Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3646405 Português

TEXTO I



Sempre alerta!


     Grande espírito, o daquele escoteiro. Estava na rua, segurando seu feroz cão policial, quando viu parar um ônibus. Os passageiros desceram, subiram, o ônibus pôs-se a andar. No momento em que o ônibus ia andando, apareceu um velhinho tentando pegá-lo. Correu atrás do ônibus. Quando já o ia pegando, o ônibus aumentou a velocidade. No instante exato em que o velhinho , aborrecido, ia desistir do ônibus, o escoteiro não teve dúvida: soltou o cachorro policial em cima dele. O velho pôs-se a correr desesperadamente e, como única salvação, pegou o ônibus que já ia quinhentos metros adiante. O escoteiro segurou de novo o cão e voltou para casa, feliz, tendo praticado sua boa ação do dia.

     Moral: No cerne da violência nem sempre há violência.


(Fábulas fabulosas. 12ª ed. Rio de Janeiro: Nórdica, 1991. P. 43.)

O texto “Sempre alerta!” serve para
Alternativas
Q3646404 Português

TEXTO I



Sempre alerta!


     Grande espírito, o daquele escoteiro. Estava na rua, segurando seu feroz cão policial, quando viu parar um ônibus. Os passageiros desceram, subiram, o ônibus pôs-se a andar. No momento em que o ônibus ia andando, apareceu um velhinho tentando pegá-lo. Correu atrás do ônibus. Quando já o ia pegando, o ônibus aumentou a velocidade. No instante exato em que o velhinho , aborrecido, ia desistir do ônibus, o escoteiro não teve dúvida: soltou o cachorro policial em cima dele. O velho pôs-se a correr desesperadamente e, como única salvação, pegou o ônibus que já ia quinhentos metros adiante. O escoteiro segurou de novo o cão e voltou para casa, feliz, tendo praticado sua boa ação do dia.

     Moral: No cerne da violência nem sempre há violência.


(Fábulas fabulosas. 12ª ed. Rio de Janeiro: Nórdica, 1991. P. 43.)

O texto “Sempre alerta!”, da obra Fábulas fabulosas,
Alternativas
Q3646157 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Amizade entre fazendeiro e capivara conquista as redes sociais


Com mais de cento e setenta mil seguidores no Instagram e quase um milhão em sua conta no TikTok, Agenor e Filó fazem um imenso sucesso e conseguem milhões de visualizações a cada vídeo postado.


Tudo começou quando Agenor, que adora todos os tipos de animais, recebeu de um primo a filhote de capivara, de apenas cinco meses, que havia sido resgatada.


O fazendeiro compartilha sua rotina e os cuidados com os animais nas redes sociais desde 2019, mas foram as publicações com a pequena Filó que ganharam os corações dos internautas.


As capivaras são conhecidas por serem extremamente amigáveis, não só com outros bichos, mas com humanos também.


Em suas postagens, Agenor reforça a necessidade da preservação do meio ambiente e sua importância para os animais: "Os animais são seres incríveis que podem despertar amor em qualquer pessoa, acredito que é dever e obrigação das pessoas cuidar deles. A natureza é tão perfeita."


Amizade entre fazendeiro e capivara conquista as redes sociais (msn.com). Adaptado.

Agenor Tupinambá tem uma capivara de estimação chamada Filó e a amizade dos dois tem conquistado fãs e mais fãs na internet.


Assinale a opção CORRETA de acordo com o texto base.

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Q3645994 Português
De acordo com o que você leu, pode-se afirmar que a compreensão a respeito de amor, para o pai, difere da do filho, pois se manifesta:
Alternativas
Q3645991 Português
Para o autor, a palavra que define heroísmo é: 
Alternativas
Q3645985 Português
A expressão “Além disso” exprime: 
Alternativas
Q3645984 Português
De acordo com a fala do garoto no desfecho da narrativa e o enredo em si, o que fica subentendido no contexto em si?
Alternativas
Q3645983 Português
O texto é um miniconto. Nesse tipo de texto há alguns aspectos relacionados aos elementos da narrativa. Mesmo sendo um texto breve, ele possui início, meio e desfecho. Analisando os travessões utilizados no segundo parágrafo, pode-se afirmar que:
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Q3645634 Português
TEXTO IV


HUMILHANTE CRASE


      Janistraquis não costuma recortar apenas os títulos, mas as notícias inteiras. Entretanto, [...] ele fracassou. “Considerando, o Caderno 2 quer nos enlouquecer”, garantiu Janistraquis, brandindo um título realmente intrigante: Veneza abre os braços à Casanova.

          “Cadê o texto?”, perguntei, mas meu secretário não conseguira localizá-lo. Como é que essa cidade pode abrir os braços a uma casa nova, se é cidade antiquíssima, feita de edificações medievais? Janistraquis alertou- -me para o fato de que não se tratava de casa nova, mas Casanova, nome de gente. Ah! Então referia-se àquele conquistador!

         O título tornava-se, todavia, mais confuso. Como é que Veneza pode abrir os braços à maneira de Casanova? Seria abrir os braços de forma obscena, como fazia o velho fauno nos salões e também nos becos e gôndolas? Denso mistério.[...]


(JAPIASSU, Moacir. Jornal de Imprensa: a notícia levada a sério. São Paulo: Jornal dos Jornais Editora, 1997. P. 106.)
Analise as afirmações abaixo sobre o texto “Humilhante crase”:

I- A crase antes da palavra “Casanova” incomoda o autor, pois não há artigo feminino antes do sobrenome “Casanova”.
II- A preposição “a”, que ocorre nesse contexto, é exigida pela expressão “abrir os braços”.
III- A ironia, segundo Japiassu, está no fato de o jornal sugerir que uma cidade antiquíssima “abrisse os braços” para uma “casa nova”.

Marque a alternativa correta:
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Q3645633 Português
TEXTO III

DOS MUNDOS


Deus criou este mundo. O homem, todavia,
Entrou a desconfiar, cogitabundo...
Decerto não gostou lá muito do que via...
E foi logo inventando o outro mundo.



 (QUINTANA, MÁRIO.
Poesias. Porto Alegre, Globo, 1983).
Considere o vocábulo “cogitabundo”. Nesse texto, ele pode ser substituído sem prejuízo de sentido por:
Alternativas
Q3645632 Português
TEXTO III

DOS MUNDOS


Deus criou este mundo. O homem, todavia,
Entrou a desconfiar, cogitabundo...
Decerto não gostou lá muito do que via...
E foi logo inventando o outro mundo.



 (QUINTANA, MÁRIO.
Poesias. Porto Alegre, Globo, 1983).
Analise os verbos “desconfiar”, “gostou”, “inventando” grifados no texto . Esses verbos exprimem
Alternativas
Q3645629 Português
TEXTO I


RETRATO


Eu não tinha este rosto de hoje,
Assim calmo, assim triste, assim magro
Nem estes olhos tão vazios,
Nem o lábio amargo.


Eu não tinha estas mãos sem força,
Tão paradas e frias e mortas;
Eu não tinha este coração
Que nem se mostra.


Eu não dei por esta mudança,
Tão simples, tão certa, tão fácil:
— Em que espelho ficou perdida a minha face?


(MEIRELES, CECÍLIA. Obra poética.
Rio de Janeiro, Nova Aguilar, 1987.)
Marque a alternativa que apresenta as funções de linguagem predominantes nesse texto:
Alternativas
Q3645628 Português
TEXTO I


RETRATO


Eu não tinha este rosto de hoje,
Assim calmo, assim triste, assim magro
Nem estes olhos tão vazios,
Nem o lábio amargo.


Eu não tinha estas mãos sem força,
Tão paradas e frias e mortas;
Eu não tinha este coração
Que nem se mostra.


Eu não dei por esta mudança,
Tão simples, tão certa, tão fácil:
— Em que espelho ficou perdida a minha face?


(MEIRELES, CECÍLIA. Obra poética.
Rio de Janeiro, Nova Aguilar, 1987.)
Marque a alternativa que apresenta o tema central desse texto: 
Alternativas
Q3645356 Português
Os gêneros textuais são estruturas comunicativas que se definem pelo estilo, conteúdo e função social. Considerando a natureza dinâmica da linguagem, como os gêneros textuais são caracterizados?
Alternativas
Q3645355 Português
O conceito de texto vai além de uma mera sequência de frases; ele envolve um complexo processo de construção de sentido que é influenciado tanto pelo autor quanto pelo leitor. Qual é a característica essencial de um texto no contexto da leitura?
Alternativas
Q3645352 Português
Intertextualidade é um fenômeno que ocorre quando um texto faz referência a outros textos, criando uma rede de significados que enriquecem a leitura. Este conceito é uma ferramenta importante na análise literária e contribui para a compreensão da construção dos significados em um texto. Qual das seguintes opções melhor descreve uma manifestação da intertextualidade? 
Alternativas
Q3645325 Português
O conselheiro Vale morreu às 7 horas da noite de 25 de abril de 1859. Morreu de apoplexia fulminante, pouco depois de cochilar a sesta — segundo costumava dizer — e quando se preparava a ir jogar a usual partida de voltarete em casa de um desembargador, seu amigo. O Dr. Camargo, chamado à pressa, nem chegou a tempo de empregar os recursos da ciência; o Padre Melchior não pôde dar-lhe as consolações da religião: a morte fora instantânea. No dia seguinte, fez-se o enterro, que foi um dos mais concorridos que ainda viram os moradores do Andaraí. Cerca de duzentas pessoas acompanharam o finado até a morada última, achando-se representadas entre elas as primeiras classes da sociedade. O conselheiro, posto não figurasse em nenhum grande cargo do Estado, ocupava elevado lugar na sociedade, pelas relações adquiridas, cabedais, educação e tradições de família. Seu pai fora magistrado no tempo colonial, e figura de certa influência na corte do último vice-rei. Pelo lado materno descendia de uma das mais distintas famílias paulistas. Ele próprio exercera dois empregos, havendo-se com habilidade e decoro, do que lhe adveio a carta de conselho e a estima dos homens públicos. Sem embargo do ardor político do tempo, não estava ligado a nenhum dos dois partidos, conservando em ambos preciosas amizades, que ali se acharam na ocasião de o dar à sepultura. Tinha, entretanto, tais ou quais ideias políticas, colhidas nas fronteiras conservadoras e liberais, justamente no ponto em que os dois domínios podem confundir-se. Se nenhuma saudade partidária lhe deitou a última pá de terra, matrona houve, e não só uma, que viu ir a enterrar com ele a melhor página da sua mocidade.

Autor: Machado de Assis. Trecho extraído da obra Helena
Relativamente a aspectos semânticos de vocábulos do texto, leia as assertivas:
I. O vocábulo sesta, considerando suas extensões cesta e sexta, é um vocábulo polissêmico.
II. O vocábulo segundo, empregado no texto com ideia de conformidade, e o numeral segundo estabelecem, entre si, uma relação de paronímia.

Pode-se afirmar que:
Alternativas
Q3645321 Português
O conselheiro Vale morreu às 7 horas da noite de 25 de abril de 1859. Morreu de apoplexia fulminante, pouco depois de cochilar a sesta — segundo costumava dizer — e quando se preparava a ir jogar a usual partida de voltarete em casa de um desembargador, seu amigo. O Dr. Camargo, chamado à pressa, nem chegou a tempo de empregar os recursos da ciência; o Padre Melchior não pôde dar-lhe as consolações da religião: a morte fora instantânea. No dia seguinte, fez-se o enterro, que foi um dos mais concorridos que ainda viram os moradores do Andaraí. Cerca de duzentas pessoas acompanharam o finado até a morada última, achando-se representadas entre elas as primeiras classes da sociedade. O conselheiro, posto não figurasse em nenhum grande cargo do Estado, ocupava elevado lugar na sociedade, pelas relações adquiridas, cabedais, educação e tradições de família. Seu pai fora magistrado no tempo colonial, e figura de certa influência na corte do último vice-rei. Pelo lado materno descendia de uma das mais distintas famílias paulistas. Ele próprio exercera dois empregos, havendo-se com habilidade e decoro, do que lhe adveio a carta de conselho e a estima dos homens públicos. Sem embargo do ardor político do tempo, não estava ligado a nenhum dos dois partidos, conservando em ambos preciosas amizades, que ali se acharam na ocasião de o dar à sepultura. Tinha, entretanto, tais ou quais ideias políticas, colhidas nas fronteiras conservadoras e liberais, justamente no ponto em que os dois domínios podem confundir-se. Se nenhuma saudade partidária lhe deitou a última pá de terra, matrona houve, e não só uma, que viu ir a enterrar com ele a melhor página da sua mocidade.

Autor: Machado de Assis. Trecho extraído da obra Helena
Quando o texto menciona que o Conselheiro Vale tinha cabedais, isso significa que ele possuía:  
Alternativas
Q3645320 Português
O conselheiro Vale morreu às 7 horas da noite de 25 de abril de 1859. Morreu de apoplexia fulminante, pouco depois de cochilar a sesta — segundo costumava dizer — e quando se preparava a ir jogar a usual partida de voltarete em casa de um desembargador, seu amigo. O Dr. Camargo, chamado à pressa, nem chegou a tempo de empregar os recursos da ciência; o Padre Melchior não pôde dar-lhe as consolações da religião: a morte fora instantânea. No dia seguinte, fez-se o enterro, que foi um dos mais concorridos que ainda viram os moradores do Andaraí. Cerca de duzentas pessoas acompanharam o finado até a morada última, achando-se representadas entre elas as primeiras classes da sociedade. O conselheiro, posto não figurasse em nenhum grande cargo do Estado, ocupava elevado lugar na sociedade, pelas relações adquiridas, cabedais, educação e tradições de família. Seu pai fora magistrado no tempo colonial, e figura de certa influência na corte do último vice-rei. Pelo lado materno descendia de uma das mais distintas famílias paulistas. Ele próprio exercera dois empregos, havendo-se com habilidade e decoro, do que lhe adveio a carta de conselho e a estima dos homens públicos. Sem embargo do ardor político do tempo, não estava ligado a nenhum dos dois partidos, conservando em ambos preciosas amizades, que ali se acharam na ocasião de o dar à sepultura. Tinha, entretanto, tais ou quais ideias políticas, colhidas nas fronteiras conservadoras e liberais, justamente no ponto em que os dois domínios podem confundir-se. Se nenhuma saudade partidária lhe deitou a última pá de terra, matrona houve, e não só uma, que viu ir a enterrar com ele a melhor página da sua mocidade.

Autor: Machado de Assis. Trecho extraído da obra Helena
Com base na interpretação do texto, leia as assertivas:

I. Na frase acompanharam o finado até a morada última, o autor usa um eufemismo com o intuito de tornar a referência ao local de sepultamento menos direta e mais suave.

II. O autor menciona que o Conselheiro Vale não estava ligado a nenhum dos dois principais partidos políticos da época para destacar sua independência e habilidade de manter amizades em ambos os lados.



Pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q3645319 Português
O conselheiro Vale morreu às 7 horas da noite de 25 de abril de 1859. Morreu de apoplexia fulminante, pouco depois de cochilar a sesta — segundo costumava dizer — e quando se preparava a ir jogar a usual partida de voltarete em casa de um desembargador, seu amigo. O Dr. Camargo, chamado à pressa, nem chegou a tempo de empregar os recursos da ciência; o Padre Melchior não pôde dar-lhe as consolações da religião: a morte fora instantânea. No dia seguinte, fez-se o enterro, que foi um dos mais concorridos que ainda viram os moradores do Andaraí. Cerca de duzentas pessoas acompanharam o finado até a morada última, achando-se representadas entre elas as primeiras classes da sociedade. O conselheiro, posto não figurasse em nenhum grande cargo do Estado, ocupava elevado lugar na sociedade, pelas relações adquiridas, cabedais, educação e tradições de família. Seu pai fora magistrado no tempo colonial, e figura de certa influência na corte do último vice-rei. Pelo lado materno descendia de uma das mais distintas famílias paulistas. Ele próprio exercera dois empregos, havendo-se com habilidade e decoro, do que lhe adveio a carta de conselho e a estima dos homens públicos. Sem embargo do ardor político do tempo, não estava ligado a nenhum dos dois partidos, conservando em ambos preciosas amizades, que ali se acharam na ocasião de o dar à sepultura. Tinha, entretanto, tais ou quais ideias políticas, colhidas nas fronteiras conservadoras e liberais, justamente no ponto em que os dois domínios podem confundir-se. Se nenhuma saudade partidária lhe deitou a última pá de terra, matrona houve, e não só uma, que viu ir a enterrar com ele a melhor página da sua mocidade.

Autor: Machado de Assis. Trecho extraído da obra Helena
Relativamente às ideias e à linguagem empregada no texto, leia as assertivas:

I. Com relação ao estilo, o autor utiliza uma prosa cuidadosamente elaborada que contribui para a atmosfera solene e reflexiva do texto.
II. O texto destaca a importância do Conselheiro Vale na sociedade da época, afirmando que ele ocupava um cargo de alto escalão no governo, além de pertencer a uma família respeitada e influente.

Pode-se afirmar que: 
Alternativas
Respostas
42721: A
42722: B
42723: D
42724: B
42725: A
42726: D
42727: C
42728: A
42729: D
42730: C
42731: B
42732: B
42733: A
42734: B
42735: B
42736: C
42737: D
42738: A
42739: B
42740: A