Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
Foram encontradas 140.263 questões
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Charge 01

(Alexandre Esteves)
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Texto 02
"A Terra fornece o suficiente para satisfazer as necessidades de todos os homens, mas não a ganância de todos os homens."
(Mahatma Ghandhi)
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Texto 01
Melodia surpreendente das aves.
As aves canoras são como verdadeiras divas do mundo animal, encantando a todos com suas performances únicas. Imagine um rouxinol, um pequeno pássaro, produzindo mais de mil notas por minuto em sua sinfonia noturna, como um virtuoso em seu frenesi musical, enquanto os canários deslumbram com suas notas claras e vibrantes. O pintassilgo, por outro lado, é o mestre da diversidade, incorporando sons de câmeras e assobios em seu repertório, e o sabiá, com seu canto noturno, também merece destaque. Essas aves canoras não são apenas músicos, são verdadeiros artistas da improvisação, surpreendendo com suas composições únicas a cada apresentação. Um espetáculo natural!
(Picnic Domiletras)
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Texto 01
Melodia surpreendente das aves.
As aves canoras são como verdadeiras divas do mundo animal, encantando a todos com suas performances únicas. Imagine um rouxinol, um pequeno pássaro, produzindo mais de mil notas por minuto em sua sinfonia noturna, como um virtuoso em seu frenesi musical, enquanto os canários deslumbram com suas notas claras e vibrantes. O pintassilgo, por outro lado, é o mestre da diversidade, incorporando sons de câmeras e assobios em seu repertório, e o sabiá, com seu canto noturno, também merece destaque. Essas aves canoras não são apenas músicos, são verdadeiros artistas da improvisação, surpreendendo com suas composições únicas a cada apresentação. Um espetáculo natural!
(Picnic Domiletras)
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Texto 01
Melodia surpreendente das aves.
As aves canoras são como verdadeiras divas do mundo animal, encantando a todos com suas performances únicas. Imagine um rouxinol, um pequeno pássaro, produzindo mais de mil notas por minuto em sua sinfonia noturna, como um virtuoso em seu frenesi musical, enquanto os canários deslumbram com suas notas claras e vibrantes. O pintassilgo, por outro lado, é o mestre da diversidade, incorporando sons de câmeras e assobios em seu repertório, e o sabiá, com seu canto noturno, também merece destaque. Essas aves canoras não são apenas músicos, são verdadeiros artistas da improvisação, surpreendendo com suas composições únicas a cada apresentação. Um espetáculo natural!
(Picnic Domiletras)
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Texto 01
Melodia surpreendente das aves.
As aves canoras são como verdadeiras divas do mundo animal, encantando a todos com suas performances únicas. Imagine um rouxinol, um pequeno pássaro, produzindo mais de mil notas por minuto em sua sinfonia noturna, como um virtuoso em seu frenesi musical, enquanto os canários deslumbram com suas notas claras e vibrantes. O pintassilgo, por outro lado, é o mestre da diversidade, incorporando sons de câmeras e assobios em seu repertório, e o sabiá, com seu canto noturno, também merece destaque. Essas aves canoras não são apenas músicos, são verdadeiros artistas da improvisação, surpreendendo com suas composições únicas a cada apresentação. Um espetáculo natural!
(Picnic Domiletras)
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Texto 01
Melodia surpreendente das aves.
As aves canoras são como verdadeiras divas do mundo animal, encantando a todos com suas performances únicas. Imagine um rouxinol, um pequeno pássaro, produzindo mais de mil notas por minuto em sua sinfonia noturna, como um virtuoso em seu frenesi musical, enquanto os canários deslumbram com suas notas claras e vibrantes. O pintassilgo, por outro lado, é o mestre da diversidade, incorporando sons de câmeras e assobios em seu repertório, e o sabiá, com seu canto noturno, também merece destaque. Essas aves canoras não são apenas músicos, são verdadeiros artistas da improvisação, surpreendendo com suas composições únicas a cada apresentação. Um espetáculo natural!
(Picnic Domiletras)
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Texto 01
Melodia surpreendente das aves.
As aves canoras são como verdadeiras divas do mundo animal, encantando a todos com suas performances únicas. Imagine um rouxinol, um pequeno pássaro, produzindo mais de mil notas por minuto em sua sinfonia noturna, como um virtuoso em seu frenesi musical, enquanto os canários deslumbram com suas notas claras e vibrantes. O pintassilgo, por outro lado, é o mestre da diversidade, incorporando sons de câmeras e assobios em seu repertório, e o sabiá, com seu canto noturno, também merece destaque. Essas aves canoras não são apenas músicos, são verdadeiros artistas da improvisação, surpreendendo com suas composições únicas a cada apresentação. Um espetáculo natural!
(Picnic Domiletras)
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Ordem na Casa
Você é uma pessoa boa. Do tipo que se esforça para agradar todo mundo, releva deslizes alheios, se culpa quando comete os próprios deslizes, elogia, consola, dá conselhos. Tem autocontrole e engole sapos. Como boa menina, aprendeu que não é legítimo sentir raiva e, de tanto reprimi-la, vive com a barriga estufada e o intestino preso.
Você não percebe, mas quem te comanda é um gigante, um Supergigante. Um tirano que te olha de cima, aponta o dedo, não aceita notas baixas.
Ele te faz de refém, te mantém em cativeiro, e você se submete a isso.
Permite que ele dê as cartas porque tem medo. Medo de ser excluída, ser alvo de críticas e de desamor.
Mas chega uma hora em que é preciso pôr ordem na casa. Pois, por trás de toda docilidade e condescendência, também existe uma fera.
Uma fera que não quer acatar as ordens do Gigante e deseja mostrar sua autenticidade, seus gostos, seus acertos e desacertos.
Uma fera que deseja revelar que não é perfeita, que não tem que provar nada a ninguém, que quer ser amada mesmo que fuja do combinado; que é capaz de falar alto, de impor limites, de se proteger.
A fera é seu lado mais irreverente, transgressor, autêntico. E, às vezes, você precisa escutá-la. Às vezes, tem que abrir a jaula e deixá-la sair.
Porque ninguém é de ferro.
E você tem que aprender a se aceitar.
A entender que a culpa te paralisa e não permite que você seja quem é. Simplesmente quem é.
Mas quem te faz se sentir culpada? Quem aponta o dedo para você?
Seus fantasmas, seu passado, sua educação rígida?
Ou você mesma? O Super que há em você?
Coloque ordem na casa.
Não seja a primeira a se esconder por trás de um véu de justificativas quando o que você quer é assumir que não sabe cozinhar, que se apavora quando tem que dirigir, que está cansada para ir à balada, estressada com as visitas em casa, que prefere recusar um convite “irrecusável”, que não dá para quebrar um galho para o seu irmão hoje, que não pode emprestar uma grana, que não consegue gostar do perfume que ganhou do namorado, que tem medo de expor um deslize do passado.
Nem tudo são imperfeições. E, se for, faz parte também.
Você também erra, também se atrasa, também se irrita, também tem vontade de mandar tudo para aquele lugar. E nem por isso será menos digna.
Nem por isso terá menos amor.
Só por isso será mais feliz. Só por isso será mais leve. Por dentro e por fora.
(Fabiola Simões — A Soma de Todos os Afetos)
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Ordem na Casa
Você é uma pessoa boa. Do tipo que se esforça para agradar todo mundo, releva deslizes alheios, se culpa quando comete os próprios deslizes, elogia, consola, dá conselhos. Tem autocontrole e engole sapos. Como boa menina, aprendeu que não é legítimo sentir raiva e, de tanto reprimi-la, vive com a barriga estufada e o intestino preso.
Você não percebe, mas quem te comanda é um gigante, um Supergigante. Um tirano que te olha de cima, aponta o dedo, não aceita notas baixas.
Ele te faz de refém, te mantém em cativeiro, e você se submete a isso.
Permite que ele dê as cartas porque tem medo. Medo de ser excluída, ser alvo de críticas e de desamor.
Mas chega uma hora em que é preciso pôr ordem na casa. Pois, por trás de toda docilidade e condescendência, também existe uma fera.
Uma fera que não quer acatar as ordens do Gigante e deseja mostrar sua autenticidade, seus gostos, seus acertos e desacertos.
Uma fera que deseja revelar que não é perfeita, que não tem que provar nada a ninguém, que quer ser amada mesmo que fuja do combinado; que é capaz de falar alto, de impor limites, de se proteger.
A fera é seu lado mais irreverente, transgressor, autêntico. E, às vezes, você precisa escutá-la. Às vezes, tem que abrir a jaula e deixá-la sair.
Porque ninguém é de ferro.
E você tem que aprender a se aceitar.
A entender que a culpa te paralisa e não permite que você seja quem é. Simplesmente quem é.
Mas quem te faz se sentir culpada? Quem aponta o dedo para você?
Seus fantasmas, seu passado, sua educação rígida?
Ou você mesma? O Super que há em você?
Coloque ordem na casa.
Não seja a primeira a se esconder por trás de um véu de justificativas quando o que você quer é assumir que não sabe cozinhar, que se apavora quando tem que dirigir, que está cansada para ir à balada, estressada com as visitas em casa, que prefere recusar um convite “irrecusável”, que não dá para quebrar um galho para o seu irmão hoje, que não pode emprestar uma grana, que não consegue gostar do perfume que ganhou do namorado, que tem medo de expor um deslize do passado.
Nem tudo são imperfeições. E, se for, faz parte também.
Você também erra, também se atrasa, também se irrita, também tem vontade de mandar tudo para aquele lugar. E nem por isso será menos digna.
Nem por isso terá menos amor.
Só por isso será mais feliz. Só por isso será mais leve. Por dentro e por fora.
(Fabiola Simões — A Soma de Todos os Afetos)
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Ordem na Casa
Você é uma pessoa boa. Do tipo que se esforça para agradar todo mundo, releva deslizes alheios, se culpa quando comete os próprios deslizes, elogia, consola, dá conselhos. Tem autocontrole e engole sapos. Como boa menina, aprendeu que não é legítimo sentir raiva e, de tanto reprimi-la, vive com a barriga estufada e o intestino preso.
Você não percebe, mas quem te comanda é um gigante, um Supergigante. Um tirano que te olha de cima, aponta o dedo, não aceita notas baixas.
Ele te faz de refém, te mantém em cativeiro, e você se submete a isso.
Permite que ele dê as cartas porque tem medo. Medo de ser excluída, ser alvo de críticas e de desamor.
Mas chega uma hora em que é preciso pôr ordem na casa. Pois, por trás de toda docilidade e condescendência, também existe uma fera.
Uma fera que não quer acatar as ordens do Gigante e deseja mostrar sua autenticidade, seus gostos, seus acertos e desacertos.
Uma fera que deseja revelar que não é perfeita, que não tem que provar nada a ninguém, que quer ser amada mesmo que fuja do combinado; que é capaz de falar alto, de impor limites, de se proteger.
A fera é seu lado mais irreverente, transgressor, autêntico. E, às vezes, você precisa escutá-la. Às vezes, tem que abrir a jaula e deixá-la sair.
Porque ninguém é de ferro.
E você tem que aprender a se aceitar.
A entender que a culpa te paralisa e não permite que você seja quem é. Simplesmente quem é.
Mas quem te faz se sentir culpada? Quem aponta o dedo para você?
Seus fantasmas, seu passado, sua educação rígida?
Ou você mesma? O Super que há em você?
Coloque ordem na casa.
Não seja a primeira a se esconder por trás de um véu de justificativas quando o que você quer é assumir que não sabe cozinhar, que se apavora quando tem que dirigir, que está cansada para ir à balada, estressada com as visitas em casa, que prefere recusar um convite “irrecusável”, que não dá para quebrar um galho para o seu irmão hoje, que não pode emprestar uma grana, que não consegue gostar do perfume que ganhou do namorado, que tem medo de expor um deslize do passado.
Nem tudo são imperfeições. E, se for, faz parte também.
Você também erra, também se atrasa, também se irrita, também tem vontade de mandar tudo para aquele lugar. E nem por isso será menos digna.
Nem por isso terá menos amor.
Só por isso será mais feliz. Só por isso será mais leve. Por dentro e por fora.
(Fabiola Simões — A Soma de Todos os Afetos)
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Ordem na Casa
Você é uma pessoa boa. Do tipo que se esforça para agradar todo mundo, releva deslizes alheios, se culpa quando comete os próprios deslizes, elogia, consola, dá conselhos. Tem autocontrole e engole sapos. Como boa menina, aprendeu que não é legítimo sentir raiva e, de tanto reprimi-la, vive com a barriga estufada e o intestino preso.
Você não percebe, mas quem te comanda é um gigante, um Supergigante. Um tirano que te olha de cima, aponta o dedo, não aceita notas baixas.
Ele te faz de refém, te mantém em cativeiro, e você se submete a isso.
Permite que ele dê as cartas porque tem medo. Medo de ser excluída, ser alvo de críticas e de desamor.
Mas chega uma hora em que é preciso pôr ordem na casa. Pois, por trás de toda docilidade e condescendência, também existe uma fera.
Uma fera que não quer acatar as ordens do Gigante e deseja mostrar sua autenticidade, seus gostos, seus acertos e desacertos.
Uma fera que deseja revelar que não é perfeita, que não tem que provar nada a ninguém, que quer ser amada mesmo que fuja do combinado; que é capaz de falar alto, de impor limites, de se proteger.
A fera é seu lado mais irreverente, transgressor, autêntico. E, às vezes, você precisa escutá-la. Às vezes, tem que abrir a jaula e deixá-la sair.
Porque ninguém é de ferro.
E você tem que aprender a se aceitar.
A entender que a culpa te paralisa e não permite que você seja quem é. Simplesmente quem é.
Mas quem te faz se sentir culpada? Quem aponta o dedo para você?
Seus fantasmas, seu passado, sua educação rígida?
Ou você mesma? O Super que há em você?
Coloque ordem na casa.
Não seja a primeira a se esconder por trás de um véu de justificativas quando o que você quer é assumir que não sabe cozinhar, que se apavora quando tem que dirigir, que está cansada para ir à balada, estressada com as visitas em casa, que prefere recusar um convite “irrecusável”, que não dá para quebrar um galho para o seu irmão hoje, que não pode emprestar uma grana, que não consegue gostar do perfume que ganhou do namorado, que tem medo de expor um deslize do passado.
Nem tudo são imperfeições. E, se for, faz parte também.
Você também erra, também se atrasa, também se irrita, também tem vontade de mandar tudo para aquele lugar. E nem por isso será menos digna.
Nem por isso terá menos amor.
Só por isso será mais feliz. Só por isso será mais leve. Por dentro e por fora.
(Fabiola Simões — A Soma de Todos os Afetos)
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Ordem na Casa
Você é uma pessoa boa. Do tipo que se esforça para agradar todo mundo, releva deslizes alheios, se culpa quando comete os próprios deslizes, elogia, consola, dá conselhos. Tem autocontrole e engole sapos. Como boa menina, aprendeu que não é legítimo sentir raiva e, de tanto reprimi-la, vive com a barriga estufada e o intestino preso.
Você não percebe, mas quem te comanda é um gigante, um Supergigante. Um tirano que te olha de cima, aponta o dedo, não aceita notas baixas.
Ele te faz de refém, te mantém em cativeiro, e você se submete a isso.
Permite que ele dê as cartas porque tem medo. Medo de ser excluída, ser alvo de críticas e de desamor.
Mas chega uma hora em que é preciso pôr ordem na casa. Pois, por trás de toda docilidade e condescendência, também existe uma fera.
Uma fera que não quer acatar as ordens do Gigante e deseja mostrar sua autenticidade, seus gostos, seus acertos e desacertos.
Uma fera que deseja revelar que não é perfeita, que não tem que provar nada a ninguém, que quer ser amada mesmo que fuja do combinado; que é capaz de falar alto, de impor limites, de se proteger.
A fera é seu lado mais irreverente, transgressor, autêntico. E, às vezes, você precisa escutá-la. Às vezes, tem que abrir a jaula e deixá-la sair.
Porque ninguém é de ferro.
E você tem que aprender a se aceitar.
A entender que a culpa te paralisa e não permite que você seja quem é. Simplesmente quem é.
Mas quem te faz se sentir culpada? Quem aponta o dedo para você?
Seus fantasmas, seu passado, sua educação rígida?
Ou você mesma? O Super que há em você?
Coloque ordem na casa.
Não seja a primeira a se esconder por trás de um véu de justificativas quando o que você quer é assumir que não sabe cozinhar, que se apavora quando tem que dirigir, que está cansada para ir à balada, estressada com as visitas em casa, que prefere recusar um convite “irrecusável”, que não dá para quebrar um galho para o seu irmão hoje, que não pode emprestar uma grana, que não consegue gostar do perfume que ganhou do namorado, que tem medo de expor um deslize do passado.
Nem tudo são imperfeições. E, se for, faz parte também.
Você também erra, também se atrasa, também se irrita, também tem vontade de mandar tudo para aquele lugar. E nem por isso será menos digna.
Nem por isso terá menos amor.
Só por isso será mais feliz. Só por isso será mais leve. Por dentro e por fora.
(Fabiola Simões — A Soma de Todos os Afetos)
A crônica é tecida em forma de conversa, em que o emissor, de forma didática, instrui o receptor ( ), que fica na postura de ouvinte ( ), sobre como este deve se posicionar, sendo uma pessoa isenta de falhas em relação à vida ( ), colocando ordem na casa-existência ( ) e livrando-se, assim, da somatização de patologias ( ).
"Fux libera que beneficiários do Bolsa Família voltem para as bets. Decisão foi do ministro do STF Luiz Fux, nesta sexta-feira (19)."(Fonte: Dol.com). Leia as afirmações seguintes relacionadas ao assunto da reportagem do comando da questão e marque a alternativa correta:
|- O ministro atendeu ao pedido liminar da Associação Nacional de Jogos e Loterias e determinou o desbloqueio de contas ativas e a reativação das contas que foram encerradas após a publicação da norma, que proibiu o cadastro de beneficiários do Bolsa Família e Beneficio de Prestação Continuada (BPC) nas plataformas.
II - O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu, com a decisão, parte da norma do Ministério da Fazenda que impede o cadastro de beneficiários de programas sociais em sites de apostas eletrônicas, conhecidas como bets.
Ill- O pedido liminar da Associação nacional de Jogos e Loterias foi deferido integralmente, determinando a liberado para novos cadastros ou aberturas de novas contas para beneficiários de programas sociais em sites de apostas eletrônicas.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Ordem na Casa
Você é uma pessoa boa. Do tipo que se esforça para agradar todo mundo, releva deslizes alheios, se culpa quando comete os próprios deslizes, elogia, consola, dá conselhos. Tem autocontrole e engole sapos. Como boa menina, aprendeu que não é legítimo sentir raiva e, de tanto reprimi-la, vive com a barriga estufada e o intestino preso.
Você não percebe, mas quem te comanda é um gigante, um Supergigante. Um tirano que te olha de cima, aponta o dedo, não aceita notas baixas.
Ele te faz de refém, te mantém em cativeiro, e você se submete a isso.
Permite que ele dê as cartas porque tem medo. Medo de ser excluída, ser alvo de críticas e de desamor.
Mas chega uma hora em que é preciso pôr ordem na casa. Pois, por trás de toda docilidade e condescendência, também existe uma fera.
Uma fera que não quer acatar as ordens do Gigante e deseja mostrar sua autenticidade, seus gostos, seus acertos e desacertos.
Uma fera que deseja revelar que não é perfeita, que não tem que provar nada a ninguém, que quer ser amada mesmo que fuja do combinado; que é capaz de falar alto, de impor limites, de se proteger.
A fera é seu lado mais irreverente, transgressor, autêntico. E, às vezes, você precisa escutá-la. Às vezes, tem que abrir a jaula e deixá-la sair.
Porque ninguém é de ferro.
E você tem que aprender a se aceitar.
A entender que a culpa te paralisa e não permite que você seja quem é. Simplesmente quem é.
Mas quem te faz se sentir culpada? Quem aponta o dedo para você?
Seus fantasmas, seu passado, sua educação rígida?
Ou você mesma? O Super que há em você?
Coloque ordem na casa.
Não seja a primeira a se esconder por trás de um véu de justificativas quando o que você quer é assumir que não sabe cozinhar, que se apavora quando tem que dirigir, que está cansada para ir à balada, estressada com as visitas em casa, que prefere recusar um convite “irrecusável”, que não dá para quebrar um galho para o seu irmão hoje, que não pode emprestar uma grana, que não consegue gostar do perfume que ganhou do namorado, que tem medo de expor um deslize do passado.
Nem tudo são imperfeições. E, se for, faz parte também.
Você também erra, também se atrasa, também se irrita, também tem vontade de mandar tudo para aquele lugar. E nem por isso será menos digna.
Nem por isso terá menos amor.
Só por isso será mais feliz. Só por isso será mais leve. Por dentro e por fora.
(Fabiola Simões — A Soma de Todos os Afetos)
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Ordem na Casa
Você é uma pessoa boa. Do tipo que se esforça para agradar todo mundo, releva deslizes alheios, se culpa quando comete os próprios deslizes, elogia, consola, dá conselhos. Tem autocontrole e engole sapos. Como boa menina, aprendeu que não é legitimo sentir raiva e, de tanto reprimi-la, vive com a barriga estufada e o intestino preso.
Você não percebe, mas quem te comanda é um gigante, um Super Gigante. Um tirano que te olha de cima, aponta o dedo, não aceita notas baixas.
Ele te faz de refém, te mantém em cativeiro, e você se submete a isso.
Permite que ele dê as cartas porque tem medo. Medo de ser excluída, ser alvo de críticas e desamor.
Mas chega uma hora em que tem que pôr ordem na casa. Pois, por trás de toda docilidade e condescendência, também existe uma fera.
Uma fera que não quer acatar as ordens do Gigante e deseja mostrar sua autenticidade, seus gostos, seus acertos e desacertos.
Uma fera que deseja revelar que não é perfeita, que não tem que provar nada a ninguém, que quer ser amada mesmo que fuja do combinado; que é capaz de falar alto, de impor limites, de se proteger.
A fera é seu lado mais irreverente, transgressor, autêntico. E as vezes você precisa escutá-la. Às vezes tem que abrir a jaula e deixá-la sair.
Porque ninguém é de ferro.
E você tem que aprender a se aceitar.
A entender que a culpa te paralisa e não permite que você seja quem é. Simplesmente quem é...
Mas quem te faz se sentir culpada? Quem aponta o dedo para você?
Seus fantasmas, seu passado, sua educação rígida?
Ou você mesma? O Super que há em você?
Coloque ordem na casa.
Não seja a primeira a se esconder por trás de um véu de justificativas quando o que você quer é assumir que não sabe cozinhar, que se apavora quando tem que dirigir, que esta cansada para ir a balada, estressada com as visitas em casa, que prefere recusar um convite "irrecusável", que não da pra quebrar um galho pro seu irmão hoje, que não pode emprestar uma grana, que não consegue gostar do perfume que ganhou do namorado, que tem medo de expor um deslize do passado.
Nem tudo são imperfeições. E se for, faz parte também.
Você também erra, também se atrasa, também se irrita, também tem vontade de mandar tudo praquele lugar. E nem por isso será menos digna.
Nem por isso terá menos amor.
Só por isso será mais feliz. Só por isso será mais leve. Por dentro e por fora.
(Fabiola Simões. A Soma de todos os afetos.)
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Ordem na Casa
Você é uma pessoa boa. Do tipo que se esforça para agradar todo mundo, releva deslizes alheios, se culpa quando comete os próprios deslizes, elogia, consola, dá conselhos. Tem autocontrole e engole sapos. Como boa menina, aprendeu que não é legitimo sentir raiva e, de tanto reprimi-la, vive com a barriga estufada e o intestino preso.
Você não percebe, mas quem te comanda é um gigante, um Super Gigante. Um tirano que te olha de cima, aponta o dedo, não aceita notas baixas.
Ele te faz de refém, te mantém em cativeiro, e você se submete a isso.
Permite que ele dê as cartas porque tem medo. Medo de ser excluída, ser alvo de críticas e desamor.
Mas chega uma hora em que tem que pôr ordem na casa. Pois, por trás de toda docilidade e condescendência, também existe uma fera.
Uma fera que não quer acatar as ordens do Gigante e deseja mostrar sua autenticidade, seus gostos, seus acertos e desacertos.
Uma fera que deseja revelar que não é perfeita, que não tem que provar nada a ninguém, que quer ser amada mesmo que fuja do combinado; que é capaz de falar alto, de impor limites, de se proteger.
A fera é seu lado mais irreverente, transgressor, autêntico. E as vezes você precisa escutá-la. Às vezes tem que abrir a jaula e deixá-la sair.
Porque ninguém é de ferro.
E você tem que aprender a se aceitar.
A entender que a culpa te paralisa e não permite que você seja quem é. Simplesmente quem é...
Mas quem te faz se sentir culpada? Quem aponta o dedo para você?
Seus fantasmas, seu passado, sua educação rígida?
Ou você mesma? O Super que há em você?
Coloque ordem na casa.
Não seja a primeira a se esconder por trás de um véu de justificativas quando o que você quer é assumir que não sabe cozinhar, que se apavora quando tem que dirigir, que esta cansada para ir a balada, estressada com as visitas em casa, que prefere recusar um convite "irrecusável", que não da pra quebrar um galho pro seu irmão hoje, que não pode emprestar uma grana, que não consegue gostar do perfume que ganhou do namorado, que tem medo de expor um deslize do passado.
Nem tudo são imperfeições. E se for, faz parte também.
Você também erra, também se atrasa, também se irrita, também tem vontade de mandar tudo praquele lugar. E nem por isso será menos digna.
Nem por isso terá menos amor.
Só por isso será mais feliz. Só por isso será mais leve. Por dentro e por fora.
(Fabiola Simões. A Soma de todos os afetos.)
I. O ministro atendeu ao pedido liminar da Associação Nacional de Jogos e Loterias e determinou o desbloqueio de contas ativas e a reativação das contas que foram encerradas após a publicação da norma, que proibiu o cadastro de beneficiários do Bolsa Família e Benefício de Prestação Continuada (BPC) nas plataformas.
Il- O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu, com a decisão, parte da norma do Ministério da Fazenda que impede o cadastro de beneficiários de programas sociais em sites de apostas eletrônicas, conhecidas como bets.
III - O pedido liminar da Associação nacional de Jogos e Loterias foi deferido integralmente, determinando a liberação para novos cadastros ou aberturas de novas contas para beneficiários de programas sociais em sites de apostas eletrônicas.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Ordem na Casa
Você é uma pessoa boa. Do tipo que se esforça para agradar todo mundo, releva deslizes alheios, se culpa quando comete os próprios deslizes, elogia, consola, dá conselhos. Tem autocontrole e engole sapos. Como boa menina, aprendeu que não é legitimo sentir raiva e, de tanto reprimi-la, vive com a barriga estufada e o intestino preso.
Você não percebe, mas quem te comanda é um gigante, um Super Gigante. Um tirano que te olha de cima, aponta o dedo, não aceita notas baixas.
Ele te faz de refém, te mantém em cativeiro, e você se submete a isso.
Permite que ele dê as cartas porque tem medo. Medo de ser excluída, ser alvo de críticas e desamor.
Mas chega uma hora em que tem que pôr ordem na casa. Pois, por trás de toda docilidade e condescendência, também existe uma fera.
Uma fera que não quer acatar as ordens do Gigante e deseja mostrar sua autenticidade, seus gostos, seus acertos e desacertos.
Uma fera que deseja revelar que não é perfeita, que não tem que provar nada a ninguém, que quer ser amada mesmo que fuja do combinado; que é capaz de falar alto, de impor limites, de se proteger.
A fera é seu lado mais irreverente, transgressor, autêntico. E às vezes você precisa escutá-la. Às vezes tem que abrir a jaula e deixá-la sair.
Porque ninguém é de ferro.
E você tem que aprender a se aceitar.
A entender que a culpa te paralisa e não permite que você seja quem é. Simplesmente quem é...
Mas quem te faz se sentir culpada? Quem aponta o dedo para você?
Seus fantasmas, seu passado, sua educação rígida?
Ou você mesma? O Super que há em você?
Coloque ordem na casa.
Não seja a primeira a se esconder por trás de um véu de justificativas quando o que você quer é assumir que não sabe cozinhar, que se apavora quando tem que dirigir, que está cansada para ir à balada, estressada com as visitas em casa, que prefere recusar um convite "irrecusável”, que não dá pra quebrar um galho pro seu irmão hoje, que não pode emprestar uma grana, que não consegue gostar do perfume que ganhou do namorado, que tem medo de expor um deslize do passado.
Nem tudo são imperfeições. E se for, faz parte também.
Você também erra, também se atrasa, também se irrita, também tem vontade de mandar tudo praquele lugar. E nem por isso será menos digna.
Nem por isso terá menos amor.
Só por isso será mais feliz. Só por isso será mais leve. Por dentro e por fora.
(Fabiola Simões. A Soma de todos os afetos.)