Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3583883 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Você é um número

Clarice Lispector


Se você não tomar cuidado vira número até para si mesmo. Porque, a partir do instante em que você nasce, classificam-no com um número. Sua identidade no Félix Pacheco é um número. O registro civil é um número. Seu título de eleitor é um número. Profissionalmente falando você também é. Para ser motorista tem carteira com número. No Imposto de Renda, o contribuinte é identificado com um número. Seu prédio, seu telefone, seu número de apartamento – tudo é número.

Se é dos que abrem crediário, para eles você é um número. Se tem propriedade, também. Se é sócio de um clube tem um número. Se é imortal da Academia Brasileira de Letras tem o número da cadeira.

É por isso que vou tomar aulas particulares de matemática. Preciso saber coisas. Ou aulas de Física. Não estou brincando: vou mesmo tomar aulas de matemática, preciso saber alguma coisa sobre cálculo integral. [...]

Se é contribuinte de qualquer obra de beneficência também é solicitado por um número. Se faz viagem de passeio ou de turismo ou de negócio também recebe um número. Para tomar um avião, dão-lhe um número. Se possui ações também recebe um, como acionista de uma companhia. É claro que você é um número de recenseamento. Se é católico recebe número de batismo. No registro civil ou religioso você é numerado. Se possui personalidade jurídica tem. E quando morre, no jazigo, tem um número. E a certidão de óbito também.

Nós não somos ninguém? Protesto. Aliás, é inútil o protesto. E vai ver meu protesto também é número. Uma amiga minha contou que, no Alto Sertão de Pernambuco, uma mulher estava com o filho doente, desidratado, foi ao Posto de Saúde. E recebeu a ficha número 10. Mas dentro do horário previsto pelo médico a criança não pôde ser atendida porque só atenderam até o número 9. A criança morreu por causa de um número. Nós somos culpados.

Se há uma guerra, você é classificado por um número. Numa pulseira com placa metálica, se não me engano. Ou numa corrente de pescoço, metálica.

Nós vamos lutar contra isso. Cada um é um, sem número. O si-mesmo é apenas o si-mesmo.

E Deus não é número.

Vamos ser gente, por favor. Nossa sociedade está nos deixando secos como um número seco, como um osso branco seco exposto ao sol. Meu número íntimo é 9. Só. 8. Só. 7. Só. Sem somá-los nem transformá-los em novecentos e oitenta e sete. Estou me classificando como um número? Não, a intimidade não deixa. Veja, tentei várias vezes na vida não ter número e não escapei. O que faz com que precisemos de muito carinho, de nome próprio, de genuinidade. Vamos amar que amor não tem número. Ou tem? 
O objetivo da autora do texto é mostrar que: 
Alternativas
Q3583731 Português

Cresce o número de golpes digitais



    Um estudo da OLX, uma das maiores plataformas de compra e venda on-line do país, e do AllowMe, plataforma de prevenção à fraude e proteção de identidades digitais, mapeou os principais golpes e dados sobre esses crimes no país em 2022. O relatório, divulgado esta semana, aponta que o prejuízo estimado chegou a R$ 551 milhões no ano passado, sendo eletrônicos a categoria mais visada, com os smartphones ocupando o topo da lista dos produtos.

    O levantamento aponta que o golpe da Compra Confirmada — que cresceu 75% em 2022 — lidera a lista das fraudes digitais, com 65% dos casos, seguido pelo do Anúncio Falso, com 30%. Roubo de Dados fecha a lista em terceiro lugar, com 5%. Apesar do baixo percentual, em 2022 ocorreu uma tentativa de roubo de contas por minuto.

    De acordo com o levantamento, a maioria dos brasileiros que caíram em fraudes em 2022 é composta por homens (74%). Cerca de 72% das vítimas têm até 31 anos. A região Sudeste é a que teve mais fraudes confirmadas, com São Paulo liderando com 37%, seguido por Rio de Janeiro (14%) e Minas Gerais (8%). “Os fraudadores atuam principalmente na falta de conhecimento dos usuários sobre os processos de compra e venda on-line para aplicar a engenharia social e enganá-los” afirma a diretora de Produto da OLX, Beatriz Soares.

    O estudo mostra ainda que os golpes são praticados por associações criminosas que se articulam em rede, criam contas falsas e tentam atrair o maior número de vítimas, seja com anúncios falsos ou com abordagens para a compra de produtos anunciados por clientes legítimos. Em 2022, mostra a pesquisa, 70% das tentativas de fraude aconteceram em horário comercial, sendo a quinta-feira o dia da semana com maior incidência. A cada hora, foram mapeadas, em média, 17 tentativas de fraude realizadas com dispositivos comprometidos, sejam eles celulares ou computadores. “No estudo assinado em parceria com a OLX, direcionamos o nosso olhar para as transações junto a sites, apps e contas digitais relacionadas ao e-commerce “explica Diana Herrera, head de Growth do AllowMe.

    O estudo analisou dados do mercado digital brasileiro, incluindo sites, aplicativos e contas digitais, de janeiro a dezembro de 2022, em uma base de cerca de 20 milhões de contas abertas em plataformas on-line. Em grande parte dos golpes digitais, os criminosos usam a prática conhecida como “phishing” — um trocadilho com a palavra “fishing”, que, traduzindo, significa “pesca”. Assim como a “pesca”, o golpe de phishing consiste em jogar uma isca (um e-mail fraudulento, por exemplo) esperando que as vítimas “mordam” e caiam no golpe.



Fonte: Jornal Extra, Rio de Janeiro. Edição de 11 de fevereiro de 2023, página 10.  

Com base nas informações do texto e nas relações existentes entre as partes que o compõem, assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q3583311 Português
Confronto com polícia em ato pró-Castillo no Peru deixa ao menos 17 mortos

    Pelo menos 17 pessoas foram mortas em confrontos com a polícia no sul do Peru, informou o escritório de direitos humanos do país nesta segunda-feira (9), o dia mais mortífero até agora de protestos exigindo eleições antecipadas e a libertação do expresidente preso Pedro Castillo.
Os confrontos ocorreram em Juliaca, uma cidade perto das margens do Lago Titicaca, na região de Puno, no sul do Peru, e deixaram 68 pessoas feridas, disse Henry Rebaza, funcionário do Ministério da Saúde de Puno, ao canal de televisão estatal TV Peru.
    Entre os mortos estão pelo menos dois adolescentes, de acordo com o ministério. Alguns dos corpos tinham ferimentos de bala, disse o diretor regional de saúde de Puno, Ismael Cornejo, à estação de rádio local RPP. As últimas baixas elevam o número de mortos em confrontos antigovernamentais com forças de segurança para 39 desde que os protestos começaram no início de dezembro, após a destituição e prisão de Castillo logo após ele tentar dissolver ilegalmente o Congresso.
    Castillo está cumprindo 18 meses de prisão preventiva sob a acusação de rebelião, que ele nega. Rebaza também disse à Peru TV que 28 policiais feridos não puderam ser evacuados do aeroporto de Juliaca. O primeiroministro peruano, Alberto Otarola, disse que milhares de manifestantes tentaram invadir o aeroporto.
    Durante o dia em Juliaca, uma testemunha da Reuters gravou imagens de tiros e fumaça nas ruas enquanto os manifestantes se protegiam atrás de grandes placas de metal e sinais de trânsito e jogavam pedras na polícia usando estilingues improvisados. Outras imagens mostraram pessoas administrando RCP a um homem deitado imóvel no chão com um suéter manchado de sangue e pessoas com ferimentos graves em uma sala de espera lotada de hospital.
    Uma mulher não identificada disse à Reuters que seu parente foi atingido por uma bala enquanto caminhava com um amigo que morava nas proximidades. “Quero apelar ao governo central – como podemos ter tantos mortos?” disse Jorge Sotomayor Perales, chefe do departamento de terapia intensiva de um hospital em Juliaca.
    O escritório de direitos humanos do Peru, conhecido como Ouvidoria, pediu que a polícia cumpra os padrões internacionais no uso da força e nas investigações das mortes, enquanto exortou os manifestantes a se absterem de atacar propriedades ou impedir o movimento de ambulâncias. Mais cedo na segunda-feira, o Provedor de Justiça disse que um recémnascido morreu enquanto era transferido da cidade de Yunguyo, a sudeste de Juliaca, para um hospital local em uma ambulância que atrasou devido a um bloqueio na estrada.
    Os protestos pedindo eleições antecipadas e a libertação de Castillo recomeçaram na semana passada, após uma pausa no feriado. Os manifestantes também exigem a renúncia da nova presidente Dina Boluarte, o fechamento do Congresso e mudanças na constituição.
    Falando em uma reunião de “acordo nacional” na segunda-feira com representantes das regiões do país e várias instituições políticas, Boluarte disse que não poderia atender a algumas das principais demandas dos manifestantes. Ela pediu aos cidadãos que “reflitam”. “A única coisa que estava em minhas mãos era adiantar as eleições, que já propusemos”, disse ela. “O que vocês estão pedindo é um pretexto para continuar gerando o caos nas cidades.”
    A Comissão Interamericana de Direitos Humanos informou que fará uma visita ao Peru de quarta a sexta-feira, visitando Lima e outras cidades para avaliar a situação.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/confronto-compolicia-em-ato-pro-castillo-no-peru-deixa-ao-menos-17-mortos/ Acesso em 16 de janeiro de 2023.
Com base nas informações do texto e nas relações existentes entre as partes que o compõem, assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q3582086 Português
Irlandesa encontra mulher idêntica e elas resolvem fazer teste de DNA; veja o resultado

    A irlandesa Niamh Geaney criou um site para provar sua teoria: todas as pessoas possuem até seis ‘doppelgangers’ – palavra alemã que significa “duplo ambulante”, usado para se referir a pessoas idênticas que existem no mundo. Ela então lançou o projeto, junto com seus amigos, chamado ‘Twin Strangers’, que tem o objetivo de, com sorte, caçar seus sósias espalhados pelo mundo. Mas ela acabou encontrando três ‘cópias’ suas, e duas moravam perto de sua cidade.
    Geaney marcou então um encontrou com Karen Branigan, 36, que morava a apenas uma hora de sua casa em Dublin, na Irlanda. Em um vídeo no YouTube, a criadora do site contou que elas combinaram de se vestirem com roupas combinando para o encontro. Após várias fotos para mostrar suas semelhanças, acabaram viralizando na internet.
    A grande semelhança e a proximidade geográfica fizeram com que as duas realizassem um exame de DNA para saber se compartilhavam algum parentesco. A expectativa estava tão alta que elas abriram os resultados na internet. Apesar da semelhança física, o resultado do exame apontou que havia chance zero das duas serem irmãs e compartilharem o mesmo sangue.
    Cientistas acreditam poder explicar o que torna pessoas tão parecidas e por que cada um de nós pode ter um duplo, ou “duplicata”. De acordo com um estudo do Instituto Josep Carreras de Pesquisa em Leucemia de Barcelona, Espanha, pessoas que se parecem, mas não estão diretamente relacionadas, podem ter semelhanças genéticas. Entre essas pessoas, muitos também têm pesos semelhantes, fatores de estilo de vida e características comportamentais parecidos, como uso de tabaco e níveis de educação. Isso pode significar que a variação genética está relacionada à aparência física e também pode influenciar alguns hábitos e comportamentos.
Os cientistas há muito se perguntam o que cria a duplicata de uma pessoa. É natureza ou criação? Uma equipe de pesquisadores espanhóis tentou descobrir. Seus resultados foram publicados no ano passado na revista acadêmica Cell Reports.
    Manel Esteller, um dos pesquisadores, disse que no passado já havia trabalhado em estudos sobre gêmeos, mas para este projeto ele se interessou por pessoas que se parecem, mas não tem uma conexão familiar real de quase 100 anos. Esteller recorreu à arte para responder a uma pergunta sobre ciência. Ele e seus coautores recrutaram 32 sósias que faziam parte do projeto fotográfico “Não sou dublê!”, feito por um artista canadense, François Brunelle. Os pesquisadores pediram aos casais que fizessem um teste de DNA. Os casais preencheram questionários sobre suas vidas. Os cientistas também colocaram suas imagens em três programas diferentes de reconhecimento facial.
    Das pessoas que recrutaram, 16 casais tiveram pontuações semelhantes a gêmeos idênticos identificados com o mesmo software. Os outros 16 pares podem parecer iguais ao olho humano, mas o algoritmo não considerou dessa forma em um dos programas de reconhecimento facial. Os pesquisadores então examinaram o DNA dos participantes. Os pares que o software de reconhecimento facial disse serem semelhantes tinham muito mais genes em comum do que os outros 16 pares.
“Conseguimos ver que esses humanos parecidos, de fato, compartilham várias variantes genéticas. E estas são muito comuns entre eles”, disse Esteller. “Então, eles compartilham essas variantes genéticas que estão relacionadas à forma como eles têm o formato do nariz, olhos, boca, lábios e até estrutura óssea. E essa foi a principal conclusão de que a genética os une.” É sobre códigos semelhantes, disse ele, mas é apenas por acaso.
    “No mundo de hoje, há tantas pessoas que o sistema está produzindo humanos com sequências de DNA semelhantes”, disse Esteller. Provavelmente sempre foi assim, mas agora com a internet é muito mais fácil encontrá-los.” Quando examinaram mais de perto os casais, eles determinaram que havia outros fatores que os diferenciavam, disse ele. “É por isso que eles não são completamente idênticos”, disse Esteller. Quando os cientistas analisaram mais de perto o que chamam de epigenomas das duplicatas que mais se assemelhavam, houve diferenças maiores. A epigenética é o estudo de como o ambiente e o comportamento podem causar mudanças no funcionamento dos genes de uma pessoa.
    Quando os cientistas analisaram o microbioma de casais que eram mais parecidos, eles também eram diferentes. O microbioma são os microrganismos, vírus, bactérias e fungos pequenos demais para serem vistos pelo olho humano, que vivem no corpo humano. “Esses resultados não apenas fornecem informações sobre a genética que determina nosso rosto, mas também podem ter implicações para o estabelecimento de outras propriedades antropométricas humanas e até características de personalidade”, diz o estudo.
    O estudo tem suas limitações. O tamanho da amostra foi pequeno, por isso é difícil dizer que esses resultados são válidos para um grupo maior de pares. Embora os pesquisadores acreditem que suas conclusões mudariam em um grupo maior. O estudo também se concentrou em casais que eram principalmente de origem europeia, então não está claro se os resultados seriam os mesmos para pessoas que vêm de outras partes do mundo. Karen Gripp, pediatra e geneticista da Nemours Children ‘s Health, cuja pesquisa é referenciada neste artigo, disse que o estudo é realmente interessante e valida muitas pesquisas anteriores.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/irlandesaencontra-mulher-identica-e-elas-resolvem-fazer-teste-dedna-veja-o-resultado/ Acesso em 27 de janeiro de 2023.
Com base nas informações do texto e nas relações existentes entre as partes que o compõem, assinale a alternativa INCORRETA:
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Q3582049 Português
Leia o texto a seguir:


Falta de sono por uso de telas afeta aprendizado de crianças e adolescentes


Professores observam dificuldade de foco na sala de aula; médicos recomendam limitar o uso de aparelhos antes de dormir


    Manter a concentração dos alunos nas aulas de Português tem sido um desafio para Vanessa Soares, professora da rede estadual de São Paulo há 12 anos. O problema não é, necessariamente, o desinteresse pela matéria. Ela não consegue competir com a sonolência e o uso de celulares.

    "Vemos muitos alunos com muito sono, e, quando a gente pergunta, eles foram dormir duas horas da manhã jogando na internet, usando o celular. Os pais têm dificuldade de controlar", relata.

    Soares ensina crianças e adolescentes de 11 a 14 anos na cidade de Quatá, interior paulista. Ela notou, nos últimos anos, uma piora expressiva na capacidade de concentração dos alunos, que estão cada vez mais sonolentos em sala de aula.

    A dificuldade já existia antes da pandemia, mas piorou após o período de isolamento. Um estudo canadense, publicado na Jama Pediatrics em novembro de 2022, identificou que o tempo de tela de jovens até 18 anos aumentou em média 52% durante a pandemia.

   "No período do isolamento, alguns jovens passavam de 14 a 16 horas por dia usando telas", aponta o pediatra Gustavo Moreira, especialista do Instituto do Sono. "Estudos mostram que três horas por dia já têm um efeito negativo."

  As consequências do uso excessivo de celulares, tablets e computadores ainda estão sendo estudadas. Oftalmologistas acreditam, por exemplo, que o hábito esteja ligado ao aumento do número de casos de miopia em jovens.

   A relação da luminosidade das telas com a dificuldade de dormir, porém, é facilmente explicada pela ciência.

   Letícia Soster, responsável pelo laboratório de Sono Infantil do Instituto da Criança e do Adolescente do Hospital das Clínicas da USP e membro da ABS (Associação Brasileira do Sono), aponta que o organismo humano tem uma série de mecanismos para determinar o ciclo de sono, incluindo fatores comportamentais e o gasto de energia.

   Contudo, um fator importante para que o corpo entenda que está na hora de dormir é a ausência de luminosidade, difícil de conseguir quando se tem contato constante com celulares, tablets e computadores.

   "O nosso olho não entende a diferença entre a luz do sol e a luz de telas", pontua Soster. "Acriança que usa telas no fim do dia tende a empurrar o horário do início do sono."

   É por isso que no período letivo muitos têm dificuldade de se adaptar aos horários e os efeitos são percebidos em sala de aula.

   "A privação de sono tem vários efeitos neurológicos", afirma o pediatra Gustavo Moreira, especialista em medicina do sono. Para crianças e adolescentes, dormir menos de nove horas por dia pode causar alterações de humor, dificuldade de memorização e de concentração.

 Especialmente na adolescência, fatores fisiológicos e sociais dificultam que essa meta seja alcançada. Moreira ressalta que, enquanto crianças tendem a ser mais matutinas, adolescentes são vespertinos: sentem sono mais tarde à noite e têm mais dificuldade para acordar cedo.

   "O horário da escola, que começa às 7h, é muito cedo para o adolescente", reforça Soster. Segundo a neurologista infantil, experiências em outros países mostram que atrasar o começo das aulas pela manhã pode ajudar os alunos a melhorar o rendimento.

   A privação de sono associada ao uso de telas em excesso causa dificuldades no aprendizado e diminui o foco dos estudantes em sala de aula. Além disso, professores e especialistas têm observado um comportamento imediatista e ansioso.

   Ana Paula Aoletta, professora de Língua Portuguesa em São Caetano do Sul, região metropolitana de São Paulo, diz que em resposta ao comportamento dos alunos, os professores precisam dinamizar "muito" as aulas, pois "qualquer atividade ou explicação que se prolongue um pouco, percebo que eles começam a dispersar".

   Aoletta é professora há 19 anos e já ensinou crianças e adolescentes do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental em escolas municipais da região do ABC Paulista. A profissional relata que, ao mesmo tempo que os alunos têm o raciocínio mais lento e a atenção prejudicada, também demonstram certa impaciência e dificuldade de aguardar respostas.


Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2023/02/falta-de-sono-poruso-de- telas-afeta-aprendizado-de-criancas-e-adolescentes.shtml . Acesso em 11/02/2023.
Em “Um estudo canadense, publicado na Jama Pediatrics em novembro de 2022, identificou que o tempo de tela de jovens até 18 anos aumentou em média 52% durante a pandemia” (4º parágrafo), há predominância de um determinado modo de organização do discurso, que é o:
Alternativas
Q3582048 Português
Leia o texto a seguir:


Falta de sono por uso de telas afeta aprendizado de crianças e adolescentes


Professores observam dificuldade de foco na sala de aula; médicos recomendam limitar o uso de aparelhos antes de dormir


    Manter a concentração dos alunos nas aulas de Português tem sido um desafio para Vanessa Soares, professora da rede estadual de São Paulo há 12 anos. O problema não é, necessariamente, o desinteresse pela matéria. Ela não consegue competir com a sonolência e o uso de celulares.

    "Vemos muitos alunos com muito sono, e, quando a gente pergunta, eles foram dormir duas horas da manhã jogando na internet, usando o celular. Os pais têm dificuldade de controlar", relata.

    Soares ensina crianças e adolescentes de 11 a 14 anos na cidade de Quatá, interior paulista. Ela notou, nos últimos anos, uma piora expressiva na capacidade de concentração dos alunos, que estão cada vez mais sonolentos em sala de aula.

    A dificuldade já existia antes da pandemia, mas piorou após o período de isolamento. Um estudo canadense, publicado na Jama Pediatrics em novembro de 2022, identificou que o tempo de tela de jovens até 18 anos aumentou em média 52% durante a pandemia.

   "No período do isolamento, alguns jovens passavam de 14 a 16 horas por dia usando telas", aponta o pediatra Gustavo Moreira, especialista do Instituto do Sono. "Estudos mostram que três horas por dia já têm um efeito negativo."

  As consequências do uso excessivo de celulares, tablets e computadores ainda estão sendo estudadas. Oftalmologistas acreditam, por exemplo, que o hábito esteja ligado ao aumento do número de casos de miopia em jovens.

   A relação da luminosidade das telas com a dificuldade de dormir, porém, é facilmente explicada pela ciência.

   Letícia Soster, responsável pelo laboratório de Sono Infantil do Instituto da Criança e do Adolescente do Hospital das Clínicas da USP e membro da ABS (Associação Brasileira do Sono), aponta que o organismo humano tem uma série de mecanismos para determinar o ciclo de sono, incluindo fatores comportamentais e o gasto de energia.

   Contudo, um fator importante para que o corpo entenda que está na hora de dormir é a ausência de luminosidade, difícil de conseguir quando se tem contato constante com celulares, tablets e computadores.

   "O nosso olho não entende a diferença entre a luz do sol e a luz de telas", pontua Soster. "Acriança que usa telas no fim do dia tende a empurrar o horário do início do sono."

   É por isso que no período letivo muitos têm dificuldade de se adaptar aos horários e os efeitos são percebidos em sala de aula.

   "A privação de sono tem vários efeitos neurológicos", afirma o pediatra Gustavo Moreira, especialista em medicina do sono. Para crianças e adolescentes, dormir menos de nove horas por dia pode causar alterações de humor, dificuldade de memorização e de concentração.

 Especialmente na adolescência, fatores fisiológicos e sociais dificultam que essa meta seja alcançada. Moreira ressalta que, enquanto crianças tendem a ser mais matutinas, adolescentes são vespertinos: sentem sono mais tarde à noite e têm mais dificuldade para acordar cedo.

   "O horário da escola, que começa às 7h, é muito cedo para o adolescente", reforça Soster. Segundo a neurologista infantil, experiências em outros países mostram que atrasar o começo das aulas pela manhã pode ajudar os alunos a melhorar o rendimento.

   A privação de sono associada ao uso de telas em excesso causa dificuldades no aprendizado e diminui o foco dos estudantes em sala de aula. Além disso, professores e especialistas têm observado um comportamento imediatista e ansioso.

   Ana Paula Aoletta, professora de Língua Portuguesa em São Caetano do Sul, região metropolitana de São Paulo, diz que em resposta ao comportamento dos alunos, os professores precisam dinamizar "muito" as aulas, pois "qualquer atividade ou explicação que se prolongue um pouco, percebo que eles começam a dispersar".

   Aoletta é professora há 19 anos e já ensinou crianças e adolescentes do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental em escolas municipais da região do ABC Paulista. A profissional relata que, ao mesmo tempo que os alunos têm o raciocínio mais lento e a atenção prejudicada, também demonstram certa impaciência e dificuldade de aguardar respostas.


Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2023/02/falta-de-sono-poruso-de- telas-afeta-aprendizado-de-criancas-e-adolescentes.shtml . Acesso em 11/02/2023.
O texto anterior é de caráter informativo, publicado em mídia escrita, redigido em linguagem padrão e visa a apresentar diferentes pontos de vista sobre um mesmo assunto, no caso, as dificuldades de aprendizagem dos alunos por conta do uso excessivo de telas. Esse texto é um exemplo de:
Alternativas
Q3582047 Português
Leia o texto a seguir:


Falta de sono por uso de telas afeta aprendizado de crianças e adolescentes


Professores observam dificuldade de foco na sala de aula; médicos recomendam limitar o uso de aparelhos antes de dormir


    Manter a concentração dos alunos nas aulas de Português tem sido um desafio para Vanessa Soares, professora da rede estadual de São Paulo há 12 anos. O problema não é, necessariamente, o desinteresse pela matéria. Ela não consegue competir com a sonolência e o uso de celulares.

    "Vemos muitos alunos com muito sono, e, quando a gente pergunta, eles foram dormir duas horas da manhã jogando na internet, usando o celular. Os pais têm dificuldade de controlar", relata.

    Soares ensina crianças e adolescentes de 11 a 14 anos na cidade de Quatá, interior paulista. Ela notou, nos últimos anos, uma piora expressiva na capacidade de concentração dos alunos, que estão cada vez mais sonolentos em sala de aula.

    A dificuldade já existia antes da pandemia, mas piorou após o período de isolamento. Um estudo canadense, publicado na Jama Pediatrics em novembro de 2022, identificou que o tempo de tela de jovens até 18 anos aumentou em média 52% durante a pandemia.

   "No período do isolamento, alguns jovens passavam de 14 a 16 horas por dia usando telas", aponta o pediatra Gustavo Moreira, especialista do Instituto do Sono. "Estudos mostram que três horas por dia já têm um efeito negativo."

  As consequências do uso excessivo de celulares, tablets e computadores ainda estão sendo estudadas. Oftalmologistas acreditam, por exemplo, que o hábito esteja ligado ao aumento do número de casos de miopia em jovens.

   A relação da luminosidade das telas com a dificuldade de dormir, porém, é facilmente explicada pela ciência.

   Letícia Soster, responsável pelo laboratório de Sono Infantil do Instituto da Criança e do Adolescente do Hospital das Clínicas da USP e membro da ABS (Associação Brasileira do Sono), aponta que o organismo humano tem uma série de mecanismos para determinar o ciclo de sono, incluindo fatores comportamentais e o gasto de energia.

   Contudo, um fator importante para que o corpo entenda que está na hora de dormir é a ausência de luminosidade, difícil de conseguir quando se tem contato constante com celulares, tablets e computadores.

   "O nosso olho não entende a diferença entre a luz do sol e a luz de telas", pontua Soster. "Acriança que usa telas no fim do dia tende a empurrar o horário do início do sono."

   É por isso que no período letivo muitos têm dificuldade de se adaptar aos horários e os efeitos são percebidos em sala de aula.

   "A privação de sono tem vários efeitos neurológicos", afirma o pediatra Gustavo Moreira, especialista em medicina do sono. Para crianças e adolescentes, dormir menos de nove horas por dia pode causar alterações de humor, dificuldade de memorização e de concentração.

 Especialmente na adolescência, fatores fisiológicos e sociais dificultam que essa meta seja alcançada. Moreira ressalta que, enquanto crianças tendem a ser mais matutinas, adolescentes são vespertinos: sentem sono mais tarde à noite e têm mais dificuldade para acordar cedo.

   "O horário da escola, que começa às 7h, é muito cedo para o adolescente", reforça Soster. Segundo a neurologista infantil, experiências em outros países mostram que atrasar o começo das aulas pela manhã pode ajudar os alunos a melhorar o rendimento.

   A privação de sono associada ao uso de telas em excesso causa dificuldades no aprendizado e diminui o foco dos estudantes em sala de aula. Além disso, professores e especialistas têm observado um comportamento imediatista e ansioso.

   Ana Paula Aoletta, professora de Língua Portuguesa em São Caetano do Sul, região metropolitana de São Paulo, diz que em resposta ao comportamento dos alunos, os professores precisam dinamizar "muito" as aulas, pois "qualquer atividade ou explicação que se prolongue um pouco, percebo que eles começam a dispersar".

   Aoletta é professora há 19 anos e já ensinou crianças e adolescentes do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental em escolas municipais da região do ABC Paulista. A profissional relata que, ao mesmo tempo que os alunos têm o raciocínio mais lento e a atenção prejudicada, também demonstram certa impaciência e dificuldade de aguardar respostas.


Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2023/02/falta-de-sono-poruso-de- telas-afeta-aprendizado-de-criancas-e-adolescentes.shtml . Acesso em 11/02/2023.
Um dos trechos do texto que apresenta uma sugestão para minimizar o problema da sonolência das crianças e dos adolescentes é:
Alternativas
Q3582046 Português
Leia o texto a seguir:


Falta de sono por uso de telas afeta aprendizado de crianças e adolescentes


Professores observam dificuldade de foco na sala de aula; médicos recomendam limitar o uso de aparelhos antes de dormir


    Manter a concentração dos alunos nas aulas de Português tem sido um desafio para Vanessa Soares, professora da rede estadual de São Paulo há 12 anos. O problema não é, necessariamente, o desinteresse pela matéria. Ela não consegue competir com a sonolência e o uso de celulares.

    "Vemos muitos alunos com muito sono, e, quando a gente pergunta, eles foram dormir duas horas da manhã jogando na internet, usando o celular. Os pais têm dificuldade de controlar", relata.

    Soares ensina crianças e adolescentes de 11 a 14 anos na cidade de Quatá, interior paulista. Ela notou, nos últimos anos, uma piora expressiva na capacidade de concentração dos alunos, que estão cada vez mais sonolentos em sala de aula.

    A dificuldade já existia antes da pandemia, mas piorou após o período de isolamento. Um estudo canadense, publicado na Jama Pediatrics em novembro de 2022, identificou que o tempo de tela de jovens até 18 anos aumentou em média 52% durante a pandemia.

   "No período do isolamento, alguns jovens passavam de 14 a 16 horas por dia usando telas", aponta o pediatra Gustavo Moreira, especialista do Instituto do Sono. "Estudos mostram que três horas por dia já têm um efeito negativo."

  As consequências do uso excessivo de celulares, tablets e computadores ainda estão sendo estudadas. Oftalmologistas acreditam, por exemplo, que o hábito esteja ligado ao aumento do número de casos de miopia em jovens.

   A relação da luminosidade das telas com a dificuldade de dormir, porém, é facilmente explicada pela ciência.

   Letícia Soster, responsável pelo laboratório de Sono Infantil do Instituto da Criança e do Adolescente do Hospital das Clínicas da USP e membro da ABS (Associação Brasileira do Sono), aponta que o organismo humano tem uma série de mecanismos para determinar o ciclo de sono, incluindo fatores comportamentais e o gasto de energia.

   Contudo, um fator importante para que o corpo entenda que está na hora de dormir é a ausência de luminosidade, difícil de conseguir quando se tem contato constante com celulares, tablets e computadores.

   "O nosso olho não entende a diferença entre a luz do sol e a luz de telas", pontua Soster. "Acriança que usa telas no fim do dia tende a empurrar o horário do início do sono."

   É por isso que no período letivo muitos têm dificuldade de se adaptar aos horários e os efeitos são percebidos em sala de aula.

   "A privação de sono tem vários efeitos neurológicos", afirma o pediatra Gustavo Moreira, especialista em medicina do sono. Para crianças e adolescentes, dormir menos de nove horas por dia pode causar alterações de humor, dificuldade de memorização e de concentração.

 Especialmente na adolescência, fatores fisiológicos e sociais dificultam que essa meta seja alcançada. Moreira ressalta que, enquanto crianças tendem a ser mais matutinas, adolescentes são vespertinos: sentem sono mais tarde à noite e têm mais dificuldade para acordar cedo.

   "O horário da escola, que começa às 7h, é muito cedo para o adolescente", reforça Soster. Segundo a neurologista infantil, experiências em outros países mostram que atrasar o começo das aulas pela manhã pode ajudar os alunos a melhorar o rendimento.

   A privação de sono associada ao uso de telas em excesso causa dificuldades no aprendizado e diminui o foco dos estudantes em sala de aula. Além disso, professores e especialistas têm observado um comportamento imediatista e ansioso.

   Ana Paula Aoletta, professora de Língua Portuguesa em São Caetano do Sul, região metropolitana de São Paulo, diz que em resposta ao comportamento dos alunos, os professores precisam dinamizar "muito" as aulas, pois "qualquer atividade ou explicação que se prolongue um pouco, percebo que eles começam a dispersar".

   Aoletta é professora há 19 anos e já ensinou crianças e adolescentes do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental em escolas municipais da região do ABC Paulista. A profissional relata que, ao mesmo tempo que os alunos têm o raciocínio mais lento e a atenção prejudicada, também demonstram certa impaciência e dificuldade de aguardar respostas.


Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2023/02/falta-de-sono-poruso-de- telas-afeta-aprendizado-de-criancas-e-adolescentes.shtml . Acesso em 11/02/2023.
Considerando a visão dos médicos e dos professores consultados acerca das consequências do uso excessivo de telas e sua relação com o sono das crianças e dos adolescentes, pode-se concluir que esses profissionais:
Alternativas
Q3581882 Português
Sobre gêneros textuais, conforme Marcuschi, avalie as assertivas a seguir:

I. O estudo dos gêneros textuais não é novo e, no Ocidente, já tem pelo menos 25 séculos, se considerarmos que sua observação sistemática se iniciou com Platão.
II. A expressão “gênero” esteve, na tradição ocidental, especialmente ligada aos gêneros literários, cuja análise se inicia com Platão para se firmar com Aristóteles, passando por Horácio e Quintiliano, pela Idade Média, pelo Renascimento e pela Modernidade, até os primórdios do século XX.
III. É com Pitágoras que surge uma teoria sistematizada sobre os gêneros e sobre a forma como se escreviam os textos. Dizia ele que, no texto, leva-se em conta apenas quem escreve.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q3581881 Português
Koch, em sua obra “Coesão”, afirma que:

I. O estudo da coesão textual tem sido predominantemente desenvolvido dentro do ramo da Linguística a que se denomina Linguística do Texto. 
II. A Linguística Textual toma, pois, como objeto particular de investigação, a palavra ou a frase isolada, considerando a frase como unidade básica de manifestação da linguagem.
III. É por meio de mecanismos de inserção de argumentos, explicações e justificativas que se estabelece a coerência do texto. A coesão, por sua vez, independe de mecanismos que assinalem relações de sentido entre enunciados.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q3581850 Português

Setembro amarelo: O que as empresas podem fazer para melhorar a saúde mental no trabalho


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(Disponível em: https://exame.com/carreira/setembro-amarelo-o-que-as-empresas-podem-fazer-para-melhorar-a-saude-mental-no-trabalho/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Abaixo estão listadas algumas das principais informações apresentadas no texto. Numere-as corretamente, de acordo a ordem em que aparecem no texto.

( ) Em relação ao treinamento dos gestores, o conceito dessa ação se refere a treinamentos periódicos e atualizados sobre saúde mental.
( ) No tocante à conscientização e à sensibilidade sobre o tema, falar sobre saúde mental e seus efeitos nos ambientes e nas relações de trabalho é essencial.
( ) A saúde mental é uma das esferas mais menosprezadas da saúde pública.
( ) Os treinamentos para gestores não têm a finalidade de capacitar gestores a atuarem em cuidados de saúde mental.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3581609 Português
Em “Feliz que estava com a notícia, Raquel sorriu com a boca”, encontra-se que tipo de figura de linguagem?
Alternativas
Q3581607 Português
Polícia desmantela quadrilha com mais de 20 milhões de logins e senhas da polícia, Exército e Justiça





(Disponível em: https://g1.globo.com/fantastico/noticia/2023/09/24/policia-desmantela-quadrilha-com-maisde-20-milhoes-de-logins-e-senhas-da-policia-exercito-e-justica-adolescente-de-14-anos-e-apontado-comolider.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
A palavra “desmantela”, que está no título do texto, pode ser substituída, sem alteração de sentido, por:
Alternativas
Q3581604 Português
Polícia desmantela quadrilha com mais de 20 milhões de logins e senhas da polícia, Exército e Justiça





(Disponível em: https://g1.globo.com/fantastico/noticia/2023/09/24/policia-desmantela-quadrilha-com-maisde-20-milhoes-de-logins-e-senhas-da-policia-exercito-e-justica-adolescente-de-14-anos-e-apontado-comolider.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
Analise as assertivas abaixo sobre o texto:

I. A situação comunicativa do texto envolve a transmissão de informações ao estilo reportagem.
II. O uso da citação indireta do responsável pelo aplicativo de mensagens Discord (l. 27-30) pode ser compreendido como um recurso argumentativo.
III. Em “A polícia, no entanto, conseguiu rastrear integrantes da quadrilha...” (l. 17-18), a expressão sublinhada introduz uma ideia adversa à apresentada anteriormente.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q3581603 Português
Polícia desmantela quadrilha com mais de 20 milhões de logins e senhas da polícia, Exército e Justiça





(Disponível em: https://g1.globo.com/fantastico/noticia/2023/09/24/policia-desmantela-quadrilha-com-maisde-20-milhoes-de-logins-e-senhas-da-policia-exercito-e-justica-adolescente-de-14-anos-e-apontado-comolider.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
Analise as assertivas abaixo sobre o texto:

I. Foi mais fácil encontrar o líder da quadrilha do que os demais integrantes do grupo.
II. A intenção do texto é informar o leitor sobre uma operação policial acerca das atividades de uma quadrilha.
III. O texto aborda algumas previsões do ECA em relação aos responsáveis pelos jovens infratores.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q3581525 Português

Duas receitas para não jogar banana no lixo


    Que atire a primeira casca quem nunca jogou uma banana fora. Nos dias quentes, as manchas pretas surgem a toque de caixa e a banana que um dia foi amarela se manifesta na fruteira como quem diz: “Me coma, por favor”. Pontos pretos na casca são um bom sinal, a fruta está madura. Se os pontos se juntarem e formarem manchas, é preciso agir com urgência e encontrar o melhor caminho da banana até o estômago antes que seja tarde demais.

    Comer a fruta crua pode não ser a melhor opção, pela textura e o sabor já comprometidos. Que tal transformar a banana numa rosquinha ou então numa espécie de sorvete? O sorvete é o ideal, não só para refrescar mas para aqueles momentos em que não conseguimos atender ao clamor do cacho de bananas que passou do ponto. Basta descascar, cortar a fruta em rodelas, congelar e depois bater no processador de alimentos até virar um creme — creme não, sorvete!

    Embora essa seja uma “receita” de um ingrediente só, podemos adicionar outras frutas congeladas e preparar variações deliciosas com morango, manga, mamão, uva, kiwi. Coberturas como o melado de cana, amendoim ou castanha de caju triturados (xerém), granola e frutas secas também são bem-vindas. As crianças adoram. E os adultos também! Já provou o sorvete e quer algo diferente para dar vida às bananas?

    Experimente então amassá-las, adicionar coco ralado e assar no formato de rosquinhas. Com a banana bem madura, não é necessário adoçar, o que é, mais uma vez, perfeito para oferecer às crianças. Quando fazemos em casa adicionamos também um fio de chocolate 70% por cima, fica irresistível. A receita não tem segredo nenhum e pode ser feita de modo intuitivo.



Fonte: Folha de São Paulo, 11 de fevereiro de 2023, 

Assinale a alternativa que apresente um ANTÔNIMO do termo em destaque no período: Experimente então amassá-las, adicionar coco ralado e assar no formato de rosquinhas.
Alternativas
Q3581521 Português

Duas receitas para não jogar banana no lixo


    Que atire a primeira casca quem nunca jogou uma banana fora. Nos dias quentes, as manchas pretas surgem a toque de caixa e a banana que um dia foi amarela se manifesta na fruteira como quem diz: “Me coma, por favor”. Pontos pretos na casca são um bom sinal, a fruta está madura. Se os pontos se juntarem e formarem manchas, é preciso agir com urgência e encontrar o melhor caminho da banana até o estômago antes que seja tarde demais.

    Comer a fruta crua pode não ser a melhor opção, pela textura e o sabor já comprometidos. Que tal transformar a banana numa rosquinha ou então numa espécie de sorvete? O sorvete é o ideal, não só para refrescar mas para aqueles momentos em que não conseguimos atender ao clamor do cacho de bananas que passou do ponto. Basta descascar, cortar a fruta em rodelas, congelar e depois bater no processador de alimentos até virar um creme — creme não, sorvete!

    Embora essa seja uma “receita” de um ingrediente só, podemos adicionar outras frutas congeladas e preparar variações deliciosas com morango, manga, mamão, uva, kiwi. Coberturas como o melado de cana, amendoim ou castanha de caju triturados (xerém), granola e frutas secas também são bem-vindas. As crianças adoram. E os adultos também! Já provou o sorvete e quer algo diferente para dar vida às bananas?

    Experimente então amassá-las, adicionar coco ralado e assar no formato de rosquinhas. Com a banana bem madura, não é necessário adoçar, o que é, mais uma vez, perfeito para oferecer às crianças. Quando fazemos em casa adicionamos também um fio de chocolate 70% por cima, fica irresistível. A receita não tem segredo nenhum e pode ser feita de modo intuitivo.



Fonte: Folha de São Paulo, 11 de fevereiro de 2023, 

Assinale a alternativa que apresente um sinônimo adequado para o termo em destaque no período: Comer a fruta crua pode não ser a melhor opção, pela textura e o sabor já comprometidos. 
Alternativas
Q3581516 Português

Duas receitas para não jogar banana no lixo


    Que atire a primeira casca quem nunca jogou uma banana fora. Nos dias quentes, as manchas pretas surgem a toque de caixa e a banana que um dia foi amarela se manifesta na fruteira como quem diz: “Me coma, por favor”. Pontos pretos na casca são um bom sinal, a fruta está madura. Se os pontos se juntarem e formarem manchas, é preciso agir com urgência e encontrar o melhor caminho da banana até o estômago antes que seja tarde demais.

    Comer a fruta crua pode não ser a melhor opção, pela textura e o sabor já comprometidos. Que tal transformar a banana numa rosquinha ou então numa espécie de sorvete? O sorvete é o ideal, não só para refrescar mas para aqueles momentos em que não conseguimos atender ao clamor do cacho de bananas que passou do ponto. Basta descascar, cortar a fruta em rodelas, congelar e depois bater no processador de alimentos até virar um creme — creme não, sorvete!

    Embora essa seja uma “receita” de um ingrediente só, podemos adicionar outras frutas congeladas e preparar variações deliciosas com morango, manga, mamão, uva, kiwi. Coberturas como o melado de cana, amendoim ou castanha de caju triturados (xerém), granola e frutas secas também são bem-vindas. As crianças adoram. E os adultos também! Já provou o sorvete e quer algo diferente para dar vida às bananas?

    Experimente então amassá-las, adicionar coco ralado e assar no formato de rosquinhas. Com a banana bem madura, não é necessário adoçar, o que é, mais uma vez, perfeito para oferecer às crianças. Quando fazemos em casa adicionamos também um fio de chocolate 70% por cima, fica irresistível. A receita não tem segredo nenhum e pode ser feita de modo intuitivo.



Fonte: Folha de São Paulo, 11 de fevereiro de 2023, 

Assinale a alternativa que apresente o tema do texto:
Alternativas
Q3581400 Português
Conforme o que preconiza Cegalla, relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando as figuras de linguagem a seus conceitos.

Coluna 1

1. Inversão.
2. Eufemismo.
3. Metonímia.
4. Onomatopeia.

Coluna 2

( ) É o uso de uma palavra por outra, com a qual se acha relacionada. Ou seja, uma palavra evoca a outra.
( ) Ocorre quando se altera a ordem normal dos termos ou orações com o objetivo de dar-lhes destaque.
( ) Imitação do som ou da voz natural dos seres.
( ) Suavização da expressão de uma ideia desagradável, triste, etc.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3581397 Português
De acordo com Marcuschi, a respeito da tipologia textual e dos gêneros textuais, analise as assertivas abaixo:

I. O tipo textual pode ser definido pela natureza linguística de sua composição, como aspectos lexicais e sintáticos, tempos verbais, entre outros.
II. Os gêneros textuais indicam instâncias discursivas, tais como discurso jornalístico e discurso jurídico.
III. Os tipos textuais abrangem um número limitado de categorias, sem tendência a aumentar. Logo, as categorias existentes são: narração, argumentação, exposição e descrição.

Quais estão corretas? 
Alternativas
Respostas
37521: B
37522: B
37523: E
37524: B
37525: C
37526: D
37527: C
37528: D
37529: C
37530: A
37531: C
37532: D
37533: B
37534: E
37535: D
37536: A
37537: A
37538: A
37539: E
37540: A