Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

Foram encontradas 140.263 questões

Q3195870 Português
Texto 1 POEMINHO DO CONTRA

Todos esses que aí estão
Atravancando meu caminho,
Eles passarão...
Eu passarinho!

(QUINTANA, Mário. Poeminha do Contra. In: . Poemas para ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2012.)


Texto II





COUTINHO, Laerte. Disponível em: http://deposito-de-tirinhas.tumblr.com/post/46675766891/por-laerte. Acesso em: 11 dez. 2024. 
Na tirinha de Laerte, o marcador discursivo “provavelmente” expressa o seguinte efeito de sentido: 
Alternativas
Q3195867 Português
A beleza total  





Fonte: ANDRADE, Carlos Drummond de. Contos plausíveis (1902-1987). Posfácio Noemi Jaffe. São Paulo: Companhia das Letras, 2012. p. 18.
Quanto ao gênero textual e sua função, o texto “A beleza total” pode ser caracterizado como:  
Alternativas
Q3195865 Português
A beleza total  





Fonte: ANDRADE, Carlos Drummond de. Contos plausíveis (1902-1987). Posfácio Noemi Jaffe. São Paulo: Companhia das Letras, 2012. p. 18.
Gertrudes não podia fazer nada. Nascera assim, este era o seu destino fatal: a extrema beleza. E era feliz, sabendo-se incomparável. Por falta de ar puro, acabou sem condições de vida, e um dia cerrou os olhos para sempre. Sua beleza saiu do corpo e ficou pairando, imortal. O corpo já então enfezado de Gertrudes foi recolhido ao jazigo, e a beleza de Gertrudes continuou cintilando no salão fechado a sete chaves.

Os trechos em destaque são exemplos do recurso figurativo da linguagem que
Alternativas
Q3195753 Português
Audiência Pública – Elaboração LDO – 2025

O Município de Cravinhos, através do seu representante legal, comunica e convida os munícipes em geral para a Audiência Pública, nos termos do Artigo 48, Parágrafo Único da Lei de Responsabilidade Fiscal, que será realizada no dia 24 de abril de 2024, às 18:00 horas, na Rua Cerqueira César, 186 (sede da Secretaria Municipal de Educação), o processo de elaboração do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias do Município de Cravinhos para o exercício de 2025 e dá outras providências quando poderão ser apresentadas sugestões.


<Disponível em
https://cravinhos.sp.gov.br/?menu=noticia_detalhe&i
d=10570 . Acesso em 20/01/2025. Com adaptações>

Considerada a estrutura, o conteúdo e a referência de onde o texto foi retirado, é correto afirmar que seu principal objetivo é:
Alternativas
Q3195750 Português
Audiência Pública – Elaboração LDO – 2025

O Município de Cravinhos, através do seu representante legal, comunica e convida os munícipes em geral para a Audiência Pública, nos termos do Artigo 48, Parágrafo Único da Lei de Responsabilidade Fiscal, que será realizada no dia 24 de abril de 2024, às 18:00 horas, na Rua Cerqueira César, 186 (sede da Secretaria Municipal de Educação), o processo de elaboração do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias do Município de Cravinhos para o exercício de 2025 e dá outras providências quando poderão ser apresentadas sugestões.


<Disponível em
https://cravinhos.sp.gov.br/?menu=noticia_detalhe&i
d=10570 . Acesso em 20/01/2025. Com adaptações>

Assinale o trecho em que a reescritura de um trecho do texto apresenta ao menos um erro gramatical (ortografia, acentuação, concordância etc.):
Alternativas
Q3195744 Português
Audiência Pública – Elaboração LDO – 2025

O Município de Cravinhos, através do seu representante legal, comunica e convida os munícipes em geral para a Audiência Pública, nos termos do Artigo 48, Parágrafo Único da Lei de Responsabilidade Fiscal, que será realizada no dia 24 de abril de 2024, às 18:00 horas, na Rua Cerqueira César, 186 (sede da Secretaria Municipal de Educação), o processo de elaboração do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias do Município de Cravinhos para o exercício de 2025 e dá outras providências quando poderão ser apresentadas sugestões.


<Disponível em
https://cravinhos.sp.gov.br/?menu=noticia_detalhe&i
d=10570 . Acesso em 20/01/2025. Com adaptações>

Considerando o texto lido, sua estrutura e conteúdo, podemos classificá-lo como pertencendo ao gênero: 
Alternativas
Q3195434 Português
O trecho “o protagonismo” (linha 03) poderia ser substituído, sem alterar o sentido do texto, por:
Alternativas
Q3195433 Português
Assinale a alternativa que apresenta uma definição correta para a palavra “abundante” (linha 01).
Alternativas
Q3195432 Português
Assinale a alternativa INCORRETA de acordo com o texto.
Alternativas
Q3195431 Português
De acordo com o texto, NÃO é um benefício de beber água:
Alternativas
Q3195430 Português
Qual é o objetivo do texto?.
Alternativas
Q3195391 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.



Veja o que acontece com seu cérebro quando você faz uma pausa nas redes sociais

     Você acha que passa muito tempo navegando no seu celular? Você não está sozinho. O adulto norte-americano médio registra mais de duas horas por dia nas redes sociais, enquanto os adolescentes dobram esse tempo em plataformas como TikTok e Instagram.
     Como os especialistas alertam sobre os recursos viciantes das redes sociais, mais pessoas estão procurando maneiras de se libertar – o que é comprovado por um aumento de 60% nas pesquisas do Google por “desintoxicação de mídia social” nos últimos meses.
     Mas será que se afastar do seu feed realmente faz diferença? Os pesquisadores dizem que sim, e os benefícios para seu cérebro e bem-estar podem surpreendê-lo.
    Muitos de nós suspeitamos que passamos muito tempo rolando a tela dos nossos celulares – uma preocupação ressaltada pela Oxford University Press, que escolheu “brain rot” (“apodrecimento do cérebro”, em tradução livre) como a palavra do ano de 2024.
     No entanto, encontrar a força de vontade para reduzir o tempo na Internet não é uma tarefa fácil, graças à forma como as redes sociais se ligam ao sistema de recompensa do nosso cérebro.
    Anna Lembke, especialista em medicina do vício e autora do livro “Dopamine Nation: Finding Balance in the Age of Indulgence”, explica que as pessoas podem ficar viciadas em mídia digital da mesma forma que podem ficar viciadas em drogas.
     Com base no que sabemos sobre como as drogas e o álcool afetam o cérebro, podemos inferir que um processo semelhante ocorre quando verificamos as redes sociais, sendo que cada curtida, comentário ou vídeo de gato fofo desencadeia uma onda de dopamina, a substância química do cérebro que faz o cérebro se sentir bem.
     Entretanto, nosso cérebro foi projetado para manter um equilíbrio geral de dopamina – o que Lembke descreve como um mecanismo de gangorra. A rolagem interminável nas redes acaba perturbando esse equilíbrio, levando o cérebro a compensar produzindo menos dopamina ou diminuindo sua transmissão. Com o tempo, isso pode nos levar a um estado de “déficit de dopamina”, em que precisamos de mais tempo online para voltar a nos sentir “normais”.
     Fazer uma “pausa” nesse ciclo de dopamina induzido pela mídia social pode permitir que o cérebro redefina as vias de recompensa, explica Lembke, permitindo que paremos o tipo de consumo excessivo compulsivo que leva ao “brain rot” (“podridão cerebral”, em português).
     Não existe uma solução única quando se trata de desintoxicação das redes sociais, afirma Paige Coyne, coautora de um estudo sobre os impactos na saúde de uma desintoxicação da mídia social de duas semanas em 31 jovens adultos.
     “O uso excessivo de redes sociais pode significar coisas diferentes para pessoas diferentes”, diz ela, acrescentando que o essencial é estabelecer metas realistas para reduzir nosso consumo habitual das redes. “Algumas pessoas podem querer desistir totalmente, enquanto outras podem querer reduzir
pela metade o tempo gasto nas redes sociais.”
     Para ajudar a reconectar as vias de recompensa do cérebro, Lembke recomenda que você se abstenha pelo maior tempo possível – de preferência, pelo menos quatro semanas. Mas até mesmo pequenas pausas se mostraram eficazes para melhorar a saúde mental. Um estudo com 65 meninas de 10 a 19 anos descobriu que fazer uma pausa de três dias nas redes sociais melhorou a autoestima e a autocompaixão, resultando em menos vergonha do corpo.


Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2025/01/veja-o- que-acontece-com-seu-cerebro-quando-voce-faz-uma-pausa-nas-redes-sociais (adaptado).
O texto menciona um estudo sobre os efeitos de pausas nas redes sociais em jovens adultos e adolescentes. De acordo com Paige Coyne, coautora de um desses estudos, o que deve ser levado em conta para o sucesso de uma "desintoxicação" digital?
Alternativas
Q3195390 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.



Veja o que acontece com seu cérebro quando você faz uma pausa nas redes sociais

     Você acha que passa muito tempo navegando no seu celular? Você não está sozinho. O adulto norte-americano médio registra mais de duas horas por dia nas redes sociais, enquanto os adolescentes dobram esse tempo em plataformas como TikTok e Instagram.
     Como os especialistas alertam sobre os recursos viciantes das redes sociais, mais pessoas estão procurando maneiras de se libertar – o que é comprovado por um aumento de 60% nas pesquisas do Google por “desintoxicação de mídia social” nos últimos meses.
     Mas será que se afastar do seu feed realmente faz diferença? Os pesquisadores dizem que sim, e os benefícios para seu cérebro e bem-estar podem surpreendê-lo.
    Muitos de nós suspeitamos que passamos muito tempo rolando a tela dos nossos celulares – uma preocupação ressaltada pela Oxford University Press, que escolheu “brain rot” (“apodrecimento do cérebro”, em tradução livre) como a palavra do ano de 2024.
     No entanto, encontrar a força de vontade para reduzir o tempo na Internet não é uma tarefa fácil, graças à forma como as redes sociais se ligam ao sistema de recompensa do nosso cérebro.
    Anna Lembke, especialista em medicina do vício e autora do livro “Dopamine Nation: Finding Balance in the Age of Indulgence”, explica que as pessoas podem ficar viciadas em mídia digital da mesma forma que podem ficar viciadas em drogas.
     Com base no que sabemos sobre como as drogas e o álcool afetam o cérebro, podemos inferir que um processo semelhante ocorre quando verificamos as redes sociais, sendo que cada curtida, comentário ou vídeo de gato fofo desencadeia uma onda de dopamina, a substância química do cérebro que faz o cérebro se sentir bem.
     Entretanto, nosso cérebro foi projetado para manter um equilíbrio geral de dopamina – o que Lembke descreve como um mecanismo de gangorra. A rolagem interminável nas redes acaba perturbando esse equilíbrio, levando o cérebro a compensar produzindo menos dopamina ou diminuindo sua transmissão. Com o tempo, isso pode nos levar a um estado de “déficit de dopamina”, em que precisamos de mais tempo online para voltar a nos sentir “normais”.
     Fazer uma “pausa” nesse ciclo de dopamina induzido pela mídia social pode permitir que o cérebro redefina as vias de recompensa, explica Lembke, permitindo que paremos o tipo de consumo excessivo compulsivo que leva ao “brain rot” (“podridão cerebral”, em português).
     Não existe uma solução única quando se trata de desintoxicação das redes sociais, afirma Paige Coyne, coautora de um estudo sobre os impactos na saúde de uma desintoxicação da mídia social de duas semanas em 31 jovens adultos.
     “O uso excessivo de redes sociais pode significar coisas diferentes para pessoas diferentes”, diz ela, acrescentando que o essencial é estabelecer metas realistas para reduzir nosso consumo habitual das redes. “Algumas pessoas podem querer desistir totalmente, enquanto outras podem querer reduzir
pela metade o tempo gasto nas redes sociais.”
     Para ajudar a reconectar as vias de recompensa do cérebro, Lembke recomenda que você se abstenha pelo maior tempo possível – de preferência, pelo menos quatro semanas. Mas até mesmo pequenas pausas se mostraram eficazes para melhorar a saúde mental. Um estudo com 65 meninas de 10 a 19 anos descobriu que fazer uma pausa de três dias nas redes sociais melhorou a autoestima e a autocompaixão, resultando em menos vergonha do corpo.


Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2025/01/veja-o- que-acontece-com-seu-cerebro-quando-voce-faz-uma-pausa-nas-redes-sociais (adaptado).
No texto, é discutido o impacto das redes sociais no cérebro humano e os benefícios de pausas no uso dessas plataformas. De acordo com Anna Lembke, qual é o principal mecanismo cerebral afetado pelo uso excessivo de redes sociais?
Alternativas
Q3195324 Português

Eu comecei minha faxina. Tudo o que não serve mais (sentimentos, momentos, pessoas) eu coloquei dentro de uma caixa. E joguei fora. (Sem apego. Sem melancolia. Sem saudade). A ordem é desocupar lugares. Filtrar emoções.

Caio Fernando Abreu


Sobre o texto, é correto afirmar que o autor: 

Alternativas
Q3195321 Português

Texto para a questão.


Na fala “Mas também não me sujei ontem, o termo em destaque dá ideia de:
Alternativas
Q3195320 Português

Texto para a questão.


Segundo a tirinha, podemos afirmar corretamente que o garoto:
Alternativas
Q3195242 Português

É verdade que cerveja feita de milho é pior? 


Por Felipe van Deursen




(Disponível em: https://super.abril.com.br/mundo-estranho/e-verdade-que-cerveja-feita-de-milho-e-pior/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Em relação ao exposto no texto-base, analise as assertivas abaixo:



I. Uma das cervejas mais bem avaliadas da Bélgica é feita com milho.


II. A bebida produzida com milho pelos Incas era chamada de chicha.


III. O milho é um cereal maltado.



Quais estão corretas?

Alternativas
Q3195241 Português

É verdade que cerveja feita de milho é pior? 


Por Felipe van Deursen




(Disponível em: https://super.abril.com.br/mundo-estranho/e-verdade-que-cerveja-feita-de-milho-e-pior/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa correta sobre o exposto no texto-base. 
Alternativas
Q3195240 Português

É verdade que cerveja feita de milho é pior? 


Por Felipe van Deursen




(Disponível em: https://super.abril.com.br/mundo-estranho/e-verdade-que-cerveja-feita-de-milho-e-pior/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Qual é o assunto principal do texto-base? 
Alternativas
Q3195061 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.


Escolhendo times na escola

         Se eu pudesse voltar atrás, não participaria dos jogos da exclusão, dos jogos da rejeição da minha infância.
          Teria boicotado, feito greve, discursado contra.
        Há dores que demoram para doer. A consciência social nem sempre é pontual, nem sempre está desperta desde cedo.
          Eu não previa os efeitos danosos para tantos outros meninos como eu.
        Uma vez que eu não arcava com o preconceito, não entendia a sua influência perniciosa, o seu papel desagregador, o seu exemplo antieducacional.
       Nas aulas de educação física, o professor indicava dois colegas para escolher os times. Cada um desfrutava do direito de chamar, alternadamente, integrantes para sua equipe.
        Eu sempre fui boleiro, e terminava sendo um dos primeiros recrutados. Não penava como alvo da perseguição. Dispunha da confiança imediata dos meus semelhantes, então me calava.
       Depois que os melhores eram convocados, numa disputa de preferência por quem havia mostrado habilidade nas peladas do recreio, acontecia um bizarro concurso para evitar os piores no próprio time.
       Os capitães se digladiavam para não contar com os “pernas de pau” em sua formação. Xingavam publicamente os que sobravam no final da seletiva.
      Disparavam desaforos para crianças indefesas que estavam ali justamente para aprender futebol. Crianças que não tinham nenhuma obrigação de conhecer os fundamentos do esporte.
        — Pode ficar, jogamos com um a menos.
        — Ele não, é muito ruim.
        — Nem colocando de goleiro.
        — Ele não presta nem como poste.
       Qual o propósito da escola senão dar chance para quem nunca entrou em campo? Mas vivemos num país segregador, pulando etapas, em que é difícil ensinar o básico. Parece que todo mundo deve nascer sabendo.
         Assim muitos jovens perderam a vontade de comparecer a interações coletivas, postos de lado já nos ensaios e treinos da vida.
       Eu queria pedir desculpa retroativa a todos que foram zombados nas peneiras estudantis, apelidados de “perebas” ou de “babas”, ofendidos pela sua aparência, num bullying perigoso sobre obesidade e demais características físicas.
      A todos que não receberam uma mísera oportunidade, um único incentivo, a proteção do acolhimento, o cuidado para se entrosar pouco a pouco, sem a hierarquia sumária de valor, sem o julgamento prévio.
     Lamento a minha passividade. Tão obcecado no meu desempenho, focado no meu individualismo, egoísta nos dribles, feliz com a fragilidade do adversário, eu não via na época o quanto eles sofriam com qualquer erro, qualquer passe torto, qualquer tiro a gol longe da meta, defenestrados por antecipação. Atuavam sob o signo do pânico e da opressão, para confirmar expectativas e agouros. Não se encontravam relaxados ou motivados. Experimentavam um terrorismo psicológico desmedido. Não usufruíam de paz para tentar, falhar, retomar, condenados a provar o engano nos primeiros minutos de bola rolando. A indisposição reforçava os estereótipos, os rótulos, os recalques.
       Já começávamos a aula derrotados moralmente.


Autor: Fabrício Carpinejar - GZH (adaptado)
No trecho “Eu queria pedir desculpa retroativa a todos que foram zombados nas peneiras estudantis”, a palavra “retroativa” pode ser substituída, sem alteração de sentido, por:
Alternativas
Respostas
23201: E
23202: A
23203: E
23204: D
23205: A
23206: D
23207: C
23208: A
23209: E
23210: D
23211: B
23212: C
23213: B
23214: B
23215: C
23216: B
23217: C
23218: A
23219: C
23220: C