Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3271923 Português
Uma empresa possui um sistema de controle de acesso onde cada funcionário precisa inserir um código especial para entrar em diferentes áreas do prédio. As áreas são classificadas como A, B, C, D e E, e cada funcionário tem permissões específicas baseadas na sua função.
Durante uma auditoria de segurança, os seguintes fatos foram observados: 

• Se um funcionário tem acesso à Área A, ele também tem acesso às Áreas B e C.
• Um funcionário que tem acesso à Área D deve obrigatoriamente ter acesso à Área C, mas não necessariamente às Áreas A ou B.
• Todo funcionário que tem acesso à Área E também tem acesso às Áreas D e B, mas não pode ter acesso à Área A.
•  Durante a auditoria, verificou-se que um funcionário específico, chamado Carlos, tem acesso às Áreas C e D, mas não tem acesso à Área B.


Com base nas informações fornecidas, qual das afirmações a seguir é verdadeira sobre Carlos?
Alternativas
Q3271911 Português
Prêmio Nobel de Física Vai para Pioneiros da Inteligência Artificial


Em um ano em que só se falou dos avanços da inteligência artificial e da popularização de ferramentas de IA, o Prêmio Nobel de Física de 2024 foi concedido a dois pioneiros da área — o americano John Hopfield e o britânico-canadense Geoffrey Hinton.

"Os dois ganhadores do Prêmio Nobel de Física deste ano usaram ferramentas da física para desenvolver métodos que são a base do poderoso aprendizado de máquina de hoje", disse o órgão em comunicado. "O aprendizado de máquina baseado em redes neurais artificiais está atualmente revolucionando a ciência, a engenharia e a vida cotidiana."

Hopfield, professor da Universidade de Princeton, criou uma memória associativa que pode armazenar e reconstruir imagens e outros tipos de padrões em dados, disse a academia.

Pioneiro da inteligência artificial, Hinton deixou o Google em 2023 e disse que fez isso para falar livremente sobre os perigos da tecnologia, depois de perceber que os computadores poderiam se tornar mais inteligentes do que as pessoas muito antes do que ele e outros especialistas esperavam.

"Embora o aprendizado de máquina traga enormes benefícios, seu rápido desenvolvimento também levantou preocupações sobre nosso futuro", disse Ellen Moons, presidente do Comitê do Nobel de Física.

"Coletivamente, os seres humanos têm a responsabilidade de usar essa nova tecnologia de forma segura e ética, para o maior benefício da humanidade."

Amplamente considerado o prêmio de maior prestígio para físicos em todo o mundo, O Prêmio Nobel da Física foi criado, juntamente com prêmios por conquistas na ciência, literatura e paz, no testamento de Alfred Nobel.

Os prêmios têm sido concedidos com algumas interrupções desde 1901, embora a honra do Nobel de Economia seja uma adição posterior em memória do empresário e filantropo sueco, que fez fortuna com sua invenção da dinamite.

Além das escolhas, às vezes controversas, para a Paz e a Literatura, a Física costuma causar o maior impacto entre os prêmios, com a lista de vencedores anteriores apresentando superestrelas científicas como Albert Einstein, Niels Bohr e Enrico Fermi.

O prêmio de Física do ano passado foi concedido a Pierre Agostini, Ferenc Krausz e Anne L'Huillier por seu trabalho na criação de pulsos ultracurtos de luz que podem fornecer uma visão das mudanças dentro dos átomos, melhorando potencialmente a detecção de doenças. 


https://forbes.com.br/forbes-tech/2024/10/premio-nobel-de-fisica-vai-par
Qual foi a contribuição dos vencedores do Prêmio Nobel de Física do ano passado, conforme descrito no texto?
Alternativas
Q3271718 Português
Mortes por câncer já ocupam primeiro lugar em algumas regiões do Brasil


O câncer já é a primeira causa de morte em algumas regiões do Brasil, ocupando o lugar das doenças cardiovasculares. Um estudo inédito revela uma transição epidemiológica no país, tendência que já vem sendo observada em nações ricas.

O trabalho, conduzido por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e outras instituições, como Fundação Getúlio Vargas e Universidade Federal de Uberlândia, em Minas Gerais, acaba de ser publicado no The Lancet Regional Health − Americas.

Para chegar ao resultado, os autores analisaram dados de 5.570 municípios brasileiros fornecidos pelo Sistema de Informações de Mortalidade (SIM) entre os anos de 2000 e 2019. Também foram avaliadas as mortes prematuras, aquelas que ocorrem na faixa dos 30 aos 69 anos, que não são atribuídas ao envelhecimento.

Nesse período, as taxas de mortalidade por doenças cardiovasculares caíram em 25 dos 27 estados, enquanto as de câncer cresceram em 15. O número de municípios em que o câncer é a principal causa de morte quase dobrou, passando de 7% para 13%. E, enquanto a mortalidade por problemas cardiovasculares caiu drasticamente, quase 40%, a de câncer reduziu apenas 10%.

Embora as doenças cardiovasculares ainda liderem as mortes, alguns fatores explicam essa transição. "Os avanços no diagnóstico e no tratamento, bem como as campanhas antitabagismo, por exemplo, tiveram grande impacto na queda da mortalidade cardiovascular. O câncer, por outro lado, engloba mais de cem doenças com diferentes causas e alguns são mais fáceis de prevenir, outros mais limitados", analisa Leandro Rezende, um dos autores do estudo e coordenador do programa de pós-graduação em Saúde Coletiva da Escola Paulista de Medicina, da Unifesp.

Já as doenças cardiovasculares, segundo Rezende, são mais sensíveis a hábitos e medidas terapêuticas. "O resultado mostra que, quanto maior o acesso a tratamento e prevenção, menor a mortalidade", observa o pesquisador. Apesar de o câncer e as doenças cardiovasculares compartilharem muitos fatores de risco — como tabagismo, sedentarismo, obesidade e má alimentação —, as particularidades de cada tipo de tumor dificultam a prevenção e o tratamento.

Além disso, enquanto o tratamento das doenças cardiovasculares sempre envolve mudanças no estilo de vida, no câncer o foco acaba sendo erradicar a doença de forma localizada. Assim, é possível reduzir as mortes por infartos e derrames cuidando da pressão alta, do colesterol alto e do diabetes, por exemplo, mas o prognóstico dos tumores acaba prejudicado com diagnósticos tardios e dificuldade de acesso a tratamentos sofisticados.

Para os autores do novo estudo, é preciso desenvolver políticas específicas para cada região, capazes de melhorar o acesso à saúde nos municípios menores e mais vulneráveis e, é claro, atuar na prevenção primária. "Isso envolve políticas públicas, incluindo campanhas antitabaco, controle do álcool e o grande desafio da obesidade, que é um fator de risco para vários tumores. Sabe-se que o estilo de vida está associado a cerca de 20 tipos de câncer, e um terço das mortes poderia ser evitado com mudanças nos hábitos de vida", destaca Rezende.


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/mortes-por-cancer-ja-ocupam-prim eiro-lugar-em-algumas-regioes-do-brasil/

Mortes por câncer já ocupam primeiro lugar em algumas regiões do Brasil


O câncer já é a primeira causa de morte em algumas regiões do Brasil, ocupando o lugar das doenças cardiovasculares. Um estudo inédito revela uma transição epidemiológica no país, tendência que já vem sendo observada em nações ricas.

O trabalho, conduzido por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e outras instituições, como Fundação Getúlio Vargas e Universidade Federal de Uberlândia, em Minas Gerais, acaba de ser publicado no The Lancet Regional Health − Americas.

Para chegar ao resultado, os autores analisaram dados de 5.570 municípios brasileiros fornecidos pelo Sistema de Informações de Mortalidade (SIM) entre os anos de 2000 e 2019. Também foram avaliadas as mortes prematuras, aquelas que ocorrem na faixa dos 30 aos 69 anos, que não são atribuídas ao envelhecimento.

Nesse período, as taxas de mortalidade por doenças cardiovasculares caíram em 25 dos 27 estados, enquanto as de câncer cresceram em 15. O número de municípios em que o câncer é a principal causa de morte quase dobrou, passando de 7% para 13%. E, enquanto a mortalidade por problemas cardiovasculares caiu drasticamente, quase 40%, a de câncer reduziu apenas 10%.

Embora as doenças cardiovasculares ainda liderem as mortes, alguns fatores explicam essa transição. "Os avanços no diagnóstico e no tratamento, bem como as campanhas antitabagismo, por exemplo, tiveram grande impacto na queda da mortalidade cardiovascular. O câncer, por outro lado, engloba mais de cem doenças com diferentes causas e alguns são mais fáceis de prevenir, outros mais limitados", analisa Leandro Rezende, um dos autores do estudo e coordenador do programa de pós-graduação em Saúde Coletiva da Escola Paulista de Medicina, da Unifesp.

Já as doenças cardiovasculares, segundo Rezende, são mais sensíveis a hábitos e medidas terapêuticas. "O resultado mostra que, quanto maior o acesso a tratamento e prevenção, menor a mortalidade", observa o pesquisador. Apesar de o câncer e as doenças cardiovasculares compartilharem muitos fatores de risco — como tabagismo, sedentarismo, obesidade e má alimentação —, as particularidades de cada tipo de tumor dificultam a prevenção e o tratamento.

Além disso, enquanto o tratamento das doenças cardiovasculares sempre envolve mudanças no estilo de vida, no câncer o foco acaba sendo erradicar a doença de forma localizada. Assim, é possível reduzir as mortes por infartos e derrames cuidando da pressão alta, do colesterol alto e do diabetes, por exemplo, mas o prognóstico dos tumores acaba prejudicado com diagnósticos tardios e dificuldade de acesso a tratamentos sofisticados.

Para os autores do novo estudo, é preciso desenvolver políticas específicas para cada região, capazes de melhorar o acesso à saúde nos municípios menores e mais vulneráveis e, é claro, atuar na prevenção primária. "Isso envolve políticas públicas, incluindo campanhas antitabaco, controle do álcool e o grande desafio da obesidade, que é um fator de risco para vários tumores. Sabe-se que o estilo de vida está associado a cerca de 20 tipos de câncer, e um terço das mortes poderia ser evitado com mudanças nos hábitos de vida", destaca Rezende.


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/mortes-por-cancer-ja-ocupam-prim eiro-lugar-em-algumas-regioes-do-brasil/

Qual foi o foco principal da análise realizada pelos autores do estudo mencionado no texto?
Alternativas
Q3271717 Português
Mortes por câncer já ocupam primeiro lugar em algumas regiões do Brasil


O câncer já é a primeira causa de morte em algumas regiões do Brasil, ocupando o lugar das doenças cardiovasculares. Um estudo inédito revela uma transição epidemiológica no país, tendência que já vem sendo observada em nações ricas.

O trabalho, conduzido por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e outras instituições, como Fundação Getúlio Vargas e Universidade Federal de Uberlândia, em Minas Gerais, acaba de ser publicado no The Lancet Regional Health − Americas.

Para chegar ao resultado, os autores analisaram dados de 5.570 municípios brasileiros fornecidos pelo Sistema de Informações de Mortalidade (SIM) entre os anos de 2000 e 2019. Também foram avaliadas as mortes prematuras, aquelas que ocorrem na faixa dos 30 aos 69 anos, que não são atribuídas ao envelhecimento.

Nesse período, as taxas de mortalidade por doenças cardiovasculares caíram em 25 dos 27 estados, enquanto as de câncer cresceram em 15. O número de municípios em que o câncer é a principal causa de morte quase dobrou, passando de 7% para 13%. E, enquanto a mortalidade por problemas cardiovasculares caiu drasticamente, quase 40%, a de câncer reduziu apenas 10%.

Embora as doenças cardiovasculares ainda liderem as mortes, alguns fatores explicam essa transição. "Os avanços no diagnóstico e no tratamento, bem como as campanhas antitabagismo, por exemplo, tiveram grande impacto na queda da mortalidade cardiovascular. O câncer, por outro lado, engloba mais de cem doenças com diferentes causas e alguns são mais fáceis de prevenir, outros mais limitados", analisa Leandro Rezende, um dos autores do estudo e coordenador do programa de pós-graduação em Saúde Coletiva da Escola Paulista de Medicina, da Unifesp.

Já as doenças cardiovasculares, segundo Rezende, são mais sensíveis a hábitos e medidas terapêuticas. "O resultado mostra que, quanto maior o acesso a tratamento e prevenção, menor a mortalidade", observa o pesquisador. Apesar de o câncer e as doenças cardiovasculares compartilharem muitos fatores de risco — como tabagismo, sedentarismo, obesidade e má alimentação —, as particularidades de cada tipo de tumor dificultam a prevenção e o tratamento.

Além disso, enquanto o tratamento das doenças cardiovasculares sempre envolve mudanças no estilo de vida, no câncer o foco acaba sendo erradicar a doença de forma localizada. Assim, é possível reduzir as mortes por infartos e derrames cuidando da pressão alta, do colesterol alto e do diabetes, por exemplo, mas o prognóstico dos tumores acaba prejudicado com diagnósticos tardios e dificuldade de acesso a tratamentos sofisticados.

Para os autores do novo estudo, é preciso desenvolver políticas específicas para cada região, capazes de melhorar o acesso à saúde nos municípios menores e mais vulneráveis e, é claro, atuar na prevenção primária. "Isso envolve políticas públicas, incluindo campanhas antitabaco, controle do álcool e o grande desafio da obesidade, que é um fator de risco para vários tumores. Sabe-se que o estilo de vida está associado a cerca de 20 tipos de câncer, e um terço das mortes poderia ser evitado com mudanças nos hábitos de vida", destaca Rezende.


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/mortes-por-cancer-ja-ocupam-prim eiro-lugar-em-algumas-regioes-do-brasil/

Mortes por câncer já ocupam primeiro lugar em algumas regiões do Brasil


O câncer já é a primeira causa de morte em algumas regiões do Brasil, ocupando o lugar das doenças cardiovasculares. Um estudo inédito revela uma transição epidemiológica no país, tendência que já vem sendo observada em nações ricas.

O trabalho, conduzido por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e outras instituições, como Fundação Getúlio Vargas e Universidade Federal de Uberlândia, em Minas Gerais, acaba de ser publicado no The Lancet Regional Health − Americas.

Para chegar ao resultado, os autores analisaram dados de 5.570 municípios brasileiros fornecidos pelo Sistema de Informações de Mortalidade (SIM) entre os anos de 2000 e 2019. Também foram avaliadas as mortes prematuras, aquelas que ocorrem na faixa dos 30 aos 69 anos, que não são atribuídas ao envelhecimento.

Nesse período, as taxas de mortalidade por doenças cardiovasculares caíram em 25 dos 27 estados, enquanto as de câncer cresceram em 15. O número de municípios em que o câncer é a principal causa de morte quase dobrou, passando de 7% para 13%. E, enquanto a mortalidade por problemas cardiovasculares caiu drasticamente, quase 40%, a de câncer reduziu apenas 10%.

Embora as doenças cardiovasculares ainda liderem as mortes, alguns fatores explicam essa transição. "Os avanços no diagnóstico e no tratamento, bem como as campanhas antitabagismo, por exemplo, tiveram grande impacto na queda da mortalidade cardiovascular. O câncer, por outro lado, engloba mais de cem doenças com diferentes causas e alguns são mais fáceis de prevenir, outros mais limitados", analisa Leandro Rezende, um dos autores do estudo e coordenador do programa de pós-graduação em Saúde Coletiva da Escola Paulista de Medicina, da Unifesp.

Já as doenças cardiovasculares, segundo Rezende, são mais sensíveis a hábitos e medidas terapêuticas. "O resultado mostra que, quanto maior o acesso a tratamento e prevenção, menor a mortalidade", observa o pesquisador. Apesar de o câncer e as doenças cardiovasculares compartilharem muitos fatores de risco — como tabagismo, sedentarismo, obesidade e má alimentação —, as particularidades de cada tipo de tumor dificultam a prevenção e o tratamento.

Além disso, enquanto o tratamento das doenças cardiovasculares sempre envolve mudanças no estilo de vida, no câncer o foco acaba sendo erradicar a doença de forma localizada. Assim, é possível reduzir as mortes por infartos e derrames cuidando da pressão alta, do colesterol alto e do diabetes, por exemplo, mas o prognóstico dos tumores acaba prejudicado com diagnósticos tardios e dificuldade de acesso a tratamentos sofisticados.

Para os autores do novo estudo, é preciso desenvolver políticas específicas para cada região, capazes de melhorar o acesso à saúde nos municípios menores e mais vulneráveis e, é claro, atuar na prevenção primária. "Isso envolve políticas públicas, incluindo campanhas antitabaco, controle do álcool e o grande desafio da obesidade, que é um fator de risco para vários tumores. Sabe-se que o estilo de vida está associado a cerca de 20 tipos de câncer, e um terço das mortes poderia ser evitado com mudanças nos hábitos de vida", destaca Rezende.


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/mortes-por-cancer-ja-ocupam-prim eiro-lugar-em-algumas-regioes-do-brasil/

Qual é a principal diferença entre o tratamento das doenças cardiovasculares e o tratamento do câncer, conforme mencionado no texto? 
Alternativas
Q3271548 Português
Com relação a frase “Ela tem um coração de pedra”, assinale a alternativa que apresenta uma interpretação conotativa do termo “coração”.
Alternativas
Q3271545 Português
Texto 1 para responder à questão.

Demanda reforçada eleva preço do cacau e arroz

A demanda global supera a oferta de arroz e cacau neste ano e a alta de preço desses produtos no mercado interno surpreende, mostra pesquisa da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos. Em um ano, o preço do arroz brasileiro subiu 40%, e o valor do cacau disparou 282%. Ambas as commodities apresentam safras globais menores que o previsto, em virtude do clima.

(O Estado de S. Paulo. Disponível em: https://www.estadao.com.br/economia/coluna-do-broadcast-agro/traive-risco-campo-afastacredito-agro/. Acesso em: 25 ago. 2024, com adaptações.)
Dado o aumento nos preços do arroz e do cacau como descrito no texto 1, assinale a alternativa que indica a conclusão referente a esse assunto.
Alternativas
Q3271544 Português
Texto 1 para responder à questão.

Demanda reforçada eleva preço do cacau e arroz

A demanda global supera a oferta de arroz e cacau neste ano e a alta de preço desses produtos no mercado interno surpreende, mostra pesquisa da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos. Em um ano, o preço do arroz brasileiro subiu 40%, e o valor do cacau disparou 282%. Ambas as commodities apresentam safras globais menores que o previsto, em virtude do clima.

(O Estado de S. Paulo. Disponível em: https://www.estadao.com.br/economia/coluna-do-broadcast-agro/traive-risco-campo-afastacredito-agro/. Acesso em: 25 ago. 2024, com adaptações.)
Com relação às informações do texto, assinale a alternativa que corresponde ao impacto do clima nas safras de arroz e cacau.
Alternativas
Q3271543 Português
Texto 1 para responder à questão.

Demanda reforçada eleva preço do cacau e arroz

A demanda global supera a oferta de arroz e cacau neste ano e a alta de preço desses produtos no mercado interno surpreende, mostra pesquisa da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos. Em um ano, o preço do arroz brasileiro subiu 40%, e o valor do cacau disparou 282%. Ambas as commodities apresentam safras globais menores que o previsto, em virtude do clima.

(O Estado de S. Paulo. Disponível em: https://www.estadao.com.br/economia/coluna-do-broadcast-agro/traive-risco-campo-afastacredito-agro/. Acesso em: 25 ago. 2024, com adaptações.)
No que se refere às informações do texto 1, assinale a alternativa que apresenta a principal razão para o aumento dos preços do arroz e do cacau.
Alternativas
Q3271414 Português

Leia o trecho presente no quadro a seguir: 


"É sempre bom lembrar que, para o público, a pessoa que está realizando o atendimento representa a instituição. A boa impressão que se tem da instituição pode ser anulada por um único atendimento displicente. Para um atendimento de excelência, é essencial preparar-se para novas práticas que impliquem mudanças de comportamento."


MINISTÉRIO PÚBLICO DO PIAUÍ. Manual de Atendimento ao Público. Teresina: Rede Procon, 2020, p. 5.


Da leitura do texto, é correto inferir que uma correta recomendação a um servidor público que precisará prestar atendimento na administração pública moderna é

Alternativas
Q3271393 Português
    O Porto Organizado de Santana (AP), administrado pela Companhia Docas de Santana, fechou o ano de 2023 com movimentação recorde, a maior dos últimos 9 anos, com crescimento de 48% em relação ao ano de 2022, atingindo a marca de 3,623 milhões de toneladas de cargas.

Fonte: https://santana.ap.gov.br/porto-de-santana-alcanca-movimentacao-recorde-impulsionado-por-commoditiesagricolas/ (adaptado) 
De acordo com o texto, é possível inferir que a movimentação de carga no Porto Organizado de Santana no ano de 2022 foi de, aproximadamente,
Alternativas
Q3271390 Português

“NO MESMO BARCO” 



NO MESMO BARCO. Disponível em: https://leonardoconcon.com.br/cidade/geral/opiniao/nao-estamos-no-mesmo-barco/. Acesso  

O texto “NO MESMO BARCO” constitui-se não apenas por meio de palavras, mas também por imagens, que são determinantes para sua compreensão. A partir da análise, especificamente, do componente não verbal (imagens), a figura de linguagem que mais se aproxima da principal ideia veiculada no texto é 
Alternativas
Q3271388 Português

“NO MESMO BARCO” 



NO MESMO BARCO. Disponível em: https://leonardoconcon.com.br/cidade/geral/opiniao/nao-estamos-no-mesmo-barco/. Acesso  

O texto “NO MESMO BARCO” tem por finalidade 
Alternativas
Q3271385 Português

Porto de Santana é destaque pelo terceiro ano consecutivo no prêmio Portos+Brasil

8 de agosto de 2024


A Companhia Docas de Santana (CDSA) foi premiada na 5ª edição do Prêmio Portos + Brasil, em solenidade realizada na noite desta quarta-feira (7), em Brasília. O prêmio é um reconhecimento aos avanços conquistados pelos Portos Organizados e Terminais de Uso Privado (TUPs) brasileiros que mais se destacaram em categorias relacionadas à movimentação, resultados financeiros e boa gestão. O prêmio também contribui para a criação de um banco de dados histórico do setor portuário brasileiro além de incentivar a melhoria na gestão e modernização dos portos.

[…]

Destaque pelo terceiro ano consecutivo

É o terceiro ano consecutivo que a Companhia Docas de Santana figura entre os destaques da premiação, acumulando o primeiro lugar na categoria Crescimento da Movimentação Total dos Portos Públicos em 2022 e o terceiro lugar na categoria Avanço IGAP em 2023.

[…]


PREFEITURA DE SANTANA. Disponível em: https://santana.ap.gov.br/porto-de-samtana-e-destaque-pelo-terceiroano-consecutivo-no-premio-portos-brasil/. Acesso em: 04 set. 2024. 

Sobre o tipo textual predominante no trecho A Companhia Docas de Santana (CDSA) foi premiada na 5ª edição do Prêmio Portos + Brasil, em solenidade realizada na noite desta quarta-feira (7), em Brasília, é correto afirmar que
Alternativas
Q3271383 Português

Porto de Santana é destaque pelo terceiro ano consecutivo no prêmio Portos+Brasil

8 de agosto de 2024


A Companhia Docas de Santana (CDSA) foi premiada na 5ª edição do Prêmio Portos + Brasil, em solenidade realizada na noite desta quarta-feira (7), em Brasília. O prêmio é um reconhecimento aos avanços conquistados pelos Portos Organizados e Terminais de Uso Privado (TUPs) brasileiros que mais se destacaram em categorias relacionadas à movimentação, resultados financeiros e boa gestão. O prêmio também contribui para a criação de um banco de dados histórico do setor portuário brasileiro além de incentivar a melhoria na gestão e modernização dos portos.

[…]

Destaque pelo terceiro ano consecutivo

É o terceiro ano consecutivo que a Companhia Docas de Santana figura entre os destaques da premiação, acumulando o primeiro lugar na categoria Crescimento da Movimentação Total dos Portos Públicos em 2022 e o terceiro lugar na categoria Avanço IGAP em 2023.

[…]


PREFEITURA DE SANTANA. Disponível em: https://santana.ap.gov.br/porto-de-samtana-e-destaque-pelo-terceiroano-consecutivo-no-premio-portos-brasil/. Acesso em: 04 set. 2024. 

Conforme as informações apresentadas no texto Porto de Santana é destaque pelo terceiro ano consecutivo no prêmio Portos + Brasil, é correto afirmar que
Alternativas
Q3271148 Português
Mortes por câncer já ocupam primeiro lugar em algumas regiões do Brasil


O câncer já é a primeira causa de morte em algumas regiões do Brasil, ocupando o lugar das doenças cardiovasculares. Um estudo inédito revela uma transição epidemiológica no país, tendência que já vem sendo observada em nações ricas.

O trabalho, conduzido por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e outras instituições, como Fundação Getúlio Vargas e Universidade Federal de Uberlândia, em Minas Gerais, acaba de ser publicado no The Lancet Regional Health − Americas.

Para chegar ao resultado, os autores analisaram dados de 5.570 municípios brasileiros fornecidos pelo Sistema de Informações de Mortalidade (SIM) entre os anos de 2000 e 2019. Também foram avaliadas as mortes prematuras, aquelas que ocorrem na faixa dos 30 aos 69 anos, que não são atribuídas ao envelhecimento.

Nesse período, as taxas de mortalidade por doenças cardiovasculares caíram em 25 dos 27 estados, enquanto as de câncer cresceram em 15. O número de municípios em que o câncer é a principal causa de morte quase dobrou, passando de 7% para 13%. E, enquanto a mortalidade por problemas cardiovasculares caiu drasticamente, quase 40%, a de câncer reduziu apenas 10%.

Embora as doenças cardiovasculares ainda liderem as mortes, alguns fatores explicam essa transição. "Os avanços no diagnóstico e no tratamento, bem como as campanhas antitabagismo, por exemplo, tiveram grande impacto na queda da mortalidade cardiovascular. O câncer, por outro lado, engloba mais de cem doenças com diferentes causas e alguns são mais fáceis de prevenir, outros mais limitados", analisa Leandro Rezende, um dos autores do estudo e coordenador do programa de pós-graduação em Saúde Coletiva da Escola Paulista de Medicina, da Unifesp.

Já as doenças cardiovasculares, segundo Rezende, são mais sensíveis a hábitos e medidas terapêuticas. "O resultado mostra que, quanto maior o acesso a tratamento e prevenção, menor a mortalidade", observa o pesquisador. Apesar de o câncer e as doenças cardiovasculares compartilharem muitos fatores de risco — como tabagismo, sedentarismo, obesidade e má alimentação —, as particularidades de cada tipo de tumor dificultam a prevenção e o tratamento.

Além disso, enquanto o tratamento das doenças cardiovasculares sempre envolve mudanças no estilo de vida, no câncer o foco acaba sendo erradicar a doença de forma localizada. Assim, é possível reduzir as mortes por infartos e derrames cuidando da pressão alta, do colesterol alto e do diabetes, por exemplo, mas o prognóstico dos tumores acaba prejudicado com diagnósticos tardios e dificuldade de acesso a tratamentos sofisticados.

Para os autores do novo estudo, é preciso desenvolver políticas específicas para cada região, capazes de melhorar o acesso à saúde nos municípios menores e mais vulneráveis e, é claro, atuar na prevenção primária. "Isso envolve políticas públicas, incluindo campanhas antitabaco, controle do álcool e o grande desafio da obesidade, que é um fator de risco para vários tumores. Sabe-se que o estilo de vida está associado a cerca de 20 tipos de câncer, e um terço das mortes poderia ser evitado com mudanças nos hábitos de vida", destaca Rezende.


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/mortes-por-cancer-ja-ocupam-prim
eiro-lugar-em-algumas-regioes-do-brasil/
Qual é a principal razão apresentada no texto para a redução das mortes por doenças cardiovasculares no Brasil?
Alternativas
Q3271102 Português
Texto para a questão.


Eduardo G. Losso. Multidão conectada. Revista Cult (com adaptações).
Conclui-se do texto que
Alternativas
Q3271099 Português
Texto para a questão.


Eduardo G. Losso. Multidão conectada. Revista Cult (com adaptações).
Entende-se do primeiro parágrafo do texto que
Alternativas
Q3271098 Português
Texto para a questão.


Eduardo G. Losso. Multidão conectada. Revista Cult (com adaptações).
No texto, a palavra “cativo” (linha 26) tem o mesmo significado de
Alternativas
Respostas
23161: D
23162: C
23163: A
23164: A
23165: C
23166: A
23167: B
23168: C
23169: C
23170: B
23171: B
23172: C
23173: A
23174: B
23175: E
23176: D
23177: A
23178: E
23179: B
23180: D