Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
Foram encontradas 140.328 questões
Não se lembra de mim?
Por Fabrício Carpinejar
Depois dos 60 anos, os amigos mudam dia após dia. Se você fica muito tempo sem ver um deles, é capaz de passar reto. Reze para ele não parar você na rua e perguntar:
— Não se lembra de mim?
Nosso sistema nervoso não reage bem a testes fisionômicos súbitos. Você tem que responder, não há intervalo para recobrar didaticamente, passo a passo, a convivência. Não pode permanecer parado, olhando, examinando, investigando, enquanto a pessoa espera. Ninguém espera. O costume é mentir conhecimento de causa para ganhar uma sobrevida de observação. Talvez ela diga algo que possa ajuda-lo e você não leve a pecha de ingrato.
Quem dera ser um pintor e ter a chance de convidá-la para ser modelo de sua pintura. Armaria o cavalete, estenderia a tela e lograria um longo período de pose para sair daquela pressão atmosférica. Por mais que se normalizem os lapsos, ainda mais com o avançar da idade, esquecer-se de alguém não é perdoável. É mais grave do que a distância física, pois envolve um distanciamento emocional. Experimentará aquela sensação paradoxal de que conhece muito o semblante, mas não se lembra de onde. A pessoa abraça você, aperta você, e o que você mais quer é afastá-la, ter uns minutos sozinho para debater o assunto com a sua memória.
O colóquio repentino é um assalto no coração, já que você é pego em trânsito, apreensivo com outras demandas. Não espera o contato, e sua demora surge como um gatilho apontado para o seu caráter:
— Como não se lembra de mim?
Enquanto não pronunciar o nome, não sentirá o bendito alívio, não reaverá a sua liberdade, não recuperará a sua paz de espírito. Ocorre um bug no seu sistema. Recorda características isoladas — os olhos, ou as sobrancelhas, ou um tique nervoso —, mas não o conjunto da obra.
O download da existência não baixa por inteiro. Resta uma sombra da intimidade. Uma névoa de cumplicidade. Já passei alguns apertos, em especial ao esbarrar com alguém de um determinado lugar numa cidade diferente. O transplante de cenário aumenta a confusão. É um colega de trabalho que aparece de sunga na praia, é uma amiga da faculdade fantasiada no meio de um bloco de Carnaval. São mesmo situações estranhas para evocações rápidas.
O que me dá raiva é que recordo quando eu me despeço e viro as costas. Vou andando cabisbaixo, fracassado com as minhas sinapses, desencantado com a minha lerdeza, e o nome vem. Finalmente vem. Volto a ter wi-fi dentro de mim. Desobrigado de qualquer tarefa, de qualquer imposição, eu lembro:
— Era ele!
A vontade é gritar o seu nome pela multidão. O destino é tão irônico que somente reencontrarei o amigo quando me esquecer dele de novo. Jamais acontece por sorte na semana seguinte.
Só sou salvo pela minha esposa. Como uma boa mineira, ela sempre se apresenta e assim força o outro a se apresentar também. Pego uma carona nos seus cumprimentos. Longe dela, vivo em apuros.
Não se lembra de mim?
Por Fabrício Carpinejar
Depois dos 60 anos, os amigos mudam dia após dia. Se você fica muito tempo sem ver um deles, é capaz de passar reto. Reze para ele não parar você na rua e perguntar:
— Não se lembra de mim?
Nosso sistema nervoso não reage bem a testes fisionômicos súbitos. Você tem que responder, não há intervalo para recobrar didaticamente, passo a passo, a convivência. Não pode permanecer parado, olhando, examinando, investigando, enquanto a pessoa espera. Ninguém espera. O costume é mentir conhecimento de causa para ganhar uma sobrevida de observação. Talvez ela diga algo que possa ajuda-lo e você não leve a pecha de ingrato.
Quem dera ser um pintor e ter a chance de convidá-la para ser modelo de sua pintura. Armaria o cavalete, estenderia a tela e lograria um longo período de pose para sair daquela pressão atmosférica. Por mais que se normalizem os lapsos, ainda mais com o avançar da idade, esquecer-se de alguém não é perdoável. É mais grave do que a distância física, pois envolve um distanciamento emocional. Experimentará aquela sensação paradoxal de que conhece muito o semblante, mas não se lembra de onde. A pessoa abraça você, aperta você, e o que você mais quer é afastá-la, ter uns minutos sozinho para debater o assunto com a sua memória.
O colóquio repentino é um assalto no coração, já que você é pego em trânsito, apreensivo com outras demandas. Não espera o contato, e sua demora surge como um gatilho apontado para o seu caráter:
— Como não se lembra de mim?
Enquanto não pronunciar o nome, não sentirá o bendito alívio, não reaverá a sua liberdade, não recuperará a sua paz de espírito. Ocorre um bug no seu sistema. Recorda características isoladas — os olhos, ou as sobrancelhas, ou um tique nervoso —, mas não o conjunto da obra.
O download da existência não baixa por inteiro. Resta uma sombra da intimidade. Uma névoa de cumplicidade. Já passei alguns apertos, em especial ao esbarrar com alguém de um determinado lugar numa cidade diferente. O transplante de cenário aumenta a confusão. É um colega de trabalho que aparece de sunga na praia, é uma amiga da faculdade fantasiada no meio de um bloco de Carnaval. São mesmo situações estranhas para evocações rápidas.
O que me dá raiva é que recordo quando eu me despeço e viro as costas. Vou andando cabisbaixo, fracassado com as minhas sinapses, desencantado com a minha lerdeza, e o nome vem. Finalmente vem. Volto a ter wi-fi dentro de mim. Desobrigado de qualquer tarefa, de qualquer imposição, eu lembro:
— Era ele!
A vontade é gritar o seu nome pela multidão. O destino é tão irônico que somente reencontrarei o amigo quando me esquecer dele de novo. Jamais acontece por sorte na semana seguinte.
Só sou salvo pela minha esposa. Como uma boa mineira, ela sempre se apresenta e assim força o outro a se apresentar também. Pego uma carona nos seus cumprimentos. Longe dela, vivo em apuros.
Não se lembra de mim?
Por Fabrício Carpinejar
Depois dos 60 anos, os amigos mudam dia após dia. Se você fica muito tempo sem ver um deles, é capaz de passar reto. Reze para ele não parar você na rua e perguntar:
— Não se lembra de mim?
Nosso sistema nervoso não reage bem a testes fisionômicos súbitos. Você tem que responder, não há intervalo para recobrar didaticamente, passo a passo, a convivência. Não pode permanecer parado, olhando, examinando, investigando, enquanto a pessoa espera. Ninguém espera. O costume é mentir conhecimento de causa para ganhar uma sobrevida de observação. Talvez ela diga algo que possa ajuda-lo e você não leve a pecha de ingrato.
Quem dera ser um pintor e ter a chance de convidá-la para ser modelo de sua pintura. Armaria o cavalete, estenderia a tela e lograria um longo período de pose para sair daquela pressão atmosférica. Por mais que se normalizem os lapsos, ainda mais com o avançar da idade, esquecer-se de alguém não é perdoável. É mais grave do que a distância física, pois envolve um distanciamento emocional. Experimentará aquela sensação paradoxal de que conhece muito o semblante, mas não se lembra de onde. A pessoa abraça você, aperta você, e o que você mais quer é afastá-la, ter uns minutos sozinho para debater o assunto com a sua memória.
O colóquio repentino é um assalto no coração, já que você é pego em trânsito, apreensivo com outras demandas. Não espera o contato, e sua demora surge como um gatilho apontado para o seu caráter:
— Como não se lembra de mim?
Enquanto não pronunciar o nome, não sentirá o bendito alívio, não reaverá a sua liberdade, não recuperará a sua paz de espírito. Ocorre um bug no seu sistema. Recorda características isoladas — os olhos, ou as sobrancelhas, ou um tique nervoso —, mas não o conjunto da obra.
O download da existência não baixa por inteiro. Resta uma sombra da intimidade. Uma névoa de cumplicidade. Já passei alguns apertos, em especial ao esbarrar com alguém de um determinado lugar numa cidade diferente. O transplante de cenário aumenta a confusão. É um colega de trabalho que aparece de sunga na praia, é uma amiga da faculdade fantasiada no meio de um bloco de Carnaval. São mesmo situações estranhas para evocações rápidas.
O que me dá raiva é que recordo quando eu me despeço e viro as costas. Vou andando cabisbaixo, fracassado com as minhas sinapses, desencantado com a minha lerdeza, e o nome vem. Finalmente vem. Volto a ter wi-fi dentro de mim. Desobrigado de qualquer tarefa, de qualquer imposição, eu lembro:
— Era ele!
A vontade é gritar o seu nome pela multidão. O destino é tão irônico que somente reencontrarei o amigo quando me esquecer dele de novo. Jamais acontece por sorte na semana seguinte.
Só sou salvo pela minha esposa. Como uma boa mineira, ela sempre se apresenta e assim força o outro a se apresentar também. Pego uma carona nos seus cumprimentos. Longe dela, vivo em apuros.
Não se lembra de mim?
Por Fabrício Carpinejar
Depois dos 60 anos, os amigos mudam dia após dia. Se você fica muito tempo sem ver um deles, é capaz de passar reto. Reze para ele não parar você na rua e perguntar:
— Não se lembra de mim?
Nosso sistema nervoso não reage bem a testes fisionômicos súbitos. Você tem que responder, não há intervalo para recobrar didaticamente, passo a passo, a convivência. Não pode permanecer parado, olhando, examinando, investigando, enquanto a pessoa espera. Ninguém espera. O costume é mentir conhecimento de causa para ganhar uma sobrevida de observação. Talvez ela diga algo que possa ajuda-lo e você não leve a pecha de ingrato.
Quem dera ser um pintor e ter a chance de convidá-la para ser modelo de sua pintura. Armaria o cavalete, estenderia a tela e lograria um longo período de pose para sair daquela pressão atmosférica. Por mais que se normalizem os lapsos, ainda mais com o avançar da idade, esquecer-se de alguém não é perdoável. É mais grave do que a distância física, pois envolve um distanciamento emocional. Experimentará aquela sensação paradoxal de que conhece muito o semblante, mas não se lembra de onde. A pessoa abraça você, aperta você, e o que você mais quer é afastá-la, ter uns minutos sozinho para debater o assunto com a sua memória.
O colóquio repentino é um assalto no coração, já que você é pego em trânsito, apreensivo com outras demandas. Não espera o contato, e sua demora surge como um gatilho apontado para o seu caráter:
— Como não se lembra de mim?
Enquanto não pronunciar o nome, não sentirá o bendito alívio, não reaverá a sua liberdade, não recuperará a sua paz de espírito. Ocorre um bug no seu sistema. Recorda características isoladas — os olhos, ou as sobrancelhas, ou um tique nervoso —, mas não o conjunto da obra.
O download da existência não baixa por inteiro. Resta uma sombra da intimidade. Uma névoa de cumplicidade. Já passei alguns apertos, em especial ao esbarrar com alguém de um determinado lugar numa cidade diferente. O transplante de cenário aumenta a confusão. É um colega de trabalho que aparece de sunga na praia, é uma amiga da faculdade fantasiada no meio de um bloco de Carnaval. São mesmo situações estranhas para evocações rápidas.
O que me dá raiva é que recordo quando eu me despeço e viro as costas. Vou andando cabisbaixo, fracassado com as minhas sinapses, desencantado com a minha lerdeza, e o nome vem. Finalmente vem. Volto a ter wi-fi dentro de mim. Desobrigado de qualquer tarefa, de qualquer imposição, eu lembro:
— Era ele!
A vontade é gritar o seu nome pela multidão. O destino é tão irônico que somente reencontrarei o amigo quando me esquecer dele de novo. Jamais acontece por sorte na semana seguinte.
Só sou salvo pela minha esposa. Como uma boa mineira, ela sempre se apresenta e assim força o outro a se apresentar também. Pego uma carona nos seus cumprimentos. Longe dela, vivo em apuros.
Não se lembra de mim?
Por Fabrício Carpinejar
Depois dos 60 anos, os amigos mudam dia após dia. Se você fica muito tempo sem ver um deles, é capaz de passar reto. Reze para ele não parar você na rua e perguntar:
— Não se lembra de mim?
Nosso sistema nervoso não reage bem a testes fisionômicos súbitos. Você tem que responder, não há intervalo para recobrar didaticamente, passo a passo, a convivência. Não pode permanecer parado, olhando, examinando, investigando, enquanto a pessoa espera. Ninguém espera. O costume é mentir conhecimento de causa para ganhar uma sobrevida de observação. Talvez ela diga algo que possa ajuda-lo e você não leve a pecha de ingrato.
Quem dera ser um pintor e ter a chance de convidá-la para ser modelo de sua pintura. Armaria o cavalete, estenderia a tela e lograria um longo período de pose para sair daquela pressão atmosférica. Por mais que se normalizem os lapsos, ainda mais com o avançar da idade, esquecer-se de alguém não é perdoável. É mais grave do que a distância física, pois envolve um distanciamento emocional. Experimentará aquela sensação paradoxal de que conhece muito o semblante, mas não se lembra de onde. A pessoa abraça você, aperta você, e o que você mais quer é afastá-la, ter uns minutos sozinho para debater o assunto com a sua memória.
O colóquio repentino é um assalto no coração, já que você é pego em trânsito, apreensivo com outras demandas. Não espera o contato, e sua demora surge como um gatilho apontado para o seu caráter:
— Como não se lembra de mim?
Enquanto não pronunciar o nome, não sentirá o bendito alívio, não reaverá a sua liberdade, não recuperará a sua paz de espírito. Ocorre um bug no seu sistema. Recorda características isoladas — os olhos, ou as sobrancelhas, ou um tique nervoso —, mas não o conjunto da obra.
O download da existência não baixa por inteiro. Resta uma sombra da intimidade. Uma névoa de cumplicidade. Já passei alguns apertos, em especial ao esbarrar com alguém de um determinado lugar numa cidade diferente. O transplante de cenário aumenta a confusão. É um colega de trabalho que aparece de sunga na praia, é uma amiga da faculdade fantasiada no meio de um bloco de Carnaval. São mesmo situações estranhas para evocações rápidas.
O que me dá raiva é que recordo quando eu me despeço e viro as costas. Vou andando cabisbaixo, fracassado com as minhas sinapses, desencantado com a minha lerdeza, e o nome vem. Finalmente vem. Volto a ter wi-fi dentro de mim. Desobrigado de qualquer tarefa, de qualquer imposição, eu lembro:
— Era ele!
A vontade é gritar o seu nome pela multidão. O destino é tão irônico que somente reencontrarei o amigo quando me esquecer dele de novo. Jamais acontece por sorte na semana seguinte.
Só sou salvo pela minha esposa. Como uma boa mineira, ela sempre se apresenta e assim força o outro a se apresentar também. Pego uma carona nos seus cumprimentos. Longe dela, vivo em apuros.
Não se lembra de mim?
Por Fabrício Carpinejar
Depois dos 60 anos, os amigos mudam dia após dia. Se você fica muito tempo sem ver um deles, é capaz de passar reto. Reze para ele não parar você na rua e perguntar:
— Não se lembra de mim?
Nosso sistema nervoso não reage bem a testes fisionômicos súbitos. Você tem que responder, não há intervalo para recobrar didaticamente, passo a passo, a convivência. Não pode permanecer parado, olhando, examinando, investigando, enquanto a pessoa espera. Ninguém espera. O costume é mentir conhecimento de causa para ganhar uma sobrevida de observação. Talvez ela diga algo que possa ajuda-lo e você não leve a pecha de ingrato.
Quem dera ser um pintor e ter a chance de convidá-la para ser modelo de sua pintura. Armaria o cavalete, estenderia a tela e lograria um longo período de pose para sair daquela pressão atmosférica. Por mais que se normalizem os lapsos, ainda mais com o avançar da idade, esquecer-se de alguém não é perdoável. É mais grave do que a distância física, pois envolve um distanciamento emocional. Experimentará aquela sensação paradoxal de que conhece muito o semblante, mas não se lembra de onde. A pessoa abraça você, aperta você, e o que você mais quer é afastá-la, ter uns minutos sozinho para debater o assunto com a sua memória.
O colóquio repentino é um assalto no coração, já que você é pego em trânsito, apreensivo com outras demandas. Não espera o contato, e sua demora surge como um gatilho apontado para o seu caráter:
— Como não se lembra de mim?
Enquanto não pronunciar o nome, não sentirá o bendito alívio, não reaverá a sua liberdade, não recuperará a sua paz de espírito. Ocorre um bug no seu sistema. Recorda características isoladas — os olhos, ou as sobrancelhas, ou um tique nervoso —, mas não o conjunto da obra.
O download da existência não baixa por inteiro. Resta uma sombra da intimidade. Uma névoa de cumplicidade. Já passei alguns apertos, em especial ao esbarrar com alguém de um determinado lugar numa cidade diferente. O transplante de cenário aumenta a confusão. É um colega de trabalho que aparece de sunga na praia, é uma amiga da faculdade fantasiada no meio de um bloco de Carnaval. São mesmo situações estranhas para evocações rápidas.
O que me dá raiva é que recordo quando eu me despeço e viro as costas. Vou andando cabisbaixo, fracassado com as minhas sinapses, desencantado com a minha lerdeza, e o nome vem. Finalmente vem. Volto a ter wi-fi dentro de mim. Desobrigado de qualquer tarefa, de qualquer imposição, eu lembro:
— Era ele!
A vontade é gritar o seu nome pela multidão. O destino é tão irônico que somente reencontrarei o amigo quando me esquecer dele de novo. Jamais acontece por sorte na semana seguinte.
Só sou salvo pela minha esposa. Como uma boa mineira, ela sempre se apresenta e assim força o outro a se apresentar também. Pego uma carona nos seus cumprimentos. Longe dela, vivo em apuros.
AS OLIMPÍADAS
As Olimpíadas tiveram origem na cidade de Olímpia em 776 a.C., por isso, recebem esse nome. Na Antiguidade, as Olimpíadas consistiam em competições que abrangiam modalidades como: atletismo, pugilato, pentatlo, corrida de bigas e pancrácio.
Realizadas entre atletas das cidades-estados da Grécia, as Olimpíadas tinham como intuito homenagear os deuses gregos e propagar a paz entre as cidades do país. Nessa época, somente os homens participavam e assistiam aos jogos, no qual o vencedor recebia uma coroa de louro ou de folhas de oliveira. Atualmente, a cada edição, atletas de todo o mundo participam dos Jogos Olímpicos, realizados a cada quatro anos em um país eleito para sediá-los, com a duração de três a quatro semanas.
Os Jogos Olímpicos da Era Moderna, também conhecidos como Olimpíadas Modernas, foram criados por Pierre de Frédy (1863-1937), mais conhecido por Pierre de Coubertin, um historiador e pedagogo francês.
A ideia de Pierre de Coubertin de retomar os Jogos Olímpicos na era moderna era buscar a paz entre as nações, unindo todos em uma celebração esportiva. Acreditando nessa possibilidade, Pierre apelou a vários países que aderissem ao evento e fundou o Comitê Olímpico Internacional (COI), em 1894.
Em 1896, aconteceu a primeira edição dos Jogos Olímpicos em Atenas, como forma de homenagear os Jogos Olímpicos da Antiguidade. Com a finalidade de estimular a competição saudável entre os povos, diversos países começaram a participar das Olimpíadas, que se tornou um dos principais eventos esportivos do mundo.
Em 1913, Pierre de Courbetin elaborou a bandeira olímpica. Essa bandeira, simbolizando a união das partes do mundo pelo Olimpismo, é branca, e cada um dos anéis possui uma cor diferente. Na parte de cima - da esquerda para a direita - estão os anéis azul, preto e vermelho; na parte de baixo - da esquerda para a direita - estão os anéis amarelo e verde.
Anéis olímpicos e estátua de Pierre de Coubertin perto do estádio nacional de Tóquio, em julho de 2019. Desde então, apenas três edições dos Jogos Olímpicos não foram realizadas. A primeira, em 1916, devido à Primeira Guerra Mundial. A segunda, em 1940 e 1944, em decorrência da Segunda Guerra Mundial.
I. ( ) As olimpíadas, na antiguidade, tinham como objetivo propagar a paz entre todos países.
II. ( ) Na antiguidade, as mulheres tinham o direito de apenas assistir aos jogos.
III. ( ) O anel branco da bandeira olímpica simboliza a paz.
IV. ( ) De 1916 a 1944 os jogos olímpicos não foram realizados.
"Para ligar o aparelho, insira o plugue na tomada. Pressione o botão liga/desliga para iniciar o aparelho. Para selecionar o modo de operação, pressione o botão modo."
No texto “Manual de instruções” a tipologia textual predominante é:
Debaixo Dos Caracóis Dos Seus Cabelos
Roberto Carlos e Erasmo Carlos
Um dia a areia branca
Teus pés irão tocar
E vai molhar seus cabelos
A água azul do mar
Janelas e portas vão se abrir
Pra ver você chegar
E ao se sentir em casa
Sorrindo vai chorar
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Calor nos oceanos gera branqueamento de corais; níveis podem ser os piores já registrados
Mais de 54% das áreas de recifes de corais do mundo sofreram branqueamento no ano passado, afetando pelo menos 53 países
Os recifes de corais de todo o mundo estão passando por um evento de branqueamento em massa à medida que a crise climática impulsiona o recorde de calor nos oceanos, disseram dois organismos científicos na segunda-feira (15) com alguns especialistas alertando que esse pode se tornar o pior período de branqueamento da história já registrado. Mais de 54% das áreas de recifes de corais do mundo sofreram branqueamento no ano passado, afetando pelo menos 53 países e territórios, incluindo grandes áreas dos oceanos Atlântico, Pacífico e Índico. Os dados foram divulgados por meio de uma declaração conjunta da Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA) e a Iniciativa Internacional do Recife de Coral (ICRI).
"É provável que este evento ultrapasse o pico anterior de 56,1% em breve", disse Derek Manzello, coordenador do programa Coral Reef Watch da NOAA, em um e-mail para a CNN. "A porcentagem de áreas do recife que são afetadas pelo calor e sofrem com descoramento aumentou cerca de 1% em uma semana".
Quando os corais são expostos ao estresse das ondas de calor marinhas, eles expelem as algas que vivem dentro de seus tecidos, o que lhes fornece a cor e a maior parte de sua energia. Se as temperaturas dos oceanos não voltarem ao normal, o branqueamento pode levar à morte em massa dos corais, ameaçando as espécies e as cadeias alimentares que dependem deles.
Isso marca o quarto evento mundial de branqueamento, e o segundo na última década com períodos anteriores em 1998, 2010 e entre 2014-2017.
No ano passado, o branqueamento em massa foi confirmado em regiões como a Flórida e o Caribe, México, Brasil, Austrália, Pacífico Sul, Mar Vermelho, Golfo Pérsico, Indonésia e Oceano Índico, incluindo a costa leste da África e as Seychelles.
O professor Ove Hoegh-Guldberg, cientista climático especializado em recifes de corais baseado na Universidade de Queensland, na Austrália, previu esse evento de branqueamento em massa há meses.
"Sabiámos que as temperaturas do mar estavam aumentando rapidamente, mas não a nessa velocidade", disse Hoegh-Guldberg à CNN. "A questão preocupante é que não sabemos quanto tempo essa enorme mudança de temperatura provavelmente durará".
Os últimos 12 meses têm sido os mais quentes do planeta e as temperaturas oceânicas têm crescido muito. Ás temperaturas globais da superfície do mar atingiram máximos recordes em fevereiro e novamente em março, de acordo com dados do Serviço de Mudanças Climáticas Copernicus da Comissão Europeia.
Em fevereiro, os cientistas do programa Coral Reef Watch da NOAA adicionaram três novos níveis de alerta aos mapas de alerta de branqueamento de corais, para permitir que os cientistas avaliem a nova escala do aquecimento subaquático.
[...]
(Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/calor-nos-oceanos-gera-branqueamento-de-corais-niveis-podem-ser-os piores-ja-registrados/.)
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Calor nos oceanos gera branqueamento de corais; níveis podem ser os piores já registrados
Mais de 54% das áreas de recifes de corais do mundo sofreram branqueamento no ano passado, afetando pelo menos 53 países
Os recifes de corais de todo o mundo estão passando por um evento de branqueamento em massa à medida que a crise climática impulsiona o recorde de calor nos oceanos, disseram dois organismos científicos na segunda-feira (15) com alguns especialistas alertando que esse pode se tornar o pior período de branqueamento da história já registrado. Mais de 54% das áreas de recifes de corais do mundo sofreram branqueamento no ano passado, afetando pelo menos 53 países e territórios, incluindo grandes áreas dos oceanos Atlântico, Pacífico e Índico. Os dados foram divulgados por meio de uma declaração conjunta da Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA) e a Iniciativa Internacional do Recife de Coral (ICRI).
"É provável que este evento ultrapasse o pico anterior de 56,1% em breve", disse Derek Manzello, coordenador do programa Coral Reef Watch da NOAA, em um e-mail para a CNN. "A porcentagem de áreas do recife que são afetadas pelo calor e sofrem com descoramento aumentou cerca de 1% em uma semana".
Quando os corais são expostos ao estresse das ondas de calor marinhas, eles expelem as algas que vivem dentro de seus tecidos, o que lhes fornece a cor e a maior parte de sua energia. Se as temperaturas dos oceanos não voltarem ao normal, o branqueamento pode levar à morte em massa dos corais, ameaçando as espécies e as cadeias alimentares que dependem deles.
Isso marca o quarto evento mundial de branqueamento, e o segundo na última década com períodos anteriores em 1998, 2010 e entre 2014-2017.
No ano passado, o branqueamento em massa foi confirmado em regiões como a Flórida e o Caribe, México, Brasil, Austrália, Pacífico Sul, Mar Vermelho, Golfo Pérsico, Indonésia e Oceano Índico, incluindo a costa leste da África e as Seychelles.
O professor Ove Hoegh-Guldberg, cientista climático especializado em recifes de corais baseado na Universidade de Queensland, na Austrália, previu esse evento de branqueamento em massa há meses.
"Sabiámos que as temperaturas do mar estavam aumentando rapidamente, mas não a nessa velocidade", disse Hoegh-Guldberg à CNN. "A questão preocupante é que não sabemos quanto tempo essa enorme mudança de temperatura provavelmente durará".
Os últimos 12 meses têm sido os mais quentes do planeta e as temperaturas oceânicas têm crescido muito. Ás temperaturas globais da superfície do mar atingiram máximos recordes em fevereiro e novamente em março, de acordo com dados do Serviço de Mudanças Climáticas Copernicus da Comissão Europeia.
Em fevereiro, os cientistas do programa Coral Reef Watch da NOAA adicionaram três novos níveis de alerta aos mapas de alerta de branqueamento de corais, para permitir que os cientistas avaliem a nova escala do aquecimento subaquático.
[...]
(Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/calor-nos-oceanos-gera-branqueamento-de-corais-niveis-podem-ser-os piores-ja-registrados/.)