Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3802637 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Ovo de dinossauro de 70 milhões de anos é achado intacto na Patagônia


No dia 7 de outubro de 2025, na estepe da Patagônia argentina, ocorreu um episódio memorável, que poderia ser descrito como um dos mais espetaculares da paleontologia moderna — não apenas pela raridade da descoberta, mas porque foi transmitido ao vivo, para milhares de espectadores do YouTube.


Um dos pesquisadores da escavação no sítio de Rio Negro contou: "Encontramos um pequeno ninho. Estávamos caminhando com nosso companheiro e pensamos: 'Será que isso [o ovo] é de uma ema?' E quando começamos a desenterrá-lo, descobrimos que estava cheio de terra. Isso é absolutamente insano".


No vídeo da chamada Expedición Cretácica I — que viralizou imediatamente nas redes sociais — o líder da pesquisa, Federico Agnolín, identificou a descoberta como um ovo de dinossauro. Como o local é conhecido por descobertas fósseis de dinossauros carnívoros, é possível que o ovo pertença a um terópode.


A descoberta chamou a atenção pela sua raridade: ovos de dinossauros carnívoros são muito mais difíceis de encontrar e conservar do que os de herbívoros, porque suas cascas tendem a ser mais finas e mais vulneráveis à erosão. Não por acaso, as aves, herdeiras evolutivas dos terópodes, possuem esse mesmo padrão de casca.


O estado de preservação, considerado pelos paleontólogos do Conicet (Instituto Nacional de Ciências Naturais, da Argentina) como "quase perfeito" ou "intacto", é notável para um fóssil de cerca de 70 milhões de anos, e permite muitas oportunidades para estudo microanatômico, principalmente se contiver um embrião.


O "ovo bem preservado", com uma ornamentação típica de um grupo de dinossauro visível na superfície da casca, foi exibido via streaming ao público conectado. O momento conseguiu unir emoção da descoberta à divulgação científica, o que é um dos compromissos do Conicet na campanha.


Sobre a possível existência de um embrião, Muñoz mostrou cautela ao abordar o assunto: "Um embrião é um organismo muito delicado e sua preservação é complexa. Embora o ovo tenha se preservado completo, não sabemos se havia um embrião que morreu, ou se era um ovo não fertilizado", disse.


O próximo passo da expedição será submeter o fóssil a microtomografias e tomografias computadorizadas de alta resolução para revelar seu interior sem danificar a estrutura. Se confirmada sua existência, um embrião fossilizado poderia esclarecer algumas questões fundamentais sobre a biologia reprodutiva dos terópodes.


Os pesquisadores esperam identificar o grupo específico ao qual o ovo pertence, compreender o desenvolvimento embrionário e o estágio de eclosão, além de revelar aspectos da evolução de dinossauros para aves — lacunas cruciais na história evolutiva desses animais.


Muñoz destacou as possibilidades científicas de um possível embrião na entrevista à National Geographic: "Pode acontecer que vejamos uma linhagem que ainda não conhecemos, ou que entendamos que tipo de ovo alguns dos dinossauros comuns dessa época punham, perto do final da era dos dinossauros na Patagônia argentina".



https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/ovo-de-dinossauro-de-70-milho es-de-anos-e-achado-intacto-na-patagonia/

O texto enfatiza que ovos de dinossauros carnívoros são achados muito mais raros do que os de herbívoros. Esse fato está relacionado:
Alternativas
Q3802540 Português
Observe o enunciado abaixo e assinale a alternativa que apresenta o termo que preenche corretamente a lacuna:
No que diz respeito à participação na construção do conhecimento, é imprescindível considerar o __________ discente e docente, favorecendo as suas participações ativas.
Alternativas
Q3802497 Português

O bullying é uma prática devastadora que, segundo dados da Unesco, no documento Violência escolar e bullying: relatório sobre a situação mundial (UNESCO, 2019), constitui-se como "[...] o tipo de violência mais comum nas escolas." As consequências dessa prática são graves e abrangem desde a baixa autoestima, queda no desempenho escolar e medo de frequentar a escola, até evasão escolar, depressão, automutilação, ideação suicida e suicídio. Além das vítimas diretas, o ambiente escolar também é afetado, pois a presença da violência e do clima de insegurança provoca mal-estar coletivo. Foi o caso do suicídio de três adolescentes na Noruega, na década de 1970, que motivou os estudos pioneiros do professor Dan Olweus sobre o fenômeno. Em 2011, o psiquiatra Timothy Brewerton, em entrevista à Folha de São Paulo, analisou os ataques em escolas, como os da Escola de Columbine (1999) e da Universidade Estadual da Virgínia (2007), nos Estados Unidos, e os casos brasileiros da Escola Municipal Tasso da Silveira (2011) e da Escola Estadual Professor Raul Brasil (2019), entre outros. Segundo Brewerton, tais episódios têm origem multifatorial, envolvendo aspectos biológicos, familiares, sociais e culturais, sendo o bullying um denominador comum.


Fonte: Faria, D. F.; Fernandes, C. H.; da Silveira Nunes, S. (06 de abril de 2023). Violência escolar e bullying: Redação. Universidade Federal de Alfenas − UNIFAL-MG.



De acordo com o texto, é possível AFIRMAR que:

Alternativas
Q3802489 Português

O diálogo é uma ferramenta eficiente, econômica e construtiva para que as organizações e escolas, superem obstáculos, inclusive na mediação de conflitos, promovam ações colaborativas entre as pessoas e, sobretudo, resolvam conflitos de forma simples e efetiva. Ele é essencial para a transformação das relações humanas e para o desenvolvimento da sociedade. A construção de um bom diálogo é, portanto, a principal estratégia para lidar com os conflitos.


Fonte: Diálogos e Mediação de Conflitos nas Escolas - Guia Prático para Educadores. Conselho Nacional do Ministério Público. Brasília, 2014.



Sobre o diálogo, julgue os itens a seguir: 



I. O diálogo é uma troca de entendimentos, e quem o inicia deve buscar o retorno da outra pessoa para certificar-se de que a mensagem foi recebida e compreendida.


II. Somente as palavras fazem parte do diálogo, excluindo-se desse contexto as emoções, expressões faciais, gestos e o tom de voz, que geralmente são irrelevantes diante das palavras.



A partir da análise dos itens, é possível AFIRMAR que: 

Alternativas
Q3802488 Português

A escola é um espaço de diversidade e convivência, no qual se manifestam diferentes tipos de conflitos, especialmente os de relacionamento, em razão da presença de pessoas de distintas idades, origens, etnias, gêneros e condições socioculturais. Todos na escola devem estar preparados para lidar com as diferenças, as tensões da convivência e os desentendimentos cotidianos, que podem, em alguns casos, gerar dissenso e desarmonia. Entretanto, a escola também tem o papel de formar valores e habilidades para a convivência, promovendo o diálogo e o respeito mútuo. Os conflitos, quando bem conduzidos, podem ser práticas saudáveis de desenvolvimento humano, mas, se mal administrados, podem resultar em agressividade, indisciplina, depredação ou atitudes preconceituosas.


Fonte: Diálogos e Mediação de Conflitos nas Escolas − Guia Prático para Educadores. Conselho Nacional do Ministério Público, Brasília, 2014.



Sobre as relações interpessoais no ambiente escolar, assinale a alternativa que destoa do texto.

Alternativas
Q3802468 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Ovo de dinossauro de 70 milhões de anos é achado intacto na Patagônia



No dia 7 de outubro de 2025, na estepe da Patagônia argentina, ocorreu um episódio memorável, que poderia ser descrito como um dos mais espetaculares da paleontologia moderna — não apenas pela raridade da descoberta, mas porque foi transmitido ao vivo, para milhares de espectadores do YouTube.


Um dos pesquisadores da escavação no sítio de Rio Negro contou: "Encontramos um pequeno ninho. Estávamos caminhando com nosso companheiro e pensamos: 'Será que isso [o ovo] é de uma ema?' E quando começamos a desenterrá-lo, descobrimos que estava cheio de terra. Isso é absolutamente insano".


No vídeo da chamada Expedición Cretácica I — que viralizou imediatamente nas redes sociais — o líder da pesquisa, Federico Agnolín, identificou a descoberta como um ovo de dinossauro. Como o local é conhecido por descobertas fósseis de dinossauros carnívoros, é possível que o ovo pertença a um terópode.


A descoberta chamou a atenção pela sua raridade: ovos de dinossauros carnívoros são muito mais difíceis de encontrar e conservar do que os de herbívoros, porque suas cascas tendem a ser mais finas e mais vulneráveis à erosão. Não por acaso, as aves, herdeiras evolutivas dos terópodes, possuem esse mesmo padrão de casca.


O estado de preservação, considerado pelos paleontólogos do Conicet (Instituto Nacional de Ciências Naturais, da Argentina) como "quase perfeito" ou "intacto", é notável para um fóssil de cerca de 70 milhões de anos, e permite muitas oportunidades para estudo microanatômico, principalmente se contiver um embrião.


O "ovo bem preservado", com uma ornamentação típica de um grupo de dinossauro visível na superfície da casca, foi exibido via streaming ao público conectado. O momento conseguiu unir emoção da descoberta à divulgação científica, o que é um dos compromissos do Conicet na campanha.


Sobre a possível existência de um embrião, Muñoz mostrou cautela ao abordar o assunto: "Um embrião é um organismo muito delicado e sua preservação é complexa. Embora o ovo tenha se preservado completo, não sabemos se havia um embrião que morreu, ou se era um ovo não fertilizado", disse.


O próximo passo da expedição será submeter o fóssil a microtomografias e tomografias computadorizadas de alta resolução para revelar seu interior sem danificar a estrutura. Se confirmada sua existência, um embrião fossilizado poderia esclarecer algumas questões fundamentais sobre a biologia reprodutiva dos terópodes.


Os pesquisadores esperam identificar o grupo específico ao qual o ovo pertence, compreender o desenvolvimento embrionário e o estágio de eclosão, além de revelar aspectos da evolução de dinossauros para aves — lacunas cruciais na história evolutiva desses animais.


Muñoz destacou as possibilidades científicas de um possível embrião na entrevista à National Geographic: "Pode acontecer que vejamos uma linhagem que ainda não conhecemos, ou que entendamos que tipo de ovo alguns dos dinossauros comuns dessa época punham, perto do final da era dos dinossauros na Patagônia argentina".



https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/ovo-de-dinossauro-de-70-milho es-de-anos-e-achado-intacto-na-patagonia/

A postura cautelosa de Muñoz diante da hipótese de existência de um embrião mostra uma característica essencial da prática científica. Essa característica é:
Alternativas
Q3802467 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Ovo de dinossauro de 70 milhões de anos é achado intacto na Patagônia



No dia 7 de outubro de 2025, na estepe da Patagônia argentina, ocorreu um episódio memorável, que poderia ser descrito como um dos mais espetaculares da paleontologia moderna — não apenas pela raridade da descoberta, mas porque foi transmitido ao vivo, para milhares de espectadores do YouTube.


Um dos pesquisadores da escavação no sítio de Rio Negro contou: "Encontramos um pequeno ninho. Estávamos caminhando com nosso companheiro e pensamos: 'Será que isso [o ovo] é de uma ema?' E quando começamos a desenterrá-lo, descobrimos que estava cheio de terra. Isso é absolutamente insano".


No vídeo da chamada Expedición Cretácica I — que viralizou imediatamente nas redes sociais — o líder da pesquisa, Federico Agnolín, identificou a descoberta como um ovo de dinossauro. Como o local é conhecido por descobertas fósseis de dinossauros carnívoros, é possível que o ovo pertença a um terópode.


A descoberta chamou a atenção pela sua raridade: ovos de dinossauros carnívoros são muito mais difíceis de encontrar e conservar do que os de herbívoros, porque suas cascas tendem a ser mais finas e mais vulneráveis à erosão. Não por acaso, as aves, herdeiras evolutivas dos terópodes, possuem esse mesmo padrão de casca.


O estado de preservação, considerado pelos paleontólogos do Conicet (Instituto Nacional de Ciências Naturais, da Argentina) como "quase perfeito" ou "intacto", é notável para um fóssil de cerca de 70 milhões de anos, e permite muitas oportunidades para estudo microanatômico, principalmente se contiver um embrião.


O "ovo bem preservado", com uma ornamentação típica de um grupo de dinossauro visível na superfície da casca, foi exibido via streaming ao público conectado. O momento conseguiu unir emoção da descoberta à divulgação científica, o que é um dos compromissos do Conicet na campanha.


Sobre a possível existência de um embrião, Muñoz mostrou cautela ao abordar o assunto: "Um embrião é um organismo muito delicado e sua preservação é complexa. Embora o ovo tenha se preservado completo, não sabemos se havia um embrião que morreu, ou se era um ovo não fertilizado", disse.


O próximo passo da expedição será submeter o fóssil a microtomografias e tomografias computadorizadas de alta resolução para revelar seu interior sem danificar a estrutura. Se confirmada sua existência, um embrião fossilizado poderia esclarecer algumas questões fundamentais sobre a biologia reprodutiva dos terópodes.


Os pesquisadores esperam identificar o grupo específico ao qual o ovo pertence, compreender o desenvolvimento embrionário e o estágio de eclosão, além de revelar aspectos da evolução de dinossauros para aves — lacunas cruciais na história evolutiva desses animais.


Muñoz destacou as possibilidades científicas de um possível embrião na entrevista à National Geographic: "Pode acontecer que vejamos uma linhagem que ainda não conhecemos, ou que entendamos que tipo de ovo alguns dos dinossauros comuns dessa época punham, perto do final da era dos dinossauros na Patagônia argentina".



https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/ovo-de-dinossauro-de-70-milho es-de-anos-e-achado-intacto-na-patagonia/

A reação dos pesquisadores ao encontrar o ovo revela um aspecto humano do fazer científico, frequentemente ausente em descrições técnicas. Essa reação evidencia:
Alternativas
Q3802466 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Ovo de dinossauro de 70 milhões de anos é achado intacto na Patagônia



No dia 7 de outubro de 2025, na estepe da Patagônia argentina, ocorreu um episódio memorável, que poderia ser descrito como um dos mais espetaculares da paleontologia moderna — não apenas pela raridade da descoberta, mas porque foi transmitido ao vivo, para milhares de espectadores do YouTube.


Um dos pesquisadores da escavação no sítio de Rio Negro contou: "Encontramos um pequeno ninho. Estávamos caminhando com nosso companheiro e pensamos: 'Será que isso [o ovo] é de uma ema?' E quando começamos a desenterrá-lo, descobrimos que estava cheio de terra. Isso é absolutamente insano".


No vídeo da chamada Expedición Cretácica I — que viralizou imediatamente nas redes sociais — o líder da pesquisa, Federico Agnolín, identificou a descoberta como um ovo de dinossauro. Como o local é conhecido por descobertas fósseis de dinossauros carnívoros, é possível que o ovo pertença a um terópode.


A descoberta chamou a atenção pela sua raridade: ovos de dinossauros carnívoros são muito mais difíceis de encontrar e conservar do que os de herbívoros, porque suas cascas tendem a ser mais finas e mais vulneráveis à erosão. Não por acaso, as aves, herdeiras evolutivas dos terópodes, possuem esse mesmo padrão de casca.


O estado de preservação, considerado pelos paleontólogos do Conicet (Instituto Nacional de Ciências Naturais, da Argentina) como "quase perfeito" ou "intacto", é notável para um fóssil de cerca de 70 milhões de anos, e permite muitas oportunidades para estudo microanatômico, principalmente se contiver um embrião.


O "ovo bem preservado", com uma ornamentação típica de um grupo de dinossauro visível na superfície da casca, foi exibido via streaming ao público conectado. O momento conseguiu unir emoção da descoberta à divulgação científica, o que é um dos compromissos do Conicet na campanha.


Sobre a possível existência de um embrião, Muñoz mostrou cautela ao abordar o assunto: "Um embrião é um organismo muito delicado e sua preservação é complexa. Embora o ovo tenha se preservado completo, não sabemos se havia um embrião que morreu, ou se era um ovo não fertilizado", disse.


O próximo passo da expedição será submeter o fóssil a microtomografias e tomografias computadorizadas de alta resolução para revelar seu interior sem danificar a estrutura. Se confirmada sua existência, um embrião fossilizado poderia esclarecer algumas questões fundamentais sobre a biologia reprodutiva dos terópodes.


Os pesquisadores esperam identificar o grupo específico ao qual o ovo pertence, compreender o desenvolvimento embrionário e o estágio de eclosão, além de revelar aspectos da evolução de dinossauros para aves — lacunas cruciais na história evolutiva desses animais.


Muñoz destacou as possibilidades científicas de um possível embrião na entrevista à National Geographic: "Pode acontecer que vejamos uma linhagem que ainda não conhecemos, ou que entendamos que tipo de ovo alguns dos dinossauros comuns dessa época punham, perto do final da era dos dinossauros na Patagônia argentina".



https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/ovo-de-dinossauro-de-70-milho es-de-anos-e-achado-intacto-na-patagonia/

Ao final, o texto destaca o potencial científico da descoberta para a compreensão da história evolutiva. Esse potencial está associado principalmente a: 
Alternativas
Q3802465 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Ovo de dinossauro de 70 milhões de anos é achado intacto na Patagônia



No dia 7 de outubro de 2025, na estepe da Patagônia argentina, ocorreu um episódio memorável, que poderia ser descrito como um dos mais espetaculares da paleontologia moderna — não apenas pela raridade da descoberta, mas porque foi transmitido ao vivo, para milhares de espectadores do YouTube.


Um dos pesquisadores da escavação no sítio de Rio Negro contou: "Encontramos um pequeno ninho. Estávamos caminhando com nosso companheiro e pensamos: 'Será que isso [o ovo] é de uma ema?' E quando começamos a desenterrá-lo, descobrimos que estava cheio de terra. Isso é absolutamente insano".


No vídeo da chamada Expedición Cretácica I — que viralizou imediatamente nas redes sociais — o líder da pesquisa, Federico Agnolín, identificou a descoberta como um ovo de dinossauro. Como o local é conhecido por descobertas fósseis de dinossauros carnívoros, é possível que o ovo pertença a um terópode.


A descoberta chamou a atenção pela sua raridade: ovos de dinossauros carnívoros são muito mais difíceis de encontrar e conservar do que os de herbívoros, porque suas cascas tendem a ser mais finas e mais vulneráveis à erosão. Não por acaso, as aves, herdeiras evolutivas dos terópodes, possuem esse mesmo padrão de casca.


O estado de preservação, considerado pelos paleontólogos do Conicet (Instituto Nacional de Ciências Naturais, da Argentina) como "quase perfeito" ou "intacto", é notável para um fóssil de cerca de 70 milhões de anos, e permite muitas oportunidades para estudo microanatômico, principalmente se contiver um embrião.


O "ovo bem preservado", com uma ornamentação típica de um grupo de dinossauro visível na superfície da casca, foi exibido via streaming ao público conectado. O momento conseguiu unir emoção da descoberta à divulgação científica, o que é um dos compromissos do Conicet na campanha.


Sobre a possível existência de um embrião, Muñoz mostrou cautela ao abordar o assunto: "Um embrião é um organismo muito delicado e sua preservação é complexa. Embora o ovo tenha se preservado completo, não sabemos se havia um embrião que morreu, ou se era um ovo não fertilizado", disse.


O próximo passo da expedição será submeter o fóssil a microtomografias e tomografias computadorizadas de alta resolução para revelar seu interior sem danificar a estrutura. Se confirmada sua existência, um embrião fossilizado poderia esclarecer algumas questões fundamentais sobre a biologia reprodutiva dos terópodes.


Os pesquisadores esperam identificar o grupo específico ao qual o ovo pertence, compreender o desenvolvimento embrionário e o estágio de eclosão, além de revelar aspectos da evolução de dinossauros para aves — lacunas cruciais na história evolutiva desses animais.


Muñoz destacou as possibilidades científicas de um possível embrião na entrevista à National Geographic: "Pode acontecer que vejamos uma linhagem que ainda não conhecemos, ou que entendamos que tipo de ovo alguns dos dinossauros comuns dessa época punham, perto do final da era dos dinossauros na Patagônia argentina".



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A menção ao fato de que o ovo pode ser de um dinossauro terópode tem relevância científica porque: 
Alternativas
Q3802464 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Ovo de dinossauro de 70 milhões de anos é achado intacto na Patagônia



No dia 7 de outubro de 2025, na estepe da Patagônia argentina, ocorreu um episódio memorável, que poderia ser descrito como um dos mais espetaculares da paleontologia moderna — não apenas pela raridade da descoberta, mas porque foi transmitido ao vivo, para milhares de espectadores do YouTube.


Um dos pesquisadores da escavação no sítio de Rio Negro contou: "Encontramos um pequeno ninho. Estávamos caminhando com nosso companheiro e pensamos: 'Será que isso [o ovo] é de uma ema?' E quando começamos a desenterrá-lo, descobrimos que estava cheio de terra. Isso é absolutamente insano".


No vídeo da chamada Expedición Cretácica I — que viralizou imediatamente nas redes sociais — o líder da pesquisa, Federico Agnolín, identificou a descoberta como um ovo de dinossauro. Como o local é conhecido por descobertas fósseis de dinossauros carnívoros, é possível que o ovo pertença a um terópode.


A descoberta chamou a atenção pela sua raridade: ovos de dinossauros carnívoros são muito mais difíceis de encontrar e conservar do que os de herbívoros, porque suas cascas tendem a ser mais finas e mais vulneráveis à erosão. Não por acaso, as aves, herdeiras evolutivas dos terópodes, possuem esse mesmo padrão de casca.


O estado de preservação, considerado pelos paleontólogos do Conicet (Instituto Nacional de Ciências Naturais, da Argentina) como "quase perfeito" ou "intacto", é notável para um fóssil de cerca de 70 milhões de anos, e permite muitas oportunidades para estudo microanatômico, principalmente se contiver um embrião.


O "ovo bem preservado", com uma ornamentação típica de um grupo de dinossauro visível na superfície da casca, foi exibido via streaming ao público conectado. O momento conseguiu unir emoção da descoberta à divulgação científica, o que é um dos compromissos do Conicet na campanha.


Sobre a possível existência de um embrião, Muñoz mostrou cautela ao abordar o assunto: "Um embrião é um organismo muito delicado e sua preservação é complexa. Embora o ovo tenha se preservado completo, não sabemos se havia um embrião que morreu, ou se era um ovo não fertilizado", disse.


O próximo passo da expedição será submeter o fóssil a microtomografias e tomografias computadorizadas de alta resolução para revelar seu interior sem danificar a estrutura. Se confirmada sua existência, um embrião fossilizado poderia esclarecer algumas questões fundamentais sobre a biologia reprodutiva dos terópodes.


Os pesquisadores esperam identificar o grupo específico ao qual o ovo pertence, compreender o desenvolvimento embrionário e o estágio de eclosão, além de revelar aspectos da evolução de dinossauros para aves — lacunas cruciais na história evolutiva desses animais.


Muñoz destacou as possibilidades científicas de um possível embrião na entrevista à National Geographic: "Pode acontecer que vejamos uma linhagem que ainda não conhecemos, ou que entendamos que tipo de ovo alguns dos dinossauros comuns dessa época punham, perto do final da era dos dinossauros na Patagônia argentina".



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O texto enfatiza que ovos de dinossauros carnívoros são achados muito mais raros do que os de herbívoros. Esse fato está relacionado:
Alternativas
Q3802463 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Ovo de dinossauro de 70 milhões de anos é achado intacto na Patagônia



No dia 7 de outubro de 2025, na estepe da Patagônia argentina, ocorreu um episódio memorável, que poderia ser descrito como um dos mais espetaculares da paleontologia moderna — não apenas pela raridade da descoberta, mas porque foi transmitido ao vivo, para milhares de espectadores do YouTube.


Um dos pesquisadores da escavação no sítio de Rio Negro contou: "Encontramos um pequeno ninho. Estávamos caminhando com nosso companheiro e pensamos: 'Será que isso [o ovo] é de uma ema?' E quando começamos a desenterrá-lo, descobrimos que estava cheio de terra. Isso é absolutamente insano".


No vídeo da chamada Expedición Cretácica I — que viralizou imediatamente nas redes sociais — o líder da pesquisa, Federico Agnolín, identificou a descoberta como um ovo de dinossauro. Como o local é conhecido por descobertas fósseis de dinossauros carnívoros, é possível que o ovo pertença a um terópode.


A descoberta chamou a atenção pela sua raridade: ovos de dinossauros carnívoros são muito mais difíceis de encontrar e conservar do que os de herbívoros, porque suas cascas tendem a ser mais finas e mais vulneráveis à erosão. Não por acaso, as aves, herdeiras evolutivas dos terópodes, possuem esse mesmo padrão de casca.


O estado de preservação, considerado pelos paleontólogos do Conicet (Instituto Nacional de Ciências Naturais, da Argentina) como "quase perfeito" ou "intacto", é notável para um fóssil de cerca de 70 milhões de anos, e permite muitas oportunidades para estudo microanatômico, principalmente se contiver um embrião.


O "ovo bem preservado", com uma ornamentação típica de um grupo de dinossauro visível na superfície da casca, foi exibido via streaming ao público conectado. O momento conseguiu unir emoção da descoberta à divulgação científica, o que é um dos compromissos do Conicet na campanha.


Sobre a possível existência de um embrião, Muñoz mostrou cautela ao abordar o assunto: "Um embrião é um organismo muito delicado e sua preservação é complexa. Embora o ovo tenha se preservado completo, não sabemos se havia um embrião que morreu, ou se era um ovo não fertilizado", disse.


O próximo passo da expedição será submeter o fóssil a microtomografias e tomografias computadorizadas de alta resolução para revelar seu interior sem danificar a estrutura. Se confirmada sua existência, um embrião fossilizado poderia esclarecer algumas questões fundamentais sobre a biologia reprodutiva dos terópodes.


Os pesquisadores esperam identificar o grupo específico ao qual o ovo pertence, compreender o desenvolvimento embrionário e o estágio de eclosão, além de revelar aspectos da evolução de dinossauros para aves — lacunas cruciais na história evolutiva desses animais.


Muñoz destacou as possibilidades científicas de um possível embrião na entrevista à National Geographic: "Pode acontecer que vejamos uma linhagem que ainda não conhecemos, ou que entendamos que tipo de ovo alguns dos dinossauros comuns dessa época punham, perto do final da era dos dinossauros na Patagônia argentina".



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O estado de preservação do ovo chamou atenção por sua raridade. Essa característica é particularmente relevante porque: 
Alternativas
Q3802462 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Ovo de dinossauro de 70 milhões de anos é achado intacto na Patagônia



No dia 7 de outubro de 2025, na estepe da Patagônia argentina, ocorreu um episódio memorável, que poderia ser descrito como um dos mais espetaculares da paleontologia moderna — não apenas pela raridade da descoberta, mas porque foi transmitido ao vivo, para milhares de espectadores do YouTube.


Um dos pesquisadores da escavação no sítio de Rio Negro contou: "Encontramos um pequeno ninho. Estávamos caminhando com nosso companheiro e pensamos: 'Será que isso [o ovo] é de uma ema?' E quando começamos a desenterrá-lo, descobrimos que estava cheio de terra. Isso é absolutamente insano".


No vídeo da chamada Expedición Cretácica I — que viralizou imediatamente nas redes sociais — o líder da pesquisa, Federico Agnolín, identificou a descoberta como um ovo de dinossauro. Como o local é conhecido por descobertas fósseis de dinossauros carnívoros, é possível que o ovo pertença a um terópode.


A descoberta chamou a atenção pela sua raridade: ovos de dinossauros carnívoros são muito mais difíceis de encontrar e conservar do que os de herbívoros, porque suas cascas tendem a ser mais finas e mais vulneráveis à erosão. Não por acaso, as aves, herdeiras evolutivas dos terópodes, possuem esse mesmo padrão de casca.


O estado de preservação, considerado pelos paleontólogos do Conicet (Instituto Nacional de Ciências Naturais, da Argentina) como "quase perfeito" ou "intacto", é notável para um fóssil de cerca de 70 milhões de anos, e permite muitas oportunidades para estudo microanatômico, principalmente se contiver um embrião.


O "ovo bem preservado", com uma ornamentação típica de um grupo de dinossauro visível na superfície da casca, foi exibido via streaming ao público conectado. O momento conseguiu unir emoção da descoberta à divulgação científica, o que é um dos compromissos do Conicet na campanha.


Sobre a possível existência de um embrião, Muñoz mostrou cautela ao abordar o assunto: "Um embrião é um organismo muito delicado e sua preservação é complexa. Embora o ovo tenha se preservado completo, não sabemos se havia um embrião que morreu, ou se era um ovo não fertilizado", disse.


O próximo passo da expedição será submeter o fóssil a microtomografias e tomografias computadorizadas de alta resolução para revelar seu interior sem danificar a estrutura. Se confirmada sua existência, um embrião fossilizado poderia esclarecer algumas questões fundamentais sobre a biologia reprodutiva dos terópodes.


Os pesquisadores esperam identificar o grupo específico ao qual o ovo pertence, compreender o desenvolvimento embrionário e o estágio de eclosão, além de revelar aspectos da evolução de dinossauros para aves — lacunas cruciais na história evolutiva desses animais.


Muñoz destacou as possibilidades científicas de um possível embrião na entrevista à National Geographic: "Pode acontecer que vejamos uma linhagem que ainda não conhecemos, ou que entendamos que tipo de ovo alguns dos dinossauros comuns dessa época punham, perto do final da era dos dinossauros na Patagônia argentina".



https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/ovo-de-dinossauro-de-70-milho es-de-anos-e-achado-intacto-na-patagonia/

A transmissão ao vivo da descoberta do ovo de dinossauro demonstra uma nova forma de interação entre a ciência e o público. Nesse sentido, o episódio ilustra:
Alternativas
Q3802382 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Fim da Pólio Ainda É Possível, Dizem Autoridades de Saúde, Mesmo com Corte de 30% no Financiamento


A erradicação da poliomielite ainda é possível, apesar das cortes significativas no financiamento da iniciativa, afirmadas pelas autoridades globais de saúde nesta terça-feira (21), ao delinearem como lidarão com o déficit.

O orçamento da Iniciativa Global de Erradicação do Pólio (IGEP), uma parceria que inclui a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Fundação Gates, sofrerá um corte de 30% em 2026 e terá uma lacuna de financiamento de US$ 1,7 bilhão (R$ 9,13 bilhões na cotação atual) até 2029, segundo a organização.

O déficit é, em grande parte, causado por um recuo da ajuda externa dirigida pelos Estados Unidos e outros governos de países ricos doadores.

Em resposta, os parceiros do IGEP dizem que planeiam se concentrar mais na vigilância e na vacinação em áreas onde há alto risco de transmissão da pólio.

A entidade também colaborará mais com outros programas globais de saúde, como as campanhas contra o sarampo, e usará estratégias como a dosagem fracionada, em que apenas um quinto da dose da vacina é usada para aumentar os suprimentos e reduzir os custos, já que estudos científicos demonstraram que isso ainda protege as crianças contra a infecção.

A parceria reduzirá seu trabalho em áreas de baixo risco, a menos que haja surtos, além de se concentrar em eficiências.

"As reduções significativas no financiamento... significam que certas atividades simplesmente não acontecerão", disse Jamal Ahmed, diretor de erradicação da pólio da OMS, em uma coletiva de imprensa nesta terça-feira (21).

A erradicação da doença viral que causa paralisia tem sido um objetivo de saúde global há décadas. Apesar do progresso significativo devido à vacinação em massa desde 1988, acabar com a doença tem um desafio marcado: o primeiro prazo perdido para isso foi em 2000.

Alguns especialistas em doenças infecciosas questionaram se é possível erradicar uma doença que geralmente não causa sintomas ou que dificulta o rastreamento da propagação. Os defensores dizem que seria imprudente parar quando o mundo está tão perto, apesar de desafios como conflitos e hesitações em relação à vacina.

"A erradicação continua sendo viável e é possível", disse Ahmed. "Precisamos que todos continuem comprometidos e garantimos que nenhuma criança fique para trás."


https://forbes.com.br/forbessaude/2025/10/fim-da-polio-ainda-e-possive l-dizem-autoridades-de-saude-mesmo-com-corte-de-30-no-financiamen to/
Mesmo diante de cortes e desafios, a declaração das autoridades sanitárias demonstra um discurso de perseverança. Esse posicionamento indica que:
Alternativas
Q3802381 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Fim da Pólio Ainda É Possível, Dizem Autoridades de Saúde, Mesmo com Corte de 30% no Financiamento


A erradicação da poliomielite ainda é possível, apesar das cortes significativas no financiamento da iniciativa, afirmadas pelas autoridades globais de saúde nesta terça-feira (21), ao delinearem como lidarão com o déficit.

O orçamento da Iniciativa Global de Erradicação do Pólio (IGEP), uma parceria que inclui a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Fundação Gates, sofrerá um corte de 30% em 2026 e terá uma lacuna de financiamento de US$ 1,7 bilhão (R$ 9,13 bilhões na cotação atual) até 2029, segundo a organização.

O déficit é, em grande parte, causado por um recuo da ajuda externa dirigida pelos Estados Unidos e outros governos de países ricos doadores.

Em resposta, os parceiros do IGEP dizem que planeiam se concentrar mais na vigilância e na vacinação em áreas onde há alto risco de transmissão da pólio.

A entidade também colaborará mais com outros programas globais de saúde, como as campanhas contra o sarampo, e usará estratégias como a dosagem fracionada, em que apenas um quinto da dose da vacina é usada para aumentar os suprimentos e reduzir os custos, já que estudos científicos demonstraram que isso ainda protege as crianças contra a infecção.

A parceria reduzirá seu trabalho em áreas de baixo risco, a menos que haja surtos, além de se concentrar em eficiências.

"As reduções significativas no financiamento... significam que certas atividades simplesmente não acontecerão", disse Jamal Ahmed, diretor de erradicação da pólio da OMS, em uma coletiva de imprensa nesta terça-feira (21).

A erradicação da doença viral que causa paralisia tem sido um objetivo de saúde global há décadas. Apesar do progresso significativo devido à vacinação em massa desde 1988, acabar com a doença tem um desafio marcado: o primeiro prazo perdido para isso foi em 2000.

Alguns especialistas em doenças infecciosas questionaram se é possível erradicar uma doença que geralmente não causa sintomas ou que dificulta o rastreamento da propagação. Os defensores dizem que seria imprudente parar quando o mundo está tão perto, apesar de desafios como conflitos e hesitações em relação à vacina.

"A erradicação continua sendo viável e é possível", disse Ahmed. "Precisamos que todos continuem comprometidos e garantimos que nenhuma criança fique para trás."


https://forbes.com.br/forbessaude/2025/10/fim-da-polio-ainda-e-possive l-dizem-autoridades-de-saude-mesmo-com-corte-de-30-no-financiamen to/
A redução do financiamento internacional obriga a Iniciativa Global de Erradicação do Pólio (IGEP) a rever suas estratégias e redefinir prioridades. Diante desse cenário, é possível concluir que a principal resposta do grupo diante da limitação orçamentária será:
Alternativas
Q3802380 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Fim da Pólio Ainda É Possível, Dizem Autoridades de Saúde, Mesmo com Corte de 30% no Financiamento


A erradicação da poliomielite ainda é possível, apesar das cortes significativas no financiamento da iniciativa, afirmadas pelas autoridades globais de saúde nesta terça-feira (21), ao delinearem como lidarão com o déficit.

O orçamento da Iniciativa Global de Erradicação do Pólio (IGEP), uma parceria que inclui a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Fundação Gates, sofrerá um corte de 30% em 2026 e terá uma lacuna de financiamento de US$ 1,7 bilhão (R$ 9,13 bilhões na cotação atual) até 2029, segundo a organização.

O déficit é, em grande parte, causado por um recuo da ajuda externa dirigida pelos Estados Unidos e outros governos de países ricos doadores.

Em resposta, os parceiros do IGEP dizem que planeiam se concentrar mais na vigilância e na vacinação em áreas onde há alto risco de transmissão da pólio.

A entidade também colaborará mais com outros programas globais de saúde, como as campanhas contra o sarampo, e usará estratégias como a dosagem fracionada, em que apenas um quinto da dose da vacina é usada para aumentar os suprimentos e reduzir os custos, já que estudos científicos demonstraram que isso ainda protege as crianças contra a infecção.

A parceria reduzirá seu trabalho em áreas de baixo risco, a menos que haja surtos, além de se concentrar em eficiências.

"As reduções significativas no financiamento... significam que certas atividades simplesmente não acontecerão", disse Jamal Ahmed, diretor de erradicação da pólio da OMS, em uma coletiva de imprensa nesta terça-feira (21).

A erradicação da doença viral que causa paralisia tem sido um objetivo de saúde global há décadas. Apesar do progresso significativo devido à vacinação em massa desde 1988, acabar com a doença tem um desafio marcado: o primeiro prazo perdido para isso foi em 2000.

Alguns especialistas em doenças infecciosas questionaram se é possível erradicar uma doença que geralmente não causa sintomas ou que dificulta o rastreamento da propagação. Os defensores dizem que seria imprudente parar quando o mundo está tão perto, apesar de desafios como conflitos e hesitações em relação à vacina.

"A erradicação continua sendo viável e é possível", disse Ahmed. "Precisamos que todos continuem comprometidos e garantimos que nenhuma criança fique para trás."


https://forbes.com.br/forbessaude/2025/10/fim-da-polio-ainda-e-possive l-dizem-autoridades-de-saude-mesmo-com-corte-de-30-no-financiamen to/
 O texto aponta que parte do déficit orçamentário é resultado de fatores externos à própria iniciativa. Tal situação evidencia:
Alternativas
Q3802378 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Fim da Pólio Ainda É Possível, Dizem Autoridades de Saúde, Mesmo com Corte de 30% no Financiamento


A erradicação da poliomielite ainda é possível, apesar das cortes significativas no financiamento da iniciativa, afirmadas pelas autoridades globais de saúde nesta terça-feira (21), ao delinearem como lidarão com o déficit.

O orçamento da Iniciativa Global de Erradicação do Pólio (IGEP), uma parceria que inclui a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Fundação Gates, sofrerá um corte de 30% em 2026 e terá uma lacuna de financiamento de US$ 1,7 bilhão (R$ 9,13 bilhões na cotação atual) até 2029, segundo a organização.

O déficit é, em grande parte, causado por um recuo da ajuda externa dirigida pelos Estados Unidos e outros governos de países ricos doadores.

Em resposta, os parceiros do IGEP dizem que planeiam se concentrar mais na vigilância e na vacinação em áreas onde há alto risco de transmissão da pólio.

A entidade também colaborará mais com outros programas globais de saúde, como as campanhas contra o sarampo, e usará estratégias como a dosagem fracionada, em que apenas um quinto da dose da vacina é usada para aumentar os suprimentos e reduzir os custos, já que estudos científicos demonstraram que isso ainda protege as crianças contra a infecção.

A parceria reduzirá seu trabalho em áreas de baixo risco, a menos que haja surtos, além de se concentrar em eficiências.

"As reduções significativas no financiamento... significam que certas atividades simplesmente não acontecerão", disse Jamal Ahmed, diretor de erradicação da pólio da OMS, em uma coletiva de imprensa nesta terça-feira (21).

A erradicação da doença viral que causa paralisia tem sido um objetivo de saúde global há décadas. Apesar do progresso significativo devido à vacinação em massa desde 1988, acabar com a doença tem um desafio marcado: o primeiro prazo perdido para isso foi em 2000.

Alguns especialistas em doenças infecciosas questionaram se é possível erradicar uma doença que geralmente não causa sintomas ou que dificulta o rastreamento da propagação. Os defensores dizem que seria imprudente parar quando o mundo está tão perto, apesar de desafios como conflitos e hesitações em relação à vacina.

"A erradicação continua sendo viável e é possível", disse Ahmed. "Precisamos que todos continuem comprometidos e garantimos que nenhuma criança fique para trás."


https://forbes.com.br/forbessaude/2025/10/fim-da-polio-ainda-e-possive l-dizem-autoridades-de-saude-mesmo-com-corte-de-30-no-financiamen to/
A visão dos especialistas que duvidam da erradicação total da pólio difere da posição dos defensores da campanha. Essa divergência se baseia essencialmente:
Alternativas
Q3802377 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Fim da Pólio Ainda É Possível, Dizem Autoridades de Saúde, Mesmo com Corte de 30% no Financiamento


A erradicação da poliomielite ainda é possível, apesar das cortes significativas no financiamento da iniciativa, afirmadas pelas autoridades globais de saúde nesta terça-feira (21), ao delinearem como lidarão com o déficit.

O orçamento da Iniciativa Global de Erradicação do Pólio (IGEP), uma parceria que inclui a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Fundação Gates, sofrerá um corte de 30% em 2026 e terá uma lacuna de financiamento de US$ 1,7 bilhão (R$ 9,13 bilhões na cotação atual) até 2029, segundo a organização.

O déficit é, em grande parte, causado por um recuo da ajuda externa dirigida pelos Estados Unidos e outros governos de países ricos doadores.

Em resposta, os parceiros do IGEP dizem que planeiam se concentrar mais na vigilância e na vacinação em áreas onde há alto risco de transmissão da pólio.

A entidade também colaborará mais com outros programas globais de saúde, como as campanhas contra o sarampo, e usará estratégias como a dosagem fracionada, em que apenas um quinto da dose da vacina é usada para aumentar os suprimentos e reduzir os custos, já que estudos científicos demonstraram que isso ainda protege as crianças contra a infecção.

A parceria reduzirá seu trabalho em áreas de baixo risco, a menos que haja surtos, além de se concentrar em eficiências.

"As reduções significativas no financiamento... significam que certas atividades simplesmente não acontecerão", disse Jamal Ahmed, diretor de erradicação da pólio da OMS, em uma coletiva de imprensa nesta terça-feira (21).

A erradicação da doença viral que causa paralisia tem sido um objetivo de saúde global há décadas. Apesar do progresso significativo devido à vacinação em massa desde 1988, acabar com a doença tem um desafio marcado: o primeiro prazo perdido para isso foi em 2000.

Alguns especialistas em doenças infecciosas questionaram se é possível erradicar uma doença que geralmente não causa sintomas ou que dificulta o rastreamento da propagação. Os defensores dizem que seria imprudente parar quando o mundo está tão perto, apesar de desafios como conflitos e hesitações em relação à vacina.

"A erradicação continua sendo viável e é possível", disse Ahmed. "Precisamos que todos continuem comprometidos e garantimos que nenhuma criança fique para trás."


https://forbes.com.br/forbessaude/2025/10/fim-da-polio-ainda-e-possive l-dizem-autoridades-de-saude-mesmo-com-corte-de-30-no-financiamen to/
Embora a erradicação da pólio seja um objetivo de longa data, a narrativa revela que a concretização dessa meta tem sido adiada sucessivamente. Esse fato sugere:
Alternativas
Q3802063 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Conexão perigosa: como as bactérias devoradoras de carne são impulsionadas pela mudança do clima


Nas últimas três décadas, as temperaturas da superfície do mar aumentaram drasticamente e, em 2024, a temperatura média global da superfície do mar foi a mais alta já registrada, um aumento relacionado aos gases de Efeito Estufa na atmosfera.

"Há uma relação direta entre o aumento da temperatura da superfície do mar e o aumento dos casos", diz Semenza. 

Ele está particularmente preocupado com as bactérias Vibrio que vivem em águas salobras, onde as temperaturas quentes, a salinidade moderada e os nutrientes na água ajudam as bactérias a se replicarem com particular rapidez. As águas salobras também são o habitat ideal para mariscos como ostras, que podem ser infectados com as bactérias e são frequentemente responsáveis por infecções em humanos.

Embora as bactérias estejam sempre presentes, uma maior densidade de Vibrio na água torna a infecção mais provável. Suas temperaturas ideais variam entre 20°C e 35°C e, à medida que as temperaturas do verão se estendem até o outono, a bactéria é capaz de se desenvolver por mais tempo.

Um relatório publicado em maio do ano passado pelo grupo de pesquisa Climate Central descobriu que, em média, as cidades ao redor do mundo tiveram um mês adicional de dias extremamente quentes.

Além de criar condições ideais para a multiplicação das bactérias, Semenza teme que mais dias quentes também levem as pessoas a passar mais tempo na água. Temperaturas elevadas prolongadas também podem reduzir os cursos d'água, aumentando a densidade de bactérias na água que permanece, diz Semenza.

Várias espécies mais comuns de bactérias Vibrio, como Vibrio parahaemolyticus e Vibrio alginolyticus, também estão sendo detectadas com mais frequência, causando sintomas que variam de problemas gastrointestinais a febre e uma infecção cutânea chamada celulite (doença bacteriana comum que afeta as camadas mais profundas da pele e o tecido abaixo dela).

Embora as bactérias Vibrio sejam comuns em águas salobras ao longo da costa, a água doce também pode abrigar micróbios assustadores. E mesmo sendo extremamente rara, a exposição à ameba Naegleria fowleri, por exemplo, é quase sempre fatal, sendo a responsável por dez casos por ano nos Estados Unidos.

Uma vez que entra nas vias nasais, a N. fowleri viaja através do nervo olfativo até o cérebro, onde começa a danificar o tecido. A ameba é extremamente mortal porque não é bacteriana, portanto os médicos não podem tratá-la com antibióticos.

Os casos dessa ameba fatal aumentaram 1,6% ao ano desde 1965 em todo o mundo. O registro mais recente nos em solo estadunidense ocorreu durante o último feriado de 4 de julho na Carolina do Sul, quando um menino de 12 anos morreu após pular no Lago Murray, um reservatório no centro do estado, e ter água infectada entrando em seu nariz.


https://www.nationalgeographicbrasil.com/meio-ambiente/2025/10/cone xao-perigosa-como-as-bacterias-devoradoras-de-carne-sao-impulsiona das-pela-mudanca-do-clima
Ao citar o relatório do grupo Climate Central, o autor introduz um dado de caráter global. Esse dado reforça a ideia de que:
Alternativas
Q3802062 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Conexão perigosa: como as bactérias devoradoras de carne são impulsionadas pela mudança do clima


Nas últimas três décadas, as temperaturas da superfície do mar aumentaram drasticamente e, em 2024, a temperatura média global da superfície do mar foi a mais alta já registrada, um aumento relacionado aos gases de Efeito Estufa na atmosfera.

"Há uma relação direta entre o aumento da temperatura da superfície do mar e o aumento dos casos", diz Semenza. 

Ele está particularmente preocupado com as bactérias Vibrio que vivem em águas salobras, onde as temperaturas quentes, a salinidade moderada e os nutrientes na água ajudam as bactérias a se replicarem com particular rapidez. As águas salobras também são o habitat ideal para mariscos como ostras, que podem ser infectados com as bactérias e são frequentemente responsáveis por infecções em humanos.

Embora as bactérias estejam sempre presentes, uma maior densidade de Vibrio na água torna a infecção mais provável. Suas temperaturas ideais variam entre 20°C e 35°C e, à medida que as temperaturas do verão se estendem até o outono, a bactéria é capaz de se desenvolver por mais tempo.

Um relatório publicado em maio do ano passado pelo grupo de pesquisa Climate Central descobriu que, em média, as cidades ao redor do mundo tiveram um mês adicional de dias extremamente quentes.

Além de criar condições ideais para a multiplicação das bactérias, Semenza teme que mais dias quentes também levem as pessoas a passar mais tempo na água. Temperaturas elevadas prolongadas também podem reduzir os cursos d'água, aumentando a densidade de bactérias na água que permanece, diz Semenza.

Várias espécies mais comuns de bactérias Vibrio, como Vibrio parahaemolyticus e Vibrio alginolyticus, também estão sendo detectadas com mais frequência, causando sintomas que variam de problemas gastrointestinais a febre e uma infecção cutânea chamada celulite (doença bacteriana comum que afeta as camadas mais profundas da pele e o tecido abaixo dela).

Embora as bactérias Vibrio sejam comuns em águas salobras ao longo da costa, a água doce também pode abrigar micróbios assustadores. E mesmo sendo extremamente rara, a exposição à ameba Naegleria fowleri, por exemplo, é quase sempre fatal, sendo a responsável por dez casos por ano nos Estados Unidos.

Uma vez que entra nas vias nasais, a N. fowleri viaja através do nervo olfativo até o cérebro, onde começa a danificar o tecido. A ameba é extremamente mortal porque não é bacteriana, portanto os médicos não podem tratá-la com antibióticos.

Os casos dessa ameba fatal aumentaram 1,6% ao ano desde 1965 em todo o mundo. O registro mais recente nos em solo estadunidense ocorreu durante o último feriado de 4 de julho na Carolina do Sul, quando um menino de 12 anos morreu após pular no Lago Murray, um reservatório no centro do estado, e ter água infectada entrando em seu nariz.


https://www.nationalgeographicbrasil.com/meio-ambiente/2025/10/cone xao-perigosa-como-as-bacterias-devoradoras-de-carne-sao-impulsiona das-pela-mudanca-do-clima
 O texto não se limita às bactérias Vibrio, mas amplia o foco ao tratar da ameba Naegleria fowleri. A introdução desse novo exemplo cumpre a função de:
Alternativas
Q3802057 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Conexão perigosa: como as bactérias devoradoras de carne são impulsionadas pela mudança do clima


Nas últimas três décadas, as temperaturas da superfície do mar aumentaram drasticamente e, em 2024, a temperatura média global da superfície do mar foi a mais alta já registrada, um aumento relacionado aos gases de Efeito Estufa na atmosfera.

"Há uma relação direta entre o aumento da temperatura da superfície do mar e o aumento dos casos", diz Semenza. 

Ele está particularmente preocupado com as bactérias Vibrio que vivem em águas salobras, onde as temperaturas quentes, a salinidade moderada e os nutrientes na água ajudam as bactérias a se replicarem com particular rapidez. As águas salobras também são o habitat ideal para mariscos como ostras, que podem ser infectados com as bactérias e são frequentemente responsáveis por infecções em humanos.

Embora as bactérias estejam sempre presentes, uma maior densidade de Vibrio na água torna a infecção mais provável. Suas temperaturas ideais variam entre 20°C e 35°C e, à medida que as temperaturas do verão se estendem até o outono, a bactéria é capaz de se desenvolver por mais tempo.

Um relatório publicado em maio do ano passado pelo grupo de pesquisa Climate Central descobriu que, em média, as cidades ao redor do mundo tiveram um mês adicional de dias extremamente quentes.

Além de criar condições ideais para a multiplicação das bactérias, Semenza teme que mais dias quentes também levem as pessoas a passar mais tempo na água. Temperaturas elevadas prolongadas também podem reduzir os cursos d'água, aumentando a densidade de bactérias na água que permanece, diz Semenza.

Várias espécies mais comuns de bactérias Vibrio, como Vibrio parahaemolyticus e Vibrio alginolyticus, também estão sendo detectadas com mais frequência, causando sintomas que variam de problemas gastrointestinais a febre e uma infecção cutânea chamada celulite (doença bacteriana comum que afeta as camadas mais profundas da pele e o tecido abaixo dela).

Embora as bactérias Vibrio sejam comuns em águas salobras ao longo da costa, a água doce também pode abrigar micróbios assustadores. E mesmo sendo extremamente rara, a exposição à ameba Naegleria fowleri, por exemplo, é quase sempre fatal, sendo a responsável por dez casos por ano nos Estados Unidos.

Uma vez que entra nas vias nasais, a N. fowleri viaja através do nervo olfativo até o cérebro, onde começa a danificar o tecido. A ameba é extremamente mortal porque não é bacteriana, portanto os médicos não podem tratá-la com antibióticos.

Os casos dessa ameba fatal aumentaram 1,6% ao ano desde 1965 em todo o mundo. O registro mais recente nos em solo estadunidense ocorreu durante o último feriado de 4 de julho na Carolina do Sul, quando um menino de 12 anos morreu após pular no Lago Murray, um reservatório no centro do estado, e ter água infectada entrando em seu nariz.


https://www.nationalgeographicbrasil.com/meio-ambiente/2025/10/cone xao-perigosa-como-as-bacterias-devoradoras-de-carne-sao-impulsiona das-pela-mudanca-do-clima
O relato do caso ocorrido nos Estados Unidos, envolvendo um menino infectado ao nadar, tem um papel específico na argumentação do texto. Sua principal função é:
Alternativas
Respostas
9741: C
9742: C
9743: A
9744: A
9745: A
9746: A
9747: D
9748: A
9749: A
9750: C
9751: D
9752: B
9753: C
9754: D
9755: B
9756: B
9757: B
9758: C
9759: C
9760: C