Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
Foram encontradas 140.328 questões
Texto 1
“A Organização Mundial da Saúde (OMS) lançou, no dia 19 de março, em Berlim, a etapa inicial de um vasto programa internacional de luta contra a tuberculose. Esse programa pretende prevenir a morte prematura de 10 milhões de pessoas infectados pelo bacilo de Koch nos próximos anos. ‘Trata-se do episódio mais importante da luta contra a doença mais antiga e mais mortal da história da humanidade desde a descoberta do bacilo da tuberculose por Robert Koch em 1882’, declarou o responsável por esse programa na OMS. ‘Pela primeira vez, nós temos a possibilidade de reduzir a epidemia não somente nos países ricos, mas também nos países mais pobres do planeta’”.
Texto 2
“Assiste-se hoje em diferentes regiões do mundo a uma recrudescência marcante dessa doença infecciosa. No último ano, a tuberculose matou cerca de três milhões de pessoas”.
Em todas as opções abaixo indicamos retomadas do vocábulo “tuberculose”, nos dois textos, EXCETO em:
A frase abaixo em que essa substituição foi feita de forma adequada é:
“Um sapo originário da América Central e da América do Sul se converteu em um dos animais mais perseguidos pelos drogados e pela polícia antidrogas americana. Trata-se de um batráquio de carne e osso, conhecido vulgarmente como ‘sapo marinho’, e cientificamente, como Bufo marinus. O animal, de uns 25cm de comprimento, para defender-se dos possíveis predadores, expele um potente tóxico, a bufofenina. Essa substância tem um alto poder alucinógeno, e está começando a ser utilizada por alguns toxicômanos americanos como substituta de outras drogas tradicionais”.
Pelas características e estruturação apresentadas, o texto acima deve ser classificado como:
A frase abaixo em que o processo utilizado para isso foi o emprego de um termo de sentido geral é:
“Os agricultores da região visitaram o depósito de frutas da região e experimentaram algumas; um deles, porém, passou mal à tarde. Certamente comeu alguma fruta estragada”.
O problema de argumentação contido nesse raciocínio é que ele:
“A Biblioteca Municipal estará fechada excepcionalmente na manhã da próxima segunda-feira”.
Entre as opções abaixo, aquela que mostra uma informação que NÃO está implícita nas frases do cartaz é:
“A mesa estava repleta de coisas: as peças de elegante porcelana inglesa estavam rodeadas de saborosos biscoitos, de magníficas tortas, de frutas amarelas, verdes, brancas, tudo isso sobre toalha de linho português”.
Sobre os adjetivos desse pequeno texto descritivo, a afirmação INADEQUADA é:
“Não há vida sem diálogo. E sobre a maior parte do mundo, esse diálogo é substituído pela polêmica. O século XX é o século da polêmica e do insulto. A polêmica mantém, entre as nações e os indivíduos, e no mesmo nível de outras disciplinas, o lugar que tinha tradicionalmente o diálogo”.
A observação correta sobre o texto argumentativo, de que é exemplo o texto acima, é:
A frase abaixo que está nesse caso é:
Segundo esse escritor, escrever bem é:
“Que é isso, meu irmão!!! Não vem com essa, não... Os gringos gostam sim de nossa cidade... mesmo que a gente cobremos caro as camisas aqui na praia... o importante é a gente mostrar alegria, que é a nossa marca... não desiste, não, que a coisa vai melhorar!!!”
Abaixo estão cinco características mais especificamente ligadas à língua falada, mas uma delas é também marca da linguagem popular.
A opção que mostra sinais simultâneos da língua falada e da linguagem popular é:
“A Segunda Guerra foi mais ‘mundial’ que a primeira. Em lugar de 10% de neutralidade durante o primeiro conflito, só foram contados 2,5%. Em lugar de 73 milhões de mobilizados, 110 milhões. As perdas em vidas humanas foram mais consideráveis e estendidas à população civil”.
O segmento abaixo que NÃO mostra uma interpretação de fatos é:
“O rapaz viu a carteira no meio do caminho por onde andava. Acelerou o passo, pegou a carteira rapidamente e enfiou-a no bolso de trás da calça; olhou para trás e para os lados para assegurar-se de que ninguém o vira. A carteira parecia gorda e, quem sabe, teria muito dinheiro; não poderia abri-la ali, pois havia gente ao redor. Pensou em ir a um bar e trancar-se no banheiro para poder examinar o conteúdo, mas àquela hora os bares ainda estavam fechados. Decidiu apressar-se para chegar a sua casa o mais rápido possível...”.
O processo de criar suspense nesse pequeno texto é construído do seguinte modo:
Considere o texto a seguir.

Disponível em <https://cartum.folha.uol.com.br/quadrinhos>. Acesso em: 27 jan. 2024.

Considerando um processo de leitura proficiente de textos, o professor, em seu comentário, deixou de fazer menção a um fator de coerência prioritário para recuperar o propósito comunicativo da tirinha:

Disponível em: < https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia>. Acesso em: 07 nov. 2023
Seguem dois comentários de internautas sobre o texto:
Comentário 1

Disponível em:<https://www.instagram.com/liliaschwarcz/> . Acesso em: 07 nov. 2023. [Adaptado]
Comentário 2

Disponível em: <https://www.instagram.com/liliaschwarcz>. Acesso em: 07 nov. 2023. [Adaptado]
Os comentários dos internautas ratificam a concepção de linguagem como
A questão refere-se ao texto 3
Texto 3
Do salão frontal, saía um passadouro que permitia acesso a quatro alcovas: a de Florência era a primeira, seguida por uma que servia de depósito das ferramentas domésticas e por outra, fechada por serradura, na qual se guardavam utensílios e valores do negócio. A última era a de Luiz Delgado. Aos fundos, servia-se a casa de uma cozinha aberta para um pátio coberto de palha, onde, às noites, Ermínia pendurava sua rede.
Na edificação adjacente, um pouco mais larga, cumpria-se o negócio dos tabacos. A fachada era branca da mesma cal, e os portais, azuis do mesmo tom como na casa principal. Separava a loja do domicílio a existência, neste, de câmara larga para a entrada dos carros de bois com o fumo que vinha do Recôncavo e que, depois de melado, se vendia à clientela.
As paredes daquela loja, a exemplo das de quase todas as moradas de taipa na rua dos negócios, acabavam em alpendre coberto de palha da mesma espécie do barracão que se via aos fundos do terreno e no qual habitara Luiz Delgado desde que chegara de Portugal.
Para o lado poente, encontrava-se um pomar, a oficina e a olaria doméstica. Era onde dormiam Silvestre, Cícero e Cosme. No quintal, criavam-se aves e porcos. Tudo isso circundado por muros baixos de pedra assentada.
No limite posterior das tais duas propriedades, ao fundo de tudo o que continham, corria o ribeirão do peixe, que se provava sempre muito útil para as tarefas do asseio do domicílio e do negócio.
O interior da casa principal vinha ornado com um nicho e um oratório de madeira, como era de regra naquela cidade. De mobiliário, havia o que, para uma casa era necessário, sem extravagâncias: três cadeiras de araribá, uma mesa baixa com seu banco, além de um bufete com quatro gavetas competentes.
O chão era de terra batida, e havia sempre um tapete de bananeira trançada, mormente na temporada de chuvas. Cabides de chifres de boi serviam, nas alcovas, para pendurar algo de roupa e, no resto da casa, para enganchar chapéus, arreios e cordas.
[...]
(PORTO, Alexandre Vidal. Sodomita. São Paulo: Companhia das Letras, 2023)
A questão refere-se ao texto 3
Texto 3
Do salão frontal, saía um passadouro que permitia acesso a quatro alcovas: a de Florência era a primeira, seguida por uma que servia de depósito das ferramentas domésticas e por outra, fechada por serradura, na qual se guardavam utensílios e valores do negócio. A última era a de Luiz Delgado. Aos fundos, servia-se a casa de uma cozinha aberta para um pátio coberto de palha, onde, às noites, Ermínia pendurava sua rede.
Na edificação adjacente, um pouco mais larga, cumpria-se o negócio dos tabacos. A fachada era branca da mesma cal, e os portais, azuis do mesmo tom como na casa principal. Separava a loja do domicílio a existência, neste, de câmara larga para a entrada dos carros de bois com o fumo que vinha do Recôncavo e que, depois de melado, se vendia à clientela.
As paredes daquela loja, a exemplo das de quase todas as moradas de taipa na rua dos negócios, acabavam em alpendre coberto de palha da mesma espécie do barracão que se via aos fundos do terreno e no qual habitara Luiz Delgado desde que chegara de Portugal.
Para o lado poente, encontrava-se um pomar, a oficina e a olaria doméstica. Era onde dormiam Silvestre, Cícero e Cosme. No quintal, criavam-se aves e porcos. Tudo isso circundado por muros baixos de pedra assentada.
No limite posterior das tais duas propriedades, ao fundo de tudo o que continham, corria o ribeirão do peixe, que se provava sempre muito útil para as tarefas do asseio do domicílio e do negócio.
O interior da casa principal vinha ornado com um nicho e um oratório de madeira, como era de regra naquela cidade. De mobiliário, havia o que, para uma casa era necessário, sem extravagâncias: três cadeiras de araribá, uma mesa baixa com seu banco, além de um bufete com quatro gavetas competentes.
O chão era de terra batida, e havia sempre um tapete de bananeira trançada, mormente na temporada de chuvas. Cabides de chifres de boi serviam, nas alcovas, para pendurar algo de roupa e, no resto da casa, para enganchar chapéus, arreios e cordas.
[...]
(PORTO, Alexandre Vidal. Sodomita. São Paulo: Companhia das Letras, 2023)