Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3982582 Português

O homem na lua: um marco na história das 'fake news'



Celebrações do 50º aniversário da missão do foguete Apollo 11 são cercadas de produção de informações de que o homem não pisou na Lua.


Milhões de pessoas no mundo estão convencidas de que o homem não pisou na Lua em 1969 e de que as imagens da Nasa foram gravadas em um estúdio de Hollywood. Um boato que perdura e que antecede e é um marco na história das "fake news". Bastam alguns cliques para encontrar milhares de sites na internet que questionam a realidade da missão de Apolo 11. A missão completa 50 anos neste sábado (19).


Se recorre a argumentos variados para justificar este postulado: a Nasa é incapaz dessa façanha tecnológica, a missão não tinha seres humanos, nenhum homem teria sobrevivido às radiações durante a viagem, e mesmo ideias mais extravagantes como a de que as autoridades deveriam dissimular a descoberta de uma civilização lunar. Todas essas ideias se baseiam no mesmo: supostas anomalias detectadas nas fotos e nos vídeos da Nasa.


A luz e as sombras das imagens? Suspeitas. A ausência de estrelas? Prova de manipulação. Assim como a bandeira fincada por Neil Armstrong que parece ondular, apesar de somente haver atmosfera na Lua. Embora a comunidade científica tenha refutado com provas todas essas teorias, inclusive com imagens do local de pouso tomadas em 2009, o mito de uma grande mentira continua vivo, e 'in crescendo'.

[...]


Anestesiando a reflexão


Por que essa façanha atrai tantos céticos? Devido à sua importância, explica à AFP Didier Desormeaux, coautor de um livro sobre teorias do complô ("Le complotisme, décrypter et agir"). "Este episódio da conquista espacial é um dos maiores marcos da humanidade, questioná-lo faz tremer os fundamentos da ciência e do domínio do homem sobre a natureza", argumenta.


Diferente de outros eventos históricos que também são objeto de teorias da conspiração, como o assassinato do presidente John Fitzgerald Kennedy em 1963 - cujo fato ninguém discute, mas, sim, suas circunstâncias-, a chegada à Lua se questiona em sua totalidade. Com Apolo 11, "se trata da primeira teoria complotista que se constrói completamente mediante uma reinterpretação visual de um fato da atualidade: se denuncia uma encenação", segundo Desormeaux.


Há outras: como as matanças em escolas americanas ou o atentado contra o semanário satírico Charlie Hebdo em Paris em 2015, taxadas de ficções com atores, acrescenta. "A imagem anestesia a capacidade de reflexão", defende este especialista para explicar este tipo de raciocínio.


Fonte: https://www.folhape.com.br/noticias/homem-na-lua-um-marco-na historia-das-fake-news/2019/07/19/.

Assinale a opção que contém informação INCORRETA.

 

Alternativas
Q3982581 Português

O homem na lua: um marco na história das 'fake news'



Celebrações do 50º aniversário da missão do foguete Apollo 11 são cercadas de produção de informações de que o homem não pisou na Lua.


Milhões de pessoas no mundo estão convencidas de que o homem não pisou na Lua em 1969 e de que as imagens da Nasa foram gravadas em um estúdio de Hollywood. Um boato que perdura e que antecede e é um marco na história das "fake news". Bastam alguns cliques para encontrar milhares de sites na internet que questionam a realidade da missão de Apolo 11. A missão completa 50 anos neste sábado (19).


Se recorre a argumentos variados para justificar este postulado: a Nasa é incapaz dessa façanha tecnológica, a missão não tinha seres humanos, nenhum homem teria sobrevivido às radiações durante a viagem, e mesmo ideias mais extravagantes como a de que as autoridades deveriam dissimular a descoberta de uma civilização lunar. Todas essas ideias se baseiam no mesmo: supostas anomalias detectadas nas fotos e nos vídeos da Nasa.


A luz e as sombras das imagens? Suspeitas. A ausência de estrelas? Prova de manipulação. Assim como a bandeira fincada por Neil Armstrong que parece ondular, apesar de somente haver atmosfera na Lua. Embora a comunidade científica tenha refutado com provas todas essas teorias, inclusive com imagens do local de pouso tomadas em 2009, o mito de uma grande mentira continua vivo, e 'in crescendo'.

[...]


Anestesiando a reflexão


Por que essa façanha atrai tantos céticos? Devido à sua importância, explica à AFP Didier Desormeaux, coautor de um livro sobre teorias do complô ("Le complotisme, décrypter et agir"). "Este episódio da conquista espacial é um dos maiores marcos da humanidade, questioná-lo faz tremer os fundamentos da ciência e do domínio do homem sobre a natureza", argumenta.


Diferente de outros eventos históricos que também são objeto de teorias da conspiração, como o assassinato do presidente John Fitzgerald Kennedy em 1963 - cujo fato ninguém discute, mas, sim, suas circunstâncias-, a chegada à Lua se questiona em sua totalidade. Com Apolo 11, "se trata da primeira teoria complotista que se constrói completamente mediante uma reinterpretação visual de um fato da atualidade: se denuncia uma encenação", segundo Desormeaux.


Há outras: como as matanças em escolas americanas ou o atentado contra o semanário satírico Charlie Hebdo em Paris em 2015, taxadas de ficções com atores, acrescenta. "A imagem anestesia a capacidade de reflexão", defende este especialista para explicar este tipo de raciocínio.


Fonte: https://www.folhape.com.br/noticias/homem-na-lua-um-marco-na historia-das-fake-news/2019/07/19/.

O texto pertence ao gênero textual:

 

Alternativas
Q3982259 Português

Leia o texto abaixo:


A ROSA DE HIROXIMA


Pensem nas crianças

Mudas telepáticas

Pensem nas meninas

Cegas inexatas

Pensem nas mulheres

Rotas alteradas

Pensem nas feridas

Como rosas cálidas

Mas oh não se esqueçam

Da rosa da rosa

Da rosa de Hiroxima

A rosa hereditária

A rosa radioativa

Estúpida e inválida

A rosa com cirrose

A antirrosa atômica

Sem cor sem perfume

Sem rosa sem nada.


Vinícius de Moraes

É possível inferir que a rosa de Hiroshima é: 
Alternativas
Q3982258 Português

Leia:



FANATISMO



Minh’alma, de sonhar-te, anda perdida

Meus olhos andam cegos de te ver!

Não és sequer razão de meu viver,

Pois que tu és já toda a minha vida!


Não vejo nada assim enlouquecida…

Passo no mundo, meu Amor, a ler

No misterioso livro do teu ser

A mesma história tantas vezes lida!


“Tudo no mundo é frágil, tudo passa…”

Quando me dizem isto, toda a graça

Duma boca divina fala em mim!


E, olhos postos em ti, vivo de rastros:

“Ah! Podem voar mundos, morrer astros,

Que tu és como Deus: princípio e fim!…”



Florbela Espanca

Qual verso abaixo justifica o título do poema ser Fanatismo? 
Alternativas
Q3982256 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



Eu Sei de Cor



Marília Mendonça


(...)


Enquanto cê tá indo, eu tô voltando

E todo esse caminho eu sei de cor

Se eu não me engano

Agora vai me deixar só

O segundo passo é não me atender

O terceiro é se arrepender


(...)


Deixa, deixa mesmo de ser importante

Vai deixando a gente pra outra hora

Vai tentar abrir a porta desse amor

Quando eu tiver jogado a chave fora



Fonte: LyricFind

Assinale a alternativa que indica a figura de linguagem no verso “Enquanto cê tá indo, eu tô voltando". 
Alternativas
Q3982255 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



Eu Sei de Cor



Marília Mendonça


(...)


Enquanto cê tá indo, eu tô voltando

E todo esse caminho eu sei de cor

Se eu não me engano

Agora vai me deixar só

O segundo passo é não me atender

O terceiro é se arrepender


(...)


Deixa, deixa mesmo de ser importante

Vai deixando a gente pra outra hora

Vai tentar abrir a porta desse amor

Quando eu tiver jogado a chave fora



Fonte: LyricFind

Marília Mendonça, foi uma compositora e cantora de destaque na sua geração e ficou conhecida como Rainha da Sofrência e A Patroa. Qual a figura de linguagem presente nesses nomes que recebeu? 
Alternativas
Q3982253 Português

Leia o texto a seguir e responda à questão seguinte


Bonitas mesmo



    Quando é que uma mulher é realmente bonita? No momento em que sai do cabeleireiro? Quando está numa festa? Quando posa para uma foto? Clic, clic, clic. Sorriso amarelo, postura artificial, desempenho para o público. Bonitas mesmo somos quando ninguém está nos vendo.

    Atirada no sofá, com uma calça de ficar em casa, uma blusa faltando um botão, as pernas enroscadas uma na outra, o cabelo caindo de qualquer jeito pelo ombro, nenhuma preocupação se o batom resistiu ou não à longa passagem do dia. Um livro nas mãos, o olhar perdido dentro de tantas palavras, um ar de descoberta no rosto. Linda.

    Caminhando pela rua, sol escaldante, a manga da blusa arregaçada, a nuca ardendo, o cabelo sendo erguido num coque mal feito, um ar de desaprovação pelo atraso do ônibus, centenas de pessoas cruzando-se e ninguém enxergando ninguém, ela enxuga a testa com a palma da mão, ajeita a sobrancelha com os dedos. Perfeita.

    Saindo do banho, a toalha abandonada no chão, o corpo ainda úmido, as mãos desembaçando o espelho, creme hidratante nas pernas, desodorante, um último minuto de relaxamento, há um dia inteiro pra percorrer e assim que a porta do banheiro for aberta já não será mais dona de si mesma. Escovar os dentes, cuspir, enxugar a boca, respirar fundo. Espetacular.

    Dentro do teatro, as luzes apagadas, o riso solto, escancarado, as mãos aplaudindo em cena aberta, sem comandos, seu tronco deslocando-se quando uma fala surpreende, gargalhada que não se constrange, não obedece à adequação, gengiva à mostra, seu ombro encostado no ombro ao lado, ambos voltados pra frente, a mão tapando a boca num breve acesso de timidez por tanta alegria. Um sonho.

    O carro estacionado às pressas numa rua desconhecida, uma necessidade urgente de chorar por causa de uma música ou de uma lembrança, a cabeça jogada sobre o volante, as lágrimas quentes, fartas, um lenço de papel catado na bolsa, o nariz sendo assoado, os dedos limpando as pálpebras, o retrovisor acusando os olhos vermelhos e mesmo assim servindo de amparo, estou aqui com você, só eu estou te vendo. Encantadora.



Martha Medeiros, Coisas da Vida (2005)

A que gênero textual pertence esse texto? 
Alternativas
Q3982251 Português

Observe o quadrinho abaixo: 



Analise as assertivas a respeito do adjetivo “pequenininha” presente no texto.



I. Está flexionado no diminutivo para dar um sentido de tamanho pequeno, ou seja, sentido denotativo, pouca liberdade.


II. Está flexionado no diminutivo para dar um sentido de carinho, ou seja, sentido conotativo, afeto com a liberdade.


III. Está flexionado no diminutivo para expressar desprezo, ou seja, sentido denotativo, haja vista a aversão de Mafalda pela liberdade.


IV. Está flexionado no diminutivo para expressar ironia, assim, encontra-se no sentido conotativo, uma vez que Mafalda está debochando de quem é livre.



A respeito das assertivas acima, pode-se afirmar que:

Alternativas
Q3979832 Português

 Analise com atenção a imagem abaixo: 


Imagem associada para resolução da questão



Nela aparece destacado o termo “Venha conferir”. Sabendo-se que a imagem acima corresponde a um anúncio, é possível afirmar que essa expressão destacada representa: 

Alternativas
Q3979768 Português
A beleza da vida está nas pequenas coisas. Muitas vezes, estamos tão envolvidos em nossas rotinas corridas que esquecemos de apreciar os momentos simples: um pôr do sol, o sorriso de um amigo, o aroma do café fresco pela manhã. Esses detalhes, que parecem insignificantes, têm o poder de transformar nosso dia e nos lembrar do que realmente importa. Ao pararmos para observar e valorizar o cotidiano, cultivamos a gratidão e a felicidade, essenciais para uma vida plena.
O que o autor sugere que devemos fazer em relação aos momentos simples no texto?
Alternativas
Q3979767 Português
A beleza da vida está nas pequenas coisas. Muitas vezes, estamos tão envolvidos em nossas rotinas corridas que esquecemos de apreciar os momentos simples: um pôr do sol, o sorriso de um amigo, o aroma do café fresco pela manhã. Esses detalhes, que parecem insignificantes, têm o poder de transformar nosso dia e nos lembrar do que realmente importa. Ao pararmos para observar e valorizar o cotidiano, cultivamos a gratidão e a felicidade, essenciais para uma vida plena.
Qual é a principal ideia do texto?
Alternativas
Q3978137 Português
Leia o texto para responder à questão:

Pesquisa diz que sorrir nos torna mais felizes
Estudo analisou quase 50 anos de dados de pesquisas que testaram se as expressões faciais podem levar as pessoas a sentir as emoções relacionadas a essas expressões.

    A sabedoria popular diz que sorrir nos faz sentir melhor. E uma pesquisa conjunta de três universidades mostrou que essa correlação é real.
    O estudo das Universidades do Tennessee, Knoxville e Texas A & M, publicado na revista científica “Psychological Bulletin”, analisou quase 50 anos de dados de pesquisas que testaram se as expressões faciais podem levar as pessoas a sentir as emoções relacionadas a essas expressões.
    Segundo Nicholas Coles, estudante de doutorado em psicologia social e principal autor do estudo, a sabedoria convencional nos diz que podemos nos sentir um pouco mais felizes se simplesmente sorrirmos. Ou que podemos entrar num humor mais sério se fecharmos a cara. Mas os psicólogos discordaram dessa ideia por mais de 100 anos.
    Essas divergências se tornaram mais pronunciadas em 2016, quando 17 equipes de pesquisadores não conseguiram reproduzir um experimento bem conhecido, demonstrando que o ato físico de sorrir pode fazer as pessoas se sentirem mais felizes.
    “Alguns estudos não encontraram evidências de que expressões faciais possam influenciar sentimentos”, diz Coles. “Mas não podemos nos concentrar nos resultados de qualquer estudo. Psicólogos testam essa ideia desde o início dos anos 70, então queríamos examinar todas as evidências.”
    Usando uma técnica estatística chamada meta-análise, Coles e sua equipe combinaram dados de 138 estudos que testaram mais de 11.000 participantes de todo o mundo. De acordo com os resultados da meta-análise, as expressões faciais têm um pequeno impacto nos sentimentos. Por exemplo, sorrir faz as pessoas se sentirem mais felizes, fazer caretas faz com que elas se sintam mais irritadas, e franzir a testa faz com que se sintam mais tristes.     
    “Não achamos que as pessoas possam se tornar felizes apenas sorrindo”, disse Coles. “Mas essas descobertas são empolgantes porque fornecem uma pista sobre como a mente e o corpo interagem para moldar nossa experiência consciente de emoção”. [...].

Fonte: https://revistaplaneta.com.br/pesquisa-diz-que-sorrirnos-torna-mais-felizes/.

Com base na leitura do texto é correto afirmar que:
Alternativas
Q3978134 Português
Leia o texto para responder à questão.


O homem na lua: um marco na história das 'fake news'


Celebrações do 50º aniversário da missão do foguete Apollo 11 são cercadas de produção de informações de que o homem não pisou na Lua.


    Milhões de pessoas no mundo estão convencidas de que o homem não pisou na Lua em 1969 e de que as imagens da Nasa foram gravadas em um estúdio de Hollywood. Um boato que perdura e que antecede e é um marco na história das "fake news". Bastam alguns cliques para encontrar milhares de sites na internet que questionam a realidade da missão de Apolo 11. A missão completa 50 anos neste sábado (19).

    Se recorre a argumentos variados para justificar este postulado: a Nasa é incapaz dessa façanha tecnológica, a missão não tinha seres humanos, nenhum homem teria sobrevivido às radiações durante a viagem, e mesmo ideias mais extravagantes como a de que as autoridades deveriam dissimular a descoberta de uma civilização lunar. Todas essas ideias se baseiam no mesmo: supostas anomalias detectadas nas fotos e nos vídeos da Nasa.

    A luz e as sombras das imagens? Suspeitas. A ausência de estrelas? Prova de manipulação. Assim como a bandeira fincada por Neil Armstrong que parece ondular, apesar de somente haver atmosfera na Lua. Embora a comunidade científica tenha refutado com provas todas essas teorias, inclusive com imagens do local de pouso tomadas em 2009, o mito de uma grande mentira continua vivo, e 'in crescendo'.

     [...] 

    Anestesiando a reflexão

    Por que essa façanha atrai tantos céticos? Devido à sua importância, explica à AFP Didier Desormeaux, coautor de um livro sobre teorias do complô ("Le complotisme, décrypter et agir"). "Este episódio da conquista espacial é um dos maiores marcos da humanidade, questioná-lo faz tremer os fundamentos da ciência e do domínio do homem sobre a natureza", argumenta.

    Diferente de outros eventos históricos que também são objeto de teorias da conspiração, como o assassinato do presidente John Fitzgerald Kennedy em 1963 - cujo fato ninguém discute, mas, sim, suas circunstâncias-, a chegada à Lua se questiona em sua totalidade. Com Apolo 11, "se trata da primeira teoria complotista que se constrói completamente mediante uma reinterpretação visual de um fato da atualidade: se denuncia uma encenação", segundo Desormeaux.

    Há outras: como as matanças em escolas americanas ou o atentado contra o semanário satírico Charlie Hebdo em Paris em 2015, taxadas de ficções com atores, acrescenta. "A imagem anestesia a capacidade de reflexão", defende este especialista para explicar este tipo de raciocínio.


Fonte: https://www.folhape.com.br/noticias/homem-na-lua-ummarco-na-historia-das-fake-news/2019/07/19/
Assinale a opção que contém informação INCORRETA. 
Alternativas
Q3978133 Português
Leia o texto para responder à questão.


O homem na lua: um marco na história das 'fake news'


Celebrações do 50º aniversário da missão do foguete Apollo 11 são cercadas de produção de informações de que o homem não pisou na Lua.


    Milhões de pessoas no mundo estão convencidas de que o homem não pisou na Lua em 1969 e de que as imagens da Nasa foram gravadas em um estúdio de Hollywood. Um boato que perdura e que antecede e é um marco na história das "fake news". Bastam alguns cliques para encontrar milhares de sites na internet que questionam a realidade da missão de Apolo 11. A missão completa 50 anos neste sábado (19).

    Se recorre a argumentos variados para justificar este postulado: a Nasa é incapaz dessa façanha tecnológica, a missão não tinha seres humanos, nenhum homem teria sobrevivido às radiações durante a viagem, e mesmo ideias mais extravagantes como a de que as autoridades deveriam dissimular a descoberta de uma civilização lunar. Todas essas ideias se baseiam no mesmo: supostas anomalias detectadas nas fotos e nos vídeos da Nasa.

    A luz e as sombras das imagens? Suspeitas. A ausência de estrelas? Prova de manipulação. Assim como a bandeira fincada por Neil Armstrong que parece ondular, apesar de somente haver atmosfera na Lua. Embora a comunidade científica tenha refutado com provas todas essas teorias, inclusive com imagens do local de pouso tomadas em 2009, o mito de uma grande mentira continua vivo, e 'in crescendo'.

     [...] 

    Anestesiando a reflexão

    Por que essa façanha atrai tantos céticos? Devido à sua importância, explica à AFP Didier Desormeaux, coautor de um livro sobre teorias do complô ("Le complotisme, décrypter et agir"). "Este episódio da conquista espacial é um dos maiores marcos da humanidade, questioná-lo faz tremer os fundamentos da ciência e do domínio do homem sobre a natureza", argumenta.

    Diferente de outros eventos históricos que também são objeto de teorias da conspiração, como o assassinato do presidente John Fitzgerald Kennedy em 1963 - cujo fato ninguém discute, mas, sim, suas circunstâncias-, a chegada à Lua se questiona em sua totalidade. Com Apolo 11, "se trata da primeira teoria complotista que se constrói completamente mediante uma reinterpretação visual de um fato da atualidade: se denuncia uma encenação", segundo Desormeaux.

    Há outras: como as matanças em escolas americanas ou o atentado contra o semanário satírico Charlie Hebdo em Paris em 2015, taxadas de ficções com atores, acrescenta. "A imagem anestesia a capacidade de reflexão", defende este especialista para explicar este tipo de raciocínio.


Fonte: https://www.folhape.com.br/noticias/homem-na-lua-ummarco-na-historia-das-fake-news/2019/07/19/
O texto pertence ao gênero textual:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: Instituto JK Órgão: Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA Provas: Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Assistente Social | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Fonoaudiólogo | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Médico | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Bibliotecário | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Médico Veterinário | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Bioquímico | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Enfermeiro | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Engenheiro Ambiental | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Nutricionista | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Procurador | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Psicólogo | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Engenheiro Civil | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Engenheiro Eletricista | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Especialista em Educação Básica - Pedagogo | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Farmacêutico | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Fisioterapeuta | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Terapeuta Ocupacional |
Q3978097 Português
Leia o texto para responder a questão:


Pesquisa diz que sorrir nos torna mais felizes


  Estudo analisou quase 50 anos de dados de pesquisas que testaram se as expressões faciais podem levar as pessoas a sentir as emoções relacionadas a essas expressões.

  A sabedoria popular diz que sorrir nos faz sentir melhor. E uma pesquisa conjunta de três universidades mostrou que essa correlação é real.

  O estudo das Universidades do Tennessee, Knoxville e Texas A & M, publicado na revista científica “Psychological Bulletin”, analisou quase 50 anos de dados de pesquisas que testaram se as expressões faciais podem levar as pessoas a sentir as emoções relacionadas a essas expressões.

  Segundo Nicholas Coles, estudante de doutorado em psicologia social e principal autor do estudo, a sabedoria convencional nos diz que podemos nos sentir um pouco mais felizes se simplesmente sorrirmos. Ou que podemos entrar num humor mais sério se fecharmos a cara. Mas os psicólogos discordaram dessa ideia por mais de 100 anos.

  Essas divergências se tornaram mais pronunciadas em 2016, quando 17 equipes de pesquisadores não conseguiram reproduzir um experimento bem conhecido, demonstrando que o ato físico de sorrir pode fazer as pessoas se sentirem mais felizes.

  “Alguns estudos não encontraram evidências de que expressões faciais possam influenciar sentimentos”, diz Coles. “Mas não podemos nos concentrar nos resultados de qualquer estudo. Psicólogos testam essa ideia desde o início dos anos 70, então queríamos examinar todas as evidências.”

   Usando uma técnica estatística chamada metaanálise, Coles e sua equipe combinaram dados de 138 estudos que testaram mais de 11.000 participantes de todo o mundo. De acordo com os resultados da meta-análise, as expressões faciais têm um pequeno impacto nos sentimentos. Por exemplo, sorrir faz as pessoas se sentirem mais felizes, fazer caretas faz com que elas se sintam mais irritadas, e franzir a testa faz com que se sintam mais tristes.

  “Não achamos que as pessoas possam se tornar felizes apenas sorrindo”, disse Coles. “Mas essas descobertas são empolgantes porque fornecem uma pista sobre como a mente e o corpo interagem para moldar nossa experiência consciente de emoção”. [...].


Fonte: https://revistaplaneta.com.br/pesquisa-diz-que-sorrirnos-torna-mais-felizes/.  
Com base na leitura do texto é correto afirmar que:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: Instituto JK Órgão: Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA Provas: Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Assistente Social | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Fonoaudiólogo | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Médico | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Bibliotecário | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Médico Veterinário | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Bioquímico | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Enfermeiro | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Engenheiro Ambiental | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Nutricionista | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Procurador | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Psicólogo | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Engenheiro Civil | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Engenheiro Eletricista | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Especialista em Educação Básica - Pedagogo | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Farmacêutico | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Fisioterapeuta | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Terapeuta Ocupacional |
Q3978094 Português
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O homem na lua: um marco na história das 'fake news'

   Celebrações do 50º aniversário da missão do foguete Apollo 11 são cercadas de produção de informações de que o homem não pisou na Lua.


   Milhões de pessoas no mundo estão convencidas de que o homem não pisou na Lua em 1969 e de que as imagens da Nasa foram gravadas em um estúdio de Hollywood. Um boato que perdura e que antecede e é um marco na história das "fake news". Bastam alguns cliques para encontrar milhares de sites na internet que questionam a realidade da missão de Apolo 11. A missão completa 50 anos neste sábado (19).

   Se recorre a argumentos variados para justificar este postulado: a Nasa é incapaz dessa façanha tecnológica, a missão não tinha seres humanos, nenhum homem teria sobrevivido às radiações durante a viagem, e mesmo ideias mais extravagantes como a de que as autoridades deveriam dissimular a descoberta de uma civilização lunar. Todas essas ideias se baseiam no mesmo: supostas anomalias detectadas nas fotos e nos vídeos da Nasa.

   A luz e as sombras das imagens? Suspeitas. A ausência de estrelas? Prova de manipulação. Assim como a bandeira fincada por Neil Armstrong que parece ondular, apesar de somente haver atmosfera na Lua. Embora a comunidade científica tenha refutado com provas todas essas teorias, inclusive com imagens do local de pouso tomadas em 2009, o mito de uma grande mentira continua vivo, e 'in crescendo'.

   [...] 

   Anestesiando a reflexão

  Por que essa façanha atrai tantos céticos? Devido à sua importância, explica à AFP Didier Desormeaux, coautor de um livro sobre teorias do complô ("Le complotisme, décrypter et agir"). "Este episódio da conquista espacial é um dos maiores marcos da humanidade, questioná-lo faz tremer os fundamentos da ciência e do domínio do homem sobre a natureza", argumenta.

   Diferente de outros eventos históricos que também são objeto de teorias da conspiração, como o assassinato do presidente John Fitzgerald Kennedy em 1963 - cujo fato ninguém discute, mas, sim, suas circunstâncias-, a chegada à Lua se questiona em sua totalidade. Com Apolo 11, "se trata da primeira teoria complotista que se constrói completamente mediante uma reinterpretação visual de um fato da atualidade: se denuncia uma encenação", segundo Desormeaux.

   Há outras: como as matanças em escolas americanas ou o atentado contra o semanário satírico Charlie Hebdo em Paris em 2015, taxadas de ficções com atores, acrescenta. "A imagem anestesia a capacidade de reflexão", defende este especialista para explicar este tipo de raciocínio.


Fonte: https://www.folhape.com.br/noticias/homem-na-lua-ummarco-na-historia-das-fake-news/2019/07/19/.
Assinale a opção que contém informação INCORRETA.
Alternativas
Ano: 2024 Banca: Instituto JK Órgão: Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA Provas: Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Assistente Social | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Fonoaudiólogo | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Médico | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Bibliotecário | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Médico Veterinário | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Bioquímico | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Enfermeiro | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Engenheiro Ambiental | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Nutricionista | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Procurador | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Psicólogo | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Engenheiro Civil | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Engenheiro Eletricista | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Especialista em Educação Básica - Pedagogo | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Farmacêutico | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Fisioterapeuta | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Terapeuta Ocupacional |
Q3978093 Português
Leia o texto para responder à questão.


O homem na lua: um marco na história das 'fake news'

   Celebrações do 50º aniversário da missão do foguete Apollo 11 são cercadas de produção de informações de que o homem não pisou na Lua.


   Milhões de pessoas no mundo estão convencidas de que o homem não pisou na Lua em 1969 e de que as imagens da Nasa foram gravadas em um estúdio de Hollywood. Um boato que perdura e que antecede e é um marco na história das "fake news". Bastam alguns cliques para encontrar milhares de sites na internet que questionam a realidade da missão de Apolo 11. A missão completa 50 anos neste sábado (19).

   Se recorre a argumentos variados para justificar este postulado: a Nasa é incapaz dessa façanha tecnológica, a missão não tinha seres humanos, nenhum homem teria sobrevivido às radiações durante a viagem, e mesmo ideias mais extravagantes como a de que as autoridades deveriam dissimular a descoberta de uma civilização lunar. Todas essas ideias se baseiam no mesmo: supostas anomalias detectadas nas fotos e nos vídeos da Nasa.

   A luz e as sombras das imagens? Suspeitas. A ausência de estrelas? Prova de manipulação. Assim como a bandeira fincada por Neil Armstrong que parece ondular, apesar de somente haver atmosfera na Lua. Embora a comunidade científica tenha refutado com provas todas essas teorias, inclusive com imagens do local de pouso tomadas em 2009, o mito de uma grande mentira continua vivo, e 'in crescendo'.

   [...] 

   Anestesiando a reflexão

  Por que essa façanha atrai tantos céticos? Devido à sua importância, explica à AFP Didier Desormeaux, coautor de um livro sobre teorias do complô ("Le complotisme, décrypter et agir"). "Este episódio da conquista espacial é um dos maiores marcos da humanidade, questioná-lo faz tremer os fundamentos da ciência e do domínio do homem sobre a natureza", argumenta.

   Diferente de outros eventos históricos que também são objeto de teorias da conspiração, como o assassinato do presidente John Fitzgerald Kennedy em 1963 - cujo fato ninguém discute, mas, sim, suas circunstâncias-, a chegada à Lua se questiona em sua totalidade. Com Apolo 11, "se trata da primeira teoria complotista que se constrói completamente mediante uma reinterpretação visual de um fato da atualidade: se denuncia uma encenação", segundo Desormeaux.

   Há outras: como as matanças em escolas americanas ou o atentado contra o semanário satírico Charlie Hebdo em Paris em 2015, taxadas de ficções com atores, acrescenta. "A imagem anestesia a capacidade de reflexão", defende este especialista para explicar este tipo de raciocínio.


Fonte: https://www.folhape.com.br/noticias/homem-na-lua-ummarco-na-historia-das-fake-news/2019/07/19/.
O texto pertence ao gênero textual:
Alternativas
Q3976088 Português
TEXTO III

Dicas de viagem – José Paulo Paes

Se você for para a Índia
Não se esqueça de comprar
Uma passagem de Índia e volta.

Se for para o Canadá
Nem pense em beber garapa:
no Canadá nem cana dá.

Se for para o Equador
Nunca peça café-expresso:
Lá só tem café de coador.

E se for para o Peru
Não espere que lhe respondam
Quando gritar “glu glu glu!”

Disponível em:
https://nostemposdalitetatura.blogspot.com/2012/09/poetando-dicas-de-viagem-jose-paulo-paes.html


O Texto III apresenta o trecho “Nem pense em beber garapa: no Canadá nem cana dá.”. Sobre o termo “garapa”, é CORRETO afirmar, de acordo com o contexto, que referência: 
Alternativas
Q3976086 Português
TEXTO III

Dicas de viagem – José Paulo Paes

Se você for para a Índia
Não se esqueça de comprar
Uma passagem de Índia e volta.

Se for para o Canadá
Nem pense em beber garapa:
no Canadá nem cana dá.

Se for para o Equador
Nunca peça café-expresso:
Lá só tem café de coador.

E se for para o Peru
Não espere que lhe respondam
Quando gritar “glu glu glu!”

Disponível em:
https://nostemposdalitetatura.blogspot.com/2012/09/poetando-dicas-de-viagem-jose-paulo-paes.html


Analise as assertivas sobre o Texto III e, em seguida, assinale a alternativa CORRETA:



I. O texto dá dicas de como viajar para alguns países.


II. Em cada parágrafo, faz-se uso de trocadilhos com o nome dos países.


III. “glu glu glu” representa o som característico do peru.



Estão CORRETAS:

Alternativas
Respostas
24401: A
24402: D
24403: C
24404: A
24405: A
24406: D
24407: A
24408: A
24409: A
24410: B
24411: C
24412: C
24413: A
24414: B
24415: D
24416: A
24417: B
24418: D
24419: B
24420: C