Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3671620 Português
IMPOSTO É ROUBO?


    “Imposto é roubo” é um slogan popular entre os libertários. Ele capta o sentimento de que devemos submeter o estado aos mesmos padrões morais que atores não estatais.

   Imagine que eu tenha fundado uma organização de caridade que ajuda os pobres. Mas não há um número suficiente de pessoas contribuindo voluntariamente com a minha caridade, então muitos dos pobres continuam passando fome. Eu decido resolver o problema abordando pessoas bem-sucedidas na rua, apontando uma arma para elas e exigindo seu dinheiro. Eu passo o dinheiro para a minha caridade e os pobres finalmente são alimentados e vestidos. Nesse cenário, eu seria chamado de ladrão. Por quê? A resposta parece ser: porque estou tomando a propriedade de outras pessoas sem o seu consentimento. A frase em itálico parece ser o que significa “roubo”. “Tomar sem consentimento” inclui tomar por meio de uma ameaça de força contra outras pessoas, como neste exemplo. Esse fato não é alterado pelo que eu faço com o dinheiro depois de levá-lo. Você não diria: “Oh, você deu o dinheiro aos pobres? Nesse caso, tomar a propriedade das pessoas sem consentimento não foi roubo, afinal.” Não; você pode afirmar que foi um roubo socialmente benéfico, mas continua sendo roubo.

    Agora, compare o caso do imposto. Quando o governo “tributa” os cidadãos, o que isso significa é que o governo exige dinheiro de cada cidadão, sob uma ameaça de força: se você não paga, agentes armados contratados pelo governo irão levar e prender você em uma cela. Isso parece um caso muito claro de tomar a propriedade das pessoas sem consentimento. Então o governo é um ladrão. Esta conclusão não é alterada pelo fato do governo usar o dinheiro em uma boa causa (se for o caso). Isso pode tornar o imposto um tipo de roubo socialmente benéfico, mas continua sendo roubo.

   Se imposto é roubo, segue-se que devemos abolir todos os impostos? Não necessariamente. Alguns roubos podem ser justificados. Se você tem que roubar um pedaço de pão para sobreviver, então você tem razão em fazê-lo. Da mesma forma, o governo pode ter razão em cobrar impostos, se isso for necessário para evitar algum resultado terrível, como uma quebra da ordem social.

    Por que, então, importa se imposto é roubo ou não? Porque, apesar de roubar poder ser justificado, geralmente não é. É errado roubar sem ter uma razão muito boa. O que conta como razões suficientemente boas está além do alcance deste breve artigo. Mas, por exemplo, você não tem razão ao roubar dinheiro, digamos, para que você possa comprar uma obra de arte legal para a sua parede. Da mesma forma, se imposto é roubo, provavelmente seria errado taxar as pessoas, digamos, para pagar por um museu de arte.

    Em outras palavras, a tese “imposto é roubo” tem o efeito de elevar os padrões para o uso justificado de impostos. Quando o governo planeja gastar dinheiro em algo (apoio às artes, um programa espacial, um programa nacional de aposentadoria e assim por diante), deve-se perguntar: seria admissível roubar pessoas para gerir esse tipo de programa? Caso não seja, então não é admissível taxar as pessoas para executar o programa, uma vez que imposto é roubo.


(Michael Huemer, adaptado. Texto retirado da página eletrônica “Estado da Arte. Disponível em https://estadodaarte.estadao.com.br/imposto-e-roubo. Publicado em 19/01/2018) 
Fica estabelecido na argumentação do autor que imposto é roubo e, destarte, o imposto:  
Alternativas
Q3671619 Português
IMPOSTO É ROUBO?


    “Imposto é roubo” é um slogan popular entre os libertários. Ele capta o sentimento de que devemos submeter o estado aos mesmos padrões morais que atores não estatais.

   Imagine que eu tenha fundado uma organização de caridade que ajuda os pobres. Mas não há um número suficiente de pessoas contribuindo voluntariamente com a minha caridade, então muitos dos pobres continuam passando fome. Eu decido resolver o problema abordando pessoas bem-sucedidas na rua, apontando uma arma para elas e exigindo seu dinheiro. Eu passo o dinheiro para a minha caridade e os pobres finalmente são alimentados e vestidos. Nesse cenário, eu seria chamado de ladrão. Por quê? A resposta parece ser: porque estou tomando a propriedade de outras pessoas sem o seu consentimento. A frase em itálico parece ser o que significa “roubo”. “Tomar sem consentimento” inclui tomar por meio de uma ameaça de força contra outras pessoas, como neste exemplo. Esse fato não é alterado pelo que eu faço com o dinheiro depois de levá-lo. Você não diria: “Oh, você deu o dinheiro aos pobres? Nesse caso, tomar a propriedade das pessoas sem consentimento não foi roubo, afinal.” Não; você pode afirmar que foi um roubo socialmente benéfico, mas continua sendo roubo.

    Agora, compare o caso do imposto. Quando o governo “tributa” os cidadãos, o que isso significa é que o governo exige dinheiro de cada cidadão, sob uma ameaça de força: se você não paga, agentes armados contratados pelo governo irão levar e prender você em uma cela. Isso parece um caso muito claro de tomar a propriedade das pessoas sem consentimento. Então o governo é um ladrão. Esta conclusão não é alterada pelo fato do governo usar o dinheiro em uma boa causa (se for o caso). Isso pode tornar o imposto um tipo de roubo socialmente benéfico, mas continua sendo roubo.

   Se imposto é roubo, segue-se que devemos abolir todos os impostos? Não necessariamente. Alguns roubos podem ser justificados. Se você tem que roubar um pedaço de pão para sobreviver, então você tem razão em fazê-lo. Da mesma forma, o governo pode ter razão em cobrar impostos, se isso for necessário para evitar algum resultado terrível, como uma quebra da ordem social.

    Por que, então, importa se imposto é roubo ou não? Porque, apesar de roubar poder ser justificado, geralmente não é. É errado roubar sem ter uma razão muito boa. O que conta como razões suficientemente boas está além do alcance deste breve artigo. Mas, por exemplo, você não tem razão ao roubar dinheiro, digamos, para que você possa comprar uma obra de arte legal para a sua parede. Da mesma forma, se imposto é roubo, provavelmente seria errado taxar as pessoas, digamos, para pagar por um museu de arte.

    Em outras palavras, a tese “imposto é roubo” tem o efeito de elevar os padrões para o uso justificado de impostos. Quando o governo planeja gastar dinheiro em algo (apoio às artes, um programa espacial, um programa nacional de aposentadoria e assim por diante), deve-se perguntar: seria admissível roubar pessoas para gerir esse tipo de programa? Caso não seja, então não é admissível taxar as pessoas para executar o programa, uma vez que imposto é roubo.


(Michael Huemer, adaptado. Texto retirado da página eletrônica “Estado da Arte. Disponível em https://estadodaarte.estadao.com.br/imposto-e-roubo. Publicado em 19/01/2018) 
Dentre as conclusões que o autor chega, podemos afirmar corretamente que, na opinião deste: 
Alternativas
Q3671618 Português
IMPOSTO É ROUBO?


    “Imposto é roubo” é um slogan popular entre os libertários. Ele capta o sentimento de que devemos submeter o estado aos mesmos padrões morais que atores não estatais.

   Imagine que eu tenha fundado uma organização de caridade que ajuda os pobres. Mas não há um número suficiente de pessoas contribuindo voluntariamente com a minha caridade, então muitos dos pobres continuam passando fome. Eu decido resolver o problema abordando pessoas bem-sucedidas na rua, apontando uma arma para elas e exigindo seu dinheiro. Eu passo o dinheiro para a minha caridade e os pobres finalmente são alimentados e vestidos. Nesse cenário, eu seria chamado de ladrão. Por quê? A resposta parece ser: porque estou tomando a propriedade de outras pessoas sem o seu consentimento. A frase em itálico parece ser o que significa “roubo”. “Tomar sem consentimento” inclui tomar por meio de uma ameaça de força contra outras pessoas, como neste exemplo. Esse fato não é alterado pelo que eu faço com o dinheiro depois de levá-lo. Você não diria: “Oh, você deu o dinheiro aos pobres? Nesse caso, tomar a propriedade das pessoas sem consentimento não foi roubo, afinal.” Não; você pode afirmar que foi um roubo socialmente benéfico, mas continua sendo roubo.

    Agora, compare o caso do imposto. Quando o governo “tributa” os cidadãos, o que isso significa é que o governo exige dinheiro de cada cidadão, sob uma ameaça de força: se você não paga, agentes armados contratados pelo governo irão levar e prender você em uma cela. Isso parece um caso muito claro de tomar a propriedade das pessoas sem consentimento. Então o governo é um ladrão. Esta conclusão não é alterada pelo fato do governo usar o dinheiro em uma boa causa (se for o caso). Isso pode tornar o imposto um tipo de roubo socialmente benéfico, mas continua sendo roubo.

   Se imposto é roubo, segue-se que devemos abolir todos os impostos? Não necessariamente. Alguns roubos podem ser justificados. Se você tem que roubar um pedaço de pão para sobreviver, então você tem razão em fazê-lo. Da mesma forma, o governo pode ter razão em cobrar impostos, se isso for necessário para evitar algum resultado terrível, como uma quebra da ordem social.

    Por que, então, importa se imposto é roubo ou não? Porque, apesar de roubar poder ser justificado, geralmente não é. É errado roubar sem ter uma razão muito boa. O que conta como razões suficientemente boas está além do alcance deste breve artigo. Mas, por exemplo, você não tem razão ao roubar dinheiro, digamos, para que você possa comprar uma obra de arte legal para a sua parede. Da mesma forma, se imposto é roubo, provavelmente seria errado taxar as pessoas, digamos, para pagar por um museu de arte.

    Em outras palavras, a tese “imposto é roubo” tem o efeito de elevar os padrões para o uso justificado de impostos. Quando o governo planeja gastar dinheiro em algo (apoio às artes, um programa espacial, um programa nacional de aposentadoria e assim por diante), deve-se perguntar: seria admissível roubar pessoas para gerir esse tipo de programa? Caso não seja, então não é admissível taxar as pessoas para executar o programa, uma vez que imposto é roubo.


(Michael Huemer, adaptado. Texto retirado da página eletrônica “Estado da Arte. Disponível em https://estadodaarte.estadao.com.br/imposto-e-roubo. Publicado em 19/01/2018) 
O conceito de roubo, para o autor do texto, é: 
Alternativas
Q3671617 Português
IMPOSTO É ROUBO?


    “Imposto é roubo” é um slogan popular entre os libertários. Ele capta o sentimento de que devemos submeter o estado aos mesmos padrões morais que atores não estatais.

   Imagine que eu tenha fundado uma organização de caridade que ajuda os pobres. Mas não há um número suficiente de pessoas contribuindo voluntariamente com a minha caridade, então muitos dos pobres continuam passando fome. Eu decido resolver o problema abordando pessoas bem-sucedidas na rua, apontando uma arma para elas e exigindo seu dinheiro. Eu passo o dinheiro para a minha caridade e os pobres finalmente são alimentados e vestidos. Nesse cenário, eu seria chamado de ladrão. Por quê? A resposta parece ser: porque estou tomando a propriedade de outras pessoas sem o seu consentimento. A frase em itálico parece ser o que significa “roubo”. “Tomar sem consentimento” inclui tomar por meio de uma ameaça de força contra outras pessoas, como neste exemplo. Esse fato não é alterado pelo que eu faço com o dinheiro depois de levá-lo. Você não diria: “Oh, você deu o dinheiro aos pobres? Nesse caso, tomar a propriedade das pessoas sem consentimento não foi roubo, afinal.” Não; você pode afirmar que foi um roubo socialmente benéfico, mas continua sendo roubo.

    Agora, compare o caso do imposto. Quando o governo “tributa” os cidadãos, o que isso significa é que o governo exige dinheiro de cada cidadão, sob uma ameaça de força: se você não paga, agentes armados contratados pelo governo irão levar e prender você em uma cela. Isso parece um caso muito claro de tomar a propriedade das pessoas sem consentimento. Então o governo é um ladrão. Esta conclusão não é alterada pelo fato do governo usar o dinheiro em uma boa causa (se for o caso). Isso pode tornar o imposto um tipo de roubo socialmente benéfico, mas continua sendo roubo.

   Se imposto é roubo, segue-se que devemos abolir todos os impostos? Não necessariamente. Alguns roubos podem ser justificados. Se você tem que roubar um pedaço de pão para sobreviver, então você tem razão em fazê-lo. Da mesma forma, o governo pode ter razão em cobrar impostos, se isso for necessário para evitar algum resultado terrível, como uma quebra da ordem social.

    Por que, então, importa se imposto é roubo ou não? Porque, apesar de roubar poder ser justificado, geralmente não é. É errado roubar sem ter uma razão muito boa. O que conta como razões suficientemente boas está além do alcance deste breve artigo. Mas, por exemplo, você não tem razão ao roubar dinheiro, digamos, para que você possa comprar uma obra de arte legal para a sua parede. Da mesma forma, se imposto é roubo, provavelmente seria errado taxar as pessoas, digamos, para pagar por um museu de arte.

    Em outras palavras, a tese “imposto é roubo” tem o efeito de elevar os padrões para o uso justificado de impostos. Quando o governo planeja gastar dinheiro em algo (apoio às artes, um programa espacial, um programa nacional de aposentadoria e assim por diante), deve-se perguntar: seria admissível roubar pessoas para gerir esse tipo de programa? Caso não seja, então não é admissível taxar as pessoas para executar o programa, uma vez que imposto é roubo.


(Michael Huemer, adaptado. Texto retirado da página eletrônica “Estado da Arte. Disponível em https://estadodaarte.estadao.com.br/imposto-e-roubo. Publicado em 19/01/2018) 
De acordo com as ideias defendidas pelo autor do texto, podemos afirmar corretamente que:  
Alternativas
Q3671547 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.


Empresa compra carros voadores da Embraer para dar início à era dos Jetsons no país

    A Voar Aviation adquiriu da Eve, subsidiária da Embraer, 70 evtols — veículos elétricos similares aos carros dos Jetsons — para implementar seu plano de ação em uma nova fronteira: o transporte aéreo de passageiros em grandes centros urbanos.

        Segundo a empresa, já está em curso a construção da infraestrutura: os chamados vertiportos e centros de manutenção em 29 cidades brasileiras. A operação comercial, contudo, ainda depende de regulamentação. A discussão está em curso em diversos países do mundo, inclusive na Anac (Agência Nacional de Aviação Civil). A expectativa é que os voos estejam liberados a partir de 2025.

        A produção da Eve das aeronaves elétricas de decolagem e pouso vertical (evtols) conta com financiamento de R$ 490 milhões do BNDES para sua primeira fase de produção.

         Segundo o banco, a quantia equivale a 75% do total investido nessa fase do projeto. Além do piloto, a aeronave é capaz de transportar quatro passageiros. Os ruídos emitidos são 90% inferiores aos do helicóptero. 

(Texto adaptado. WIZIACK, Julio. Folha de São Paulo. 27/06/2023. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/painelsa/ 
2023/06/ empresa-compra- carros-voadores- da-embraer-para-dar-inicio-a-era-dos-jetsons-no-pais.shtml) 
De acordo com as informações do texto, assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q3671378 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.


Como o que pensamos antes de dormir afeta a qualidade do sono

Pessoas que dormem bem e aquelas que têm sono de má qualidade têm diferentes tipos de pensamentos antes de dormir. Pessoas que dormem bem dizem ter principalmente imagens sensoriais visuais ao adormecer (elas veem pessoas e objetos e têm experiências semelhantes às de um sonho). Elas podem ter menos pensamentos organizados e mais experiências alucinatórias, como imaginar que estão participando de eventos do mundo real.

Para pessoas com insônia, os pensamentos antes de dormir tendem a ser menos visuais e mais focados no planejamento e na resolução de problemas reais. Esses pensamentos são geralmente menos agradáveis e menos aleatórios em comparação com os de pessoas que dormem bem.

Pessoas com insônia também têm maior probabilidade de ficar estressadas com o sono quando tentam dormir, o que leva a um círculo vicioso, já que fazem um esforço para tentar dormir e ficam ainda mais acordadas.

Quem tem insônia frequentemente relata preocupação, planejamento ou pensamento em coisas importantes na hora de dormir. Elas também se concentram em problemas ou ruídos no ambiente e têm uma preocupação geral por não dormir. Infelizmente, toda essa atividade mental prévia pode impedir que você adormeça.


(Texto adaptado. Como o que pensamos antes de dormir afeta a qualidade do sono. Folha de São Paulo. 19/10/2023. Disponível em: 
https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2023/10/como-o-que-pensamos-antes-de-dormir-afeta-a-qualidade-do-sono.shtml) 
O texto tem como objetivo: 
Alternativas
Q3671377 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.


Como o que pensamos antes de dormir afeta a qualidade do sono

Pessoas que dormem bem e aquelas que têm sono de má qualidade têm diferentes tipos de pensamentos antes de dormir. Pessoas que dormem bem dizem ter principalmente imagens sensoriais visuais ao adormecer (elas veem pessoas e objetos e têm experiências semelhantes às de um sonho). Elas podem ter menos pensamentos organizados e mais experiências alucinatórias, como imaginar que estão participando de eventos do mundo real.

Para pessoas com insônia, os pensamentos antes de dormir tendem a ser menos visuais e mais focados no planejamento e na resolução de problemas reais. Esses pensamentos são geralmente menos agradáveis e menos aleatórios em comparação com os de pessoas que dormem bem.

Pessoas com insônia também têm maior probabilidade de ficar estressadas com o sono quando tentam dormir, o que leva a um círculo vicioso, já que fazem um esforço para tentar dormir e ficam ainda mais acordadas.

Quem tem insônia frequentemente relata preocupação, planejamento ou pensamento em coisas importantes na hora de dormir. Elas também se concentram em problemas ou ruídos no ambiente e têm uma preocupação geral por não dormir. Infelizmente, toda essa atividade mental prévia pode impedir que você adormeça.


(Texto adaptado. Como o que pensamos antes de dormir afeta a qualidade do sono. Folha de São Paulo. 19/10/2023. Disponível em: 
https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2023/10/como-o-que-pensamos-antes-de-dormir-afeta-a-qualidade-do-sono.shtml) 
Analise as seguintes afirmações:

I. pessoas que dormem bem podem imaginar a participação em atividades no mundo real antes de dormir.
II. pessoas que dormem mal focam em buscar soluções a problemas reais antes de dormir.
III. pessoas que dormem mal só pensam em coisas aleatórias antes de dormir.

Assinale a alternativa que contém as afirmações CORRETAS. 
Alternativas
Q3671269 Português

Analise os excertos abaixo:


Excerto I.A saúde, conforme é entendida pela Organização Mundial de Saúde (OMS), é um estado de completo bem-estar, isso significa estar bem nos aspectos físico, mental e social. Assim, saúde não é apenas ausência de doenças, mas um bem que pertence ao indivíduo e à coletividade. Também relaciona-se com a qualidade de vida da sua comunidade e de sua família. Conforme legislação brasileira, saúde é um direito de todos e um dever do Estado, a ser garantida por meio de políticas sociais e econômicas. Indiretamente, a legislação relaciona higiene e educação.


Excerto II.A qualidade da educação está ligada à disponibilidade de água potável, em função da importância da higiene. As doenças consomem a energia das crianças e, consequentemente, diminuem sua capacidade de aprendizagem. A falta de instalações sanitárias adequadas nas escolas é um obstáculo a mais para crianças que buscam escapar da pobreza. Por causa de doenças que podem até levar à morte, as comunidades pobres diminuem a perspectiva de construírem um futuro melhor para seus filhos, mesmo matriculando-os em escolas. Daí a importância de não somente os prédios escolares serem higiênicos e servidos por água potável, como também da proposta pedagógica incluir a educação ambiental e sanitária dos estudantes, com extensão às suas famílias e residências.


Fonte: Ivan Dutra Faria, João Antônio Cabral Monlevade. Módulo 12: higiene, segurança e educação. Brasília: Universidade de Brasília, 2008 (modificado).


Sobre os excertos, assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q3671128 Português
A ________ pode ser concebida, também, como um padrão de comportamento orientado pelos valores e princípios morais e da dignidade humana.

Assinale a alternativa que corretamente preenche a lacuna no excerto:
Alternativas
Q3671028 Português

 O livro didático (LD) tem sido um dos instrumentos mais utilizados tanto na escola pública, quanto nas escolas particulares. Essa importância dada ao LD provém da necessidade que tem o professor de se guiar pelas suas sugestões de atividades como subsídios para suas aulas. Isso tem transformado uma grande parte dos professores em transmissores de conteúdos, muitas vezes, distantes dos objetivos a serem atingidos; no caso da alfabetização, aquisição de habilidades para leitura, escrita e as chamadas práticas sociais de linguagem. (...)


(http://www.filologia.org.br/xicnlf/4/09.htm)


Nessa dimensão, recomenda-se uma análise cuidadosa do LD, para que se possa levar em consideração a língua, enquanto:


I.Forma lúdica meramente visual.


II.Instrumento de comunicação.


III.Um entretenimento pedagógico.


IV.Aquisição das práticas do letramento.


V.Ilustrações simbólicas coloridas.


Marque a alternativa que estabelece coerência com o conteúdo enunciado.

Alternativas
Q3671027 Português

O aprendizado das crianças começa muito antes de elas frequentarem a escola. Qualquer situação de aprendizado com a qual a criança se defronta, na escola, tem sempre uma história prévia. Por exemplo, as crianças começam a estudar matemática na escola, mas muito antes elas tiveram alguma experiência com quantidades − elas tiveram que lidar com operações de divisão, adição, subtração e determinação de tamanho. Consequentemente, as crianças têm a sua própria matemática pré-escolar, que somente psicólogos míopes podem ignorar.


(VYGOTSKY, 1989, p. 94-95).


O texto enuncia o pensamento de Vygotsky, permitindo estabelecer analogias, exceto , com:

Alternativas
Q3671020 Português

A leitura traz grandes benefícios para a aprendizagem dos alunos, daí a importância de trabalhá-la em sala de aula, pois não só garante a expansão do repertório e do vocabulário, como também desenvolve habilidades e competências importantes para o desenvolvimento do aluno.


(A importância da leitura na aprendizagem e como preparar sua escola (revistaeducacao.com.br)) − (Adaptado) 


Analise as assertivas com o código V (Verdadeiro) ou F (Falso):


(__)Estudos apontam que o ato de ler é muito prazeroso na medida em que reduz o estresse ao mesmo tempo em que estimula reflexões, portanto, a leitura deve ser incentivada desde a educação primária


(__)Com a leitura, o aluno desenvolve seu senso crítico e flexibilidade analítica, tornando-se um cidadão preparado para o futuro.


(__)A leitura amplia o senso crítico e o repertório vocabular, estimula a criatividade e trabalha a imaginação do aluno.


(__)A leitura permite que o aluno tenha autonomia em seu processo de formação, seja a partir da escolha dos livros, dos interesses ou do desenvolvimento de diversas habilidades, assim sendo, o aluno adquire uma posição ativa em seu processo de aprendizagem.


Marque a alternativa com a opção correta.

Alternativas
Q3671001 Português
Assinale a alternativa que indica a definição CORRETA de Cordel. 
Alternativas
Q3670988 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.


O papagaio e o tamanduá


        Havia uma época em que a floresta e os animais eram todos brancos: não existia cor nenhuma! Cansados dessa pasmaceira, os bichos resolveram pedir umas latas de tinta para uma fada, para deixar todo mundo colorido. Acontece que deixaram o papagaio, que não parava de falar um minuto, tomando conta das tintas. Resultado: o tagarela se pintou todo, fez a maior bagunça e acabou com as cores. É por isso que ele é tão coloridão até hoje!

         Depois de pintarem a floresta inteira, o papagaio resolveu se vingar dos bichos que lhe deram uma bronca: fez uma flauta de taquara e a levou para o tamanduá tocar. Naquele tempo, o papagaio tinha um bico fininho e, o tamanduá, um focinho curtinho. Pois o coitado do papa-formiga foi tocar a flauta, mas ficou com o nariz preso na flauta. Ao puxar a taquara, ela bateu no papagaio, que acabou ficando com o bico torto, e o focinho do tamanduá saiu fininho. 

(Jornal Correio Braziliense. Causos da nossa terra. 18/08/2012. Disponível em: https://encurtador.com.br/ANOR0) 
Assinale a alternativa que indica CORRETAMENTE o narrador da história. 
Alternativas
Q3670987 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.


O papagaio e o tamanduá


        Havia uma época em que a floresta e os animais eram todos brancos: não existia cor nenhuma! Cansados dessa pasmaceira, os bichos resolveram pedir umas latas de tinta para uma fada, para deixar todo mundo colorido. Acontece que deixaram o papagaio, que não parava de falar um minuto, tomando conta das tintas. Resultado: o tagarela se pintou todo, fez a maior bagunça e acabou com as cores. É por isso que ele é tão coloridão até hoje!

         Depois de pintarem a floresta inteira, o papagaio resolveu se vingar dos bichos que lhe deram uma bronca: fez uma flauta de taquara e a levou para o tamanduá tocar. Naquele tempo, o papagaio tinha um bico fininho e, o tamanduá, um focinho curtinho. Pois o coitado do papa-formiga foi tocar a flauta, mas ficou com o nariz preso na flauta. Ao puxar a taquara, ela bateu no papagaio, que acabou ficando com o bico torto, e o focinho do tamanduá saiu fininho. 

(Jornal Correio Braziliense. Causos da nossa terra. 18/08/2012. Disponível em: https://encurtador.com.br/ANOR0) 
Os causos e mitos são histórias típicas da tradição popular, o lido acima é da região Centro-Oeste do Brasil. De acordo com o texto, assinale a alternativa que indica CORRETAMENTE a finalidade da história. 
Alternativas
Q3670938 Português
Considere o fragmento abaixo:

"A educação sobre questões globais pode emergir, nesse quadro, como um caminho para ajudar os sujeitos a tomarem consciência da sua cidadania alargada, que se materializa na participação e na assunção de responsabilidades pessoais e coletivas sobre o planeta em prol da sustentabilidade (ambiental, cultural, econômica), da paz e da justiça social."

(Fonte: Sá, C. M., & Mesquita, L. (2020). Educação global através do ensino em Português língua materna: um percurso formativo. Educar Em Revista.)


Com base no texto, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3670891 Português

TEXTO II


Minha energia é o desafio, minha motivação é o impossível, e é por isso que eu preciso ser, à força e a esmo, inabalável.


(Augusto Branco)

De acordo com o aforismo, pode-se inferir que: 
Alternativas
Q3670507 Português
A Linguística, ciência da linguagem, é uma disciplina recente: foi inaugurada no início do século XX. No entanto, o interesse das pessoas pela linguagem é bastante antigo, pode-se dizer que é anterior à invenção da escrita. Assim como em todas as áreas do conhecimento, antes de se constituir como ciência, houve, nos estudos da linguagem, a abordagem da língua com finalidades práticas. Os hindus, por motivos religiosos, foram levados a estudar sua língua, o Sânscrito. Para eles, o que importava é que os textos sagrados não fossem alterados no momento de serem cantados ou recitados durante os rituais. Em função disso, dedicaram-se ao estudo do valor e do emprego das palavras e fizeram descrições fonéticas e gramaticais modelares de sua língua. A descrição do Sânscrito foi encontrada no século XIX e contribuiu para os estudos linguísticos. Os gregos (como Platão e Aristóteles) realizaram profundas reflexões sobre a origem da linguagem. Os seus estudos eram baseados na filosofia, cujo problema essencial era elaborar uma teoria do conhecimento que definisse as relações entre a noção e a palavra que a designa. Em outras palavras, os pensadores estendiam-se em longas discussões para saber se as palavras imitam as coisas ou se os nomes são dados por pura convenção. Aliás, podemos dizer que este questionamento acompanha o homem na sua história.

(Disponível em: https://encr.pw/universidade-federal-santamaria-linguistica-geral)

Qual é a afirmação correta sobre a origem da Linguística, de acordo com o texto?
Alternativas
Q3670500 Português
Os gêneros do discurso são fenômenos históricos intimamente vinculados à vida social e cultural, que surgem conforme a necessidade exposta em determinada sociedade, por isso, são fruto de um trabalho coletivo. Conforme Marcuschi (2005, p.19), "os gêneros contribuem para ordenar e estabilizar as atividades comunicativas do dia-a-dia", portanto, os gêneros estão presentes no nosso cotidiano, não há maneira de comunicação que não seja por meio dos gêneros. Além disso, afirma Marcuschi (2005, p.19), que estes "são entidades sociodiscursivas e formas de ação social incontornáveis em qualquer situação comunicativa", ou seja, não há possibilidade de falar em sociedade e comunicação, no sentido de produção oral ou escrita, sem falarmos em gêneros; estes estão sempre presentes na vida do ser humano. Além disso, os gêneros caracterizam-se por serem, segundo Marcuschi (2005), maleáveis, plásticos e dinâmicos, pois surgem conforme as necessidades da sociedade e, é claro, acompanham os seus avanços.

(Disponível em: https://l1nq.com/generos-do-discurso)

Segundo Marcuschi (2005), a relação entre os gêneros do discurso e a vida social e cultural é que aqueles são:
Alternativas
Q3670499 Português
Para uma melhor compreensão de produção textual, fez-se necessário embasar-se em Koch (2002) e Val (1991), no que se refere ao conceito de texto. Conforme Val (1991, p.3), texto é uma ocorrência linguística falada ou escrita, que apresenta uma unidade "sociocomunicativa, semântica e formal", portanto, texto é uma unidade de linguagem em uso, utilizada em determinados contextos sociais. Segundo Koch (2002), o conceito de texto depende das concepções que se tem de linguagem e de sujeito. Na concepção de linguagem como expressão do pensamento, o sujeito é senhor absoluto de suas ações e de seu dizer, o texto é considerado um produto lógico do pensamento do autor, o ouvinte/leitor exerce apenas uma função passiva, na qual tem de "captar" as representações mentais do autor. Já para a concepção de linguagem como instrumento de comunicação, na qual o sujeito é (pré)determinado pelo sistema, o texto é apenas um simples produto da codificação de um emissor a ser decodificado pelo leitor/ouvinte, é necessário apenas a este o conhecimento do código para codificá-lo, já que o texto, desta maneira, é completamente explícito; o leitor/ouvinte também apresenta uma função passiva. Para a concepção de linguagem como forma de interação, na qual o sujeito é ator/construtor social, o texto é o próprio lugar de interação e os interlocutores são sujeitos ativos.

(Disponível em: https://l1nq.com/leitura-e-producao-de-texto)

Qual é a concepção de texto, de acordo com Val (1991) e Koch (2002), em que os interlocutores são considerados sujeitos participantes?
Alternativas
Respostas
36761: E
36762: A
36763: B
36764: C
36765: C
36766: A
36767: B
36768: A
36769: C
36770: D
36771: A
36772: B
36773: A
36774: B
36775: C
36776: A
36777: B
36778: D
36779: D
36780: B