Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q2390093 Português

 



(Disponível em: www.mtciencias.com.br/mulheres/katherine-johnson%E2%80%8B/ – texto adaptado

especialmente para esta prova).


 

Assinale a alternativa que apresenta a palavra que poderia substituir o vocábulo “lecionar” (l. 08) sem causar alterações no sentido original do trecho em que ocorre.
Alternativas
Q2389686 Português

Texto 3



Antropólogo e historiador Adelson Lopes relembra história de Palmeira dos Índios



A História de Palmeira dos Índios, cidade do interior de Alagoas, é marcada por disputas pela posse das terras habitadas por índios Xucuru-Kariri e pela população envolvente. A literatura sobre a fundação da localidade é escassa e se encontra em poucos acervos preservados por particulares, no Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas, em documentos cartoriais e paroquiais na referida cidade. As terras, atualmente ocupadas pelo município de Palmeira dos Índios, formavam, inicialmente, um aldeamento dos índios Xucuru, que ali se estabeleceram no fim da primeira metade do século XVII. De acordo com o antropólogo e historiador José Adelson Lopes, o território era formado de matas nas serras e palmeiras na região do vale. “O nome do município veio em apologia aos seus primeiros habitantes e a abundância de palmeiras em seus campos. Segundo o escritor Luiz Torres, os nativos formaram seu aldeamento entre um brejo chamado Cafurna e a Serra da Boa Vista”, explicou.


A vila de Palmeira dos Índios foi criada em 1835, através da resolução Nº 10 de 10 de abril, assinada pelo presidente da Província, José Joaquim Machado. “O fato atendia aos anseios dos moradores que acreditavam num florescimento em curto prazo. Mas não previam que esse passo rumo à liberdade política do povoado traria uma série de disputas pelo poder e pela posse territorial, rompendo com as bases da cultura fundante do lugar, que passaria a condição de figurante no processo que se iniciou a partir então”, explicou o historiador.



Disponível em: https://tribunadosertao.com.br/noticias/2020/08/20/18359 1-antropologo-e-historiador-adelson-lopes-relembrahistoria-de-palmeira-dos-indios. Acesso em: 27 de nov. 2023 (adaptado) 

Com base no texto “Antropólogo e historiador Adelson Lopes relembra história de Palmeira dos Índios”, analise as afirmativas a seguir:

I. A partir do texto em análise, pode-se dizer que, desde a época em que a região ainda era habitada exclusivamente por indígenas, que a localidade onde hoje fica a cidade de Palmeira dos Índios possui caracterização rural. 
II. Desde o início da formação da cidade de Palmeira dos Índios houve uma série de disputas pelo poder e pela posse territorial, o que modificou totalmente o espaço geográfico da região. 

Marque a alternativa correta: 
Alternativas
Q2389685 Português

Texto 3



Antropólogo e historiador Adelson Lopes relembra história de Palmeira dos Índios



A História de Palmeira dos Índios, cidade do interior de Alagoas, é marcada por disputas pela posse das terras habitadas por índios Xucuru-Kariri e pela população envolvente. A literatura sobre a fundação da localidade é escassa e se encontra em poucos acervos preservados por particulares, no Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas, em documentos cartoriais e paroquiais na referida cidade. As terras, atualmente ocupadas pelo município de Palmeira dos Índios, formavam, inicialmente, um aldeamento dos índios Xucuru, que ali se estabeleceram no fim da primeira metade do século XVII. De acordo com o antropólogo e historiador José Adelson Lopes, o território era formado de matas nas serras e palmeiras na região do vale. “O nome do município veio em apologia aos seus primeiros habitantes e a abundância de palmeiras em seus campos. Segundo o escritor Luiz Torres, os nativos formaram seu aldeamento entre um brejo chamado Cafurna e a Serra da Boa Vista”, explicou.


A vila de Palmeira dos Índios foi criada em 1835, através da resolução Nº 10 de 10 de abril, assinada pelo presidente da Província, José Joaquim Machado. “O fato atendia aos anseios dos moradores que acreditavam num florescimento em curto prazo. Mas não previam que esse passo rumo à liberdade política do povoado traria uma série de disputas pelo poder e pela posse territorial, rompendo com as bases da cultura fundante do lugar, que passaria a condição de figurante no processo que se iniciou a partir então”, explicou o historiador.



Disponível em: https://tribunadosertao.com.br/noticias/2020/08/20/18359 1-antropologo-e-historiador-adelson-lopes-relembrahistoria-de-palmeira-dos-indios. Acesso em: 27 de nov. 2023 (adaptado) 

Com base no texto “Antropólogo e historiador Adelson Lopes relembra história de Palmeira dos Índios”, analise as afirmativas a seguir:



I. Em: “Lopes, o território era formado de matas nas serras e palmeiras na região do vale.”, entende-se que a cidade de Palmeira dos Índios é uma região heterogênea, no que diz respeito à caracterização vegetal. 


II. A influência indígena, outrora forte, perdeu espaço durante a formação de Palmeira dos Índios uma vez que as famílias locais começaram a se destacar no processo de emancipação política. 



Marque a alternativa correta: 

Alternativas
Q2389683 Português

Texto 2



Plataforma Reciclar pelo Brasil completa seis anos e apresenta resultados expressivos relativos à logística reversa



     Lançado no dia 04 de outubro de 2017, o Reciclar Pelo Brasil – maior plataforma de reciclagem inclusiva do país – apresenta um crescimento significativo no setor da reciclagem, com impactos positivos nas cooperativas integrantes do programa e no sistema de logística reversa do Brasil. 


     A plataforma apresenta números expressivos relativos à logística reversa. Até hoje, foram recuperadas mais de 630 mil toneladas de resíduos, que deixaram de ir para lixões, aterros sanitários ou para o meio ambiente e que, pelo trabalho dos catadores de materiais recicláveis, retornaram à cadeia produtiva, gerando trabalho e renda para milhares de pessoas.


     O programa já atuou em cooperativas de 234 cidades e registra mais de 413 milhões em vendas de materiais recuperados pelas organizações vinculadas à plataforma, que é gerenciada pela ANCAT – Associação Nacional dos Catadores e Catadoras de Materiais Recicláveis, com a parceria de 18 grandes empresas. 


     A cada fase do Reciclar pelo Brasil, se estabelecem novos desafios relacionados à conformidade das Organizações de Catadores. Muitas exigências (como um CNPJ válido, Licença Ambiental, Alvará de Funcionamento, Emissão de Notas Fiscais de Venda das Organizações, entre outros) foram alcançadas pelo trabalho de acompanhamento realizado pela Equipe Técnica da ANCAT. O objetivo é ampliar a quantidade de cooperativas atendidas e beneficiadas em novas cidades e regiões do país.



Disponível em: https://ancat.org.br/plataforma-reciclarpelo-brasil-completa-seis-anos-e-apresenta-resultadosexpressivos-relativos-a-logistica-reversa/. Acesso em 02 de nov. 2023 (adaptado) 

Com base no texto “Plataforma Reciclar pelo Brasil completa seis anos e apresenta resultados expressivos relativos à logística reversa”, analise as afirmativas a seguir:

I. Em: “A cada fase do Reciclar pelo Brasil, se estabelecem novos desafios relacionados à conformidade das Organizações de Catadores.” tem-se um argumento do autor do TEXTO 2, necessário para compreender o ponto de vista defendido por ele: o de que novos desafios continuarão surgindo para a plataforma Reciclar pelo Brasil. 
II. Em: “Muitas exigências (como um CNPJ válido, Licença Ambiental, Alvará de Funcionamento, Emissão de Notas Fiscais de Venda das Organizações, entre outros) foram alcançadas pelo trabalho de acompanhamento realizado pela Equipe Técnica da ANCAT”, a exemplificação, nos parênteses, acrescenta informações ao texto, apresentando um detalhamento a respeito das “muitas exigências”.

Marque a alternativa correta: 
Alternativas
Q2389596 Português
Leia o texto a seguir.
Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: <https://forumchaves.com.br/viewtopic.php?f=53&t=7226&start=8610>. Acesso em: 02 dez. 2023.

O efeito de humor da tirinha é causado pela
Alternativas
Q2389595 Português
Leia o texto a seguir.
O plano deles era nos arrancar Nos engolir e integrar Apagar nossa memória
Mas nenhum vínculo É tão forte quanto o dos encantados
A ancestralidade Nos guia de volta

NUNES, J. Poesia Indígena Hoje. Núm. 1, agosto de 2020. p. 106. Disponível em: <https://www.p-o-e-s-i-a.org/dossies/#dearflip-df_2733/107/>. Acesso em: 02 dez. 2023.

O poema apresenta elementos que permitem o trabalho pedagógico transdisciplinar. O tema contextual a ser escolhido para o trabalho transdisciplinar com o texto é/são
Alternativas
Q2389594 Português
Leia o Texto 10 para responder à questão.

Texto 10

Claridade

A mulher chegou para o marido com o rosto completamente iluminado e ele se irritou porque há muito se esquecera como e onde se acendia essa luz. E por mais que se esforçasse não conseguiu se lembrar. A mulher iluminada foi se deitar ao seu lado e ele passou a noite sem dormir porque se acostumara ao escuro.


SIMÕES, M. L. Contos contidos. 3. ed. Belo Horizonte: Baobá, 2021, p. 12.
A constatação de que o microconto apresenta um narrador em terceira pessoa caracteriza na prática de análise linguística a atividade
Alternativas
Q2389593 Português
Leia o Texto 10 para responder à questão.

Texto 10

Claridade

A mulher chegou para o marido com o rosto completamente iluminado e ele se irritou porque há muito se esquecera como e onde se acendia essa luz. E por mais que se esforçasse não conseguiu se lembrar. A mulher iluminada foi se deitar ao seu lado e ele passou a noite sem dormir porque se acostumara ao escuro.


SIMÕES, M. L. Contos contidos. 3. ed. Belo Horizonte: Baobá, 2021, p. 12.
A atividade epilinguística pode ser ativada na leitura do microconto a partir da
Alternativas
Q2389592 Português
Leia o Texto 9 para responder à questão.

Texto 9 

Soneto Amazônico

Sobre as águas pitingas do Arawá
Ygara que desliza calmamente
Entre galhos – caniços de araçás
No reflexo dourado quase ausente.

Do peribuxim em seu ocaso
Mariscamos louvando ao criador
Como o pirá a boiar – puro ornato
Natureza ao pescar do pescador

Tanto! tantos pirás ó remador!
Vem pegar o pirá mariscador,
E jogar no pitinga paraná.

E pegar nesses tempos, mariscados
Sob a aratuba do peitamarraro
Enquanto não perece o xamatá.


YAMÃ, Yaguarê. Soneto Amazônico. In: MINÁPOTY, Lia; YAMÃ, Yaguarê. A
árvore de carne e outros contos. Ilustrações de Mariana Newlands. São Paulo:
Tordesilhinhas, 2012. p. 7.
A temática do poema de Yaguarê Yamã centra-se
Alternativas
Q2389591 Português
Leia o Texto 9 para responder à questão.

Texto 9 

Soneto Amazônico

Sobre as águas pitingas do Arawá
Ygara que desliza calmamente
Entre galhos – caniços de araçás
No reflexo dourado quase ausente.

Do peribuxim em seu ocaso
Mariscamos louvando ao criador
Como o pirá a boiar – puro ornato
Natureza ao pescar do pescador

Tanto! tantos pirás ó remador!
Vem pegar o pirá mariscador,
E jogar no pitinga paraná.

E pegar nesses tempos, mariscados
Sob a aratuba do peitamarraro
Enquanto não perece o xamatá.


YAMÃ, Yaguarê. Soneto Amazônico. In: MINÁPOTY, Lia; YAMÃ, Yaguarê. A
árvore de carne e outros contos. Ilustrações de Mariana Newlands. São Paulo:
Tordesilhinhas, 2012. p. 7.
O texto de Yaguarê Yamã representativo da literatura indígena revela
Alternativas
Q2389590 Português
Leia o Texto 8 para responder à questão.

Texto 8

Letramento literário

Tive a honra de entrevistar a Professora Maria Zélia Versiani Machado, Doutora em Educação e professora da UFMG sobre o assunto “Letramento Literário”

Juliana: O que é Letramento Literário? Qual a importância da existência de um grupo de pesquisa, dentro da academia, sobre o Letramento Literário?

Prof. Zélia: O termo ‘letramento literário’ foi usado pela primeira vez no Brasil por Graça Paulino, num trabalho encomendado para a ANPEd. Na época, o nosso grupo de pesquisa tinha o nome Grupo de Pesquisas de Literatura Infantil e Juvenil. Em seguida, passamos a adotar o nome Grupo de Pesquisas do Letramento Literário – GPELL – pelo fato de, assim, integrarmos mais a literatura no contexto da cultura escrita às nossas discussões. Desta forma, a mudança de nome buscou destacar a importância da leitura literária, do leitor, da formação de leitores – professores e alunos –, da leitura literária na escola e em bibliotecas, etc. Como grupo de pesquisa do Ceale – Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita, da Faculdade de Educação (UFMG) – a opção pelo letramento literário afinava-se às ações do Centro, entre as quais aquela voltada para a formação de professores. A oportunidade de diálogo com professores da educação básica tem nos mostrado caminhos para levar a literatura para dentro da sala de aula. Sem esse contraponto, esse diálogo com o leitor-professor ou aluno, não estaríamos fazendo jus à designação letramento literário. A outra ponta – para quem e para onde vão os livros – nos interessa tanto quanto os “bons” livros da literatura. E sabemos que uma exigência para que ele chegue ao leitor é a de cumplicidade, uma cumplicidade que se alcança quando o professor é autor e ator do processo, quando partilha as suas leituras com seus alunos, com outros professores, com pesquisadores. Acreditamos que essa condição de autoria e de ser ator de suas ações mediadoras na sala de aula pode ser conquistada pelos professores em cursos de formação. Outra ênfase do Grupo, a da pesquisa, não tem perdido de vista essa perspectiva da formação de leitores.


GALVÃO, Juliana. Entrevista com Maria Zélia Versiani Machado. Letramento
literário. Disponível em:
<http://escritabrasil.blogspot.com/2008/07/letramento.html>. Acesso em: 02
dez. 2023. [Adaptado].
Há no texto a defesa de que o diálogo com professores da educação básica
Alternativas
Q2389589 Português
Leia o Texto 8 para responder à questão.

Texto 8

Letramento literário

Tive a honra de entrevistar a Professora Maria Zélia Versiani Machado, Doutora em Educação e professora da UFMG sobre o assunto “Letramento Literário”

Juliana: O que é Letramento Literário? Qual a importância da existência de um grupo de pesquisa, dentro da academia, sobre o Letramento Literário?

Prof. Zélia: O termo ‘letramento literário’ foi usado pela primeira vez no Brasil por Graça Paulino, num trabalho encomendado para a ANPEd. Na época, o nosso grupo de pesquisa tinha o nome Grupo de Pesquisas de Literatura Infantil e Juvenil. Em seguida, passamos a adotar o nome Grupo de Pesquisas do Letramento Literário – GPELL – pelo fato de, assim, integrarmos mais a literatura no contexto da cultura escrita às nossas discussões. Desta forma, a mudança de nome buscou destacar a importância da leitura literária, do leitor, da formação de leitores – professores e alunos –, da leitura literária na escola e em bibliotecas, etc. Como grupo de pesquisa do Ceale – Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita, da Faculdade de Educação (UFMG) – a opção pelo letramento literário afinava-se às ações do Centro, entre as quais aquela voltada para a formação de professores. A oportunidade de diálogo com professores da educação básica tem nos mostrado caminhos para levar a literatura para dentro da sala de aula. Sem esse contraponto, esse diálogo com o leitor-professor ou aluno, não estaríamos fazendo jus à designação letramento literário. A outra ponta – para quem e para onde vão os livros – nos interessa tanto quanto os “bons” livros da literatura. E sabemos que uma exigência para que ele chegue ao leitor é a de cumplicidade, uma cumplicidade que se alcança quando o professor é autor e ator do processo, quando partilha as suas leituras com seus alunos, com outros professores, com pesquisadores. Acreditamos que essa condição de autoria e de ser ator de suas ações mediadoras na sala de aula pode ser conquistada pelos professores em cursos de formação. Outra ênfase do Grupo, a da pesquisa, não tem perdido de vista essa perspectiva da formação de leitores.


GALVÃO, Juliana. Entrevista com Maria Zélia Versiani Machado. Letramento
literário. Disponível em:
<http://escritabrasil.blogspot.com/2008/07/letramento.html>. Acesso em: 02
dez. 2023. [Adaptado].
O conceito de letramento literário para Maria Zélia Versiani Machado considera 
Alternativas
Q2389588 Português
Leia o Texto 7 para responder à questão.

Texto 7

O meu conto, eu (re)conto

Segundo a professora Néia Basseto, autora do projeto “O meu conto, eu (re)conto”, os contos tradicionais são perfeitos para as aulas dos Anos Iniciais, pois suas histórias e temáticas são velhas conhecidas das crianças. Desse modo, elas podem focar apenas na forma na hora da reescrita. De maneira geral, a produção de texto envolve quatro verbos potentes: planejar, escrever, revisar e reescrever. Levá-los para a sala de aula significa propor dinâmicas para que essas etapas se cumpram – trabalho que nem sempre é simples. “Tudo o que é novo assusta. Mas você faz a leitura de textos de qualidade, aponta recursos que o autor usou e vai cativando os alunos e mostrando a importância de escrever bem – o que é trabalhoso e exige revisões”, explica a professora.


KRAUSE, Maggi. O meu conto, eu (re)conto. Disponível em:
<https://novaescola.org.br/conteudo/21567>. Acesso em: 02 dez. 2023.
[Adaptado].
O projeto da professora Néia considera a aprendizagem da produção de texto como
Alternativas
Q2389587 Português
Leia o Texto 7 para responder à questão.

Texto 7

O meu conto, eu (re)conto

Segundo a professora Néia Basseto, autora do projeto “O meu conto, eu (re)conto”, os contos tradicionais são perfeitos para as aulas dos Anos Iniciais, pois suas histórias e temáticas são velhas conhecidas das crianças. Desse modo, elas podem focar apenas na forma na hora da reescrita. De maneira geral, a produção de texto envolve quatro verbos potentes: planejar, escrever, revisar e reescrever. Levá-los para a sala de aula significa propor dinâmicas para que essas etapas se cumpram – trabalho que nem sempre é simples. “Tudo o que é novo assusta. Mas você faz a leitura de textos de qualidade, aponta recursos que o autor usou e vai cativando os alunos e mostrando a importância de escrever bem – o que é trabalhoso e exige revisões”, explica a professora.


KRAUSE, Maggi. O meu conto, eu (re)conto. Disponível em:
<https://novaescola.org.br/conteudo/21567>. Acesso em: 02 dez. 2023.
[Adaptado].
A ideia central do projeto “O meu conto, eu (re)conto” é o trabalho pedagógico com conteúdos
Alternativas
Q2389586 Português
Leia o Texto 7 para responder à questão.

Texto 7

O meu conto, eu (re)conto

Segundo a professora Néia Basseto, autora do projeto “O meu conto, eu (re)conto”, os contos tradicionais são perfeitos para as aulas dos Anos Iniciais, pois suas histórias e temáticas são velhas conhecidas das crianças. Desse modo, elas podem focar apenas na forma na hora da reescrita. De maneira geral, a produção de texto envolve quatro verbos potentes: planejar, escrever, revisar e reescrever. Levá-los para a sala de aula significa propor dinâmicas para que essas etapas se cumpram – trabalho que nem sempre é simples. “Tudo o que é novo assusta. Mas você faz a leitura de textos de qualidade, aponta recursos que o autor usou e vai cativando os alunos e mostrando a importância de escrever bem – o que é trabalhoso e exige revisões”, explica a professora.


KRAUSE, Maggi. O meu conto, eu (re)conto. Disponível em:
<https://novaescola.org.br/conteudo/21567>. Acesso em: 02 dez. 2023.
[Adaptado].
A proposta de ensino da professora centra-se na
Alternativas
Q2389585 Português
Leia o Texto 6 para responder à questão.

Texto 6

Como trabalhar o letramento na Educação Infantil?

    Um ponto que costuma gerar questionamentos entre os professores das turmas de alfabetização e de 1º ano do ensino fundamental é: como se situam os professores da etapa anterior, no caso, a Educação Infantil, em meio aos processos que envolvem leitura e escrita? “Antes de entrar nesse assunto, é importante compreender no que consiste a aprendizagem inicial da língua escrita”, diz Tatiana Arruda, doutora em Educação.
    Tatiana menciona a autora Magda Soares, para quem essa aprendizagem contempla dois processos cognitivos e linguísticos distintos, mas interdependentes: a alfabetização e o letramento. “A alfabetização é a apropriação do sistema de escrita alfabético, com suas convenções e regras. Por exemplo, escrevemos da esquerda para a direita e de cima para baixo e temos um repertório finito de letras, com determinadas combinações possíveis”, explica a especialista, que possui 19 anos de experiência na Educação Básica.
    “Já o letramento é o processo que envolve a capacidade de uso da escrita e remete às diferentes funções e práticas sociais e individuais ligadas a essa utilização, como ler, interpretar e produzir um texto ou ser capaz de pesquisar e registrar informações.”
    Assim, prossegue Tatiana, “sabemos que, segundo as diretrizes curriculares nacionais da Educação Infantil e a BNCC, nós não vamos alfabetizar as crianças nessa fase, mas podemos e devemos inserir práticas de letramento”. De acordo com ela, cabe então à escola oferecer, de forma sistematizada, experiências que oportunizem às crianças mais acesso à cultura escrita.
     “Isso pode acontecer em diferentes momentos de leitura, compreensão e interpretação de textos, com experiências envolvendo gêneros textuais variados e trazendo o registro escrito para o cotidiano, com o professor como escriba, e também estimulando a escrita espontânea das crianças.”


SANTOS, Victor. Como trabalhar o letramento na Educação Infantil?
Disponível em: <https://novaescola.org.br/conteudo/21199/como-trabalhar-oletramento-na-educacao-infantil> Acesso em: 02 dez. 2023. [Adaptado].
 
De acordo com Tatiana Arruda, na educação infantil as atividades de letramento devem 
Alternativas
Q2389584 Português
Leia o Texto 6 para responder à questão.

Texto 6

Como trabalhar o letramento na Educação Infantil?

    Um ponto que costuma gerar questionamentos entre os professores das turmas de alfabetização e de 1º ano do ensino fundamental é: como se situam os professores da etapa anterior, no caso, a Educação Infantil, em meio aos processos que envolvem leitura e escrita? “Antes de entrar nesse assunto, é importante compreender no que consiste a aprendizagem inicial da língua escrita”, diz Tatiana Arruda, doutora em Educação.
    Tatiana menciona a autora Magda Soares, para quem essa aprendizagem contempla dois processos cognitivos e linguísticos distintos, mas interdependentes: a alfabetização e o letramento. “A alfabetização é a apropriação do sistema de escrita alfabético, com suas convenções e regras. Por exemplo, escrevemos da esquerda para a direita e de cima para baixo e temos um repertório finito de letras, com determinadas combinações possíveis”, explica a especialista, que possui 19 anos de experiência na Educação Básica.
    “Já o letramento é o processo que envolve a capacidade de uso da escrita e remete às diferentes funções e práticas sociais e individuais ligadas a essa utilização, como ler, interpretar e produzir um texto ou ser capaz de pesquisar e registrar informações.”
    Assim, prossegue Tatiana, “sabemos que, segundo as diretrizes curriculares nacionais da Educação Infantil e a BNCC, nós não vamos alfabetizar as crianças nessa fase, mas podemos e devemos inserir práticas de letramento”. De acordo com ela, cabe então à escola oferecer, de forma sistematizada, experiências que oportunizem às crianças mais acesso à cultura escrita.
     “Isso pode acontecer em diferentes momentos de leitura, compreensão e interpretação de textos, com experiências envolvendo gêneros textuais variados e trazendo o registro escrito para o cotidiano, com o professor como escriba, e também estimulando a escrita espontânea das crianças.”


SANTOS, Victor. Como trabalhar o letramento na Educação Infantil?
Disponível em: <https://novaescola.org.br/conteudo/21199/como-trabalhar-oletramento-na-educacao-infantil> Acesso em: 02 dez. 2023. [Adaptado].
 
A tese defendida no texto é a de que é
Alternativas
Q2389583 Português
Leia o texto a seguir.
Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: <https://www.comoeurealmente.com/>. Acesso em: 02 dez. 2023.

Há na tirinha o pressuposto de que
Alternativas
Q2389582 Português
Leia o Texto 5 para responder à questão.

Texto 5

O “escorregadio, amorfo e polivalente” presentismo

O historiador James H. Sweet apresentou um artigo para anunciar sua preocupação com a forma como a História tem sido apresentada e interpretada recentemente, influenciada pelas políticas e identidades do presente. Para o historiador, a historiografia atual americana vem cometendo dois tipos de equívocos: ignorar “os valores e costumes das pessoas em suas próprias épocas” e desprezar “as mudanças ao longo do tempo, neutralizando a especialização que separa os historiadores daqueles em outras disciplinas” (Sweet, 2020). Essas duas formas de anacronismo – ou seja, da tendência em interpretar eventos e pessoas passadas em termos de valores e normas atuais – são consideradas por ele como presentismo. Aos leitores não historiadores, é importante dizer que o anacronismo é “o mais imperdoável” entre todos os pecados para um historiador (BLOCH, 2011, p. 144). Nesse caso, a “acusação” de presentismo é usada para condenar outros e nunca como uma autoidentificação. O presentismo é sempre um crime cometido pelo Outro – nossos inimigos, ou forasteiros profissionais. Trata-se de um uso ofensivo do termo, porque significa que os historiadores estariam sacrificando sua objetividade e seu compromisso ético para construir uma ficção política. Entretanto, o debate em torno do conceito de presentismo apresenta inúmeras nuances. O historiador norteamericano David Armitage (2023) tipificou cinco usos do conceito: 1) uma teleologia a partir do presente; 2) a pressão do presente na reconstrução do passado; 3) as questões do presente que moldam as perguntas dos historiadores; 4) o desinteresse do público, estudantes e instituições por períodos remotos e a prioridade de seus horizontes para questões contemporâneas; 5) a onipresença do presente em nossa vida cotidiana. Tais noções não são mutuamente excludentes e podem aparecer sobrepostas nos usos em pesquisas e estudos.

BARBOSA, Caio Fernandes. O “escorregadio, amorfo e polivalente”
presentismo. Disponível em:
<https://www.historiadaditadura.com.br/post/o-presentismo>. Acesso em: 02
dez. 2023. [Adaptado].

Segundo o texto, o presentismo é a
Alternativas
Q2389581 Português
Leia o Texto 5 para responder à questão.

Texto 5

O “escorregadio, amorfo e polivalente” presentismo

O historiador James H. Sweet apresentou um artigo para anunciar sua preocupação com a forma como a História tem sido apresentada e interpretada recentemente, influenciada pelas políticas e identidades do presente. Para o historiador, a historiografia atual americana vem cometendo dois tipos de equívocos: ignorar “os valores e costumes das pessoas em suas próprias épocas” e desprezar “as mudanças ao longo do tempo, neutralizando a especialização que separa os historiadores daqueles em outras disciplinas” (Sweet, 2020). Essas duas formas de anacronismo – ou seja, da tendência em interpretar eventos e pessoas passadas em termos de valores e normas atuais – são consideradas por ele como presentismo. Aos leitores não historiadores, é importante dizer que o anacronismo é “o mais imperdoável” entre todos os pecados para um historiador (BLOCH, 2011, p. 144). Nesse caso, a “acusação” de presentismo é usada para condenar outros e nunca como uma autoidentificação. O presentismo é sempre um crime cometido pelo Outro – nossos inimigos, ou forasteiros profissionais. Trata-se de um uso ofensivo do termo, porque significa que os historiadores estariam sacrificando sua objetividade e seu compromisso ético para construir uma ficção política. Entretanto, o debate em torno do conceito de presentismo apresenta inúmeras nuances. O historiador norteamericano David Armitage (2023) tipificou cinco usos do conceito: 1) uma teleologia a partir do presente; 2) a pressão do presente na reconstrução do passado; 3) as questões do presente que moldam as perguntas dos historiadores; 4) o desinteresse do público, estudantes e instituições por períodos remotos e a prioridade de seus horizontes para questões contemporâneas; 5) a onipresença do presente em nossa vida cotidiana. Tais noções não são mutuamente excludentes e podem aparecer sobrepostas nos usos em pesquisas e estudos.

BARBOSA, Caio Fernandes. O “escorregadio, amorfo e polivalente”
presentismo. Disponível em:
<https://www.historiadaditadura.com.br/post/o-presentismo>. Acesso em: 02
dez. 2023. [Adaptado].

No texto, considera-se que o resultado dos anacronismos dos historiadores americanos para os estudos de história na atualidade é
Alternativas
Respostas
40021: D
40022: D
40023: B
40024: C
40025: B
40026: C
40027: D
40028: A
40029: C
40030: A
40031: C
40032: B
40033: A
40034: C
40035: A
40036: D
40037: B
40038: D
40039: A
40040: C