Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3345674 Português

Leia a tira a seguir para responder à questão




(Will Leite. A rápida destruição do planeta.

Disponível em: www.willtirando.com.br. Acesso em 21.04.2024)

A partir da leitura da tira, é correto afirmar que as medidas anunciadas pela empresa
Alternativas
Q3345437 Português

"De acordo com dados da Direção Nacional de Migrações em Buenos Aires enviados ao jornal, apenas 38 pessoas que tentaram entrar na Argentina vindas do Brasil desde 1º de janeiro foram barradas, de um total de quase um milhão. As pessoas não foram aceitas por vários motivos, entre eles, documentação incorreta."


Disponível em:https://www.terra.com.br/noticias


O trecho acima fala de uma suposta medida de Javier Milei, atual presidente da Argentina, que gerou um certo incômodo no cenário das relações entre o Brasil e o seu país. Neste contexto, o governo de Milei foi acusado de:

Alternativas
Q3345236 Português
Referente ao relato: “Seu quarto precisa estar completamente limpo e organizado. Suas roupas são organizadas por tipo, cor e tamanho dentro do armário. As roupas de cama não podem possuir nenhuma dobra, devem ser perfeitamente retas. No ambiente de trabalho, as pilhas de papéis e documentos seguem um padrão de classificação próprio. Quando vai ao supermercado, escolhe detalhadamente as frutas e verduras a serem compradas. Tem forte aversão ao que não satisfaz seu padrão de correção e de bom gosto.”
Essa descrição apresenta um modo de ser específico de certo indivíduo.
Assinale a alternativa que contém a rubrica que o representa de modo mais preciso:
Alternativas
Q3344997 Português

Os primeiros sinais de desaceleração surgiram em março de 2022, com o aumento da inflação e das taxas de juros, restringindo o crescimento das empresas.


Qual é o principal motivo pelo qual as vagas nas Big Techs perderam o brilho, de acordo com o texto base?

Alternativas
Q3344980 Português

"É fato que a criança que se alimenta bem, cresce saudável e isso inclui não só o desenvolvimento corporal, quando a gente está falando de crescimento, mas também a parte cognitiva, a parte de aprendizado. O rendimento da criança tende a ser muito bom, por causa do papel desses nutrientes, que são indispensáveis nas habilidades cerebrais", relata a nutricionista.


Acesso em: https://www.brasildefato.com.br/2020

/10/08/os-cuidados -com-a-alimentacao-na-infancia.


Por isso, ela alerta que certos alimentos não são recomendados para essa fase tão importante, como é o caso dos biscoitos recheados, salgadinhos, refrigerantes, balas, chicletes e até mesmo aqueles que se vendem como indicados para as crianças, como os sucrilhos e os iogurtes. Para repensar o consumo desse tipo de alimento, é preciso entender que eles são:

Alternativas
Q3344923 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


       Em resposta à crise do atual modelo agroindustrial dominante, que produz em larga escala para consumo em massa, o abastecimento de alimentação escolar com produtos frescos e orgânicos oriundos da agricultura local e familiar é uma promessa para uma transição ecológica para novos modelos de produção, os chamados Sistemas Agroalimentares Alternativos, que causam menor impacto ambiental. Essa foi a constatação de uma pesquisa da Escola Superior de Agricultura Luiz de       Queiroz (Esalq) da USP, em parceria com uma universidade da França, que analisou duas leis, uma brasileira e outra francesa, de incentivo ao abastecimento sustentável de escolas.

     Os Sistemas Agroalimentares Alternativos surgiram nos anos 2000 e correspondem a diferentes iniciativas que se caracterizam por práticas agrícolas de comercialização e de consumo que buscam soluções para os problemas causados pelo sistema agroindustrial vigente.

     A agroecologia, por exemplo, inclui a substituição do uso de agrotóxicos e adubos químicos por insumos naturais e orgânicos em suas produções, e os agricultores devem estar comprometidos com inúmeros procedimentos técnicos, que vão desde a conservação do solo e o manejo ecológico de pragas e doenças à destinação adequada de resíduos sólidos.

     Além da questão agrícola, os Sistemas Agroalimentares Alternativos propõem a construção social de um mercado orgânico agroecológico, que privilegia agricultores locais e familiares em pequenas propriedades rurais próximas a grandes regiões metropolitanas, de forma a diminuir a distância entre quem produz e quem consome.

    O estudo franco-brasileiro foi baseado na análise comparativa de duas leis que apoiam a agricultura alternativa, uma do Brasil e outra da França, países agroexportadores e cuja balança comercial tem se mantido equilibrada pelo setor agrícola. Um dos objetivos do estudo foi compreender em que medida as políticas públicas que incentivam o abastecimento sustentável das escolas contribuem para a mudança do modelo agroindustrial para sistemas agroecológicos alternativos.


(Ivanir Ferreira. Jornal da USP. 30.04.2024. Adaptado)
Em – … o abastecimento de alimentação escolar com produtos frescos e orgânicos oriundos da agricultura local e familiar… – (1o parágrafo), a expressão em destaque poderia ser substituída, sem prejuízo do sentido original, por:
Alternativas
Q3344922 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


       Em resposta à crise do atual modelo agroindustrial dominante, que produz em larga escala para consumo em massa, o abastecimento de alimentação escolar com produtos frescos e orgânicos oriundos da agricultura local e familiar é uma promessa para uma transição ecológica para novos modelos de produção, os chamados Sistemas Agroalimentares Alternativos, que causam menor impacto ambiental. Essa foi a constatação de uma pesquisa da Escola Superior de Agricultura Luiz de       Queiroz (Esalq) da USP, em parceria com uma universidade da França, que analisou duas leis, uma brasileira e outra francesa, de incentivo ao abastecimento sustentável de escolas.

     Os Sistemas Agroalimentares Alternativos surgiram nos anos 2000 e correspondem a diferentes iniciativas que se caracterizam por práticas agrícolas de comercialização e de consumo que buscam soluções para os problemas causados pelo sistema agroindustrial vigente.

     A agroecologia, por exemplo, inclui a substituição do uso de agrotóxicos e adubos químicos por insumos naturais e orgânicos em suas produções, e os agricultores devem estar comprometidos com inúmeros procedimentos técnicos, que vão desde a conservação do solo e o manejo ecológico de pragas e doenças à destinação adequada de resíduos sólidos.

     Além da questão agrícola, os Sistemas Agroalimentares Alternativos propõem a construção social de um mercado orgânico agroecológico, que privilegia agricultores locais e familiares em pequenas propriedades rurais próximas a grandes regiões metropolitanas, de forma a diminuir a distância entre quem produz e quem consome.

    O estudo franco-brasileiro foi baseado na análise comparativa de duas leis que apoiam a agricultura alternativa, uma do Brasil e outra da França, países agroexportadores e cuja balança comercial tem se mantido equilibrada pelo setor agrícola. Um dos objetivos do estudo foi compreender em que medida as políticas públicas que incentivam o abastecimento sustentável das escolas contribuem para a mudança do modelo agroindustrial para sistemas agroecológicos alternativos.


(Ivanir Ferreira. Jornal da USP. 30.04.2024. Adaptado)
De acordo com o texto, é correto afirmar que
Alternativas
Q3344921 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


    Uma constante na doce relação entre os colunistas e seus leitores é que, na exigente opinião destes, todo colunista é um amnésico crônico – ao tratar de qualquer assunto, sempre deixa de citar alguém ou alguma coisa. Eles têm razão. Vide os comentários que começam por “Só se esqueceu de…” ou “Faltou dizer que…”. E, para vergonha do colunista, seguem-se os exemplos do que faltou ou foi esquecido.

    Meu consolo é que nem sempre é por esquecimento. As colunas têm limite de tamanho – a que você está lendo não pode passar de 1880 caracteres – e não permitem que se esgote o assunto. Às vezes, o colunista se vê diante de duas citações e só tem espaço para uma.

   Daí tento aproveitar o espaço ao máximo, concentrando as ideias em poucas palavras, usando palavras mais curtas e apagando aquelas que se revelam redundantes. Qualquer advérbio de modo, por exemplo, é totalmente inútil. Se não acredita, corte o “totalmente” desta frase e veja se ela perde em sentido. Radicalizando a cirurgia, corte também o “por exemplo”, e verá que o sentido continua intacto. Com a extração dessas palavras ganham-se 20 caracteres, que podem ser necessários no caso de se ter de escrever “otorrinolaringologia”.

   Em coluna recente, falei de como o Brasil tem mais faculdades de Direito do que a soma de todas no mundo, assim como somos imbatíveis em farmácias, agências de banco, supermercados, shoppings e lojas de colchões. […] Os leitores concordaram, mas disseram que faltou muita coisa.

  E citaram: influencers, igrejas evangélicas, sites de apostas, botequins, motoqueiros, bocas de botox, academias de ginástica, gente tatuada, de mochila às costas, de boné ao contrário, de celular ao nariz. É verdade, faltou tudo isso. Mas, como não existe memória absoluta, desconfio que continua faltando alguém ou alguma coisa.


(Ruy Castro. Faltou dizer que. Disponível em: https://www.academia.org.br/artigos/faltou-dizer-que. 18.05.2024. Adaptado)
Considere a passagem a seguir.

Mas, como não existe memória absoluta, desconfio que continua faltando alguém ou alguma coisa. – (5o parágrafo)
O trecho em destaque poderia ser substituído, sem prejuízo do sentido original, por:
Alternativas
Q3344919 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


    Uma constante na doce relação entre os colunistas e seus leitores é que, na exigente opinião destes, todo colunista é um amnésico crônico – ao tratar de qualquer assunto, sempre deixa de citar alguém ou alguma coisa. Eles têm razão. Vide os comentários que começam por “Só se esqueceu de…” ou “Faltou dizer que…”. E, para vergonha do colunista, seguem-se os exemplos do que faltou ou foi esquecido.

    Meu consolo é que nem sempre é por esquecimento. As colunas têm limite de tamanho – a que você está lendo não pode passar de 1880 caracteres – e não permitem que se esgote o assunto. Às vezes, o colunista se vê diante de duas citações e só tem espaço para uma.

   Daí tento aproveitar o espaço ao máximo, concentrando as ideias em poucas palavras, usando palavras mais curtas e apagando aquelas que se revelam redundantes. Qualquer advérbio de modo, por exemplo, é totalmente inútil. Se não acredita, corte o “totalmente” desta frase e veja se ela perde em sentido. Radicalizando a cirurgia, corte também o “por exemplo”, e verá que o sentido continua intacto. Com a extração dessas palavras ganham-se 20 caracteres, que podem ser necessários no caso de se ter de escrever “otorrinolaringologia”.

   Em coluna recente, falei de como o Brasil tem mais faculdades de Direito do que a soma de todas no mundo, assim como somos imbatíveis em farmácias, agências de banco, supermercados, shoppings e lojas de colchões. […] Os leitores concordaram, mas disseram que faltou muita coisa.

  E citaram: influencers, igrejas evangélicas, sites de apostas, botequins, motoqueiros, bocas de botox, academias de ginástica, gente tatuada, de mochila às costas, de boné ao contrário, de celular ao nariz. É verdade, faltou tudo isso. Mas, como não existe memória absoluta, desconfio que continua faltando alguém ou alguma coisa.


(Ruy Castro. Faltou dizer que. Disponível em: https://www.academia.org.br/artigos/faltou-dizer-que. 18.05.2024. Adaptado)
Assinale a alternativa em cujo trecho o cronista se dirige ao leitor.
Alternativas
Q3344918 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


    Uma constante na doce relação entre os colunistas e seus leitores é que, na exigente opinião destes, todo colunista é um amnésico crônico – ao tratar de qualquer assunto, sempre deixa de citar alguém ou alguma coisa. Eles têm razão. Vide os comentários que começam por “Só se esqueceu de…” ou “Faltou dizer que…”. E, para vergonha do colunista, seguem-se os exemplos do que faltou ou foi esquecido.

    Meu consolo é que nem sempre é por esquecimento. As colunas têm limite de tamanho – a que você está lendo não pode passar de 1880 caracteres – e não permitem que se esgote o assunto. Às vezes, o colunista se vê diante de duas citações e só tem espaço para uma.

   Daí tento aproveitar o espaço ao máximo, concentrando as ideias em poucas palavras, usando palavras mais curtas e apagando aquelas que se revelam redundantes. Qualquer advérbio de modo, por exemplo, é totalmente inútil. Se não acredita, corte o “totalmente” desta frase e veja se ela perde em sentido. Radicalizando a cirurgia, corte também o “por exemplo”, e verá que o sentido continua intacto. Com a extração dessas palavras ganham-se 20 caracteres, que podem ser necessários no caso de se ter de escrever “otorrinolaringologia”.

   Em coluna recente, falei de como o Brasil tem mais faculdades de Direito do que a soma de todas no mundo, assim como somos imbatíveis em farmácias, agências de banco, supermercados, shoppings e lojas de colchões. […] Os leitores concordaram, mas disseram que faltou muita coisa.

  E citaram: influencers, igrejas evangélicas, sites de apostas, botequins, motoqueiros, bocas de botox, academias de ginástica, gente tatuada, de mochila às costas, de boné ao contrário, de celular ao nariz. É verdade, faltou tudo isso. Mas, como não existe memória absoluta, desconfio que continua faltando alguém ou alguma coisa.


(Ruy Castro. Faltou dizer que. Disponível em: https://www.academia.org.br/artigos/faltou-dizer-que. 18.05.2024. Adaptado)
É correto afirmar que o cronista
Alternativas
Q3344748 Português
Leia o texto I, para responder à questão.


A natureza humana imutável


     Mudam os modismos, mudam os costumes, mas certas coisas nunca mudam. Quando se trata do ser humano, há certas características um tanto rígidas, paixões imutáveis. É o que nos permite ler as tragédias gregas ou shakespearianas e compreender exatamente os sentimentos expressados ali, apesar dos séculos que nos separam e criam contextos um tanto distintos.

   Compreender o que não muda nunca quando se trata do bicho-homem é importante para não cair em tentações revolucionárias de criar o “novo-homem” e um “novo mundo”. Os conservadores são mais realistas nesse aspecto do que os progressistas. Eles sabem que “é aquilo que é”, ou seja, precisamos trabalhar com a matéria-prima que temos, imperfeita, sujeita a certas inclinações inalteráveis, independentemente da época.

    Prever como será o mundo daqui a 50 anos é impossível. Mas prever que as pessoas ainda responderão à ganância, ao medo, à oportunidade, à exploração, ao risco, à incerteza, às aflições tribais e à persuasão social da mesma forma é uma aposta mais segura.

    Os que procuram olhar o copo meio cheio e aceitar as contingências do destino com alguma resignação parecem viver mais felizes. Sua felicidade depende mais de suas expectativas do que de qualquer outra coisa. Portanto, em um mundo que tende a melhorar para a maioria das pessoas na maior parte do tempo, uma habilidade importante para a vida é fazer com que a trave pare de se mover. Também é uma das mais difíceis. A grama do vizinho é sempre mais verde, e a inveja é uma daquelas paixões mesquinhas que nunca desaparecem por completo…

    Montesquieu escreveu, há 275 anos: “Se você apenas desejasse ser feliz, isso seria facilmente conseguido; mas desejamos ser mais felizes do que as outras pessoas, e isso sempre é difícil, pois acreditamos que os outros são mais felizes do que são.” Isso, na era do Instagram, piorou bastante. A economia de hoje é boa em gerar três coisas: a riqueza, a capacidade de exibir riqueza e uma grande inveja pela riqueza dos outros.

   O homem odeia as incertezas e almeja uma falsa sensação de segurança. O filósofo conclui: “A ideia de que o que está à nossa frente é um buraco negro de incerteza pode ser tão intimidante que é mais fácil acreditar no oposto – que podemos ver o futuro e que seu caminho é lógico e previsível. Nenhuma crença na história é tão comum e nenhuma crença é tão consistentemente errada.”


(Rodrigo Constantino, Revista Oeste, 02.02.2024. Adaptado)
Observe as relações de sentido estabelecidas pelas conjunções nas passagens destacadas:

Mudam os modismos, mudam os costumes, mas certas coisas nunca mudam.

A ideia de que o que está à nossa frente é um buraco negro de incerteza pode ser tão intimidante que é mais fácil acreditar no oposto

É correto afirmar que as relações de sentido são, respectivamente, de
Alternativas
Q3344745 Português
Leia o texto I, para responder à questão.


A natureza humana imutável


     Mudam os modismos, mudam os costumes, mas certas coisas nunca mudam. Quando se trata do ser humano, há certas características um tanto rígidas, paixões imutáveis. É o que nos permite ler as tragédias gregas ou shakespearianas e compreender exatamente os sentimentos expressados ali, apesar dos séculos que nos separam e criam contextos um tanto distintos.

   Compreender o que não muda nunca quando se trata do bicho-homem é importante para não cair em tentações revolucionárias de criar o “novo-homem” e um “novo mundo”. Os conservadores são mais realistas nesse aspecto do que os progressistas. Eles sabem que “é aquilo que é”, ou seja, precisamos trabalhar com a matéria-prima que temos, imperfeita, sujeita a certas inclinações inalteráveis, independentemente da época.

    Prever como será o mundo daqui a 50 anos é impossível. Mas prever que as pessoas ainda responderão à ganância, ao medo, à oportunidade, à exploração, ao risco, à incerteza, às aflições tribais e à persuasão social da mesma forma é uma aposta mais segura.

    Os que procuram olhar o copo meio cheio e aceitar as contingências do destino com alguma resignação parecem viver mais felizes. Sua felicidade depende mais de suas expectativas do que de qualquer outra coisa. Portanto, em um mundo que tende a melhorar para a maioria das pessoas na maior parte do tempo, uma habilidade importante para a vida é fazer com que a trave pare de se mover. Também é uma das mais difíceis. A grama do vizinho é sempre mais verde, e a inveja é uma daquelas paixões mesquinhas que nunca desaparecem por completo…

    Montesquieu escreveu, há 275 anos: “Se você apenas desejasse ser feliz, isso seria facilmente conseguido; mas desejamos ser mais felizes do que as outras pessoas, e isso sempre é difícil, pois acreditamos que os outros são mais felizes do que são.” Isso, na era do Instagram, piorou bastante. A economia de hoje é boa em gerar três coisas: a riqueza, a capacidade de exibir riqueza e uma grande inveja pela riqueza dos outros.

   O homem odeia as incertezas e almeja uma falsa sensação de segurança. O filósofo conclui: “A ideia de que o que está à nossa frente é um buraco negro de incerteza pode ser tão intimidante que é mais fácil acreditar no oposto – que podemos ver o futuro e que seu caminho é lógico e previsível. Nenhuma crença na história é tão comum e nenhuma crença é tão consistentemente errada.”


(Rodrigo Constantino, Revista Oeste, 02.02.2024. Adaptado)
Na passagem do quarto parágrafo – Portanto, em um mundo que tende a melhorar para a maioria das pessoas na maior parte do tempo, uma habilidade importante para a vida é fazer com que a trave pare de se mover. –, o trecho em destaque se caracteriza pelo emprego de palavras em sentido
Alternativas
Q3344744 Português
Leia o texto I, para responder à questão.


A natureza humana imutável


     Mudam os modismos, mudam os costumes, mas certas coisas nunca mudam. Quando se trata do ser humano, há certas características um tanto rígidas, paixões imutáveis. É o que nos permite ler as tragédias gregas ou shakespearianas e compreender exatamente os sentimentos expressados ali, apesar dos séculos que nos separam e criam contextos um tanto distintos.

   Compreender o que não muda nunca quando se trata do bicho-homem é importante para não cair em tentações revolucionárias de criar o “novo-homem” e um “novo mundo”. Os conservadores são mais realistas nesse aspecto do que os progressistas. Eles sabem que “é aquilo que é”, ou seja, precisamos trabalhar com a matéria-prima que temos, imperfeita, sujeita a certas inclinações inalteráveis, independentemente da época.

    Prever como será o mundo daqui a 50 anos é impossível. Mas prever que as pessoas ainda responderão à ganância, ao medo, à oportunidade, à exploração, ao risco, à incerteza, às aflições tribais e à persuasão social da mesma forma é uma aposta mais segura.

    Os que procuram olhar o copo meio cheio e aceitar as contingências do destino com alguma resignação parecem viver mais felizes. Sua felicidade depende mais de suas expectativas do que de qualquer outra coisa. Portanto, em um mundo que tende a melhorar para a maioria das pessoas na maior parte do tempo, uma habilidade importante para a vida é fazer com que a trave pare de se mover. Também é uma das mais difíceis. A grama do vizinho é sempre mais verde, e a inveja é uma daquelas paixões mesquinhas que nunca desaparecem por completo…

    Montesquieu escreveu, há 275 anos: “Se você apenas desejasse ser feliz, isso seria facilmente conseguido; mas desejamos ser mais felizes do que as outras pessoas, e isso sempre é difícil, pois acreditamos que os outros são mais felizes do que são.” Isso, na era do Instagram, piorou bastante. A economia de hoje é boa em gerar três coisas: a riqueza, a capacidade de exibir riqueza e uma grande inveja pela riqueza dos outros.

   O homem odeia as incertezas e almeja uma falsa sensação de segurança. O filósofo conclui: “A ideia de que o que está à nossa frente é um buraco negro de incerteza pode ser tão intimidante que é mais fácil acreditar no oposto – que podemos ver o futuro e que seu caminho é lógico e previsível. Nenhuma crença na história é tão comum e nenhuma crença é tão consistentemente errada.”


(Rodrigo Constantino, Revista Oeste, 02.02.2024. Adaptado)

Observe o trecho destacado na passagem: 


É o que nos permite ler as tragédias gregas ou shakespearianas e compreender exatamente os sentimentos expressados ali, apesar dos séculos que nos separam e criam contextos um tanto distintos.


É correto afirmar que ele expressa, em relação ao trecho que o precede, uma 

Alternativas
Q3344743 Português
Leia o texto I, para responder à questão.


A natureza humana imutável


     Mudam os modismos, mudam os costumes, mas certas coisas nunca mudam. Quando se trata do ser humano, há certas características um tanto rígidas, paixões imutáveis. É o que nos permite ler as tragédias gregas ou shakespearianas e compreender exatamente os sentimentos expressados ali, apesar dos séculos que nos separam e criam contextos um tanto distintos.

   Compreender o que não muda nunca quando se trata do bicho-homem é importante para não cair em tentações revolucionárias de criar o “novo-homem” e um “novo mundo”. Os conservadores são mais realistas nesse aspecto do que os progressistas. Eles sabem que “é aquilo que é”, ou seja, precisamos trabalhar com a matéria-prima que temos, imperfeita, sujeita a certas inclinações inalteráveis, independentemente da época.

    Prever como será o mundo daqui a 50 anos é impossível. Mas prever que as pessoas ainda responderão à ganância, ao medo, à oportunidade, à exploração, ao risco, à incerteza, às aflições tribais e à persuasão social da mesma forma é uma aposta mais segura.

    Os que procuram olhar o copo meio cheio e aceitar as contingências do destino com alguma resignação parecem viver mais felizes. Sua felicidade depende mais de suas expectativas do que de qualquer outra coisa. Portanto, em um mundo que tende a melhorar para a maioria das pessoas na maior parte do tempo, uma habilidade importante para a vida é fazer com que a trave pare de se mover. Também é uma das mais difíceis. A grama do vizinho é sempre mais verde, e a inveja é uma daquelas paixões mesquinhas que nunca desaparecem por completo…

    Montesquieu escreveu, há 275 anos: “Se você apenas desejasse ser feliz, isso seria facilmente conseguido; mas desejamos ser mais felizes do que as outras pessoas, e isso sempre é difícil, pois acreditamos que os outros são mais felizes do que são.” Isso, na era do Instagram, piorou bastante. A economia de hoje é boa em gerar três coisas: a riqueza, a capacidade de exibir riqueza e uma grande inveja pela riqueza dos outros.

   O homem odeia as incertezas e almeja uma falsa sensação de segurança. O filósofo conclui: “A ideia de que o que está à nossa frente é um buraco negro de incerteza pode ser tão intimidante que é mais fácil acreditar no oposto – que podemos ver o futuro e que seu caminho é lógico e previsível. Nenhuma crença na história é tão comum e nenhuma crença é tão consistentemente errada.”


(Rodrigo Constantino, Revista Oeste, 02.02.2024. Adaptado)
Observe as palavras destacadas nos trechos:

Mas prever que as pessoas ainda responderão à ganância, ao medo, à oportunidade, à exploração, ao risco, à incerteza, às aflições tribais e à persuasão social da mesma forma é uma aposta mais segura.
Os que procuram olhar o copo meio cheio e aceitar as contingências do destino com alguma resignação parecem viver mais felizes.
São sinônimos de persuasão e contingências, respectivamente,
Alternativas
Q3344742 Português
Leia o texto I, para responder à questão.


A natureza humana imutável


     Mudam os modismos, mudam os costumes, mas certas coisas nunca mudam. Quando se trata do ser humano, há certas características um tanto rígidas, paixões imutáveis. É o que nos permite ler as tragédias gregas ou shakespearianas e compreender exatamente os sentimentos expressados ali, apesar dos séculos que nos separam e criam contextos um tanto distintos.

   Compreender o que não muda nunca quando se trata do bicho-homem é importante para não cair em tentações revolucionárias de criar o “novo-homem” e um “novo mundo”. Os conservadores são mais realistas nesse aspecto do que os progressistas. Eles sabem que “é aquilo que é”, ou seja, precisamos trabalhar com a matéria-prima que temos, imperfeita, sujeita a certas inclinações inalteráveis, independentemente da época.

    Prever como será o mundo daqui a 50 anos é impossível. Mas prever que as pessoas ainda responderão à ganância, ao medo, à oportunidade, à exploração, ao risco, à incerteza, às aflições tribais e à persuasão social da mesma forma é uma aposta mais segura.

    Os que procuram olhar o copo meio cheio e aceitar as contingências do destino com alguma resignação parecem viver mais felizes. Sua felicidade depende mais de suas expectativas do que de qualquer outra coisa. Portanto, em um mundo que tende a melhorar para a maioria das pessoas na maior parte do tempo, uma habilidade importante para a vida é fazer com que a trave pare de se mover. Também é uma das mais difíceis. A grama do vizinho é sempre mais verde, e a inveja é uma daquelas paixões mesquinhas que nunca desaparecem por completo…

    Montesquieu escreveu, há 275 anos: “Se você apenas desejasse ser feliz, isso seria facilmente conseguido; mas desejamos ser mais felizes do que as outras pessoas, e isso sempre é difícil, pois acreditamos que os outros são mais felizes do que são.” Isso, na era do Instagram, piorou bastante. A economia de hoje é boa em gerar três coisas: a riqueza, a capacidade de exibir riqueza e uma grande inveja pela riqueza dos outros.

   O homem odeia as incertezas e almeja uma falsa sensação de segurança. O filósofo conclui: “A ideia de que o que está à nossa frente é um buraco negro de incerteza pode ser tão intimidante que é mais fácil acreditar no oposto – que podemos ver o futuro e que seu caminho é lógico e previsível. Nenhuma crença na história é tão comum e nenhuma crença é tão consistentemente errada.”


(Rodrigo Constantino, Revista Oeste, 02.02.2024. Adaptado)
No quinto parágrafo, a associação entre as ideias de Montesquieu acerca da felicidade e a referência do autor ao Instagram consiste em
Alternativas
Q3344741 Português
Leia o texto I, para responder à questão.


A natureza humana imutável


     Mudam os modismos, mudam os costumes, mas certas coisas nunca mudam. Quando se trata do ser humano, há certas características um tanto rígidas, paixões imutáveis. É o que nos permite ler as tragédias gregas ou shakespearianas e compreender exatamente os sentimentos expressados ali, apesar dos séculos que nos separam e criam contextos um tanto distintos.

   Compreender o que não muda nunca quando se trata do bicho-homem é importante para não cair em tentações revolucionárias de criar o “novo-homem” e um “novo mundo”. Os conservadores são mais realistas nesse aspecto do que os progressistas. Eles sabem que “é aquilo que é”, ou seja, precisamos trabalhar com a matéria-prima que temos, imperfeita, sujeita a certas inclinações inalteráveis, independentemente da época.

    Prever como será o mundo daqui a 50 anos é impossível. Mas prever que as pessoas ainda responderão à ganância, ao medo, à oportunidade, à exploração, ao risco, à incerteza, às aflições tribais e à persuasão social da mesma forma é uma aposta mais segura.

    Os que procuram olhar o copo meio cheio e aceitar as contingências do destino com alguma resignação parecem viver mais felizes. Sua felicidade depende mais de suas expectativas do que de qualquer outra coisa. Portanto, em um mundo que tende a melhorar para a maioria das pessoas na maior parte do tempo, uma habilidade importante para a vida é fazer com que a trave pare de se mover. Também é uma das mais difíceis. A grama do vizinho é sempre mais verde, e a inveja é uma daquelas paixões mesquinhas que nunca desaparecem por completo…

    Montesquieu escreveu, há 275 anos: “Se você apenas desejasse ser feliz, isso seria facilmente conseguido; mas desejamos ser mais felizes do que as outras pessoas, e isso sempre é difícil, pois acreditamos que os outros são mais felizes do que são.” Isso, na era do Instagram, piorou bastante. A economia de hoje é boa em gerar três coisas: a riqueza, a capacidade de exibir riqueza e uma grande inveja pela riqueza dos outros.

   O homem odeia as incertezas e almeja uma falsa sensação de segurança. O filósofo conclui: “A ideia de que o que está à nossa frente é um buraco negro de incerteza pode ser tão intimidante que é mais fácil acreditar no oposto – que podemos ver o futuro e que seu caminho é lógico e previsível. Nenhuma crença na história é tão comum e nenhuma crença é tão consistentemente errada.”


(Rodrigo Constantino, Revista Oeste, 02.02.2024. Adaptado)
De acordo com o texto, é correto afirmar que uma possibilidade de viver em um estado de consciência plenamente satisfeita consiste em
Alternativas
Q3344740 Português
Leia o texto I, para responder à questão.


A natureza humana imutável


     Mudam os modismos, mudam os costumes, mas certas coisas nunca mudam. Quando se trata do ser humano, há certas características um tanto rígidas, paixões imutáveis. É o que nos permite ler as tragédias gregas ou shakespearianas e compreender exatamente os sentimentos expressados ali, apesar dos séculos que nos separam e criam contextos um tanto distintos.

   Compreender o que não muda nunca quando se trata do bicho-homem é importante para não cair em tentações revolucionárias de criar o “novo-homem” e um “novo mundo”. Os conservadores são mais realistas nesse aspecto do que os progressistas. Eles sabem que “é aquilo que é”, ou seja, precisamos trabalhar com a matéria-prima que temos, imperfeita, sujeita a certas inclinações inalteráveis, independentemente da época.

    Prever como será o mundo daqui a 50 anos é impossível. Mas prever que as pessoas ainda responderão à ganância, ao medo, à oportunidade, à exploração, ao risco, à incerteza, às aflições tribais e à persuasão social da mesma forma é uma aposta mais segura.

    Os que procuram olhar o copo meio cheio e aceitar as contingências do destino com alguma resignação parecem viver mais felizes. Sua felicidade depende mais de suas expectativas do que de qualquer outra coisa. Portanto, em um mundo que tende a melhorar para a maioria das pessoas na maior parte do tempo, uma habilidade importante para a vida é fazer com que a trave pare de se mover. Também é uma das mais difíceis. A grama do vizinho é sempre mais verde, e a inveja é uma daquelas paixões mesquinhas que nunca desaparecem por completo…

    Montesquieu escreveu, há 275 anos: “Se você apenas desejasse ser feliz, isso seria facilmente conseguido; mas desejamos ser mais felizes do que as outras pessoas, e isso sempre é difícil, pois acreditamos que os outros são mais felizes do que são.” Isso, na era do Instagram, piorou bastante. A economia de hoje é boa em gerar três coisas: a riqueza, a capacidade de exibir riqueza e uma grande inveja pela riqueza dos outros.

   O homem odeia as incertezas e almeja uma falsa sensação de segurança. O filósofo conclui: “A ideia de que o que está à nossa frente é um buraco negro de incerteza pode ser tão intimidante que é mais fácil acreditar no oposto – que podemos ver o futuro e que seu caminho é lógico e previsível. Nenhuma crença na história é tão comum e nenhuma crença é tão consistentemente errada.”


(Rodrigo Constantino, Revista Oeste, 02.02.2024. Adaptado)
Do ponto de vista do autor, no conjunto das mutações ao longo dos tempos,
Alternativas
Q3344701 Português

Aqueles que permanecem no setor de tecnologia relatam desencanto.


Qual é um dos sinais mencionados no texto base que indica uma mudança no ambiente de trabalho nas gigantes da tecnologia?

Alternativas
Q3344399 Português

Leia o texto para responder à questão.


Praticar exercícios na meia-idade pode “reverter” anos de sedentarismo


    Um estudo de larga escala realizado por pesquisadores australianos trouxe boas notícias para aqueles que engrenaram nos exercícios físicos apenas na meia-idade.


    De acordo com o trabalho publicado na revista Plos Medicine (02/05/2024), mesmo que o engajamento nas atividades esportivas ocorra durante uma etapa mais tardia da vida, é possível reverter os efeitos do sedentarismo e obter ganhos para a saúde física e mental, garantindo um envelhecimento com mais qualidade de vida.


    O trabalho acompanhou, por mais de duas décadas, a saúde de 11 mil mulheres na faixa etária entre os 47 e os 52 anos. A linha de corte entre as sedentárias e as que praticavam atividades físicas foram os 150 minutos recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Durante o período no qual o estudo foi realizado, as voluntárias passavam por exames e entrevistas periódicas.


    Os pesquisadores concluíram que as mulheres que começaram a se exercitar regularmente na meia-idade conseguiram resultados comparáveis aos das voluntárias que tinham esse hábito de saúde consolidado antes – em média, os dois grupos tinham três pontos percentuais à frente das que nunca ou raramente se exercitavam.


    “Nossas descobertas sugerem que, para manter uma boa qualidade de vida relacionada à saúde física por volta dos 70 anos, é possível ‘compensar’ o fato de não ter sido regular mais cedo, tornando-se ativo por volta dos 50 anos”, escreveram os cientistas da Universidade de Sydney, no texto de divulgação dos resultados.


    Os pesquisadores afirmam que estudos específicos precisam ser feitos analisando dados de voluntários homens, mas eles afirmam que há motivos para acreditar que os resultados serão parecidos.


    Entre os benefícios da atividade física regular, estão a diminuição do risco de mortalidade por doenças cardiovasculares, hipertensão e diabetes tipo 2. O exercício também atua positivamente na manutenção da saúde mental, cognitiva, melhora o sono e a memória.



(Érica Montenegro. https://www.metropoles.com/saude, 05.05.2024. Adaptado)

Está empregado em sentido figurado o termo destacado em:
Alternativas
Q3344398 Português

Leia o texto para responder à questão.


Praticar exercícios na meia-idade pode “reverter” anos de sedentarismo


    Um estudo de larga escala realizado por pesquisadores australianos trouxe boas notícias para aqueles que engrenaram nos exercícios físicos apenas na meia-idade.


    De acordo com o trabalho publicado na revista Plos Medicine (02/05/2024), mesmo que o engajamento nas atividades esportivas ocorra durante uma etapa mais tardia da vida, é possível reverter os efeitos do sedentarismo e obter ganhos para a saúde física e mental, garantindo um envelhecimento com mais qualidade de vida.


    O trabalho acompanhou, por mais de duas décadas, a saúde de 11 mil mulheres na faixa etária entre os 47 e os 52 anos. A linha de corte entre as sedentárias e as que praticavam atividades físicas foram os 150 minutos recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Durante o período no qual o estudo foi realizado, as voluntárias passavam por exames e entrevistas periódicas.


    Os pesquisadores concluíram que as mulheres que começaram a se exercitar regularmente na meia-idade conseguiram resultados comparáveis aos das voluntárias que tinham esse hábito de saúde consolidado antes – em média, os dois grupos tinham três pontos percentuais à frente das que nunca ou raramente se exercitavam.


    “Nossas descobertas sugerem que, para manter uma boa qualidade de vida relacionada à saúde física por volta dos 70 anos, é possível ‘compensar’ o fato de não ter sido regular mais cedo, tornando-se ativo por volta dos 50 anos”, escreveram os cientistas da Universidade de Sydney, no texto de divulgação dos resultados.


    Os pesquisadores afirmam que estudos específicos precisam ser feitos analisando dados de voluntários homens, mas eles afirmam que há motivos para acreditar que os resultados serão parecidos.


    Entre os benefícios da atividade física regular, estão a diminuição do risco de mortalidade por doenças cardiovasculares, hipertensão e diabetes tipo 2. O exercício também atua positivamente na manutenção da saúde mental, cognitiva, melhora o sono e a memória.



(Érica Montenegro. https://www.metropoles.com/saude, 05.05.2024. Adaptado)

A leitura do texto permite concluir corretamente que a prática de exercícios na meia-idade
Alternativas
Respostas
22561: C
22562: B
22563: C
22564: A
22565: C
22566: D
22567: E
22568: A
22569: B
22570: C
22571: B
22572: A
22573: B
22574: C
22575: D
22576: A
22577: C
22578: A
22579: A
22580: B