendida como 
Alternativas
Q4188301 Português
Texto-base para a questão:


Fonte: https://tirasarmandinho.tumblr.com/
 Considerando o conteúdo do texto, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4180207 Português
“Se tratamos o alfabeto como um sistema notacional, vemos que a consciência fonológica não é suficiente para uma criança se alfabetizar: ela precisará compreender o que a escrita nota e como produz notações. Este processo começa na Educação Infantil e, no final dessa etapa, as crianças se beneficiam bastante com brincadeiras com quadrinhas, parlendas, trava-línguas e outros textos da tradição oral, nos quais podem observar, por exemplo, rimas e sílabas repetidas. Também se beneficiam com jogos de consciência fonológica, em que comparam palavras orais ou escritas, a fim de ver quais rimam, quais são maiores, quais “começam parecido”. Não se trata de treinar a consciência fonológica das crianças, artificialmente, mas permitir que brinquem com as palavras”.

https://www.ceale.fae.ufmg.br/glossarioceale/verbetes/conscie ncia-fonologica-na-alfabetizacao)
A consciência fonológica, segundo o texto é: 
Alternativas
Q4180206 Português
A História, mais ou menos

Negócio seguinte. Três reis magrinhos ouviram um plá de que tinha nascido um Guri. Viram o cometa no Oriente e tal e se flagraram que o guri tinha pintado por lá. Os profetas, que não eram de dar cascata, já tinham dicado o troço: em Belém, da Judeia, vai nascer o Salvador, e tá falado. Os três magrinhos se mandaram. Mas deram o maior fora. Em vez de irem direto para Belém, como mandava o catálogo, resolveram dar uma incerta no velho Herodes, em Jerusalém. Pra quê! Chegaram lá de boca aberta e entregaram toda a trama. Perguntaram: onde está o rei que acaba de nascer? Vimos sua estrela no Oriente e viemos adorá-lo. Quer dizer, pegou mal. Muito mal. O velho Herodes, que era oligão, ficou grilado. Que rei era aquele? Ele é que era o dono da praça. Mas comeu em boca e disse: joia. Onde é que esse guri vai se apresentar? Em que canal? Quem é o empresário? Tem baixo elétrico? Quero saber tudo. Os magrinhos disseram que iam flagrar o Guri e na volta dicavam tudo para o coroa.

VERISSIMO, L. F. O nariz e outras crônicas. São Paulo: Ática, 1994.
No texto, há referência ao gênero “catálogo”, remetendo a uma substituição a expressão da palavra presente no imaginário coletivo ‘figurino’. Isso ocorre por que:
Alternativas
Q4180205 Português
A História, mais ou menos

Negócio seguinte. Três reis magrinhos ouviram um plá de que tinha nascido um Guri. Viram o cometa no Oriente e tal e se flagraram que o guri tinha pintado por lá. Os profetas, que não eram de dar cascata, já tinham dicado o troço: em Belém, da Judeia, vai nascer o Salvador, e tá falado. Os três magrinhos se mandaram. Mas deram o maior fora. Em vez de irem direto para Belém, como mandava o catálogo, resolveram dar uma incerta no velho Herodes, em Jerusalém. Pra quê! Chegaram lá de boca aberta e entregaram toda a trama. Perguntaram: onde está o rei que acaba de nascer? Vimos sua estrela no Oriente e viemos adorá-lo. Quer dizer, pegou mal. Muito mal. O velho Herodes, que era oligão, ficou grilado. Que rei era aquele? Ele é que era o dono da praça. Mas comeu em boca e disse: joia. Onde é que esse guri vai se apresentar? Em que canal? Quem é o empresário? Tem baixo elétrico? Quero saber tudo. Os magrinhos disseram que iam flagrar o Guri e na volta dicavam tudo para o coroa.

VERISSIMO, L. F. O nariz e outras crônicas. São Paulo: Ática, 1994.
No trecho: “Vimos sua estrela no Oriente e viemos adorá-lo”, o termo destacado retoma no texto o elemento:
Alternativas
Q4180204 Português
A História, mais ou menos

Negócio seguinte. Três reis magrinhos ouviram um plá de que tinha nascido um Guri. Viram o cometa no Oriente e tal e se flagraram que o guri tinha pintado por lá. Os profetas, que não eram de dar cascata, já tinham dicado o troço: em Belém, da Judeia, vai nascer o Salvador, e tá falado. Os três magrinhos se mandaram. Mas deram o maior fora. Em vez de irem direto para Belém, como mandava o catálogo, resolveram dar uma incerta no velho Herodes, em Jerusalém. Pra quê! Chegaram lá de boca aberta e entregaram toda a trama. Perguntaram: onde está o rei que acaba de nascer? Vimos sua estrela no Oriente e viemos adorá-lo. Quer dizer, pegou mal. Muito mal. O velho Herodes, que era oligão, ficou grilado. Que rei era aquele? Ele é que era o dono da praça. Mas comeu em boca e disse: joia. Onde é que esse guri vai se apresentar? Em que canal? Quem é o empresário? Tem baixo elétrico? Quero saber tudo. Os magrinhos disseram que iam flagrar o Guri e na volta dicavam tudo para o coroa.

VERISSIMO, L. F. O nariz e outras crônicas. São Paulo: Ática, 1994.
A compreensão do texto é possível a partir: 
Alternativas
Q4180203 Português
A História, mais ou menos

Negócio seguinte. Três reis magrinhos ouviram um plá de que tinha nascido um Guri. Viram o cometa no Oriente e tal e se flagraram que o guri tinha pintado por lá. Os profetas, que não eram de dar cascata, já tinham dicado o troço: em Belém, da Judeia, vai nascer o Salvador, e tá falado. Os três magrinhos se mandaram. Mas deram o maior fora. Em vez de irem direto para Belém, como mandava o catálogo, resolveram dar uma incerta no velho Herodes, em Jerusalém. Pra quê! Chegaram lá de boca aberta e entregaram toda a trama. Perguntaram: onde está o rei que acaba de nascer? Vimos sua estrela no Oriente e viemos adorá-lo. Quer dizer, pegou mal. Muito mal. O velho Herodes, que era oligão, ficou grilado. Que rei era aquele? Ele é que era o dono da praça. Mas comeu em boca e disse: joia. Onde é que esse guri vai se apresentar? Em que canal? Quem é o empresário? Tem baixo elétrico? Quero saber tudo. Os magrinhos disseram que iam flagrar o Guri e na volta dicavam tudo para o coroa.

VERISSIMO, L. F. O nariz e outras crônicas. São Paulo: Ática, 1994.
É objetivo do texto:
Alternativas
Q4180202 Português
“Toda atividade social pressupõe a realização de ações de linguagem. Parece ser essencial, por essa razão, que as aulas de língua materna centrem-se, nos diferentes níveis de ensino, nas dinâmicas sociais de interação como formas de desencadear os processos de aprendizagem visados. À luz desse ponto de vista, este texto discute a relevância de se trabalhar com os gêneros do discurso – concebidos como gêneros de atividades interacionais –, a fim de garantir a construção de saberes essenciais para a atuação do sujeito nas diversas práticas de linguagem com as quais vier a se deparar”

(MATÊNCIO, 2008. Disponível em https://www.scielo.br/j/ld/a/BTPxygZzt3QJM5SG4fdsMPd/?for mat=pdf&lang=pt).
Sobre gêneros textuais, tipos textuais e ensino de língua portuguesa são situações passíveis de desenvolvimento em sala de aula, exceto:
Alternativas
Q4180201 Português
“Toda atividade social pressupõe a realização de ações de linguagem. Parece ser essencial, por essa razão, que as aulas de língua materna centrem-se, nos diferentes níveis de ensino, nas dinâmicas sociais de interação como formas de desencadear os processos de aprendizagem visados. À luz desse ponto de vista, este texto discute a relevância de se trabalhar com os gêneros do discurso – concebidos como gêneros de atividades interacionais –, a fim de garantir a construção de saberes essenciais para a atuação do sujeito nas diversas práticas de linguagem com as quais vier a se deparar”

(MATÊNCIO, 2008. Disponível em https://www.scielo.br/j/ld/a/BTPxygZzt3QJM5SG4fdsMPd/?for mat=pdf&lang=pt).
O professor de língua materna, ao organizar suas atividades relaciona: 
Alternativas
Respostas
127521: B
127522: A
127523: D
127524: B
127525: C
127526: B
127527: C
127528: A
127529: A
127530: C
127531: B
127532: C
127533: A
127534: B
127535: A
127536: D
127537: A
127538: C
127539: C
127540: A