Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3581396 Português
No que tange aos gêneros textuais, à luz do que preconiza Marcuschi, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) Toda manifestação verbal ocorre por meio de textos realizados em algum gênero.
( ) As expressões “gênero textual”, “gênero discursivo” e “gênero do discurso” possuem significados diferentes e precisam ser diferenciadas.
( ) Os gêneros textuais são modelos estanques, ou seja, estruturas rígidas.
( ) Os gêneros textuais são entidades comunicativas, nas quais prevalecem os aspectos referentes a funções, propósitos, ações e conteúdos.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3581348 Português
Saneamento básico é política de Estado

Os baixos investimentos em saneamento básico em Minas Gerais são regra no país. O poder público fracassa no fornecimento desse serviço básico aos cidadãos, colocando em risco a saúde das pessoas e o meio ambiente.
Matéria publicada pelo portal O Tempo nesta sexta-feira (23) revelou que Minas investe apenas um terço do necessário para que o Estado garanta tratamento de esgoto para 90% da população até o fim deste ano. Essa meta foi estabelecida pelo governo federal em 2020. Segundo dados da Pnad Contínua do IBGE, apenas 69,5% dos lares estão ligados a uma rede de coleta. O número praticamente não evoluiu desde 2019, quando o número de casas com rede de esgoto era de 69,2%.
O modelo de prestação do serviço que predomina no país tem empresas estatais como o principal provedor. Um grande passo para retirar um terço da população desse atoleiro foi dado em 2020, a partir da aprovação do novo marco legal do saneamento. A atualização na lei abre margens para uma maior participação do setor privado.
Em meados de 2020, as concessões privadas estavam presentes em menos de 6% dos municípios. Atualmente, elas já operam em 509 cidades, mais de 9% do total. Vale destacar que 44% desses municípios são considerados de pequeno porte, com até 20 mil habitantes. Os dados são da Associação e Sindicato Nacional das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto (Abcon Sindcon).
Apesar de a operação por concessionárias privadas já ter apresentado resultados positivos, existe o risco de retrocesso. Um decreto do governo de Lula (PT) reabriu vantagens para estatais. A medida foi derrubada pela Câmara dos Deputados, mas o Planalto ainda planeja um novo decreto para contornar a situação e atender aos apelos da parte mais estatizante da base do governo.
O saneamento básico está entre as políticas públicas de Estado, não de governo, e são essenciais para o desenvolvimento social sustentável do país.


Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/editorial/saneamento-basico-e-politica-deestado-1.2911470. Acesso em 25 jun. 2023.
Leia esta informação extraída do texto: “Um grande passo para retirar um terço da população desse atoleiro foi dado em 2020” (...) (4º parágrafo). O termo destacado refere-se 
Alternativas
Q3581346 Português
Saneamento básico é política de Estado

Os baixos investimentos em saneamento básico em Minas Gerais são regra no país. O poder público fracassa no fornecimento desse serviço básico aos cidadãos, colocando em risco a saúde das pessoas e o meio ambiente.
Matéria publicada pelo portal O Tempo nesta sexta-feira (23) revelou que Minas investe apenas um terço do necessário para que o Estado garanta tratamento de esgoto para 90% da população até o fim deste ano. Essa meta foi estabelecida pelo governo federal em 2020. Segundo dados da Pnad Contínua do IBGE, apenas 69,5% dos lares estão ligados a uma rede de coleta. O número praticamente não evoluiu desde 2019, quando o número de casas com rede de esgoto era de 69,2%.
O modelo de prestação do serviço que predomina no país tem empresas estatais como o principal provedor. Um grande passo para retirar um terço da população desse atoleiro foi dado em 2020, a partir da aprovação do novo marco legal do saneamento. A atualização na lei abre margens para uma maior participação do setor privado.
Em meados de 2020, as concessões privadas estavam presentes em menos de 6% dos municípios. Atualmente, elas já operam em 509 cidades, mais de 9% do total. Vale destacar que 44% desses municípios são considerados de pequeno porte, com até 20 mil habitantes. Os dados são da Associação e Sindicato Nacional das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto (Abcon Sindcon).
Apesar de a operação por concessionárias privadas já ter apresentado resultados positivos, existe o risco de retrocesso. Um decreto do governo de Lula (PT) reabriu vantagens para estatais. A medida foi derrubada pela Câmara dos Deputados, mas o Planalto ainda planeja um novo decreto para contornar a situação e atender aos apelos da parte mais estatizante da base do governo.
O saneamento básico está entre as políticas públicas de Estado, não de governo, e são essenciais para o desenvolvimento social sustentável do país.


Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/editorial/saneamento-basico-e-politica-deestado-1.2911470. Acesso em 25 jun. 2023.
As afirmações apresentadas abaixo estão coerentes com o texto, exceto uma: 
Alternativas
Q3581057 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Desmistificando a redução da maioridade penal: como enfrentar a criminalidade.

Por Daniel Marinho Corrêa – 30/08/23


Sempre que a sociedade clama por proteção pública, emerge o legislador com o desejo de fornecer uma pronta resposta às aspirações sociais e, nesse processo, frequentemente tipifica condutas como criminosas ou intensificam as penalidades, desprovidas de qualquer embasamento criminológico sólido. Isso cria a falsa impressão de que a questão será resolvida por meio do emprego da tutela penal. A mais recente novidade normativa consiste na redução da maioridade penal de 18 para 16 anos.

Contudo, essa medida acarretará um acréscimo na população carcerária, sobrecarregando o sistema judiciário, resultando em respostas penais cada vez mais precárias [...]. Isso suscita a indagação se a redução da idade penal é de fato a única panaceia para conter a criminalidade.

A diminuição da idade penal tem potencial para causar mais malefícios do que benefícios. A experiência demonstra que uma legislação penal isolada não é suficiente para abordar o âmago da criminalidade. A modificação na maioridade penal não resultará em um aumento no contingente policial, em melhores estruturas sociais, em aprimoramentos na educação ou no ensino público [...].

O que o legislador almeja, em sua essência, é uma reforma na Constituição. Isso se sustenta em evidências empíricas. Entre 1940 e 2023, o parlamento brasileiro promulgou quase 300 reformas no âmbito penal. No entanto, em médio prazo, nenhuma forma de delito apresentou redução no Brasil. Logo é ineficaz presumir que a próxima mudança será distinta das outras modificações legislativas anteriores.

Ademais, a abordagem de diminuição da maioridade penal contraria o paradigma adotado em outros países. Por exemplo, nos países escandinavos, a ênfase recai na prevenção primária (que visa combater as raízes do crime), através da alteração das condições socioeconômicas da sociedade. [...]

Por outro viés, os Estados Unidos obtiveram uma diminuição de 50% na criminalidade ao longo das duas últimas décadas ao investirem na prevenção secundária (que se concentra em criar obstáculos ao crime). Isso envolveu o reforço da segurança pública e o treinamento adequado dos policiais, bem como a depuração das forças policiais (mediante salários justos e a exclusão de elementos corruptos). [...]

Além das ponderações até aqui expostas, a redução da maioridade penal apresenta aspectos inconstitucionais, uma vez que a Constituição de 1988, em diversas cláusulas, demanda um tratamento distinto para os menores em comparação aos adultos, enquanto a redução da maioridade almeja igualá-los. Assim, ao tocar um direito fundamental e uma cláusula pétrea da Constituição, essa reforma, se aprovada pelo Congresso Nacional, desrespeitaria a Carta Magna e estaria sujeita à declaração de inconstitucionalidade pelo Supremo Tribunal Federal, o seu guardião.

Como ilustrado, outros países do mundo lograram encontrar abordagens racionais para enfrentar a criminalidade. Em contraste, o legislativo brasileiro, influenciado por impulsos sociais imediatistas, insiste no caminho oposto. Melhorar a qualidade da educação, reduzir a disparidade social e expandir programas preventivos de segurança pública representariam medidas capazes de conter a violência cotidiana. [...]

Adaptado
https://www.conjur.com.br 
“Isso suscita a indagação se a redução da idade penal é de fato a única panaceia para conter a criminalidade.”
2º§
É sinônimo da palavra destacada: 
Alternativas
Q3581056 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Desmistificando a redução da maioridade penal: como enfrentar a criminalidade.

Por Daniel Marinho Corrêa – 30/08/23


Sempre que a sociedade clama por proteção pública, emerge o legislador com o desejo de fornecer uma pronta resposta às aspirações sociais e, nesse processo, frequentemente tipifica condutas como criminosas ou intensificam as penalidades, desprovidas de qualquer embasamento criminológico sólido. Isso cria a falsa impressão de que a questão será resolvida por meio do emprego da tutela penal. A mais recente novidade normativa consiste na redução da maioridade penal de 18 para 16 anos.

Contudo, essa medida acarretará um acréscimo na população carcerária, sobrecarregando o sistema judiciário, resultando em respostas penais cada vez mais precárias [...]. Isso suscita a indagação se a redução da idade penal é de fato a única panaceia para conter a criminalidade.

A diminuição da idade penal tem potencial para causar mais malefícios do que benefícios. A experiência demonstra que uma legislação penal isolada não é suficiente para abordar o âmago da criminalidade. A modificação na maioridade penal não resultará em um aumento no contingente policial, em melhores estruturas sociais, em aprimoramentos na educação ou no ensino público [...].

O que o legislador almeja, em sua essência, é uma reforma na Constituição. Isso se sustenta em evidências empíricas. Entre 1940 e 2023, o parlamento brasileiro promulgou quase 300 reformas no âmbito penal. No entanto, em médio prazo, nenhuma forma de delito apresentou redução no Brasil. Logo é ineficaz presumir que a próxima mudança será distinta das outras modificações legislativas anteriores.

Ademais, a abordagem de diminuição da maioridade penal contraria o paradigma adotado em outros países. Por exemplo, nos países escandinavos, a ênfase recai na prevenção primária (que visa combater as raízes do crime), através da alteração das condições socioeconômicas da sociedade. [...]

Por outro viés, os Estados Unidos obtiveram uma diminuição de 50% na criminalidade ao longo das duas últimas décadas ao investirem na prevenção secundária (que se concentra em criar obstáculos ao crime). Isso envolveu o reforço da segurança pública e o treinamento adequado dos policiais, bem como a depuração das forças policiais (mediante salários justos e a exclusão de elementos corruptos). [...]

Além das ponderações até aqui expostas, a redução da maioridade penal apresenta aspectos inconstitucionais, uma vez que a Constituição de 1988, em diversas cláusulas, demanda um tratamento distinto para os menores em comparação aos adultos, enquanto a redução da maioridade almeja igualá-los. Assim, ao tocar um direito fundamental e uma cláusula pétrea da Constituição, essa reforma, se aprovada pelo Congresso Nacional, desrespeitaria a Carta Magna e estaria sujeita à declaração de inconstitucionalidade pelo Supremo Tribunal Federal, o seu guardião.

Como ilustrado, outros países do mundo lograram encontrar abordagens racionais para enfrentar a criminalidade. Em contraste, o legislativo brasileiro, influenciado por impulsos sociais imediatistas, insiste no caminho oposto. Melhorar a qualidade da educação, reduzir a disparidade social e expandir programas preventivos de segurança pública representariam medidas capazes de conter a violência cotidiana. [...]

Adaptado
https://www.conjur.com.br 
É uma característica do texto dissertativo acima: 
Alternativas
Q3580751 Português
Setembro amarelo: O que as empresas podem fazer para melhorar a saúde mental no trabalho


Q1_10.png (696×605)


(Disponível em: https://exame.com/carreira/setembro-amarelo-o-que-as-empresas-podem-fazer-para-melhorar-a-saude-mental-no-trabalho/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que indica a correta relação de sentido estabelecida pelo uso dos vocábulos “Segundo” (l. 01) e “Contudo” (l. 28), respectivamente.
Alternativas
Q3580749 Português
Setembro amarelo: O que as empresas podem fazer para melhorar a saúde mental no trabalho


Q1_10.png (696×605)


(Disponível em: https://exame.com/carreira/setembro-amarelo-o-que-as-empresas-podem-fazer-para-melhorar-a-saude-mental-no-trabalho/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

De acordo com o texto, analise as assertivas a seguir, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.



( ) Desde março de 2023, todas as empresas brasileiras estão sujeitas a promover treinamentos anuais sobre saúde mental entre os empregados.


( ) Uma das medidas recomendadas pela OMS e pela OIT é o treinamento de gestores.


( ) Na publicação realizada pela OMS e OIT, em 2022, há a estimativa de que mais de dez bilhões de dias de trabalho são perdidos anualmente por razões referentes à depressão e à ansiedade.



A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q3580748 Português
Setembro amarelo: O que as empresas podem fazer para melhorar a saúde mental no trabalho


Q1_10.png (696×605)


(Disponível em: https://exame.com/carreira/setembro-amarelo-o-que-as-empresas-podem-fazer-para-melhorar-a-saude-mental-no-trabalho/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o exposto no texto, analise as assertivas a seguir:

I. A publicação “Diretrizes sobre Saúde Mental no Trabalho” foi desenvolvida pela OMS e pela Organização Internacional do Trabalho (OIT).
II. Em 2019, foi publicado o Relatório Mundial de Saúde Mental pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
III. Em 2022, mais de 200 mil pessoas foram afastadas do trabalho por transtornos mentais, conforme dados da OMS.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q3580710 Português

Brasileiros apontam salário como o principal motivo para trocar de emprego, diz estudo

Por Luiza Palermo



(Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/economia/brasileiros-apontam-salario-como-o-principal-motivopara-trocar-de-emprego-diz-estudo/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

De acordo com o texto, sobre afirmações atribuídas a Fernando Lamounier, analise as assertivas abaixo:

I. A maior parte das demissões acontece devido à produtividade.
II. Geralmente, ao mudar de empresa, permanece-se sem salário por um mês.
III. Em relação ao modelo remoto, os gestores precisam permanecer atentos a todos os detalhes.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q3580709 Português

Brasileiros apontam salário como o principal motivo para trocar de emprego, diz estudo

Por Luiza Palermo



(Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/economia/brasileiros-apontam-salario-como-o-principal-motivopara-trocar-de-emprego-diz-estudo/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Analise as seguintes assertivas sobre a síntese dos parágrafos do texto:

I. No segundo parágrafo, aparecem pela primeira vez no texto os percentuais referentes ao estudo divulgado pela consultoria de recursos humanos Michael Page.
II. No quinto parágrafo, entre aspas, há uma fala da autora do texto.
III. No sexto parágrafo, são compartilhados apenas dois resultados do estudo divulgado pela Michael Page, os quais se referem ao posicionamento das empresas a respeito do trabalho remoto.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q3580707 Português

Brasileiros apontam salário como o principal motivo para trocar de emprego, diz estudo

Por Luiza Palermo



(Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/economia/brasileiros-apontam-salario-como-o-principal-motivopara-trocar-de-emprego-diz-estudo/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Tendo em vista os resultados do estudo realizado por Michael Page, assinale a alternativa que NÃO encontra respaldo no texto. 
Alternativas
Q3580557 Português
A Cascata ________________ é um dos atrativos naturais de maior destaque no município de Rolante. Sua formação rochosa, com paredes arredondadas que mais parecem ter sido esculpidas, impressionam. Para chegar até ela, é preciso adentrar a mata por uma trilha e transpor o arroio por dentro d’água, o que exige um pouco de esforço em alguns pontos e não é indicado em dias de chuva.

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
Alternativas
Q3580548 Português
Por que os maiores benefícios da tecnologia raramente chegam ao grande público?




(Disponível em: https://www.mitsloanreview.com.br/post/por-que-os-maiores-beneficios-da-tecnologiararamente-chegam-ao-grande – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando as relações de sentido construídas no texto, analise as assertivas a seguir:

I. Dado o contexto em que se apresenta, a palavra “extraordinárias” (l. 14) pode ser substituída, sem prejuízo de sentido do texto, por “convencionais”.
II. A alusão histórica à Revolução Industrial e a acontecimentos do período pode ser entendida como intertextualidade.
III. No fragmento “A IA, por exemplo, tem o poder de iluminar o caminho dos trabalhadores e da sociedade...” (l. 30) tem-se uma figura de linguagem.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q3580547 Português
Por que os maiores benefícios da tecnologia raramente chegam ao grande público?




(Disponível em: https://www.mitsloanreview.com.br/post/por-que-os-maiores-beneficios-da-tecnologiararamente-chegam-ao-grande – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando a estrutura do texto e seus efeitos de sentido, analise as assertivas a seguir:

I. Em “No período de 1720 a 1840 nasceram muitas novas tecnologias, mas sabemos que, na década de 1840, crianças de até seis anos ainda empurravam carrinhos de carvão do subsolo para fora das minas” (l. 26 a 29), existe um argumento formado com base na menção ao trabalho infantil em dado momento histórico, fato utilizado pelo autor para corroborar as contradições que envolvem as evoluções tecnológicas.
II. A expressão “não é bem assim” (l. 17) anuncia uma ideia contrária ao que foi apresentado no parágrafo anterior.
III. Pode-se dizer que o propósito da comunicação do texto é informativo e persuasivo, pois informa sobre a intencionalidade do livro dos economistas e busca convencer o leitor de que a forma como concebemos a tecnologia é problemática.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q3580546 Português
Por que os maiores benefícios da tecnologia raramente chegam ao grande público?




(Disponível em: https://www.mitsloanreview.com.br/post/por-que-os-maiores-beneficios-da-tecnologiararamente-chegam-ao-grande – texto adaptado especialmente para esta prova).
Por meio da leitura do texto, é possível inferir que:
Alternativas
Q3579504 Português
Leia com atenção as colunas abaixo:
Coluna 01
(__)Ela é bela como uma flor recém-desabrochada.
(__)O mundo é um palco e todos os homens e mulheres meros atores.
(__)As salas de aula estavam cheias de olhares curiosos.
(__)O pé da mesa quebrou.
(__)O som da risada dela tinha um gosto doce.
Coluna 02
I.Catacrese.
II.Comparação.
III.Metáfora.
IV.Metonímia.
V.Sinestesia.
Identifique quais das figuras de linguagem presentes na coluna 02 estão empregadas em cada sentença da coluna 01 e correlacione-as.
Em seguida, identifique a alternativa com a ordem correta encontrada na coluna 01:
Alternativas
Q3579402 Português
Leia com atenção as colunas abaixo:
Coluna 01
(__)Argumentativo.
(__)Descritivo.
(__)Expositivo.
(__)Injuntivo.
(__)Narrativo.
Coluna 02
I.Crônica.
II.Cardápio.
III.Entrevista.
IV.Artigo Científico.
V.Receita.
Correlacione os gêneros textuais com seus devidos tipos de texto. Em seguida, assinale a alternativa que apresenta a ordem correta encontrada nas lacunas da coluna 01: 
Alternativas
Q3579281 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Os robôs treinados para restaurar corais danificados pelo aquecimento global

"Esta parte do mundo é muito especial", afirma a bióloga marinha Taryn Foster sobre o arquipélago dos Abrolhos no Oceano Índico, a 64 km a oeste do litoral da Austrália.

"Não há palmeiras, nem vegetação exuberante", prossegue ela. "Mas, quando você entra na água, pode ver todas essas espécies de corais e peixes tropicais."

Os corais são animais conhecidos como pólipos, encontrados principalmente nas águas tropicais.

Os pólipos têm corpos moles e formam uma casca externa dura, extraindo carbonato de cálcio do mar. Com o passar do tempo, essas cascas se acumulam, formando as bases dos recifes que observamos hoje em dia.

Os recifes de coral podem cobrir apenas 0,2% do leito do oceano, mas fornecem habitat para mais de um quarto das espécies marinhas do planeta.

Essas criaturas são sensíveis ao calor e à acidificação. Por isso, nos últimos anos, com os oceanos ficando mais quentes e mais ácidos, os corais ficaram mais sujeitos a doenças mortais.

Os corais doentes ficam brancos. E Foster testemunhou em primeira mão o processo de branqueamento.

Segundo a Rede Global de Monitoramento dos Recifes de Coral (GCRMN, na sigla em inglês), um aumento de 1,5 °C da temperatura da água pode causar perdas de 70% a 90% dos recifes do planeta. E alguns cientistas acreditam que, até 2070, todos os recifes terão desaparecido.

"As mudanças climáticas são a ameaça mais significativa para os recifes de coral em todo o mundo", alerta Cathie Page, do Instituto Australiano de Ciências Marinhas (AIMS, na sigla em inglês).

"Graves eventos de branqueamento causados pelas mudanças climáticas podem ter efeitos muito negativos", prossegue ela, "e ainda não temos boas soluções."

Os esforços de restauração dos corais costumam envolver o transplante de corais minúsculos, cultivados em viveiros, sobre os recifes danificados. Este trabalho pode ser lento e de alto custo — e apenas uma fração dos recifes ameaçados está recebendo ajuda.

Mas é nas águas rasas do arquipélago dos Abrolhos no litoral da Austrália que Foster está testando um sistema que, segundo ela espera, irá fazer reviver os recifes com mais rapidez.

O processo envolve o enxerto de fragmentos de coral em pequenos suportes, que são inseridos em uma base moldada maior. Estas bases são agrupadas em lotes e colocadas sobre o leito do oceano.

Foster foi quem projetou a base, em forma de disco plano com ranhuras e uma alça, feita de concreto de rocha calcária.

"Queríamos que fosse algo que pudéssemos produzir em massa, a preço razoável", explica a bióloga. "E que fosse facilmente lançado por um mergulhador ou por um veículo de operação remota."

Até o momento, os resultados foram animadores.

"Nós desenvolvemos diversos protótipos diferentes dos nossos esqueletos de coral", explica Foster. "E também testamos com quatro espécies diferentes. Todas elas estão crescendo maravilhosamente."

"Estamos eliminando vários anos de crescimento por calcificação que são necessários para chegar ao tamanho daquela base", ela conta.

Foster formou uma startup chamada Coral Maker para cuidar do projeto. E ela espera que sua parceria com a empresa de software de engenharia Autodesk, sediada em São Francisco, nos Estados Unidos, acelere ainda mais o processo.

Os pesquisadores da Autodesk vêm treinando uma inteligência artificial para controlar robôs colaborativos ("cobots") que irão trabalhar ao lado das pessoas.

"Alguns desses processos de propagação de corais são simplesmente tarefas repetitivas, de retirada e colocação, ideais para a automação robótica", explica Foster.

Um braço robótico pode enxertar ou colar fragmentos de coral aos suportes de cultivo. E outro braço coloca os suportes na base, usando sistemas de visão para tomar decisões sobre como manuseá-los.

"Cada pedaço de coral é diferente, mesmo que seja da mesma espécie, de forma que os robôs precisam reconhecer os fragmentos de coral e saber como devem manuseá-los", afirma Nic Carey, a principal cientista de pesquisas da Autodesk.

Segundo ela, "no momento, eles são muito bons para lidar com a variabilidade dos formatos de corais".

A etapa seguinte é retirar os robôs do laboratório, o que deve acontecer, segundo Foster, nos próximos 12 a 18 meses.

Mas o mundo real apresenta muitos desafios. Os corais vivos molhados precisam ser manuseados com delicadeza, possivelmente sobre um barco em movimento. E a água salgada pode danificar os circuitos eletrônicos.

"Precisamos ter certeza de conseguir proteger os componentes mais vulneráveis", destaca Carey.

Outra dificuldade é o alto custo da tecnologia. A Coral Maker aposta na demanda da indústria do turismo e planeja emitir créditos de biodiversidade, que funcionam de forma similar aos créditos de carbono.

Para Cathie Page, "ficar à frente dos demais e permitir que os recifes de coral sobrevivam a um futuro em aquecimento exige investimentos substanciais de tempo, dinheiro e capital humano".

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c72j3n9x88zo
Como a startup Coral Maker planeja financiar o projeto de cultivo acelerado de corais? 
Alternativas
Q3579215 Português
A carreira do serviço público não é um emprego comum. O Estado, por um lado, não é uma empresa capitalista, cujo objetivo é a produção de mercadorias com vistas ao lucro. O serviço público, portanto, está longe de ser um pacote indefinido de produtos e serviços voltados para o mercado. Por outro lado, o Estado não é um "patrão" no sentido usual, que explora o trabalho alheio para promover seus próprios interesses.
Fonte: Ética e Serviço Público. ENAP - Escola Nacional de Administração Pública. Brasília, 2014.
De acordo com o expresso no texto, segundo os determinantes na ética no serviço público, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3579181 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Janaína Torres Rueda é eleita Melhor Chef Feminina da América Latina


A chef brasileira Janaína Torres Rueda é a Melhor Chef Feminina da América Latina em 2023. O título é do Latin America's 50 Best Restaurants, prestigiado ranking anual que elenca os melhores restaurantes da América Latina.


Chef e proprietária de restaurantes no centro de São Paulo, ela comanda junto de Jefferson Rueda o restaurante A Casa do Porco, casa brasileira mais bem colocado entre os 50 melhores do mundo, em que figura atualmente na 12ª colocação da lista. O restaurante também aparece no 4º lugar entre os melhores da América Latina.


Ela também é o nome à frente do Bar da Dona Onça, no térreo do Edifício Copan, assim como do Hot Pork, da Sorveteria do Centro e, mais recentemente, da Merenda da Cidade.


Defensora da democratização da gastronomia, Janaína aposta na economia regenerativa e na prática de um ecossistema sustentável em suas cozinhas. Exemplo notável são os insumos orgânicos que chegam quase diariamente Sítio Rueda, propriedade familiar que a chef mantém com Jefferson Rueda em São José do Rio Pardo, e de outros sítios parceiros da mesma região do interior de São Paulo que compõem praticamente 100% dos menus.


Considerada pela premiação como figura central no movimento da gastronomia social do Brasil, ela foi também foi voluntária durante cinco anos do Cozinheiros da Educação, projeto que visava transformar as merendas escolares do estado de São Paulo ao substituir itens processados por alternativas naturais.


Com o reconhecimento do 50 Best, Janaína Torres Rueda se junta ao grupo de chefs reconhecidas pelas valiosas contribuições à gastronomia da América Latina. Entre os nomes das edições passadas estão Manu Buffara, Narda Lepes, Pía León, Leonor Espinosa e Helena Rizzo.


A chef brasileira receberá a homenagem em mãos em evento presencial do Latin America's 50 Best Restaurants no dia 28 de novembro. A celebração ocorrerá no Rio de Janeiro e revelará a lista atualizada dos 50 melhores restaurantes da América Latina.



https://www.cnnbrasil.com.br/viagemegastronomia/gastronomia/janaina/

Qual é o restaurante brasileiro comandado por Janaína Torres Rueda mais bem posicionado na lista dos 50 melhores restaurantes do mundo?
Alternativas
Respostas
37541: D
37542: C
37543: C
37544: B
37545: D
37546: E
37547: E
37548: A
37549: B
37550: A
37551: E
37552: C
37553: D
37554: E
37555: D
37556: B
37557: B
37558: C
37559: B
37560: D