Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
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I. O condomínio foi assaltado apenas duas vezes.
II. O autor do texto acredita que a segurança só pode ser resolvida com a privação da liberdade.
III. Os moradores do condomínio aceitaram pacificamente o processo de instalação da cerca elétrica, tendo em vista que o mais importante era viver com segurança em seus lares.
IV. As grades nas janelas de todas as casas só foram colocadas após dois assaltantes entrarem no condomínio no banco de trás do carro de um proprietário.
Assinale:
Analise a figura abaixo:

Após a leitura, assinale a alternativa que indica qual é a finalidade principal do texto:
Observe a figura abaixo e em seguida leia o texto:

“Transformou muito a forma como nos comunicamos. De uma sociedade na qual os meios de comunicação de massas eram essencialmente controlados pelo Estado e por grandes empresas ou grupos empresariais, passamos a um ecossistema no qual qualquer pessoa com acesso à rede pode compartilhar suas opiniões, ideias e informações e chegar a diversos públicos sem a necessidade de nenhum intermediário.”
Disponível em: <https://cgi.br/guia-internet-democracia-e-eleicoes/cap-1/>. Acesso em: 04 jan. 2023.
Analisando a figura e o texto, conclui-se que:
Leia os Textos 3 e 4 e responda à questão.
TEXTO 3:
Vídeos que viralizam nas redes sociais mostrando figuras públicas em situações quase inacreditáveis como, por exemplo, o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky anunciando total rendição às tropas da Rússia. Será verdade? Afinal de contas parece tão real... A resposta é não, pois trata-se de uma "deep fake", "falsificação profunda" que, como a tradução indica, é tão bem feita que pode enganar até os mais atentos.
O que muita gente não sabe, porém, é que esse tipo de golpe, além de manipular vídeos com celebridades e políticos famosos, também prejudica empresas e cidadãos comuns, que podem ser envolvidas em fraudes de identidade e extorsões.
Segundo estudo da empresa de segurança Kaspersky, 65% dos brasileiros ignoram a sua existência e 71% não reconhecem quando um vídeo foi editado digitalmente usando essa técnica.
"Deep fake pode ser definido como a criação de vídeos e áudios falsos por meio de inteligência artificial", explica Guilherme Bacellar, especialista de segurança cibernética e fraude da Unico.
A prática costuma utilizar um vídeo de referência e a face (ou corpo) de outra pessoa, que não fazia parte do vídeo original. "É possível ainda criar áudios falsos fazendo a inteligência artificial aprender como uma pessoa fala e, a partir daí, obter uma montagem com outras falas, inclusive alterando os lábios para acompanhar as palavras que são ditas", explica. Também há vídeos que alteram o rosto ou o corpo de uma pessoa e reconstroem o movimento dos lábios para manter o áudio original. "O objetivo dessas ações é prejudicar a imagem de figuras públicas ou obter ganhos financeiros enganando pessoas comuns", diz. A prática vem evoluindo rapidamente, tornando cada vez mais difícil a sua identificação. Isso ocorre porque as novas redes neurais (sistemas de computação que funcionam como neurônios do cérebro humano), a evolução da capacidade de processamento, a redução de custos da computação em nuvem e as novas placas de vídeo (GPUs) com foco em inteligência artificial têm facilitado o acesso a essa tecnologia, contribuindo para aumentar a qualidade dos vídeos.
No entanto, os criminosos não precisam de tanto conhecimento e tecnologia para aplicar seus golpes. Isso porque deep fakes criados para serem distribuídos por apps de mensagens não exigem tanta qualidade. Aplicativos para celular de troca (face swap) ou animação de face para fins de diversão são comumente usados. "As telas pequenas escondem as imperfeições de vídeos que são gerados por aplicativos on-line ou smartphones", explica o especialista.
O perigo é que, para o cidadão comum, o deep fake pode ser o ponto de partida para uma fraude financeira, a compra de um veículo ou de um imóvel. "Para empresas, um deep fake de um CFO ou CEO enviado para algum funcionário pode ser a origem de um desvio financeiro ou sabotagem de um grande negócio", explica.
Disponível em: <https://estudio.folha.uol.com.br/unico/2022/10/entenda-o-que-e-deep-fake-e-saiba-como-se-proteger.shtml>. Acesso em: 01 mar. 2023.
TEXTO 4:


Disponível em: < https://estudio.folha.uol.com.br/unico/2022/10/entenda-o-que-e-deep-fake-e-saiba-como-se-proteger.shtml> Acesso em: 01 mar. 2023
Leia os Textos 3 e 4 e responda à questão.
TEXTO 3:
Vídeos que viralizam nas redes sociais mostrando figuras públicas em situações quase inacreditáveis como, por exemplo, o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky anunciando total rendição às tropas da Rússia. Será verdade? Afinal de contas parece tão real... A resposta é não, pois trata-se de uma "deep fake", "falsificação profunda" que, como a tradução indica, é tão bem feita que pode enganar até os mais atentos.
O que muita gente não sabe, porém, é que esse tipo de golpe, além de manipular vídeos com celebridades e políticos famosos, também prejudica empresas e cidadãos comuns, que podem ser envolvidas em fraudes de identidade e extorsões.
Segundo estudo da empresa de segurança Kaspersky, 65% dos brasileiros ignoram a sua existência e 71% não reconhecem quando um vídeo foi editado digitalmente usando essa técnica.
"Deep fake pode ser definido como a criação de vídeos e áudios falsos por meio de inteligência artificial", explica Guilherme Bacellar, especialista de segurança cibernética e fraude da Unico.
A prática costuma utilizar um vídeo de referência e a face (ou corpo) de outra pessoa, que não fazia parte do vídeo original. "É possível ainda criar áudios falsos fazendo a inteligência artificial aprender como uma pessoa fala e, a partir daí, obter uma montagem com outras falas, inclusive alterando os lábios para acompanhar as palavras que são ditas", explica. Também há vídeos que alteram o rosto ou o corpo de uma pessoa e reconstroem o movimento dos lábios para manter o áudio original. "O objetivo dessas ações é prejudicar a imagem de figuras públicas ou obter ganhos financeiros enganando pessoas comuns", diz. A prática vem evoluindo rapidamente, tornando cada vez mais difícil a sua identificação. Isso ocorre porque as novas redes neurais (sistemas de computação que funcionam como neurônios do cérebro humano), a evolução da capacidade de processamento, a redução de custos da computação em nuvem e as novas placas de vídeo (GPUs) com foco em inteligência artificial têm facilitado o acesso a essa tecnologia, contribuindo para aumentar a qualidade dos vídeos.
No entanto, os criminosos não precisam de tanto conhecimento e tecnologia para aplicar seus golpes. Isso porque deep fakes criados para serem distribuídos por apps de mensagens não exigem tanta qualidade. Aplicativos para celular de troca (face swap) ou animação de face para fins de diversão são comumente usados. "As telas pequenas escondem as imperfeições de vídeos que são gerados por aplicativos on-line ou smartphones", explica o especialista.
O perigo é que, para o cidadão comum, o deep fake pode ser o ponto de partida para uma fraude financeira, a compra de um veículo ou de um imóvel. "Para empresas, um deep fake de um CFO ou CEO enviado para algum funcionário pode ser a origem de um desvio financeiro ou sabotagem de um grande negócio", explica.
Disponível em: <https://estudio.folha.uol.com.br/unico/2022/10/entenda-o-que-e-deep-fake-e-saiba-como-se-proteger.shtml>. Acesso em: 01 mar. 2023.
TEXTO 4:


Disponível em: < https://estudio.folha.uol.com.br/unico/2022/10/entenda-o-que-e-deep-fake-e-saiba-como-se-proteger.shtml> Acesso em: 01 mar. 2023
O Texto 4 é um infográfico que amplia as informações fornecidas no Texto 3. Textos dessa natureza oferecem uma representação visual de informações, dados ou conhecimentos, projetados para apresentar de maneira clara e concisa um conjunto de informações complexas de forma visualmente atraente. Neste sentido, o Texto 4:
I - combina elementos gráficos, como imagens, ícones e texto, para contar uma história.
II - combina elementos gráficos, como imagens, ícones e texto, para transmitir uma mensagem de forma rápida e eficiente.
III- pode ser usado em uma variedade de contextos, incluindo publicidade, jornalismo, reportagem empresarial e educacional, e pode ser publicado tanto em formato impresso quanto digital.
IV- facilita a leitura e ajuda a comunicar informações complexas de forma rápida e acessível para o público em geral.
Estão CORRETOS apenas os itens:
Leia os Textos 3 e 4 e responda à questão.
TEXTO 3:
Vídeos que viralizam nas redes sociais mostrando figuras públicas em situações quase inacreditáveis como, por exemplo, o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky anunciando total rendição às tropas da Rússia. Será verdade? Afinal de contas parece tão real... A resposta é não, pois trata-se de uma "deep fake", "falsificação profunda" que, como a tradução indica, é tão bem feita que pode enganar até os mais atentos.
O que muita gente não sabe, porém, é que esse tipo de golpe, além de manipular vídeos com celebridades e políticos famosos, também prejudica empresas e cidadãos comuns, que podem ser envolvidas em fraudes de identidade e extorsões.
Segundo estudo da empresa de segurança Kaspersky, 65% dos brasileiros ignoram a sua existência e 71% não reconhecem quando um vídeo foi editado digitalmente usando essa técnica.
"Deep fake pode ser definido como a criação de vídeos e áudios falsos por meio de inteligência artificial", explica Guilherme Bacellar, especialista de segurança cibernética e fraude da Unico.
A prática costuma utilizar um vídeo de referência e a face (ou corpo) de outra pessoa, que não fazia parte do vídeo original. "É possível ainda criar áudios falsos fazendo a inteligência artificial aprender como uma pessoa fala e, a partir daí, obter uma montagem com outras falas, inclusive alterando os lábios para acompanhar as palavras que são ditas", explica. Também há vídeos que alteram o rosto ou o corpo de uma pessoa e reconstroem o movimento dos lábios para manter o áudio original. "O objetivo dessas ações é prejudicar a imagem de figuras públicas ou obter ganhos financeiros enganando pessoas comuns", diz. A prática vem evoluindo rapidamente, tornando cada vez mais difícil a sua identificação. Isso ocorre porque as novas redes neurais (sistemas de computação que funcionam como neurônios do cérebro humano), a evolução da capacidade de processamento, a redução de custos da computação em nuvem e as novas placas de vídeo (GPUs) com foco em inteligência artificial têm facilitado o acesso a essa tecnologia, contribuindo para aumentar a qualidade dos vídeos.
No entanto, os criminosos não precisam de tanto conhecimento e tecnologia para aplicar seus golpes. Isso porque deep fakes criados para serem distribuídos por apps de mensagens não exigem tanta qualidade. Aplicativos para celular de troca (face swap) ou animação de face para fins de diversão são comumente usados. "As telas pequenas escondem as imperfeições de vídeos que são gerados por aplicativos on-line ou smartphones", explica o especialista.
O perigo é que, para o cidadão comum, o deep fake pode ser o ponto de partida para uma fraude financeira, a compra de um veículo ou de um imóvel. "Para empresas, um deep fake de um CFO ou CEO enviado para algum funcionário pode ser a origem de um desvio financeiro ou sabotagem de um grande negócio", explica.
Disponível em: <https://estudio.folha.uol.com.br/unico/2022/10/entenda-o-que-e-deep-fake-e-saiba-como-se-proteger.shtml>. Acesso em: 01 mar. 2023.
TEXTO 4:


Disponível em: < https://estudio.folha.uol.com.br/unico/2022/10/entenda-o-que-e-deep-fake-e-saiba-como-se-proteger.shtml> Acesso em: 01 mar. 2023
Ainda segundo o Texto 3, qual é o principal dado apresentado no estudo da empresa de segurança Kaspersky?
Leia os Textos 3 e 4 e responda à questão.
TEXTO 3:
Vídeos que viralizam nas redes sociais mostrando figuras públicas em situações quase inacreditáveis como, por exemplo, o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky anunciando total rendição às tropas da Rússia. Será verdade? Afinal de contas parece tão real... A resposta é não, pois trata-se de uma "deep fake", "falsificação profunda" que, como a tradução indica, é tão bem feita que pode enganar até os mais atentos.
O que muita gente não sabe, porém, é que esse tipo de golpe, além de manipular vídeos com celebridades e políticos famosos, também prejudica empresas e cidadãos comuns, que podem ser envolvidas em fraudes de identidade e extorsões.
Segundo estudo da empresa de segurança Kaspersky, 65% dos brasileiros ignoram a sua existência e 71% não reconhecem quando um vídeo foi editado digitalmente usando essa técnica.
"Deep fake pode ser definido como a criação de vídeos e áudios falsos por meio de inteligência artificial", explica Guilherme Bacellar, especialista de segurança cibernética e fraude da Unico.
A prática costuma utilizar um vídeo de referência e a face (ou corpo) de outra pessoa, que não fazia parte do vídeo original. "É possível ainda criar áudios falsos fazendo a inteligência artificial aprender como uma pessoa fala e, a partir daí, obter uma montagem com outras falas, inclusive alterando os lábios para acompanhar as palavras que são ditas", explica. Também há vídeos que alteram o rosto ou o corpo de uma pessoa e reconstroem o movimento dos lábios para manter o áudio original. "O objetivo dessas ações é prejudicar a imagem de figuras públicas ou obter ganhos financeiros enganando pessoas comuns", diz. A prática vem evoluindo rapidamente, tornando cada vez mais difícil a sua identificação. Isso ocorre porque as novas redes neurais (sistemas de computação que funcionam como neurônios do cérebro humano), a evolução da capacidade de processamento, a redução de custos da computação em nuvem e as novas placas de vídeo (GPUs) com foco em inteligência artificial têm facilitado o acesso a essa tecnologia, contribuindo para aumentar a qualidade dos vídeos.
No entanto, os criminosos não precisam de tanto conhecimento e tecnologia para aplicar seus golpes. Isso porque deep fakes criados para serem distribuídos por apps de mensagens não exigem tanta qualidade. Aplicativos para celular de troca (face swap) ou animação de face para fins de diversão são comumente usados. "As telas pequenas escondem as imperfeições de vídeos que são gerados por aplicativos on-line ou smartphones", explica o especialista.
O perigo é que, para o cidadão comum, o deep fake pode ser o ponto de partida para uma fraude financeira, a compra de um veículo ou de um imóvel. "Para empresas, um deep fake de um CFO ou CEO enviado para algum funcionário pode ser a origem de um desvio financeiro ou sabotagem de um grande negócio", explica.
Disponível em: <https://estudio.folha.uol.com.br/unico/2022/10/entenda-o-que-e-deep-fake-e-saiba-como-se-proteger.shtml>. Acesso em: 01 mar. 2023.
TEXTO 4:


Disponível em: < https://estudio.folha.uol.com.br/unico/2022/10/entenda-o-que-e-deep-fake-e-saiba-como-se-proteger.shtml> Acesso em: 01 mar. 2023
De acordo com Texto 3, qual é a principal característica dos "deep fakes"?
Leia o Texto 2 e responda à questão:
TEXTO 2:

Disponível em: <https://revistagalileu.globo.com/Cultura/Livros/noticia/2016/01/20-tirinhas-sobre-paixao-por-livros.html>. Acesso em: 01 mar. 2023.
Leia o Texto 2 e responda à questão:
TEXTO 2:

Disponível em: <https://revistagalileu.globo.com/Cultura/Livros/noticia/2016/01/20-tirinhas-sobre-paixao-por-livros.html>. Acesso em: 01 mar. 2023.
Leia o Texto 2 e responda à questão:
TEXTO 2:

Disponível em: <https://revistagalileu.globo.com/Cultura/Livros/noticia/2016/01/20-tirinhas-sobre-paixao-por-livros.html>. Acesso em: 01 mar. 2023.
Leia o Texto 2 e responda à questão:
TEXTO 2:

Disponível em: <https://revistagalileu.globo.com/Cultura/Livros/noticia/2016/01/20-tirinhas-sobre-paixao-por-livros.html>. Acesso em: 01 mar. 2023.
Leia o Texto 1 e responda à questão.
TEXTO 1:

Disponível em: <https://umbrasil.com/charges/charge-05-10-2020/>. Acesso em: 01 mar. 2023.
Leia o Texto 1 e responda à questão.
TEXTO 1:

Disponível em: <https://umbrasil.com/charges/charge-05-10-2020/>. Acesso em: 01 mar. 2023.
Ainda sobre as críticas levantadas pelo cartunista no Texto 1, pode-se inferir que:
I - o cartum questiona o uso do termo “cabelos normais” que, em uma linha de pensamento, pode deixar nas entrelinhas a ideia de que outros tipos de cabelos são anormais, logo, não-naturais.
II - cartum questiona o fato de no mercado só ser possível encontrar cosméticos para pessoas de cabelos normais, denunciando a escassez de produtos para cabelos que fogem da normalidade.
III- o cartum discute acerca dos padrões de beleza imputados às pessoas com cabelos crespos, colocando em relevo a importância do mercado de cosméticos em se adequar à diversidade de fibras capilares.
IV- o cartum alerta as pessoas com cabelos fora do normal acerca da escassez de produtos no mercado para esse público, atentando à necessidade de adequação dos consumidores ao que é oferecido pelas marcas.
V- o cartum ironiza os padrões estéticos impostos pelo mercado, a partir de uma crítica ao embranquecimento dos cabelos de pessoas com a fibra capilar crespa.
Estão CORRETOS apenas os itens:
Leia o Texto 1 e responda à questão.
TEXTO 1:

Disponível em: <https://umbrasil.com/charges/charge-05-10-2020/>. Acesso em: 01 mar. 2023.
Leia o Texto 1 e responda à questão.
TEXTO 1:

Disponível em: <https://umbrasil.com/charges/charge-05-10-2020/>. Acesso em: 01 mar. 2023.
O gênero textual cartum é um tipo de produção gráfica que utiliza desenhos humorísticos e/ou satíricos para transmitir uma mensagem ou crítica social. Pelas características apresentadas, é possível afirmar que o Texto 1 é um exemplo de cartum. Neste sentido, pode-se inferir que:
I - O cartum tem como objetivo principal provocar o riso, a reflexão ou a indignação no leitor, utilizando recursos como a caricatura, a ironia, o sarcasmo e o exagero.
II - Por meio de traços simples e cores monocromáticas, o cartum busca transmitir uma ideia de forma detalhada, porém direta, sem a necessidade de longos textos explicativos. Logo, pode-se afirmar que cartum e charge são nomes distintos para um mesmo gênero textual.
III- Os temas abordados pelos cartuns são variados e podem incluir política, sociedade, cultura, entre outros assuntos relevantes.
IV- O humor é uma das principais características do gênero textual cartum, mas é importante destacar que os textos desse gênero não possuem caráter interativo, pois, em sua maioria, tratam de temas sérios, que não podem ser abordados com ironia.
Estão CORRETOS apenas os itens:
Analise abaixo:
Paraná, 02 de janeiro de 2016.
Querido amigo Carlos
Acabei de chegar, mas já estou com saudade de você e de todas as amigas da escola. Passarei mês de janeiro aqui, no Paraná, na casa da minha vó Eliza na fazenda Santo Antônio. Aqui tem uma cachoeira linda! Só que esses dias estão muito frios para nadar, mas quando aparecer o sol vou mergulhar com tudo! Aqui também tem cavalos! Meu avô Zeca está me ensinando a andar de cavalo, no começo eu tinha muito medo, mas agora estou adorando! Estou fotografando tudo para mostrar para você quando as aulas voltarem.
No final do mês é a aniversário da minha Alexandra e, como ela gosta muito de adivinhas, eu queria inventar uma com a palavra amor para colocar no cartão de presente dela.
Será que o seu tio que escreve letras de música não me ajudaria a fazer essa adivinha?
Um grande abraço de sua amiga,
Júlia
Referente ao gênero, os elementos textuais permitem concluir que se trata de:
Considere o texto a seguir, de autoria de Paulo Mendes Campos, para responder a questão.
“Um bar legal precisa apresentar cinco qualidades fundamentais: boa circulação de ar, bom proprietário, bons garçons, bons fregueses e boa bebida. Isto é raríssimo de acontecer. Quando o garçom é uma flor de sujeito, o dono do bar costuma ser uma besta; se os fregueses são alcoólicos esclarecidos, o ambiente às vezes é quente e abafado; vai ver um excelente e confortável bar refrigerado, e boa percentagem de uísque é fabricada no Engenho de Dentro. Para dizer toda a verdade, o bar perfeito não existe. O barman, de fato, é um dos segredos do bar. Cada freguês deve sentir a ilusão de que o barman tem uma predileção especial por ele, e em nome disso será capaz de resolver qualquer problema. O incompreensível é que resolvem mesmo. O homem que chega a uma grande metrópole desconhecida é como um avião voando em solidão por dentro de um espesso nevoeiro. Mas se este homem pertence à comunidade internacional dos frequentadores de bar, cada barman é uma torre com a qual ele poderá entrar em contato a fim de orientar-se. Os únicos estranhos aos quais eu falo sem timidez, com perfeita familiaridade, são os barmen e estes igualmente reconhecem logo em mim o freguês escolado, curtido em todos os amargos, navegador de longo curso. Todo frequentador de bar tem o direito eventual de embriagar-se inconvenientemente uma vez por outra. Quem vende bebida deve ser linchado quando exige de seus fregueses um comportamento de casa de chá. Aclarados neste ponto, podemos afirmar que o maior inimigo do bar e do alcoolismo é o mau bebedor contumaz, o bebedor que bebe anos a fio e não aprende a beber, o bebedor diariamente chato, incapaz de entender o tácito acordo de amabilidade e contenção que existe entre todos os bons bebedores do mundo. Eu os conheço todos e os abomino. Conheço toda a imensa variedade da espécie (agressivos, prolixos, confidenciais, pedantes, questionadores, inoportunos, monocórdios, ressentidos etc. etc.). Ah, se um dia eu pendurar o meu copo numa prateleira e passar a beber em casa, podereis estar certos, contemporâneos, que foram os maus bebedores que me levaram a este extremo!"
(Por que bebemos tanto assim?, por Paulo Mendes Campos, com adaptações.)
No trecho “Eu os conheço todos e os abomino”, o pronome “os” é utilizado ambas as vezes pelo autor se referir aos:
Considere o texto a seguir, de autoria de Paulo Mendes Campos, para responder a questão.
“Um bar legal precisa apresentar cinco qualidades fundamentais: boa circulação de ar, bom proprietário, bons garçons, bons fregueses e boa bebida. Isto é raríssimo de acontecer. Quando o garçom é uma flor de sujeito, o dono do bar costuma ser uma besta; se os fregueses são alcoólicos esclarecidos, o ambiente às vezes é quente e abafado; vai ver um excelente e confortável bar refrigerado, e boa percentagem de uísque é fabricada no Engenho de Dentro. Para dizer toda a verdade, o bar perfeito não existe. O barman, de fato, é um dos segredos do bar. Cada freguês deve sentir a ilusão de que o barman tem uma predileção especial por ele, e em nome disso será capaz de resolver qualquer problema. O incompreensível é que resolvem mesmo. O homem que chega a uma grande metrópole desconhecida é como um avião voando em solidão por dentro de um espesso nevoeiro. Mas se este homem pertence à comunidade internacional dos frequentadores de bar, cada barman é uma torre com a qual ele poderá entrar em contato a fim de orientar-se. Os únicos estranhos aos quais eu falo sem timidez, com perfeita familiaridade, são os barmen e estes igualmente reconhecem logo em mim o freguês escolado, curtido em todos os amargos, navegador de longo curso. Todo frequentador de bar tem o direito eventual de embriagar-se inconvenientemente uma vez por outra. Quem vende bebida deve ser linchado quando exige de seus fregueses um comportamento de casa de chá. Aclarados neste ponto, podemos afirmar que o maior inimigo do bar e do alcoolismo é o mau bebedor contumaz, o bebedor que bebe anos a fio e não aprende a beber, o bebedor diariamente chato, incapaz de entender o tácito acordo de amabilidade e contenção que existe entre todos os bons bebedores do mundo. Eu os conheço todos e os abomino. Conheço toda a imensa variedade da espécie (agressivos, prolixos, confidenciais, pedantes, questionadores, inoportunos, monocórdios, ressentidos etc. etc.). Ah, se um dia eu pendurar o meu copo numa prateleira e passar a beber em casa, podereis estar certos, contemporâneos, que foram os maus bebedores que me levaram a este extremo!"
(Por que bebemos tanto assim?, por Paulo Mendes Campos, com adaptações.)
Ao mencionar um “tácito acordo de amabilidade e contenção que existe entre todos os bons bebedores”, o autor dá a entender que tal acordo:
Considere o texto a seguir, de autoria de Paulo Mendes Campos, para responder a questão.
“Um bar legal precisa apresentar cinco qualidades fundamentais: boa circulação de ar, bom proprietário, bons garçons, bons fregueses e boa bebida. Isto é raríssimo de acontecer. Quando o garçom é uma flor de sujeito, o dono do bar costuma ser uma besta; se os fregueses são alcoólicos esclarecidos, o ambiente às vezes é quente e abafado; vai ver um excelente e confortável bar refrigerado, e boa percentagem de uísque é fabricada no Engenho de Dentro. Para dizer toda a verdade, o bar perfeito não existe. O barman, de fato, é um dos segredos do bar. Cada freguês deve sentir a ilusão de que o barman tem uma predileção especial por ele, e em nome disso será capaz de resolver qualquer problema. O incompreensível é que resolvem mesmo. O homem que chega a uma grande metrópole desconhecida é como um avião voando em solidão por dentro de um espesso nevoeiro. Mas se este homem pertence à comunidade internacional dos frequentadores de bar, cada barman é uma torre com a qual ele poderá entrar em contato a fim de orientar-se. Os únicos estranhos aos quais eu falo sem timidez, com perfeita familiaridade, são os barmen e estes igualmente reconhecem logo em mim o freguês escolado, curtido em todos os amargos, navegador de longo curso. Todo frequentador de bar tem o direito eventual de embriagar-se inconvenientemente uma vez por outra. Quem vende bebida deve ser linchado quando exige de seus fregueses um comportamento de casa de chá. Aclarados neste ponto, podemos afirmar que o maior inimigo do bar e do alcoolismo é o mau bebedor contumaz, o bebedor que bebe anos a fio e não aprende a beber, o bebedor diariamente chato, incapaz de entender o tácito acordo de amabilidade e contenção que existe entre todos os bons bebedores do mundo. Eu os conheço todos e os abomino. Conheço toda a imensa variedade da espécie (agressivos, prolixos, confidenciais, pedantes, questionadores, inoportunos, monocórdios, ressentidos etc. etc.). Ah, se um dia eu pendurar o meu copo numa prateleira e passar a beber em casa, podereis estar certos, contemporâneos, que foram os maus bebedores que me levaram a este extremo!"
(Por que bebemos tanto assim?, por Paulo Mendes Campos, com adaptações.)
Em relação ao trecho “voando em solidão por dentro de um espesso nevoeiro”, marque a alternativa que indica um possível sinônimo de “espesso”.
Considere o texto a seguir, de autoria de Paulo Mendes Campos, para responder a questão.
“Um bar legal precisa apresentar cinco qualidades fundamentais: boa circulação de ar, bom proprietário, bons garçons, bons fregueses e boa bebida. Isto é raríssimo de acontecer. Quando o garçom é uma flor de sujeito, o dono do bar costuma ser uma besta; se os fregueses são alcoólicos esclarecidos, o ambiente às vezes é quente e abafado; vai ver um excelente e confortável bar refrigerado, e boa percentagem de uísque é fabricada no Engenho de Dentro. Para dizer toda a verdade, o bar perfeito não existe. O barman, de fato, é um dos segredos do bar. Cada freguês deve sentir a ilusão de que o barman tem uma predileção especial por ele, e em nome disso será capaz de resolver qualquer problema. O incompreensível é que resolvem mesmo. O homem que chega a uma grande metrópole desconhecida é como um avião voando em solidão por dentro de um espesso nevoeiro. Mas se este homem pertence à comunidade internacional dos frequentadores de bar, cada barman é uma torre com a qual ele poderá entrar em contato a fim de orientar-se. Os únicos estranhos aos quais eu falo sem timidez, com perfeita familiaridade, são os barmen e estes igualmente reconhecem logo em mim o freguês escolado, curtido em todos os amargos, navegador de longo curso. Todo frequentador de bar tem o direito eventual de embriagar-se inconvenientemente uma vez por outra. Quem vende bebida deve ser linchado quando exige de seus fregueses um comportamento de casa de chá. Aclarados neste ponto, podemos afirmar que o maior inimigo do bar e do alcoolismo é o mau bebedor contumaz, o bebedor que bebe anos a fio e não aprende a beber, o bebedor diariamente chato, incapaz de entender o tácito acordo de amabilidade e contenção que existe entre todos os bons bebedores do mundo. Eu os conheço todos e os abomino. Conheço toda a imensa variedade da espécie (agressivos, prolixos, confidenciais, pedantes, questionadores, inoportunos, monocórdios, ressentidos etc. etc.). Ah, se um dia eu pendurar o meu copo numa prateleira e passar a beber em casa, podereis estar certos, contemporâneos, que foram os maus bebedores que me levaram a este extremo!"
(Por que bebemos tanto assim?, por Paulo Mendes Campos, com adaptações.)
No trecho “O barman, de fato, é um dos segredos do bar”, marque a alternativa que indica uma expressão que poderia substituir “de fato”, sem prejuízo ao sentido pretendido pelo autor.