Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3814340 Português
Mounjaro emagrece mesmo?


Medicamento emagrecedor, o Mounjaro deve ser lançado no Brasil em agosto e promete ser mais eficiente do que o Ozempic para perda de peso


   “Primo-irmão” do Ozempic (semaglutida), o medicamento Mounjaro virou trend nas redes sociais após celebridades relatarem o uso para o emagrecimento rápido. O professor de Enfermagem do Centro Universitário de Brasília (UniCeub), Danilo Avelar, responde as quatro principais dúvidas sobre o remédio.

Qual é o principal mecanismo de ação do Mounjaro? Emagrece?

   “Ele atua como um análogo do GLP-1 (peptídeo semelhante ao glucagon) e GIP (polipeptídeo insulinotrópico dependente de glicose). Esses hormônios são responsáveis por estimular receptores que aumentam a produção de insulina em resposta à glicose. Além disso, o medicamento retarda o esvaziamento gástrico, prolongando a sensação de saciedade e contribuindo para o controle glicêmico”, explica.

Como o remédio contribui para uma melhor adesão ao tratamento pelos pacientes?

   “O Mounjaro tem administração por via subcutânea, geralmente em uma dose inicial baixa, ajustada conforme a resposta do paciente ao tratamento. Esse regime de administração oferece conveniência e flexibilidade aos pacientes, o que pode melhorar significativamente a adesão ao tratamento”, comenta.

Quais efeitos colaterais comuns e como gerenciar?

   “Os efeitos colaterais mais frequentes incluem distúrbios gastrointestinais, como náuseas, vômitos, diarreia e desconforto abdominal. Além disso, esses sintomas podem ser gerenciados com ajustes na dieta, como aumento na ingestão de fibras e líquidos, além de orientação médica para minimizar o impacto dos efeitos adversos”, respondeu.

Existem precauções específicas?

   “É importante que os pacientes compreendam os potenciais efeitos colaterais do Mounjaro, como distúrbios gastrointestinais e mudanças na pressão arterial. O uso do medicamento deve ter acompanhamento de profissionais de saúde, especialmente no ajuste da dosagem inicial e na monitorização contínua dos efeitos terapêuticos e adversos”, encerrou Danilo Avelar.


ADAPTADO. Guilherme Faber. www. sportlife.com.br/especialista-responde-as-quatro-principais-duvidas-sobremounjaro/?utm_source=Metrópoles. 8 jul. 2024.
Após a formulação das perguntas pela revista eletrônica Spotlife, os respectivos enunciados encontram-se grafados entre aspas. Qual a justificativa para a adoção desse sinal de pontuação no referido contexto discursivo?
Alternativas
Q3814140 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A felicidade é o fim que natureza humana visa. E, a felicidade é uma atividade, pois não está acessível àqueles que passam sua vida adormecidos. Ela não é uma disposição. À felicidade nada falta, ela é completamente auto-suficiente. É uma atividade que não visa a mais nada a não ser a si mesma. O homem feliz, basta a si mesmo.


Aristóteles


https://www.pensador.com/textos_de_grandes_pensadores/



Com base no texto, analise as proposições abaixo e assinale a alternativa que expressa a interpretação mais adequada ao conteúdo e ao sentido global do texto.
Alternativas
Q3813958 Português
Esporte ajuda a formar jovens mais seguros e preparados para o futuro


Por Fernanda Bertin Quinta


Q1_10.png (712×405)

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/noticia/2025/12 – texto adaptado especialmente para esta prova).
Sobre a contribuição da atividade física regular, o texto afirma que:

I. Praticar regularmente atividades físicas favorece, entre outros efeitos, a maneira como o ser humano se sente emocionalmente.
II. Desenvolve a formação de hábitos que permanecem até a vida adulta, incluindo a construção de virtudes.
III. A falta de prática diária de exercícios físicos é responsável pela construção de adultos imaturos.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q3813957 Português
Esporte ajuda a formar jovens mais seguros e preparados para o futuro


Por Fernanda Bertin Quinta


Q1_10.png (712×405)

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/noticia/2025/12 – texto adaptado especialmente para esta prova).
De acordo com o texto, “resiliência” (l. 13) remete à capacidade de
Alternativas
Q3813701 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão. 

Assinale a alternativa que apresenta um sinônimo correto para o termo “amigáveis”, no último quadrinho da tirinha. 
Alternativas
Q3813699 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão. 

Na tirinha acima, há uma quebra de expectativa. Por quê?
Alternativas
Q3813662 Português
Assinale a alternativa em que a palavra “praia” está sendo empregada em seu sentido próprio.
Alternativas
Q3813660 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

O quanto da sua vida é baseado na internet?

    WhatsApp, Instagram, Pinterest. Twitter, para alguns. Facebook virou coisa “de gente velha”. Snapchat ainda existe? Tumblr pra ler, Spotify para ouvir, YouTube para assistir; tantos blogs nessas interwebs que já nem dá pra contar – nunca deu, na verdade.
    Eu sei que parece hipócrita uma crônica num blog, dentro da internet, fazer uma análise sobre como vivemos aqui na web. Mas, ei, é pra isso que estamos aqui! Se não pudermos usar do ciberespaço para criticar o uso do próprio por nós mesmos, qual o ponto?
    Enquanto conversava com um amigo de infância – nos conhecemos desde a sexta série – comentamos sobre como estão alguns de nossos colegas do ensino médio, até que foi mencionado que há muito não via um deles pessoalmente. “A gente acha que ver as pessoas na internet é o suficiente, né?”, disse ele, após rir. Depois que ele foi embora, coloquei-me a pensar nessa frase. Desde a faculdade que estudo sobre internet e suas nuances, então, frases e discussões do tipo sempre ficam martelando na minha cabeça.
    E aí, pensei naquele clichê que já falamos mil vezes e, ainda assim, insistimos em não levar a sério. O quanto da sua vida é baseado no que se vê na internet? O quanto você mostra ou deixa de mostrar nas fotos do Instagram, nos tweets, nos stories? (...)
    E, de novo, parece clichê, parece óbvio, mas por que a gente não se escuta? Por que é tão difícil deixar o celular para ler um bom livro? Apreciar uma ida a uma praça, o tempo com alguém querido ou até mesmo um tempo de ócio consigo mesmo? (...)

VALADARES, Thiarlley. O quanto da sua vida é baseado na internet? Apenas fugindo. Disponível em . https://www.apenasfugindo.com/2020/01/croni
“Eu sei que parece hipócrita uma crônica num blog, dentro da internet, fazer uma análise sobre como vivemos aqui na web.”
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de: 
Alternativas
Q3813659 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

O quanto da sua vida é baseado na internet?

    WhatsApp, Instagram, Pinterest. Twitter, para alguns. Facebook virou coisa “de gente velha”. Snapchat ainda existe? Tumblr pra ler, Spotify para ouvir, YouTube para assistir; tantos blogs nessas interwebs que já nem dá pra contar – nunca deu, na verdade.
    Eu sei que parece hipócrita uma crônica num blog, dentro da internet, fazer uma análise sobre como vivemos aqui na web. Mas, ei, é pra isso que estamos aqui! Se não pudermos usar do ciberespaço para criticar o uso do próprio por nós mesmos, qual o ponto?
    Enquanto conversava com um amigo de infância – nos conhecemos desde a sexta série – comentamos sobre como estão alguns de nossos colegas do ensino médio, até que foi mencionado que há muito não via um deles pessoalmente. “A gente acha que ver as pessoas na internet é o suficiente, né?”, disse ele, após rir. Depois que ele foi embora, coloquei-me a pensar nessa frase. Desde a faculdade que estudo sobre internet e suas nuances, então, frases e discussões do tipo sempre ficam martelando na minha cabeça.
    E aí, pensei naquele clichê que já falamos mil vezes e, ainda assim, insistimos em não levar a sério. O quanto da sua vida é baseado no que se vê na internet? O quanto você mostra ou deixa de mostrar nas fotos do Instagram, nos tweets, nos stories? (...)
    E, de novo, parece clichê, parece óbvio, mas por que a gente não se escuta? Por que é tão difícil deixar o celular para ler um bom livro? Apreciar uma ida a uma praça, o tempo com alguém querido ou até mesmo um tempo de ócio consigo mesmo? (...)

VALADARES, Thiarlley. O quanto da sua vida é baseado na internet? Apenas fugindo. Disponível em . https://www.apenasfugindo.com/2020/01/croni
Em relação ao texto “O quanto da sua vida é baseado na internet?”, é correto afirmar que o autor defende que:
Alternativas
Q3813548 Português
Cansaço no fim de ano


(Disponível em https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/noticia/2025/12 – texto adaptado especialmente para esta prova).
Todos os aspectos abaixo são considerados causas do cansaço a que se refere o texto, EXCETO: 
Alternativas
Q3813541 Português
Cansaço no fim de ano


(Disponível em https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/noticia/2025/12 – texto adaptado especialmente para esta prova).
Qual das seguintes propostas de substituição vocabular mantém o sentido original do texto? 
Alternativas
Q3813540 Português
Cansaço no fim de ano


(Disponível em https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/noticia/2025/12 – texto adaptado especialmente para esta prova).
Em “Outro ponto relevante é o impacto do ritmo circadiano” (l. 19), o termo “circadiano” poderia ser substituído, sem alterar o significado do trecho em que ocorre, por:
Alternativas
Q3813072 Português
Imagem associada para resolução da questão
BECK, Alexandre. Armandinho. Disponível em .
No último quadrinho acima, as formas verbais destacadas em “Você pode levar meu gibi da Mônica! Mas tem que devolver!”, nessa mesma ordem, expressam os sentidos de: 
Alternativas
Q3813068 Português
“A literatura, como toda a arte, é uma confissão de que a vida não basta.” (Fernando Pessoa)

Assinale a alternativa que apresenta a figura de linguagem sob a qual se apresenta a palavra destacada no pensamento acima.
Alternativas
Q3813067 Português
Assinale a alternativa em que a palavra “chão” está sendo empregada em sentido próprio, denotativo.
Alternativas
Q3813066 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.

Dinheiro não traz felicidade

        Será totalmente verdadeiro este dito popular? Será que o dinheiro é de todo ruim e não pode nos proporcionar relativa felicidade? Este é um assunto que tem dois lados da moeda.

        É tudo uma questão de ponto de vista. Não sejamos hipócritas em dizer que o dinheiro não compra uma boa parcela de felicidade. Quem de nós não se sente feliz em poder pagar um bom plano de saúde? Morar com dignidade, ou proporcionar uma boa educação para os filhos?

        Eu poderia citar milhares de felicidades que o dinheiro pode comprar e ainda seria pouco. A questão é qual será a nossa relação com o dinheiro para que ele nos proporcione genuína felicidade. Tudo é uma questão de caráter, sabedoria e preparo de quem o possui – e mais sabedoria ainda para aqueles que não o possuem; aqui a criatividade é fundamental.

        A frase correta deveria ser: “dinheiro não é garantia de felicidade, mas... sem ele também não”.

        É verdade que existem pessoas que se sentem felizes mesmo em extrema pobreza: isso já rendeu até matéria para o Globo Repórter. São pessoas que sentem uma felicidade interior na qual nem elas souberam explicar a razão. Mas, um detalhe ficou evidente: são pessoas dotadas de fé e esperança de dias melhores.

        Uma coisa ninguém pode negar: todo mundo quer ser feliz, com ou sem dinheiro. Nem bem começamos a dar os primeiros passos e já começa a largada sem freio em busca da tal felicidade. 

        Outro dia recebi um e-mail que tratava justamente deste assunto: a busca pela felicidade. E no final arrematava com a seguinte frase: “Não tenhas medo de abrir tuas cortinas e verás flores e borboletas na transparência de um novo dia...”. Lindo, não é mesmo?.. Sim, mas não pude evitar um pensamento naqueles que moram em favelas e becos, que, ao abrirem suas cortinas (se é que têm uma!), verão apenas esgoto a céu aberto, e não flores e borboletas. (...)

GALACCI, Sueli. Dinheiro não traz felicidade. Crônicas & agudas. Disponível em .

“Mas, um detalhe ficou evidente: são pessoas dotadas de fé e esperança de dias melhores.”


A palavra destacada no trecho acima remete ao sentido de algo que:

Alternativas
Q3813064 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.

Dinheiro não traz felicidade

        Será totalmente verdadeiro este dito popular? Será que o dinheiro é de todo ruim e não pode nos proporcionar relativa felicidade? Este é um assunto que tem dois lados da moeda.

        É tudo uma questão de ponto de vista. Não sejamos hipócritas em dizer que o dinheiro não compra uma boa parcela de felicidade. Quem de nós não se sente feliz em poder pagar um bom plano de saúde? Morar com dignidade, ou proporcionar uma boa educação para os filhos?

        Eu poderia citar milhares de felicidades que o dinheiro pode comprar e ainda seria pouco. A questão é qual será a nossa relação com o dinheiro para que ele nos proporcione genuína felicidade. Tudo é uma questão de caráter, sabedoria e preparo de quem o possui – e mais sabedoria ainda para aqueles que não o possuem; aqui a criatividade é fundamental.

        A frase correta deveria ser: “dinheiro não é garantia de felicidade, mas... sem ele também não”.

        É verdade que existem pessoas que se sentem felizes mesmo em extrema pobreza: isso já rendeu até matéria para o Globo Repórter. São pessoas que sentem uma felicidade interior na qual nem elas souberam explicar a razão. Mas, um detalhe ficou evidente: são pessoas dotadas de fé e esperança de dias melhores.

        Uma coisa ninguém pode negar: todo mundo quer ser feliz, com ou sem dinheiro. Nem bem começamos a dar os primeiros passos e já começa a largada sem freio em busca da tal felicidade. 

        Outro dia recebi um e-mail que tratava justamente deste assunto: a busca pela felicidade. E no final arrematava com a seguinte frase: “Não tenhas medo de abrir tuas cortinas e verás flores e borboletas na transparência de um novo dia...”. Lindo, não é mesmo?.. Sim, mas não pude evitar um pensamento naqueles que moram em favelas e becos, que, ao abrirem suas cortinas (se é que têm uma!), verão apenas esgoto a céu aberto, e não flores e borboletas. (...)

GALACCI, Sueli. Dinheiro não traz felicidade. Crônicas & agudas. Disponível em .
A autora do texto “Dinheiro não traz felicidade” defende a ideia de que: 
Alternativas
Q3804144 Português
Imagem associada para resolução da questão

RIBEIRO, Estevão. Tapa. Disponível em <https://mobile.publishnews.com.br/materias/2025/07/04/os-passarinhos-tapa>.


O humor na tirinha acima resulta do(a):
Alternativas
Q3804138 Português
Fim do mundo



         Não se sabe ainda se o mundo acabou realmente no sábado, como fora anunciado. Pode ser que sim, e não seria a primeira vez que isso acontece. A falta de sinais estrondosos e visíveis não é prova bastante da continuação. Muitas vezes o mundo acaba em silêncio, ou fazendo um barulho leve de folha. Tempos depois é que se percebe, mas já estamos vivendo em outro mundo, com sua estrutura e seus regulamentos próprios, e ninguém leva lenço aos olhos pelo falecido.

        O mundo primitivo dos répteis, o mundo neolítico, o egípcio, o persa, o grego, o romano, o maia... todos esses acabaram, e muitos outros ainda. A história é cemitério de mundos, notando-se que uns tantos acabaram de morte tão acabada que nem sequer figuram lá com uma tabuleta; não se sabe que fim levaram as cinzas. (...)

        Nem todas as concepções de fim material do mundo terão a magnificência desta que liga a desintegração da Terra ao choque com a cabeleira luminosa de um astro. Concepção antiquada, concordo. Admitia a liquidação do nosso planeta como uma tragédia cósmica que o homem não tinha poder de evitar. Hoje, o excitante é imaginar a possibilidade dessa destruição por obra e graça do homem. A Terra e os cometas devem ter medo de nós.


ANDRADE, Carlos Drummond de. Fim do mundo. Crônica brasileira. Disponível em
<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/17491/ fim-do-mundo>.

“Não se sabe ainda se o mundo acabou realmente no sábado, como fora anunciado. Pode ser que sim, e não seria a primeira vez que isso acontece.”


A expressão destacada no trecho acima deixa clara a ideia de que o fim do mundo:

Alternativas
Q3804137 Português
Fim do mundo



         Não se sabe ainda se o mundo acabou realmente no sábado, como fora anunciado. Pode ser que sim, e não seria a primeira vez que isso acontece. A falta de sinais estrondosos e visíveis não é prova bastante da continuação. Muitas vezes o mundo acaba em silêncio, ou fazendo um barulho leve de folha. Tempos depois é que se percebe, mas já estamos vivendo em outro mundo, com sua estrutura e seus regulamentos próprios, e ninguém leva lenço aos olhos pelo falecido.

        O mundo primitivo dos répteis, o mundo neolítico, o egípcio, o persa, o grego, o romano, o maia... todos esses acabaram, e muitos outros ainda. A história é cemitério de mundos, notando-se que uns tantos acabaram de morte tão acabada que nem sequer figuram lá com uma tabuleta; não se sabe que fim levaram as cinzas. (...)

        Nem todas as concepções de fim material do mundo terão a magnificência desta que liga a desintegração da Terra ao choque com a cabeleira luminosa de um astro. Concepção antiquada, concordo. Admitia a liquidação do nosso planeta como uma tragédia cósmica que o homem não tinha poder de evitar. Hoje, o excitante é imaginar a possibilidade dessa destruição por obra e graça do homem. A Terra e os cometas devem ter medo de nós.


ANDRADE, Carlos Drummond de. Fim do mundo. Crônica brasileira. Disponível em
<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/17491/ fim-do-mundo>.
“A falta de sinais estrondosos e visíveis não é prova bastante da continuação.”
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
Alternativas
Respostas
9681: B
9682: E
9683: C
9684: D
9685: D
9686: C
9687: B
9688: E
9689: A
9690: C
9691: D
9692: B
9693: C
9694: C
9695: B
9696: D
9697: A
9698: B
9699: C
9700: B