🎯 Saiba o que estudar

Avançado com Treinador a partir de R$ 0,76/dia

Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 129.084 questões

Q3888077 Português
No futuro, atendimento digital deverá se restringir a processos repetitivos


    Comprar ingresso de cinema, fazer check-in em viagens, pagar contas ou pedir comida em restaurantes são atividades cada vez mais mediadas por telas e algoritmos. O que antes exigia contato direto entre funcionários e consumidores agora pode ser resolvido em segundos por aplicativos, terminais de autoatendimento ou chatbots. Essa transformação, que promete rapidez e redução de custos para empresas, também abre debates sobre exclusão digital, segurança de dados, perda de empregos e, sobretudo, sobre a experiência humana no atendimento.

    Para o professor José Eduardo Santarém, doutor e professor da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP, especialista em Tecnologia da Informação, é preciso compreender que a digitalização tem diferentes dimensões. “Um dos significados é a conversão de documentos analógicos para o digital. Mas, no sentido estratégico, a digitalização está relacionada à transformação digital, que hoje faz parte do cotidiano das pessoas graças a equipamentos, sensores, algoritmos de IA e, principalmente, à mobilidade da internet”, explica.

    Esse avanço, segundo ele, traz ganhos claros em produtividade e precisão, além de eliminar barreiras de tempo e distância. No entanto, não significa o fim da participação humana. “Muitas atividades ainda exigem interação humana, como tarefas que dependem de raciocínio, empatia, criatividade e julgamentos éticos. Liderança, cuidados com a saúde e negociações complexas, por exemplo, ainda vão depender muito do ser humano”, avalia.

    Apesar disso, Santarém acredita que a inteligência artificial deve ocupar um espaço cada vez maior em atividades repetitivas. “Algumas tarefas podem até ser mais seguras quando executadas por máquinas. Um exemplo é o trânsito: a maior parte dos acidentes ocorre por falha humana. Não consigo imaginar que em 20 ou 25 anos ainda tenhamos pessoas dirigindo carros. Os veículos autônomos devem assumir esse papel por serem mais eficientes e seguros”, projeta.

    O professor também chama atenção para as contradições desse processo. De um lado, a tecnologia facilita a vida de pessoas com limitações, oferecendo ferramentas de acessibilidade e inclusão. De outro, pode ser excludente para quem não tem acesso a dispositivos e conectividade. “A digitalização traz benefícios e dificuldades. Mas há um esforço mundial para democratizar esse acesso, como o consórcio W3C, que defende internet para todos em todos os lugares”, observa.

    Na prática, o atendimento digital ainda está longe de ser perfeito. “Basta pensar nos bots de e-commerce. Raramente alguém sai satisfeito, porque eles resolvem apenas problemas básicos. Quando a demanda exige personalização, o atendimento humano ainda é insubstituível”, afirma Santarém. Para ele, esse é um dos grandes desafios da era da IA: encontrar o equilíbrio entre automação e sensibilidade. 

    Outro ponto crítico é a privacidade. “Há falhas diárias de acesso e roubo de dados. Apesar de termos legislações como a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) no Brasil e o Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (GDPR) na Europa, ainda precisamos evoluir. Custos e interesses muitas vezes deixam a proteção da privacidade fora da pauta, e isso é um problema sério”, alerta.

    Ainda assim, Santarém não acredita que o futuro será marcado por um atendimento totalmente automatizado. Ao contrário, projeta uma retomada do contato humano como diferencial. “Sou otimista em relação ao atendimento humano. Acho que haverá um momento em que vamos regredir no atendimento automatizado. Muitas pessoas ainda preferem abrir um cardápio físico em um restaurante em vez de usar QR Code. Esse contato pessoal pode voltar a ser o preferido”, reflete.

    Para ele, a saída está na fusão entre o digital e o humano, aproveitando o que cada um faz de melhor. “O ser humano não é apto para tarefas repetitivas, mas é insubstituível em inteligência, criatividade e sensibilidade. Já a automação pode dar agilidade e precisão a processos. O futuro do atendimento não será substituir um pelo outro, mas combinar os dois para oferecer experiências mais completas e humanas”, conclui.


(Disponível em: https://jornal.usp.br/campus-ribeirao-preto/. Acesso em: janeiro de 2025).
De acordo com o texto, o professor José Eduardo Santarém destaca um problema específico dos sistemas de atendimento automatizados no cenário atual, que se trata da:
Alternativas
Q3887705 Português

Atente à imagem abaixo para responder a questão




Texto VI


QT06.png (291×211)

Fonte < https://www.soportugues.com.br/secoes/maltratando/. > Acesso em: 03 nov. 2025. : 


Texto VII



qt07.png (291×288)

Fonte Acesso em: 03 nov. 2025. : <https://www.soportugues.com.br/secoes/maltratando/. 


Atente às imagens acima e analise as afirmações que seguem.



I- A expressão “Sem Ti Deiz” (Texto VI), embora transgredindo quase que completamente o padrão culto da língua, dentro do contexto de uso e das pistas propostas na imagem, é satisfatoriamente compreensível e comunica.


II- O texto VI apresenta três desvios gramaticais, sendo um deles uma falha de acentuação gráfica.


III- A redação do texto VI é completamente ininteligível e, independentemente da classe social na qual seja produzida e/ou inserida, deve ser prontamente condenada, já que em nada comunica.



É CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q3887703 Português

Atente ao texto a seguir para responder a questão


Texto V


QT05.png (452×315)

Fonte < https://politica-brasileira.webnode.page/repertorio-arquivos/charges/ > .Acesso em: 03 nov. 2025. : .

Atente às informações a seguir, com base no Texto V, e responda ao que se pede.



I- A visão que um dos alunos detém acerca da classe política é a de que é um ser sagrado, fantástico, mais atrelado ao mito e acima de qualquer suspeita, e que cumpre todas as promessas de campanha.


II- A visão que um dos alunos detém acerca da classe política é a de que é um ser que se assemelha a uma lenda, uma ficção, um mito, que não existe na realidade, e que, portanto, via de regra, não cumpre todas as promessas de campanha.


III- Deduz-se que na fala do terceiro aluno é possível que algum político possa cumprir alguma(as) de suas promessas.



É CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q3887698 Português

Atente às imagens a seguir para responder a questão


Texto III


QT03.png (481×323)

Fonte: < https://planejadordeaulas.org.br/plano/variacao-linguistica-e-diversidade-como-refletir-com-a-ajuda-de-meios-tecnologicos/>. Acesso em: 03 nov. 2025.




Texto IV


QT04.png (488×254)

Disponível em: < https://pt.slideshare.net/slideshow/aulao-variacao-linguistica-e-preconceitos-linguisticos-1-pdf/271665679>. Acesso em: 03 nov. 2025. 

Leia com atenção os enunciados a seguir e responda ao que se pede, com base nos textos III e IV.



I- As diferenças nos falares entre o gaúcho e o baiano, no Texto III, não comprometem, do ponto de vista de compreensão, a qualidade e a clareza final do entendimento no diálogo entre ambos. São, portanto, regionalismos, falas específicas de diferentes regiões do Brasil.


II- No Texto IV, a forma escrita como o filho responde aos pais, acerca do uso da internet, entra em contradição com o teor da sua própria resposta.


III- As diferenças nos falares entre o gaúcho e o baiano, no Texto III, comprometem diretamente, do ponto de vista de compreensão, a qualidade e clareza final do entendimento no diálogo entre ambos.



É CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q3887695 Português

Atente aos textos abaixo para responder a questão


Texto I

Maria da Vila Matilde (Elza Soares)


Cadê meu celular?

Eu vou ligar pro 180

Vou entregar teu nome

E explicar meu endereço

Aqui você não entra mais

Eu digo que não te conheço

E jogo água fervendo

Se você se aventurar

Eu solto o cachorro

E, apontando pra você

Eu grito: péguix...

Eu quero ver

Você pular, você correr

Na frente dos vizinhos

Cê vai se arrepender de levantar a mão pra mim

E quando o samango chegar

Eu mostro o roxo no meu braço

Entrego teu baralho

Teu bloco de pule

Teu dado chumbado

Ponho água no bule

Passo e ofereço um cafezim

Cê vai se arrepender de levantar a mão pra mimCadê meu celular?

Eu vou ligar pro 180

Vou entregar teu nome

E explicar meu endereço

Aqui você não entra mais

Eu digo que não te conheço

E jogo água fervendo

Se você se aventurar

E quando tua mãe ligar

Eu capricho no esculacho

Digo que é mimado

Que é cheio de dengo

Mal acostumado

Tem nada no quengo

Deita, vira e dorme rapidinho

Cê vai se arrepender de levantar a mão pra mimMão, cheia de dedo

Dedo, cheio de unha suja

E pra cima de mim? Pra cima de moi? Jamais, mané!


Fonte: https://www.google.com/search?q=letra+de+Maria+da+Vila+Matilde&rlz=1C1GCEA_enBR1167BR116 7&oq=letra++de+Maria+da+Vila+Matilde&gs_lcrp.. Acesso em: 03 nov. 2025.



Texto II


QT02.png (481×309)

Fonte: https://blogdoaftm.com.br/charge-violencia-contra-a-mulher-2/.Acesso em: 03 nov. 2025.

No enunciado “ Tem nada no quengo ”, a expressão sublinhada pode ser substituída, sem prejuízo de sentido ao enunciado, de acordo com o contexto, por:
Alternativas
Q3887692 Português

Atente aos textos abaixo para responder a questão


Texto I

Maria da Vila Matilde (Elza Soares)


Cadê meu celular?

Eu vou ligar pro 180

Vou entregar teu nome

E explicar meu endereço

Aqui você não entra mais

Eu digo que não te conheço

E jogo água fervendo

Se você se aventurar

Eu solto o cachorro

E, apontando pra você

Eu grito: péguix...

Eu quero ver

Você pular, você correr

Na frente dos vizinhos

Cê vai se arrepender de levantar a mão pra mim

E quando o samango chegar

Eu mostro o roxo no meu braço

Entrego teu baralho

Teu bloco de pule

Teu dado chumbado

Ponho água no bule

Passo e ofereço um cafezim

Cê vai se arrepender de levantar a mão pra mimCadê meu celular?

Eu vou ligar pro 180

Vou entregar teu nome

E explicar meu endereço

Aqui você não entra mais

Eu digo que não te conheço

E jogo água fervendo

Se você se aventurar

E quando tua mãe ligar

Eu capricho no esculacho

Digo que é mimado

Que é cheio de dengo

Mal acostumado

Tem nada no quengo

Deita, vira e dorme rapidinho

Cê vai se arrepender de levantar a mão pra mimMão, cheia de dedo

Dedo, cheio de unha suja

E pra cima de mim? Pra cima de moi? Jamais, mané!


Fonte: https://www.google.com/search?q=letra+de+Maria+da+Vila+Matilde&rlz=1C1GCEA_enBR1167BR116 7&oq=letra++de+Maria+da+Vila+Matilde&gs_lcrp.. Acesso em: 03 nov. 2025.



Texto II


QT02.png (481×309)

Fonte: https://blogdoaftm.com.br/charge-violencia-contra-a-mulher-2/.Acesso em: 03 nov. 2025.

De acordo com as ideias apresentadas no Texto II, a força da denúncia, em relação à violência contra a mulher, está marcada pelo confronto entre os seguintes verbos:
Alternativas
Q3887691 Português

Atente aos textos abaixo para responder a questão


Texto I

Maria da Vila Matilde (Elza Soares)


Cadê meu celular?

Eu vou ligar pro 180

Vou entregar teu nome

E explicar meu endereço

Aqui você não entra mais

Eu digo que não te conheço

E jogo água fervendo

Se você se aventurar

Eu solto o cachorro

E, apontando pra você

Eu grito: péguix...

Eu quero ver

Você pular, você correr

Na frente dos vizinhos

Cê vai se arrepender de levantar a mão pra mim

E quando o samango chegar

Eu mostro o roxo no meu braço

Entrego teu baralho

Teu bloco de pule

Teu dado chumbado

Ponho água no bule

Passo e ofereço um cafezim

Cê vai se arrepender de levantar a mão pra mimCadê meu celular?

Eu vou ligar pro 180

Vou entregar teu nome

E explicar meu endereço

Aqui você não entra mais

Eu digo que não te conheço

E jogo água fervendo

Se você se aventurar

E quando tua mãe ligar

Eu capricho no esculacho

Digo que é mimado

Que é cheio de dengo

Mal acostumado

Tem nada no quengo

Deita, vira e dorme rapidinho

Cê vai se arrepender de levantar a mão pra mimMão, cheia de dedo

Dedo, cheio de unha suja

E pra cima de mim? Pra cima de moi? Jamais, mané!


Fonte: https://www.google.com/search?q=letra+de+Maria+da+Vila+Matilde&rlz=1C1GCEA_enBR1167BR116 7&oq=letra++de+Maria+da+Vila+Matilde&gs_lcrp.. Acesso em: 03 nov. 2025.



Texto II


QT02.png (481×309)

Fonte: https://blogdoaftm.com.br/charge-violencia-contra-a-mulher-2/.Acesso em: 03 nov. 2025.

Nos versos “Eu vou ligar pro 180/Vou entregar teu nome ”, extraído do Texto I, a parte sublinhada, neste contexto de uso, quer dizer:
Alternativas
Q3887690 Português

Atente aos textos abaixo para responder a questão


Texto I

Maria da Vila Matilde (Elza Soares)


Cadê meu celular?

Eu vou ligar pro 180

Vou entregar teu nome

E explicar meu endereço

Aqui você não entra mais

Eu digo que não te conheço

E jogo água fervendo

Se você se aventurar

Eu solto o cachorro

E, apontando pra você

Eu grito: péguix...

Eu quero ver

Você pular, você correr

Na frente dos vizinhos

Cê vai se arrepender de levantar a mão pra mim

E quando o samango chegar

Eu mostro o roxo no meu braço

Entrego teu baralho

Teu bloco de pule

Teu dado chumbado

Ponho água no bule

Passo e ofereço um cafezim

Cê vai se arrepender de levantar a mão pra mimCadê meu celular?

Eu vou ligar pro 180

Vou entregar teu nome

E explicar meu endereço

Aqui você não entra mais

Eu digo que não te conheço

E jogo água fervendo

Se você se aventurar

E quando tua mãe ligar

Eu capricho no esculacho

Digo que é mimado

Que é cheio de dengo

Mal acostumado

Tem nada no quengo

Deita, vira e dorme rapidinho

Cê vai se arrepender de levantar a mão pra mimMão, cheia de dedo

Dedo, cheio de unha suja

E pra cima de mim? Pra cima de moi? Jamais, mané!


Fonte: https://www.google.com/search?q=letra+de+Maria+da+Vila+Matilde&rlz=1C1GCEA_enBR1167BR116 7&oq=letra++de+Maria+da+Vila+Matilde&gs_lcrp.. Acesso em: 03 nov. 2025.



Texto II


QT02.png (481×309)

Fonte: https://blogdoaftm.com.br/charge-violencia-contra-a-mulher-2/.Acesso em: 03 nov. 2025.

No Texto II, a resposta de Mariazinha, diante da pergunta da professora:
Alternativas
Q3887689 Português

Atente aos textos abaixo para responder a questão


Texto I

Maria da Vila Matilde (Elza Soares)


Cadê meu celular?

Eu vou ligar pro 180

Vou entregar teu nome

E explicar meu endereço

Aqui você não entra mais

Eu digo que não te conheço

E jogo água fervendo

Se você se aventurar

Eu solto o cachorro

E, apontando pra você

Eu grito: péguix...

Eu quero ver

Você pular, você correr

Na frente dos vizinhos

Cê vai se arrepender de levantar a mão pra mim

E quando o samango chegar

Eu mostro o roxo no meu braço

Entrego teu baralho

Teu bloco de pule

Teu dado chumbado

Ponho água no bule

Passo e ofereço um cafezim

Cê vai se arrepender de levantar a mão pra mimCadê meu celular?

Eu vou ligar pro 180

Vou entregar teu nome

E explicar meu endereço

Aqui você não entra mais

Eu digo que não te conheço

E jogo água fervendo

Se você se aventurar

E quando tua mãe ligar

Eu capricho no esculacho

Digo que é mimado

Que é cheio de dengo

Mal acostumado

Tem nada no quengo

Deita, vira e dorme rapidinho

Cê vai se arrepender de levantar a mão pra mimMão, cheia de dedo

Dedo, cheio de unha suja

E pra cima de mim? Pra cima de moi? Jamais, mané!


Fonte: https://www.google.com/search?q=letra+de+Maria+da+Vila+Matilde&rlz=1C1GCEA_enBR1167BR116 7&oq=letra++de+Maria+da+Vila+Matilde&gs_lcrp.. Acesso em: 03 nov. 2025.



Texto II


QT02.png (481×309)

Fonte: https://blogdoaftm.com.br/charge-violencia-contra-a-mulher-2/.Acesso em: 03 nov. 2025.

No verso “E quando o chegar/ Eu mostro o roxo no meu braço”, extraído do Texto I, a palavra sublinhada significa, neste samango contexto de uso: 
Alternativas
Q3887688 Português

Atente aos textos abaixo para responder a questão


Texto I

Maria da Vila Matilde (Elza Soares)


Cadê meu celular?

Eu vou ligar pro 180

Vou entregar teu nome

E explicar meu endereço

Aqui você não entra mais

Eu digo que não te conheço

E jogo água fervendo

Se você se aventurar

Eu solto o cachorro

E, apontando pra você

Eu grito: péguix...

Eu quero ver

Você pular, você correr

Na frente dos vizinhos

Cê vai se arrepender de levantar a mão pra mim

E quando o samango chegar

Eu mostro o roxo no meu braço

Entrego teu baralho

Teu bloco de pule

Teu dado chumbado

Ponho água no bule

Passo e ofereço um cafezim

Cê vai se arrepender de levantar a mão pra mimCadê meu celular?

Eu vou ligar pro 180

Vou entregar teu nome

E explicar meu endereço

Aqui você não entra mais

Eu digo que não te conheço

E jogo água fervendo

Se você se aventurar

E quando tua mãe ligar

Eu capricho no esculacho

Digo que é mimado

Que é cheio de dengo

Mal acostumado

Tem nada no quengo

Deita, vira e dorme rapidinho

Cê vai se arrepender de levantar a mão pra mimMão, cheia de dedo

Dedo, cheio de unha suja

E pra cima de mim? Pra cima de moi? Jamais, mané!


Fonte: https://www.google.com/search?q=letra+de+Maria+da+Vila+Matilde&rlz=1C1GCEA_enBR1167BR116 7&oq=letra++de+Maria+da+Vila+Matilde&gs_lcrp.. Acesso em: 03 nov. 2025.



Texto II


QT02.png (481×309)

Fonte: https://blogdoaftm.com.br/charge-violencia-contra-a-mulher-2/.Acesso em: 03 nov. 2025.

A temática mostrada nos dois textos expõe um problema:
Alternativas
Q3887687 Português

Atente aos textos abaixo para responder a questão


Texto I

Maria da Vila Matilde (Elza Soares)


Cadê meu celular?

Eu vou ligar pro 180

Vou entregar teu nome

E explicar meu endereço

Aqui você não entra mais

Eu digo que não te conheço

E jogo água fervendo

Se você se aventurar

Eu solto o cachorro

E, apontando pra você

Eu grito: péguix...

Eu quero ver

Você pular, você correr

Na frente dos vizinhos

Cê vai se arrepender de levantar a mão pra mim

E quando o samango chegar

Eu mostro o roxo no meu braço

Entrego teu baralho

Teu bloco de pule

Teu dado chumbado

Ponho água no bule

Passo e ofereço um cafezim

Cê vai se arrepender de levantar a mão pra mimCadê meu celular?

Eu vou ligar pro 180

Vou entregar teu nome

E explicar meu endereço

Aqui você não entra mais

Eu digo que não te conheço

E jogo água fervendo

Se você se aventurar

E quando tua mãe ligar

Eu capricho no esculacho

Digo que é mimado

Que é cheio de dengo

Mal acostumado

Tem nada no quengo

Deita, vira e dorme rapidinho

Cê vai se arrepender de levantar a mão pra mimMão, cheia de dedo

Dedo, cheio de unha suja

E pra cima de mim? Pra cima de moi? Jamais, mané!


Fonte: https://www.google.com/search?q=letra+de+Maria+da+Vila+Matilde&rlz=1C1GCEA_enBR1167BR116 7&oq=letra++de+Maria+da+Vila+Matilde&gs_lcrp.. Acesso em: 03 nov. 2025.



Texto II


QT02.png (481×309)

Fonte: https://blogdoaftm.com.br/charge-violencia-contra-a-mulher-2/.Acesso em: 03 nov. 2025.

A temática central, presente nos Textos I e II, refere-se à violência contra:
Alternativas
Q3887601 Português
Atenção: Leia o poema de Cecilia Meirelles, extraído do livro Viagem, para responder à questão.


Serenata

Permite que feche os meus olhos,
pois é muito longe e tão tarde!
Pensei que era apenas demora,
e cantando pus-me a esperar-te.

Permite que agora emudeça:
que me conforme em ser sozinha.
Há uma doce luz no siléncio
e a dor é de origem divina.

Permite que volte o meu rosto
para um céu maior que este mundo,
e aprenda a ser dócil no sonho
como as estrelas no seu rumo.
Considerando o contexto do poema, está coerente a frase que completa o trecho:
O eu lírico pediu ao seu interlocutor permissão para
Alternativas
Q3887600 Português
Atenção: Leia o poema de Cecilia Meirelles, extraído do livro Viagem, para responder à questão.


Serenata

Permite que feche os meus olhos,
pois é muito longe e tão tarde!
Pensei que era apenas demora,
e cantando pus-me a esperar-te.

Permite que agora emudeça:
que me conforme em ser sozinha.
Há uma doce luz no siléncio
e a dor é de origem divina.

Permite que volte o meu rosto
para um céu maior que este mundo,
e aprenda a ser dócil no sonho
como as estrelas no seu rumo.
No poema, o eu lírico mostra-se, sobretudo,
Alternativas
Q3887595 Português
Atenção: Leia o trecho do romance Eles eram muitos cavalos, de Luiz Ruffato, para responder å questão.


    Nós poderíamos ter sido grandes amigos.

    Eu o convidaria para um jantar sábado à noite, aqui em nosso apartamento, serviriamos um magnifico pernil de cordeiro acomodado em ramos de alecrim, um honesto Quinta da Bacalhoa, e ouviríamos, encantados, o último disco do Chico Buarque, uma соletânea da Dinah Washington, uma outra cantora que agora me foge o nome, adquirida na Tower Records, em Londres.

    Seríamos apresentados à sua esposa, já vislumbrada rapidamente na piscina, e, uma ou duas taças, deixariamos o sofá de veludo espanhol amarelo pelas duras e ásperas cadeiras de palha da cozinha, não tão grande quanto era nosso desejo, para ajudar a Célia, avental motivos-surrealistas, cuidando do assado e da salada. Eu lavaria a louça, ele e a mulher arrumariam a mesa, toalha, talheres, copos, descansos. Após o jantar, de novo esparramados no conforto da sala, nos perderíamos no torvelinho das conversas e, madrugada, quando já nem mais ânimo tivéssemos para trocar o cedé,a rua ausente de carros, uma leve culpa por as crianças estarem na casa de algum coleguinha ou de parentes, se imiscuiria em nosso último assunto, e nos despediriamos, prometendo nos frequentar com alguma assiduidade.

    O tempo solidificaria a relação.

  Trocaríamos e-mails e encheríamos o computador de spams, correntes-da-felicidade, abaixo-assinados, alertas sobrea descoberta de novos vírus, as mais recentes modalidades de crimes, fotos indecentes, charges e até mesmo endereços interessantes, lojas virtuais de cedés e de livros, e descobriríamos afinidades que insuspeitávamos, e toda sexta-feira nos encontraríamos para o happy hour num barzinho da Lapa, "o melhor tira-gosto de São Paulo", e revelariamos quea escola das crianças não é tão boa quanto imaginávamos, e confessaríamos que ambos mentiamos para os amigos sobre aventuras extraconjugais, e que, embora a colega assistente da diretoria existisse, a única vez que falei com ela foi para me desculpar por ter derrubado sua sobremesa no chão do refeitório, e chegaríamos em casa recendendo a álcool, e as mulheres reclamariam e diriam que "Homem é tudo igual", e no dia seguinte, sábado, acordaríamos cedo para comprar peixe e verduras no Mercado Municipal. Mas nós não nos conhecíamos. Nos vimos algumas vezes no elevador de serviço, a caminho da garagem do prédio, uma ou outra vez na piscina, ele lendo a Veja, eu nadando com a Joana e o Afonsinho. 

(Adaptado de: RUFFATO, Luiz. Eles eram muitos cavalos. São Paulo: Companhia das Letras, 2013) 
No trecho, o narrador
Alternativas
Q3887594 Português
Atenção: Leia o trecho do romance Eles eram muitos cavalos, de Luiz Ruffato, para responder å questão.


    Nós poderíamos ter sido grandes amigos.

    Eu o convidaria para um jantar sábado à noite, aqui em nosso apartamento, serviriamos um magnifico pernil de cordeiro acomodado em ramos de alecrim, um honesto Quinta da Bacalhoa, e ouviríamos, encantados, o último disco do Chico Buarque, uma соletânea da Dinah Washington, uma outra cantora que agora me foge o nome, adquirida na Tower Records, em Londres.

    Seríamos apresentados à sua esposa, já vislumbrada rapidamente na piscina, e, uma ou duas taças, deixariamos o sofá de veludo espanhol amarelo pelas duras e ásperas cadeiras de palha da cozinha, não tão grande quanto era nosso desejo, para ajudar a Célia, avental motivos-surrealistas, cuidando do assado e da salada. Eu lavaria a louça, ele e a mulher arrumariam a mesa, toalha, talheres, copos, descansos. Após o jantar, de novo esparramados no conforto da sala, nos perderíamos no torvelinho das conversas e, madrugada, quando já nem mais ânimo tivéssemos para trocar o cedé,a rua ausente de carros, uma leve culpa por as crianças estarem na casa de algum coleguinha ou de parentes, se imiscuiria em nosso último assunto, e nos despediriamos, prometendo nos frequentar com alguma assiduidade.

    O tempo solidificaria a relação.

  Trocaríamos e-mails e encheríamos o computador de spams, correntes-da-felicidade, abaixo-assinados, alertas sobrea descoberta de novos vírus, as mais recentes modalidades de crimes, fotos indecentes, charges e até mesmo endereços interessantes, lojas virtuais de cedés e de livros, e descobriríamos afinidades que insuspeitávamos, e toda sexta-feira nos encontraríamos para o happy hour num barzinho da Lapa, "o melhor tira-gosto de São Paulo", e revelariamos quea escola das crianças não é tão boa quanto imaginávamos, e confessaríamos que ambos mentiamos para os amigos sobre aventuras extraconjugais, e que, embora a colega assistente da diretoria existisse, a única vez que falei com ela foi para me desculpar por ter derrubado sua sobremesa no chão do refeitório, e chegaríamos em casa recendendo a álcool, e as mulheres reclamariam e diriam que "Homem é tudo igual", e no dia seguinte, sábado, acordaríamos cedo para comprar peixe e verduras no Mercado Municipal. Mas nós não nos conhecíamos. Nos vimos algumas vezes no elevador de serviço, a caminho da garagem do prédio, uma ou outra vez na piscina, ele lendo a Veja, eu nadando com a Joana e o Afonsinho. 

(Adaptado de: RUFFATO, Luiz. Eles eram muitos cavalos. São Paulo: Companhia das Letras, 2013) 
O trecho "mas nós não nos conhecíamos" (final do texto) revela que a relação entre os dois personagens configura-se como
Alternativas
Q3887593 Português
Atenção: Leia o trecho do romance Eles eram muitos cavalos, de Luiz Ruffato, para responder å questão.


    Nós poderíamos ter sido grandes amigos.

    Eu o convidaria para um jantar sábado à noite, aqui em nosso apartamento, serviriamos um magnifico pernil de cordeiro acomodado em ramos de alecrim, um honesto Quinta da Bacalhoa, e ouviríamos, encantados, o último disco do Chico Buarque, uma соletânea da Dinah Washington, uma outra cantora que agora me foge o nome, adquirida na Tower Records, em Londres.

    Seríamos apresentados à sua esposa, já vislumbrada rapidamente na piscina, e, uma ou duas taças, deixariamos o sofá de veludo espanhol amarelo pelas duras e ásperas cadeiras de palha da cozinha, não tão grande quanto era nosso desejo, para ajudar a Célia, avental motivos-surrealistas, cuidando do assado e da salada. Eu lavaria a louça, ele e a mulher arrumariam a mesa, toalha, talheres, copos, descansos. Após o jantar, de novo esparramados no conforto da sala, nos perderíamos no torvelinho das conversas e, madrugada, quando já nem mais ânimo tivéssemos para trocar o cedé,a rua ausente de carros, uma leve culpa por as crianças estarem na casa de algum coleguinha ou de parentes, se imiscuiria em nosso último assunto, e nos despediriamos, prometendo nos frequentar com alguma assiduidade.

    O tempo solidificaria a relação.

  Trocaríamos e-mails e encheríamos o computador de spams, correntes-da-felicidade, abaixo-assinados, alertas sobrea descoberta de novos vírus, as mais recentes modalidades de crimes, fotos indecentes, charges e até mesmo endereços interessantes, lojas virtuais de cedés e de livros, e descobriríamos afinidades que insuspeitávamos, e toda sexta-feira nos encontraríamos para o happy hour num barzinho da Lapa, "o melhor tira-gosto de São Paulo", e revelariamos quea escola das crianças não é tão boa quanto imaginávamos, e confessaríamos que ambos mentiamos para os amigos sobre aventuras extraconjugais, e que, embora a colega assistente da diretoria existisse, a única vez que falei com ela foi para me desculpar por ter derrubado sua sobremesa no chão do refeitório, e chegaríamos em casa recendendo a álcool, e as mulheres reclamariam e diriam que "Homem é tudo igual", e no dia seguinte, sábado, acordaríamos cedo para comprar peixe e verduras no Mercado Municipal. Mas nós não nos conhecíamos. Nos vimos algumas vezes no elevador de serviço, a caminho da garagem do prédio, uma ou outra vez na piscina, ele lendo a Veja, eu nadando com a Joana e o Afonsinho. 

(Adaptado de: RUFFATO, Luiz. Eles eram muitos cavalos. São Paulo: Companhia das Letras, 2013) 
A palavra sublinhada no trecho "e descobririamos afinidades que insuspeitávamos" (5º parágrafo) pode ser substituida, sem prejuízo para as relações de sentido e a correção gramatical, por: 
Alternativas
Q3887592 Português
Atenção: Leia o trecho do romance Eles eram muitos cavalos, de Luiz Ruffato, para responder å questão.


    Nós poderíamos ter sido grandes amigos.

    Eu o convidaria para um jantar sábado à noite, aqui em nosso apartamento, serviriamos um magnifico pernil de cordeiro acomodado em ramos de alecrim, um honesto Quinta da Bacalhoa, e ouviríamos, encantados, o último disco do Chico Buarque, uma соletânea da Dinah Washington, uma outra cantora que agora me foge o nome, adquirida na Tower Records, em Londres.

    Seríamos apresentados à sua esposa, já vislumbrada rapidamente na piscina, e, uma ou duas taças, deixariamos o sofá de veludo espanhol amarelo pelas duras e ásperas cadeiras de palha da cozinha, não tão grande quanto era nosso desejo, para ajudar a Célia, avental motivos-surrealistas, cuidando do assado e da salada. Eu lavaria a louça, ele e a mulher arrumariam a mesa, toalha, talheres, copos, descansos. Após o jantar, de novo esparramados no conforto da sala, nos perderíamos no torvelinho das conversas e, madrugada, quando já nem mais ânimo tivéssemos para trocar o cedé,a rua ausente de carros, uma leve culpa por as crianças estarem na casa de algum coleguinha ou de parentes, se imiscuiria em nosso último assunto, e nos despediriamos, prometendo nos frequentar com alguma assiduidade.

    O tempo solidificaria a relação.

  Trocaríamos e-mails e encheríamos o computador de spams, correntes-da-felicidade, abaixo-assinados, alertas sobrea descoberta de novos vírus, as mais recentes modalidades de crimes, fotos indecentes, charges e até mesmo endereços interessantes, lojas virtuais de cedés e de livros, e descobriríamos afinidades que insuspeitávamos, e toda sexta-feira nos encontraríamos para o happy hour num barzinho da Lapa, "o melhor tira-gosto de São Paulo", e revelariamos quea escola das crianças não é tão boa quanto imaginávamos, e confessaríamos que ambos mentiamos para os amigos sobre aventuras extraconjugais, e que, embora a colega assistente da diretoria existisse, a única vez que falei com ela foi para me desculpar por ter derrubado sua sobremesa no chão do refeitório, e chegaríamos em casa recendendo a álcool, e as mulheres reclamariam e diriam que "Homem é tudo igual", e no dia seguinte, sábado, acordaríamos cedo para comprar peixe e verduras no Mercado Municipal. Mas nós não nos conhecíamos. Nos vimos algumas vezes no elevador de serviço, a caminho da garagem do prédio, uma ou outra vez na piscina, ele lendo a Veja, eu nadando com a Joana e o Afonsinho. 

(Adaptado de: RUFFATO, Luiz. Eles eram muitos cavalos. São Paulo: Companhia das Letras, 2013) 
O trecho "encheríamos o computador de spams, correntes-da-felicidade, abaixo-assinados, alertas sobre a descoberta de novos virus, as mais recentes modalidades de crimes, fotos indecentes, charges" ilustra, sobretudo,
Alternativas
Ano: 2026 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: Telebras Provas: CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Advogado | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Analista de Tecnologia da Informação | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Analista Superior - Subatividade: Administrativo | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Analista Superior - Subatividade: Auditoria | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Analista Superior - Subatividade: Comercial | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Analista Superior - Subatividade: Estatística | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Analista Superior - Subatividade: Finanças | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Analista Superior - Subatividade: Marketing | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Analista Superior - Subatividade: Psicologia | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Contador | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Engenheiro - Subatividade: Engenheiro Aeroespacial | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Engenheiro - Subatividade: Engenheiro Civil | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Engenheiro - Subatividade: Engenheiro de Rede | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Engenheiro - Subatividade: Engenheiro Eletricista | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Engenheiro - Subatividade: Engenheiro de Telecomunicações |
Q3886720 Português
        O streaming hoje não é apenas um canal de distribuição. Ele se tornou um modelo de consumo cultural, baseado na personalização, na conveniência e na acessibilidade.

        Os algoritmos ajudam a moldar a experiência de cada usuário, enquanto o conteúdo pode ser acessado a qualquer hora e em qualquer dispositivo. Além disso, o streaming reduziu as barreiras entre criadores, marcas e audiência.

        Com a explosão das plataformas sob demanda, a lógica da programação linear perdeu força. Hoje, a audiência se dispersa por uma infinidade de opções, e o grande público foi substituído por múltiplas comunidades de interesse.

Internet:<https://midia.market>  (com adaptações).

Considerando a organização do texto precedente, seus sentidos e sua estrutura gramatical, julgue o item que se segue.


No primeiro período do terceiro parágrafo, o segmento “Com a explosão das plataformas sob demanda” expressa uma consequência da perda de força da programação linear tradicional.

Alternativas
Ano: 2026 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: Telebras Provas: CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Advogado | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Analista de Tecnologia da Informação | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Analista Superior - Subatividade: Administrativo | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Analista Superior - Subatividade: Auditoria | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Analista Superior - Subatividade: Comercial | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Analista Superior - Subatividade: Estatística | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Analista Superior - Subatividade: Finanças | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Analista Superior - Subatividade: Marketing | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Analista Superior - Subatividade: Psicologia | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Contador | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Engenheiro - Subatividade: Engenheiro Aeroespacial | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Engenheiro - Subatividade: Engenheiro Civil | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Engenheiro - Subatividade: Engenheiro de Rede | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Engenheiro - Subatividade: Engenheiro Eletricista | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Engenheiro - Subatividade: Engenheiro de Telecomunicações |
Q3886718 Português
        O streaming hoje não é apenas um canal de distribuição. Ele se tornou um modelo de consumo cultural, baseado na personalização, na conveniência e na acessibilidade.

        Os algoritmos ajudam a moldar a experiência de cada usuário, enquanto o conteúdo pode ser acessado a qualquer hora e em qualquer dispositivo. Além disso, o streaming reduziu as barreiras entre criadores, marcas e audiência.

        Com a explosão das plataformas sob demanda, a lógica da programação linear perdeu força. Hoje, a audiência se dispersa por uma infinidade de opções, e o grande público foi substituído por múltiplas comunidades de interesse.

Internet:<https://midia.market>  (com adaptações).

Considerando a organização do texto precedente, seus sentidos e sua estrutura gramatical, julgue o item que se segue.


As relações sintáticas e o sentido do segundo período do primeiro parágrafo seriam preservados caso fosse introduzida a sequência que é imediatamente antes do termo “baseado”.

Alternativas
Ano: 2026 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: Telebras Provas: CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Advogado | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Analista de Tecnologia da Informação | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Analista Superior - Subatividade: Administrativo | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Analista Superior - Subatividade: Auditoria | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Analista Superior - Subatividade: Comercial | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Analista Superior - Subatividade: Estatística | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Analista Superior - Subatividade: Finanças | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Analista Superior - Subatividade: Marketing | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Analista Superior - Subatividade: Psicologia | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Contador | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Engenheiro - Subatividade: Engenheiro Aeroespacial | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Engenheiro - Subatividade: Engenheiro Civil | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Engenheiro - Subatividade: Engenheiro de Rede | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Engenheiro - Subatividade: Engenheiro Eletricista | CESPE / CEBRASPE - 2026 - Telebras - Especialista em Gestão de Telecomunicações - Engenheiro - Subatividade: Engenheiro de Telecomunicações |
Q3886716 Português
        O streaming hoje não é apenas um canal de distribuição. Ele se tornou um modelo de consumo cultural, baseado na personalização, na conveniência e na acessibilidade.

        Os algoritmos ajudam a moldar a experiência de cada usuário, enquanto o conteúdo pode ser acessado a qualquer hora e em qualquer dispositivo. Além disso, o streaming reduziu as barreiras entre criadores, marcas e audiência.

        Com a explosão das plataformas sob demanda, a lógica da programação linear perdeu força. Hoje, a audiência se dispersa por uma infinidade de opções, e o grande público foi substituído por múltiplas comunidades de interesse.

Internet:<https://midia.market>  (com adaptações).

Considerando a organização do texto precedente, seus sentidos e sua estrutura gramatical, julgue o item que se segue.


Depreende-se da argumentação geral do texto que o streaming representa uma modernização das relações de consumo de conteúdo audiovisual.

Alternativas
Respostas
6381: A
6382: A
6383: C
6384: A
6385: C
6386: B
6387: E
6388: B
6389: E
6390: A
6391: E
6392: D
6393: C
6394: E
6395: C
6396: A
6397: C
6398: E
6399: C
6400: C