Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3396990 Português
Leia o texto a seguir.
Ao usar a palavra “conhecimento” em termos gerais, considero útil fazer uma distinção entre duas ideias: “conhecimento dos poderosos” e “conhecimento poderoso”. O “conhecimento dos poderosos” é definido por quem detém o conhecimento. Historicamente e mesmo hoje em dia, quando pensamos na distribuição do acesso à universidade, aqueles com maior poder na sociedade são os que têm acesso a certos tipos de conhecimento; é a esse que eu chamo de “conhecimento dos poderosos” [...] No entanto, o fato de que parte do conhecimento é o “conhecimento dos poderosos” ou conhecimento de alto status, como já expressei (Young, 1971; 1998), não nos diz nada sobre o conhecimento em si. Assim, precisamos de outro conceito, no enfoque do currículo, que chamarei de “conhecimento poderoso”. Esse conceito não se refere a quem tem mais acesso ao conhecimento ou quem o legitima, embora ambas sejam questões importantes, mas refere-se ao que o conhecimento pode fazer, como, por exemplo, fornecer explicações confiáveis ou novas formas de se pensar a respeito do mundo.
YOUNG, Michael. Para que servem as escolas? Revista Educação e Sociedade, Campinas, vol. 28, n. 101, p. 1287-1302, set./dez. 2007.

Michael Young define o conjunto de conhecimentos do currículo, ou que deveriam estar no currículo, como “conhecimento poderoso”. A partir da explicação do autor, é possível compreender que o conhecimento poderoso, na atualidade, é cada vez mais
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Q3396989 Português
Leia o texto a seguir que se refere ao Ensino Fundamental.
Nesse período da vida, as crianças estão vivendo mudanças importantes em seu processo de desenvolvimento que repercutem em suas relações consigo mesmas, com os outros e com o mundo. Como destacam as DCN, a maior desenvoltura e a maior autonomia nos movimentos e deslocamentos ampliam suas interações com o espaço; a relação com múltiplas linguagens, incluindo os usos sociais da escrita e da matemática, permite a participação no mundo letrado e a construção de novas aprendizagens, na escola e para além dela; a afirmação de sua identidade em relação ao coletivo no qual se inserem, resulta em formas mais ativas de se relacionarem com esse coletivo e com as normas que regem as relações entre as pessoas dentro e fora da escola, pelo reconhecimento de suas potencialidades e pelo acolhimento e pela valorização das diferenças.
BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR. Disponível em: <https://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaof>. Acesso em: 27 dez. 2023.
Segundo o documento, as crianças do Ensino Fundamental já apresentam formas mais ativas de se relacionarem com seu grupo e com as normas da escola e de fora da escola também. Essas conquistas, de acordo com o texto, se devem especialmente 
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Q3396986 Português
Leia o texto a seguir.
Os alunos do Ensino Fundamental regular são crianças e adolescentes de faixas etárias cujo desenvolvimento está marcado por interesses próprios, relacionado aos seus aspectos físico, emocional, social e cognitivo, em constante interação. Como sujeitos históricos que são, as características de desenvolvimento dos alunos estão muito relacionadas com seus modos próprios de vida e suas múltiplas experiências culturais e sociais, de sorte que mais adequado seria falar de infâncias e adolescências no plural.
BRASIL, Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental, 2010, p.110.
O texto extraído das Diretrizes sugere que 
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Q3396902 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Banco Global de Sementes, na Noruega, protege plantas contra o fim do mundo


A longínqua cidade de Svalbard, na Noruega, já foi chamada de "a cidade do fim do mundo". No sentido estrito da palavra, ela fica, de fato, no fim do mundo − é a cidade mais remota do planeta. Trata-se de um arquipélago no meio do Oceano Ártico, onde vivem 2.200 pessoas − mais ao Norte, não há nada além de geleiras. A civilização literalmente termina por lá.


A tal "cidade do fim do mundo" também é preocupada com o fim do mundo. Ela abriga o Global Seed Vault (banco global de sementes), basicamente um grande cofre com 1,2 milhão de sementes − mas capacidade para 2,5 bilhões, de 4,5 milhões de espécies diferentes.


São caixas e caixas de produtos agrícolas vindos de quase todos os países do mundo − o Brasil já contribuiu com sementes de arroz, feijão e milho. Elas ficam guardadas em três salas, mas você só chega lá depois de passar por um corredor de 120 metros dentro de uma montanha, e por 5 portas anti-explosões. O bunker é mantido sob temperatura de -18 graus celsius e fica trancado 350 dias por ano − só é aberto para inspeções ou para receber mais sementes.


Nada seria mantido atrás de tantas camadas de segurança se não fosse muito valioso. O Seed Vault foi inaugurado em 2008 como uma parceria entre instituições governamentais da Noruega e a organização internacional Global Crop Diversity Trust − fundada em 2004 pela Food and Agriculture Organization (FAO), um órgão da Organização das Nações Unidas. O objetivo é manter um estoque de tudo que a humanidade planta para, no caso de um apocalipse, poder reconstruir a agricultura mundial.


As sementes são lacradas em embalagens com três camadas, que também são lacradas dentro de caixas e guardadas em prateleiras dentro do cofre. A baixa temperatura e umidade dentro do Seed Vault garantem também uma baixa atividade metabólica, mantendo as sementes viáveis por muito tempo. 


"Nós esperamos que as sementes se mantenham férteis por centenas de anos", diz o biólogo Åsmund Asdal, coordenador do bunker, em uma entrevista à Super em 2017.


De acordo com o site do "banco", ele é a "apólice de seguro definitiva para a alimentação mundial, garantindo milhões de sementes de todas as culturas importantes no mundo disponíveis hoje e oferecendo opções para as gerações futuras superarem os desafios das alterações climáticas e do crescimento populacional".


Se enchentes, guerras, epidemias ou outros desastres naturais comprometerem as plantações mundiais, o Global Seed Vault provê esse armazenamento de segurança: um backup dos nossos padrões alimentícios. 


E o primeiro "saque" do banco já aconteceu. Em 2015, por causa dos estragos feitos pela guerra civil, a Síria fez a primeira (e única) retirada de sementes do cofre. Foram 38 mil, de várias espécies do Oriente Médio.


A localização do bunker foi escolhida levando em conta algumas questões: a permafrost (um tipo de solo mistura de terra e gelo) e a grossa camada de rochas da montanha oferecem um resfriamento natural para as sementes − os gastos com ar-condicionado são bem menores. A entrada fica 130 metros acima do nível do mar, então inundações não ameaçam o estoque. A área também é geologicamente estável, com baixos níveis de umidade. Svalbard é um bom balanço entre um local remoto, porém acessível.

Retirado e adaptado de: CAPARROZ, Leo. Banco Global de Sementes, na Noruega, protege plantas contra o fim do mundo. 
SuperInteressante. Disponível https://super.abril.com.br/ciencia/banco-global-de-sementes-na-norueg a-protege-plantas-contra-o-fim-do-mundo/ Acesso em: 16 jan., 2024.
Analise as seguintes afirmações, com base em "Banco Global de Sementes, na Noruega, protege plantas contra o fim do mundo":

I. Em "E o primeiro "saque" do banco já aconteceu", a palavra em destaque foi empregada no sentido ________.
II. Em "... o Global Seed Vault provê esse armazenamento de segurança: um backup dos nossos padrões alimentícios", a palavra em destaque foi empregada no sentido _______.
III. Em "Nada seria mantido atrás de tantas camadas de segurança se não fosse muito valioso", a palavra em destaque foi empregada no sentido ________.

Assinale a alternativa que correta e respectivamente preenche as lacunas dos excertos: 
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Q3396901 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Banco Global de Sementes, na Noruega, protege plantas contra o fim do mundo


A longínqua cidade de Svalbard, na Noruega, já foi chamada de "a cidade do fim do mundo". No sentido estrito da palavra, ela fica, de fato, no fim do mundo − é a cidade mais remota do planeta. Trata-se de um arquipélago no meio do Oceano Ártico, onde vivem 2.200 pessoas − mais ao Norte, não há nada além de geleiras. A civilização literalmente termina por lá.


A tal "cidade do fim do mundo" também é preocupada com o fim do mundo. Ela abriga o Global Seed Vault (banco global de sementes), basicamente um grande cofre com 1,2 milhão de sementes − mas capacidade para 2,5 bilhões, de 4,5 milhões de espécies diferentes.


São caixas e caixas de produtos agrícolas vindos de quase todos os países do mundo − o Brasil já contribuiu com sementes de arroz, feijão e milho. Elas ficam guardadas em três salas, mas você só chega lá depois de passar por um corredor de 120 metros dentro de uma montanha, e por 5 portas anti-explosões. O bunker é mantido sob temperatura de -18 graus celsius e fica trancado 350 dias por ano − só é aberto para inspeções ou para receber mais sementes.


Nada seria mantido atrás de tantas camadas de segurança se não fosse muito valioso. O Seed Vault foi inaugurado em 2008 como uma parceria entre instituições governamentais da Noruega e a organização internacional Global Crop Diversity Trust − fundada em 2004 pela Food and Agriculture Organization (FAO), um órgão da Organização das Nações Unidas. O objetivo é manter um estoque de tudo que a humanidade planta para, no caso de um apocalipse, poder reconstruir a agricultura mundial.


As sementes são lacradas em embalagens com três camadas, que também são lacradas dentro de caixas e guardadas em prateleiras dentro do cofre. A baixa temperatura e umidade dentro do Seed Vault garantem também uma baixa atividade metabólica, mantendo as sementes viáveis por muito tempo. 


"Nós esperamos que as sementes se mantenham férteis por centenas de anos", diz o biólogo Åsmund Asdal, coordenador do bunker, em uma entrevista à Super em 2017.


De acordo com o site do "banco", ele é a "apólice de seguro definitiva para a alimentação mundial, garantindo milhões de sementes de todas as culturas importantes no mundo disponíveis hoje e oferecendo opções para as gerações futuras superarem os desafios das alterações climáticas e do crescimento populacional".


Se enchentes, guerras, epidemias ou outros desastres naturais comprometerem as plantações mundiais, o Global Seed Vault provê esse armazenamento de segurança: um backup dos nossos padrões alimentícios. 


E o primeiro "saque" do banco já aconteceu. Em 2015, por causa dos estragos feitos pela guerra civil, a Síria fez a primeira (e única) retirada de sementes do cofre. Foram 38 mil, de várias espécies do Oriente Médio.


A localização do bunker foi escolhida levando em conta algumas questões: a permafrost (um tipo de solo mistura de terra e gelo) e a grossa camada de rochas da montanha oferecem um resfriamento natural para as sementes − os gastos com ar-condicionado são bem menores. A entrada fica 130 metros acima do nível do mar, então inundações não ameaçam o estoque. A área também é geologicamente estável, com baixos níveis de umidade. Svalbard é um bom balanço entre um local remoto, porém acessível.

Retirado e adaptado de: CAPARROZ, Leo. Banco Global de Sementes, na Noruega, protege plantas contra o fim do mundo. 
SuperInteressante. Disponível https://super.abril.com.br/ciencia/banco-global-de-sementes-na-norueg a-protege-plantas-contra-o-fim-do-mundo/ Acesso em: 16 jan., 2024.
Assinale a alternativa que corretamente apresenta a função de linguagem predominante em "Banco Global de Sementes, na Noruega, protege plantas contra o fim do mundo":
Alternativas
Q3396895 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Banco Global de Sementes, na Noruega, protege plantas contra o fim do mundo


A longínqua cidade de Svalbard, na Noruega, já foi chamada de "a cidade do fim do mundo". No sentido estrito da palavra, ela fica, de fato, no fim do mundo − é a cidade mais remota do planeta. Trata-se de um arquipélago no meio do Oceano Ártico, onde vivem 2.200 pessoas − mais ao Norte, não há nada além de geleiras. A civilização literalmente termina por lá.


A tal "cidade do fim do mundo" também é preocupada com o fim do mundo. Ela abriga o Global Seed Vault (banco global de sementes), basicamente um grande cofre com 1,2 milhão de sementes − mas capacidade para 2,5 bilhões, de 4,5 milhões de espécies diferentes.


São caixas e caixas de produtos agrícolas vindos de quase todos os países do mundo − o Brasil já contribuiu com sementes de arroz, feijão e milho. Elas ficam guardadas em três salas, mas você só chega lá depois de passar por um corredor de 120 metros dentro de uma montanha, e por 5 portas anti-explosões. O bunker é mantido sob temperatura de -18 graus celsius e fica trancado 350 dias por ano − só é aberto para inspeções ou para receber mais sementes.


Nada seria mantido atrás de tantas camadas de segurança se não fosse muito valioso. O Seed Vault foi inaugurado em 2008 como uma parceria entre instituições governamentais da Noruega e a organização internacional Global Crop Diversity Trust − fundada em 2004 pela Food and Agriculture Organization (FAO), um órgão da Organização das Nações Unidas. O objetivo é manter um estoque de tudo que a humanidade planta para, no caso de um apocalipse, poder reconstruir a agricultura mundial.


As sementes são lacradas em embalagens com três camadas, que também são lacradas dentro de caixas e guardadas em prateleiras dentro do cofre. A baixa temperatura e umidade dentro do Seed Vault garantem também uma baixa atividade metabólica, mantendo as sementes viáveis por muito tempo. 


"Nós esperamos que as sementes se mantenham férteis por centenas de anos", diz o biólogo Åsmund Asdal, coordenador do bunker, em uma entrevista à Super em 2017.


De acordo com o site do "banco", ele é a "apólice de seguro definitiva para a alimentação mundial, garantindo milhões de sementes de todas as culturas importantes no mundo disponíveis hoje e oferecendo opções para as gerações futuras superarem os desafios das alterações climáticas e do crescimento populacional".


Se enchentes, guerras, epidemias ou outros desastres naturais comprometerem as plantações mundiais, o Global Seed Vault provê esse armazenamento de segurança: um backup dos nossos padrões alimentícios. 


E o primeiro "saque" do banco já aconteceu. Em 2015, por causa dos estragos feitos pela guerra civil, a Síria fez a primeira (e única) retirada de sementes do cofre. Foram 38 mil, de várias espécies do Oriente Médio.


A localização do bunker foi escolhida levando em conta algumas questões: a permafrost (um tipo de solo mistura de terra e gelo) e a grossa camada de rochas da montanha oferecem um resfriamento natural para as sementes − os gastos com ar-condicionado são bem menores. A entrada fica 130 metros acima do nível do mar, então inundações não ameaçam o estoque. A área também é geologicamente estável, com baixos níveis de umidade. Svalbard é um bom balanço entre um local remoto, porém acessível.

Retirado e adaptado de: CAPARROZ, Leo. Banco Global de Sementes, na Noruega, protege plantas contra o fim do mundo. 
SuperInteressante. Disponível https://super.abril.com.br/ciencia/banco-global-de-sementes-na-norueg a-protege-plantas-contra-o-fim-do-mundo/ Acesso em: 16 jan., 2024.
Analise a coesão textual do seguinte trecho, retirado de "Banco Global de Sementes, na Noruega, protege plantas contra o fim do mundo":

A longínqua cidade de Svalbard, na Noruega, já foi chamada de "a cidade do fim do mundo". No sentido estrito da palavra, ela fica, de fato, no fim do mundo − é a cidade mais remota do planeta. Trata-se de um arquipélago no meio do Oceano Ártico, onde vivem 2.200 pessoas − mais ao Norte, não há nada além de geleiras.

Podemos afirmar que, no trecho, a palavra "onde" serve como um elemento anafórico (de retomada) de:
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Q3396258 Português
Recentemente, pesquisadores de diversas universidades e do INPE desenvolveram o FISC-Cerrado, um sistema que é capaz de simular a propagação do fogo em todo o Cerrado e apresenta uma taxa de acerto que chega a 89%. Dessa forma, tal monitoramento do fogo no cerrado contribui para
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Q3395519 Português
Leia o texto a seguir.
O paradigma da decadência de Goiás no passado, que conforme o sentir de alguns escritores iria desde a abrupta queda da mineração em 1780 até um variável fim (segundo uns até 1914 com a entrada da estrada de ferro), segundo outros até 1937, com o Estado Novo e a construção de Goiânia. Haja decadência! No caso extremo nada menos do que 157 anos de “decadência”. Em dois e meio séculos de história de Goiás quase que de todo ignora-se um século inteiro, o da “decadência”, justo quando em todos os quadrantes nasciam centenas de fazendas e dezenas de povoados!
BERTRAN, Paulo. A memória consúltil e a goianidade. Revista UFG, Goiânia, v. 8, n. 1, 2017, p. 66. [Adaptado]
Conforme o texto, o período conhecido como “Decadência de Goiás” foi marcado pela
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Q3395517 Português

Observe a imagem a seguir.


Imagem associada para resolução da questão


O texto contradiz a ideia de que o

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Q3395516 Português
Leia o texto a seguir.
Conflitos por água aumentam no Brasil, aponta estudo
Estudo recente revela que conflitos por água aumentam no Brasil. O levantamento traz quase 3 mil ocorrências em 20 anos, com um aumento de 481% entre 2005 e 2021. No período analisado pelos pesquisadores, o maior causador de conflito pela água foram disputas entre grupos econômicos ou fazendeiros de um lado e povos tradicionais de outro: •em 19% dos casos, ribeirinhos; •em 17%, povos indígenas; •quilombolas respondem por 15%. "Na série histórica, os mais marcantes casos ocorreram em vilarejos, não exatamente no campo. É o caso de conflitos antes e após as mortes causadas pela mineração em Mariana e Brumadinho, pelo grande número de mortes. No campo, foco de nosso trabalho, destacamos os conflitos atuais na Amazônia”, pontua Gesmar Rosa dos Santos, vinculado ao Ipea.
Disponível em: https://www.dw.com/pt-br/conflitos-por-água-aumentam-nobrasil-aponta-estudo/a-67368840. Acesso em: 27 nov. 2023.
Os conflitos apresentados no texto acontecem
Alternativas
Q3395497 Português

Leia o texto a seguir.


Imagem associada para resolução da questão


Ao analisar o uso da palavra “caminha” usada pela mãe e por Mafalda, no primeiro quadrinho, tem-se interpretações diferentes para o termo. Assim, respectivamente, elas apresentam  

Alternativas
Q3395382 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Vacinas inversas: esperança contra doenças autoimunes



Muitas vacinas simulam uma infecção natural e estimulam o sistema imunitário a gerar as respostas necessárias para evitar a infecção por agentes patogênicos de tipo selvagem e, possivelmente, a ocorrência de doenças. Nesse processo, alguns componentes do patógeno invasor são reconhecidos como estranhos e marcados para eliminação e/ou processamento por mecanismos específicos, que permitem o desenvolvimento de uma resposta imune de memória de longa duração e eficaz, que protegerá contra novas infecções no futuro.


No entanto, surpreendentemente, o sistema imunitário também pode atacar células, tecidos e órgãos saudáveis do próprio hospedeiro, processo este conhecido como autoimunidade, que resulta em uma variedade de patogenias. Estima-se que 7% da população mundial viva com algum tipo de autoimunidade. Mas como fazer para frear esse ataque do sistema imunitário ao próprio organismo em indivíduos com doenças autoimunes em curso? Existem mecanismos comuns relacionados à geração de respostas autoimunes dirigidas a diferentes órgãos, tecidos e células?


A resposta para essas perguntas pode estar em uma nova estratégia de desenvolvimento de vacinas, concebida por Andrew Tremain e colaboradores e publicada em setembro de 2023 na Nature Biomedical Engineering. Trata-se de uma vacina inversa. Ou seja, em vez de gerar uma memória de longo prazo que vai estimular uma resposta imunitária robusta a partir do reconhecimento de componentes de um patógeno invasor − como acontece com as vacinas tradicionais −, ela remove a memória do sistema imunitário em relação a uma molécula de proteína do próprio corpo que é incorretamente reconhecida como estranha por células de defesa (linfócitos T).


Para criar a vacina, a equipe acoplou a molécula N-acetilgalactosamina (pGal) a proteínas (chamadas de antígenos) responsáveis por provocar a reação do sistema imunitário contra determinados órgãos, tecidos ou células do próprio corpo. A molécula pGal marca essas proteínas e sinaliza que elas não devem ser identificadas como estranhas ao organismo, gerando tolerância imunológica específica.


Existem diferentes antígenos associados às doenças autoimunes. Por exemplo, na esclerose múltipla − doença autoimune que afeta o sistema nervoso −, os linfócitos T reagem à mielina, que forma a camada proteica protetora que fica ao redor dos nervos. Já no caso da doença de Crohn, as células T têm como alvo a parte inferior do intestino delgado. A ideia é que a molécula pGal possa ser ligada a qualquer proteína antigênica do corpo para direcionar o sistema imunológico a tolerá-la, atenuando ou eliminando a resposta imune contra essa proteína.


Em estudos com modelos experimentais (ratos e macacos), os pesquisadores demonstraram que as vacinas inversas poderiam efetivamente interromper a reação autoimune associada a uma doença semelhante à esclerose múltipla, atestando que doenças autoimunes em curso poderiam ser reduzidas e/ou curadas após imunização com vacina inversa.


É importante destacar que um ensaio inicial de fase I, para avaliar a segurança da abordagem da vacina inversa, já foi realizado em pessoas com doença celíaca, e outros ensaios de segurança em humanos com esclerose múltipla estão em andamento, todos com o apoio da empresa farmacêutica Anokion S/A.


Espera-se que a vacina inversa seja mais eficaz no tratamento das doenças autoimunes do que os métodos usados hoje em dia, que são principalmente direcionados para enfraquecer o sistema imunitário e restringir a resposta imunológica, deixando os pacientes suscetíveis a infecções e efeitos colaterais.


Retirado e adaptado de: GALLER, Ricardo. Vacinas inversas: esperança contra doenças autoimunes. Ciência hoje.

Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/vacinas-inversas-esperanca-contra-doencas-autoimunes/ Acesso em: 12 mar., 2024. 

A partir da leitura do texto, analise as afirmações a seguir. Marque V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__) Os estudos realizados com pessoas, ainda que em fase inicial, demonstraram que as vacinas inversas poderiam efetivamente interromper a reação autoimune associada a uma doença semelhante à esclerose múltipla.
(__) A vacina descrita no estudo atua de modo a criar uma tolerância imunológica específica, marcando proteínas que não devem ser atacadas pelo sistema imunológico.
(__) Uma das principais vantagens da vacina inversa, no que diz respeito às doenças autoimunes, é que não prejudicam o sistema imunológico, como fazem os atuais tratamentos.
(__) As chamadas vacinas inversas ainda apresentam um desafio: como existem distintos antígenos associados às doenças autoimunes, as vacinas precisam ser pensadas para cada um desses antígenos.
É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3395021 Português
Quem inventou a pizza?


            Calabresa, mussarela e tantos outros sabores... A variedade de pizzas é enorme, e a adora__ão por esse alimento é tão grande que em São Paulo já e_iste até o Dia da Pizza, comemorado no dia 10 de julho. 


            As primeiras pizzas sur_iram há mais de 6.000 anos, inventadas pelos hebreus e egípcios. Eles comiam uma massa fininha, parecida com o pão sírio, que era chamada de píscea. Foi daí que surgiu o nome “Pizza”.


            No século 18, os italianos consumiam essa massinha com tomate, mas o formato dessa pizza era bem diferente do que conhecemos hoje. Ela era dobrada, parecia um sanduíche e era vendida na rua mesmo.


            Em 1889, o pizzaiolo italiano Raffaele Esposito resolveu colocar na massa de pizza o recheio de mussarela, tomate e manjericão para agradar o rei Umberto I e a rainha Margherita de Savoia. Esses três ingredientes tinham as mesmas cores da bandeira italiana. O sabor se popularizou e acabou recebendo o nome de “Margherita”, em homenagem à rainha.


            O restaurante em que a pizza margherita foi inventada existe até hoje! É a Pizzeria Branti, localizada na cidade de Nápoles, na Itália. Parada obrigatória para os visitantes fãs de pizza! 


            Os imigrantes italianos trouxeram a pizza para o Brasil no início do século 20. A primeira pizzaria do país foi a Cantina Genoveva, de 1910, inaugurada no bairro do Brás, em São Paulo. Ela pertencia ao italiano Carmino Corvino, conhecido como Dom Carmenielo. Antes de inaugurar a pizzaria, ele já vendia o prato cortado em pedaços pelas ruas da cidade.


(Fonte: Recreio — adaptado.)

A palavra “variedade”, sublinhada no 1º parágrafo do texto, tem como antônimo a palavra: 
Alternativas
Q3395020 Português
Quem inventou a pizza?


            Calabresa, mussarela e tantos outros sabores... A variedade de pizzas é enorme, e a adora__ão por esse alimento é tão grande que em São Paulo já e_iste até o Dia da Pizza, comemorado no dia 10 de julho. 


            As primeiras pizzas sur_iram há mais de 6.000 anos, inventadas pelos hebreus e egípcios. Eles comiam uma massa fininha, parecida com o pão sírio, que era chamada de píscea. Foi daí que surgiu o nome “Pizza”.


            No século 18, os italianos consumiam essa massinha com tomate, mas o formato dessa pizza era bem diferente do que conhecemos hoje. Ela era dobrada, parecia um sanduíche e era vendida na rua mesmo.


            Em 1889, o pizzaiolo italiano Raffaele Esposito resolveu colocar na massa de pizza o recheio de mussarela, tomate e manjericão para agradar o rei Umberto I e a rainha Margherita de Savoia. Esses três ingredientes tinham as mesmas cores da bandeira italiana. O sabor se popularizou e acabou recebendo o nome de “Margherita”, em homenagem à rainha.


            O restaurante em que a pizza margherita foi inventada existe até hoje! É a Pizzeria Branti, localizada na cidade de Nápoles, na Itália. Parada obrigatória para os visitantes fãs de pizza! 


            Os imigrantes italianos trouxeram a pizza para o Brasil no início do século 20. A primeira pizzaria do país foi a Cantina Genoveva, de 1910, inaugurada no bairro do Brás, em São Paulo. Ela pertencia ao italiano Carmino Corvino, conhecido como Dom Carmenielo. Antes de inaugurar a pizzaria, ele já vendia o prato cortado em pedaços pelas ruas da cidade.


(Fonte: Recreio — adaptado.)

De acordo com as ideias do texto, assinalar a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q3395019 Português
Quem inventou a pizza?


            Calabresa, mussarela e tantos outros sabores... A variedade de pizzas é enorme, e a adora__ão por esse alimento é tão grande que em São Paulo já e_iste até o Dia da Pizza, comemorado no dia 10 de julho. 


            As primeiras pizzas sur_iram há mais de 6.000 anos, inventadas pelos hebreus e egípcios. Eles comiam uma massa fininha, parecida com o pão sírio, que era chamada de píscea. Foi daí que surgiu o nome “Pizza”.


            No século 18, os italianos consumiam essa massinha com tomate, mas o formato dessa pizza era bem diferente do que conhecemos hoje. Ela era dobrada, parecia um sanduíche e era vendida na rua mesmo.


            Em 1889, o pizzaiolo italiano Raffaele Esposito resolveu colocar na massa de pizza o recheio de mussarela, tomate e manjericão para agradar o rei Umberto I e a rainha Margherita de Savoia. Esses três ingredientes tinham as mesmas cores da bandeira italiana. O sabor se popularizou e acabou recebendo o nome de “Margherita”, em homenagem à rainha.


            O restaurante em que a pizza margherita foi inventada existe até hoje! É a Pizzeria Branti, localizada na cidade de Nápoles, na Itália. Parada obrigatória para os visitantes fãs de pizza! 


            Os imigrantes italianos trouxeram a pizza para o Brasil no início do século 20. A primeira pizzaria do país foi a Cantina Genoveva, de 1910, inaugurada no bairro do Brás, em São Paulo. Ela pertencia ao italiano Carmino Corvino, conhecido como Dom Carmenielo. Antes de inaugurar a pizzaria, ele já vendia o prato cortado em pedaços pelas ruas da cidade.


(Fonte: Recreio — adaptado.)

Na frase “Ela era dobrada, parecia um sanduíche e era vendida na rua mesmo.” (3º parágrafo), a palavra sublinhada retoma: 
Alternativas
Q3394980 Português
Como a mitologia grega foi criada?


          A mitologia grega surgiu por volta de 700 antes de Cristo — a palavra "mito" tem origem grega e quer dizer narrar ou contar. Na época, os gregos eram politeístas (acreditavam em vários deuses) e antropomórficos (os deuses se assemelhavam aos homens). Assim, a mitologia grega é a narração de histórias que tentam explicar a origem dos fenômenos naturais e do mundo — com direito a divindades, semideuses, heróis e criaturas fantásticas!

          Os principais relatos são de escritores como Hesíodo, autor de Teogonia (sobre os titãs), e Homero, dos livros Odisseia e Ilíada (descrevem acontecimentos envolvendo heróis e deuses gregos).

        Mas essa história não começa com os deuses, e sim com os titãs, que viveram no início dos tempos. Eles não eram humanos completos e tinham a capacidade de se transformarem em animais. Eles nasceram da união entre Urano (Céu) e Gaia (Terra) e ajudaram na formação do mundo — apesar de gostarem de destruição! O poder deles acabou depois de uma derrota para Zeus, o Senhor do Olimpo.

         O Monte Olimpo (a mais alta montanha da Grécia) era a morada oficial dos deuses maiores e menores — eles conviviam com ninfas e outras criaturas. De vez em quando, um deus descia e gerava filhos com mortais, dando origem aos semideuses (meio deus, meio humano). O mais famoso entre eles é Hércules, filho de Zeus com a mortal Alcmena.

(Fonte: Recreio — adaptado.) 
No texto, a palavra “origem” (sublinhada no 1º parágrafo) NÃO pode ser substituída por:  
Alternativas
Q3394979 Português
Como a mitologia grega foi criada?


          A mitologia grega surgiu por volta de 700 antes de Cristo — a palavra "mito" tem origem grega e quer dizer narrar ou contar. Na época, os gregos eram politeístas (acreditavam em vários deuses) e antropomórficos (os deuses se assemelhavam aos homens). Assim, a mitologia grega é a narração de histórias que tentam explicar a origem dos fenômenos naturais e do mundo — com direito a divindades, semideuses, heróis e criaturas fantásticas!

          Os principais relatos são de escritores como Hesíodo, autor de Teogonia (sobre os titãs), e Homero, dos livros Odisseia e Ilíada (descrevem acontecimentos envolvendo heróis e deuses gregos).

        Mas essa história não começa com os deuses, e sim com os titãs, que viveram no início dos tempos. Eles não eram humanos completos e tinham a capacidade de se transformarem em animais. Eles nasceram da união entre Urano (Céu) e Gaia (Terra) e ajudaram na formação do mundo — apesar de gostarem de destruição! O poder deles acabou depois de uma derrota para Zeus, o Senhor do Olimpo.

         O Monte Olimpo (a mais alta montanha da Grécia) era a morada oficial dos deuses maiores e menores — eles conviviam com ninfas e outras criaturas. De vez em quando, um deus descia e gerava filhos com mortais, dando origem aos semideuses (meio deus, meio humano). O mais famoso entre eles é Hércules, filho de Zeus com a mortal Alcmena.

(Fonte: Recreio — adaptado.) 
A palavra sublinhada no 3º parágrafo do texto retoma o termo: 
Alternativas
Q3394951 Português
Na frase “Ele não praticou aulas de canto, porém não foi mal na apresentação”, a expressão sublinhado estabelece uma ideia de:
Alternativas
Q3394948 Português
Como a mitologia grega foi criada?


            A mitologia grega surgiu por volta de 700 antes de Cristo — a palavra "mito" tem origem grega e quer dizer narrar ou contar. Na época, os gregos eram politeístas (acreditavam em vários deuses) e antropomórficos (os deuses se assemelhavam aos homens). Assim, a mitologia grega é a narração de histórias que tentam explicar a origem dos fenômenos naturais e do mundo — com direito a divindades, semideuses, heróis e criaturas fantásticas!

          Os principais relatos são de escritores como Hesíodo, autor de Teogonia (sobre os titãs), e Homero, dos livros Odisseia e Ilíada (descrevem acontecimentos envolvendo heróis e deuses gregos).

         Mas essa história não começa com os deuses, e sim com os titãs, que viveram no início dos tempos. Eles não eram humanos completos e tinham a capacidade de se transformarem em animais. Eles nasceram da união entre Urano (Céu) e Gaia (Terra) e ajudaram na formação do mundo — apesar de gostarem de destruição! O poder deles acabou depois de uma derrota para Zeus, o Senhor do Olimpo.

          O Monte Olimpo (a mais alta montanha da Grécia) era a morada oficial dos deuses maiores e menores — eles conviviam com ninfas e outras criaturas. De vez em quando, um deus descia e gerava filhos com mortais, dando origem aos semideuses (meio deus, meio humano). O mais famoso entre eles é Hércules, filho de Zeus com a mortal Alcmena.

(Fonte: Recreio — adaptado.) 
De acordo com as informações do texto, assinalar a alternativa INCORRETA: 
Alternativas
Q3394903 Português

            O abacaxi é originário da Amazônia, em uma área que inclui o Brasil, a Colômbia, a Guiana e a Venezuela, onde foi domesticado pelos ameríndios há mais de 3 mil anos. Após o descobrimento da América, foi transformado em iguaria da realeza europeia e passou ______ ser oferecido como símbolo de hospitalidade _______ convidados nobres. Levado pelos navegantes portugueses e espanhóis, ganhou o mundo a partir do século XVI. O excelente sabor, o aroma e a presença da coroa lhe renderam _______ denominação de “rainha das frutas”. 



            É uma das frutas tropicais mais consumidas no mundo. O cultivo comercial no Brasil iniciou nas primeiras décadas do século XX, com destaque para as regiões Norte, Nordeste e Sudeste.



            Apesar de se situar entre os principais países produtores, o Brasil participa muito pouco nas exportações mundiais de abacaxi e derivados. O principal destino da produção brasileira é o mercado interno, notadamente na forma de frutas frescas. Grande parte da produção brasileira de abacaxi é de origem familiar.



            O abacaxi é rico em vitaminas, sais minerais e fibras, e apresenta em sua composição a enzima bromelina. Possui ação diurética, contribui para o bom funcionamento dos sistemas imunológico e intestinal e regula a atividade muscular do coração. A casca pode ser usada no preparo de chás, sucos e de uma espécie de bebida fermentada chamada aluá.



            É uma cultura de múltiplos usos. Os frutos são consumidos in natura ou processados. Da planta são obtidos materiais utilizados na confecção de tecidos para o vestuário e na produção de bioplástico para a indústria automobilística, entre outros. 


(Fonte: EMBRAPA. 2023 — adaptado.)

A palavra “iguaria”, sublinhada no 1º parágrafo, pode ser substituída por qual outra, sem que haja prejuízo no sentido da frase?
Alternativas
Respostas
21861: A
21862: D
21863: D
21864: C
21865: D
21866: E
21867: D
21868: A
21869: A
21870: B
21871: C
21872: C
21873: C
21874: B
21875: C
21876: D
21877: C
21878: D
21879: B
21880: D