Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
Foram encontradas 140.263 questões
Assinale a alternativa em que a substituição proposta preserva integralmente o sentido do trecho original.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
Assinale a alternativa em que a substituição proposta preserva integralmente o sentido do trecho original.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que zebras, pandas e outros animais são pretos e brancos?
O reino animal é conhecido pela diversidade de cores vivas, como as penas das araras, o brilho dos pavões ou os tons intensos de certos anfíbios e peixes. Ainda assim, alguns animais chamam atenção justamente pela ausência de cores, exibindo pelagens ou penas em preto e branco. Esses animais estão distribuídos por diferentes regiões do planeta, das florestas asiáticas às savanas africanas, e a semelhança cromática não significa que a explicação para esse padrão seja única.
Pesquisas indicam que, no caso das zebras, as listras pretas e brancas podem funcionar como um mecanismo de proteção contra insetos. Estudos demonstram que mutucas, insetos que se alimentam de sangue e podem transmitir doenças graves, dependem fortemente da visão para localizar hospedeiros. Experimentos com cavalos cobertos por mantas lisas e por mantas com padrões listrados mostraram que as moscas pousavam com facilidade nas superfícies uniformes, mas se confundiam e evitavam as superfícies com listras em preto e branco. A baixa resolução visual desses insetos faz com que o padrão listrado deixe de ser percebido como um alvo adequado à medida que eles se aproximam.
Em outros animais, o preto e branco desempenha papel importante na camuflagem. Pandas-gigantes, por exemplo, vivem em ambientes onde neve, rochas e troncos criam manchas claras e escuras, o que dificulta que predadores identifiquem sua silhueta à distância. Já os pinguins apresentam uma coloração que camufla o corpo tanto quando vistos de cima, contra o fundo escuro da água, quanto de baixo, quando a parte clara do corpo se confunde com a luminosidade do céu.
Há também espécies em que o contraste entre preto e branco funciona como sinal de alerta. Gambás, por exemplo, utilizam essa coloração marcante como advertência visual para predadores, indicando que possuem mecanismos de defesa perigosos, como secreções com odor intenso. Em ambientes com maior presença de predadores, esses padrões são ainda mais evidentes.
Além disso, marcas em preto e branco cumprem função de sinalização social. Em algumas espécies de lêmures, as caudas listradas são mantidas erguidas enquanto os animais se deslocam em grupo, servindo como referência visual que favorece a coesão coletiva. Estruturas semelhantes aparecem em outros mamíferos, como manchas claras na parte posterior das orelhas de certos felinos, sugerindo papel comunicativo entre indivíduos da mesma espécie.
Outras questões ainda são consideradas. No caso dos pinguins, por exemplo, as penas escuras são ricas em Outras questões ainda são consideradas. No caso dos pinguins, por exemplo, as penas escuras são ricas em melanina, o que aumenta sua resistência ao desgaste ambiental. As diferenças de cor também influenciam a regulação térmica, já que superfícies escuras absorvem calor mais rapidamente do que superfícies claras, permitindo ajustes comportamentais conforme a temperatura do ambiente.
Apesar das diversas explicações propostas, não existe uma resposta única e definitiva. A coloração preta e branca resulta de uma combinação complexa de fatores ecológicos, fisiológicos e comportamentais. Como frequentemente ocorre na ciência, as explicações não são simples nem absolutas, e o fenômeno envolve múltiplas variáveis que atuam de maneira integrada.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly3xdxgx2ko.adaptado.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que zebras, pandas e outros animais são pretos e brancos?
O reino animal é conhecido pela diversidade de cores vivas, como as penas das araras, o brilho dos pavões ou os tons intensos de certos anfíbios e peixes. Ainda assim, alguns animais chamam atenção justamente pela ausência de cores, exibindo pelagens ou penas em preto e branco. Esses animais estão distribuídos por diferentes regiões do planeta, das florestas asiáticas às savanas africanas, e a semelhança cromática não significa que a explicação para esse padrão seja única.
Pesquisas indicam que, no caso das zebras, as listras pretas e brancas podem funcionar como um mecanismo de proteção contra insetos. Estudos demonstram que mutucas, insetos que se alimentam de sangue e podem transmitir doenças graves, dependem fortemente da visão para localizar hospedeiros. Experimentos com cavalos cobertos por mantas lisas e por mantas com padrões listrados mostraram que as moscas pousavam com facilidade nas superfícies uniformes, mas se confundiam e evitavam as superfícies com listras em preto e branco. A baixa resolução visual desses insetos faz com que o padrão listrado deixe de ser percebido como um alvo adequado à medida que eles se aproximam.
Em outros animais, o preto e branco desempenha papel importante na camuflagem. Pandas-gigantes, por exemplo, vivem em ambientes onde neve, rochas e troncos criam manchas claras e escuras, o que dificulta que predadores identifiquem sua silhueta à distância. Já os pinguins apresentam uma coloração que camufla o corpo tanto quando vistos de cima, contra o fundo escuro da água, quanto de baixo, quando a parte clara do corpo se confunde com a luminosidade do céu.
Há também espécies em que o contraste entre preto e branco funciona como sinal de alerta. Gambás, por exemplo, utilizam essa coloração marcante como advertência visual para predadores, indicando que possuem mecanismos de defesa perigosos, como secreções com odor intenso. Em ambientes com maior presença de predadores, esses padrões são ainda mais evidentes.
Além disso, marcas em preto e branco cumprem função de sinalização social. Em algumas espécies de lêmures, as caudas listradas são mantidas erguidas enquanto os animais se deslocam em grupo, servindo como referência visual que favorece a coesão coletiva. Estruturas semelhantes aparecem em outros mamíferos, como manchas claras na parte posterior das orelhas de certos felinos, sugerindo papel comunicativo entre indivíduos da mesma espécie.
Outras questões ainda são consideradas. No caso dos pinguins, por exemplo, as penas escuras são ricas em Outras questões ainda são consideradas. No caso dos pinguins, por exemplo, as penas escuras são ricas em melanina, o que aumenta sua resistência ao desgaste ambiental. As diferenças de cor também influenciam a regulação térmica, já que superfícies escuras absorvem calor mais rapidamente do que superfícies claras, permitindo ajustes comportamentais conforme a temperatura do ambiente.
Apesar das diversas explicações propostas, não existe uma resposta única e definitiva. A coloração preta e branca resulta de uma combinação complexa de fatores ecológicos, fisiológicos e comportamentais. Como frequentemente ocorre na ciência, as explicações não são simples nem absolutas, e o fenômeno envolve múltiplas variáveis que atuam de maneira integrada.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly3xdxgx2ko.adaptado.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que zebras, pandas e outros animais são pretos e brancos?
O reino animal é conhecido pela diversidade de cores vivas, como as penas das araras, o brilho dos pavões ou os tons intensos de certos anfíbios e peixes. Ainda assim, alguns animais chamam atenção justamente pela ausência de cores, exibindo pelagens ou penas em preto e branco. Esses animais estão distribuídos por diferentes regiões do planeta, das florestas asiáticas às savanas africanas, e a semelhança cromática não significa que a explicação para esse padrão seja única.
Pesquisas indicam que, no caso das zebras, as listras pretas e brancas podem funcionar como um mecanismo de proteção contra insetos. Estudos demonstram que mutucas, insetos que se alimentam de sangue e podem transmitir doenças graves, dependem fortemente da visão para localizar hospedeiros. Experimentos com cavalos cobertos por mantas lisas e por mantas com padrões listrados mostraram que as moscas pousavam com facilidade nas superfícies uniformes, mas se confundiam e evitavam as superfícies com listras em preto e branco. A baixa resolução visual desses insetos faz com que o padrão listrado deixe de ser percebido como um alvo adequado à medida que eles se aproximam.
Em outros animais, o preto e branco desempenha papel importante na camuflagem. Pandas-gigantes, por exemplo, vivem em ambientes onde neve, rochas e troncos criam manchas claras e escuras, o que dificulta que predadores identifiquem sua silhueta à distância. Já os pinguins apresentam uma coloração que camufla o corpo tanto quando vistos de cima, contra o fundo escuro da água, quanto de baixo, quando a parte clara do corpo se confunde com a luminosidade do céu.
Há também espécies em que o contraste entre preto e branco funciona como sinal de alerta. Gambás, por exemplo, utilizam essa coloração marcante como advertência visual para predadores, indicando que possuem mecanismos de defesa perigosos, como secreções com odor intenso. Em ambientes com maior presença de predadores, esses padrões são ainda mais evidentes.
Além disso, marcas em preto e branco cumprem função de sinalização social. Em algumas espécies de lêmures, as caudas listradas são mantidas erguidas enquanto os animais se deslocam em grupo, servindo como referência visual que favorece a coesão coletiva. Estruturas semelhantes aparecem em outros mamíferos, como manchas claras na parte posterior das orelhas de certos felinos, sugerindo papel comunicativo entre indivíduos da mesma espécie.
Outras questões ainda são consideradas. No caso dos pinguins, por exemplo, as penas escuras são ricas em Outras questões ainda são consideradas. No caso dos pinguins, por exemplo, as penas escuras são ricas em melanina, o que aumenta sua resistência ao desgaste ambiental. As diferenças de cor também influenciam a regulação térmica, já que superfícies escuras absorvem calor mais rapidamente do que superfícies claras, permitindo ajustes comportamentais conforme a temperatura do ambiente.
Apesar das diversas explicações propostas, não existe uma resposta única e definitiva. A coloração preta e branca resulta de uma combinação complexa de fatores ecológicos, fisiológicos e comportamentais. Como frequentemente ocorre na ciência, as explicações não são simples nem absolutas, e o fenômeno envolve múltiplas variáveis que atuam de maneira integrada.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly3xdxgx2ko.adaptado.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que zebras, pandas e outros animais são pretos e brancos?
O reino animal é conhecido pela diversidade de cores vivas, como as penas das araras, o brilho dos pavões ou os tons intensos de certos anfíbios e peixes. Ainda assim, alguns animais chamam atenção justamente pela ausência de cores, exibindo pelagens ou penas em preto e branco. Esses animais estão distribuídos por diferentes regiões do planeta, das florestas asiáticas às savanas africanas, e a semelhança cromática não significa que a explicação para esse padrão seja única.
Pesquisas indicam que, no caso das zebras, as listras pretas e brancas podem funcionar como um mecanismo de proteção contra insetos. Estudos demonstram que mutucas, insetos que se alimentam de sangue e podem transmitir doenças graves, dependem fortemente da visão para localizar hospedeiros. Experimentos com cavalos cobertos por mantas lisas e por mantas com padrões listrados mostraram que as moscas pousavam com facilidade nas superfícies uniformes, mas se confundiam e evitavam as superfícies com listras em preto e branco. A baixa resolução visual desses insetos faz com que o padrão listrado deixe de ser percebido como um alvo adequado à medida que eles se aproximam.
Em outros animais, o preto e branco desempenha papel importante na camuflagem. Pandas-gigantes, por exemplo, vivem em ambientes onde neve, rochas e troncos criam manchas claras e escuras, o que dificulta que predadores identifiquem sua silhueta à distância. Já os pinguins apresentam uma coloração que camufla o corpo tanto quando vistos de cima, contra o fundo escuro da água, quanto de baixo, quando a parte clara do corpo se confunde com a luminosidade do céu.
Há também espécies em que o contraste entre preto e branco funciona como sinal de alerta. Gambás, por exemplo, utilizam essa coloração marcante como advertência visual para predadores, indicando que possuem mecanismos de defesa perigosos, como secreções com odor intenso. Em ambientes com maior presença de predadores, esses padrões são ainda mais evidentes.
Além disso, marcas em preto e branco cumprem função de sinalização social. Em algumas espécies de lêmures, as caudas listradas são mantidas erguidas enquanto os animais se deslocam em grupo, servindo como referência visual que favorece a coesão coletiva. Estruturas semelhantes aparecem em outros mamíferos, como manchas claras na parte posterior das orelhas de certos felinos, sugerindo papel comunicativo entre indivíduos da mesma espécie.
Outras questões ainda são consideradas. No caso dos pinguins, por exemplo, as penas escuras são ricas em Outras questões ainda são consideradas. No caso dos pinguins, por exemplo, as penas escuras são ricas em melanina, o que aumenta sua resistência ao desgaste ambiental. As diferenças de cor também influenciam a regulação térmica, já que superfícies escuras absorvem calor mais rapidamente do que superfícies claras, permitindo ajustes comportamentais conforme a temperatura do ambiente.
Apesar das diversas explicações propostas, não existe uma resposta única e definitiva. A coloração preta e branca resulta de uma combinação complexa de fatores ecológicos, fisiológicos e comportamentais. Como frequentemente ocorre na ciência, as explicações não são simples nem absolutas, e o fenômeno envolve múltiplas variáveis que atuam de maneira integrada.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly3xdxgx2ko.adaptado.
A coloração preta e branca resulta de uma combinação complexa de fatores ecológicos, fisiológicos e comportamentais.
Assinale a alternativa em que a substituição proposta preserva integralmente o sentido do trecho original.
Leia o texto a seguir.
Gameleira de Goiás se destaca como um município que une tradição e desenvolvimento. Reconhecida pela valorização da agricultura familiar do empreendedorismo local e da cultura regional, a cidade reforçou esse protagonismo com a realização da 2ª Feira Livre Municipal, realizada na primeira sexta-feira do mês. A feira reuniu mais de mil pessoas, que prestigiaram um espaço preparado com toda a infraestrutura necessária para acolher feirantes, visitantes e famílias. As bancas exibiram a riqueza da produção local, com alimentos frescos, artesanato de qualidade e apresentações culturais que deram ainda mais vida ao encontro.
GAMELEIRA de Goiás celebra sucesso da 2ª Feira Livre Municipal. FGM. Disponível em: https://www.fgm-go.org.br/Imprensa/Noticias/Municipio destaque--gameleira-de-goias-celebra-sucesso-da-2-feira-livre-municipal-434/. Acesso em: 19 set. 2025.
O evento é uma forma de fortalecer
Leia o Texto 4 para responder à questão.
Práticas antirracistas
Movimentos de pessoas negras no Brasil há anos debatem o racismo como estrutura fundamental das relações sociais, que cria desigualdades e abismos na sociedade brasileira. O racismo é, portanto, um sistema de opressão que nega direitos, e não um simples ato da vontade de um indivíduo. Reconhecer o caráter estrutural do racismo pode ser paralisante. Afinal, como enfrentar um monstro tão grande? No entanto, não devemos nos intimidar. A prática antirracista é urgente e se dá nas atitudes mais cotidianas.
Portanto, nunca entre numa discussão sobre racismo dizendo “mas eu não sou racista”. O que está em questão não é um posicionamento moral, individual, mas um problema estrutural brasileiro. A questão é: o que você está fazendo ativamente para combater o racismo? Mesmo que uma pessoa pudesse se afirmar como não racista (o que é difícil, ou mesmo impossível, já que se trata de uma estrutura social enraizada), isso não seria suficiente — a inação contribui para perpetuar a opressão.
RIBEIRO, Djamila. Pequeno manual antirracista. São Paulo: Companhia das Letras, 2019. p. 12-13. [Adaptado].
Leia o Texto 4 para responder à questão.
Práticas antirracistas
Movimentos de pessoas negras no Brasil há anos debatem o racismo como estrutura fundamental das relações sociais, que cria desigualdades e abismos na sociedade brasileira. O racismo é, portanto, um sistema de opressão que nega direitos, e não um simples ato da vontade de um indivíduo. Reconhecer o caráter estrutural do racismo pode ser paralisante. Afinal, como enfrentar um monstro tão grande? No entanto, não devemos nos intimidar. A prática antirracista é urgente e se dá nas atitudes mais cotidianas.
Portanto, nunca entre numa discussão sobre racismo dizendo “mas eu não sou racista”. O que está em questão não é um posicionamento moral, individual, mas um problema estrutural brasileiro. A questão é: o que você está fazendo ativamente para combater o racismo? Mesmo que uma pessoa pudesse se afirmar como não racista (o que é difícil, ou mesmo impossível, já que se trata de uma estrutura social enraizada), isso não seria suficiente — a inação contribui para perpetuar a opressão.
RIBEIRO, Djamila. Pequeno manual antirracista. São Paulo: Companhia das Letras, 2019. p. 12-13. [Adaptado].
Leia o Texto 4 para responder à questão.
Práticas antirracistas
Movimentos de pessoas negras no Brasil há anos debatem o racismo como estrutura fundamental das relações sociais, que cria desigualdades e abismos na sociedade brasileira. O racismo é, portanto, um sistema de opressão que nega direitos, e não um simples ato da vontade de um indivíduo. Reconhecer o caráter estrutural do racismo pode ser paralisante. Afinal, como enfrentar um monstro tão grande? No entanto, não devemos nos intimidar. A prática antirracista é urgente e se dá nas atitudes mais cotidianas.
Portanto, nunca entre numa discussão sobre racismo dizendo “mas eu não sou racista”. O que está em questão não é um posicionamento moral, individual, mas um problema estrutural brasileiro. A questão é: o que você está fazendo ativamente para combater o racismo? Mesmo que uma pessoa pudesse se afirmar como não racista (o que é difícil, ou mesmo impossível, já que se trata de uma estrutura social enraizada), isso não seria suficiente — a inação contribui para perpetuar a opressão.
RIBEIRO, Djamila. Pequeno manual antirracista. São Paulo: Companhia das Letras, 2019. p. 12-13. [Adaptado].
Qual é a ideia defendida no texto?
Leia os Textos 2 e 3 para responde a questão
Texto 2
Diz que um leão enorme ia andando chateado, não muito rei dos animais, porque tinha acabado de brigar com a mulher e esta lhe dissera poucas e boas¹. Eis que, subitamente, o leão defronta com um pequeno rato, o ratinho mais menor que ele já tinha visto. Pisou-lhe a cauda e, enquanto o rato forçava inutilmente pra escapar, o leão gritava: "Miserável criatura, estúpida, ínfima, vil, torpe: não conheço na criação nada mais insignificante e nojento. Vou te deixar com vida apenas para que você possa sofrer toda a humilhação do que lhe disse, você, desgraçado, inferior, mesquinho, rato!" E soltou-o. O rato correu o mais que pôde, mas, quando já estava a salvo, gritou pro leão: "Será que V. Excelência poderia escrever isso pra mim? Vou me encontrar com uma lesma que eu conheço e quero repetir isso pra ela com as mesmas palavras!"²
_____________
¹Quer dizer: muitas e más.
²Na grande hora psicanalítica, que soa para todos nós, a precisão de linguagem é fundamental.
FERNANDES, Millôr Fernandes. Fábulas fabulosas. 15. ed. Rio de Janeiro: Nórdica, 1999. p. 110. [Adaptado].
Texto 3
A fábula é uma narração que se divide em duas partes: a narração propriamente dita, que é um texto figurativo, em que os personagens são animais, seres humanos etc.; e a moral, que é um texto temático, que reitera o significado da narração, indicando a leitura que dela se deve fazer. A fábula é sempre uma história de seres humanos, mesmo quando os personagens são animais.
SAVIOLI, Francisco Platão; FIORIN, José Luiz. Para entender o texto: leitura e redação. 17. ed. São Paulo: Ática, 2007. p. 398. [Adaptado].
Leia os Textos 2 e 3 para responde a questão
Texto 2
Diz que um leão enorme ia andando chateado, não muito rei dos animais, porque tinha acabado de brigar com a mulher e esta lhe dissera poucas e boas¹. Eis que, subitamente, o leão defronta com um pequeno rato, o ratinho mais menor que ele já tinha visto. Pisou-lhe a cauda e, enquanto o rato forçava inutilmente pra escapar, o leão gritava: "Miserável criatura, estúpida, ínfima, vil, torpe: não conheço na criação nada mais insignificante e nojento. Vou te deixar com vida apenas para que você possa sofrer toda a humilhação do que lhe disse, você, desgraçado, inferior, mesquinho, rato!" E soltou-o. O rato correu o mais que pôde, mas, quando já estava a salvo, gritou pro leão: "Será que V. Excelência poderia escrever isso pra mim? Vou me encontrar com uma lesma que eu conheço e quero repetir isso pra ela com as mesmas palavras!"²
_____________
¹Quer dizer: muitas e más.
²Na grande hora psicanalítica, que soa para todos nós, a precisão de linguagem é fundamental.
FERNANDES, Millôr Fernandes. Fábulas fabulosas. 15. ed. Rio de Janeiro: Nórdica, 1999. p. 110. [Adaptado].
Texto 3
A fábula é uma narração que se divide em duas partes: a narração propriamente dita, que é um texto figurativo, em que os personagens são animais, seres humanos etc.; e a moral, que é um texto temático, que reitera o significado da narração, indicando a leitura que dela se deve fazer. A fábula é sempre uma história de seres humanos, mesmo quando os personagens são animais.
SAVIOLI, Francisco Platão; FIORIN, José Luiz. Para entender o texto: leitura e redação. 17. ed. São Paulo: Ática, 2007. p. 398. [Adaptado].
Leia o Texto 1 para responder à questão.
O passado é conservado por ele mesmo. Nos segue por toda a vida. Nosso cérebro foi feito para guardar o passado e trazê-lo à tona quando precisamos, para esclarecer uma situação do presente. Se não fosse esse truque do cérebro, acharíamos que o passado continua presente. Enlouqueceríamos. Tem uma válvula que registra o ano em que as coisas aconteceram. Válvula que, quando sonhamos, é aberta.
Mas e quando o presente não faz sentido? Quando passa a não existir, quando vira um furacão de imagens – um vento que impede de se enxergar com clareza –, ele é substituído pela memória? Não. Pois, como não precisamos dela, já que não existem questões a serem esclarecidas no presente, a memória também se apaga.
PAIVA, Marcelo Rubens. Ainda estou aqui. Rio de Janeiro: Alfaguara, 2015. p. 249. [Adaptado].
Leia o Texto 1 para responder à questão.
O passado é conservado por ele mesmo. Nos segue por toda a vida. Nosso cérebro foi feito para guardar o passado e trazê-lo à tona quando precisamos, para esclarecer uma situação do presente. Se não fosse esse truque do cérebro, acharíamos que o passado continua presente. Enlouqueceríamos. Tem uma válvula que registra o ano em que as coisas aconteceram. Válvula que, quando sonhamos, é aberta.
Mas e quando o presente não faz sentido? Quando passa a não existir, quando vira um furacão de imagens – um vento que impede de se enxergar com clareza –, ele é substituído pela memória? Não. Pois, como não precisamos dela, já que não existem questões a serem esclarecidas no presente, a memória também se apaga.
PAIVA, Marcelo Rubens. Ainda estou aqui. Rio de Janeiro: Alfaguara, 2015. p. 249. [Adaptado].
LEIA O TEXTO QUE SE SEGUE E RESPONDA A QUESTÃO.

- TOLEDO, Luiz Fernando; BELLO, Giovanni. O desgastante trabalho humano por trás do ChatGPT: ‘Não é tão emocionante quando descobrimos o que envolve'. BBC News Brasil, São Paulo, 25 jun. 2025. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyg436kmr3o. Acesso em 22 nov. 2025. (com supressões e alterações).
LEIA O TEXTO QUE SE SEGUE E RESPONDA A QUESTÃO.

- TOLEDO, Luiz Fernando; BELLO, Giovanni. O desgastante trabalho humano por trás do ChatGPT: ‘Não é tão emocionante quando descobrimos o que envolve'. BBC News Brasil, São Paulo, 25 jun. 2025. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyg436kmr3o. Acesso em 22 nov. 2025. (com supressões e alterações).