Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3271284 Português
Leia atentamente o texto abaixo para responder à questão:

Proposta de redução da jornada de trabalho e fim da escala 6x1 gera debates no Plenário da Câmara

Por Tiago Miranda
(Texto adaptado)

    O fim da jornada de seis dias de trabalho para um dia de descanso (6x1) foi defendido em Plenário por deputados da base do governo, mas criticada por parlamentares da oposição, que defenderam a negociação diretaentre empregado e empregador.
    Atualmente, a Constituição estabelece que a jornada deva ser de até 8 horas diárias e até 44 horas semanais,o que viabiliza o trabalho por seis dias com um dia de descanso.
    O deputado Chico Alencar (Psol-RJ) afirmou que a escala 6x1, no século 21, é muito pesada, injusta e explorativa. "A vida não é só o exercício pesado, cotidiano e necessário do trabalho — que tem que ser remunerado condignamente —, mas também o lazer, a cultura, o descanso”, disse.
    O deputado Mauricio Marcon (Pode-RS) defendeu que cada pessoa tenha liberdade para trabalhar o quanto quiser e não ficar presa em um sistema de 1940, ao citar a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
    Já o deputado General Girão (PL-RN) afirmou que a solução não deve vir por alteração legal, mas por negociação entre empregador e empregado.


Fonte: Agência Câmara de Notícias. Disponível em: https://www.camara.leg.br/noticias/.Acesso em: 20 jan. 2025.
Considere a passagem do texto: “O fim da jornada de seis dias de trabalho para um dia de descanso (6x1) foi de fendido em Plenário por deputados da base do governo, mas criticada por parlamentares da oposição”. Qual éa relação entre as palavras “deputados” e “parlamentares” nesse contexto específico?
Alternativas
Q3271283 Português
Leia atentamente o texto abaixo para responder à questão:

Proposta de redução da jornada de trabalho e fim da escala 6x1 gera debates no Plenário da Câmara

Por Tiago Miranda
(Texto adaptado)

    O fim da jornada de seis dias de trabalho para um dia de descanso (6x1) foi defendido em Plenário por deputados da base do governo, mas criticada por parlamentares da oposição, que defenderam a negociação diretaentre empregado e empregador.
    Atualmente, a Constituição estabelece que a jornada deva ser de até 8 horas diárias e até 44 horas semanais,o que viabiliza o trabalho por seis dias com um dia de descanso.
    O deputado Chico Alencar (Psol-RJ) afirmou que a escala 6x1, no século 21, é muito pesada, injusta e explorativa. "A vida não é só o exercício pesado, cotidiano e necessário do trabalho — que tem que ser remunerado condignamente —, mas também o lazer, a cultura, o descanso”, disse.
    O deputado Mauricio Marcon (Pode-RS) defendeu que cada pessoa tenha liberdade para trabalhar o quanto quiser e não ficar presa em um sistema de 1940, ao citar a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
    Já o deputado General Girão (PL-RN) afirmou que a solução não deve vir por alteração legal, mas por negociação entre empregador e empregado.


Fonte: Agência Câmara de Notícias. Disponível em: https://www.camara.leg.br/noticias/.Acesso em: 20 jan. 2025.
O texto aborda a proposta de mudança na jornada de trabalho 6x1. O principal argumento apresentado pelosparlamentares que defendem o fim dessa escala é:
Alternativas
Q3271240 Português
TEXTO BASE PARA A QUESTÃO.


Q6_8.png (353×217)


26 de setembro de 2024
DOCUMENTÁRIO MULHERES QUE LUTAM. Disponível em: https://www.instagram.com/p/DAZQSgtJMYw/?img_index=1&igsh=MTBvOGk2Z2R2Ym91Mw%3D%3D. Acesso em: 17 janeiro 2025. 
No trecho “[…] três mulheres pioneiras registram suas histórias e lutas no documentário ‘Mulheres que Lutam’, dirigido pela professora mestra Thais Rabelo Valente”, o termo sublinhado é empregado em sentido literal. A alternativa em que o mesmo termo é empregado em sentido conotativo é
Alternativas
Q3271239 Português
TEXTO BASE PARA A QUESTÃO.


Q6_8.png (353×217)


26 de setembro de 2024
DOCUMENTÁRIO MULHERES QUE LUTAM. Disponível em: https://www.instagram.com/p/DAZQSgtJMYw/?img_index=1&igsh=MTBvOGk2Z2R2Ym91Mw%3D%3D. Acesso em: 17 janeiro 2025. 
No texto, os termos “filme” e “documentário” estabelecem uma relação semântica de
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Q3271238 Português
TEXTO BASE PARA A QUESTÃO.


Q6_8.png (353×217)


26 de setembro de 2024
DOCUMENTÁRIO MULHERES QUE LUTAM. Disponível em: https://www.instagram.com/p/DAZQSgtJMYw/?img_index=1&igsh=MTBvOGk2Z2R2Ym91Mw%3D%3D. Acesso em: 17 janeiro 2025. 
O texto, relativo à postagem feita no Instagram, tem como foco
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Q3271233 Português
TEXTO BASE PARA A QUESTÃO.


Dia Internacional da Mulher 2025 – para TODAS as mulheres e meninas: direitos, igualdade e empoderamento.


07.01.2025


No dia 8 de março de 2025, junte-se a nós para celebrar o Dia Internacional da Mulher com o tema: “Para TODAS as mulheres e meninas: Direitos. Igualdade. Empoderamento.”

O tema deste ano representa um chamado para ações que possam ampliar a igualdade de direitos, poder e oportunidades para todas, e um futuro feminista onde nenhuma seja deixada para trás. O empoderamento da próxima geração é central para essa ideia — a juventude, especialmente as jovens mulheres e meninas, será protagonista de mudanças duradouras.
[…]


DIA INTERNACIONAL DA MULHER 2025 ONU. Disponível em: https://www.onumulheres.org.br/noticias/diainternacional-da-mulher-2025-para-todas-as-mulheres-e-meninas-direitos-igualdade-e-empoderamento/. Acesso em: 17 janeiro 2025.
O texto Dia Internacional da Mulher 2025 – para TODAS as mulheres e meninas: direitos, igualdade e empoderamento tem como principal objetivo
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Q3270860 Português
Leia o trecho abaixo.

“Não basta mais expandir o setor privado – as vagas continuarão ociosas; não basta aumentar as vagas no setor público – elas apenas facilitarão o acesso e a transferência dos mais aquinhoados. A democratização, para acontecer de fato, precisa de ações mais radicais – ações que afirmem os direitos dos historicamente excluídos, assegurando acesso e permanência a todos os que seriamente procuram a educação superior, desprivatizando e democratizando o campus público.”
RISTOFF, Dilvo; SEVEGNANI, Palmira. Democratização do Campus. Brasília: INEP, 2006. (Coleção Educação Superior em Debate, v.6)

Com base na leitura do texto acima, constata-se que há um grave problema na manutenção dos estudantes na educação superior. Assim, não basta falar apenas em expansão e democracia do acesso, mais que isto, 
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Q3270858 Português
Leia o trecho abaixo.

“(...) a educação superior deve ter como objetivo principal a criação de uma nova sociedade não violenta e não espoliativa capaz de liderar as mudanças necessárias que conduzam a um novo modelo de desenvolvimento. Para isso, a universidade, sem renunciar à qualidade e universalidade do conhecimento, deve ser inserida e ser ator preponderante na definição e promoção de projetos nacionais e regionais alicerçados em valores humanos universais e comprometidos com suas próprias necessidades. A universidade deve, portanto, assumir a liderança na definição de ações que conduzam à eliminação da exclusão social e demais mazelas associadas, e levem à promoção da felicidade, da harmonia, da justiça, e da equidade social. Como consequência, a qualidade da educação superior não pode ser restrita apenas à produção de boa ciência, e bom ensino; além de responder a esses dois critérios, ela deve ser, sobretudo, socialmente pertinente.
ARAGÓN, Luis E. Educação Superior, Desenvolvimento Sustentável e Políticas Públicas na Amazônia. Papers do NAEA/UFPA, out, 2012.

O texto acima faz referência a um conceito importante para o desenvolvimento da educação superior na Amazônia, que é o de
Alternativas
Q3270779 Português
“Em formato de texto, apresenta a trajetória e a realização artística”. Essas são características de um documento essencial na carreira profissional na área de cultura. Trata-se do

Alternativas
Q3269126 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.





Fonte: https://boletimcontexto.wordpress.com/

O texto configura-se como um exemplar do gênero
Alternativas
Q3269125 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.





Fonte: https://boletimcontexto.wordpress.com/

O tipo textual predominante nesse texto é o
Alternativas
Q3269124 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.





Fonte: https://boletimcontexto.wordpress.com/

No texto, o termo "Fake News" é colocado junto a "chip" e "bateria" no diálogo, criando uma relação de associação. Esse fenômeno pode ser explicado como
Alternativas
Q3269123 Português

Leia atentamente o texto abaixo para responder à questão.



Fake news x desinformação


(Texto adaptado)


      O que mudou nos últimos anos, depois da explosão das redes sociais, foi a escala e o meio de difusão de mentiras, que passaram a ser chamadas de fake news (notícias falsas) e desinformação. Usados popularmente como sinônimos, os dois termos têm diferenças conceituais de acordo com os estudiosos do assunto e as instituições que os utilizam.


     Segundo Eugênio Bucci, professor titular da Escola de Comunicações e Artes da USP, “fake news é a falsificação da forma notícia. Parece ser uma notícia jornalística, mas não é”. Ele explicou o conceito em evento da Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo no ano passado, do qual também participou o presidente do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), desembargador Paulo Galizia.


     O professor argumenta que não se deve usar a expressão como sinônimo de mentira. “Fake news são um tipo historicamente datado de mentira. São uma criação do século XXI, que frauda a forma notícia a partir das plataformas sociais e das tecnologias digitais que favorecem a difusão massiva de enunciados”, explica. “As fake news não existem desde sempre.”


  Já a desinformação, de acordo com o professor, trata-se de um ambiente comunicacional hostil à informação. “A desinformação é o efeito geral da disseminação de fake news e de outros recursos para enganar ou manipular pessoas ou públicos com fins inescrupulosos”, afirma. “Na era da desinformação, a capacidade social de distinguir fato e opinião se desfaz.”


Fonte: https://www.tre-go.jus.br/comunicacao/noticias/

No fragmento "O que mudou nos últimos anos, depois da explosão das redes sociais, foi a escala e o meio de difusão de mentiras", o termo em destaque 
Alternativas
Q3269122 Português

Leia atentamente o texto abaixo para responder à questão.



Fake news x desinformação


(Texto adaptado)


      O que mudou nos últimos anos, depois da explosão das redes sociais, foi a escala e o meio de difusão de mentiras, que passaram a ser chamadas de fake news (notícias falsas) e desinformação. Usados popularmente como sinônimos, os dois termos têm diferenças conceituais de acordo com os estudiosos do assunto e as instituições que os utilizam.


     Segundo Eugênio Bucci, professor titular da Escola de Comunicações e Artes da USP, “fake news é a falsificação da forma notícia. Parece ser uma notícia jornalística, mas não é”. Ele explicou o conceito em evento da Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo no ano passado, do qual também participou o presidente do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), desembargador Paulo Galizia.


     O professor argumenta que não se deve usar a expressão como sinônimo de mentira. “Fake news são um tipo historicamente datado de mentira. São uma criação do século XXI, que frauda a forma notícia a partir das plataformas sociais e das tecnologias digitais que favorecem a difusão massiva de enunciados”, explica. “As fake news não existem desde sempre.”


  Já a desinformação, de acordo com o professor, trata-se de um ambiente comunicacional hostil à informação. “A desinformação é o efeito geral da disseminação de fake news e de outros recursos para enganar ou manipular pessoas ou públicos com fins inescrupulosos”, afirma. “Na era da desinformação, a capacidade social de distinguir fato e opinião se desfaz.”


Fonte: https://www.tre-go.jus.br/comunicacao/noticias/

Considerando novamente o trecho "Já a desinformação, de acordo com o professor, trata-se de um ambiente comunicacional hostil à informação”, o termo que substitui a palavra “já” sem prejuízo de sentido é
Alternativas
Q3269120 Português

Leia atentamente o texto abaixo para responder à questão.



Fake news x desinformação


(Texto adaptado)


      O que mudou nos últimos anos, depois da explosão das redes sociais, foi a escala e o meio de difusão de mentiras, que passaram a ser chamadas de fake news (notícias falsas) e desinformação. Usados popularmente como sinônimos, os dois termos têm diferenças conceituais de acordo com os estudiosos do assunto e as instituições que os utilizam.


     Segundo Eugênio Bucci, professor titular da Escola de Comunicações e Artes da USP, “fake news é a falsificação da forma notícia. Parece ser uma notícia jornalística, mas não é”. Ele explicou o conceito em evento da Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo no ano passado, do qual também participou o presidente do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), desembargador Paulo Galizia.


     O professor argumenta que não se deve usar a expressão como sinônimo de mentira. “Fake news são um tipo historicamente datado de mentira. São uma criação do século XXI, que frauda a forma notícia a partir das plataformas sociais e das tecnologias digitais que favorecem a difusão massiva de enunciados”, explica. “As fake news não existem desde sempre.”


  Já a desinformação, de acordo com o professor, trata-se de um ambiente comunicacional hostil à informação. “A desinformação é o efeito geral da disseminação de fake news e de outros recursos para enganar ou manipular pessoas ou públicos com fins inescrupulosos”, afirma. “Na era da desinformação, a capacidade social de distinguir fato e opinião se desfaz.”


Fonte: https://www.tre-go.jus.br/comunicacao/noticias/

De acordo com a explicação do professor Eugênio Bucci, assinale a alternativa que demonstra como "fake news" se relaciona conceitualmente com o termo "desinformação".
Alternativas
Q3269119 Português

Leia atentamente o texto abaixo para responder à questão.



Fake news x desinformação


(Texto adaptado)


      O que mudou nos últimos anos, depois da explosão das redes sociais, foi a escala e o meio de difusão de mentiras, que passaram a ser chamadas de fake news (notícias falsas) e desinformação. Usados popularmente como sinônimos, os dois termos têm diferenças conceituais de acordo com os estudiosos do assunto e as instituições que os utilizam.


     Segundo Eugênio Bucci, professor titular da Escola de Comunicações e Artes da USP, “fake news é a falsificação da forma notícia. Parece ser uma notícia jornalística, mas não é”. Ele explicou o conceito em evento da Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo no ano passado, do qual também participou o presidente do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), desembargador Paulo Galizia.


     O professor argumenta que não se deve usar a expressão como sinônimo de mentira. “Fake news são um tipo historicamente datado de mentira. São uma criação do século XXI, que frauda a forma notícia a partir das plataformas sociais e das tecnologias digitais que favorecem a difusão massiva de enunciados”, explica. “As fake news não existem desde sempre.”


  Já a desinformação, de acordo com o professor, trata-se de um ambiente comunicacional hostil à informação. “A desinformação é o efeito geral da disseminação de fake news e de outros recursos para enganar ou manipular pessoas ou públicos com fins inescrupulosos”, afirma. “Na era da desinformação, a capacidade social de distinguir fato e opinião se desfaz.”


Fonte: https://www.tre-go.jus.br/comunicacao/noticias/

Quanto à funcionalidade do gênero textual, é correto afirmar que se trata de um(uma)
Alternativas
Q3269118 Português

Leia atentamente o texto abaixo para responder à questão.



Fake news x desinformação


(Texto adaptado)


      O que mudou nos últimos anos, depois da explosão das redes sociais, foi a escala e o meio de difusão de mentiras, que passaram a ser chamadas de fake news (notícias falsas) e desinformação. Usados popularmente como sinônimos, os dois termos têm diferenças conceituais de acordo com os estudiosos do assunto e as instituições que os utilizam.


     Segundo Eugênio Bucci, professor titular da Escola de Comunicações e Artes da USP, “fake news é a falsificação da forma notícia. Parece ser uma notícia jornalística, mas não é”. Ele explicou o conceito em evento da Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo no ano passado, do qual também participou o presidente do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), desembargador Paulo Galizia.


     O professor argumenta que não se deve usar a expressão como sinônimo de mentira. “Fake news são um tipo historicamente datado de mentira. São uma criação do século XXI, que frauda a forma notícia a partir das plataformas sociais e das tecnologias digitais que favorecem a difusão massiva de enunciados”, explica. “As fake news não existem desde sempre.”


  Já a desinformação, de acordo com o professor, trata-se de um ambiente comunicacional hostil à informação. “A desinformação é o efeito geral da disseminação de fake news e de outros recursos para enganar ou manipular pessoas ou públicos com fins inescrupulosos”, afirma. “Na era da desinformação, a capacidade social de distinguir fato e opinião se desfaz.”


Fonte: https://www.tre-go.jus.br/comunicacao/noticias/

De acordo com o texto, em relação aos termos "fake news" e "mentira", o senso comum
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Q3267348 Português
Autoridades do governo Trump defendem uso de lei de guerra para deportar imigrantes


Lei foi defendida mesmo após juiz ter bloqueado a medida e de a Venezuela ter negado que os deportados eram membros de gangue

Valerie Volcovici e Nathan Layne


    Autoridades do governo Trump defenderam no domingo o uso de poderes extraordinários de guerra para deportar dezenas de imigrantes venezuelanos, apesar de um juiz ter bloqueado a medida e de a Venezuela ter negado afirmações das autoridades norte-americanas de que os deportados eram membros de gangue.

   "Trata-se de uma guerra moderna, e continuaremos a combatê-la e a proteger os cidadãos americanos a cada passo do caminho", disse a secretária de Justiça Pam Bondi à apresentadora da Fox News Maria Bartiromo, no programa Sunday Morning Futures.

   Bondi afirmou que a decisão do governo Trump de deportar 137 imigrantes venezuelanos no último fim de semana para El Salvador foi justificada porque eles eram membros da temida gangue Tren de Aragua da Venezuela e representavam um risco à segurança.

  O ministro do Interior da Venezuela, Diosdado Cabello, disse na sexta-feira, no entanto, que nenhum dos venezuelanos deportados pelos EUA para El Salvador era membro da gangue, a qual Washington declarou ser um grupo terrorista.

   O governo usou a Alien Enemies Act de 1798, uma lei de tempo de guerra, para deportar os imigrantes, alegando que eles estavam cometendo crimes violentos e enviando dinheiro para a Venezuela.

   O assessor de segurança nacional da Casa Branca, Mike Waltz, disse no programa "Face the Nation" da CBS, sem citar evidências, que o Tren de Aragua era um representante do governo do presidente venezuelano Nicolás Maduro.

   "A lei de sedição se aplica plenamente porque também determinamos que esse grupo está agindo como representante do regime de Maduro", declarou Waltz. "Maduro está deliberadamente esvaziando suas prisões de forma indireta para influenciar um ataque aos Estados Unidos."

   O juiz distrital James Boasberg disse na sexta-feira que continuaria a investigar se o governo Trump violou sua ordem de bloquear temporariamente o uso da lei para deportações, depois de não ter conseguido desviar dois voos que transportavam os venezuelanos.

    O governo Trump enfrenta o prazo de 25 de março para responder à solicitação dele de mais detalhes sobre as deportações.

   Alguns juristas veem a situação como uma escalada no confronto do presidente Donald Trump com o judiciário e dizem que isso levanta preocupações de uma crise constitucional iminente.

   O czar da fronteira de Trump, Tom Homan, disse ao programa "This Week" da ABC News que não desafiaria a ordem de Boasberg, mas reiterou que o governo Trump continuaria a prender os imigrantes que considerasse perigosos.

    "Vamos continuar a prender ameaças à segurança pública e à segurança nacional", afirmou Homan. "Continuaremos a visar os piores dos piores."



https://www.terra.com.br/noticias/mundo/autoridades-do-governo-trump-defendem-uso-de-le i-de-guerra-para-deportar-imigrantes,97a5b71447658692ab095a856ac748f2sik3qb7m.html? utm_source=clipboard
[Questão Inédita] Com base no texto sobre a defesa do uso de lei de guerra para deportar imigrantes, pode-se inferir que:
Alternativas
Q3267267 Português
  O grande dia chegou e o aguardado “And the Oscar goes to…” ecoou na voz de Penélope Cruz ao anunciar: I’m Still Here. Um prêmio esperado há décadas pelos brasileiros. “Finalmente!”, exclamaram alguns. “Eu sabia!”, diziam outros. E ainda houve quem reagisse com um incrédulo “Não acredito!”. Mas, independentemente das interjeições e expressões de surpresa, houve um consenso: “Merecido!”.

  O público brasileiro estava otimista, muitos acreditavam que três estatuetas viriam. Duas eram praticamente garantidas. No entanto, a previsão não se concretizou totalmente. Apesar da conquista do Oscar de Melhor Filme Internacional, a esperada vitória de Fernanda Torres como Melhor Atriz não aconteceu. Indignação, surpresa, decepção. “Injusto? Erraram? Inacreditável! Lamentável!”. Mas, no final, restou a sensação de uma medalha de prata no peito. Não foi como queríamos, mas foi. E foi grande.

   Walter Salles demonstrou segurança ao optar, de última hora, por não consultar o papel com anotações que guardava no bolso do blazer. Confiou na essência de seu discurso, que já estava na ponta da língua. Breve, direto e sem rodeios, mas carregado de clareza e reflexão, ele transmitiu com intensidade a mensagem central de Ainda Estou Aqui.

   Com tranquilidade e carisma, mencionou os principais agradecimentos de forma honrosa. Foi um discurso muito esperado, e Salles conseguiu transmiti-lo de maneira magistral. Parabéns, Walter Salles!

   Parabéns também a Fernanda Torres, Selton Mello e todos os envolvidos nessa narrativa real que trouxe à tona a angústia silenciada de Eunice Paiva nos tempos da ditadura. Uma história poderosa que atravessou fronteiras e emocionou o mundo.


https://jornaldebrasilia.com.br/blogs-e-colunas/verbalize/discurso-de-walter-salles-no-oscar2025/
[Questão Inédita] No período “Foi um discurso muito esperado, e Salles conseguiu transmiti-lo de maneira magistral.” (4º parágrafo), o pronome pessoal oblíquo átono foi empregado
Alternativas
Q3267258 Português
  O grande dia chegou e o aguardado “And the Oscar goes to…” ecoou na voz de Penélope Cruz ao anunciar: I’m Still Here. Um prêmio esperado há décadas pelos brasileiros. “Finalmente!”, exclamaram alguns. “Eu sabia!”, diziam outros. E ainda houve quem reagisse com um incrédulo “Não acredito!”. Mas, independentemente das interjeições e expressões de surpresa, houve um consenso: “Merecido!”.

  O público brasileiro estava otimista, muitos acreditavam que três estatuetas viriam. Duas eram praticamente garantidas. No entanto, a previsão não se concretizou totalmente. Apesar da conquista do Oscar de Melhor Filme Internacional, a esperada vitória de Fernanda Torres como Melhor Atriz não aconteceu. Indignação, surpresa, decepção. “Injusto? Erraram? Inacreditável! Lamentável!”. Mas, no final, restou a sensação de uma medalha de prata no peito. Não foi como queríamos, mas foi. E foi grande.

   Walter Salles demonstrou segurança ao optar, de última hora, por não consultar o papel com anotações que guardava no bolso do blazer. Confiou na essência de seu discurso, que já estava na ponta da língua. Breve, direto e sem rodeios, mas carregado de clareza e reflexão, ele transmitiu com intensidade a mensagem central de Ainda Estou Aqui.

   Com tranquilidade e carisma, mencionou os principais agradecimentos de forma honrosa. Foi um discurso muito esperado, e Salles conseguiu transmiti-lo de maneira magistral. Parabéns, Walter Salles!

   Parabéns também a Fernanda Torres, Selton Mello e todos os envolvidos nessa narrativa real que trouxe à tona a angústia silenciada de Eunice Paiva nos tempos da ditadura. Uma história poderosa que atravessou fronteiras e emocionou o mundo.


https://jornaldebrasilia.com.br/blogs-e-colunas/verbalize/discurso-de-walter-salles-no-oscar2025/
[Questão Inédita] Com base no texto sobre a premiação do Oscar, pode-se inferir que:
Alternativas
Respostas
22001: B
22002: C
22003: C
22004: D
22005: E
22006: E
22007: E
22008: B
22009: C
22010: D
22011: B
22012: C
22013: A
22014: E
22015: A
22016: C
22017: D
22018: D
22019: B
22020: B