Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Com aquecimento global, espécies não nativas podem invadir a Antártica
Em estudo publicado nesta segunda-feira (4) na revista Proceedings of the National Academy of Science, pesquisadores investigam a possibilidade de espécies costeiras se instalarem no continente antártico, alterando o ecossistema local no futuro. De acordo com os especialistas, isso ocorreria devido ao aumento das polínias.
Polínias são áreas (ou “bolsões”) de águas abertas que se formam em meio ao gelo. Elas são essenciais para fornecer habitats livres de gelo para ecossistemas próximos da costa da Antártica. A hipótese dos cientistas é que o crescimento das polínias pode fazer com que, em algum momento, novos animais e plantas se estabeleçam na região.
“Sabemos que muitos animais e plantas não nativos podem chegar à Antártica, viajando, por exemplo, em algas flutuantes”, diz, em comunicado, a pesquisadora Ceridwen Fraser. “No momento, a maioria não consegue se estabelecer por causa da erosão do gelo costeiro”, explica. Uma menor quantidade de gelo, portanto, seria capaz de fornecer melhores oportunidades para esses animais e plantas – o que teria impacto sobre os ecossistemas costeiros nativos da Antártica.
Conforme aponta o estudo, as áreas de polínia estão aumentando significativamente – influenciadas, inclusive, pelo aumento das temperaturas globais. Os pesquisadores identificaram ainda um padrão intrigante: trata se de um ciclo de crescimento e diminuição, aproximadamente a cada 16 anos.
“Essas tendências são fascinantes – e não as havíamos notado antes”, comenta o pesquisador Grant Duffy. “Não estamos completamente certos do que está impulsionando o padrão cíclico, mas as implicações ecológicas podem ser enormes”, afirma.
Revista Galileu. Adaptado. Disponível em <https://revistagalileu.globo.com/um-so-planeta/noticia/2024/03/com-aquecimento-global-espécies-não-nativas-podem-invadir-a-antártica3ghtml>
““Essas tendências são fascinantes – e não as havíamos notado antes”, comenta o pesquisador Grant Duffy.”
No excerto apresentado, o emprego da expressão “essas tendências” é uma estratégia de coesão que retoma, textualmente:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Com aquecimento global, espécies não nativas podem invadir a Antártica
Em estudo publicado nesta segunda-feira (4) na revista Proceedings of the National Academy of Science, pesquisadores investigam a possibilidade de espécies costeiras se instalarem no continente antártico, alterando o ecossistema local no futuro. De acordo com os especialistas, isso ocorreria devido ao aumento das polínias.
Polínias são áreas (ou “bolsões”) de águas abertas que se formam em meio ao gelo. Elas são essenciais para fornecer habitats livres de gelo para ecossistemas próximos da costa da Antártica. A hipótese dos cientistas é que o crescimento das polínias pode fazer com que, em algum momento, novos animais e plantas se estabeleçam na região.
“Sabemos que muitos animais e plantas não nativos podem chegar à Antártica, viajando, por exemplo, em algas flutuantes”, diz, em comunicado, a pesquisadora Ceridwen Fraser. “No momento, a maioria não consegue se estabelecer por causa da erosão do gelo costeiro”, explica. Uma menor quantidade de gelo, portanto, seria capaz de fornecer melhores oportunidades para esses animais e plantas – o que teria impacto sobre os ecossistemas costeiros nativos da Antártica.
Conforme aponta o estudo, as áreas de polínia estão aumentando significativamente – influenciadas, inclusive, pelo aumento das temperaturas globais. Os pesquisadores identificaram ainda um padrão intrigante: trata se de um ciclo de crescimento e diminuição, aproximadamente a cada 16 anos.
“Essas tendências são fascinantes – e não as havíamos notado antes”, comenta o pesquisador Grant Duffy. “Não estamos completamente certos do que está impulsionando o padrão cíclico, mas as implicações ecológicas podem ser enormes”, afirma.
Revista Galileu. Adaptado. Disponível em <https://revistagalileu.globo.com/um-so-planeta/noticia/2024/03/com-aquecimento-global-espécies-não-nativas-podem-invadir-a-antártica3ghtml>
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Com aquecimento global, espécies não nativas podem invadir a Antártica
Em estudo publicado nesta segunda-feira (4) na revista Proceedings of the National Academy of Science, pesquisadores investigam a possibilidade de espécies costeiras se instalarem no continente antártico, alterando o ecossistema local no futuro. De acordo com os especialistas, isso ocorreria devido ao aumento das polínias.
Polínias são áreas (ou “bolsões”) de águas abertas que se formam em meio ao gelo. Elas são essenciais para fornecer habitats livres de gelo para ecossistemas próximos da costa da Antártica. A hipótese dos cientistas é que o crescimento das polínias pode fazer com que, em algum momento, novos animais e plantas se estabeleçam na região.
“Sabemos que muitos animais e plantas não nativos podem chegar à Antártica, viajando, por exemplo, em algas flutuantes”, diz, em comunicado, a pesquisadora Ceridwen Fraser. “No momento, a maioria não consegue se estabelecer por causa da erosão do gelo costeiro”, explica. Uma menor quantidade de gelo, portanto, seria capaz de fornecer melhores oportunidades para esses animais e plantas – o que teria impacto sobre os ecossistemas costeiros nativos da Antártica.
Conforme aponta o estudo, as áreas de polínia estão aumentando significativamente – influenciadas, inclusive, pelo aumento das temperaturas globais. Os pesquisadores identificaram ainda um padrão intrigante: trata se de um ciclo de crescimento e diminuição, aproximadamente a cada 16 anos.
“Essas tendências são fascinantes – e não as havíamos notado antes”, comenta o pesquisador Grant Duffy. “Não estamos completamente certos do que está impulsionando o padrão cíclico, mas as implicações ecológicas podem ser enormes”, afirma.
Revista Galileu. Adaptado. Disponível em <https://revistagalileu.globo.com/um-so-planeta/noticia/2024/03/com-aquecimento-global-espécies-não-nativas-podem-invadir-a-antártica3ghtml>
Dentre os tipos de gêneros textuais orais, assinale aquele que se caracteriza por possuir discussões formais que envolvem diferentes pontos de vista sobre um tópico específico, geralmente realizadas em um formato de confronto de argumentos.
De acordo com o texto base, assinale a alternativa correta.
Coluna I.
A- Sinonímia.
B- Antonímia.
C- Homonímia.
D- Paronímia.
Coluna II.
1- O pelo do gato é branco; viajamos pelo caminho pior.
2- Andar e caminhar. 3- Claro e escuro.
4- Cumprimento (saudação), comprimento (tamanho).
Leia o texto para responder à questão.
A vida que segue.
“Se há uma coisa que aprendemos com a vida, é que ela continua. E enquanto há vida há esperança, o importante é não se deixar estagnar e nem desanimar. Se a vida parece complicada e confusa, se você não sabe em que direção seguir, antes de dar o próximo passo pare, respire e reflita, só depois siga a viagem.
Andar sem saber para onde ir, às vezes, pode até ser bom, mas outras vezes implica ter que perder tempo voltando ao ponto de partida, ou atravessando perigosos obstáculos de modo desnecessário. Na vida é importante aventurar-se, mas não podemos andar a ermo durante toda a vida, pois não vivemos impunemente.
Cada uma de nossas atitudes e escolhas tem uma consequência. Somos responsáveis por tudo aqui que fazemos e precisamos estar preparados para responder pelos nossos atos. Mas nós temos o direito de errar. Erramos porque sonhamos, porque arriscamos tentar realizar os nossos sonhos, ou erramos simplesmente porque nos distraímos. E diante do erro, é preciso rever as nossas decisões, mas sem dramatizar mais a situação do que ela realmente merece. A vida continua, e até que a morte nos cegue, ela vai continuar. Não podemos é deixar que a vida nos atropele.”
https://kdmensagens.com/mensagem/se-ha-uma-coisa-que-aprendemos-com-a-vida.
Leia o texto para responder à questão.
A vida que segue.
“Se há uma coisa que aprendemos com a vida, é que ela continua. E enquanto há vida há esperança, o importante é não se deixar estagnar e nem desanimar. Se a vida parece complicada e confusa, se você não sabe em que direção seguir, antes de dar o próximo passo pare, respire e reflita, só depois siga a viagem.
Andar sem saber para onde ir, às vezes, pode até ser bom, mas outras vezes implica ter que perder tempo voltando ao ponto de partida, ou atravessando perigosos obstáculos de modo desnecessário. Na vida é importante aventurar-se, mas não podemos andar a ermo durante toda a vida, pois não vivemos impunemente.
Cada uma de nossas atitudes e escolhas tem uma consequência. Somos responsáveis por tudo aqui que fazemos e precisamos estar preparados para responder pelos nossos atos. Mas nós temos o direito de errar. Erramos porque sonhamos, porque arriscamos tentar realizar os nossos sonhos, ou erramos simplesmente porque nos distraímos. E diante do erro, é preciso rever as nossas decisões, mas sem dramatizar mais a situação do que ela realmente merece. A vida continua, e até que a morte nos cegue, ela vai continuar. Não podemos é deixar que a vida nos atropele.”
https://kdmensagens.com/mensagem/se-ha-uma-coisa-que-aprendemos-com-a-vida.

Disponível em: https://www.gocomics.com/peanuts/1964/04/23
Linus's statement that he is "always interested in anything that will cloud the issue" suggests that he is: