Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3302919 Português
Leia o trecho:

“Segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde, a campanha nacional de vacinação contra a Covid-19 avançou de maneira expressiva ao longo do último semestre. Em diversos estados, a participação ativa da população foi fundamental para a queda no número de casos graves e hospitalizações. Especialistas reforçam a importância de manter o calendário de imunização atualizado, priorizando grupos mais vulneráveis e buscando a proteção de toda a comunidade.”

Fonte: “Vacinação contra a Covid-19 segue em todo o país”, Portal Gov.br.
Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br
Com base no trecho, qual fator se destaca no avanço da campanha de vacinação contra a Covid-19? 
Alternativas
Q3302750 Português

Leia e responda a questão abaixo:


O TESOURO DO MENDIGO


    Era uma vez um andarilho muito sábio que vagava de vila em vila pedindo esmolas e compartilhando os seus conhecimentos nas praças e nos mercados.

    Ele estava em uma praça em Akbar quando um homem chegou perto dele e disse:

    – Ontem, um mago muito poderoso me disse que aqui nesta praça eu encontraria um mendigo, que apesar de sua miserável aparência me daria um tesouro de valor inestimável e que isto mudaria completamente a minha vida. Quando vi você, percebi de imediato que era o homem que eu procurava. Por favor, me dê o seu tesouro.

    O mendigo olhou para ele sem falar nada, enfiou a mão em um alforje de couro bem desgastado e em seguida estendeu a mão para o homem, dizendo:

    – Deve ser isto então! Entregando-lhe um diamante enorme.

    O outro levou um grande susto e exclamou:

    – Mas esta pedra deve ter um valor enorme!

    – É mesmo? Pode ser. Eu a encontrei no bosque. Disse o mendigo.

    – Muito bem, quanto devo dar por ela?

    – Nada! Para mim ela não serve. Não preciso dela. Se ela lhe serve, leve-a. Não foi isto que o mago lhe disse? Perguntou o mendigo.

    – Sim, foi isto que ele me disse. Obrigado.

    Muito confuso, o homem guardou a pedra e foi embora.

    Meia hora mais tarde ele voltou. Procura o mendigo na praça e encontrando-o diz:

    – Tome sua pedra e me dê o tesouro.

    – Não tenho nada para lhe dar. Disse o mendigo.

    – Tem sim! Quero que me ensine como pôde abrir mão dela sem que isso o incomodasse.

    O homem então passou anos ao lado do mendigo até que aprendeu o que era o desapego.


(https://www.tudosaladeaula.com/) 

Assinale a alternativa que apresenta todos os personagens do texto: 
Alternativas
Q3302749 Português

Leia e responda a questão abaixo:


O TESOURO DO MENDIGO


    Era uma vez um andarilho muito sábio que vagava de vila em vila pedindo esmolas e compartilhando os seus conhecimentos nas praças e nos mercados.

    Ele estava em uma praça em Akbar quando um homem chegou perto dele e disse:

    – Ontem, um mago muito poderoso me disse que aqui nesta praça eu encontraria um mendigo, que apesar de sua miserável aparência me daria um tesouro de valor inestimável e que isto mudaria completamente a minha vida. Quando vi você, percebi de imediato que era o homem que eu procurava. Por favor, me dê o seu tesouro.

    O mendigo olhou para ele sem falar nada, enfiou a mão em um alforje de couro bem desgastado e em seguida estendeu a mão para o homem, dizendo:

    – Deve ser isto então! Entregando-lhe um diamante enorme.

    O outro levou um grande susto e exclamou:

    – Mas esta pedra deve ter um valor enorme!

    – É mesmo? Pode ser. Eu a encontrei no bosque. Disse o mendigo.

    – Muito bem, quanto devo dar por ela?

    – Nada! Para mim ela não serve. Não preciso dela. Se ela lhe serve, leve-a. Não foi isto que o mago lhe disse? Perguntou o mendigo.

    – Sim, foi isto que ele me disse. Obrigado.

    Muito confuso, o homem guardou a pedra e foi embora.

    Meia hora mais tarde ele voltou. Procura o mendigo na praça e encontrando-o diz:

    – Tome sua pedra e me dê o tesouro.

    – Não tenho nada para lhe dar. Disse o mendigo.

    – Tem sim! Quero que me ensine como pôde abrir mão dela sem que isso o incomodasse.

    O homem então passou anos ao lado do mendigo até que aprendeu o que era o desapego.


(https://www.tudosaladeaula.com/) 

Assinale a alternativa incorreta: 
Alternativas
Q3302673 Português
Em O Perigo de uma História Única, Chimamanda Ngozi Adichie afirma que “Há pouco tempo dei uma palestra numa universidade e um aluno me disse que era uma grande pena que os homens nigerianos fossem agressivos como o personagem do pai no meu romance. Eu disse a ele que tinha acabado de ler um livro chamado O psicopata americano e que achava uma grande pena que os jovens americanos fossem assassinos em série. Bem, obviamente eu disse isso num leve ataque de irritação. Mas jamais teria me ocorrido pensar que, só porque li um romance no qual o personagem era um assassino em série, ele de alguma maneira representava todos os americanos. Não digo isso porque me considero uma pessoa melhor do que esse aluno (...). Já tinha lido Tyler, Updike, Steinbeck e Gaitskill. Não tinha uma história única dos Estados Unidos”.¬¬
Nesse livro, como no trecho de O Estado de S. Paulo citado na questão 43, pode-se afirmar que a versão de um fato será tanto mais disseminada quanto
Alternativas
Q3302464 Português
[Eternidade do guarda-chuva]


Ontem choveu demais e eu precisava ir a três pontos diferentes da cidade. Quando o moço do jornal veio apanhar a crônica que eu acabara de escrever, pedi-lhe que me comprasse um guarda-chuva que parecesse digno da classe média, e ele o fez com competência. Depois de cumprir meus afazeres voltei para casa, pendurei o guarda-chuva a um canto e me pus a contemplá-lo. Senti então uma certa simpatia por ele, meu velho rancor contra os guarda-chuvas cedeu lugar a um estranho carinho, e eu mesmo fiquei curioso para saber qual a origem desse carinho.

Pensando bem, ele talvez derive do fato de ser o guarda-chuva o objeto do mundo moderno mais infenso a mudanças. Sou apenas um quarentão, e praticamente nenhum objeto da minha infância existe mais em sua forma primitiva. De máquinas como telefone, automóvel etc., nem é bom falar. Mil pequenos objetos de uso mudaram de forma, de cor, de material; em alguns casos, é verdade, para melhor; mas mudaram.

O guarda-chuva tem resistido. Suas irmãs, as sombrinhas, já se entregaram aos piores desregramentos futuristas e tanto abusaram que até caíram de moda. Ele permaneceu austero, negro, com seu cabo e suas invariáveis varetas. De junco fino ou pinho vulgar, de algodão ou de seda animal, pobre ou rico, ele tem se mantido digno. Reparem que é um dos engenhos mais curiosos que O homem inventou; tem ao mesmo tempo algo de ridículo e de fúnebre, essa pequena barraca. Nada disso, entretanto, lhe tira o ar honrado. Entrou calmamente pela era atômica, e olha com ironia a arquitetura e os móveis chamados funcionais. Ele já era funcional muito antes de se usar esse adjetivo; e tanto que a fantasia, a inquietação e a ânsia de variedade do homem não conseguiram modificá-lo em coisa alguma.

Ali está ele, meio aberto, ainda molhado, choroso; descansa com uma espécie de humildade ou paciência humana; se tivesse liberdade de movimentos não duvido de que iria para cima do telhado quentar sol”, como fazem os urubus.


*quentar sol: forma popular para “esquentar ao sol"


(Adaptado de BRAGA, Rubem. 200 crônicas escolhidas. Rio de Janeiro: Record, 1978, p. 217-218)
Pensando bem, ele talvez derive do fato de ser o guarda-chuva o objeto do mundo moderno mais infenso a mudanças.

A redação da frase acima permanecerá coerente e correta caso se substituam os elementos sublinhados, na ordem dada, por:
Alternativas
Q3302462 Português
[Eternidade do guarda-chuva]


Ontem choveu demais e eu precisava ir a três pontos diferentes da cidade. Quando o moço do jornal veio apanhar a crônica que eu acabara de escrever, pedi-lhe que me comprasse um guarda-chuva que parecesse digno da classe média, e ele o fez com competência. Depois de cumprir meus afazeres voltei para casa, pendurei o guarda-chuva a um canto e me pus a contemplá-lo. Senti então uma certa simpatia por ele, meu velho rancor contra os guarda-chuvas cedeu lugar a um estranho carinho, e eu mesmo fiquei curioso para saber qual a origem desse carinho.

Pensando bem, ele talvez derive do fato de ser o guarda-chuva o objeto do mundo moderno mais infenso a mudanças. Sou apenas um quarentão, e praticamente nenhum objeto da minha infância existe mais em sua forma primitiva. De máquinas como telefone, automóvel etc., nem é bom falar. Mil pequenos objetos de uso mudaram de forma, de cor, de material; em alguns casos, é verdade, para melhor; mas mudaram.

O guarda-chuva tem resistido. Suas irmãs, as sombrinhas, já se entregaram aos piores desregramentos futuristas e tanto abusaram que até caíram de moda. Ele permaneceu austero, negro, com seu cabo e suas invariáveis varetas. De junco fino ou pinho vulgar, de algodão ou de seda animal, pobre ou rico, ele tem se mantido digno. Reparem que é um dos engenhos mais curiosos que O homem inventou; tem ao mesmo tempo algo de ridículo e de fúnebre, essa pequena barraca. Nada disso, entretanto, lhe tira o ar honrado. Entrou calmamente pela era atômica, e olha com ironia a arquitetura e os móveis chamados funcionais. Ele já era funcional muito antes de se usar esse adjetivo; e tanto que a fantasia, a inquietação e a ânsia de variedade do homem não conseguiram modificá-lo em coisa alguma.

Ali está ele, meio aberto, ainda molhado, choroso; descansa com uma espécie de humildade ou paciência humana; se tivesse liberdade de movimentos não duvido de que iria para cima do telhado quentar sol”, como fazem os urubus.


*quentar sol: forma popular para “esquentar ao sol"


(Adaptado de BRAGA, Rubem. 200 crônicas escolhidas. Rio de Janeiro: Record, 1978, p. 217-218)
O autor surpreende na imagem do guarda-chuva alguma complexidade, quando admite que ele
Alternativas
Q3302460 Português
[Eternidade do guarda-chuva]


Ontem choveu demais e eu precisava ir a três pontos diferentes da cidade. Quando o moço do jornal veio apanhar a crônica que eu acabara de escrever, pedi-lhe que me comprasse um guarda-chuva que parecesse digno da classe média, e ele o fez com competência. Depois de cumprir meus afazeres voltei para casa, pendurei o guarda-chuva a um canto e me pus a contemplá-lo. Senti então uma certa simpatia por ele, meu velho rancor contra os guarda-chuvas cedeu lugar a um estranho carinho, e eu mesmo fiquei curioso para saber qual a origem desse carinho.

Pensando bem, ele talvez derive do fato de ser o guarda-chuva o objeto do mundo moderno mais infenso a mudanças. Sou apenas um quarentão, e praticamente nenhum objeto da minha infância existe mais em sua forma primitiva. De máquinas como telefone, automóvel etc., nem é bom falar. Mil pequenos objetos de uso mudaram de forma, de cor, de material; em alguns casos, é verdade, para melhor; mas mudaram.

O guarda-chuva tem resistido. Suas irmãs, as sombrinhas, já se entregaram aos piores desregramentos futuristas e tanto abusaram que até caíram de moda. Ele permaneceu austero, negro, com seu cabo e suas invariáveis varetas. De junco fino ou pinho vulgar, de algodão ou de seda animal, pobre ou rico, ele tem se mantido digno. Reparem que é um dos engenhos mais curiosos que O homem inventou; tem ao mesmo tempo algo de ridículo e de fúnebre, essa pequena barraca. Nada disso, entretanto, lhe tira o ar honrado. Entrou calmamente pela era atômica, e olha com ironia a arquitetura e os móveis chamados funcionais. Ele já era funcional muito antes de se usar esse adjetivo; e tanto que a fantasia, a inquietação e a ânsia de variedade do homem não conseguiram modificá-lo em coisa alguma.

Ali está ele, meio aberto, ainda molhado, choroso; descansa com uma espécie de humildade ou paciência humana; se tivesse liberdade de movimentos não duvido de que iria para cima do telhado quentar sol”, como fazem os urubus.


*quentar sol: forma popular para “esquentar ao sol"


(Adaptado de BRAGA, Rubem. 200 crônicas escolhidas. Rio de Janeiro: Record, 1978, p. 217-218)
Na relação do autor com o guarda-chuva comparece uma figura de linguagem conhecida como personificação, tal como se dá neste segmento:
Alternativas
Q3302073 Português
Observe a seguinte frase: “A moral criou verdadeiramente um princípio, a liberdade, que tem a sua contrapartida, o princípio da responsabilidade.” As alternativas abaixo apresentam alterações processadas na frase acima. Assinale aquela cuja forma de estruturação é a única sintaticamente compatível com as ideias defendidas na frase acima:
Alternativas
Q3302066 Português
Nem sempre o que reluz é ouro. Há palavras polidas que escondem intenções rudes, há gestos afáveis que ocultam frieza, há elogios que não passam de disfarces de desdém. A linguagem humana, por vezes, é uma tapeçaria cujos fios brilham por fora, mas se embaraçam por dentro.

Com base no texto acima, assinale a alternativa que apresenta a interpretação mais adequada da ideia central do fragmento.
Alternativas
Q3302006 Português
Na oração “Estou morrendo de medo.”, há a presença de uma figura de linguagem.
Assinale a opção que apresenta essa figura: 
Alternativas
Q3302001 Português
Analise e assinale a figura de linguagem presente na oração abaixo:
“Tudo o que conquistei é fruto do meu suor.”
Alternativas
Q3301999 Português
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá;
As aves, que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá.

Nosso céu tem mais estrelas,
Nossas várzeas têm mais flores,
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida mais amores.

Em cismar, sozinho, à noite,
Mais prazer encontro eu lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.

Minha terra tem primores,
Que tais não encontro eu cá;
Em cismar — sozinho, à noite —
Mais prazer encontro eu lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.

Não permita Deus que eu morra,
Sem que eu volte para lá;
Sem que desfrute os primores
Que não encontro por cá;
Sem qu'inda aviste as palmeiras,
Onde canta o Sabiá.

(https://www.todamateria.com.br/cancao-do-exilio-de-goncalves-dias/)
Assinale a alternativa incorreta, de acordo com o poema acima: 
Alternativas
Q3301899 Português

Brasil registra recorde de denúncias de trabalho escravo em 2024, diz ministério



Com quase 4 mil denúncias no ano, Disque 100 teve o maior número de chamados desde sua criação, em 2011. Ao todo, foram 21,6 mil denúncias de trabalho escravo e análogo à escravidão.



    Em 2024, o Brasil registrou o maior número de denúncias de trabalho escravo e análogo à escravidão da história do país, de acordo com dados do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania.


    Foram recebidas 3.959 denúncias em 12 meses, 15,4% a mais que em 2023 e o maior número desde que o Disque 100 foi criado, em 2011.


    Do total de denúncias recebidas em 2024, cerca de 3.045 foram protocoladas. As vítimas incluem pessoas idosas, crianças, adolescentes, mulheres e pessoas com deficiência. Em 2025, até o momento, foram realizadas 262 denúncias.


    Ainda de acordo com a pasta, o país vem batendo recordes consecutivos de denúncias desde 2021. Foram 1.918 relatos naquele ano, 2.084 em 2022 e 3.430 em 2023. Antes dessa sequência, o maior número em um único ano tinha sido de 1.743 denúncias em 2013.


    Desde a criação do Disque 100, mais de 21,6 mil denúncias sobre trabalho escravo e análogo à escravidão foram recebidas no Brasil. 


    Nos últimos 30 anos, o governo federal resgatou cerca de 65,6 mil pessoas em condições de trabalho análogas à escravidão no Brasil, em mais de 8,4 mil ações fiscais. Os dados foram divulgados na terça-feira (28) pelo Ministério do Trabalho.


    O levantamento considera os resultados desde 1995, ano em que foi reconhecida oficialmente a existência de formas contemporâneas de escravidão.


    Desde 2003, mais de R$ 155 milhões em verbas trabalhistas e rescisórias foram pagos às vítimas. Não é possível contabilizar a quantia de anos anteriores, pois o seguro-desemprego do trabalhador resgatado foi implementado somente naquele ano.


    Os resgates são realizados pelo Grupo Especial de Fiscalização Móvel, coordenado pelo Ministério do Trabalho, além das unidades regionais do órgão nos estados.


(https://g1.globo.com/trabalho-e-carreira/noticia/2025/01/29/brasil-registra-recorde-de-denuncias-de-trabalhoescravo-em-2024-diz-ministerio.ghtml)




Assinale a alternativa incorreta, de acordo com o texto:
Alternativas
Q3301891 Português
Conforme apresentado no Seminário Regional da Unesco, de 1958, na exposição ecológica [...] os objetos podem ser apresentados no Museu exatamente como estavam em seu meio natural ou cultural de origem. Isto é o que acontece em um parque zoológico, em um grupo de casas, em um interior doméstico, em uma tumba, reconstituídos no museu. Podem ser apresentados em seu meio ambiente próprio: com ou sem vida. É o caso de um “parque natural”, de uma casa histórica conservada em sua integridade. Tudo isso constitui a exposição ecológica.
Assim, a exposição ecológica, no âmbito do Seminário regional da Unesco DE 1958, é a mais atrativa e espetacular e, por consequência, a mais facilmente assimilável, do ponto de vista:
Alternativas
Q3301685 Português
Assistir muita TV é um dos primeiros sinais de solidão, mas não é o único
 
 Por Livia D'Ambrosio




(Disponível em: https://www.minhavida.com.br/materias/materia-25599 – texto adaptado especialmente para esta prova). 
Qual palavra é um antônimo (sentido contrário) da palavra “solidão”?
Alternativas
Q3301684 Português
Assistir muita TV é um dos primeiros sinais de solidão, mas não é o único
 
 Por Livia D'Ambrosio




(Disponível em: https://www.minhavida.com.br/materias/materia-25599 – texto adaptado especialmente para esta prova). 
Qual palavra poderia substituir “nostalgia” (l. 23), sem alterar o sentido do trecho em que ocorre? 
Alternativas
Q3301683 Português
Assistir muita TV é um dos primeiros sinais de solidão, mas não é o único
 
 Por Livia D'Ambrosio




(Disponível em: https://www.minhavida.com.br/materias/materia-25599 – texto adaptado especialmente para esta prova). 
São assuntos trazidos pelo texto, EXCETO: 
Alternativas
Q3301682 Português
Assistir muita TV é um dos primeiros sinais de solidão, mas não é o único
 
 Por Livia D'Ambrosio




(Disponível em: https://www.minhavida.com.br/materias/materia-25599 – texto adaptado especialmente para esta prova). 
Qual é o objetivo principal do texto?
Alternativas
Q3301681 Português
Assistir muita TV é um dos primeiros sinais de solidão, mas não é o único
 
 Por Livia D'Ambrosio




(Disponível em: https://www.minhavida.com.br/materias/materia-25599 – texto adaptado especialmente para esta prova). 
No segundo parágrafo do texto, a autora traz algumas informações sobre a relação entre tecnologia e solidão. Nesse sentido, qual é a ideia que existe sobre essa relação?
Alternativas
Q3301680 Português
Assistir muita TV é um dos primeiros sinais de solidão, mas não é o único
 
 Por Livia D'Ambrosio




(Disponível em: https://www.minhavida.com.br/materias/materia-25599 – texto adaptado especialmente para esta prova). 
O texto traz algumas situações que podem indicar que uma pessoa está solitária. Assinale a alternativa que apresenta uma situação que NÃO é trazida pelo texto.
Alternativas
Respostas
21181: A
21182: C
21183: D
21184: A
21185: D
21186: A
21187: B
21188: A
21189: B
21190: B
21191: A
21192: D
21193: A
21194: A
21195: A
21196: C
21197: E
21198: C
21199: B
21200: D