Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3625305 Português

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 6 a 10 questão.

Mafalda (Quino). Disponível em: https://www.facebook.com/ 1679488438958801/photos/a.1679640702276908/1891307 064443603/?type=3 Acesso em: 05 nov., 2023. 

Em quase todo o texto, Mafalda está falando consigo mesma, com exceção de um quadrinho, no qual ela fala diretamente com o mar. Em qual fala isso acontece?
Alternativas
Q3625304 Português

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 6 a 10 questão.

Mafalda (Quino). Disponível em: https://www.facebook.com/ 1679488438958801/photos/a.1679640702276908/1891307 064443603/?type=3 Acesso em: 05 nov., 2023. 

Ao que se deve o sentido de humor do texto?
Alternativas
Q3625301 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Armandinho (Alexandre Beck) − Disponível em: https://mpabrasil. org.br/wp-content/uploads/2018/11/armandinho_natureza.jpg Acesso em: 05 nov., 2023.

Por que há o risco de que a natureza seja toda destruída até Armandinho poder cuidar dela?
Alternativas
Q3625300 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Armandinho (Alexandre Beck) − Disponível em: https://mpabrasil. org.br/wp-content/uploads/2018/11/armandinho_natureza.jpg Acesso em: 05 nov., 2023.

No último quadrinho, Armandinho diz "tentem não destruir tudo até lá!". A quem ele se refere?
Alternativas
Q3625298 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Armandinho (Alexandre Beck) − Disponível em: https://mpabrasil. org.br/wp-content/uploads/2018/11/armandinho_natureza.jpg Acesso em: 05 nov., 2023.

Assinale a alternativa que corretamente apresenta o gênero do texto:
Alternativas
Q3625256 Português

Luto antes da morte: um processo que ajuda a lidar com a perda


Por Gabriela Cupani 







(Disponível em: www.istoe.com.br/luto-antes-da-morte-um-processo-que-ajuda-a-lidar-com-a-perda/ - texto adaptado especialmente para esta prova).  

 Na linha 09, a expressão "Ainda assim" garante, ao trecho em que ocorre, sentido:
Alternativas
Q3625253 Português

Luto antes da morte: um processo que ajuda a lidar com a perda


Por Gabriela Cupani 







(Disponível em: www.istoe.com.br/luto-antes-da-morte-um-processo-que-ajuda-a-lidar-com-a-perda/ - texto adaptado especialmente para esta prova).  

No trecho "Na prática, ele também não é facilmente reconhecido pelos profissionais de saúde" (I. 11-12), "ele" se refere:
Alternativas
Q3625250 Português

Luto antes da morte: um processo que ajuda a lidar com a perda


Por Gabriela Cupani 







(Disponível em: www.istoe.com.br/luto-antes-da-morte-um-processo-que-ajuda-a-lidar-com-a-perda/ - texto adaptado especialmente para esta prova).  

Assinale a alternativa que apresenta uma palavra que poderia substituir "estimular" (I. 23) sem alterar significativamente o sentido do trecho em que ocorre.
Alternativas
Q3625249 Português

Luto antes da morte: um processo que ajuda a lidar com a perda


Por Gabriela Cupani 







(Disponível em: www.istoe.com.br/luto-antes-da-morte-um-processo-que-ajuda-a-lidar-com-a-perda/ - texto adaptado especialmente para esta prova).  

Considerando somente o que é expresso pelo texto, analise as assertivas abaixo: 

I. Conforme a autora, despedir-se de alguém de forma súbita pode ser mais leve quando comparado à experiência de uma doença prolongada.

II. Ainda que a tristeza não possa ser evitada, o luto pode atuar como um forte mecanismo transformação para ressignificar a perda.

III. De acordo com a médica geriatra Ana Claudia Arantes, com a previsibilidade da morte, o luto antecipatório pode funcionar como uma elaboração do luto real.


Quais estão corretas?
Alternativas
Q3625209 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Haverá em breve uma vacina contra o câncer?


Empresas de biotecnologia querem lançar em alguns anos imunizantes contra a doença, algo que se tornou possível com a tecnologia de mRNA. Com isso, o câncer pode deixar de ser uma "sentença de morte". Em poucos anos, a tecnologia de RNA mensageiro (mRNA) revolucionou a medicina. Durante a pandemia de covid-19, imunizantes de alta eficácia contra o vírus Sars-Cov-2 foram desenvolvidos em apenas alguns meses graças a essa tecnologia.


Mesmo que o vírus se desenvolva com mutações mais agressivas, vacinas sob medida podem ser novamente desenvolvidas em pouco tempo graças à tecnologia de mRNA. Mas esse avanço, recentemente agraciado com o Prêmio Nobel de Medicina, pode ainda alcançar muito mais.


A tecnologia de mRNA também deu novo impulso à pesquisa sobre o câncer. O CEO da empresa de biotecnologia CureVac, Alexander Zehnder, quer introduzir no mercado vacinas com base nessa tecnologia em um prazo máximo de cinco anos.


O desenvolvimento de vacinas contra certos tipos de câncer seria um sonho realizado para a humanidade. "Pesquisas sobre vacinas contra o câncer vêm sendo realizadas há 20 anos. Os progressos atuais, porém, são enormes", afirma Zehnder. "Ganhamos muita experiência durante a pandemia e a inteligência artificial está tão avançada que consegue resolver muitos problemas na programação do mRNA", explicou o chefe da CureVac em entrevista ao jornal alemão Bild am Sonntag. 


As vacinas contra o câncer estimulam o sistema imunológico de maneira que as defesas próprias do corpo podem combater especificamente as células tumorais. "O fator mortal no câncer é o fato de ele se manter em crescimento. A vacina visa conter esse crescimento, mesmo que o câncer já esteja metastático. O câncer, dessa forma, se torna uma doença crônica com a qual se pode conviver durante décadas. Não é mais uma sentença de morte", disse Zehnder.


Corrida pela vacina


Além da CureVac, outras empresas também investem intensamente em pesquisas contra o câncer. No início de outubro, a empresa BioNTech publicou resultados preliminares promissores de um estudo clínico em andamento. A eficácia de sua vacina de mRNA contra o câncer, CARVac, já está sendo testada em cobaias.


O CEO da BioNTech, Ugur Sahin, disse em entrevista à revista alemã Der Spiegel que, segundo sua estimativa, haverá vacinas contra o câncer disponíveis nos próximos anos. "Acreditamos que será possível produzi-las em larga escala antes de 2030", afirmou.


No longo prazo, as vacinas tendem a substituir o tratamento convencional contra o câncer. Isso também seria um fator bastante positivo, uma vez que as terapias com quimioterapia ou radiação são extremamente agressivas para os pacientes.


"A quimioterapia ou a radiação nunca combatem somente o tumor, mas também os tecidos saudáveis. É por isso que há tantos efeitos colaterais", explicou Zehnder. "A vantagem de usar o mRNA é que o sistema imunológico próprio é estimulado e combate especificamente o câncer, e nada mais".


Como funciona a vacina?


As células T, ou linfócitos T, ajudam o corpo a combater infecções ao destruir as células adoecidas ou estimular outras células imunológicas a agirem, mas têm dificuldades em reconhecer as células cancerígenas, o que as células CAR-T conseguem fazer.


O tratamento com as células CAR-T foi aprovado na Europa em 2018 e vem sendo utilizado principalmente no tratamento da leucemia, o chamado câncer sanguíneo.


No entanto, essa forma bastante eficaz de imunoterapia tem custos impraticáveis para muitos. Segundo o Centro Alemão de Pesquisas sobre o Câncer da Alemanha, os fabricantes cobram até 320 mil euros pela produção dessas células imunológicas para apenas um paciente. 


Nesse tipo de imunoterapia, as células T são filtradas dos leucócitos - os glóbulos brancos - do sangue do paciente. Elas então são geneticamente modificadas para formarem receptores quiméricos de antígeno (CARs) na superfície. Isso resulta em um receptor cujos componentes diferentes não se encaixam.


Vacinas deixam as células tumorais visíveis

 

Se as células CAR-T produzidas dessa forma forem injetadas de volta no paciente, elas se alojam especificamente nas células cancerígenas. O sistema imunológico é ativado e ataca as células tumorais. As futuras vacinas podem dar apoio a esse processo se, por exemplo, as células CAR-T não conseguirem encontrar ou estiverem muito enfraquecidas para lutar contra as tumorais.


Para deixar as células tumorais mais visíveis, a proteína Claudin-6 é introduzida na célula cancerígena com ajuda da tecnologia mRNA. Isso cria um antígeno que se aloja na superfície da célula tumoral, tornando-a mais fácil de ser reconhecida e combatida pelas CAR-T.


Até agora, as células T modificadas combatiam somente o câncer sanguíneo. Mas os avanços rápidos na tecnologia de mRNA aumentam as esperanças de que possa haver no futuro terapias eficazes e menos agressivas, não apenas para a leucemia, mas também para outros tipos de câncer.


Retirado e adaptado de: TERRA. Haverá em breve uma vacina contra o câncer? Portal Terra. Disponível em: https://www.terra. com.br/noticias/havera-em-breve-uma-vacina-contra-o-cancer, 60f8d40daa34735e8fe2882052bb273fti7x3zb1.html Acesso em: 09 nov., 2023.


Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, que relaciona relações de sentido a exemplos de seu uso no texto "Haverá em breve uma vacina contra o câncer?":


Primeira coluna: Relações de sentido


(1)Condicionalidade.

(2)Adição.

(3)Temporalidade.

(4)Oposição


Segunda coluna: Emprego no texto


(__)Até agora, as células T modificadas combatiam somente o câncer sanguíneo.


(__)Se as células CAR-T produzidas dessa forma forem injetadas de volta no paciente, elas se alojam especificamente nas células cancerígenas.


(__)No entanto, essa forma bastante eficaz de imunoterapia tem custos impraticáveis para muitos.


(__)A quimioterapia ou a radiação nunca combatem somente o tumor, mas também os tecidos saudáveis.


Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:

Alternativas
Q3625132 Português

Na frase “"Você sabia que 70% do nosso corpo é composto por água?”, a expressão sublinhada poderia ser substituída, sem alterar o sentido do texto, por:  

Alternativas
Q3625128 Português
Qual é a ideia principal do texto? 
Alternativas
Q3624994 Português




Mafalda (Quino). Disponível em: https://www.facebook.com/ 1679488438958801/photos/a.1679640702276908/1891307 064443603/?type=3 Acesso em: 05 nov., 2023.
Ao que se deve o sentido de humor do texto?
Alternativas
Q3624988 Português




Armandinho (Alexandre Beck) − Disponível em: https://mpabrasil. org.br/wp-content/uploads/2018/11/armandinho_natureza.jpg Acesso em: 05 nov., 2023.
No último quadrinho, Armandinho diz "tentem não destruir tudo até lá!". A quem ele se refere?
Alternativas
Q3624916 Português
Redes sociais podem ser viciantes?


Por muitos anos, a comunidade científica definiu o vício em relação a substâncias, como drogas. Mais recentemente, isso tem mudado. Agora, comportamentos, como jogos de azar ou uso da internet e redes sociais, também levantam o debate sobre características viciantes.

Em 2013, a APA (Associação Americana de Psiquiatria) do Estados Unidos introduziu a ideia de vício em jogos na internet no Manual Diagnóstico Estatístico de Transtornos Mentais, que é uma referência mundial para condições de saúde mental.

Esse foi o primeiro passo para consolidar um debate que vem crescendo há alguns anos. Contudo, mais estudos são necessários antes de que a ciência bata o martelo. Isso porque, quando utilizada com limites, a internet é bastante importante para a vida cotidiana. Especialistas compreendem, porém, que as redes sociais, por exemplo, podem incitar um uso problemático da internet.

Reforço intermitente

De modo geral, as redes sociais oferecem conteúdos em tempo real e em quantidade sempre crescente. Dessa forma, agem sobre os impulsos e circuitos neurológicos de uma pessoa, tornando difícil se afastar do fluxo constante de informações.

Na ciência, uma das principais táticas das redes sociais é o reforço intermitente. Ele consiste na ideia de que um usuário poderia ser recompensado a qualquer momento. No entanto, a chegada da recompensa é imprevisível − pode acontecer daqui cinco minutos ou uma hora.

É o mesmo mecanismo de uma máquina de caça-níqueis, em que a expectativa de ser recompensado faz com que a pessoa fique presa ao aparelho. Assim como no jogo de azar, as luzes e sons fazem parte do processo de atração.

Mas, de maneira ainda mais complexa, as redes sociais fazem isso também com informações personalizadas, que vão de acordo com os interesses e gostos do usuário.

Perigo para os jovens

De modo geral, todos estão suscetíveis a cair nesse mecanismo e usar as redes sociais sem limites. Contudo, os jovens estão particularmente em risco. Isso porque eles ainda não têm o cérebro tão desenvolvido quanto adultos. Dessa forma, algumas regiões cerebrais envolvidas na resistência à tentação e na recompensa não são tão eficazes.

Por isso, eles costumam ser mais impulsivos e menos controlados. Além disso, outro aspecto importante nessa relação com as redes sociais é a sociabilidade.

O cérebro adolescente é especialmente ligado em fazer conexões sociais, o que é super estimulado nas redes sociais, já que elas são feitas justamente para esse objetivo.

Por isso, podem ser ainda mais perigosas entre crianças e adolescentes. Pensando nisso, o governo brasileiro lançou, em outubro de 2023, o guia "De Boa na Rede", com objetivo de orientar pais e responsáveis a como manter crianças e adolescentes seguros nas redes sociais. O principal objetivo do guia é ajudar a detectar e combater o vício em telas, além de proteger os jovens de crimes na internet.



Retirado e adaptado de: GIOVANI, Bárbara. As redes sociais podem ser viciantes? Como elas incitam uso sem limites. UOL. Disponível em: https://gizmodo.uol.com.br/as-redes-sociais-podem-serviciantes-como-elas-incitam-uso-sem-limites/ Acesso em: 07 nov., 2023.
Analise o seguinte trecho, retirado de "Redes sociais podem ser viciantes?":
Esse foi o primeiro passo para consolidar um debate que vem crescendo há alguns anos. Contudo, mais estudos são necessários antes de que a ciência bata o martelo.
Assinale a alternativa que correta e respectivamente apresenta palavras que poderiam substituir as destacadas no trecho, sem prejuízo de valor:
Alternativas
Q3624915 Português
Redes sociais podem ser viciantes?


Por muitos anos, a comunidade científica definiu o vício em relação a substâncias, como drogas. Mais recentemente, isso tem mudado. Agora, comportamentos, como jogos de azar ou uso da internet e redes sociais, também levantam o debate sobre características viciantes.

Em 2013, a APA (Associação Americana de Psiquiatria) do Estados Unidos introduziu a ideia de vício em jogos na internet no Manual Diagnóstico Estatístico de Transtornos Mentais, que é uma referência mundial para condições de saúde mental.

Esse foi o primeiro passo para consolidar um debate que vem crescendo há alguns anos. Contudo, mais estudos são necessários antes de que a ciência bata o martelo. Isso porque, quando utilizada com limites, a internet é bastante importante para a vida cotidiana. Especialistas compreendem, porém, que as redes sociais, por exemplo, podem incitar um uso problemático da internet.

Reforço intermitente

De modo geral, as redes sociais oferecem conteúdos em tempo real e em quantidade sempre crescente. Dessa forma, agem sobre os impulsos e circuitos neurológicos de uma pessoa, tornando difícil se afastar do fluxo constante de informações.

Na ciência, uma das principais táticas das redes sociais é o reforço intermitente. Ele consiste na ideia de que um usuário poderia ser recompensado a qualquer momento. No entanto, a chegada da recompensa é imprevisível − pode acontecer daqui cinco minutos ou uma hora.

É o mesmo mecanismo de uma máquina de caça-níqueis, em que a expectativa de ser recompensado faz com que a pessoa fique presa ao aparelho. Assim como no jogo de azar, as luzes e sons fazem parte do processo de atração.

Mas, de maneira ainda mais complexa, as redes sociais fazem isso também com informações personalizadas, que vão de acordo com os interesses e gostos do usuário.

Perigo para os jovens

De modo geral, todos estão suscetíveis a cair nesse mecanismo e usar as redes sociais sem limites. Contudo, os jovens estão particularmente em risco. Isso porque eles ainda não têm o cérebro tão desenvolvido quanto adultos. Dessa forma, algumas regiões cerebrais envolvidas na resistência à tentação e na recompensa não são tão eficazes.

Por isso, eles costumam ser mais impulsivos e menos controlados. Além disso, outro aspecto importante nessa relação com as redes sociais é a sociabilidade.

O cérebro adolescente é especialmente ligado em fazer conexões sociais, o que é super estimulado nas redes sociais, já que elas são feitas justamente para esse objetivo.

Por isso, podem ser ainda mais perigosas entre crianças e adolescentes. Pensando nisso, o governo brasileiro lançou, em outubro de 2023, o guia "De Boa na Rede", com objetivo de orientar pais e responsáveis a como manter crianças e adolescentes seguros nas redes sociais. O principal objetivo do guia é ajudar a detectar e combater o vício em telas, além de proteger os jovens de crimes na internet.



Retirado e adaptado de: GIOVANI, Bárbara. As redes sociais podem ser viciantes? Como elas incitam uso sem limites. UOL. Disponível em: https://gizmodo.uol.com.br/as-redes-sociais-podem-serviciantes-como-elas-incitam-uso-sem-limites/ Acesso em: 07 nov., 2023.
Assinale a alternativa que apresenta, entre parênteses, a correta relação de sentido criada em cada uma das sentenças a seguir:
Alternativas
Q3624913 Português
Redes sociais podem ser viciantes?


Por muitos anos, a comunidade científica definiu o vício em relação a substâncias, como drogas. Mais recentemente, isso tem mudado. Agora, comportamentos, como jogos de azar ou uso da internet e redes sociais, também levantam o debate sobre características viciantes.

Em 2013, a APA (Associação Americana de Psiquiatria) do Estados Unidos introduziu a ideia de vício em jogos na internet no Manual Diagnóstico Estatístico de Transtornos Mentais, que é uma referência mundial para condições de saúde mental.

Esse foi o primeiro passo para consolidar um debate que vem crescendo há alguns anos. Contudo, mais estudos são necessários antes de que a ciência bata o martelo. Isso porque, quando utilizada com limites, a internet é bastante importante para a vida cotidiana. Especialistas compreendem, porém, que as redes sociais, por exemplo, podem incitar um uso problemático da internet.

Reforço intermitente

De modo geral, as redes sociais oferecem conteúdos em tempo real e em quantidade sempre crescente. Dessa forma, agem sobre os impulsos e circuitos neurológicos de uma pessoa, tornando difícil se afastar do fluxo constante de informações.

Na ciência, uma das principais táticas das redes sociais é o reforço intermitente. Ele consiste na ideia de que um usuário poderia ser recompensado a qualquer momento. No entanto, a chegada da recompensa é imprevisível − pode acontecer daqui cinco minutos ou uma hora.

É o mesmo mecanismo de uma máquina de caça-níqueis, em que a expectativa de ser recompensado faz com que a pessoa fique presa ao aparelho. Assim como no jogo de azar, as luzes e sons fazem parte do processo de atração.

Mas, de maneira ainda mais complexa, as redes sociais fazem isso também com informações personalizadas, que vão de acordo com os interesses e gostos do usuário.

Perigo para os jovens

De modo geral, todos estão suscetíveis a cair nesse mecanismo e usar as redes sociais sem limites. Contudo, os jovens estão particularmente em risco. Isso porque eles ainda não têm o cérebro tão desenvolvido quanto adultos. Dessa forma, algumas regiões cerebrais envolvidas na resistência à tentação e na recompensa não são tão eficazes.

Por isso, eles costumam ser mais impulsivos e menos controlados. Além disso, outro aspecto importante nessa relação com as redes sociais é a sociabilidade.

O cérebro adolescente é especialmente ligado em fazer conexões sociais, o que é super estimulado nas redes sociais, já que elas são feitas justamente para esse objetivo.

Por isso, podem ser ainda mais perigosas entre crianças e adolescentes. Pensando nisso, o governo brasileiro lançou, em outubro de 2023, o guia "De Boa na Rede", com objetivo de orientar pais e responsáveis a como manter crianças e adolescentes seguros nas redes sociais. O principal objetivo do guia é ajudar a detectar e combater o vício em telas, além de proteger os jovens de crimes na internet.



Retirado e adaptado de: GIOVANI, Bárbara. As redes sociais podem ser viciantes? Como elas incitam uso sem limites. UOL. Disponível em: https://gizmodo.uol.com.br/as-redes-sociais-podem-serviciantes-como-elas-incitam-uso-sem-limites/ Acesso em: 07 nov., 2023.
Sobre as características textuais de "Redes sociais podem ser viciantes?", analise as afirmações a seguir e a relação proposta entre elas:
I.O texto apresenta uma temática relevante para nossos dias, pois a tecnologia está bastante presente no cotidiano e pode refletir em nossa saúde. Trata-se de um texto para público leigo.
PORQUE
II.O texto faz uso de linguagem acessível, não especializada. São empregados termos e conceitos não técnicos, o que colabora com a compreensão do conteúdo.


A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
Alternativas
Q3624912 Português
Redes sociais podem ser viciantes?


Por muitos anos, a comunidade científica definiu o vício em relação a substâncias, como drogas. Mais recentemente, isso tem mudado. Agora, comportamentos, como jogos de azar ou uso da internet e redes sociais, também levantam o debate sobre características viciantes.

Em 2013, a APA (Associação Americana de Psiquiatria) do Estados Unidos introduziu a ideia de vício em jogos na internet no Manual Diagnóstico Estatístico de Transtornos Mentais, que é uma referência mundial para condições de saúde mental.

Esse foi o primeiro passo para consolidar um debate que vem crescendo há alguns anos. Contudo, mais estudos são necessários antes de que a ciência bata o martelo. Isso porque, quando utilizada com limites, a internet é bastante importante para a vida cotidiana. Especialistas compreendem, porém, que as redes sociais, por exemplo, podem incitar um uso problemático da internet.

Reforço intermitente

De modo geral, as redes sociais oferecem conteúdos em tempo real e em quantidade sempre crescente. Dessa forma, agem sobre os impulsos e circuitos neurológicos de uma pessoa, tornando difícil se afastar do fluxo constante de informações.

Na ciência, uma das principais táticas das redes sociais é o reforço intermitente. Ele consiste na ideia de que um usuário poderia ser recompensado a qualquer momento. No entanto, a chegada da recompensa é imprevisível − pode acontecer daqui cinco minutos ou uma hora.

É o mesmo mecanismo de uma máquina de caça-níqueis, em que a expectativa de ser recompensado faz com que a pessoa fique presa ao aparelho. Assim como no jogo de azar, as luzes e sons fazem parte do processo de atração.

Mas, de maneira ainda mais complexa, as redes sociais fazem isso também com informações personalizadas, que vão de acordo com os interesses e gostos do usuário.

Perigo para os jovens

De modo geral, todos estão suscetíveis a cair nesse mecanismo e usar as redes sociais sem limites. Contudo, os jovens estão particularmente em risco. Isso porque eles ainda não têm o cérebro tão desenvolvido quanto adultos. Dessa forma, algumas regiões cerebrais envolvidas na resistência à tentação e na recompensa não são tão eficazes.

Por isso, eles costumam ser mais impulsivos e menos controlados. Além disso, outro aspecto importante nessa relação com as redes sociais é a sociabilidade.

O cérebro adolescente é especialmente ligado em fazer conexões sociais, o que é super estimulado nas redes sociais, já que elas são feitas justamente para esse objetivo.

Por isso, podem ser ainda mais perigosas entre crianças e adolescentes. Pensando nisso, o governo brasileiro lançou, em outubro de 2023, o guia "De Boa na Rede", com objetivo de orientar pais e responsáveis a como manter crianças e adolescentes seguros nas redes sociais. O principal objetivo do guia é ajudar a detectar e combater o vício em telas, além de proteger os jovens de crimes na internet.



Retirado e adaptado de: GIOVANI, Bárbara. As redes sociais podem ser viciantes? Como elas incitam uso sem limites. UOL. Disponível em: https://gizmodo.uol.com.br/as-redes-sociais-podem-serviciantes-como-elas-incitam-uso-sem-limites/ Acesso em: 07 nov., 2023.
Assinale a alternativa que apresenta a função da linguagem predominante no texto "Redes sociais podem ser viciantes?":
Alternativas
Q3624910 Português
Redes sociais podem ser viciantes?


Por muitos anos, a comunidade científica definiu o vício em relação a substâncias, como drogas. Mais recentemente, isso tem mudado. Agora, comportamentos, como jogos de azar ou uso da internet e redes sociais, também levantam o debate sobre características viciantes.

Em 2013, a APA (Associação Americana de Psiquiatria) do Estados Unidos introduziu a ideia de vício em jogos na internet no Manual Diagnóstico Estatístico de Transtornos Mentais, que é uma referência mundial para condições de saúde mental.

Esse foi o primeiro passo para consolidar um debate que vem crescendo há alguns anos. Contudo, mais estudos são necessários antes de que a ciência bata o martelo. Isso porque, quando utilizada com limites, a internet é bastante importante para a vida cotidiana. Especialistas compreendem, porém, que as redes sociais, por exemplo, podem incitar um uso problemático da internet.

Reforço intermitente

De modo geral, as redes sociais oferecem conteúdos em tempo real e em quantidade sempre crescente. Dessa forma, agem sobre os impulsos e circuitos neurológicos de uma pessoa, tornando difícil se afastar do fluxo constante de informações.

Na ciência, uma das principais táticas das redes sociais é o reforço intermitente. Ele consiste na ideia de que um usuário poderia ser recompensado a qualquer momento. No entanto, a chegada da recompensa é imprevisível − pode acontecer daqui cinco minutos ou uma hora.

É o mesmo mecanismo de uma máquina de caça-níqueis, em que a expectativa de ser recompensado faz com que a pessoa fique presa ao aparelho. Assim como no jogo de azar, as luzes e sons fazem parte do processo de atração.

Mas, de maneira ainda mais complexa, as redes sociais fazem isso também com informações personalizadas, que vão de acordo com os interesses e gostos do usuário.

Perigo para os jovens

De modo geral, todos estão suscetíveis a cair nesse mecanismo e usar as redes sociais sem limites. Contudo, os jovens estão particularmente em risco. Isso porque eles ainda não têm o cérebro tão desenvolvido quanto adultos. Dessa forma, algumas regiões cerebrais envolvidas na resistência à tentação e na recompensa não são tão eficazes.

Por isso, eles costumam ser mais impulsivos e menos controlados. Além disso, outro aspecto importante nessa relação com as redes sociais é a sociabilidade.

O cérebro adolescente é especialmente ligado em fazer conexões sociais, o que é super estimulado nas redes sociais, já que elas são feitas justamente para esse objetivo.

Por isso, podem ser ainda mais perigosas entre crianças e adolescentes. Pensando nisso, o governo brasileiro lançou, em outubro de 2023, o guia "De Boa na Rede", com objetivo de orientar pais e responsáveis a como manter crianças e adolescentes seguros nas redes sociais. O principal objetivo do guia é ajudar a detectar e combater o vício em telas, além de proteger os jovens de crimes na internet.



Retirado e adaptado de: GIOVANI, Bárbara. As redes sociais podem ser viciantes? Como elas incitam uso sem limites. UOL. Disponível em: https://gizmodo.uol.com.br/as-redes-sociais-podem-serviciantes-como-elas-incitam-uso-sem-limites/ Acesso em: 07 nov., 2023.
Assinale a alternativa em que a palavra em destaque foi empregada no sentido conotativo:
Alternativas
Respostas
42981: B
42982: E
42983: C
42984: A
42985: E
42986: B
42987: E
42988: D
42989: D
42990: D
42991: D
42992: B
42993: D
42994: E
42995: B
42996: B
42997: B
42998: D
42999: D
43000: E