Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3667043 Português
A um pum do "point of no return"

Por mais sofisticada que seja a tecnologia, ela não chega nem perto da experiência planetária de mais de 3,5 bilhões de anos das bactérias e fungos
Carlos Starling | 08/10/2024

        Nascemos estéreis. Virgens de qualquer bactéria no corpo. Ao passar pelo canal vaginal, entramos em contato com os primeiros micro-organismos que nos colonizam. O beijo e as lágrimas de felicidade da mãe e do pai nos fornecerão as bactérias mais carinhosas que jamais conheceremos. Aos poucos, elas vão se ajeitando em minúsculos espaços da pele, boca, intestinos e vias respiratórias.

        Em poucos dias, serão maioria nesse novo ser que acaba de nascer. Dois mundos em dimensões distintas, compartilhando o que chamamos de vida. Enganam-se os que acham que esses dois universos são pura harmonia. Pelo contrário. Precisamos de um exército de células de defesa, bem treinado e capacitado pela seleção natural para conter a fome desses minúsculos seres. Do primeiro ao último dia da nossa breve passagem por esse planeta, elas tentam alcançar espaços que não lhes pertencem. Cerca de 7 mil atentos leucócitos circulando por artérias e veias nos manterão vivos. Enquanto brincamos, crescemos, amamos, rimos e sofremos, eles trabalham para manter nossos planos e ilusões.

        “Viver é perigoso”, assim disse Riobaldo, personagem de Guimarães Rosa em Grande Sertão: Veredas. Micro-organismos alienígenas inevitavelmente nos encontrarão ao longo da vida. Nesse momento, contamos com uma tecnologia aliada, desenvolvida há menos de um século: os antibióticos. Além dos invasores, eles são “fogo amigo” contra nossa população microbiana, com a qual nascemos e estamos familiarizados. Os seres que ocuparão esse espaço vazio deixado em nossa pele e mucosas, geralmente, são resistentes a essas drogas fantásticas, que, juntamente com as vacinas e o saneamento básico, nos DERAM a longevidade que temos hoje.

        Quanto mais vulneráveis estivermos, mais necessitamos de antimicrobianos para nos mantermos vivos, e mais resistentes se tornarão as bactérias e fungos que nos habitam. Por mais sofisticada que seja a tecnologia, ela não chega nem perto da experiência planetária de mais de 3,5 bilhões de anos das bactérias e fungos.

        As bactérias multirresistentes (multi-R) desafiam praticamente todos os antimicrobianos que temos disponíveis em nosso arsenal terapêutico, nos deixando, como médicos, sem opção para tratar os pacientes, particularmente aqueles mais graves.

        A revista científica The Lancet publicou recentemente a estimativa de que, até 2050, 1,9 milhões de pessoas devem ser mortas todos os anos por infecções provocadas por bactérias multi-R, um aumento de 67% em relação à projeção de 2021. A OMS considera esta uma das 10 mais importantes ameaças de saúde pública global.

        No último 26 de setembro, a Assembleia Geral da ONU reiterou o documento de compromisso de combate à resistência microbiana de 2016, o qual foi assinado por 192 países, inclusive o Brasil. Assim como os compromissos de controle da emissão de gases de efeito estufa, esse documento poderá ir para a gaveta dos representantes da maioria dos países signatários. Mas pelo menos é o reconhecimento da importância do tema para a saúde global e de que investimentos pesados deverão ser feitos em pesquisas para reverter esse cenário sombrio para os próximos anos.    

        Porém, um fenômeno ainda mais preocupante e de consequências devastadoras vem acontecendo no mundo, e o Brasil não fica fora dessa: o crescimento do negacionismo. Ignorar o aumento da resistência microbiana, assim como a importância das vacinas, o aquecimento global e a urgência climática com consequências devastadoras é como não perceber o fogo no paiol.

        Eventos climáticos extremos de origem natural eliminaram milhares de espécies do planeta no passado, o que, de certa forma, nos favoreceu enquanto Homo sapiens. Entretanto, o que vivemos agora são alterações planetárias produzidas pelo próprio homem, com seu modelo de desenvolvimento predatório, extrativista, egoísta, imediatista e irresponsável.

GLOSSÁRIO:
- Point of no return: expressão inglesa que se traduz por “ponto de não retorno”. Tal expressão tem sido utilizada para alertar sobre a chegada de um momento em que não será mais possível voltar atrás nas ações que têm causado as mudanças climáticas e suas consequências.

STARLING, Carlos. A um pum do “point of no return”. Estado de Minas, 08 de outubro de 2024. Disponível em: https://www.em.com.br/colunistas/carlosstarling/2024/10/6959361-a-um-pum-do-point-of-no-return.html. Acesso em: 13 out. 2024. Adaptado.
Em qual dos trechos a seguir, a expressão sublinhada, veicula um sentido conotativo?
Alternativas
Q3667042 Português
A um pum do "point of no return"

Por mais sofisticada que seja a tecnologia, ela não chega nem perto da experiência planetária de mais de 3,5 bilhões de anos das bactérias e fungos
Carlos Starling | 08/10/2024

        Nascemos estéreis. Virgens de qualquer bactéria no corpo. Ao passar pelo canal vaginal, entramos em contato com os primeiros micro-organismos que nos colonizam. O beijo e as lágrimas de felicidade da mãe e do pai nos fornecerão as bactérias mais carinhosas que jamais conheceremos. Aos poucos, elas vão se ajeitando em minúsculos espaços da pele, boca, intestinos e vias respiratórias.

        Em poucos dias, serão maioria nesse novo ser que acaba de nascer. Dois mundos em dimensões distintas, compartilhando o que chamamos de vida. Enganam-se os que acham que esses dois universos são pura harmonia. Pelo contrário. Precisamos de um exército de células de defesa, bem treinado e capacitado pela seleção natural para conter a fome desses minúsculos seres. Do primeiro ao último dia da nossa breve passagem por esse planeta, elas tentam alcançar espaços que não lhes pertencem. Cerca de 7 mil atentos leucócitos circulando por artérias e veias nos manterão vivos. Enquanto brincamos, crescemos, amamos, rimos e sofremos, eles trabalham para manter nossos planos e ilusões.

        “Viver é perigoso”, assim disse Riobaldo, personagem de Guimarães Rosa em Grande Sertão: Veredas. Micro-organismos alienígenas inevitavelmente nos encontrarão ao longo da vida. Nesse momento, contamos com uma tecnologia aliada, desenvolvida há menos de um século: os antibióticos. Além dos invasores, eles são “fogo amigo” contra nossa população microbiana, com a qual nascemos e estamos familiarizados. Os seres que ocuparão esse espaço vazio deixado em nossa pele e mucosas, geralmente, são resistentes a essas drogas fantásticas, que, juntamente com as vacinas e o saneamento básico, nos DERAM a longevidade que temos hoje.

        Quanto mais vulneráveis estivermos, mais necessitamos de antimicrobianos para nos mantermos vivos, e mais resistentes se tornarão as bactérias e fungos que nos habitam. Por mais sofisticada que seja a tecnologia, ela não chega nem perto da experiência planetária de mais de 3,5 bilhões de anos das bactérias e fungos.

        As bactérias multirresistentes (multi-R) desafiam praticamente todos os antimicrobianos que temos disponíveis em nosso arsenal terapêutico, nos deixando, como médicos, sem opção para tratar os pacientes, particularmente aqueles mais graves.

        A revista científica The Lancet publicou recentemente a estimativa de que, até 2050, 1,9 milhões de pessoas devem ser mortas todos os anos por infecções provocadas por bactérias multi-R, um aumento de 67% em relação à projeção de 2021. A OMS considera esta uma das 10 mais importantes ameaças de saúde pública global.

        No último 26 de setembro, a Assembleia Geral da ONU reiterou o documento de compromisso de combate à resistência microbiana de 2016, o qual foi assinado por 192 países, inclusive o Brasil. Assim como os compromissos de controle da emissão de gases de efeito estufa, esse documento poderá ir para a gaveta dos representantes da maioria dos países signatários. Mas pelo menos é o reconhecimento da importância do tema para a saúde global e de que investimentos pesados deverão ser feitos em pesquisas para reverter esse cenário sombrio para os próximos anos.    

        Porém, um fenômeno ainda mais preocupante e de consequências devastadoras vem acontecendo no mundo, e o Brasil não fica fora dessa: o crescimento do negacionismo. Ignorar o aumento da resistência microbiana, assim como a importância das vacinas, o aquecimento global e a urgência climática com consequências devastadoras é como não perceber o fogo no paiol.

        Eventos climáticos extremos de origem natural eliminaram milhares de espécies do planeta no passado, o que, de certa forma, nos favoreceu enquanto Homo sapiens. Entretanto, o que vivemos agora são alterações planetárias produzidas pelo próprio homem, com seu modelo de desenvolvimento predatório, extrativista, egoísta, imediatista e irresponsável.

GLOSSÁRIO:
- Point of no return: expressão inglesa que se traduz por “ponto de não retorno”. Tal expressão tem sido utilizada para alertar sobre a chegada de um momento em que não será mais possível voltar atrás nas ações que têm causado as mudanças climáticas e suas consequências.

STARLING, Carlos. A um pum do “point of no return”. Estado de Minas, 08 de outubro de 2024. Disponível em: https://www.em.com.br/colunistas/carlosstarling/2024/10/6959361-a-um-pum-do-point-of-no-return.html. Acesso em: 13 out. 2024. Adaptado.
Leia o trecho a seguir.
Quanto mais vulneráveis estivermos, mais necessitamos de antimicrobianos para nos mantermos vivos, e mais resistentes se tornarão as bactérias e fungos que nos habitam.” (4º parágrafo)
Com base nos conectivos sublinhados no trecho, qual é a relação de sentido que se estabelece entre as orações por eles introduzidas?
Alternativas
Q3667041 Português
A um pum do "point of no return"

Por mais sofisticada que seja a tecnologia, ela não chega nem perto da experiência planetária de mais de 3,5 bilhões de anos das bactérias e fungos
Carlos Starling | 08/10/2024

        Nascemos estéreis. Virgens de qualquer bactéria no corpo. Ao passar pelo canal vaginal, entramos em contato com os primeiros micro-organismos que nos colonizam. O beijo e as lágrimas de felicidade da mãe e do pai nos fornecerão as bactérias mais carinhosas que jamais conheceremos. Aos poucos, elas vão se ajeitando em minúsculos espaços da pele, boca, intestinos e vias respiratórias.

        Em poucos dias, serão maioria nesse novo ser que acaba de nascer. Dois mundos em dimensões distintas, compartilhando o que chamamos de vida. Enganam-se os que acham que esses dois universos são pura harmonia. Pelo contrário. Precisamos de um exército de células de defesa, bem treinado e capacitado pela seleção natural para conter a fome desses minúsculos seres. Do primeiro ao último dia da nossa breve passagem por esse planeta, elas tentam alcançar espaços que não lhes pertencem. Cerca de 7 mil atentos leucócitos circulando por artérias e veias nos manterão vivos. Enquanto brincamos, crescemos, amamos, rimos e sofremos, eles trabalham para manter nossos planos e ilusões.

        “Viver é perigoso”, assim disse Riobaldo, personagem de Guimarães Rosa em Grande Sertão: Veredas. Micro-organismos alienígenas inevitavelmente nos encontrarão ao longo da vida. Nesse momento, contamos com uma tecnologia aliada, desenvolvida há menos de um século: os antibióticos. Além dos invasores, eles são “fogo amigo” contra nossa população microbiana, com a qual nascemos e estamos familiarizados. Os seres que ocuparão esse espaço vazio deixado em nossa pele e mucosas, geralmente, são resistentes a essas drogas fantásticas, que, juntamente com as vacinas e o saneamento básico, nos DERAM a longevidade que temos hoje.

        Quanto mais vulneráveis estivermos, mais necessitamos de antimicrobianos para nos mantermos vivos, e mais resistentes se tornarão as bactérias e fungos que nos habitam. Por mais sofisticada que seja a tecnologia, ela não chega nem perto da experiência planetária de mais de 3,5 bilhões de anos das bactérias e fungos.

        As bactérias multirresistentes (multi-R) desafiam praticamente todos os antimicrobianos que temos disponíveis em nosso arsenal terapêutico, nos deixando, como médicos, sem opção para tratar os pacientes, particularmente aqueles mais graves.

        A revista científica The Lancet publicou recentemente a estimativa de que, até 2050, 1,9 milhões de pessoas devem ser mortas todos os anos por infecções provocadas por bactérias multi-R, um aumento de 67% em relação à projeção de 2021. A OMS considera esta uma das 10 mais importantes ameaças de saúde pública global.

        No último 26 de setembro, a Assembleia Geral da ONU reiterou o documento de compromisso de combate à resistência microbiana de 2016, o qual foi assinado por 192 países, inclusive o Brasil. Assim como os compromissos de controle da emissão de gases de efeito estufa, esse documento poderá ir para a gaveta dos representantes da maioria dos países signatários. Mas pelo menos é o reconhecimento da importância do tema para a saúde global e de que investimentos pesados deverão ser feitos em pesquisas para reverter esse cenário sombrio para os próximos anos.    

        Porém, um fenômeno ainda mais preocupante e de consequências devastadoras vem acontecendo no mundo, e o Brasil não fica fora dessa: o crescimento do negacionismo. Ignorar o aumento da resistência microbiana, assim como a importância das vacinas, o aquecimento global e a urgência climática com consequências devastadoras é como não perceber o fogo no paiol.

        Eventos climáticos extremos de origem natural eliminaram milhares de espécies do planeta no passado, o que, de certa forma, nos favoreceu enquanto Homo sapiens. Entretanto, o que vivemos agora são alterações planetárias produzidas pelo próprio homem, com seu modelo de desenvolvimento predatório, extrativista, egoísta, imediatista e irresponsável.

GLOSSÁRIO:
- Point of no return: expressão inglesa que se traduz por “ponto de não retorno”. Tal expressão tem sido utilizada para alertar sobre a chegada de um momento em que não será mais possível voltar atrás nas ações que têm causado as mudanças climáticas e suas consequências.

STARLING, Carlos. A um pum do “point of no return”. Estado de Minas, 08 de outubro de 2024. Disponível em: https://www.em.com.br/colunistas/carlosstarling/2024/10/6959361-a-um-pum-do-point-of-no-return.html. Acesso em: 13 out. 2024. Adaptado.
Leia o trecho a seguir.
“A revista científica The Lancet publicou recentemente a estimativa de que, até 2050, 1,9 milhões de pessoas devem ser mortas todos os anos por infecções provocadas por bactérias multi-R, um aumento de 67% em relação à projeção de 2021. A OMS considera esta uma das 10 mais importantes ameaças de saúde pública global.” (6º parágrafo)

Qual é a função da linguagem que predomina no trecho?
Alternativas
Q3667039 Português
A um pum do "point of no return"

Por mais sofisticada que seja a tecnologia, ela não chega nem perto da experiência planetária de mais de 3,5 bilhões de anos das bactérias e fungos
Carlos Starling | 08/10/2024

        Nascemos estéreis. Virgens de qualquer bactéria no corpo. Ao passar pelo canal vaginal, entramos em contato com os primeiros micro-organismos que nos colonizam. O beijo e as lágrimas de felicidade da mãe e do pai nos fornecerão as bactérias mais carinhosas que jamais conheceremos. Aos poucos, elas vão se ajeitando em minúsculos espaços da pele, boca, intestinos e vias respiratórias.

        Em poucos dias, serão maioria nesse novo ser que acaba de nascer. Dois mundos em dimensões distintas, compartilhando o que chamamos de vida. Enganam-se os que acham que esses dois universos são pura harmonia. Pelo contrário. Precisamos de um exército de células de defesa, bem treinado e capacitado pela seleção natural para conter a fome desses minúsculos seres. Do primeiro ao último dia da nossa breve passagem por esse planeta, elas tentam alcançar espaços que não lhes pertencem. Cerca de 7 mil atentos leucócitos circulando por artérias e veias nos manterão vivos. Enquanto brincamos, crescemos, amamos, rimos e sofremos, eles trabalham para manter nossos planos e ilusões.

        “Viver é perigoso”, assim disse Riobaldo, personagem de Guimarães Rosa em Grande Sertão: Veredas. Micro-organismos alienígenas inevitavelmente nos encontrarão ao longo da vida. Nesse momento, contamos com uma tecnologia aliada, desenvolvida há menos de um século: os antibióticos. Além dos invasores, eles são “fogo amigo” contra nossa população microbiana, com a qual nascemos e estamos familiarizados. Os seres que ocuparão esse espaço vazio deixado em nossa pele e mucosas, geralmente, são resistentes a essas drogas fantásticas, que, juntamente com as vacinas e o saneamento básico, nos DERAM a longevidade que temos hoje.

        Quanto mais vulneráveis estivermos, mais necessitamos de antimicrobianos para nos mantermos vivos, e mais resistentes se tornarão as bactérias e fungos que nos habitam. Por mais sofisticada que seja a tecnologia, ela não chega nem perto da experiência planetária de mais de 3,5 bilhões de anos das bactérias e fungos.

        As bactérias multirresistentes (multi-R) desafiam praticamente todos os antimicrobianos que temos disponíveis em nosso arsenal terapêutico, nos deixando, como médicos, sem opção para tratar os pacientes, particularmente aqueles mais graves.

        A revista científica The Lancet publicou recentemente a estimativa de que, até 2050, 1,9 milhões de pessoas devem ser mortas todos os anos por infecções provocadas por bactérias multi-R, um aumento de 67% em relação à projeção de 2021. A OMS considera esta uma das 10 mais importantes ameaças de saúde pública global.

        No último 26 de setembro, a Assembleia Geral da ONU reiterou o documento de compromisso de combate à resistência microbiana de 2016, o qual foi assinado por 192 países, inclusive o Brasil. Assim como os compromissos de controle da emissão de gases de efeito estufa, esse documento poderá ir para a gaveta dos representantes da maioria dos países signatários. Mas pelo menos é o reconhecimento da importância do tema para a saúde global e de que investimentos pesados deverão ser feitos em pesquisas para reverter esse cenário sombrio para os próximos anos.    

        Porém, um fenômeno ainda mais preocupante e de consequências devastadoras vem acontecendo no mundo, e o Brasil não fica fora dessa: o crescimento do negacionismo. Ignorar o aumento da resistência microbiana, assim como a importância das vacinas, o aquecimento global e a urgência climática com consequências devastadoras é como não perceber o fogo no paiol.

        Eventos climáticos extremos de origem natural eliminaram milhares de espécies do planeta no passado, o que, de certa forma, nos favoreceu enquanto Homo sapiens. Entretanto, o que vivemos agora são alterações planetárias produzidas pelo próprio homem, com seu modelo de desenvolvimento predatório, extrativista, egoísta, imediatista e irresponsável.

GLOSSÁRIO:
- Point of no return: expressão inglesa que se traduz por “ponto de não retorno”. Tal expressão tem sido utilizada para alertar sobre a chegada de um momento em que não será mais possível voltar atrás nas ações que têm causado as mudanças climáticas e suas consequências.

STARLING, Carlos. A um pum do “point of no return”. Estado de Minas, 08 de outubro de 2024. Disponível em: https://www.em.com.br/colunistas/carlosstarling/2024/10/6959361-a-um-pum-do-point-of-no-return.html. Acesso em: 13 out. 2024. Adaptado.
Em meio ao texto, é possível identificar um fator que confere credibilidade à argumentação desenvolvida: a profissão do seu autor. Assinale a alternativa que apresenta corretamente a profissão do articulista.
Alternativas
Q3667038 Português
A um pum do "point of no return"

Por mais sofisticada que seja a tecnologia, ela não chega nem perto da experiência planetária de mais de 3,5 bilhões de anos das bactérias e fungos
Carlos Starling | 08/10/2024

        Nascemos estéreis. Virgens de qualquer bactéria no corpo. Ao passar pelo canal vaginal, entramos em contato com os primeiros micro-organismos que nos colonizam. O beijo e as lágrimas de felicidade da mãe e do pai nos fornecerão as bactérias mais carinhosas que jamais conheceremos. Aos poucos, elas vão se ajeitando em minúsculos espaços da pele, boca, intestinos e vias respiratórias.

        Em poucos dias, serão maioria nesse novo ser que acaba de nascer. Dois mundos em dimensões distintas, compartilhando o que chamamos de vida. Enganam-se os que acham que esses dois universos são pura harmonia. Pelo contrário. Precisamos de um exército de células de defesa, bem treinado e capacitado pela seleção natural para conter a fome desses minúsculos seres. Do primeiro ao último dia da nossa breve passagem por esse planeta, elas tentam alcançar espaços que não lhes pertencem. Cerca de 7 mil atentos leucócitos circulando por artérias e veias nos manterão vivos. Enquanto brincamos, crescemos, amamos, rimos e sofremos, eles trabalham para manter nossos planos e ilusões.

        “Viver é perigoso”, assim disse Riobaldo, personagem de Guimarães Rosa em Grande Sertão: Veredas. Micro-organismos alienígenas inevitavelmente nos encontrarão ao longo da vida. Nesse momento, contamos com uma tecnologia aliada, desenvolvida há menos de um século: os antibióticos. Além dos invasores, eles são “fogo amigo” contra nossa população microbiana, com a qual nascemos e estamos familiarizados. Os seres que ocuparão esse espaço vazio deixado em nossa pele e mucosas, geralmente, são resistentes a essas drogas fantásticas, que, juntamente com as vacinas e o saneamento básico, nos DERAM a longevidade que temos hoje.

        Quanto mais vulneráveis estivermos, mais necessitamos de antimicrobianos para nos mantermos vivos, e mais resistentes se tornarão as bactérias e fungos que nos habitam. Por mais sofisticada que seja a tecnologia, ela não chega nem perto da experiência planetária de mais de 3,5 bilhões de anos das bactérias e fungos.

        As bactérias multirresistentes (multi-R) desafiam praticamente todos os antimicrobianos que temos disponíveis em nosso arsenal terapêutico, nos deixando, como médicos, sem opção para tratar os pacientes, particularmente aqueles mais graves.

        A revista científica The Lancet publicou recentemente a estimativa de que, até 2050, 1,9 milhões de pessoas devem ser mortas todos os anos por infecções provocadas por bactérias multi-R, um aumento de 67% em relação à projeção de 2021. A OMS considera esta uma das 10 mais importantes ameaças de saúde pública global.

        No último 26 de setembro, a Assembleia Geral da ONU reiterou o documento de compromisso de combate à resistência microbiana de 2016, o qual foi assinado por 192 países, inclusive o Brasil. Assim como os compromissos de controle da emissão de gases de efeito estufa, esse documento poderá ir para a gaveta dos representantes da maioria dos países signatários. Mas pelo menos é o reconhecimento da importância do tema para a saúde global e de que investimentos pesados deverão ser feitos em pesquisas para reverter esse cenário sombrio para os próximos anos.    

        Porém, um fenômeno ainda mais preocupante e de consequências devastadoras vem acontecendo no mundo, e o Brasil não fica fora dessa: o crescimento do negacionismo. Ignorar o aumento da resistência microbiana, assim como a importância das vacinas, o aquecimento global e a urgência climática com consequências devastadoras é como não perceber o fogo no paiol.

        Eventos climáticos extremos de origem natural eliminaram milhares de espécies do planeta no passado, o que, de certa forma, nos favoreceu enquanto Homo sapiens. Entretanto, o que vivemos agora são alterações planetárias produzidas pelo próprio homem, com seu modelo de desenvolvimento predatório, extrativista, egoísta, imediatista e irresponsável.

GLOSSÁRIO:
- Point of no return: expressão inglesa que se traduz por “ponto de não retorno”. Tal expressão tem sido utilizada para alertar sobre a chegada de um momento em que não será mais possível voltar atrás nas ações que têm causado as mudanças climáticas e suas consequências.

STARLING, Carlos. A um pum do “point of no return”. Estado de Minas, 08 de outubro de 2024. Disponível em: https://www.em.com.br/colunistas/carlosstarling/2024/10/6959361-a-um-pum-do-point-of-no-return.html. Acesso em: 13 out. 2024. Adaptado.
De acordo com as informações do texto,
Alternativas
Ano: 2024 Banca: GUALIMP Órgão: Prefeitura de Alfredo Chaves - ES Provas: GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Agente Comunitário de Saúde (Comum a todas as microáreas) | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Agente de Combate a Endemias | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Agente de Fiscalização | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Assistente Administrativo (SAAE) | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Assistente de Sala | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Assistente Técnico de Controle Interno | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Auxiliar Administrativo | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Auxiliar de Farmácia | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Auxiliar de Regulação em Serviços de Saúde | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Auxiliar em Saúde Bucal | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Auxiliar Técnico de Informática | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Cuidador (Educação) | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Eletricista | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Oficial Administrativo | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Técnico em Enfermagem | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Técnico em Meio Ambiente | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Técnico em Radiologia | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Técnico em Segurança do Trabalho |
Q3666948 Português
Atenção! Leia atentamente o texto abaixo e responda à questão


Ano de Saturno: o que esperar do planeta regente de 2024? 2024 reserva para nós uma jornada peculiar e importante, regida pelo majestoso planeta das lições. Confira o que esperar do ano de Saturno!


Larissa Nacif


Bem-vindos a um novo ciclo, amantes da Astrologia! Afinal, o ano de 2024 reserva para nós uma jornada peculiar e importante, regida pelo majestoso Saturno. Esse planeta é muitas vezes associado a lições, responsabilidades e, além disso, estruturas. Vamos, então, explorar o que podemos esperar durante o "ano de Saturno" e como podemos transformar suas influências em oportunidades de crescimento! 2024 reserva para nós uma jornada peculiar e importante, regida pelo majestoso planeta das lições.


Planeta regente de 2024


Imagine Saturno como o mestre de cerimônias astrológico de 2024, orquestrando os eventos que moldarão nosso destino. Pois bem, nesse ano, suas influências estarão entrelaçadas em todos os aspectos de nossas vidas, desde relacionamentos até carreiras e autoconhecimento.


Lições do planeta regente de 2024


Saturno é conhecido por nos ensinar lições valiosas, muitas vezes por meio de desafios que exigem paciência e determinação. Por isso, durante o ano de 2024, podemos esperar a oportunidade de construir bases sólidas para nossos objetivos, enfrentando responsabilidades com sabedoria.


Responsabilidade e disciplina


Saturno favorece aqueles que abraçam a responsabilidade e a disciplina. Por isso, se estivermos dispostos a trabalhar duro e assumir compromissos, podemos colher recompensas duradouras ao longo do ano. Assim, esse será o momento de avaliar nossas metas e de nos esforçarmos de forma consistente.


Reavaliação de relacionamentos


Nos relacionamentos, Saturno nos convida a uma reavaliação. Afinal, qualidade supera quantidade, e parcerias fundamentadas em respeito mútuo e comprometimento ganharão destaque. Assim, a honestidade consigo mesmo e com os outros será a chave.


Autoconhecimento profundo


O período sob Saturno é propício para uma jornada de autoconhecimento profundo. Por isso, devemos explorar nossas verdades internas, enfrentar nossos medos e trabalhar para superar limitações auto impostas.


Abraçando as lições de Saturno com coragem


Nesse "ano de Saturno", seremos chamados a abraçar suas lições com coragem e resiliência. Ao construir bases sólidas, assumir responsabilidades com disciplina e buscar relacionamentos autênticos, podemos transformar as influências de Saturno em bênçãos duradouras. Que o ano de 2024 nos guie em direção ao crescimento pessoal e à realização de nossos sonhos mais profundos!


(Fonte:https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/horoscopo/ano-de-saturno-o-que-esperar-do-planeta-regente-de-2024
No contexto a frase “Abraçando as lições de Saturno com coragem” expressa a ideia:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: GUALIMP Órgão: Prefeitura de Alfredo Chaves - ES Provas: GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Agente Comunitário de Saúde (Comum a todas as microáreas) | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Agente de Combate a Endemias | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Agente de Fiscalização | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Assistente Administrativo (SAAE) | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Assistente de Sala | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Assistente Técnico de Controle Interno | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Auxiliar Administrativo | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Auxiliar de Farmácia | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Auxiliar de Regulação em Serviços de Saúde | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Auxiliar em Saúde Bucal | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Auxiliar Técnico de Informática | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Cuidador (Educação) | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Eletricista | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Oficial Administrativo | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Técnico em Enfermagem | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Técnico em Meio Ambiente | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Técnico em Radiologia | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Técnico em Segurança do Trabalho |
Q3666947 Português
Atenção! Leia atentamente o texto abaixo e responda à questão


Ano de Saturno: o que esperar do planeta regente de 2024? 2024 reserva para nós uma jornada peculiar e importante, regida pelo majestoso planeta das lições. Confira o que esperar do ano de Saturno!


Larissa Nacif


Bem-vindos a um novo ciclo, amantes da Astrologia! Afinal, o ano de 2024 reserva para nós uma jornada peculiar e importante, regida pelo majestoso Saturno. Esse planeta é muitas vezes associado a lições, responsabilidades e, além disso, estruturas. Vamos, então, explorar o que podemos esperar durante o "ano de Saturno" e como podemos transformar suas influências em oportunidades de crescimento! 2024 reserva para nós uma jornada peculiar e importante, regida pelo majestoso planeta das lições.


Planeta regente de 2024


Imagine Saturno como o mestre de cerimônias astrológico de 2024, orquestrando os eventos que moldarão nosso destino. Pois bem, nesse ano, suas influências estarão entrelaçadas em todos os aspectos de nossas vidas, desde relacionamentos até carreiras e autoconhecimento.


Lições do planeta regente de 2024


Saturno é conhecido por nos ensinar lições valiosas, muitas vezes por meio de desafios que exigem paciência e determinação. Por isso, durante o ano de 2024, podemos esperar a oportunidade de construir bases sólidas para nossos objetivos, enfrentando responsabilidades com sabedoria.


Responsabilidade e disciplina


Saturno favorece aqueles que abraçam a responsabilidade e a disciplina. Por isso, se estivermos dispostos a trabalhar duro e assumir compromissos, podemos colher recompensas duradouras ao longo do ano. Assim, esse será o momento de avaliar nossas metas e de nos esforçarmos de forma consistente.


Reavaliação de relacionamentos


Nos relacionamentos, Saturno nos convida a uma reavaliação. Afinal, qualidade supera quantidade, e parcerias fundamentadas em respeito mútuo e comprometimento ganharão destaque. Assim, a honestidade consigo mesmo e com os outros será a chave.


Autoconhecimento profundo


O período sob Saturno é propício para uma jornada de autoconhecimento profundo. Por isso, devemos explorar nossas verdades internas, enfrentar nossos medos e trabalhar para superar limitações auto impostas.


Abraçando as lições de Saturno com coragem


Nesse "ano de Saturno", seremos chamados a abraçar suas lições com coragem e resiliência. Ao construir bases sólidas, assumir responsabilidades com disciplina e buscar relacionamentos autênticos, podemos transformar as influências de Saturno em bênçãos duradouras. Que o ano de 2024 nos guie em direção ao crescimento pessoal e à realização de nossos sonhos mais profundos!


(Fonte:https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/horoscopo/ano-de-saturno-o-que-esperar-do-planeta-regente-de-2024
Em “Vamos, então, explorar o que podemos esperar durante o "ano de Saturno" e como podemos transformar suas influências em oportunidades de crescimento!”, a palavra sublinhada se refere a:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: GUALIMP Órgão: Prefeitura de Alfredo Chaves - ES Provas: GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Agente Comunitário de Saúde (Comum a todas as microáreas) | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Agente de Combate a Endemias | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Agente de Fiscalização | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Assistente Administrativo (SAAE) | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Assistente de Sala | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Assistente Técnico de Controle Interno | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Auxiliar Administrativo | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Auxiliar de Farmácia | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Auxiliar de Regulação em Serviços de Saúde | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Auxiliar em Saúde Bucal | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Auxiliar Técnico de Informática | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Cuidador (Educação) | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Eletricista | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Oficial Administrativo | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Técnico em Enfermagem | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Técnico em Meio Ambiente | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Técnico em Radiologia | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Técnico em Segurança do Trabalho |
Q3666946 Português
Atenção! Leia atentamente o texto abaixo e responda à questão


Ano de Saturno: o que esperar do planeta regente de 2024? 2024 reserva para nós uma jornada peculiar e importante, regida pelo majestoso planeta das lições. Confira o que esperar do ano de Saturno!


Larissa Nacif


Bem-vindos a um novo ciclo, amantes da Astrologia! Afinal, o ano de 2024 reserva para nós uma jornada peculiar e importante, regida pelo majestoso Saturno. Esse planeta é muitas vezes associado a lições, responsabilidades e, além disso, estruturas. Vamos, então, explorar o que podemos esperar durante o "ano de Saturno" e como podemos transformar suas influências em oportunidades de crescimento! 2024 reserva para nós uma jornada peculiar e importante, regida pelo majestoso planeta das lições.


Planeta regente de 2024


Imagine Saturno como o mestre de cerimônias astrológico de 2024, orquestrando os eventos que moldarão nosso destino. Pois bem, nesse ano, suas influências estarão entrelaçadas em todos os aspectos de nossas vidas, desde relacionamentos até carreiras e autoconhecimento.


Lições do planeta regente de 2024


Saturno é conhecido por nos ensinar lições valiosas, muitas vezes por meio de desafios que exigem paciência e determinação. Por isso, durante o ano de 2024, podemos esperar a oportunidade de construir bases sólidas para nossos objetivos, enfrentando responsabilidades com sabedoria.


Responsabilidade e disciplina


Saturno favorece aqueles que abraçam a responsabilidade e a disciplina. Por isso, se estivermos dispostos a trabalhar duro e assumir compromissos, podemos colher recompensas duradouras ao longo do ano. Assim, esse será o momento de avaliar nossas metas e de nos esforçarmos de forma consistente.


Reavaliação de relacionamentos


Nos relacionamentos, Saturno nos convida a uma reavaliação. Afinal, qualidade supera quantidade, e parcerias fundamentadas em respeito mútuo e comprometimento ganharão destaque. Assim, a honestidade consigo mesmo e com os outros será a chave.


Autoconhecimento profundo


O período sob Saturno é propício para uma jornada de autoconhecimento profundo. Por isso, devemos explorar nossas verdades internas, enfrentar nossos medos e trabalhar para superar limitações auto impostas.


Abraçando as lições de Saturno com coragem


Nesse "ano de Saturno", seremos chamados a abraçar suas lições com coragem e resiliência. Ao construir bases sólidas, assumir responsabilidades com disciplina e buscar relacionamentos autênticos, podemos transformar as influências de Saturno em bênçãos duradouras. Que o ano de 2024 nos guie em direção ao crescimento pessoal e à realização de nossos sonhos mais profundos!


(Fonte:https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/horoscopo/ano-de-saturno-o-que-esperar-do-planeta-regente-de-2024
Leia o trecho abaixo:

“Ao construir bases sólidas, assumir responsabilidades com disciplina e buscar relacionamentos autênticos, podemos transformar as influências de Saturno em bênçãos duradouras.”

A palavra sublinhada, no contexto, significa:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: GUALIMP Órgão: Prefeitura de Alfredo Chaves - ES Provas: GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Agente Comunitário de Saúde (Comum a todas as microáreas) | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Agente de Combate a Endemias | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Agente de Fiscalização | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Assistente Administrativo (SAAE) | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Assistente de Sala | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Assistente Técnico de Controle Interno | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Auxiliar Administrativo | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Auxiliar de Farmácia | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Auxiliar de Regulação em Serviços de Saúde | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Auxiliar em Saúde Bucal | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Auxiliar Técnico de Informática | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Cuidador (Educação) | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Eletricista | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Oficial Administrativo | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Técnico em Enfermagem | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Técnico em Meio Ambiente | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Técnico em Radiologia | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Técnico em Segurança do Trabalho |
Q3666945 Português
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Ano de Saturno: o que esperar do planeta regente de 2024? 2024 reserva para nós uma jornada peculiar e importante, regida pelo majestoso planeta das lições. Confira o que esperar do ano de Saturno!


Larissa Nacif


Bem-vindos a um novo ciclo, amantes da Astrologia! Afinal, o ano de 2024 reserva para nós uma jornada peculiar e importante, regida pelo majestoso Saturno. Esse planeta é muitas vezes associado a lições, responsabilidades e, além disso, estruturas. Vamos, então, explorar o que podemos esperar durante o "ano de Saturno" e como podemos transformar suas influências em oportunidades de crescimento! 2024 reserva para nós uma jornada peculiar e importante, regida pelo majestoso planeta das lições.


Planeta regente de 2024


Imagine Saturno como o mestre de cerimônias astrológico de 2024, orquestrando os eventos que moldarão nosso destino. Pois bem, nesse ano, suas influências estarão entrelaçadas em todos os aspectos de nossas vidas, desde relacionamentos até carreiras e autoconhecimento.


Lições do planeta regente de 2024


Saturno é conhecido por nos ensinar lições valiosas, muitas vezes por meio de desafios que exigem paciência e determinação. Por isso, durante o ano de 2024, podemos esperar a oportunidade de construir bases sólidas para nossos objetivos, enfrentando responsabilidades com sabedoria.


Responsabilidade e disciplina


Saturno favorece aqueles que abraçam a responsabilidade e a disciplina. Por isso, se estivermos dispostos a trabalhar duro e assumir compromissos, podemos colher recompensas duradouras ao longo do ano. Assim, esse será o momento de avaliar nossas metas e de nos esforçarmos de forma consistente.


Reavaliação de relacionamentos


Nos relacionamentos, Saturno nos convida a uma reavaliação. Afinal, qualidade supera quantidade, e parcerias fundamentadas em respeito mútuo e comprometimento ganharão destaque. Assim, a honestidade consigo mesmo e com os outros será a chave.


Autoconhecimento profundo


O período sob Saturno é propício para uma jornada de autoconhecimento profundo. Por isso, devemos explorar nossas verdades internas, enfrentar nossos medos e trabalhar para superar limitações auto impostas.


Abraçando as lições de Saturno com coragem


Nesse "ano de Saturno", seremos chamados a abraçar suas lições com coragem e resiliência. Ao construir bases sólidas, assumir responsabilidades com disciplina e buscar relacionamentos autênticos, podemos transformar as influências de Saturno em bênçãos duradouras. Que o ano de 2024 nos guie em direção ao crescimento pessoal e à realização de nossos sonhos mais profundos!


(Fonte:https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/horoscopo/ano-de-saturno-o-que-esperar-do-planeta-regente-de-2024
Na parte “Imagine Saturno como o mestre de cerimônias astrológico de 2024, orquestrando os eventos que moldarão nosso destino.”, a autora utiliza a expressão sublinhada para:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: GUALIMP Órgão: Prefeitura de Alfredo Chaves - ES Provas: GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Agente Comunitário de Saúde (Comum a todas as microáreas) | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Agente de Combate a Endemias | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Agente de Fiscalização | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Assistente Administrativo (SAAE) | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Assistente de Sala | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Assistente Técnico de Controle Interno | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Auxiliar Administrativo | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Auxiliar de Farmácia | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Auxiliar de Regulação em Serviços de Saúde | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Auxiliar em Saúde Bucal | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Auxiliar Técnico de Informática | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Cuidador (Educação) | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Eletricista | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Oficial Administrativo | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Técnico em Enfermagem | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Técnico em Meio Ambiente | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Técnico em Radiologia | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Técnico em Segurança do Trabalho |
Q3666944 Português
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Ano de Saturno: o que esperar do planeta regente de 2024? 2024 reserva para nós uma jornada peculiar e importante, regida pelo majestoso planeta das lições. Confira o que esperar do ano de Saturno!


Larissa Nacif


Bem-vindos a um novo ciclo, amantes da Astrologia! Afinal, o ano de 2024 reserva para nós uma jornada peculiar e importante, regida pelo majestoso Saturno. Esse planeta é muitas vezes associado a lições, responsabilidades e, além disso, estruturas. Vamos, então, explorar o que podemos esperar durante o "ano de Saturno" e como podemos transformar suas influências em oportunidades de crescimento! 2024 reserva para nós uma jornada peculiar e importante, regida pelo majestoso planeta das lições.


Planeta regente de 2024


Imagine Saturno como o mestre de cerimônias astrológico de 2024, orquestrando os eventos que moldarão nosso destino. Pois bem, nesse ano, suas influências estarão entrelaçadas em todos os aspectos de nossas vidas, desde relacionamentos até carreiras e autoconhecimento.


Lições do planeta regente de 2024


Saturno é conhecido por nos ensinar lições valiosas, muitas vezes por meio de desafios que exigem paciência e determinação. Por isso, durante o ano de 2024, podemos esperar a oportunidade de construir bases sólidas para nossos objetivos, enfrentando responsabilidades com sabedoria.


Responsabilidade e disciplina


Saturno favorece aqueles que abraçam a responsabilidade e a disciplina. Por isso, se estivermos dispostos a trabalhar duro e assumir compromissos, podemos colher recompensas duradouras ao longo do ano. Assim, esse será o momento de avaliar nossas metas e de nos esforçarmos de forma consistente.


Reavaliação de relacionamentos


Nos relacionamentos, Saturno nos convida a uma reavaliação. Afinal, qualidade supera quantidade, e parcerias fundamentadas em respeito mútuo e comprometimento ganharão destaque. Assim, a honestidade consigo mesmo e com os outros será a chave.


Autoconhecimento profundo


O período sob Saturno é propício para uma jornada de autoconhecimento profundo. Por isso, devemos explorar nossas verdades internas, enfrentar nossos medos e trabalhar para superar limitações auto impostas.


Abraçando as lições de Saturno com coragem


Nesse "ano de Saturno", seremos chamados a abraçar suas lições com coragem e resiliência. Ao construir bases sólidas, assumir responsabilidades com disciplina e buscar relacionamentos autênticos, podemos transformar as influências de Saturno em bênçãos duradouras. Que o ano de 2024 nos guie em direção ao crescimento pessoal e à realização de nossos sonhos mais profundos!


(Fonte:https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/horoscopo/ano-de-saturno-o-que-esperar-do-planeta-regente-de-2024
Leia o seguinte trecho:

“Afinal, o ano de 2024 reserva para nós uma jornada peculiar e importante, regida pelo majestoso Saturno.”

O vocábulo “peculiar” em destaque, sugere no contexto que: 
Alternativas
Ano: 2024 Banca: GUALIMP Órgão: Prefeitura de Alfredo Chaves - ES Provas: GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Agente Comunitário de Saúde (Comum a todas as microáreas) | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Agente de Combate a Endemias | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Agente de Fiscalização | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Assistente Administrativo (SAAE) | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Assistente de Sala | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Assistente Técnico de Controle Interno | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Auxiliar Administrativo | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Auxiliar de Farmácia | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Auxiliar de Regulação em Serviços de Saúde | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Auxiliar em Saúde Bucal | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Auxiliar Técnico de Informática | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Cuidador (Educação) | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Eletricista | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Oficial Administrativo | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Técnico em Enfermagem | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Técnico em Meio Ambiente | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Técnico em Radiologia | GUALIMP - 2024 - Prefeitura de Alfredo Chaves - ES - Técnico em Segurança do Trabalho |
Q3666943 Português
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Ano de Saturno: o que esperar do planeta regente de 2024? 2024 reserva para nós uma jornada peculiar e importante, regida pelo majestoso planeta das lições. Confira o que esperar do ano de Saturno!


Larissa Nacif


Bem-vindos a um novo ciclo, amantes da Astrologia! Afinal, o ano de 2024 reserva para nós uma jornada peculiar e importante, regida pelo majestoso Saturno. Esse planeta é muitas vezes associado a lições, responsabilidades e, além disso, estruturas. Vamos, então, explorar o que podemos esperar durante o "ano de Saturno" e como podemos transformar suas influências em oportunidades de crescimento! 2024 reserva para nós uma jornada peculiar e importante, regida pelo majestoso planeta das lições.


Planeta regente de 2024


Imagine Saturno como o mestre de cerimônias astrológico de 2024, orquestrando os eventos que moldarão nosso destino. Pois bem, nesse ano, suas influências estarão entrelaçadas em todos os aspectos de nossas vidas, desde relacionamentos até carreiras e autoconhecimento.


Lições do planeta regente de 2024


Saturno é conhecido por nos ensinar lições valiosas, muitas vezes por meio de desafios que exigem paciência e determinação. Por isso, durante o ano de 2024, podemos esperar a oportunidade de construir bases sólidas para nossos objetivos, enfrentando responsabilidades com sabedoria.


Responsabilidade e disciplina


Saturno favorece aqueles que abraçam a responsabilidade e a disciplina. Por isso, se estivermos dispostos a trabalhar duro e assumir compromissos, podemos colher recompensas duradouras ao longo do ano. Assim, esse será o momento de avaliar nossas metas e de nos esforçarmos de forma consistente.


Reavaliação de relacionamentos


Nos relacionamentos, Saturno nos convida a uma reavaliação. Afinal, qualidade supera quantidade, e parcerias fundamentadas em respeito mútuo e comprometimento ganharão destaque. Assim, a honestidade consigo mesmo e com os outros será a chave.


Autoconhecimento profundo


O período sob Saturno é propício para uma jornada de autoconhecimento profundo. Por isso, devemos explorar nossas verdades internas, enfrentar nossos medos e trabalhar para superar limitações auto impostas.


Abraçando as lições de Saturno com coragem


Nesse "ano de Saturno", seremos chamados a abraçar suas lições com coragem e resiliência. Ao construir bases sólidas, assumir responsabilidades com disciplina e buscar relacionamentos autênticos, podemos transformar as influências de Saturno em bênçãos duradouras. Que o ano de 2024 nos guie em direção ao crescimento pessoal e à realização de nossos sonhos mais profundos!


(Fonte:https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/horoscopo/ano-de-saturno-o-que-esperar-do-planeta-regente-de-2024
A finalidade do texto é:
Alternativas
Q3666877 Português
Leia a tirinha a seguir.

Q16.png (338×293)
VIDA DE SUPORTE. Juiz. 10/06/2024. Disponível em: https://vidadesuporte.com.br/suporte-a-serie/juiz/. Acesso em: 13 jun. 2024.

Analise as proposições acerca dos fatos apresentados na tirinha.

I. Os funcionários jogavam “peladas” (partidas informais de futebol).
II. O gerente era muito querido pelos funcionários.
III. No início da “pelada”, já houve um pênalti marcado pelo gerente.
IV. O gerente não gostou de se oferecer para ser juiz em uma “pelada”.

Qual(is) dessas proposições pode(m) ser considerada(s) adequada(s) para uma interpretação da tirinha?
Alternativas
Q3666875 Português
Leia e analise o parágrafo a seguir.

“Ele estava caminhando pelo longo corredor do Ministério e estava quase no lugar onde Júlia havia colocado o bilhete em sua mão quando se deu conta de que alguém maior do que ele estava seguindo-o. A pessoa, quem quer que fosse, deu uma pequena tosse, evidentemente como um prelúdio para falar. Winston parou abruptamente e virou-se. Era O’Brien.”

ORWELL, George. 1984. Curitiba: Gazeta do Povo, 2022. Disponível em: https://multimidia.gazetadopovo.com.br/media/info/2022/202209/1984/e-book1984.pdf. Acesso em: 13 jun. 2024.

A qual informação textual se refere o pronome pessoal que inicia o parágrafo?
Alternativas
Q3666873 Português
Analise o texto a seguir.

Q12.png (336×328)
POYNTING, Mark; RIVAULT, Erwan. 2023 é confirmado como ano mais quente já registrado: 2024 pode bater esse recorde? BBC Brasil, 09 de janeiro de 2024. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/ced7pl4l74vo. Acesso em: 14 jun. 2024.

Qual é a função da linguagem que embasa o texto?
Alternativas
Q3666871 Português
Leia a tirinha a seguir.

Q10.png (361×110)
GONSALES, Fernando. Níquel Náusea. Folha de São Paulo, 14 de junho de 2024. Disponível em: https://cartum.folha.uol.com.br/quadrinhos/2024/06/14/niquelnausea-fernando-gonsales.shtml. Acesso em: 14 jun. 2024.

Para causar a quebra de expectativa característica do gênero textual apresentado, foi utilizada, no último quadrinho, uma estratégia de conexão entre linguagem verbal e não-verbal pautada no/na
Alternativas
Q3666867 Português
Leia o texto para responder à questão.


Os oceanos e as mudanças climáticas.


Para ter os mares como aliados, é necessário voltar a eles como fizeram nossos ancestrais. É preciso mantê-los com políticas de conservação marinha, investimento em pesquisa e monitoramento oceânico


Segen Estefen | 12/06/24


    Apesar de se chamar Terra, é de água que é coberta a maior parte do planeta — cerca de 71% de toda a superfície é oceano, 80% no Hemisfério Sul. A importância não é desproporcional ao tamanho dos mares ou de duas moléculas de hidrogênio para uma de oxigênio na vida. Antigos guardiões do clima terrestre, são os oceanos que TEM/TÊM regulado a temperatura do planeta, influenciado padrões atmosféricos e sustentado a biodiversidade marinha. Os oceanos absorvem 90% do excesso de todo o calor atmosférico gerado pelas emissões de dióxido de carbono (CO2). A água tem uma alta capacidade térmica, permitindo que se armazene grandes quantidades de calor. É exatamente o que os oceanos fazem com a Terra. Sem eles, a temperatura global seria insustentável. 

    Os oceanos também desempenham um papel significativo no que se refere à absorção dos gases do efeito estufa que causam o aquecimento da Terra. Segundo o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, os oceanos captaram cerca de um terço de todo o CO2 emitido pela humanidade desde a Revolução Industrial. No entanto, essa absorção tem um custo, especialmente em um planeta que aumentou em cerca de 1,4°C a sua temperatura em um período de 40 anos.

    As mudanças climáticas e os oceanos estão intrinsecamente conectados, em uma via de mão dupla. Enquanto os oceanos naturalmente mitigam boa parte dos efeitos do aquecimento do planeta, as mudanças climáticas também impactam os oceanos pelo degelo nos polos e aumento da absorção de CO2, o que resulta em uma série de problemas, como o aumento do nível do mar, da temperatura e da acidificação. O aquecimento dos oceanos Pacífico e Atlântico TEM/TÊM contribuído para eventos climáticos extremos, devido à potencialização de fenômenos naturais como ciclones e furacões. A elevação da temperatura das águas dos oceanos TEM/TÊM efeito deletério nos corais e na biodiversidade marinha.

    Recentemente, a BBC publicou uma análise baseada em dados do Serviço Climático Copernicus, da União Europeia, mostrando que os oceanos bateram recordes de temperatura todos os dias por 12 meses. O dado é o prenúncio da condição crítica das mudanças climáticas. Segundo o Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas, o IPCC, se o planeta aquecer 1,5°C, cerca de 70% dos corais, que suportam um quarto da vida marinha, desaparecerão.

    Para além dos mares, esse cenário nos afeta também, pois os oceanos funcionam como um grande reservatório de carbono, armazenando-o em taxas muito superiores às florestas tropicais terrestres. Além de reconhecer a importância dos oceanos para a vida e combater a crise climática, é preciso entender o papel crucial que esse aliado muitas vezes desconhecido, TEM/TÊM. Não dá para enfrentar esse desafio do século 21 sem considerá-lo.

    O caminho para isso é conhecido. Inclui a redução das emissões de gases de efeito estufa, o que passa invariavelmente, por transicionar as matrizes energéticas do fóssil para o renovável. O surpreendente é que os oceanos também podem dar uma alternativa para isso. O potencial energético dos mares é vasto. As energias oceânicas — ainda muito pouco exploradas — TEM/TÊM um potencial de produzir dezenas de vezes mais energia do que o mundo será capaz de consumir em 2040. Os oceanos podem ser não apenas um regulador climático, mas também uma das fontes de energia renovável que vai viabilizar o futuro do clima na Terra.

    No entanto, para ter os mares como aliados, é necessário voltar a eles como fizeram nossos ancestrais. É preciso mantê-los com políticas de conservação marinha, investimento em pesquisa e monitoramento oceânico. Somente com dados constantes, a ciência conseguirá abastecer aqueles que TEM/TÊM o poder de tomar as decisões, da política à economia. Isso pode gerar iniciativas, como a criação de áreas marinhas protegidas e o desenvolvimento de tecnologias de baixo carbono a partir do mar. Sem essa integração e se deixarmos tudo como está, corremos o risco de perder a nossa primeira e última barreira contra a crise climática.


Segen Estefen: Diretor-geral do Instituto Nacional de Pesquisas Oceânicas (Inpo) e professor emérito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) ESTEFEN, Segen. Os oceanos e as mudanças climáticas. Correio Braziliense, 12 de junho de 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/ 2024/06/6875725-artigo-os-oceanos-e-as-mudancas-climaticas.html. Acesso em: 13 jun. 2024.
No texto: Os oceanos e as mudanças climáticas, foram sublinhados três conectivos. Analise-os e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta corretamente os sentidos por eles veiculados nos trechos em que ocorrem.
Alternativas
Q3666866 Português
Leia o texto para responder à questão.


Os oceanos e as mudanças climáticas.


Para ter os mares como aliados, é necessário voltar a eles como fizeram nossos ancestrais. É preciso mantê-los com políticas de conservação marinha, investimento em pesquisa e monitoramento oceânico


Segen Estefen | 12/06/24


    Apesar de se chamar Terra, é de água que é coberta a maior parte do planeta — cerca de 71% de toda a superfície é oceano, 80% no Hemisfério Sul. A importância não é desproporcional ao tamanho dos mares ou de duas moléculas de hidrogênio para uma de oxigênio na vida. Antigos guardiões do clima terrestre, são os oceanos que TEM/TÊM regulado a temperatura do planeta, influenciado padrões atmosféricos e sustentado a biodiversidade marinha. Os oceanos absorvem 90% do excesso de todo o calor atmosférico gerado pelas emissões de dióxido de carbono (CO2). A água tem uma alta capacidade térmica, permitindo que se armazene grandes quantidades de calor. É exatamente o que os oceanos fazem com a Terra. Sem eles, a temperatura global seria insustentável. 

    Os oceanos também desempenham um papel significativo no que se refere à absorção dos gases do efeito estufa que causam o aquecimento da Terra. Segundo o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, os oceanos captaram cerca de um terço de todo o CO2 emitido pela humanidade desde a Revolução Industrial. No entanto, essa absorção tem um custo, especialmente em um planeta que aumentou em cerca de 1,4°C a sua temperatura em um período de 40 anos.

    As mudanças climáticas e os oceanos estão intrinsecamente conectados, em uma via de mão dupla. Enquanto os oceanos naturalmente mitigam boa parte dos efeitos do aquecimento do planeta, as mudanças climáticas também impactam os oceanos pelo degelo nos polos e aumento da absorção de CO2, o que resulta em uma série de problemas, como o aumento do nível do mar, da temperatura e da acidificação. O aquecimento dos oceanos Pacífico e Atlântico TEM/TÊM contribuído para eventos climáticos extremos, devido à potencialização de fenômenos naturais como ciclones e furacões. A elevação da temperatura das águas dos oceanos TEM/TÊM efeito deletério nos corais e na biodiversidade marinha.

    Recentemente, a BBC publicou uma análise baseada em dados do Serviço Climático Copernicus, da União Europeia, mostrando que os oceanos bateram recordes de temperatura todos os dias por 12 meses. O dado é o prenúncio da condição crítica das mudanças climáticas. Segundo o Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas, o IPCC, se o planeta aquecer 1,5°C, cerca de 70% dos corais, que suportam um quarto da vida marinha, desaparecerão.

    Para além dos mares, esse cenário nos afeta também, pois os oceanos funcionam como um grande reservatório de carbono, armazenando-o em taxas muito superiores às florestas tropicais terrestres. Além de reconhecer a importância dos oceanos para a vida e combater a crise climática, é preciso entender o papel crucial que esse aliado muitas vezes desconhecido, TEM/TÊM. Não dá para enfrentar esse desafio do século 21 sem considerá-lo.

    O caminho para isso é conhecido. Inclui a redução das emissões de gases de efeito estufa, o que passa invariavelmente, por transicionar as matrizes energéticas do fóssil para o renovável. O surpreendente é que os oceanos também podem dar uma alternativa para isso. O potencial energético dos mares é vasto. As energias oceânicas — ainda muito pouco exploradas — TEM/TÊM um potencial de produzir dezenas de vezes mais energia do que o mundo será capaz de consumir em 2040. Os oceanos podem ser não apenas um regulador climático, mas também uma das fontes de energia renovável que vai viabilizar o futuro do clima na Terra.

    No entanto, para ter os mares como aliados, é necessário voltar a eles como fizeram nossos ancestrais. É preciso mantê-los com políticas de conservação marinha, investimento em pesquisa e monitoramento oceânico. Somente com dados constantes, a ciência conseguirá abastecer aqueles que TEM/TÊM o poder de tomar as decisões, da política à economia. Isso pode gerar iniciativas, como a criação de áreas marinhas protegidas e o desenvolvimento de tecnologias de baixo carbono a partir do mar. Sem essa integração e se deixarmos tudo como está, corremos o risco de perder a nossa primeira e última barreira contra a crise climática.


Segen Estefen: Diretor-geral do Instituto Nacional de Pesquisas Oceânicas (Inpo) e professor emérito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) ESTEFEN, Segen. Os oceanos e as mudanças climáticas. Correio Braziliense, 12 de junho de 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/ 2024/06/6875725-artigo-os-oceanos-e-as-mudancas-climaticas.html. Acesso em: 13 jun. 2024.
O verbo “transicionar”, empregado no sexto parágrafo do texto, significa, no contexto,
Alternativas
Q3666865 Português
Leia o texto para responder à questão.


Os oceanos e as mudanças climáticas.


Para ter os mares como aliados, é necessário voltar a eles como fizeram nossos ancestrais. É preciso mantê-los com políticas de conservação marinha, investimento em pesquisa e monitoramento oceânico


Segen Estefen | 12/06/24


    Apesar de se chamar Terra, é de água que é coberta a maior parte do planeta — cerca de 71% de toda a superfície é oceano, 80% no Hemisfério Sul. A importância não é desproporcional ao tamanho dos mares ou de duas moléculas de hidrogênio para uma de oxigênio na vida. Antigos guardiões do clima terrestre, são os oceanos que TEM/TÊM regulado a temperatura do planeta, influenciado padrões atmosféricos e sustentado a biodiversidade marinha. Os oceanos absorvem 90% do excesso de todo o calor atmosférico gerado pelas emissões de dióxido de carbono (CO2). A água tem uma alta capacidade térmica, permitindo que se armazene grandes quantidades de calor. É exatamente o que os oceanos fazem com a Terra. Sem eles, a temperatura global seria insustentável. 

    Os oceanos também desempenham um papel significativo no que se refere à absorção dos gases do efeito estufa que causam o aquecimento da Terra. Segundo o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, os oceanos captaram cerca de um terço de todo o CO2 emitido pela humanidade desde a Revolução Industrial. No entanto, essa absorção tem um custo, especialmente em um planeta que aumentou em cerca de 1,4°C a sua temperatura em um período de 40 anos.

    As mudanças climáticas e os oceanos estão intrinsecamente conectados, em uma via de mão dupla. Enquanto os oceanos naturalmente mitigam boa parte dos efeitos do aquecimento do planeta, as mudanças climáticas também impactam os oceanos pelo degelo nos polos e aumento da absorção de CO2, o que resulta em uma série de problemas, como o aumento do nível do mar, da temperatura e da acidificação. O aquecimento dos oceanos Pacífico e Atlântico TEM/TÊM contribuído para eventos climáticos extremos, devido à potencialização de fenômenos naturais como ciclones e furacões. A elevação da temperatura das águas dos oceanos TEM/TÊM efeito deletério nos corais e na biodiversidade marinha.

    Recentemente, a BBC publicou uma análise baseada em dados do Serviço Climático Copernicus, da União Europeia, mostrando que os oceanos bateram recordes de temperatura todos os dias por 12 meses. O dado é o prenúncio da condição crítica das mudanças climáticas. Segundo o Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas, o IPCC, se o planeta aquecer 1,5°C, cerca de 70% dos corais, que suportam um quarto da vida marinha, desaparecerão.

    Para além dos mares, esse cenário nos afeta também, pois os oceanos funcionam como um grande reservatório de carbono, armazenando-o em taxas muito superiores às florestas tropicais terrestres. Além de reconhecer a importância dos oceanos para a vida e combater a crise climática, é preciso entender o papel crucial que esse aliado muitas vezes desconhecido, TEM/TÊM. Não dá para enfrentar esse desafio do século 21 sem considerá-lo.

    O caminho para isso é conhecido. Inclui a redução das emissões de gases de efeito estufa, o que passa invariavelmente, por transicionar as matrizes energéticas do fóssil para o renovável. O surpreendente é que os oceanos também podem dar uma alternativa para isso. O potencial energético dos mares é vasto. As energias oceânicas — ainda muito pouco exploradas — TEM/TÊM um potencial de produzir dezenas de vezes mais energia do que o mundo será capaz de consumir em 2040. Os oceanos podem ser não apenas um regulador climático, mas também uma das fontes de energia renovável que vai viabilizar o futuro do clima na Terra.

    No entanto, para ter os mares como aliados, é necessário voltar a eles como fizeram nossos ancestrais. É preciso mantê-los com políticas de conservação marinha, investimento em pesquisa e monitoramento oceânico. Somente com dados constantes, a ciência conseguirá abastecer aqueles que TEM/TÊM o poder de tomar as decisões, da política à economia. Isso pode gerar iniciativas, como a criação de áreas marinhas protegidas e o desenvolvimento de tecnologias de baixo carbono a partir do mar. Sem essa integração e se deixarmos tudo como está, corremos o risco de perder a nossa primeira e última barreira contra a crise climática.


Segen Estefen: Diretor-geral do Instituto Nacional de Pesquisas Oceânicas (Inpo) e professor emérito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) ESTEFEN, Segen. Os oceanos e as mudanças climáticas. Correio Braziliense, 12 de junho de 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/ 2024/06/6875725-artigo-os-oceanos-e-as-mudancas-climaticas.html. Acesso em: 13 jun. 2024.
No trecho: “Para além dos mares, esse cenário nos afeta também, pois os oceanos funcionam como um grande reservatório de carbono, armazenando-o em taxas muito superiores às florestas tropicais terrestres.” (5º parágrafo).

A que se refere o pronome em destaque?
Alternativas
Q3666863 Português
Leia o texto para responder à questão.


Os oceanos e as mudanças climáticas.


Para ter os mares como aliados, é necessário voltar a eles como fizeram nossos ancestrais. É preciso mantê-los com políticas de conservação marinha, investimento em pesquisa e monitoramento oceânico


Segen Estefen | 12/06/24


    Apesar de se chamar Terra, é de água que é coberta a maior parte do planeta — cerca de 71% de toda a superfície é oceano, 80% no Hemisfério Sul. A importância não é desproporcional ao tamanho dos mares ou de duas moléculas de hidrogênio para uma de oxigênio na vida. Antigos guardiões do clima terrestre, são os oceanos que TEM/TÊM regulado a temperatura do planeta, influenciado padrões atmosféricos e sustentado a biodiversidade marinha. Os oceanos absorvem 90% do excesso de todo o calor atmosférico gerado pelas emissões de dióxido de carbono (CO2). A água tem uma alta capacidade térmica, permitindo que se armazene grandes quantidades de calor. É exatamente o que os oceanos fazem com a Terra. Sem eles, a temperatura global seria insustentável. 

    Os oceanos também desempenham um papel significativo no que se refere à absorção dos gases do efeito estufa que causam o aquecimento da Terra. Segundo o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, os oceanos captaram cerca de um terço de todo o CO2 emitido pela humanidade desde a Revolução Industrial. No entanto, essa absorção tem um custo, especialmente em um planeta que aumentou em cerca de 1,4°C a sua temperatura em um período de 40 anos.

    As mudanças climáticas e os oceanos estão intrinsecamente conectados, em uma via de mão dupla. Enquanto os oceanos naturalmente mitigam boa parte dos efeitos do aquecimento do planeta, as mudanças climáticas também impactam os oceanos pelo degelo nos polos e aumento da absorção de CO2, o que resulta em uma série de problemas, como o aumento do nível do mar, da temperatura e da acidificação. O aquecimento dos oceanos Pacífico e Atlântico TEM/TÊM contribuído para eventos climáticos extremos, devido à potencialização de fenômenos naturais como ciclones e furacões. A elevação da temperatura das águas dos oceanos TEM/TÊM efeito deletério nos corais e na biodiversidade marinha.

    Recentemente, a BBC publicou uma análise baseada em dados do Serviço Climático Copernicus, da União Europeia, mostrando que os oceanos bateram recordes de temperatura todos os dias por 12 meses. O dado é o prenúncio da condição crítica das mudanças climáticas. Segundo o Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas, o IPCC, se o planeta aquecer 1,5°C, cerca de 70% dos corais, que suportam um quarto da vida marinha, desaparecerão.

    Para além dos mares, esse cenário nos afeta também, pois os oceanos funcionam como um grande reservatório de carbono, armazenando-o em taxas muito superiores às florestas tropicais terrestres. Além de reconhecer a importância dos oceanos para a vida e combater a crise climática, é preciso entender o papel crucial que esse aliado muitas vezes desconhecido, TEM/TÊM. Não dá para enfrentar esse desafio do século 21 sem considerá-lo.

    O caminho para isso é conhecido. Inclui a redução das emissões de gases de efeito estufa, o que passa invariavelmente, por transicionar as matrizes energéticas do fóssil para o renovável. O surpreendente é que os oceanos também podem dar uma alternativa para isso. O potencial energético dos mares é vasto. As energias oceânicas — ainda muito pouco exploradas — TEM/TÊM um potencial de produzir dezenas de vezes mais energia do que o mundo será capaz de consumir em 2040. Os oceanos podem ser não apenas um regulador climático, mas também uma das fontes de energia renovável que vai viabilizar o futuro do clima na Terra.

    No entanto, para ter os mares como aliados, é necessário voltar a eles como fizeram nossos ancestrais. É preciso mantê-los com políticas de conservação marinha, investimento em pesquisa e monitoramento oceânico. Somente com dados constantes, a ciência conseguirá abastecer aqueles que TEM/TÊM o poder de tomar as decisões, da política à economia. Isso pode gerar iniciativas, como a criação de áreas marinhas protegidas e o desenvolvimento de tecnologias de baixo carbono a partir do mar. Sem essa integração e se deixarmos tudo como está, corremos o risco de perder a nossa primeira e última barreira contra a crise climática.


Segen Estefen: Diretor-geral do Instituto Nacional de Pesquisas Oceânicas (Inpo) e professor emérito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) ESTEFEN, Segen. Os oceanos e as mudanças climáticas. Correio Braziliense, 12 de junho de 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/ 2024/06/6875725-artigo-os-oceanos-e-as-mudancas-climaticas.html. Acesso em: 13 jun. 2024.
Observando suas características, é possível afirmar que o texto apresentado se baseia em uma estrutura
Alternativas
Q3666862 Português
Leia o texto para responder à questão.


Os oceanos e as mudanças climáticas.


Para ter os mares como aliados, é necessário voltar a eles como fizeram nossos ancestrais. É preciso mantê-los com políticas de conservação marinha, investimento em pesquisa e monitoramento oceânico


Segen Estefen | 12/06/24


    Apesar de se chamar Terra, é de água que é coberta a maior parte do planeta — cerca de 71% de toda a superfície é oceano, 80% no Hemisfério Sul. A importância não é desproporcional ao tamanho dos mares ou de duas moléculas de hidrogênio para uma de oxigênio na vida. Antigos guardiões do clima terrestre, são os oceanos que TEM/TÊM regulado a temperatura do planeta, influenciado padrões atmosféricos e sustentado a biodiversidade marinha. Os oceanos absorvem 90% do excesso de todo o calor atmosférico gerado pelas emissões de dióxido de carbono (CO2). A água tem uma alta capacidade térmica, permitindo que se armazene grandes quantidades de calor. É exatamente o que os oceanos fazem com a Terra. Sem eles, a temperatura global seria insustentável. 

    Os oceanos também desempenham um papel significativo no que se refere à absorção dos gases do efeito estufa que causam o aquecimento da Terra. Segundo o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, os oceanos captaram cerca de um terço de todo o CO2 emitido pela humanidade desde a Revolução Industrial. No entanto, essa absorção tem um custo, especialmente em um planeta que aumentou em cerca de 1,4°C a sua temperatura em um período de 40 anos.

    As mudanças climáticas e os oceanos estão intrinsecamente conectados, em uma via de mão dupla. Enquanto os oceanos naturalmente mitigam boa parte dos efeitos do aquecimento do planeta, as mudanças climáticas também impactam os oceanos pelo degelo nos polos e aumento da absorção de CO2, o que resulta em uma série de problemas, como o aumento do nível do mar, da temperatura e da acidificação. O aquecimento dos oceanos Pacífico e Atlântico TEM/TÊM contribuído para eventos climáticos extremos, devido à potencialização de fenômenos naturais como ciclones e furacões. A elevação da temperatura das águas dos oceanos TEM/TÊM efeito deletério nos corais e na biodiversidade marinha.

    Recentemente, a BBC publicou uma análise baseada em dados do Serviço Climático Copernicus, da União Europeia, mostrando que os oceanos bateram recordes de temperatura todos os dias por 12 meses. O dado é o prenúncio da condição crítica das mudanças climáticas. Segundo o Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas, o IPCC, se o planeta aquecer 1,5°C, cerca de 70% dos corais, que suportam um quarto da vida marinha, desaparecerão.

    Para além dos mares, esse cenário nos afeta também, pois os oceanos funcionam como um grande reservatório de carbono, armazenando-o em taxas muito superiores às florestas tropicais terrestres. Além de reconhecer a importância dos oceanos para a vida e combater a crise climática, é preciso entender o papel crucial que esse aliado muitas vezes desconhecido, TEM/TÊM. Não dá para enfrentar esse desafio do século 21 sem considerá-lo.

    O caminho para isso é conhecido. Inclui a redução das emissões de gases de efeito estufa, o que passa invariavelmente, por transicionar as matrizes energéticas do fóssil para o renovável. O surpreendente é que os oceanos também podem dar uma alternativa para isso. O potencial energético dos mares é vasto. As energias oceânicas — ainda muito pouco exploradas — TEM/TÊM um potencial de produzir dezenas de vezes mais energia do que o mundo será capaz de consumir em 2040. Os oceanos podem ser não apenas um regulador climático, mas também uma das fontes de energia renovável que vai viabilizar o futuro do clima na Terra.

    No entanto, para ter os mares como aliados, é necessário voltar a eles como fizeram nossos ancestrais. É preciso mantê-los com políticas de conservação marinha, investimento em pesquisa e monitoramento oceânico. Somente com dados constantes, a ciência conseguirá abastecer aqueles que TEM/TÊM o poder de tomar as decisões, da política à economia. Isso pode gerar iniciativas, como a criação de áreas marinhas protegidas e o desenvolvimento de tecnologias de baixo carbono a partir do mar. Sem essa integração e se deixarmos tudo como está, corremos o risco de perder a nossa primeira e última barreira contra a crise climática.


Segen Estefen: Diretor-geral do Instituto Nacional de Pesquisas Oceânicas (Inpo) e professor emérito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) ESTEFEN, Segen. Os oceanos e as mudanças climáticas. Correio Braziliense, 12 de junho de 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/ 2024/06/6875725-artigo-os-oceanos-e-as-mudancas-climaticas.html. Acesso em: 13 jun. 2024.
Segundo as informações do texto, os oceanos e seus mares
Alternativas
Respostas
24781: E
24782: A
24783: D
24784: E
24785: C
24786: C
24787: D
24788: B
24789: A
24790: D
24791: A
24792: E
24793: D
24794: C
24795: C
24796: B
24797: A
24798: E
24799: C
24800: D