Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Ano: 2023 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Concórdia - SC Provas: FEPESE - 2023 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor - Anos Iniciais do Ensino Fundamental | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor - Arte | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor - Ciências | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor - Educação Especial | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor - Educação Especial – Intérprete de Libras | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor - Educação Especial – Professor de Braille | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor - Educação Física | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor - Educação Infantil | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor - Ensino Religioso | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor - Geografia | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor - História | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor - Laboratório de Informática | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor - Laboratório Pedagógico I (Anos Iniciais do Ensino Fundamental) | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor - Laboratório Pedagógico II de Língua Portuguesa (Anos Finais do Ensino Fundamental) | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor - Laboratório Pedagógico II de Matemática (Anos Finais do Ensino Fundamental) | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor - Língua Inglesa | FEPESE - 2023 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor - Literatura Dramatizada |
Q3644673 Português
Leia atentamente o texto abaixo.

Importância do Agro em Santa Catarina

Motor da economia catarinense, o agro é destaque com resultados positivos ano após ano. Modernização, treinamento, qualificação e investimentos de produ tores rurais, agroindústrias e cooperativas consolidam a produção agropecuária catarinense orientada para resultados de excelência. Atento .......... necessidades e anseios de mercados cada vez mais exigentes e em constante mudança, Santa Catarina agrega os títulos de maior produtor nacional de maçãs, suínos, cebolas, pescados, ostras e mexilhões e do segundo lugar no ranking quando se trata de produção de tabaco, palmito, aves, pera e arroz, além de ser o quarto maior produtor de leite.

Representando praticamente um terço do Produto Interno Bruto (PIB) de Santa Catarina, o agronegócio contempla 31% da produção econômica estadual.

..........exportações do agronegócio catarinense apresentaram elevação de 10,2% no primeiro semestre deste ano, totalizando U$ 474,6 milhões, segundo análise da FIESC. De acordo com a entidade, o aumento ocorreu devido ........... safras positivas de grãos e vendas de carnes suína e de aves, principal mente para China, Japão, Singapura e Índia. As vendas ainda aumentaram para a América Latina, com desta que para venda de soja para a Argentina, carne suína e miúdos de aves para o México, arroz para a Venezuela e carne suína para o Chile.

Para manter a competitividade internacional do agro negócio catarinense, algumas frentes precisam ser observadas. Entre as principais, um olhar voltado ao êxodo rural bem como ............ contratação de mão de obra especializada, continuidade do fomento

..........tecnologia e melhorias logísticas, como investimento em ferrovias, são imprescindíveis. A chegada do grão por caminhões precisa ser revista, pois clientes asiáticos e europeus estão cada vez mais atentos .......... sustentabilidade da produção – e também por isso o transporte por trens seria benéfico.

Além da logística, ............ a necessidade de maior produção de insumos como grãos, para abastecimento de aves e suínos. Santa Catarina consome 7 milhões de toneladas destes grãos, mas produz apenas 2 milhões de toneladas.

Com demandas de clientes mais exigentes, ajustes são necessários para alavancar os resultados em mercados importadores e para conquistar maior inserção internacional.

Revista nscDC, Santa Catarina. Ano 38, no 12.227. Adaptado.
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) de acordo com o texto.
() O agro é destaque na economia do estado de Santa Catarina.
() Santa Catarina produz matéria-prima sufi ciente para alimentar suínos e aves.
() Os compradores asiáticos e europeus não levam em consideração a sustentabilidade da produção.
() Houve um aumento de mais de 10% nas exportações do agronegócio catarinense no primeiro semestre deste ano.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q3644661 Português

Quando uma atitude em particular "apoia-se em um componente de pensamento relativamente simples e rígido e diz respeito a pessoas ou grupos sociais, é chamada estereótipo. Comumente associamos a ideia de estereótipos com uma conotação negativa. No entanto, são os estereótipos que nos auxiliam a lidar com diferentes pessoas sem a necessidade de conhecer a todos individualmente. Por esse motivo, o uso de uma associação simples e direta sobre determinadas pessoas ou grupos podem ser úteis nas relações cotidianas. A utilidade do uso de estereótipos torna-se prejudicial, quando as generalizações feitas sobre determinado grupo são levadas em consideração como uma regra geral ou inquestionável. Nesse ponto, tem-se o desenvolvimento de um estereótipo no sentido pejorativo, associado a noções como preconceito e discriminação. Segundo a autora, "os estereótipos são destrutivos basicamente quando nos esquecemos de que se baseiam em pequenas amostras e com frequência são injustos, quando aplicados rotineiramente a todos os indivíduos de uma população".


Fonte: DAVIDOFF, 2001 apud Leonardo Renner Koppe. Relações Humanas no Trabalho. Instituto Federal Sul-Rio-Grandense, 2012.


De acordo com o texto, marque a alternativa CORRETA no que se refere ao relacionamento interpessoal.

Alternativas
Q3644659 Português

No início de cada ano letivo, são entregues aos estudantes das escolas da rede pública do país milhões de livros e materiais didáticos, cabendo a cada unidade escolar o controle da entrega dos livros aos alunos e a conscientização sobre a conservação desse material ao longo do ano. A escola tem papel fundamental nesse processo de compreensão e desenvolvimento de ações de incentivo à conservação e à devolução dos livros em boas condições ao final do ano letivo. Cabe à escola promover essa conscientização. Cabe ao corpo docente, aos alunos e à comunidade escolar assumir esse compromisso com o livro.


Escola Nacional de Administração Pública (Enap). Diretoria de Educação Continuada SAIS. Brasília, DF, 2021.


Por que os livros didáticos do ambiente escolar público devem ser conservados pelos alunos? Marque a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q3643599 Português
Seriam onze horas da manhã. O Campos, segundo o costume, acabava de descer do almoço e, a pena atrás da orelha, o lenço por dentro do colarinho, dispunha-se a prosseguir no trabalho interrompido pouco antes. Entrou no seu escritório e foi sentar-se à mesa. Defronte dele, com uma gravidade oficial, empilhavam-se grandes livros de escrituração mercantil. Ao lado, uma prensa de copiar, um copo d’água, sujo de pó, e um pincel chato; mais adiante, sobre um mocho de madeira preta, muito alto, viase o Diário deitado de costas e aberto de par em par.Tratava-se de fazer a correspondência para o Norte. Mal, porém, dava começo a uma nova carta, lançando cuidadosamente no papel a sua bonita letra, desenhada e grande, quando foi interrompido por um rapaz, que da porta do escritório lhe perguntou se podia falar com o Sr. Luís Batista de Campos.

— Tenha a bondade de entrar, disse este. O rapaz aproximou-se das grades de cedro polido, que o separavam do comerciante. Era de vinte anos, tipo do Norte, franzino, amornado, pescoço estreito, cabelos crespos e olhos vivos e penetrantes, se bem que alterados por um leve estrabismo.— Desejo entregar esta carta, disse o rapaz, atrapalhado, sem conseguir tirar da algibeira um grosso maço de papéis que levava.


Autor: Aluízio de Azevedo. Trecho extraído e adaptado da obra Casa de Pensão.  
De acordo com o trecho, qual era a ocupação que Luís Batista de Campos exercia?
Alternativas
Q3643597 Português
Seriam onze horas da manhã. O Campos, segundo o costume, acabava de descer do almoço e, a pena atrás da orelha, o lenço por dentro do colarinho, dispunha-se a prosseguir no trabalho interrompido pouco antes. Entrou no seu escritório e foi sentar-se à mesa. Defronte dele, com uma gravidade oficial, empilhavam-se grandes livros de escrituração mercantil. Ao lado, uma prensa de copiar, um copo d’água, sujo de pó, e um pincel chato; mais adiante, sobre um mocho de madeira preta, muito alto, viase o Diário deitado de costas e aberto de par em par.Tratava-se de fazer a correspondência para o Norte. Mal, porém, dava começo a uma nova carta, lançando cuidadosamente no papel a sua bonita letra, desenhada e grande, quando foi interrompido por um rapaz, que da porta do escritório lhe perguntou se podia falar com o Sr. Luís Batista de Campos.

— Tenha a bondade de entrar, disse este. O rapaz aproximou-se das grades de cedro polido, que o separavam do comerciante. Era de vinte anos, tipo do Norte, franzino, amornado, pescoço estreito, cabelos crespos e olhos vivos e penetrantes, se bem que alterados por um leve estrabismo.— Desejo entregar esta carta, disse o rapaz, atrapalhado, sem conseguir tirar da algibeira um grosso maço de papéis que levava.


Autor: Aluízio de Azevedo. Trecho extraído e adaptado da obra Casa de Pensão.  
Qual é a importância dada à descrição do ambiente no início do texto e como ela contribui para a narrativa? 
Alternativas
Q3643338 Português
Seriam onze horas da manhã. O Campos, segundo o costume, acabava de descer do almoço e, a pena atrás da orelha, o lenço por dentro do colarinho, dispunha-se a prosseguir no trabalho interrompido pouco antes. Entrou no seu escritório e foi sentar-se à mesa. Defronte dele, com uma gravidade oficial, empilhavam-se grandes livros de escrituração mercantil. Ao lado, uma prensa de copiar, um copo d’água, sujo de pó, e um pincel chato; mais adiante, sobre um mocho de madeira preta, muito alto, viase o Diário deitado de costas e aberto de par em par.Tratava-se de fazer a correspondência para o Norte. Mal, porém, dava começo a uma nova carta, lançando cuidadosamente no papel a sua bonita letra, desenhada e grande, quando foi interrompido por um rapaz, que da porta do escritório lhe perguntou se podia falar com o Sr. Luís Batista de Campos.

— Tenha a bondade de entrar, disse este. O rapaz aproximou-se das grades de cedro polido, que o separavam do comerciante. Era de vinte anos, tipo do Norte, franzino, amornado, pescoço estreito, cabelos crespos e olhos vivos e penetrantes, se bem que alterados por um leve estrabismo.— Desejo entregar esta carta, disse o rapaz, atrapalhado, sem conseguir tirar da algibeira um grosso maço de papéis que levava.


Autor: Aluízio de Azevedo. Trecho extraído e adaptado da obra Casa de Pensão.  
O autor introduz dois personagens: Luís Batista de Campos e um rapaz do Norte. A esse respeito, leia as assertivas:

I. Campos é retratado como alguém que segue uma rotina, e sua personalidade é sugerida por meio de sua postura e a maneira como lida com seu trabalho.
II. O rapaz do Norte é descrito fisicamente, ressaltando sua aparência frágil e seus olhos vivos, que podem indicar inteligência e/ou vivacidade.


Pode-se afirmar que:
Alternativas
Q3643322 Português

Leia o texto a seguir.


ESTIMAÇÃO


    O apartamento era minúsculo.

    − Mal cabe a nossa família − dizia a mãe. − Além disso, anda infestado de insetos, que não sei de onde vieram.

   Guardando sua barata na caixinha, o menino resmunga: “Quem manda ela não me deixar ter um cachorro”...


Sandra

“Quem manda ela não me deixar ter um cachorro”... As aspas empregadas nessa frase consistem:
Alternativas
Q3643319 Português

Leia o texto a seguir.


ESTIMAÇÃO


    O apartamento era minúsculo.

    − Mal cabe a nossa família − dizia a mãe. − Além disso, anda infestado de insetos, que não sei de onde vieram.

   Guardando sua barata na caixinha, o menino resmunga: “Quem manda ela não me deixar ter um cachorro”...


Sandra

A expressão “Além disso” exprime: 
Alternativas
Q3643289 Português
A variação linguística refere-se às diferentes maneiras pelas quais uma língua é usada em diferentes contextos sociais, geográficos e culturais. A variação geográfica é uma das formas mais evidentes de variação linguística e ocorre quando as pessoas de diferentes regiões geográficas utilizam a língua de maneiras distintas. A respeito desta, assinale a alternativa que apresenta uma informação INCORRETA.
Alternativas
Q3643287 Português

Responda à questão com base na seguinte tirinha:


q_port.png (404×119)

Fonte: https://tirasarmandinho.tumblr.com/post/159509315784/t irinha-original 

Após a leitura da tirinha, leia as assertivas:


I. O comentário de Armandinho Não mesmo... Foi no máximo umas dez mil traz um tom de humor e sarcasmo ao diálogo.


II. O uso de um milhão de vezes e umas dez mil indica uma contagem literal, sem exageros.


Pode-se afirmar que: 

Alternativas
Q3643224 Português
Seriam onze horas da manhã. O Campos, segundo o costume, acabava de descer do almoço e, a pena atrás da orelha, o lenço por dentro do colarinho, dispunha-se a prosseguir no trabalho interrompido pouco antes. Entrou no seu escritório e foi sentar-se à mesa. Defronte dele, com uma gravidade oficial, empilhavam-se grandes livros de escrituração mercantil. Ao lado, uma prensa de copiar, um copo d’água, sujo de pó, e um pincel chato; mais adiante, sobre um mocho de madeira preta, muito alto, viase o Diário deitado de costas e aberto de par em par.Tratava-se de fazer a correspondência para o Norte. Mal, porém, dava começo a uma nova carta, lançando cuidadosamente no papel a sua bonita letra, desenhada e grande, quando foi interrompido por um rapaz, que da porta do escritório lhe perguntou se podia falar com o Sr. Luís Batista de Campos.

— Tenha a bondade de entrar, disse este. O rapaz aproximou-se das grades de cedro polido, que o separavam do comerciante. Era de vinte anos, tipo do Norte, franzino, amornado, pescoço estreito, cabelos crespos e olhos vivos e penetrantes, se bem que alterados por um leve estrabismo.— Desejo entregar esta carta, disse o rapaz, atrapalhado, sem conseguir tirar da algibeira um grosso maço de papéis que levava.


Autor: Aluízio de Azevedo. Trecho extraído e adaptado da obra Casa de Pensão.  
Na frase a pena atrás da orelha, o vocábulo pena se refere a um objeto; no entanto, há uma outra significação para tal vocábulo: um sentimento de compaixão. Sabendo que pena, então, consiste em uma palavra que possui múltiplos significados relacionados, pode-se afirmar que consiste em um vocábulo: 
Alternativas
Q3643101 Português
TEXTO: NÃO É PRÓPRIO FALAR SOBRE OS ALUNOS

Gosto de ouvir conversas. Mania de psicanalista. É que nas conversas moram mundos diferentes do meu. Thomas Mann, no seu livro "José do Egito", conta um diálogo entre José e o mercador que o comprara para vendê-lo como escravo, no Egito: "Estamos a um metro de distância um do outro. E, no entanto, ao teu redor gira um universo do qual o centro és tu, e não eu. E ao meu redor gira um universo do qual o centro sou eu, e não tu". Fascinam-me esses universos que me tangenciam e que, no entanto, estão distantes de mim. Gosto de ouvir conversas para viajar por outros mundos. Por vários anos eu viajei diariamente de trem, de Campinas para Rio Claro, no Estado de São Paulo, onde eu era professor na antiga Faculdade de Filosofia. No mesmo vagão viajavam também muitos professores a caminho das escolas onde trabalhavam. Iam juntos, alegres e falantes... Por anos escutei o que falavam. Falavam sempre sobre as escolas. Era ao redor delas que giravam os seus universos. Falavam sobre diretores, colegas, salários, reuniões, relatórios, férias, programas, provas. Mas nunca, nunca mesmo, eu os ouvi falar sobre os seus alunos. Parece que nos universos em que viviam não havia alunos, embora houvesse escolas. Se não falavam sobre alunos é porque os alunos não tinham importância.

Participei da banca que examinou uma tese de doutoramento cujo tema eram os livros em que, nas escolas, são registradas as reuniões de diretores e professores. A candidata se dera ao trabalho de examinar tais reuniões para saber sobre o que falavam diretores e professores. As coisas registradas eram as coisas importantes que mereciam ser guardadas para a posteridade. Nos livros estavam registradas discussões sobre leis, portarias, relatórios, assuntos administrativos e burocráticos, eventos, festas. Mas não havia registros de coisas relativas aos alunos. Os alunos, aqueles para os quais as escolas foram criadas, para os quais diretores e professoras existem: ausentes. Não, não era bem assim: os alunos estavam presentes quando se constituíam em perturbações da ordem administrativa. Os alunos, meninos e meninas, alegres, brincalhões, curiosos, querendo aprender, alunos como companheiros dessa brincadeira que se chama ensinar e aprender —sobre tais alunos o silêncio era total.

Essa ausência do aluno —não do aluno a quem o discurso administrativo das escolas se refere como o "o perfil dos nossos alunos", nem esse nem aquele, todos, aluno abstrato— não esse, mas aquele aluno de rosto inconfundível e nome único, esse aluno de carne e osso que é a razão de ser das escolas. Ah!, é importante nunca se esquecer disso: alunos não são unidades biopsicológicas móveis sobre os quais se devem gravar os mesmos saberes, não importando que sejam meninos nas praias do Nordeste, nas montanhas de Minas, às margens do Amazonas, ou nas favelas do Rio. Os alunos são crianças de carne e osso que sofrem, riem, gostam de brincar, têm o direito de ter alegrias no presente e não vão à escola para serem transformados em unidades produtivas no futuro. E é essa ausência do aluno de carne e osso que está progressivamente marcando os universos que giram em torno da escola. Os professores não falam sobre os alunos. Na verdade, não é próprio que os professores falem com entusiasmo e alegria sobre os alunos. Os alunos não são tema de suas conversas. Acontece nas escolas primárias (ainda escrevo do jeito antigo porque não acredito que a mudança de nomes mude a realidade...). Mas não só nelas. Lembro-me de uma brincadeira séria que corria entre os professores de uma de nossas universidades mais respeitadas. Diziam os professores que, para que a dita universidade fosse perfeita, só faltava uma coisa: acabar com os alunos... Brincadeira? Psicanalista não acredita na inocência das brincadeiras. Com isso concordam os critérios de avaliação dos docentes, impostos pelos órgãos governamentais: o que se computa, para fins de avaliação de um docente, não são as suas atividades docentes, a relação com os alunos, mas a publicação de artigos em revistas indexadas internacionais. O que esses critérios estão dizendo aos professores é o seguinte: "Vocês valem os artigos que publicam: publish or perish"! Num universo assim definido pelo discurso dos burocratas, o aluno, esse em particular, cujo pensamento é obrigação do professor provocar e educar, esse aluno se constitui num empecilho à atividade que realmente importa. Os raros professores que têm prazer e se dedicam aos seus alunos estão perdendo o tempo precioso que poderiam dedicar aos seus artigos.

"Aquele que é um verdadeiro professor toma a sério somente as coisas que estão relacionadas com os seus estudantes —inclusive a si mesmo", afirmou Nietzsche. Eu sonho com o dia em que os professores, em suas conversas, falarão menos sobre os programas e as pesquisas e terão mais prazer em falar sobre os seus alunos.

Considere os seguintes poemas:


POEMA I:

A vida é uns deveres que nós trouxemos para fazer em casa.

Quando se vê, já são 6 horas: há tempo…

Quando se vê, já é 6ª-feira…

Quando se vê, passaram 60 anos! Agora, é tarde demais para ser reprovado…

E se me dessem – um dia – uma outra oportunidade, eu nem olhava o relógio seguia sempre em frente…E iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas.

(QUINTANA, Mario. Nova Antologia Poética. 9. ed. São Paulo: Globo, 2003.)


POEMA II:

As coisas não querem mais ser vistas por pessoas razoáveis: Elas desejam ser olhadas de azul Que nem uma criança que você olha de ave. Acerca dos poemas acima, julgue as assertivas abaixo:


I. No poema I predomina-se a figura de linguagem denominada de metonímia.


II. No poema I, o tempo é compreendido como uma tarefa, uma espécie de obrigação a ser realizada e, portanto, o autor recorre ao recurso linguístico da prosopopeia para construir esse entendimento.


III. No poema II podemos encontrar a figura de linguagem denominada de personificação.



Assinale:

Alternativas
Q3642834 Português
Qual é a importância da variação de gêneros textuais de acordo com o público-alvo e o contexto comunicativo?
Alternativas
Q3642814 Português
Vazio

    Abriu os olhos para mais um dia igual aos outros. A mesma cama vazia, o mesmo banho corrido, o mesmo café da manhã – sem gosto e sem ninguém. A mesma lágrima fugidia teimando em estragar sua maquiagem e arruinar sua máscara. O mesmo dia de trabalho e competência. O mesmo retorno ao lar frio.

    E a solidão, sua companheira de sempre, esperava no sofá, de braços cruzados e com uma xícara de café.

Carolina Nunes
Pode-se afirmar que são características desse miniconto, EXCETO
Alternativas
Q3642812 Português
Vazio

    Abriu os olhos para mais um dia igual aos outros. A mesma cama vazia, o mesmo banho corrido, o mesmo café da manhã – sem gosto e sem ninguém. A mesma lágrima fugidia teimando em estragar sua maquiagem e arruinar sua máscara. O mesmo dia de trabalho e competência. O mesmo retorno ao lar frio.

    E a solidão, sua companheira de sempre, esperava no sofá, de braços cruzados e com uma xícara de café.

Carolina Nunes
O tema global do conto é:
Alternativas
Q3642811 Português
Estações

    Peguei o trem. O trem da vida. Lento, tranquilo, feito reticências. A vida, voraz, intrépida, repleta de exclamações e interrogações. Só sei que iniciei a viagem, num dia qualquer. Qualquer? Não. No meu dia, ou melhor, naquele dia em que deixei aquela casa escondida no ventre de minha mãe, naquele planetinha tão pequeno que, aos poucos, parecia que estava ficando menor do que a mim. Contudo aquele até então ínfimo planetinha carregava consigo uma imensidão de palavras de anseios, de amor, palavras de afeto, por pontuações diversas. Todas em um único cômodo, apertado, escuro, no entanto sentia-me protegido e ao mesmo tempo querendo conhecer o que estava lá fora.

    Olhar quem sussurrava para que eu ouvisse. "Mamãe já te ama antes mesmo de nascer." Isso. Nascer. Nasci. Agora eu era aquele menino, era aquele menino travesso, tinha fantasias, meus cabelos em cachos castanhos. No trem. No trem da vida. Não percebo mais fantasias, já não tão travesso. Agora quase um homem feito, feito Sabino em busca daquele menino no espelho, pois os sonhos de criança ficaram guardados na gaveta das memórias. Memórias de outros tempos, outros vagões, outras paisagens.

    Entretanto continuava naquele trem. O trem da vida. A paisagem já meio obscura, repleta de interrogações, interpelações que me levava num viver intenso, pois o agora que me importava. Ao mesmo tempo, aquela paisagem levava-me a um vulcão em erupção, num apocalipse de emoções, num despertador em descontrole a me convidar para um ""Carpi Diem". Por quê? Do nada já estava em outro vagão.

    Porém no mesmo trem. O trem da vida. Agora já era um homem feito. Era mesmo? Só sei que a paisagem era não tão voraz, ainda que audaz, pois o dia se chamava responsabilidade, o sol era o cartão de ponto de meus afincos, a fim de realmente me tornar um homem feito. Sim, não era um homem feito. Agora eu que conduzia a ordem naquele vagão. Eu era passageiro, mas também bilheteiro, até maquinista. Por quê? A paisagem era mais completa e complexa do que se podia imaginar. Outros estavam ali, outros dependiam de mim. Outros me fizeram amar, pois impulsionavam-me a não parar. Por quê? Porque estávamos todos no trem.

    O trem da vida. Agora já me sentia um homem feito, mas ao mesmo tempo desfeito, desfazendo-me aos poucos sem me preocupar tanto com o tempo. Na paisagem, a noite, o dia, tudo se tornara grisalho, distante, nostálgico... o olhar mais distante a contar aqueles vagões por onde passara. A poltrona, o teto, o piso, tudo naquele vagão tinha uma história, lembranças de melancolias, mas também de regozijos, pelos momentos vividos, por todas emoções que o destino me propusera. Agora os ombros mais cansados, os pés, às vezes, mais inchados. Sem problema que me trouxessem quaisquer frustrações. De um andarilho nos vagões do destino, tornei-me um contador de histórias. Por quê? Porque os vagões escreveram minha história. Ou melhor, a história do trem. O trem da vida.
Ao fazer referência a “Sabino em busca daquele menino no espelho”: 
Alternativas
Q3642810 Português
Estações

    Peguei o trem. O trem da vida. Lento, tranquilo, feito reticências. A vida, voraz, intrépida, repleta de exclamações e interrogações. Só sei que iniciei a viagem, num dia qualquer. Qualquer? Não. No meu dia, ou melhor, naquele dia em que deixei aquela casa escondida no ventre de minha mãe, naquele planetinha tão pequeno que, aos poucos, parecia que estava ficando menor do que a mim. Contudo aquele até então ínfimo planetinha carregava consigo uma imensidão de palavras de anseios, de amor, palavras de afeto, por pontuações diversas. Todas em um único cômodo, apertado, escuro, no entanto sentia-me protegido e ao mesmo tempo querendo conhecer o que estava lá fora.

    Olhar quem sussurrava para que eu ouvisse. "Mamãe já te ama antes mesmo de nascer." Isso. Nascer. Nasci. Agora eu era aquele menino, era aquele menino travesso, tinha fantasias, meus cabelos em cachos castanhos. No trem. No trem da vida. Não percebo mais fantasias, já não tão travesso. Agora quase um homem feito, feito Sabino em busca daquele menino no espelho, pois os sonhos de criança ficaram guardados na gaveta das memórias. Memórias de outros tempos, outros vagões, outras paisagens.

    Entretanto continuava naquele trem. O trem da vida. A paisagem já meio obscura, repleta de interrogações, interpelações que me levava num viver intenso, pois o agora que me importava. Ao mesmo tempo, aquela paisagem levava-me a um vulcão em erupção, num apocalipse de emoções, num despertador em descontrole a me convidar para um ""Carpi Diem". Por quê? Do nada já estava em outro vagão.

    Porém no mesmo trem. O trem da vida. Agora já era um homem feito. Era mesmo? Só sei que a paisagem era não tão voraz, ainda que audaz, pois o dia se chamava responsabilidade, o sol era o cartão de ponto de meus afincos, a fim de realmente me tornar um homem feito. Sim, não era um homem feito. Agora eu que conduzia a ordem naquele vagão. Eu era passageiro, mas também bilheteiro, até maquinista. Por quê? A paisagem era mais completa e complexa do que se podia imaginar. Outros estavam ali, outros dependiam de mim. Outros me fizeram amar, pois impulsionavam-me a não parar. Por quê? Porque estávamos todos no trem.

    O trem da vida. Agora já me sentia um homem feito, mas ao mesmo tempo desfeito, desfazendo-me aos poucos sem me preocupar tanto com o tempo. Na paisagem, a noite, o dia, tudo se tornara grisalho, distante, nostálgico... o olhar mais distante a contar aqueles vagões por onde passara. A poltrona, o teto, o piso, tudo naquele vagão tinha uma história, lembranças de melancolias, mas também de regozijos, pelos momentos vividos, por todas emoções que o destino me propusera. Agora os ombros mais cansados, os pés, às vezes, mais inchados. Sem problema que me trouxessem quaisquer frustrações. De um andarilho nos vagões do destino, tornei-me um contador de histórias. Por quê? Porque os vagões escreveram minha história. Ou melhor, a história do trem. O trem da vida.
O último parágrafo é marcado por um desfecho em que o narrador se demonstra:
Alternativas
Q3642809 Português
Estações

    Peguei o trem. O trem da vida. Lento, tranquilo, feito reticências. A vida, voraz, intrépida, repleta de exclamações e interrogações. Só sei que iniciei a viagem, num dia qualquer. Qualquer? Não. No meu dia, ou melhor, naquele dia em que deixei aquela casa escondida no ventre de minha mãe, naquele planetinha tão pequeno que, aos poucos, parecia que estava ficando menor do que a mim. Contudo aquele até então ínfimo planetinha carregava consigo uma imensidão de palavras de anseios, de amor, palavras de afeto, por pontuações diversas. Todas em um único cômodo, apertado, escuro, no entanto sentia-me protegido e ao mesmo tempo querendo conhecer o que estava lá fora.

    Olhar quem sussurrava para que eu ouvisse. "Mamãe já te ama antes mesmo de nascer." Isso. Nascer. Nasci. Agora eu era aquele menino, era aquele menino travesso, tinha fantasias, meus cabelos em cachos castanhos. No trem. No trem da vida. Não percebo mais fantasias, já não tão travesso. Agora quase um homem feito, feito Sabino em busca daquele menino no espelho, pois os sonhos de criança ficaram guardados na gaveta das memórias. Memórias de outros tempos, outros vagões, outras paisagens.

    Entretanto continuava naquele trem. O trem da vida. A paisagem já meio obscura, repleta de interrogações, interpelações que me levava num viver intenso, pois o agora que me importava. Ao mesmo tempo, aquela paisagem levava-me a um vulcão em erupção, num apocalipse de emoções, num despertador em descontrole a me convidar para um ""Carpi Diem". Por quê? Do nada já estava em outro vagão.

    Porém no mesmo trem. O trem da vida. Agora já era um homem feito. Era mesmo? Só sei que a paisagem era não tão voraz, ainda que audaz, pois o dia se chamava responsabilidade, o sol era o cartão de ponto de meus afincos, a fim de realmente me tornar um homem feito. Sim, não era um homem feito. Agora eu que conduzia a ordem naquele vagão. Eu era passageiro, mas também bilheteiro, até maquinista. Por quê? A paisagem era mais completa e complexa do que se podia imaginar. Outros estavam ali, outros dependiam de mim. Outros me fizeram amar, pois impulsionavam-me a não parar. Por quê? Porque estávamos todos no trem.

    O trem da vida. Agora já me sentia um homem feito, mas ao mesmo tempo desfeito, desfazendo-me aos poucos sem me preocupar tanto com o tempo. Na paisagem, a noite, o dia, tudo se tornara grisalho, distante, nostálgico... o olhar mais distante a contar aqueles vagões por onde passara. A poltrona, o teto, o piso, tudo naquele vagão tinha uma história, lembranças de melancolias, mas também de regozijos, pelos momentos vividos, por todas emoções que o destino me propusera. Agora os ombros mais cansados, os pés, às vezes, mais inchados. Sem problema que me trouxessem quaisquer frustrações. De um andarilho nos vagões do destino, tornei-me um contador de histórias. Por quê? Porque os vagões escreveram minha história. Ou melhor, a história do trem. O trem da vida.
O parágrafo que o narrador demonstra maturidade em que tem que assumir responsabilidades, pois ele não está mais só, pois nesse vagão em que ele está, há outros ligados a ele: 
Alternativas
Q3642808 Português
Estações

    Peguei o trem. O trem da vida. Lento, tranquilo, feito reticências. A vida, voraz, intrépida, repleta de exclamações e interrogações. Só sei que iniciei a viagem, num dia qualquer. Qualquer? Não. No meu dia, ou melhor, naquele dia em que deixei aquela casa escondida no ventre de minha mãe, naquele planetinha tão pequeno que, aos poucos, parecia que estava ficando menor do que a mim. Contudo aquele até então ínfimo planetinha carregava consigo uma imensidão de palavras de anseios, de amor, palavras de afeto, por pontuações diversas. Todas em um único cômodo, apertado, escuro, no entanto sentia-me protegido e ao mesmo tempo querendo conhecer o que estava lá fora.

    Olhar quem sussurrava para que eu ouvisse. "Mamãe já te ama antes mesmo de nascer." Isso. Nascer. Nasci. Agora eu era aquele menino, era aquele menino travesso, tinha fantasias, meus cabelos em cachos castanhos. No trem. No trem da vida. Não percebo mais fantasias, já não tão travesso. Agora quase um homem feito, feito Sabino em busca daquele menino no espelho, pois os sonhos de criança ficaram guardados na gaveta das memórias. Memórias de outros tempos, outros vagões, outras paisagens.

    Entretanto continuava naquele trem. O trem da vida. A paisagem já meio obscura, repleta de interrogações, interpelações que me levava num viver intenso, pois o agora que me importava. Ao mesmo tempo, aquela paisagem levava-me a um vulcão em erupção, num apocalipse de emoções, num despertador em descontrole a me convidar para um ""Carpi Diem". Por quê? Do nada já estava em outro vagão.

    Porém no mesmo trem. O trem da vida. Agora já era um homem feito. Era mesmo? Só sei que a paisagem era não tão voraz, ainda que audaz, pois o dia se chamava responsabilidade, o sol era o cartão de ponto de meus afincos, a fim de realmente me tornar um homem feito. Sim, não era um homem feito. Agora eu que conduzia a ordem naquele vagão. Eu era passageiro, mas também bilheteiro, até maquinista. Por quê? A paisagem era mais completa e complexa do que se podia imaginar. Outros estavam ali, outros dependiam de mim. Outros me fizeram amar, pois impulsionavam-me a não parar. Por quê? Porque estávamos todos no trem.

    O trem da vida. Agora já me sentia um homem feito, mas ao mesmo tempo desfeito, desfazendo-me aos poucos sem me preocupar tanto com o tempo. Na paisagem, a noite, o dia, tudo se tornara grisalho, distante, nostálgico... o olhar mais distante a contar aqueles vagões por onde passara. A poltrona, o teto, o piso, tudo naquele vagão tinha uma história, lembranças de melancolias, mas também de regozijos, pelos momentos vividos, por todas emoções que o destino me propusera. Agora os ombros mais cansados, os pés, às vezes, mais inchados. Sem problema que me trouxessem quaisquer frustrações. De um andarilho nos vagões do destino, tornei-me um contador de histórias. Por quê? Porque os vagões escreveram minha história. Ou melhor, a história do trem. O trem da vida.
Pode-se afirmar que o “trem da vida”, o qual se repete no texto:
Alternativas
Q3642643 Português
Quando se estuda a língua, o que se estuda?

A primeira tomada de posição aqui necessária é a explicitação do que se pode ou deve entender com a expressão “ensino da língua”, pois como já foi lembrado, ao chegarem à escola, a criança, o adolescente ou o adulto já sabem a língua.

[…]

„ Em primeiro lugar, há aqui um deslocamento da função da escola como voltada exclusivamente para o ensino da escrita. Seu papel exorbita essa fronteira e se estende para o domínio da comunicação em geral. Envolve também o trabalho com a oralidade. Evidente que não se trata de ensinar a falar, mas de usar as formas orais em situações que o dia-a-dia nem sempre oferece, mas que devem ser dominadas. Além da escrita e da oralidade, estão ainda envolvidas, no trato de língua materna, questões relativas a processos argumentativos e raciocínio escrito.

„ Em segundo lugar, deve-se ter muito cuidado com a noção de competência comunicativa que não se restringe a uma dada teoria da informação ou da comunicação, mas que deve levar em conta os parâmetros mais amplos de uma etnografia da fala. Uma análise das interações verbais, produções discursivas e atividades verbais e comunicativas em geral sem ignorar a cognição. É nesse contexto que se situa a questão gramatical e todo trabalho com a língua. Trata-se de valorizar a reflexão sobre a língua, saindo do ensino normativo para o ensino mais reflexivo.
De acordo com as considerações do texto 3, deve considerar-se a respeito do ensino da língua:
1. Valorizar as especificidades comunicativas dos mais diversos grupos sociais sem, no entanto, negligenciar a norma culta da língua, proporcionando uma abertura e ampliação das competências e habilidades linguísticas.
2. O exercício da oralidade inerente às práticas pedagógicas aponta para o fato de que a escola não ensina apenas a língua escrita, mas deve também ser espaço de fala e desenvolvimento das competências e habilidades expressivas e argumentativas.
3. A língua é produto de quem a fala. Todos chegamos à escola sabendo a língua. Sendo assim, o ensino deveria focar apenas a leitura para ampliação e desenvolvimento de vocabulário.
4. No que concerne ao desenvolvimento da competência linguística, a atenção deve voltar-se, sobretudo, para a etnografia da fala: análise de interações verbais, produções discursivas, atividades verbais e comunicativas, bem como a cognição.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Respostas
42741: A
42742: C
42743: D
42744: A
42745: D
42746: B
42747: C
42748: D
42749: A
42750: D
42751: B
42752: C
42753: D
42754: A
42755: B
42756: A
42757: C
42758: D
42759: A
42760: C