Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
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Leia a crônica abaixo e responda a questão
Belo Horizonte, cidade dividida entre o azul celeste e o preto e branco, onde a paixão pelo futebol transcende rivalidades. De um lado, o Atlético Mineiro, Galo forte e vingador, cuja torcida transforma o Mineirão em um caldeirão fervente de emoções. Do outro, o Cruzeiro, Raposa astuta, que desliza pelo campo com a elegância de quem sabe que a história se constrói a cada toque de bola.
Nas tardes mineiras, quando o clássico se desenha no horizonte, as ruas se enchem de expectativa. É mais do que um jogo; é uma batalha pela supremacia na alma do estado. Os atleticanos entoam seus cânticos, os cruzeirenses respondem com orgulho, e o Mineirão se transforma em um palco onde a rivalidade se torna épica.
Cada lance, cada driblada, é como uma dança entre dois amantes que se conhecem tão bem, mas que nunca deixam de se surpreender. Os heróis surgem, e as tragédias se desenham em campo. O Atlético busca a vitória para provar que é o verdadeiro senhor de Minas, enquanto o Cruzeiro almeja a redenção e a oportunidade de pintar a cidade de azul mais uma vez.
Os clássicos entre Atlético Mineiro e Cruzeiro são mais do que eventos esportivos; são capítulos de uma saga que une e separa corações apaixonados. Na arquibancada, a festa é regada a emoções intensas, gritos de guerra e um amor que ultrapassa a barreira das cores. Belo Horizonte, cidade dividida, mas unida por uma paixão: o futebol que pulsa nos corações alvinegros e celestes, criando uma atmosfera única e eterna no cenário do esporte brasileiro.
Autor: Ricardo Menezes
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Belo Horizonte, cidade dividida entre o azul celeste e o preto e branco, onde a paixão pelo futebol transcende rivalidades. De um lado, o Atlético Mineiro, Galo forte e vingador, cuja torcida transforma o Mineirão em um caldeirão fervente de emoções. Do outro, o Cruzeiro, Raposa astuta, que desliza pelo campo com a elegância de quem sabe que a história se constrói a cada toque de bola.
Nas tardes mineiras, quando o clássico se desenha no horizonte, as ruas se enchem de expectativa. É mais do que um jogo; é uma batalha pela supremacia na alma do estado. Os atleticanos entoam seus cânticos, os cruzeirenses respondem com orgulho, e o Mineirão se transforma em um palco onde a rivalidade se torna épica.
Cada lance, cada driblada, é como uma dança entre dois amantes que se conhecem tão bem, mas que nunca deixam de se surpreender. Os heróis surgem, e as tragédias se desenham em campo. O Atlético busca a vitória para provar que é o verdadeiro senhor de Minas, enquanto o Cruzeiro almeja a redenção e a oportunidade de pintar a cidade de azul mais uma vez.
Os clássicos entre Atlético Mineiro e Cruzeiro são mais do que eventos esportivos; são capítulos de uma saga que une e separa corações apaixonados. Na arquibancada, a festa é regada a emoções intensas, gritos de guerra e um amor que ultrapassa a barreira das cores. Belo Horizonte, cidade dividida, mas unida por uma paixão: o futebol que pulsa nos corações alvinegros e celestes, criando uma atmosfera única e eterna no cenário do esporte brasileiro.
Autor: Ricardo Menezes
Leia o cartaz abaixo e responda à questão.
Luto em Luta

Fonte: Luto em Luta, 2012. Direção e produção: Pedro Serrano, Ricardo Young e Gilberto Dimenstein.
O documentário de Pedro Serrano, produzido em 2012, trata sobre a situação do trânsito a partir de depoimentos de vítimas e/ou familiares, profissionais especialistas em trânsito, médicos, políticos, psicólogos e cidadãos em geral. Ele é dividido em três partes. A primeira, "Barbárie", narra a história de estudiosos e usuários do trânsito. A segunda, "Luto", traz depoimentos de vítimas do trânsito ou de seus familiares. A terceira, "Luta", traz uma proposta de intervenção para o problema do trânsito. O documentário pode aumentar a compreensão da questão e colaborar na conscientização da população.
Leia o cartaz abaixo e responda à questão.
Luto em Luta

Fonte: Luto em Luta, 2012. Direção e produção: Pedro Serrano, Ricardo Young e Gilberto Dimenstein.
O documentário de Pedro Serrano, produzido em 2012, trata sobre a situação do trânsito a partir de depoimentos de vítimas e/ou familiares, profissionais especialistas em trânsito, médicos, políticos, psicólogos e cidadãos em geral. Ele é dividido em três partes. A primeira, "Barbárie", narra a história de estudiosos e usuários do trânsito. A segunda, "Luto", traz depoimentos de vítimas do trânsito ou de seus familiares. A terceira, "Luta", traz uma proposta de intervenção para o problema do trânsito. O documentário pode aumentar a compreensão da questão e colaborar na conscientização da população.
O valor do trabalho
Todos pedimos coisas para a vida. Cada um, a sua maneira, quer conquistar algo especial. Mas em nossa ingênua ignorância, consideramos que a vida nos deve de fato este favor. Que só pelo fato de existirmos já temos o direito de receber.
Suponhamos que a vida nos dê alguns presentes. Encontramo-nos com as seguintes consequências:
Um presente não nos custa nada. Por isso mesmo, sempre pediremos mais e mais.
As coisas que não nos custam nada não possuem valor. Quer dizer, tem algum valor, porém não o conhecemos e tampouco nos importa conhecê-lo.
As coisas que temos aumentam nossas fantasias e ilusões e nos dão uma falsa percepção de que as possuímos, como se determinado objeto, ou algo, fosse nosso.
Também há o aumento da vaidade, porque consideramos que merecemos isso e muito mais.
Os presentes que nos são dados não são obtidos por qualquer esforço, exceto − no melhor dos casos − o de agradecer o presente àquele que nos concede.
Os presentes que nos são dados tiram o sentido da generosidade. A pessoa que se acostuma a receber é lenta para dar algo de si.
A vida é uma corrente que flui, que está em movimento, e nós não podemos estar fora da Vida. Sendo assim, nos corresponde fluir, nos movermos a atuar e trabalhar.
(...)
Meu caro, aprenda com o erro. Trabalho não é apenas "ganhar a vida". O homem é um produto de suas ações no mundo, de seu trabalho constante. Quem trabalha desenvolve e expande suas aptidões que, na maioria das vezes, estão adormecidas e escondidas; o trabalho nos ajuda a ativar os nossos poderes latentes, nos ajuda a descobrir vocações ocultas e a obter realizações inesperadas. Fortalece nossa saúde mental, nossa vontade e nossa inteligência, nos ensina, sobretudo, a amar.
É imprescindível que reflitamos sobre a importância de nos entregarmos à vida com toda a nossa essência e dedicação.
A mim me parece que que cada indivíduo tem sua própria maneira de buscar realizações na vida. Quem não ama nada mais do que receber presentes sem esforço, perde a oportunidade de compreender a verdadeira generosidade e a gratificação que vem do presentear.
Em síntese, mais que uma maldição, o trabalho vem a ser nossa oportunidade de redenção. E, assim, tomamos contato com o que há de melhor em nós e com a vitalidade que circula todo o Universo.
Autor: Delia Steinberg Guzmán. TEXTO ADAPTADO. Acesso em https://www.acropole.org.br/filosofia/ o-valor-do-trabalho/
As coisas que temos aumentam nossas fantasias e ilusões e nos dão uma falsa percepção de que as possuímos, como se determinado objeto, ou algo, fosse nosso.
Pode-se afirmar que todas as palavras a seguir são sinônimas de "percepção", presente nesse trecho, EXCETO:
Em 1836, a nossa Faculdade de Medicina, tendo conhecimento desse fato, chamou a atenção do governo para ele. O Governo Imperial, no referido ano, nomeou o Dr. Vicente Moretti Fógia para fazer a análise das águas de Caldas Novas, o que o nomeado não pôde realizar completamente, visto como não dispunha de laboratório aperfeiçoado, limitando-se a fazer observações sobre os doentes que lá estavam em tratamento.
PINTO, Olegário. Discurso de 1912 na Câmara dos Deputados Federais. In: ORIENTE, T. As fabulosas águas quentes de Caldas Novas. 6. ed. Goiânia: Oriente, 1982.
De acordo com o texto, o que chamou a atenção do Governo Imperial em Caldas Novas?
Bartolomeu Bueno da Silva, o filho, quando de sua audaciosa entrada pelos sertões dos “Guaiazes”, descobriu, na fralda da serra, que depois recebeu o nome de “Caldas”, um ribeirão. Este chamou-lhe logo a atenção por serem quentes as suas águas. Interessado por ele, seguiu-o até as suas nascentes, verificando que brotava na base da serra. Após haver encontrado ouro, prosseguiu Bueno a sua viagem, ficando as águas termais um tanto esquecidas. Mesmo assim eram procuradas por enfermos.
ORIENTE, T. As fabulosas águas quentes de Caldas Novas. 6. ed. Goiânia: Oriente, 1982, p. 26.
O relato apresentado no texto produz qual efeito na interpretação sobre a origem de Caldas Novas?
Em 1905, Leopoldo de Bulhões buscava, junto ao chefe do poder Executivo, a decretação de uma intervenção federal em Goiás para depor o governador Xavier de Almeida, seu antigo aliado e agora dissidente. Diante da relutância do presidente da República em acolher a drástica medida, seu Ministro da Fazenda acabou contrariado. Como lenitivo ao aborrecimento, Rodrigues Alves resolveu convidar Bulhões para a vaga aberta no STF decorrente da aposentadoria do ministro Macedo Soares. Tudo leva a crer que neste momento, usando de sua grande perspicácia política, o prócer goiano declinou do convite, mas conseguiu indicar seu cunhado Guimarães Natal ao posto.
MENDONÇA, Jales Guedes Coelho; BELO, Eliseu Antônio da Silva. Goiás poderá ter um ministro no Supremo Tribunal Federal após 115 anos. Jornal Opção. 29 novembro 2020. Disponível em < https://www.jornalopcao.com.br/colunas-e-blogs/imprensa/goias-podera-terum-ministro-no-supremo-tribunal-federal-apos-115-anos-299088/ >. Acesso em: 24 fev. 2024.
As informações do texto evidenciam que a participação de Leopoldo de Bulhões na política nacional foi
Na segunda metade do século XIX, Antônio José Caiado determinou a volta do filho Torquato da capital paulista para Goiás. Conhecendo as dificuldades da longa e sofrida viagem até sua cidade natal, o jovem enamorado teria proposto ao futuro sogro que permitisse a Claudina Fagundes de Azevedo acompanhá-lo, prometendo manter-se distante da esposa, à espera de que ela se tornasse núbil. Seguiriam ambos para Goiás, sob a guarda de uma dama de companhia, a quem caberia fiscalizar o cumprimento do acordo, selado com a palavra de honra do rapaz. Essa novelesca versão reza, ainda, que, obtida a permissão paterna, Claudina e Torquato viajaram, de fato, sob a vigilância de uma chaperone - e que o compromisso foi respeitado.
BRANCO, Lena Castello. Perfis femininos em Vila Boa de Goiás. Revista do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, n. 30, 2019, p. 104. [Adaptado].
Esse relato da autora evidencia qual comportamento da sociedade goiana?


Texto 8
Amar dói amar
Cansei de amar,
quero ser amado.
Não quero estar no mapa,
quero ser encontrado.
Se o coração está seco
de nada adianta beijo molhado.
Grande coisa um belo olhar
se você não é notado.
[...]
VAZ, Sérgio. Flores de alvenaria. São Paulo: Global, 2016.
Texto 6

Disponível em:<https://bem-me-quer.tumblr.com/post/19795147332/depositode-tirinhas-calvin-e-haroldo>