Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3398156 Português
Leia o texto a seguir:


Deixar de seguir alguns perfis nas redes sociais pode ajudar a reduzir a ansiedade


Fazer uma limpeza na lista de quem seguimos pode diminuir sentimento de frustração e comparação


Com pessoas postando suas vidas de forma maquiada nas redes sociais, fica fácil achar que a grama do vizinho é sempre mais verde. A cada minuto são vídeos e fotos de viagens, carros caros, sucesso no trabalho, na vida fitness e no amor.


Comparar a vida e as conquistas com a dos outros pode levar a baixa autoestima, sentimentos de inadequação e ansiedade em relação à imagem e status social. É o que diz a psicóloga Vanessa Gebrim, pós-graduada em psicologia pela PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo).


Era o que sentia a estudante de cinema Hadassa Maciel, 22, que decidiu eliminar quem não a influenciava de forma positiva por causa de sua ansiedade. Ela diz que seu quadro piorou muito durante a pandemia. "Quando eu olhava as redes sociais, tanto o Instagram quanto o TikTok, e via as pessoas que faziam parecer ter uma vida perfeita, todo mundo magro, que vai para a academia todos os dias, que tem uma dieta saudável e pele perfeita, eu ficava muito mexida."


Um estudo de 2017 da Royal Society for Public Health chamada #StatusofMind — algo como status da mente —, examinou os efeitos positivos e os negativos das redes sociais na saúde dos jovens. A pesquisa mostrou que o YouTube é a plataforma que tem o melhor impacto e o Instagram é a mais prejudicial para a saúde mental. Naquela época, o TikTok ainda não era uma febre como hoje, o que poderia tornar os resultados diferentes. "Eu cheguei a desinstalar o TikTok e o Instagram porque eu me cobrava muito", afirma Hadassa.


Gebrim, a psicóloga, afirma que as redes sociais podem, sim, gerar algum tipo de gatilho ou frustração, principalmente com essa onda das pessoas ficarem mostrando um estilo de vida sonhado por muitos, como o corpo esbelto, viagens incríveis, casas deslumbrantes, carros novos e alegria em tempo integral. "Isso é algo bem improvável de ocorrer o tempo todo e acaba afetando muito as pessoas. O ideal é parar de seguir o que te faz mal e ficar somente com aquilo que te faz bem", diz.


Hadassa conta que se sentia mal ao ver aquelas pessoas terem uma vida aparentemente perfeita. "Hoje em dia eu tenho discernimento e sei que não é uma vida perfeita, mas mexe muito com a cabeça da gente", diz. "Eu gosto de seguir pessoas normais, que mostram que a vida não é tudo isso."


A virada do ano é uma época propícia para revisar metas e repensar atitudes. Para começar o ano com uma relação mais saudável com as redes sociais, Gebrim, a psicóloga, dá algumas dicas. Ela afirma que trocar o que é tóxico por emoções e comportamentos positivos contribui para a saúde mental.


Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2024/01/deixar-de-seguir-algunsperfis-nas-redes-sociais-pode-ajudar-a-reduzir-a-ansiedade.shtml. Acesso em: 09 jan. 2024. 
Em “A virada do ano é uma época propícia para revisar metas e repensar atitudes. Para começar o ano com uma relação mais saudável com as redes sociais, Gebrim, a psicóloga, dá algumas dicas” (7º parágrafo), os dois termos destacados veiculam, respectivamente, a noção semântica de:
Alternativas
Q3398153 Português
Leia o texto a seguir:


Deixar de seguir alguns perfis nas redes sociais pode ajudar a reduzir a ansiedade


Fazer uma limpeza na lista de quem seguimos pode diminuir sentimento de frustração e comparação


Com pessoas postando suas vidas de forma maquiada nas redes sociais, fica fácil achar que a grama do vizinho é sempre mais verde. A cada minuto são vídeos e fotos de viagens, carros caros, sucesso no trabalho, na vida fitness e no amor.


Comparar a vida e as conquistas com a dos outros pode levar a baixa autoestima, sentimentos de inadequação e ansiedade em relação à imagem e status social. É o que diz a psicóloga Vanessa Gebrim, pós-graduada em psicologia pela PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo).


Era o que sentia a estudante de cinema Hadassa Maciel, 22, que decidiu eliminar quem não a influenciava de forma positiva por causa de sua ansiedade. Ela diz que seu quadro piorou muito durante a pandemia. "Quando eu olhava as redes sociais, tanto o Instagram quanto o TikTok, e via as pessoas que faziam parecer ter uma vida perfeita, todo mundo magro, que vai para a academia todos os dias, que tem uma dieta saudável e pele perfeita, eu ficava muito mexida."


Um estudo de 2017 da Royal Society for Public Health chamada #StatusofMind — algo como status da mente —, examinou os efeitos positivos e os negativos das redes sociais na saúde dos jovens. A pesquisa mostrou que o YouTube é a plataforma que tem o melhor impacto e o Instagram é a mais prejudicial para a saúde mental. Naquela época, o TikTok ainda não era uma febre como hoje, o que poderia tornar os resultados diferentes. "Eu cheguei a desinstalar o TikTok e o Instagram porque eu me cobrava muito", afirma Hadassa.


Gebrim, a psicóloga, afirma que as redes sociais podem, sim, gerar algum tipo de gatilho ou frustração, principalmente com essa onda das pessoas ficarem mostrando um estilo de vida sonhado por muitos, como o corpo esbelto, viagens incríveis, casas deslumbrantes, carros novos e alegria em tempo integral. "Isso é algo bem improvável de ocorrer o tempo todo e acaba afetando muito as pessoas. O ideal é parar de seguir o que te faz mal e ficar somente com aquilo que te faz bem", diz.


Hadassa conta que se sentia mal ao ver aquelas pessoas terem uma vida aparentemente perfeita. "Hoje em dia eu tenho discernimento e sei que não é uma vida perfeita, mas mexe muito com a cabeça da gente", diz. "Eu gosto de seguir pessoas normais, que mostram que a vida não é tudo isso."


A virada do ano é uma época propícia para revisar metas e repensar atitudes. Para começar o ano com uma relação mais saudável com as redes sociais, Gebrim, a psicóloga, dá algumas dicas. Ela afirma que trocar o que é tóxico por emoções e comportamentos positivos contribui para a saúde mental.


Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2024/01/deixar-de-seguir-algunsperfis-nas-redes-sociais-pode-ajudar-a-reduzir-a-ansiedade.shtml. Acesso em: 09 jan. 2024. 
Em “O ideal é parar de seguir o que te faz mal e ficar somente com aquilo que te faz bem” (5º parágrafo), um antônimo da palavra destacada é: 
Alternativas
Q3398150 Português
Leia o texto a seguir:


Deixar de seguir alguns perfis nas redes sociais pode ajudar a reduzir a ansiedade


Fazer uma limpeza na lista de quem seguimos pode diminuir sentimento de frustração e comparação


Com pessoas postando suas vidas de forma maquiada nas redes sociais, fica fácil achar que a grama do vizinho é sempre mais verde. A cada minuto são vídeos e fotos de viagens, carros caros, sucesso no trabalho, na vida fitness e no amor.


Comparar a vida e as conquistas com a dos outros pode levar a baixa autoestima, sentimentos de inadequação e ansiedade em relação à imagem e status social. É o que diz a psicóloga Vanessa Gebrim, pós-graduada em psicologia pela PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo).


Era o que sentia a estudante de cinema Hadassa Maciel, 22, que decidiu eliminar quem não a influenciava de forma positiva por causa de sua ansiedade. Ela diz que seu quadro piorou muito durante a pandemia. "Quando eu olhava as redes sociais, tanto o Instagram quanto o TikTok, e via as pessoas que faziam parecer ter uma vida perfeita, todo mundo magro, que vai para a academia todos os dias, que tem uma dieta saudável e pele perfeita, eu ficava muito mexida."


Um estudo de 2017 da Royal Society for Public Health chamada #StatusofMind — algo como status da mente —, examinou os efeitos positivos e os negativos das redes sociais na saúde dos jovens. A pesquisa mostrou que o YouTube é a plataforma que tem o melhor impacto e o Instagram é a mais prejudicial para a saúde mental. Naquela época, o TikTok ainda não era uma febre como hoje, o que poderia tornar os resultados diferentes. "Eu cheguei a desinstalar o TikTok e o Instagram porque eu me cobrava muito", afirma Hadassa.


Gebrim, a psicóloga, afirma que as redes sociais podem, sim, gerar algum tipo de gatilho ou frustração, principalmente com essa onda das pessoas ficarem mostrando um estilo de vida sonhado por muitos, como o corpo esbelto, viagens incríveis, casas deslumbrantes, carros novos e alegria em tempo integral. "Isso é algo bem improvável de ocorrer o tempo todo e acaba afetando muito as pessoas. O ideal é parar de seguir o que te faz mal e ficar somente com aquilo que te faz bem", diz.


Hadassa conta que se sentia mal ao ver aquelas pessoas terem uma vida aparentemente perfeita. "Hoje em dia eu tenho discernimento e sei que não é uma vida perfeita, mas mexe muito com a cabeça da gente", diz. "Eu gosto de seguir pessoas normais, que mostram que a vida não é tudo isso."


A virada do ano é uma época propícia para revisar metas e repensar atitudes. Para começar o ano com uma relação mais saudável com as redes sociais, Gebrim, a psicóloga, dá algumas dicas. Ela afirma que trocar o que é tóxico por emoções e comportamentos positivos contribui para a saúde mental.


Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2024/01/deixar-de-seguir-algunsperfis-nas-redes-sociais-pode-ajudar-a-reduzir-a-ansiedade.shtml. Acesso em: 09 jan. 2024. 
Em “Era o que sentia a estudante de cinema Hadassa Maciel, 22, que decidiu eliminar quem não a influenciava de forma positiva por causa de sua ansiedade” (3ª parágrafo), o referente do pronome destacado é: 
Alternativas
Q3398149 Português
Leia o texto a seguir:


Deixar de seguir alguns perfis nas redes sociais pode ajudar a reduzir a ansiedade


Fazer uma limpeza na lista de quem seguimos pode diminuir sentimento de frustração e comparação


Com pessoas postando suas vidas de forma maquiada nas redes sociais, fica fácil achar que a grama do vizinho é sempre mais verde. A cada minuto são vídeos e fotos de viagens, carros caros, sucesso no trabalho, na vida fitness e no amor.


Comparar a vida e as conquistas com a dos outros pode levar a baixa autoestima, sentimentos de inadequação e ansiedade em relação à imagem e status social. É o que diz a psicóloga Vanessa Gebrim, pós-graduada em psicologia pela PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo).


Era o que sentia a estudante de cinema Hadassa Maciel, 22, que decidiu eliminar quem não a influenciava de forma positiva por causa de sua ansiedade. Ela diz que seu quadro piorou muito durante a pandemia. "Quando eu olhava as redes sociais, tanto o Instagram quanto o TikTok, e via as pessoas que faziam parecer ter uma vida perfeita, todo mundo magro, que vai para a academia todos os dias, que tem uma dieta saudável e pele perfeita, eu ficava muito mexida."


Um estudo de 2017 da Royal Society for Public Health chamada #StatusofMind — algo como status da mente —, examinou os efeitos positivos e os negativos das redes sociais na saúde dos jovens. A pesquisa mostrou que o YouTube é a plataforma que tem o melhor impacto e o Instagram é a mais prejudicial para a saúde mental. Naquela época, o TikTok ainda não era uma febre como hoje, o que poderia tornar os resultados diferentes. "Eu cheguei a desinstalar o TikTok e o Instagram porque eu me cobrava muito", afirma Hadassa.


Gebrim, a psicóloga, afirma que as redes sociais podem, sim, gerar algum tipo de gatilho ou frustração, principalmente com essa onda das pessoas ficarem mostrando um estilo de vida sonhado por muitos, como o corpo esbelto, viagens incríveis, casas deslumbrantes, carros novos e alegria em tempo integral. "Isso é algo bem improvável de ocorrer o tempo todo e acaba afetando muito as pessoas. O ideal é parar de seguir o que te faz mal e ficar somente com aquilo que te faz bem", diz.


Hadassa conta que se sentia mal ao ver aquelas pessoas terem uma vida aparentemente perfeita. "Hoje em dia eu tenho discernimento e sei que não é uma vida perfeita, mas mexe muito com a cabeça da gente", diz. "Eu gosto de seguir pessoas normais, que mostram que a vida não é tudo isso."


A virada do ano é uma época propícia para revisar metas e repensar atitudes. Para começar o ano com uma relação mais saudável com as redes sociais, Gebrim, a psicóloga, dá algumas dicas. Ela afirma que trocar o que é tóxico por emoções e comportamentos positivos contribui para a saúde mental.


Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2024/01/deixar-de-seguir-algunsperfis-nas-redes-sociais-pode-ajudar-a-reduzir-a-ansiedade.shtml. Acesso em: 09 jan. 2024. 
O terceiro parágrafo do texto aborda o caso de uma estudante de cinema, que sofre de ansiedade por conta das publicações alheias em redes sociais. Com base nessa informação, consideramos que o terceiro parágrafo do texto estabelece uma relação específica com o parágrafo anterior. Essa relação é de:
Alternativas
Q3398148 Português
Leia o texto a seguir:


Deixar de seguir alguns perfis nas redes sociais pode ajudar a reduzir a ansiedade


Fazer uma limpeza na lista de quem seguimos pode diminuir sentimento de frustração e comparação


Com pessoas postando suas vidas de forma maquiada nas redes sociais, fica fácil achar que a grama do vizinho é sempre mais verde. A cada minuto são vídeos e fotos de viagens, carros caros, sucesso no trabalho, na vida fitness e no amor.


Comparar a vida e as conquistas com a dos outros pode levar a baixa autoestima, sentimentos de inadequação e ansiedade em relação à imagem e status social. É o que diz a psicóloga Vanessa Gebrim, pós-graduada em psicologia pela PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo).


Era o que sentia a estudante de cinema Hadassa Maciel, 22, que decidiu eliminar quem não a influenciava de forma positiva por causa de sua ansiedade. Ela diz que seu quadro piorou muito durante a pandemia. "Quando eu olhava as redes sociais, tanto o Instagram quanto o TikTok, e via as pessoas que faziam parecer ter uma vida perfeita, todo mundo magro, que vai para a academia todos os dias, que tem uma dieta saudável e pele perfeita, eu ficava muito mexida."


Um estudo de 2017 da Royal Society for Public Health chamada #StatusofMind — algo como status da mente —, examinou os efeitos positivos e os negativos das redes sociais na saúde dos jovens. A pesquisa mostrou que o YouTube é a plataforma que tem o melhor impacto e o Instagram é a mais prejudicial para a saúde mental. Naquela época, o TikTok ainda não era uma febre como hoje, o que poderia tornar os resultados diferentes. "Eu cheguei a desinstalar o TikTok e o Instagram porque eu me cobrava muito", afirma Hadassa.


Gebrim, a psicóloga, afirma que as redes sociais podem, sim, gerar algum tipo de gatilho ou frustração, principalmente com essa onda das pessoas ficarem mostrando um estilo de vida sonhado por muitos, como o corpo esbelto, viagens incríveis, casas deslumbrantes, carros novos e alegria em tempo integral. "Isso é algo bem improvável de ocorrer o tempo todo e acaba afetando muito as pessoas. O ideal é parar de seguir o que te faz mal e ficar somente com aquilo que te faz bem", diz.


Hadassa conta que se sentia mal ao ver aquelas pessoas terem uma vida aparentemente perfeita. "Hoje em dia eu tenho discernimento e sei que não é uma vida perfeita, mas mexe muito com a cabeça da gente", diz. "Eu gosto de seguir pessoas normais, que mostram que a vida não é tudo isso."


A virada do ano é uma época propícia para revisar metas e repensar atitudes. Para começar o ano com uma relação mais saudável com as redes sociais, Gebrim, a psicóloga, dá algumas dicas. Ela afirma que trocar o que é tóxico por emoções e comportamentos positivos contribui para a saúde mental.


Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2024/01/deixar-de-seguir-algunsperfis-nas-redes-sociais-pode-ajudar-a-reduzir-a-ansiedade.shtml. Acesso em: 09 jan. 2024. 
“Com pessoas postando suas vidas de forma maquiada nas redes sociais, fica fácil achar que a grama do vizinho é sempre mais verde” (1º parágrafo). A leitura desse trecho do texto permite a inferência de que as pessoas:
Alternativas
Q3398147 Português
Leia o texto a seguir:


Deixar de seguir alguns perfis nas redes sociais pode ajudar a reduzir a ansiedade


Fazer uma limpeza na lista de quem seguimos pode diminuir sentimento de frustração e comparação


Com pessoas postando suas vidas de forma maquiada nas redes sociais, fica fácil achar que a grama do vizinho é sempre mais verde. A cada minuto são vídeos e fotos de viagens, carros caros, sucesso no trabalho, na vida fitness e no amor.


Comparar a vida e as conquistas com a dos outros pode levar a baixa autoestima, sentimentos de inadequação e ansiedade em relação à imagem e status social. É o que diz a psicóloga Vanessa Gebrim, pós-graduada em psicologia pela PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo).


Era o que sentia a estudante de cinema Hadassa Maciel, 22, que decidiu eliminar quem não a influenciava de forma positiva por causa de sua ansiedade. Ela diz que seu quadro piorou muito durante a pandemia. "Quando eu olhava as redes sociais, tanto o Instagram quanto o TikTok, e via as pessoas que faziam parecer ter uma vida perfeita, todo mundo magro, que vai para a academia todos os dias, que tem uma dieta saudável e pele perfeita, eu ficava muito mexida."


Um estudo de 2017 da Royal Society for Public Health chamada #StatusofMind — algo como status da mente —, examinou os efeitos positivos e os negativos das redes sociais na saúde dos jovens. A pesquisa mostrou que o YouTube é a plataforma que tem o melhor impacto e o Instagram é a mais prejudicial para a saúde mental. Naquela época, o TikTok ainda não era uma febre como hoje, o que poderia tornar os resultados diferentes. "Eu cheguei a desinstalar o TikTok e o Instagram porque eu me cobrava muito", afirma Hadassa.


Gebrim, a psicóloga, afirma que as redes sociais podem, sim, gerar algum tipo de gatilho ou frustração, principalmente com essa onda das pessoas ficarem mostrando um estilo de vida sonhado por muitos, como o corpo esbelto, viagens incríveis, casas deslumbrantes, carros novos e alegria em tempo integral. "Isso é algo bem improvável de ocorrer o tempo todo e acaba afetando muito as pessoas. O ideal é parar de seguir o que te faz mal e ficar somente com aquilo que te faz bem", diz.


Hadassa conta que se sentia mal ao ver aquelas pessoas terem uma vida aparentemente perfeita. "Hoje em dia eu tenho discernimento e sei que não é uma vida perfeita, mas mexe muito com a cabeça da gente", diz. "Eu gosto de seguir pessoas normais, que mostram que a vida não é tudo isso."


A virada do ano é uma época propícia para revisar metas e repensar atitudes. Para começar o ano com uma relação mais saudável com as redes sociais, Gebrim, a psicóloga, dá algumas dicas. Ela afirma que trocar o que é tóxico por emoções e comportamentos positivos contribui para a saúde mental.


Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2024/01/deixar-de-seguir-algunsperfis-nas-redes-sociais-pode-ajudar-a-reduzir-a-ansiedade.shtml. Acesso em: 09 jan. 2024. 
A partir da leitura do texto, conclui-se que:
Alternativas
Q3398061 Português
Movimentações do Pix batem recorde com R$ 17,2 trilhões em 2023


    Dados do Banco Central (BC) mostram que movimentações do Pix somaram R$ 17,2 trilhões e alcançaram novo recorde em 2023. O volume financeiro das transações via a plataforma digital aumentou 57,8% ante 2022, quando totalizou R$ 10,9 trilhões, e mais do que dobrou em relação a 2021.


    Hoje, a modalidade é amplamente usada por pessoas físicas e no setor varejista, enquanto outros meios de pagamento, como o DOC e TEC, são substituídos pela plataforma.


    Na contramão, o volume das tradicionais cédulas e moedas totalizou no último dia de dezembro de 2023 cerca de R$ 341 bilhões. Isso representa uma diminuição de 7,78% desde o surgimento do Pix, em 2020, quando o meio circulante nacional foi de aproximadamente R$ 370 bilhões.


    Segundo o BC, o Pix teria o potencial de incentivar, entre outros pontos, a “eletronização” do mercado de pagamentos de varejo e a inclusão financeira.


    O ano de 2020 fechou com 178 milhões de CPFs cadastrados na plataforma. Já no fim do ano passado, esse número subiu para 194 milhões — ou seja, pouco mais de 95% do total da população brasileira, que somou 203 milhões, segundo o Censo de 2022.


    Atualmente, o BC se encaminha para implantar definitivamente o Pix Automático, modalidade que permite pagamentos recorrentes ao modelo de débito em conta e que deve ser ofertado obrigatoriamente pelos participantes.


    “O Pix Automático tem o potencial para reduzir a inadimplência e otimizar o processo de cobrança, além de viabilizar uma ampliação da base de clientes dada a penetração do Pix”, explicou o chefe do Departamento de Competição e de Estrutura do Mercado Financeiro do BC, Angelo Duarte.


    Já do ponto de vista do pagador, Duarte acredita que irá corroborar com a efetivação de pagamentos e, com o preço menor, estimular as empresas a cada vez mais “ofertarem essa alternativa de pagamentos recorrentes por meio do Pix Automático, podendo, em alguns casos, ampliar o acesso da população a determinados serviços”.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/economia/financas/movimentacoesdo-pix-batem-recorde-com-r-172-trilhoes-em-2023/(adaptado). 
Ao mencionar que o Pix Automático "tem o potencial para reduzir a inadimplência e otimizar o processo de cobrança", qual inferência pode ser feita sobre as vantagens dessa modalidade para os comerciantes?
Alternativas
Q3398059 Português
Movimentações do Pix batem recorde com R$ 17,2 trilhões em 2023


    Dados do Banco Central (BC) mostram que movimentações do Pix somaram R$ 17,2 trilhões e alcançaram novo recorde em 2023. O volume financeiro das transações via a plataforma digital aumentou 57,8% ante 2022, quando totalizou R$ 10,9 trilhões, e mais do que dobrou em relação a 2021.


    Hoje, a modalidade é amplamente usada por pessoas físicas e no setor varejista, enquanto outros meios de pagamento, como o DOC e TEC, são substituídos pela plataforma.


    Na contramão, o volume das tradicionais cédulas e moedas totalizou no último dia de dezembro de 2023 cerca de R$ 341 bilhões. Isso representa uma diminuição de 7,78% desde o surgimento do Pix, em 2020, quando o meio circulante nacional foi de aproximadamente R$ 370 bilhões.


    Segundo o BC, o Pix teria o potencial de incentivar, entre outros pontos, a “eletronização” do mercado de pagamentos de varejo e a inclusão financeira.


    O ano de 2020 fechou com 178 milhões de CPFs cadastrados na plataforma. Já no fim do ano passado, esse número subiu para 194 milhões — ou seja, pouco mais de 95% do total da população brasileira, que somou 203 milhões, segundo o Censo de 2022.


    Atualmente, o BC se encaminha para implantar definitivamente o Pix Automático, modalidade que permite pagamentos recorrentes ao modelo de débito em conta e que deve ser ofertado obrigatoriamente pelos participantes.


    “O Pix Automático tem o potencial para reduzir a inadimplência e otimizar o processo de cobrança, além de viabilizar uma ampliação da base de clientes dada a penetração do Pix”, explicou o chefe do Departamento de Competição e de Estrutura do Mercado Financeiro do BC, Angelo Duarte.


    Já do ponto de vista do pagador, Duarte acredita que irá corroborar com a efetivação de pagamentos e, com o preço menor, estimular as empresas a cada vez mais “ofertarem essa alternativa de pagamentos recorrentes por meio do Pix Automático, podendo, em alguns casos, ampliar o acesso da população a determinados serviços”.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/economia/financas/movimentacoesdo-pix-batem-recorde-com-r-172-trilhoes-em-2023/(adaptado). 
A partir da informação de que o volume financeiro das transações via Pix aumentou 57,8% em relação ao ano anterior, o que se pode inferir sobre a tendência de uso do Pix em 2023?
Alternativas
Q3397918 Português
Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, que relaciona figuras de linguagem a exemplos de seu emprego:

Primeira coluna: figura de linguagem
(1) Apóstrofe. (2) Gradação. (3) Hipérbato. (4) Silepse.
Segunda coluna: exemplo de emprego
(__) São inspiradores os caminhos da literatura.
(__) A maioria dos alunos não queriam que lhes fosse cerceado o direito de escolher qual livro leriam.
(__) Comecei fazendo algumas buscas, em seguida li muitas coisas e, quando dei por mim, já estava obcecado pelo tema.
(__) Oh céus, o que mais eu preciso fazer para conseguir finalizar este livro?


Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas: 
Alternativas
Q3397913 Português

Mediadores de leitura


Autora: Yolanda Reyes (Tradução de Elizabeth Guzzo de Almeida)

Instituição: Projeto Espantapájaros. Colômbia.

Os mediadores de leitura são aquelas pessoas que estendem pontes entre os livros e os leitores, ou seja, que criam as condições para fazer com que seja possível que um livro e um leitor se encontrem. A experiência de encontrar os livros certos nos momentos certos da vida, esses livros que nos fascinam e que nos vão transformando em leitores paulatinamente, não têm uma rota única nem uma metodologia específica; por isto os mediadores de leitura não são fáceis de definir. No entanto, basta lembrar como descobrimos, nos primeiros anos da vida, esses livros que deixaram rastros em nossa infância e, talvez, aparecerão nítidas algumas figuras que foram nossos mediadores de leitura: esses adultos íntimos que deram vida às páginas de um livro, essas vozes que liam para nós, essas mãos e esses rostos que nos apresentavam os mundos possíveis e as emoções dos livros.

Os mediadores de leitura, consequentemente, não estão somente na escola, mas no lar, nas bibliotecas e nos espaços não convencionais como os parques, os hospitais e as ludotecas, entre outros. Durante a primeira infância, quando a criança não lê sozinha, a leitura é um trabalho em parceria e o adulto é quem vai dando sentido a essas páginas que para o bebê não seriam nada, sem sua presença e sua voz. Por isso, os primeiros mediadores de leitura são os pais, as mães, os avós e os educadores da primeira infância e, paulatinamente, à medida que as crianças se aproximam da língua escrita, vão se somando outros professores, bibliotecários, livreiros e diversos adultos que acompanham a leitura das crianças.

O trabalho do mediador de leitura não é fácil de reduzir a um manual de funções. Seu ofício essencial é ler de muitas formas possíveis: em primeiro lugar para si mesmo, porque um mediador de leitura é um leitor sensível e perspicaz, que se deixa tocar pelos livros, que desfruta e que sonha em compartilhá-los com outras pessoas. Em segundo lugar, um mediador cria rituais, momentos e atmosferas propícias para facilitar os encontros entre livros e leitores. Às vezes, pode fazer a Hora do Conto e ler em voz alta uma ou várias histórias a um grupo, mas, outras vezes, propicia leituras íntimas e solitárias ou encontros em pequenos grupos. Assim, em certas ocasiões, conversa ou recomenda algum livro; em outras permanece em silêncio ou se oculta para deixar que livro e leitor conversem.

Por isso, além de livros, um mediador de leitura lê seus leitores: quem são, o que sonham e o que temem, e quais são esses livros que podem criar pontes com suas perguntas, com seus momentos vitais e com essa necessidade de construir sentido que nos impulsiona a ler, desde o começo e ao longo da vida.


Retirado e adaptado de: Glossário Ceale. Disponível em: https://www.ceale.fae.ufmg.br Acesso em: 12 mar., 2024. 

Analise as relações coesivas expressas em "Mediadores de leitura" e indique o referente retomado por cada um dos termos anafóricos a seguir:

I. essas páginas (segundo parágrafo)
a. um trabalho em parceria
b. a leitura
II. Por isso (segundo parágrafo)
a. essas páginas que para o bebê não seriam nada, sem sua presença e sua voz.
b. Durante a primeira infância, quando a criança não lê sozinha, a leitura é um trabalho em parceria e o adulto é quem vai dando sentido a essas páginas
III. Seu ofício (terceiro parágrafo)
a. do mediador de leitura
b. um manual de funções
IV. Por isso (quarto parágrafo)
a. Em segundo lugar, um mediador cria rituais, momentos e atmosferas propícias para facilitar os encontros entre livros e leitores. Às vezes, pode fazer a Hora do Conto e ler em voz alta uma ou várias histórias a um grupo, mas, outras vezes, propicia leituras íntimas e solitárias ou encontros em pequenos grupos. Assim, em certas ocasiões, conversa ou recomenda algum livro; em outras permanece em silêncio ou se oculta para deixar que livro e leitor conversem.
b. além de livros, um mediador de leitura lê seus leitores: quem são, o que sonham e o que temem, e quais são esses livros que podem criar pontes com suas perguntas, com seus momentos vitais e com essa necessidade de construir sentido que nos impulsiona a ler, desde o começo e ao longo da vida.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta: 
Alternativas
Q3397912 Português

Mediadores de leitura


Autora: Yolanda Reyes (Tradução de Elizabeth Guzzo de Almeida)

Instituição: Projeto Espantapájaros. Colômbia.

Os mediadores de leitura são aquelas pessoas que estendem pontes entre os livros e os leitores, ou seja, que criam as condições para fazer com que seja possível que um livro e um leitor se encontrem. A experiência de encontrar os livros certos nos momentos certos da vida, esses livros que nos fascinam e que nos vão transformando em leitores paulatinamente, não têm uma rota única nem uma metodologia específica; por isto os mediadores de leitura não são fáceis de definir. No entanto, basta lembrar como descobrimos, nos primeiros anos da vida, esses livros que deixaram rastros em nossa infância e, talvez, aparecerão nítidas algumas figuras que foram nossos mediadores de leitura: esses adultos íntimos que deram vida às páginas de um livro, essas vozes que liam para nós, essas mãos e esses rostos que nos apresentavam os mundos possíveis e as emoções dos livros.

Os mediadores de leitura, consequentemente, não estão somente na escola, mas no lar, nas bibliotecas e nos espaços não convencionais como os parques, os hospitais e as ludotecas, entre outros. Durante a primeira infância, quando a criança não lê sozinha, a leitura é um trabalho em parceria e o adulto é quem vai dando sentido a essas páginas que para o bebê não seriam nada, sem sua presença e sua voz. Por isso, os primeiros mediadores de leitura são os pais, as mães, os avós e os educadores da primeira infância e, paulatinamente, à medida que as crianças se aproximam da língua escrita, vão se somando outros professores, bibliotecários, livreiros e diversos adultos que acompanham a leitura das crianças.

O trabalho do mediador de leitura não é fácil de reduzir a um manual de funções. Seu ofício essencial é ler de muitas formas possíveis: em primeiro lugar para si mesmo, porque um mediador de leitura é um leitor sensível e perspicaz, que se deixa tocar pelos livros, que desfruta e que sonha em compartilhá-los com outras pessoas. Em segundo lugar, um mediador cria rituais, momentos e atmosferas propícias para facilitar os encontros entre livros e leitores. Às vezes, pode fazer a Hora do Conto e ler em voz alta uma ou várias histórias a um grupo, mas, outras vezes, propicia leituras íntimas e solitárias ou encontros em pequenos grupos. Assim, em certas ocasiões, conversa ou recomenda algum livro; em outras permanece em silêncio ou se oculta para deixar que livro e leitor conversem.

Por isso, além de livros, um mediador de leitura lê seus leitores: quem são, o que sonham e o que temem, e quais são esses livros que podem criar pontes com suas perguntas, com seus momentos vitais e com essa necessidade de construir sentido que nos impulsiona a ler, desde o começo e ao longo da vida.


Retirado e adaptado de: Glossário Ceale. Disponível em: https://www.ceale.fae.ufmg.br Acesso em: 12 mar., 2024. 

Segundo o texto "Mediadores de leitura", são funções e características do mediador de leitura:

I. Aproximar livros e leitores.
II. Oferecer meios pelos quais crianças, mesmo que ainda não leiam, possam se aproximar do livro.
III. Oferecer e limitar para o leitor o sentido do livro, interpretando-o para a criança/adolescente.
IV. Ser um leitor experiente, que mostra entusiasmo e se deixa encantar pelos livros, transparecendo este encantamento aos leitores em formação.
V. Fazer leituras coletivas, em voz alta.
VI. Promover encontros individuais entre leitores e livros.
VII. Atuar em espaços institucionais de leitura especificamente, visto que são estes espaços que se constituem como meios de formação de leitores.


É correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3397911 Português

Mediadores de leitura


Autora: Yolanda Reyes (Tradução de Elizabeth Guzzo de Almeida)

Instituição: Projeto Espantapájaros. Colômbia.

Os mediadores de leitura são aquelas pessoas que estendem pontes entre os livros e os leitores, ou seja, que criam as condições para fazer com que seja possível que um livro e um leitor se encontrem. A experiência de encontrar os livros certos nos momentos certos da vida, esses livros que nos fascinam e que nos vão transformando em leitores paulatinamente, não têm uma rota única nem uma metodologia específica; por isto os mediadores de leitura não são fáceis de definir. No entanto, basta lembrar como descobrimos, nos primeiros anos da vida, esses livros que deixaram rastros em nossa infância e, talvez, aparecerão nítidas algumas figuras que foram nossos mediadores de leitura: esses adultos íntimos que deram vida às páginas de um livro, essas vozes que liam para nós, essas mãos e esses rostos que nos apresentavam os mundos possíveis e as emoções dos livros.

Os mediadores de leitura, consequentemente, não estão somente na escola, mas no lar, nas bibliotecas e nos espaços não convencionais como os parques, os hospitais e as ludotecas, entre outros. Durante a primeira infância, quando a criança não lê sozinha, a leitura é um trabalho em parceria e o adulto é quem vai dando sentido a essas páginas que para o bebê não seriam nada, sem sua presença e sua voz. Por isso, os primeiros mediadores de leitura são os pais, as mães, os avós e os educadores da primeira infância e, paulatinamente, à medida que as crianças se aproximam da língua escrita, vão se somando outros professores, bibliotecários, livreiros e diversos adultos que acompanham a leitura das crianças.

O trabalho do mediador de leitura não é fácil de reduzir a um manual de funções. Seu ofício essencial é ler de muitas formas possíveis: em primeiro lugar para si mesmo, porque um mediador de leitura é um leitor sensível e perspicaz, que se deixa tocar pelos livros, que desfruta e que sonha em compartilhá-los com outras pessoas. Em segundo lugar, um mediador cria rituais, momentos e atmosferas propícias para facilitar os encontros entre livros e leitores. Às vezes, pode fazer a Hora do Conto e ler em voz alta uma ou várias histórias a um grupo, mas, outras vezes, propicia leituras íntimas e solitárias ou encontros em pequenos grupos. Assim, em certas ocasiões, conversa ou recomenda algum livro; em outras permanece em silêncio ou se oculta para deixar que livro e leitor conversem.

Por isso, além de livros, um mediador de leitura lê seus leitores: quem são, o que sonham e o que temem, e quais são esses livros que podem criar pontes com suas perguntas, com seus momentos vitais e com essa necessidade de construir sentido que nos impulsiona a ler, desde o começo e ao longo da vida.


Retirado e adaptado de: Glossário Ceale. Disponível em: https://www.ceale.fae.ufmg.br Acesso em: 12 mar., 2024. 

O texto foca, especialmente, no eixo da leitura. Sobre esta, analise as afirmações a seguir. Marque V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__) A leitura é um processo passivo no qual o leitor recebe os sentidos construídos pelo autor do texto.

(__) Toda leitura parte de um objetivo, o qual irá desencadear a seleção de um gênero e um comportamento estratégico específico por parte do leitor.

(__) A leitura é uma competência, um conjunto de habilidades complexas, que guarda em si vários outros processos de ordem oculomotora, perceptual e de compreensão.

(__) Para que a leitura faça sentido, ela precisa estar associada a alguma atividade de produção de textos, pois é só assim que o professor saberá como o estudante leu e o que compreendeu do que foi lido.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3397910 Português

Mediadores de leitura


Autora: Yolanda Reyes (Tradução de Elizabeth Guzzo de Almeida)

Instituição: Projeto Espantapájaros. Colômbia.

Os mediadores de leitura são aquelas pessoas que estendem pontes entre os livros e os leitores, ou seja, que criam as condições para fazer com que seja possível que um livro e um leitor se encontrem. A experiência de encontrar os livros certos nos momentos certos da vida, esses livros que nos fascinam e que nos vão transformando em leitores paulatinamente, não têm uma rota única nem uma metodologia específica; por isto os mediadores de leitura não são fáceis de definir. No entanto, basta lembrar como descobrimos, nos primeiros anos da vida, esses livros que deixaram rastros em nossa infância e, talvez, aparecerão nítidas algumas figuras que foram nossos mediadores de leitura: esses adultos íntimos que deram vida às páginas de um livro, essas vozes que liam para nós, essas mãos e esses rostos que nos apresentavam os mundos possíveis e as emoções dos livros.

Os mediadores de leitura, consequentemente, não estão somente na escola, mas no lar, nas bibliotecas e nos espaços não convencionais como os parques, os hospitais e as ludotecas, entre outros. Durante a primeira infância, quando a criança não lê sozinha, a leitura é um trabalho em parceria e o adulto é quem vai dando sentido a essas páginas que para o bebê não seriam nada, sem sua presença e sua voz. Por isso, os primeiros mediadores de leitura são os pais, as mães, os avós e os educadores da primeira infância e, paulatinamente, à medida que as crianças se aproximam da língua escrita, vão se somando outros professores, bibliotecários, livreiros e diversos adultos que acompanham a leitura das crianças.

O trabalho do mediador de leitura não é fácil de reduzir a um manual de funções. Seu ofício essencial é ler de muitas formas possíveis: em primeiro lugar para si mesmo, porque um mediador de leitura é um leitor sensível e perspicaz, que se deixa tocar pelos livros, que desfruta e que sonha em compartilhá-los com outras pessoas. Em segundo lugar, um mediador cria rituais, momentos e atmosferas propícias para facilitar os encontros entre livros e leitores. Às vezes, pode fazer a Hora do Conto e ler em voz alta uma ou várias histórias a um grupo, mas, outras vezes, propicia leituras íntimas e solitárias ou encontros em pequenos grupos. Assim, em certas ocasiões, conversa ou recomenda algum livro; em outras permanece em silêncio ou se oculta para deixar que livro e leitor conversem.

Por isso, além de livros, um mediador de leitura lê seus leitores: quem são, o que sonham e o que temem, e quais são esses livros que podem criar pontes com suas perguntas, com seus momentos vitais e com essa necessidade de construir sentido que nos impulsiona a ler, desde o começo e ao longo da vida.


Retirado e adaptado de: Glossário Ceale. Disponível em: https://www.ceale.fae.ufmg.br Acesso em: 12 mar., 2024. 

No que diz respeito ao gênero do texto "Mediadores de leitura" e suas respectivas características e função, analise as afirmações a seguir e a relação proposta entre elas:

I. Podemos afirmar que o texto pertence ao gênero verbete de glossário. Este gênero explica palavras que são: i) pouco conhecidas ou; ii) palavras e expressões que ganham novos significados em uma determinada área do conhecimento.
PORQUE
II. Pertence ao tipo textual injuntivo e consiste em um texto impessoal, geralmente escrito em linguagem mais formal.

A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
Alternativas
Q3397909 Português

Mediadores de leitura


Autora: Yolanda Reyes (Tradução de Elizabeth Guzzo de Almeida)

Instituição: Projeto Espantapájaros. Colômbia.

Os mediadores de leitura são aquelas pessoas que estendem pontes entre os livros e os leitores, ou seja, que criam as condições para fazer com que seja possível que um livro e um leitor se encontrem. A experiência de encontrar os livros certos nos momentos certos da vida, esses livros que nos fascinam e que nos vão transformando em leitores paulatinamente, não têm uma rota única nem uma metodologia específica; por isto os mediadores de leitura não são fáceis de definir. No entanto, basta lembrar como descobrimos, nos primeiros anos da vida, esses livros que deixaram rastros em nossa infância e, talvez, aparecerão nítidas algumas figuras que foram nossos mediadores de leitura: esses adultos íntimos que deram vida às páginas de um livro, essas vozes que liam para nós, essas mãos e esses rostos que nos apresentavam os mundos possíveis e as emoções dos livros.

Os mediadores de leitura, consequentemente, não estão somente na escola, mas no lar, nas bibliotecas e nos espaços não convencionais como os parques, os hospitais e as ludotecas, entre outros. Durante a primeira infância, quando a criança não lê sozinha, a leitura é um trabalho em parceria e o adulto é quem vai dando sentido a essas páginas que para o bebê não seriam nada, sem sua presença e sua voz. Por isso, os primeiros mediadores de leitura são os pais, as mães, os avós e os educadores da primeira infância e, paulatinamente, à medida que as crianças se aproximam da língua escrita, vão se somando outros professores, bibliotecários, livreiros e diversos adultos que acompanham a leitura das crianças.

O trabalho do mediador de leitura não é fácil de reduzir a um manual de funções. Seu ofício essencial é ler de muitas formas possíveis: em primeiro lugar para si mesmo, porque um mediador de leitura é um leitor sensível e perspicaz, que se deixa tocar pelos livros, que desfruta e que sonha em compartilhá-los com outras pessoas. Em segundo lugar, um mediador cria rituais, momentos e atmosferas propícias para facilitar os encontros entre livros e leitores. Às vezes, pode fazer a Hora do Conto e ler em voz alta uma ou várias histórias a um grupo, mas, outras vezes, propicia leituras íntimas e solitárias ou encontros em pequenos grupos. Assim, em certas ocasiões, conversa ou recomenda algum livro; em outras permanece em silêncio ou se oculta para deixar que livro e leitor conversem.

Por isso, além de livros, um mediador de leitura lê seus leitores: quem são, o que sonham e o que temem, e quais são esses livros que podem criar pontes com suas perguntas, com seus momentos vitais e com essa necessidade de construir sentido que nos impulsiona a ler, desde o começo e ao longo da vida.


Retirado e adaptado de: Glossário Ceale. Disponível em: https://www.ceale.fae.ufmg.br Acesso em: 12 mar., 2024. 

A partir da leitura de "Mediadores de leitura" e de sua relação com as concepções de linguagem, analise as afirmações a seguir:

I. Ao analisar a função dos mediadores de leitura, fica sinalizado que a concepção de linguagem mais saliente na função do mediador é a linguagem como comunicação, pois é por meio da linguagem que uma mensagem é passada de um emissor a um receptor.

II. Essa forma de compreender o papel do mediador de leitura está muito ligada à concepção de linguagem como interação, visto que esta promove uma construção de sentidos, de relações alteritária e é um meio no qual tanto adulto quanto criança/adolescente têm espaço para trazer suas contribuições.

III. Considerando o papel do mediador de leitura, a concepção de linguagem que mais se aproxima dessa mediação é a linguagem como expressão do pensamento, visto que a função do mediador, muitas vezes, é "permanece[r] em silêncio ou se ocultar para deixar que livro e leitor conversem", deixando que o leitor expresse o que pensa.


É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3397485 Português
Leia o texto a seguir.
Os anos noventa reinventaram o costume da locomoção em carros de bois à festa de Trindade, em plena realidade cibernética, não como necessidade ou alternativa para o transporte, ao contrário, mas no sentido de reinterpretação, que se apoia em uma conjuntura favorável. O resultado de tudo isso é que a Romaria dos carreiros da Fé é também a Romaria do Espetáculo, assim como aconteceu com outros eventos tradicionais de Goiás, como o Rally do Jegue de Turvânia, o Jeep cross de Sanclerlândia, as Cavalhadas de Pirenópolis, a Procissão do Fogaréu, na cidade de Goiás, dentre outras.
BARBOSA, Romero Ribeiro. Tempos e movimentos: uma breve digressão cultural dos carros de bois no território goiano. Ciência Geográfica, Bauru, XVIII, Vol. XVIII, jan./dez., 2014. [Adaptado].

No sentido dado pelo texto, o Rally do Jegue destaca uma característica de Turvânia representada 
Alternativas
Q3397482 Português
Observe a imagem a seguir.
22.png (415×417)
Disponível em: https://www.instagram.com/p/CzeNANpOq1g/. Acesso em: 01 dez. 2023.

O texto contradiz a ideia de que o 
Alternativas
Q3397462 Português
Leia o texto a seguir.
2.png (452×183)
Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/webstories/cultura/2021/06/as-reflexoes-demafalda/>. Acesso em: 30 nov. 2023.
Ao analisar o uso da palavra “caminha” usada pela mãe e por Mafalda, no primeiro quadrinho, tem-se interpretações diferentes para o termo. Assim, respectivamente, elas apresentam 
Alternativas
Q3397193 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Brasil 50 graus: ondas de calor no contexto das mudanças climáticas


No ano passado, todos os recordes de temperatura do planeta foram rompidos: 2023 foi o mais quente da história. O Brasil foi assolado por oito ondas de calor. Surge desse cenário dantesco a seguinte pergunta: essas temperaturas intensas têm a ver com o aquecimento global? Depois de se debruçarem sobre a questão, pesquisadores concluíram: sim, há nisso um peso significativo das mudanças climáticas. Portanto, a principal ação é reduzir as emissões de gases de efeito estufa para estabilizar as temperaturas globais.


Ano: 2016. Os registros de temperatura globais haviam marcado surpreendente +0,94 grau celsius (ºC) a mais em relação à média histórica do século passado, tendo ultrapassado o aquecimento recorde de +0,04 ºC registrado no ano anterior. A anomalia foi ainda maior se consideramos só os valores registrados nas porções continentais: +1,43 ºC. Em âmbito regional, as anomalias chegaram a +0,75 ºC no hemisfério Sul, +1,13 ºC no hemisfério Norte e a surpreendentes +2,06 ºC no Ártico. Esses dados foram mais do que suficientes para credenciar 2016 como o ano mais quente já registrado. Mas a comunidade científica já sabia antecipadamente que aquele ano, na verdade, seria o mais quente até então.


Ano: 2023. Todos os recordes de temperatura do planeta foram rompidos. Janeiro foi identificado como o sétimo mais quente da história. Fevereiro foi anunciado como o quarto mais quente, seguido por março como o segundo mais quente da história. Finalmente, chegamos a junho, que, de fato, inaugurou o início de uma série de meses que seriam marcados como aqueles mais quentes já registrados. Em resumo: julho, agosto, setembro, outubro, novembro e dezembro terminaram de consolidar 2023 como o mais quente da história.


Isso sem contar outra informação digna de nota: alguns dos mais quentes da história foram registrados entre as décadas de 2010 (mais especificamente, 2014) e 2020. Ou seja, os anos mais recentes têm se apresentado como os mais quentes em escala global.


Cientistas têm se debruçado incansavelmente para aprofundar o entendimento das causas e dos mecanismos que podem ter produzido esses resultados. As respostas têm sido convergentes e, cada vez mais, inequívocas: apesar de identificada a participação de fenômenos naturais e inerentes ao sistema climático, a constante quebra de recordes de temperatura em escala global seria impossível sem a participação das mudanças climáticas. 


Portanto, a combinação entre modos de variabilidade naturais e mudanças climáticas globais está longe de ser equilibrada: considerando principalmente 2016 e 2023, o peso das mudanças climáticas foi significativo, tendo sido determinante para a ocorrência de eventos extremos de tempo atmosférico, como ondas de calor.


O que temos em comum entre 2016 e 2023? A já identificada (e amplamente investigada) atuação de um modo de variabilidade natural que é um velho conhecido da ciência do clima: o El Niño.


Wanderson Luiz Silva, pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro, descreveu as principais características desse modo de variabilidade: o El Niño (e sua oposta, La Niña) são marcados pelo aumento (ou diminuição, no caso da La Niña) da temperatura média da superfície do mar na faixa do oceano Pacífico Equatorial.


Nessa região, esse aumento (ou diminuição) tem influência direta dos alísios. Formados nas zonas subtropicais, a baixas altitudes, esses ventos úmidos se enfraquecem (ou se fortalecem) de modo não linear, em escala temporal entre dois e sete anos.


Esse modo de variabilidade influencia (ou, tecnicamente, 'modula') o tempo e o clima em todo o planeta − inclusive, na América do Sul e, mais destacadamente, no Brasil. Em situação de El Niño, sua atuação se apresenta mais destacada nos meses de primavera e segue verão adiante.


No Brasil, sua ocorrência típica é marcada pelo aumento das condições chuvosas no Sul − e elevação das temperaturas no Centro-Oeste e parte do Sudeste −, bem como pelo déficit de precipitação no Nordeste e em parte do Norte. 


Ainda que as influências do aumento das emissões de gases de efeito estufa no El Niño (La Niña) estejam por ser mais profundamente conhecidas, estudos recentes apontam que as mudanças climáticas globais, potencialmente, apresentam participação na ocorrência de eventos El Niño (La Niña), tornando ambos mais extremos.

Retirado e adaptado de: ARMOND, Núbia Beray. BRASIL 50 graus - ondas de calor no contexto das mudanças climáticas.

Ciência HOJE. Disponível em: https://cienciahoje.org.br Acesso em: 18 jan., 2024.
Analise o seguinte trecho, retirado de "Brasil 50 graus: ondas de calor no contexto das mudanças climáticas":

O Brasil foi assolado por oito ondas de calor. Surge desse cenário dantesco a seguinte pergunta: essas temperaturas intensas têm a ver com o aquecimento global?

Podemos afirmar que a palavra em destaque exprime a seguinte figura de linguagem:
Alternativas
Q3397191 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Brasil 50 graus: ondas de calor no contexto das mudanças climáticas


No ano passado, todos os recordes de temperatura do planeta foram rompidos: 2023 foi o mais quente da história. O Brasil foi assolado por oito ondas de calor. Surge desse cenário dantesco a seguinte pergunta: essas temperaturas intensas têm a ver com o aquecimento global? Depois de se debruçarem sobre a questão, pesquisadores concluíram: sim, há nisso um peso significativo das mudanças climáticas. Portanto, a principal ação é reduzir as emissões de gases de efeito estufa para estabilizar as temperaturas globais.


Ano: 2016. Os registros de temperatura globais haviam marcado surpreendente +0,94 grau celsius (ºC) a mais em relação à média histórica do século passado, tendo ultrapassado o aquecimento recorde de +0,04 ºC registrado no ano anterior. A anomalia foi ainda maior se consideramos só os valores registrados nas porções continentais: +1,43 ºC. Em âmbito regional, as anomalias chegaram a +0,75 ºC no hemisfério Sul, +1,13 ºC no hemisfério Norte e a surpreendentes +2,06 ºC no Ártico. Esses dados foram mais do que suficientes para credenciar 2016 como o ano mais quente já registrado. Mas a comunidade científica já sabia antecipadamente que aquele ano, na verdade, seria o mais quente até então.


Ano: 2023. Todos os recordes de temperatura do planeta foram rompidos. Janeiro foi identificado como o sétimo mais quente da história. Fevereiro foi anunciado como o quarto mais quente, seguido por março como o segundo mais quente da história. Finalmente, chegamos a junho, que, de fato, inaugurou o início de uma série de meses que seriam marcados como aqueles mais quentes já registrados. Em resumo: julho, agosto, setembro, outubro, novembro e dezembro terminaram de consolidar 2023 como o mais quente da história.


Isso sem contar outra informação digna de nota: alguns dos mais quentes da história foram registrados entre as décadas de 2010 (mais especificamente, 2014) e 2020. Ou seja, os anos mais recentes têm se apresentado como os mais quentes em escala global.


Cientistas têm se debruçado incansavelmente para aprofundar o entendimento das causas e dos mecanismos que podem ter produzido esses resultados. As respostas têm sido convergentes e, cada vez mais, inequívocas: apesar de identificada a participação de fenômenos naturais e inerentes ao sistema climático, a constante quebra de recordes de temperatura em escala global seria impossível sem a participação das mudanças climáticas. 


Portanto, a combinação entre modos de variabilidade naturais e mudanças climáticas globais está longe de ser equilibrada: considerando principalmente 2016 e 2023, o peso das mudanças climáticas foi significativo, tendo sido determinante para a ocorrência de eventos extremos de tempo atmosférico, como ondas de calor.


O que temos em comum entre 2016 e 2023? A já identificada (e amplamente investigada) atuação de um modo de variabilidade natural que é um velho conhecido da ciência do clima: o El Niño.


Wanderson Luiz Silva, pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro, descreveu as principais características desse modo de variabilidade: o El Niño (e sua oposta, La Niña) são marcados pelo aumento (ou diminuição, no caso da La Niña) da temperatura média da superfície do mar na faixa do oceano Pacífico Equatorial.


Nessa região, esse aumento (ou diminuição) tem influência direta dos alísios. Formados nas zonas subtropicais, a baixas altitudes, esses ventos úmidos se enfraquecem (ou se fortalecem) de modo não linear, em escala temporal entre dois e sete anos.


Esse modo de variabilidade influencia (ou, tecnicamente, 'modula') o tempo e o clima em todo o planeta − inclusive, na América do Sul e, mais destacadamente, no Brasil. Em situação de El Niño, sua atuação se apresenta mais destacada nos meses de primavera e segue verão adiante.


No Brasil, sua ocorrência típica é marcada pelo aumento das condições chuvosas no Sul − e elevação das temperaturas no Centro-Oeste e parte do Sudeste −, bem como pelo déficit de precipitação no Nordeste e em parte do Norte. 


Ainda que as influências do aumento das emissões de gases de efeito estufa no El Niño (La Niña) estejam por ser mais profundamente conhecidas, estudos recentes apontam que as mudanças climáticas globais, potencialmente, apresentam participação na ocorrência de eventos El Niño (La Niña), tornando ambos mais extremos.

Retirado e adaptado de: ARMOND, Núbia Beray. BRASIL 50 graus - ondas de calor no contexto das mudanças climáticas.

Ciência HOJE. Disponível em: https://cienciahoje.org.br Acesso em: 18 jan., 2024.
Analise o excerto a seguir a respeito do texto "Brasil 50 graus: ondas de calor no contexto das mudanças climáticas":

O texto pertence ao gênero _________, apresentando uma construção textual pertencente ao tipo ________ no qual predomina a função _________ da linguagem.

Assinale a alternativa que correta e respectivamente preenche as lacunas no excerto:
Alternativas
Q3397189 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Brasil 50 graus: ondas de calor no contexto das mudanças climáticas


No ano passado, todos os recordes de temperatura do planeta foram rompidos: 2023 foi o mais quente da história. O Brasil foi assolado por oito ondas de calor. Surge desse cenário dantesco a seguinte pergunta: essas temperaturas intensas têm a ver com o aquecimento global? Depois de se debruçarem sobre a questão, pesquisadores concluíram: sim, há nisso um peso significativo das mudanças climáticas. Portanto, a principal ação é reduzir as emissões de gases de efeito estufa para estabilizar as temperaturas globais.


Ano: 2016. Os registros de temperatura globais haviam marcado surpreendente +0,94 grau celsius (ºC) a mais em relação à média histórica do século passado, tendo ultrapassado o aquecimento recorde de +0,04 ºC registrado no ano anterior. A anomalia foi ainda maior se consideramos só os valores registrados nas porções continentais: +1,43 ºC. Em âmbito regional, as anomalias chegaram a +0,75 ºC no hemisfério Sul, +1,13 ºC no hemisfério Norte e a surpreendentes +2,06 ºC no Ártico. Esses dados foram mais do que suficientes para credenciar 2016 como o ano mais quente já registrado. Mas a comunidade científica já sabia antecipadamente que aquele ano, na verdade, seria o mais quente até então.


Ano: 2023. Todos os recordes de temperatura do planeta foram rompidos. Janeiro foi identificado como o sétimo mais quente da história. Fevereiro foi anunciado como o quarto mais quente, seguido por março como o segundo mais quente da história. Finalmente, chegamos a junho, que, de fato, inaugurou o início de uma série de meses que seriam marcados como aqueles mais quentes já registrados. Em resumo: julho, agosto, setembro, outubro, novembro e dezembro terminaram de consolidar 2023 como o mais quente da história.


Isso sem contar outra informação digna de nota: alguns dos mais quentes da história foram registrados entre as décadas de 2010 (mais especificamente, 2014) e 2020. Ou seja, os anos mais recentes têm se apresentado como os mais quentes em escala global.


Cientistas têm se debruçado incansavelmente para aprofundar o entendimento das causas e dos mecanismos que podem ter produzido esses resultados. As respostas têm sido convergentes e, cada vez mais, inequívocas: apesar de identificada a participação de fenômenos naturais e inerentes ao sistema climático, a constante quebra de recordes de temperatura em escala global seria impossível sem a participação das mudanças climáticas. 


Portanto, a combinação entre modos de variabilidade naturais e mudanças climáticas globais está longe de ser equilibrada: considerando principalmente 2016 e 2023, o peso das mudanças climáticas foi significativo, tendo sido determinante para a ocorrência de eventos extremos de tempo atmosférico, como ondas de calor.


O que temos em comum entre 2016 e 2023? A já identificada (e amplamente investigada) atuação de um modo de variabilidade natural que é um velho conhecido da ciência do clima: o El Niño.


Wanderson Luiz Silva, pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro, descreveu as principais características desse modo de variabilidade: o El Niño (e sua oposta, La Niña) são marcados pelo aumento (ou diminuição, no caso da La Niña) da temperatura média da superfície do mar na faixa do oceano Pacífico Equatorial.


Nessa região, esse aumento (ou diminuição) tem influência direta dos alísios. Formados nas zonas subtropicais, a baixas altitudes, esses ventos úmidos se enfraquecem (ou se fortalecem) de modo não linear, em escala temporal entre dois e sete anos.


Esse modo de variabilidade influencia (ou, tecnicamente, 'modula') o tempo e o clima em todo o planeta − inclusive, na América do Sul e, mais destacadamente, no Brasil. Em situação de El Niño, sua atuação se apresenta mais destacada nos meses de primavera e segue verão adiante.


No Brasil, sua ocorrência típica é marcada pelo aumento das condições chuvosas no Sul − e elevação das temperaturas no Centro-Oeste e parte do Sudeste −, bem como pelo déficit de precipitação no Nordeste e em parte do Norte. 


Ainda que as influências do aumento das emissões de gases de efeito estufa no El Niño (La Niña) estejam por ser mais profundamente conhecidas, estudos recentes apontam que as mudanças climáticas globais, potencialmente, apresentam participação na ocorrência de eventos El Niño (La Niña), tornando ambos mais extremos.

Retirado e adaptado de: ARMOND, Núbia Beray. BRASIL 50 graus - ondas de calor no contexto das mudanças climáticas.

Ciência HOJE. Disponível em: https://cienciahoje.org.br Acesso em: 18 jan., 2024.
Analise o seguinte trecho, retirado de "Brasil 50 graus: ondas de calor no contexto das mudanças climáticas":

Esses dados foram mais do que suficientes para credenciar 2016 como o ano mais quente já registrado. Mas a comunidade científica já sabia antecipadamente que aquele ano, na verdade, seria o mais quente até então.

Em seguida, analise as afirmações apresentadas. Marque V, para verdadeiras, e F, para falsas:

() Poderíamos adicionar um "apenas" antes de "o mais quente até então" sem que isso prejudicasse o sentido do texto.
() Há uma repetição na segunda sentença do período. Portanto, poderíamos concluir a ideia no primeiro ponto final e suprimir o resto, sem prejuízo de sentido ao texto.
() Há, entre as sentenças, uma relação de sentido que se aproxima da concessão, ainda que esta não esteja explícita.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Respostas
21841: D
21842: A
21843: B
21844: D
21845: C
21846: C
21847: D
21848: C
21849: C
21850: C
21851: A
21852: D
21853: A
21854: A
21855: D
21856: A
21857: C
21858: A
21859: D
21860: A