Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

Questões Discursivas

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Ano: 2023 Banca: IDIB Órgão: Prefeitura de Trindade - GO
Q2646730 Português

Texto para as questões de 1 a 20.


Drogas e tratamentos


Antônio Carlos Prado


1 Existem três modalidades no campo da institucionalização de dependentes

químicos. A internação compulsória é aquela determinada pela Justiça e ocorre, sobretudo,

quando o usuário de substância psicoativa comete algum grave ato dissocial – homicídio,

por exemplo. Nesse caso, se comprovado cientificamente que o delito aconteceu devido à

5dependência que retirou do autor a capacidade de crítica e _________¹, o juiz pode

considerar o indivíduo irresponsável pelo crime — ou seja, o delito lhe é inimputável.

Em vez de sentença penal condenatória é aplicada, então, medida de segurança

com encaminhamento a hospital de custódia.

Quanto à internação involuntária: o dependente químico, mesmo já colocando em

10risco a sua vida e a de outras pessoas, recusa-se a ser internado. Nesse caso, basta

autorização de um médico e de um parente direto para a institucionalização se consumar.

Finalmente, existe a voluntária: o usuário concorda em ir para uma instituição com

a finalidade de ser tratado e largar definitivamente o uso nocivo e abusivo.

Embora seja a mais discutida no País, a chamada Cracolândia, na cidade de São

15Paulo, onde dependentes químicos se drogam dia e noite a céu aberto, não é a única do

Brasil — o assunto aqui abordado tem, portanto, interesse nacional. Ao que se assiste na

capital paulista, porém, é a Prefeitura tomar atitudes com boas intenções (afinal, quer

salvar vidas), mas que terão poucos resultados. Circulam pela Cracolândia traficantes que

deveriam ser presos — basta uma semana de operações e o tráfico acaba. Seria possível,

20então, cuidar dos dependentes que perambulam perdidos em um mundo no qual não mais

percebem o quanto aceleram o próprio passo para a morte.

A Prefeitura defende a internação involuntária de usuários que usam drogas há mais

de cinco anos – nesse espaço de tempo, em se falando de crack, os pulmões estão

lesados.

25 É sabido, no entanto, que internações involuntárias podem ou não surtirem bons

efeitos, e não devem elas estar fundamentadas somente em doenças pulmonares.

A internação não voluntária, importante repetir, vale em situações em que o usuário

coloca em risco a sua vida ou a de terceiros. Esse aspecto registra-se em não mais que

6% dos cerca de seis mil atendimentos feitos anualmente pela Unifesp.

30 É preciso, isso sim, que se enviem médicos especializados diariamente ao local e

que se prendam os traficantes. São necessárias ações de convencimento para tratamentos

ambulatoriais ou internações voluntárias. O problema é de dificílima solução, a Prefeitura

paulistana está empenhada com seriedade e boa vontade em encontrar soluções, mas o

caminho seguido não é o mais adequado.


Disponível em: https://istoe.com.br/drogas-e-tratamentos/. Acesso em 09/02/2023

A palavra “lesados” (linha 24) poderia ser substituída, sem prejuízo ao sentido, no texto, apenas por:

Alternativas
Ano: 2023 Banca: IDIB Órgão: Prefeitura de Trindade - GO
Q2646728 Português

Texto para as questões de 1 a 20.


Drogas e tratamentos


Antônio Carlos Prado


1 Existem três modalidades no campo da institucionalização de dependentes

químicos. A internação compulsória é aquela determinada pela Justiça e ocorre, sobretudo,

quando o usuário de substância psicoativa comete algum grave ato dissocial – homicídio,

por exemplo. Nesse caso, se comprovado cientificamente que o delito aconteceu devido à

5dependência que retirou do autor a capacidade de crítica e _________¹, o juiz pode

considerar o indivíduo irresponsável pelo crime — ou seja, o delito lhe é inimputável.

Em vez de sentença penal condenatória é aplicada, então, medida de segurança

com encaminhamento a hospital de custódia.

Quanto à internação involuntária: o dependente químico, mesmo já colocando em

10risco a sua vida e a de outras pessoas, recusa-se a ser internado. Nesse caso, basta

autorização de um médico e de um parente direto para a institucionalização se consumar.

Finalmente, existe a voluntária: o usuário concorda em ir para uma instituição com

a finalidade de ser tratado e largar definitivamente o uso nocivo e abusivo.

Embora seja a mais discutida no País, a chamada Cracolândia, na cidade de São

15Paulo, onde dependentes químicos se drogam dia e noite a céu aberto, não é a única do

Brasil — o assunto aqui abordado tem, portanto, interesse nacional. Ao que se assiste na

capital paulista, porém, é a Prefeitura tomar atitudes com boas intenções (afinal, quer

salvar vidas), mas que terão poucos resultados. Circulam pela Cracolândia traficantes que

deveriam ser presos — basta uma semana de operações e o tráfico acaba. Seria possível,

20então, cuidar dos dependentes que perambulam perdidos em um mundo no qual não mais

percebem o quanto aceleram o próprio passo para a morte.

A Prefeitura defende a internação involuntária de usuários que usam drogas há mais

de cinco anos – nesse espaço de tempo, em se falando de crack, os pulmões estão

lesados.

25 É sabido, no entanto, que internações involuntárias podem ou não surtirem bons

efeitos, e não devem elas estar fundamentadas somente em doenças pulmonares.

A internação não voluntária, importante repetir, vale em situações em que o usuário

coloca em risco a sua vida ou a de terceiros. Esse aspecto registra-se em não mais que

6% dos cerca de seis mil atendimentos feitos anualmente pela Unifesp.

30 É preciso, isso sim, que se enviem médicos especializados diariamente ao local e

que se prendam os traficantes. São necessárias ações de convencimento para tratamentos

ambulatoriais ou internações voluntárias. O problema é de dificílima solução, a Prefeitura

paulistana está empenhada com seriedade e boa vontade em encontrar soluções, mas o

caminho seguido não é o mais adequado.


Disponível em: https://istoe.com.br/drogas-e-tratamentos/. Acesso em 09/02/2023

Assinale a única das alternativas abaixo em que a palavra é empregada, no texto, em sentido figurado, e não em seu sentido próprio.

Alternativas
Ano: 2023 Banca: IDIB Órgão: Prefeitura de Trindade - GO
Q2646715 Português

Texto para as questões de 1 a 20.


Drogas e tratamentos


Antônio Carlos Prado


1 Existem três modalidades no campo da institucionalização de dependentes

químicos. A internação compulsória é aquela determinada pela Justiça e ocorre, sobretudo,

quando o usuário de substância psicoativa comete algum grave ato dissocial – homicídio,

por exemplo. Nesse caso, se comprovado cientificamente que o delito aconteceu devido à

5dependência que retirou do autor a capacidade de crítica e _________¹, o juiz pode

considerar o indivíduo irresponsável pelo crime — ou seja, o delito lhe é inimputável.

Em vez de sentença penal condenatória é aplicada, então, medida de segurança

com encaminhamento a hospital de custódia.

Quanto à internação involuntária: o dependente químico, mesmo já colocando em

10risco a sua vida e a de outras pessoas, recusa-se a ser internado. Nesse caso, basta

autorização de um médico e de um parente direto para a institucionalização se consumar.

Finalmente, existe a voluntária: o usuário concorda em ir para uma instituição com

a finalidade de ser tratado e largar definitivamente o uso nocivo e abusivo.

Embora seja a mais discutida no País, a chamada Cracolândia, na cidade de São

15Paulo, onde dependentes químicos se drogam dia e noite a céu aberto, não é a única do

Brasil — o assunto aqui abordado tem, portanto, interesse nacional. Ao que se assiste na

capital paulista, porém, é a Prefeitura tomar atitudes com boas intenções (afinal, quer

salvar vidas), mas que terão poucos resultados. Circulam pela Cracolândia traficantes que

deveriam ser presos — basta uma semana de operações e o tráfico acaba. Seria possível,

20então, cuidar dos dependentes que perambulam perdidos em um mundo no qual não mais

percebem o quanto aceleram o próprio passo para a morte.

A Prefeitura defende a internação involuntária de usuários que usam drogas há mais

de cinco anos – nesse espaço de tempo, em se falando de crack, os pulmões estão

lesados.

25 É sabido, no entanto, que internações involuntárias podem ou não surtirem bons

efeitos, e não devem elas estar fundamentadas somente em doenças pulmonares.

A internação não voluntária, importante repetir, vale em situações em que o usuário

coloca em risco a sua vida ou a de terceiros. Esse aspecto registra-se em não mais que

6% dos cerca de seis mil atendimentos feitos anualmente pela Unifesp.

30 É preciso, isso sim, que se enviem médicos especializados diariamente ao local e

que se prendam os traficantes. São necessárias ações de convencimento para tratamentos

ambulatoriais ou internações voluntárias. O problema é de dificílima solução, a Prefeitura

paulistana está empenhada com seriedade e boa vontade em encontrar soluções, mas o

caminho seguido não é o mais adequado.


Disponível em: https://istoe.com.br/drogas-e-tratamentos/. Acesso em 09/02/2023

São ações sugeridas pelo autor do texto para resolver o problema da Cracolândia na cidade de São Paulo.


I. Prender os traficantes que por lá circulam.

II. Promover a internação involuntária dos usuários que usam drogas há mais de cinco anos.

III. Convencer usuários a realizar tratamentos ambulatoriais.


É correto o que se afirma

Alternativas
Ano: 2023 Banca: IDIB Órgão: Prefeitura de Trindade - GO
Q2646714 Português

Texto para as questões de 1 a 20.


Drogas e tratamentos


Antônio Carlos Prado


1 Existem três modalidades no campo da institucionalização de dependentes

químicos. A internação compulsória é aquela determinada pela Justiça e ocorre, sobretudo,

quando o usuário de substância psicoativa comete algum grave ato dissocial – homicídio,

por exemplo. Nesse caso, se comprovado cientificamente que o delito aconteceu devido à

5dependência que retirou do autor a capacidade de crítica e _________¹, o juiz pode

considerar o indivíduo irresponsável pelo crime — ou seja, o delito lhe é inimputável.

Em vez de sentença penal condenatória é aplicada, então, medida de segurança

com encaminhamento a hospital de custódia.

Quanto à internação involuntária: o dependente químico, mesmo já colocando em

10risco a sua vida e a de outras pessoas, recusa-se a ser internado. Nesse caso, basta

autorização de um médico e de um parente direto para a institucionalização se consumar.

Finalmente, existe a voluntária: o usuário concorda em ir para uma instituição com

a finalidade de ser tratado e largar definitivamente o uso nocivo e abusivo.

Embora seja a mais discutida no País, a chamada Cracolândia, na cidade de São

15Paulo, onde dependentes químicos se drogam dia e noite a céu aberto, não é a única do

Brasil — o assunto aqui abordado tem, portanto, interesse nacional. Ao que se assiste na

capital paulista, porém, é a Prefeitura tomar atitudes com boas intenções (afinal, quer

salvar vidas), mas que terão poucos resultados. Circulam pela Cracolândia traficantes que

deveriam ser presos — basta uma semana de operações e o tráfico acaba. Seria possível,

20então, cuidar dos dependentes que perambulam perdidos em um mundo no qual não mais

percebem o quanto aceleram o próprio passo para a morte.

A Prefeitura defende a internação involuntária de usuários que usam drogas há mais

de cinco anos – nesse espaço de tempo, em se falando de crack, os pulmões estão

lesados.

25 É sabido, no entanto, que internações involuntárias podem ou não surtirem bons

efeitos, e não devem elas estar fundamentadas somente em doenças pulmonares.

A internação não voluntária, importante repetir, vale em situações em que o usuário

coloca em risco a sua vida ou a de terceiros. Esse aspecto registra-se em não mais que

6% dos cerca de seis mil atendimentos feitos anualmente pela Unifesp.

30 É preciso, isso sim, que se enviem médicos especializados diariamente ao local e

que se prendam os traficantes. São necessárias ações de convencimento para tratamentos

ambulatoriais ou internações voluntárias. O problema é de dificílima solução, a Prefeitura

paulistana está empenhada com seriedade e boa vontade em encontrar soluções, mas o

caminho seguido não é o mais adequado.


Disponível em: https://istoe.com.br/drogas-e-tratamentos/. Acesso em 09/02/2023

Sobre a opinião do autor do texto, a partir da leitura, é possível afirmar que ele:

Alternativas
Ano: 2023 Banca: IDIB Órgão: Prefeitura de Trindade - GO
Q2646713 Português

Texto para as questões de 1 a 20.


Drogas e tratamentos


Antônio Carlos Prado


1 Existem três modalidades no campo da institucionalização de dependentes

químicos. A internação compulsória é aquela determinada pela Justiça e ocorre, sobretudo,

quando o usuário de substância psicoativa comete algum grave ato dissocial – homicídio,

por exemplo. Nesse caso, se comprovado cientificamente que o delito aconteceu devido à

5dependência que retirou do autor a capacidade de crítica e _________¹, o juiz pode

considerar o indivíduo irresponsável pelo crime — ou seja, o delito lhe é inimputável.

Em vez de sentença penal condenatória é aplicada, então, medida de segurança

com encaminhamento a hospital de custódia.

Quanto à internação involuntária: o dependente químico, mesmo já colocando em

10risco a sua vida e a de outras pessoas, recusa-se a ser internado. Nesse caso, basta

autorização de um médico e de um parente direto para a institucionalização se consumar.

Finalmente, existe a voluntária: o usuário concorda em ir para uma instituição com

a finalidade de ser tratado e largar definitivamente o uso nocivo e abusivo.

Embora seja a mais discutida no País, a chamada Cracolândia, na cidade de São

15Paulo, onde dependentes químicos se drogam dia e noite a céu aberto, não é a única do

Brasil — o assunto aqui abordado tem, portanto, interesse nacional. Ao que se assiste na

capital paulista, porém, é a Prefeitura tomar atitudes com boas intenções (afinal, quer

salvar vidas), mas que terão poucos resultados. Circulam pela Cracolândia traficantes que

deveriam ser presos — basta uma semana de operações e o tráfico acaba. Seria possível,

20então, cuidar dos dependentes que perambulam perdidos em um mundo no qual não mais

percebem o quanto aceleram o próprio passo para a morte.

A Prefeitura defende a internação involuntária de usuários que usam drogas há mais

de cinco anos – nesse espaço de tempo, em se falando de crack, os pulmões estão

lesados.

25 É sabido, no entanto, que internações involuntárias podem ou não surtirem bons

efeitos, e não devem elas estar fundamentadas somente em doenças pulmonares.

A internação não voluntária, importante repetir, vale em situações em que o usuário

coloca em risco a sua vida ou a de terceiros. Esse aspecto registra-se em não mais que

6% dos cerca de seis mil atendimentos feitos anualmente pela Unifesp.

30 É preciso, isso sim, que se enviem médicos especializados diariamente ao local e

que se prendam os traficantes. São necessárias ações de convencimento para tratamentos

ambulatoriais ou internações voluntárias. O problema é de dificílima solução, a Prefeitura

paulistana está empenhada com seriedade e boa vontade em encontrar soluções, mas o

caminho seguido não é o mais adequado.


Disponível em: https://istoe.com.br/drogas-e-tratamentos/. Acesso em 09/02/2023

A partir da leitura do texto podemos afirmar que quando um usuário de drogas comete homicídio:

Alternativas
Q2646617 Português

Texto para as questões 11 a 20

Hino de Goiás

1 Santuário da Serra Dourada

Natureza dormindo no cio

Anhanguera, malícia e magia

Bota fogo nas águas do rio

5 Vermelho, de ouro assustado

Foge o índio na sua canoa

Anhanguera bateia o tempo

Levanta, arraial Vila Boa!

Terra querida

10Fruto da vida

Recanto da paz

Cantemos aos céus

Regência de Deus

Louvor, louvor a Goiás!

15---Cantemos aos céus

Regência de Deus

Louvor, louvor a Goiás!

A cortina se abre nos olhos

Outro tempo agora nos traz

20---É Goiânia, sonho e esperança

É Brasília pulsando em Goiás!

O cerrado, os campos e matas

A indústria, gado, cereais

Nossos jovens tecendo o futuro

25---Poesia maior de Goiás!

Terra querida

Fruto da vida

Recanto da paz

Cantemos aos céus

30---Regência de Deus

Louvor, louvor a Goiás!

Cantemos aos céus

Regência de Deus

Louvor, louvor a Goiás!

35---A colheita nas mãos operárias

Benze a terra, minérios e mais

O Araguaia dentro dos olhos

Me perco de amor por Goiás!

Terra querida

40---Fruto da vida

Recanto da paz

Cantemos aos céus

Regência de Deus

Louvor, louvor a Goiás!

45---Cantemos aos céus

Regência de Deus

Louvor, louvor a Goiás!

(Joaquim Jayme / José Mendonça Teles)

Na linha 37, é correto afirmar que a imagem remete a olhos

Alternativas
Q2646614 Português

Texto para as questões 11 a 20

Hino de Goiás

1 Santuário da Serra Dourada

Natureza dormindo no cio

Anhanguera, malícia e magia

Bota fogo nas águas do rio

5 Vermelho, de ouro assustado

Foge o índio na sua canoa

Anhanguera bateia o tempo

Levanta, arraial Vila Boa!

Terra querida

10Fruto da vida

Recanto da paz

Cantemos aos céus

Regência de Deus

Louvor, louvor a Goiás!

15---Cantemos aos céus

Regência de Deus

Louvor, louvor a Goiás!

A cortina se abre nos olhos

Outro tempo agora nos traz

20---É Goiânia, sonho e esperança

É Brasília pulsando em Goiás!

O cerrado, os campos e matas

A indústria, gado, cereais

Nossos jovens tecendo o futuro

25---Poesia maior de Goiás!

Terra querida

Fruto da vida

Recanto da paz

Cantemos aos céus

30---Regência de Deus

Louvor, louvor a Goiás!

Cantemos aos céus

Regência de Deus

Louvor, louvor a Goiás!

35---A colheita nas mãos operárias

Benze a terra, minérios e mais

O Araguaia dentro dos olhos

Me perco de amor por Goiás!

Terra querida

40---Fruto da vida

Recanto da paz

Cantemos aos céus

Regência de Deus

Louvor, louvor a Goiás!

45---Cantemos aos céus

Regência de Deus

Louvor, louvor a Goiás!

(Joaquim Jayme / José Mendonça Teles)

Assinale a alternativa em que a transformação da linha 18, A cortina se abre nos olhos, tenha mantido adequação à norma culta no tocante à colocação pronominal.

Alternativas
Q2646613 Português

Texto para as questões 11 a 20

Hino de Goiás

1 Santuário da Serra Dourada

Natureza dormindo no cio

Anhanguera, malícia e magia

Bota fogo nas águas do rio

5 Vermelho, de ouro assustado

Foge o índio na sua canoa

Anhanguera bateia o tempo

Levanta, arraial Vila Boa!

Terra querida

10Fruto da vida

Recanto da paz

Cantemos aos céus

Regência de Deus

Louvor, louvor a Goiás!

15---Cantemos aos céus

Regência de Deus

Louvor, louvor a Goiás!

A cortina se abre nos olhos

Outro tempo agora nos traz

20---É Goiânia, sonho e esperança

É Brasília pulsando em Goiás!

O cerrado, os campos e matas

A indústria, gado, cereais

Nossos jovens tecendo o futuro

25---Poesia maior de Goiás!

Terra querida

Fruto da vida

Recanto da paz

Cantemos aos céus

30---Regência de Deus

Louvor, louvor a Goiás!

Cantemos aos céus

Regência de Deus

Louvor, louvor a Goiás!

35---A colheita nas mãos operárias

Benze a terra, minérios e mais

O Araguaia dentro dos olhos

Me perco de amor por Goiás!

Terra querida

40---Fruto da vida

Recanto da paz

Cantemos aos céus

Regência de Deus

Louvor, louvor a Goiás!

45---Cantemos aos céus

Regência de Deus

Louvor, louvor a Goiás!

(Joaquim Jayme / José Mendonça Teles)

Na linha 21, é correto afirmar que seu sentido deve ser percebido

Alternativas
Q2646610 Português

Texto para as questões 11 a 20

Hino de Goiás

1 Santuário da Serra Dourada

Natureza dormindo no cio

Anhanguera, malícia e magia

Bota fogo nas águas do rio

5 Vermelho, de ouro assustado

Foge o índio na sua canoa

Anhanguera bateia o tempo

Levanta, arraial Vila Boa!

Terra querida

10Fruto da vida

Recanto da paz

Cantemos aos céus

Regência de Deus

Louvor, louvor a Goiás!

15---Cantemos aos céus

Regência de Deus

Louvor, louvor a Goiás!

A cortina se abre nos olhos

Outro tempo agora nos traz

20---É Goiânia, sonho e esperança

É Brasília pulsando em Goiás!

O cerrado, os campos e matas

A indústria, gado, cereais

Nossos jovens tecendo o futuro

25---Poesia maior de Goiás!

Terra querida

Fruto da vida

Recanto da paz

Cantemos aos céus

30---Regência de Deus

Louvor, louvor a Goiás!

Cantemos aos céus

Regência de Deus

Louvor, louvor a Goiás!

35---A colheita nas mãos operárias

Benze a terra, minérios e mais

O Araguaia dentro dos olhos

Me perco de amor por Goiás!

Terra querida

40---Fruto da vida

Recanto da paz

Cantemos aos céus

Regência de Deus

Louvor, louvor a Goiás!

45---Cantemos aos céus

Regência de Deus

Louvor, louvor a Goiás!

(Joaquim Jayme / José Mendonça Teles)

A “poesia maior de Goiás”, segundo o texto, é motivada pela ação

Alternativas
Q2646609 Português

Texto para as questões 11 a 20

Hino de Goiás

1 Santuário da Serra Dourada

Natureza dormindo no cio

Anhanguera, malícia e magia

Bota fogo nas águas do rio

5 Vermelho, de ouro assustado

Foge o índio na sua canoa

Anhanguera bateia o tempo

Levanta, arraial Vila Boa!

Terra querida

10Fruto da vida

Recanto da paz

Cantemos aos céus

Regência de Deus

Louvor, louvor a Goiás!

15---Cantemos aos céus

Regência de Deus

Louvor, louvor a Goiás!

A cortina se abre nos olhos

Outro tempo agora nos traz

20---É Goiânia, sonho e esperança

É Brasília pulsando em Goiás!

O cerrado, os campos e matas

A indústria, gado, cereais

Nossos jovens tecendo o futuro

25---Poesia maior de Goiás!

Terra querida

Fruto da vida

Recanto da paz

Cantemos aos céus

30---Regência de Deus

Louvor, louvor a Goiás!

Cantemos aos céus

Regência de Deus

Louvor, louvor a Goiás!

35---A colheita nas mãos operárias

Benze a terra, minérios e mais

O Araguaia dentro dos olhos

Me perco de amor por Goiás!

Terra querida

40---Fruto da vida

Recanto da paz

Cantemos aos céus

Regência de Deus

Louvor, louvor a Goiás!

45---Cantemos aos céus

Regência de Deus

Louvor, louvor a Goiás!

(Joaquim Jayme / José Mendonça Teles)

O verbo bateia (linha 7) se encontra no campo semântico de

Alternativas
Q2646608 Português

Texto para as questões 11 a 20

Hino de Goiás

1 Santuário da Serra Dourada

Natureza dormindo no cio

Anhanguera, malícia e magia

Bota fogo nas águas do rio

5 Vermelho, de ouro assustado

Foge o índio na sua canoa

Anhanguera bateia o tempo

Levanta, arraial Vila Boa!

Terra querida

10Fruto da vida

Recanto da paz

Cantemos aos céus

Regência de Deus

Louvor, louvor a Goiás!

15---Cantemos aos céus

Regência de Deus

Louvor, louvor a Goiás!

A cortina se abre nos olhos

Outro tempo agora nos traz

20---É Goiânia, sonho e esperança

É Brasília pulsando em Goiás!

O cerrado, os campos e matas

A indústria, gado, cereais

Nossos jovens tecendo o futuro

25---Poesia maior de Goiás!

Terra querida

Fruto da vida

Recanto da paz

Cantemos aos céus

30---Regência de Deus

Louvor, louvor a Goiás!

Cantemos aos céus

Regência de Deus

Louvor, louvor a Goiás!

35---A colheita nas mãos operárias

Benze a terra, minérios e mais

O Araguaia dentro dos olhos

Me perco de amor por Goiás!

Terra querida

40---Fruto da vida

Recanto da paz

Cantemos aos céus

Regência de Deus

Louvor, louvor a Goiás!

45---Cantemos aos céus

Regência de Deus

Louvor, louvor a Goiás!

(Joaquim Jayme / José Mendonça Teles)

Levando em conta os conhecimentos inferidos pela leitura do Hino de Goiás, relacionando ao contexto em que se insere, é correto afirmar que Anhanguera

Alternativas
Q2646607 Português

Texto para as questões 1 a 10

Pesquisadores da Dinamarca e dos EUA descobrem nova estrutura no cérebro

1 Pesquisadores de instituições dos Estados Unidos e da Dinamarca descobriram uma nova

estrutura cerebral. Trata-se de uma fina membrana localizada pouco abaixo dos ossos do crânio

que parece contribuir para a defesa do cérebro.

A nova estrutura, batizada de slym (subarachnoidal lymphatic-like membrane), foi descrita

5 --nesta quinta-feira (5) na revista Science e encontrada em um estudo que se concentra nas

meninges, compostas de camadas dura-máter, aracnoide e pia-máter.

O primeiro autor, Kjeld Møllgård, professor de neuroanatomia na Universidade de

Copenhague, levantou a seguinte questão: o sistema nervoso central possui mesotélio (camada

que reveste internamente o tórax, abdômen e o espaço em torno do coração, protegendo os

10 --órgãos)? O estudo, em parceria com diversos cientistas, mostrou que sim.

A slym divide o espaço abaixo da camada aracnoide e, segundo os pesquisadores, ajuda a

controlar o fluxo de líquido cefalorraquidiano, contribuindo para o transporte e a remoção de

resíduos do cérebro.

Fina e delicada, a estrutura consiste em apenas uma ou algumas células de espessura.

15 --Ainda assim, ao permitir o influxo de líquido cefalorraquidiano fresco e a saída de proteínas tóxicas,

os cientistas avaliam que ela possa estar associada ao Alzheimer e a outras doenças neurológicas.

De acordo com o estudo, a integridade da slym impede a entrada de células de defesa

externas – o sistema nervoso central mantém sua própria população de células de defesa. Além

disso, a estrutura parece concentrar células que examinam o líquido cefalorraquidiano em busca

20 de sinais de infecção.

(https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2023/01/pesquisadores-da-dinamarcae-dos-eua-descobrem-nova-estrutura-no-cerebro.shtml. 5.jan.2023.)

Ainda assim, ao permitir o influxo de líquido cefalorraquidiano fresco e a saída de proteínas tóxicas, os cientistas avaliam que ela possa estar associada ao Alzheimer e a outras doenças neurológicas. (linhas 15 a 16)

Assinale a alternativa em que, alterando-se o período acima, tenha-se mantido correção gramatical quanto ao emprego do acento indicativo de crase.

Alternativas
Q2646599 Português

Texto para as questões 1 a 10

Pesquisadores da Dinamarca e dos EUA descobrem nova estrutura no cérebro

1 Pesquisadores de instituições dos Estados Unidos e da Dinamarca descobriram uma nova

estrutura cerebral. Trata-se de uma fina membrana localizada pouco abaixo dos ossos do crânio

que parece contribuir para a defesa do cérebro.

A nova estrutura, batizada de slym (subarachnoidal lymphatic-like membrane), foi descrita

5 --nesta quinta-feira (5) na revista Science e encontrada em um estudo que se concentra nas

meninges, compostas de camadas dura-máter, aracnoide e pia-máter.

O primeiro autor, Kjeld Møllgård, professor de neuroanatomia na Universidade de

Copenhague, levantou a seguinte questão: o sistema nervoso central possui mesotélio (camada

que reveste internamente o tórax, abdômen e o espaço em torno do coração, protegendo os

10 --órgãos)? O estudo, em parceria com diversos cientistas, mostrou que sim.

A slym divide o espaço abaixo da camada aracnoide e, segundo os pesquisadores, ajuda a

controlar o fluxo de líquido cefalorraquidiano, contribuindo para o transporte e a remoção de

resíduos do cérebro.

Fina e delicada, a estrutura consiste em apenas uma ou algumas células de espessura.

15 --Ainda assim, ao permitir o influxo de líquido cefalorraquidiano fresco e a saída de proteínas tóxicas,

os cientistas avaliam que ela possa estar associada ao Alzheimer e a outras doenças neurológicas.

De acordo com o estudo, a integridade da slym impede a entrada de células de defesa

externas – o sistema nervoso central mantém sua própria população de células de defesa. Além

disso, a estrutura parece concentrar células que examinam o líquido cefalorraquidiano em busca

20 de sinais de infecção.

(https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2023/01/pesquisadores-da-dinamarcae-dos-eua-descobrem-nova-estrutura-no-cerebro.shtml. 5.jan.2023.)

Na linha 5, o pronome (n)esta desempenha papel

Alternativas
Q2646586 Português

Considere atentamente o trecho a seguir, extraído de uma das crônicas de Paulo Mendes Campos, para responder as próximas questões.


“O homem entra no bar para transcender-se: eis a miserável verdade. Entrei em muitos, bebo alguma coisa desde a minha adolescência, conheço bares em Porto Alegre, Buenos Aires, São Paulo, Rio, Salvador, Recife, Manaus, Brasília, João Pessoa, Petrópolis, Belém, Nova Iorque, Lisboa, Vigo, Londres, Roma, Nápoles, Siracusa, Agrigento, Marsala, Palermo, Veneza, Hamburgo, Berlim, Heidelberg, Dusseldorf, Colônia, Munique, Goettingen, Varsóvia, Estocolmo, Leningrado, Moscou, Pequim, Múquiden, Xangai, Santa Luzia e Sabará... Em 1954, viajando pela Alemanha de carro, cheguei, pouco depois da meia-noite, à cidade universitária do Goettingen. No Brasil, uma cidade cheia de estudantes costuma tumultuar-se pela madrugada. Mas Goettingen àquela hora entregava-se a um repouso unânime. Sem sono, reservei um quarto no hotel, perguntando ao empregado onde poderia beber qualquer coisa. – ‘Ah, senhor’ – respondeu orgulhoso o alemão – ‘Goettingen é uma cidade universitária, não existe nada aberto a esta hora’. – ‘O senhor está completamente enganado’ – retruquei-lhe. Ele se riu bondosamente de mim: tinha mais de sessenta anos, nascera em Goettingen, conhecia todas as ruas da cidade, todos os bares, seria humanamente impossível encontrar qualquer venda aberta depois de meia-noite. – ‘O senhor está completamente enganado’ – insistia eu. Outro alemão que viajava comigo reforçou a opinião do empregado do hotel, e começou a dissertar impertinentemente sobre as diferenças entre o Brasil e a Alemanha. Eu estava parecendo bobo – disse ele – não querendo aceitar esta germânica verdade: em Goettingen não havia um único bar aberto depois de meia-noite. A esta altura manifestei-lhes um princípio universal pelo qual sempre me guiei: – ‘Pois fiquem vocês sabendo que em todas as cidades, todas as vilas e povoados do mundo, há pelo menos duas pessoas que continuam a beber depois da meia-noite; aqui em Goettingen há pelo menos duas pessoas que estão bebendo neste momento; vou encontrá-las’. Meio cético a respeito do meu princípio, mas solidário com o amigo, resolveu acompanhar-me. Saímos para a noite morta de Goettingen, e fomos andando pelas ruas paralisadas. No fim duma rua comprida e oblíqua, vi um cubo iluminado, mais parecido com um anúncio de barbearia, e afirmei: ‘É ali’. Ao fim da passagem lateral, por onde entramos, demos com a porta fechada. Batemos em vão, e já íamos embora, desapontados, quando notei no corredor uma escada circular para o porão, cavada na pedra. No primeiro patamar, ouvimos música. Tomei um ar superior de vidente e desci o segundo lance. Empurrada a grossa porta, recebi uma salutar lufada de música, de tabaco, de gente, de aromas etílicos. Foi como se eu reconquistasse o paraíso. O boteco dançava e bebia animadamente, repleto de jovens universitários e lindas universitárias de bochechas coradas e riso amorável. Não havia uma única mesa vaga, mas três segundos depois eu estava a beber um magnífico branco do Reno e a explicar para os estudantes, que nos acolheram com simpatia, o princípio universal que rege a vida noturna. E eles acataram o meu pacífico princípio como um axioma luminoso”. (“Por que bebemos tanto assim”, de Paulo Mendes Campos, com adaptações).

Em relação à interpretação do texto, pode-se afirmar que:

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Ano: 2023 Banca: IDIB Órgão: Prefeitura de Trindade - GO
Q2646520 Português

Texto para as questões de 1 a 20.


Drogas e tratamentos


Antônio Carlos Prado


1 Existem três modalidades no campo da institucionalização de dependentes

químicos. A internação compulsória é aquela determinada pela Justiça e ocorre, sobretudo,

quando o usuário de substância psicoativa comete algum grave ato dissocial – homicídio,

por exemplo. Nesse caso, se comprovado cientificamente que o delito aconteceu devido à

5dependência que retirou do autor a capacidade de crítica e _________¹, o juiz pode

considerar o indivíduo irresponsável pelo crime — ou seja, o delito lhe é inimputável.

Em vez de sentença penal condenatória é aplicada, então, medida de segurança

com encaminhamento a hospital de custódia.

Quanto à internação involuntária: o dependente químico, mesmo já colocando em

10risco a sua vida e a de outras pessoas, recusa-se a ser internado. Nesse caso, basta

autorização de um médico e de um parente direto para a institucionalização se consumar.

Finalmente, existe a voluntária: o usuário concorda em ir para uma instituição com

a finalidade de ser tratado e largar definitivamente o uso nocivo e abusivo.

Embora seja a mais discutida no País, a chamada Cracolândia, na cidade de São

15Paulo, onde dependentes químicos se drogam dia e noite a céu aberto, não é a única do

Brasil — o assunto aqui abordado tem, portanto, interesse nacional. Ao que se assiste na

capital paulista, porém, é a Prefeitura tomar atitudes com boas intenções (afinal, quer

salvar vidas), mas que terão poucos resultados. Circulam pela Cracolândia traficantes que

deveriam ser presos — basta uma semana de operações e o tráfico acaba. Seria possível,

20então, cuidar dos dependentes que perambulam perdidos em um mundo no qual não mais

percebem o quanto aceleram o próprio passo para a morte.

A Prefeitura defende a internação involuntária de usuários que usam drogas há mais

de cinco anos – nesse espaço de tempo, em se falando de crack, os pulmões estão

lesados.

25 É sabido, no entanto, que internações involuntárias podem ou não surtirem bons

efeitos, e não devem elas estar fundamentadas somente em doenças pulmonares.

A internação não voluntária, importante repetir, vale em situações em que o usuário

coloca em risco a sua vida ou a de terceiros. Esse aspecto registra-se em não mais que

6% dos cerca de seis mil atendimentos feitos anualmente pela Unifesp.

30 É preciso, isso sim, que se enviem médicos especializados diariamente ao local e

que se prendam os traficantes. São necessárias ações de convencimento para tratamentos

ambulatoriais ou internações voluntárias. O problema é de dificílima solução, a Prefeitura

paulistana está empenhada com seriedade e boa vontade em encontrar soluções, mas o

caminho seguido não é o mais adequado.


Disponível em: https://istoe.com.br/drogas-e-tratamentos/. Acesso em 09/02/2023

A partir da leitura do texto podemos afirmar que são modalidades no campo da institucionalização de dependentes químicos:


I. Internação compulsória

II. sentença penal condenatória

III. delito inimputável

IV. Internação involuntária

V. Internação voluntária


Estão corretas as alternativas

Alternativas
Q2646457 Português

Texto para as questões 1 a 10

Pesquisadores da Dinamarca e dos EUA descobrem nova estrutura no cérebro

1 Pesquisadores de instituições dos Estados Unidos e da Dinamarca descobriram uma nova

estrutura cerebral. Trata-se de uma fina membrana localizada pouco abaixo dos ossos do crânio

que parece contribuir para a defesa do cérebro.

A nova estrutura, batizada de slym (subarachnoidal lymphatic-like membrane), foi descrita

5 --nesta quinta-feira (5) na revista Science e encontrada em um estudo que se concentra nas

meninges, compostas de camadas dura-máter, aracnoide e pia-máter.

O primeiro autor, Kjeld Møllgård, professor de neuroanatomia na Universidade de

Copenhague, levantou a seguinte questão: o sistema nervoso central possui mesotélio (camada

que reveste internamente o tórax, abdômen e o espaço em torno do coração, protegendo os

10 --órgãos)? O estudo, em parceria com diversos cientistas, mostrou que sim.

A slym divide o espaço abaixo da camada aracnoide e, segundo os pesquisadores, ajuda a

controlar o fluxo de líquido cefalorraquidiano, contribuindo para o transporte e a remoção de

resíduos do cérebro.

Fina e delicada, a estrutura consiste em apenas uma ou algumas células de espessura.

15 --Ainda assim, ao permitir o influxo de líquido cefalorraquidiano fresco e a saída de proteínas tóxicas,

os cientistas avaliam que ela possa estar associada ao Alzheimer e a outras doenças neurológicas.

De acordo com o estudo, a integridade da slym impede a entrada de células de defesa

externas – o sistema nervoso central mantém sua própria população de células de defesa. Além

disso, a estrutura parece concentrar células que examinam o líquido cefalorraquidiano em busca

20 de sinais de infecção.

(https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2023/01/pesquisadores-da-dinamarcae-dos-eua-descobrem-nova-estrutura-no-cerebro.shtml. 5.jan.2023.)

Em relação às ideias do texto, é correto afirmar que

Alternativas
Q2645187 Português

Texto 1


Reforma tributária levará à taxação maior dos mais ricos e diminuição da ‘pejotização’ dos trabalhadores


Além de alterar a forma como os impostos são cobrados sobre bens, serviços e consumo, a reforma tributária também pretende rever o modelo de tributação direta. Na prática, isso impacta os valores a serem coletados no Imposto de Renda. A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 110/2019 sugere a cobrança de IR sobre lucros e dividendos distribuídos por pessoas jurídicas para pessoas físicas e sobre os juros de capital próprio. Essa seria uma estratégia para compensar a perda de arrecadação do Estado com impostos. Além disso, o governo deseja adotar um sistema tributário progressivo, ou seja, quer cobra mais de quem dispõe de mais recursos, mais renda e patrimônio. Dessa forma, os mais ricos seriam aqueles que pagariam os valores mais altos em impostos, o que não ocorre atualmente no Brasil. Pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Pedro Humberto Júnior, esclarece que o modelo atual prevê a isenção na tributação de lucros e dividendos distribuídos no Imposto de Renda de empresas do Simples Nacional. Com a reforma, passaria a ser cobrado uma alíquota entre 15% e 20%.

“Para quem tem rendas altas — por exemplo de R$ 100 mil mensais —, é mais lucrativo se tornar uma empresa do Simples Nacional. Isso vale tanto para quem contrata quanto para o profissional liberal (o trabalhador). Com isso, eles pagam uma alíquota reduzida sobre o faturamento e não têm encargos trabalhistas sobre a folha. Além disso, as pessoas que estão ‘pejotizadas’ acabam distribuindo lucros e dividendos para elas mesmas, abatem alguns gastos do livro caixa e não pagam impostos com isso. Com a cobrança de 15% a 20% sobre lucros e dividendos, pessoas de alto rendimento passam a ter uma carga tributária mais ou menos igual à de um trabalhador pessoa física do mesmo nível de renda. Atualmente, no Imposto de Renda, quando se chega ao 1% mais rico, a carga tributária cai absurdamente por causa dessa isenção de lucros e dividendos. É algo benéfico porque você evita a pejotização. Você equaliza a carga tributária entre quem é pessoa jurídica e quem é pessoa física”, explica o pesquisador.


MENDES, Tatyane. Disponível em: https://jovempan.com.br/noticias/economia/reforma-tributaria/reforma-tributaria-levara-a-taxacao-maior-dos-mais-ricos-e-diminuicao-da-pejotizacao-dos-trabalhadores.html. Acesso em: 7 de jun 2023. Fragmento adaptado. Publicado em: 06 de jun 2023.

Assinale a alternativa que contém um argumento para justificar a proposta de aumento de tributação sobre o lucro.

Alternativas
Q2645186 Português

Texto 1


Reforma tributária levará à taxação maior dos mais ricos e diminuição da ‘pejotização’ dos trabalhadores


Além de alterar a forma como os impostos são cobrados sobre bens, serviços e consumo, a reforma tributária também pretende rever o modelo de tributação direta. Na prática, isso impacta os valores a serem coletados no Imposto de Renda. A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 110/2019 sugere a cobrança de IR sobre lucros e dividendos distribuídos por pessoas jurídicas para pessoas físicas e sobre os juros de capital próprio. Essa seria uma estratégia para compensar a perda de arrecadação do Estado com impostos. Além disso, o governo deseja adotar um sistema tributário progressivo, ou seja, quer cobra mais de quem dispõe de mais recursos, mais renda e patrimônio. Dessa forma, os mais ricos seriam aqueles que pagariam os valores mais altos em impostos, o que não ocorre atualmente no Brasil. Pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Pedro Humberto Júnior, esclarece que o modelo atual prevê a isenção na tributação de lucros e dividendos distribuídos no Imposto de Renda de empresas do Simples Nacional. Com a reforma, passaria a ser cobrado uma alíquota entre 15% e 20%.

“Para quem tem rendas altas — por exemplo de R$ 100 mil mensais —, é mais lucrativo se tornar uma empresa do Simples Nacional. Isso vale tanto para quem contrata quanto para o profissional liberal (o trabalhador). Com isso, eles pagam uma alíquota reduzida sobre o faturamento e não têm encargos trabalhistas sobre a folha. Além disso, as pessoas que estão ‘pejotizadas’ acabam distribuindo lucros e dividendos para elas mesmas, abatem alguns gastos do livro caixa e não pagam impostos com isso. Com a cobrança de 15% a 20% sobre lucros e dividendos, pessoas de alto rendimento passam a ter uma carga tributária mais ou menos igual à de um trabalhador pessoa física do mesmo nível de renda. Atualmente, no Imposto de Renda, quando se chega ao 1% mais rico, a carga tributária cai absurdamente por causa dessa isenção de lucros e dividendos. É algo benéfico porque você evita a pejotização. Você equaliza a carga tributária entre quem é pessoa jurídica e quem é pessoa física”, explica o pesquisador.


MENDES, Tatyane. Disponível em: https://jovempan.com.br/noticias/economia/reforma-tributaria/reforma-tributaria-levara-a-taxacao-maior-dos-mais-ricos-e-diminuicao-da-pejotizacao-dos-trabalhadores.html. Acesso em: 7 de jun 2023. Fragmento adaptado. Publicado em: 06 de jun 2023.

De acordo com o texto 1, a proposta de reforma tributária prevê alteração no modelo de tributação direta, ou seja:

Alternativas
Q2644995 Português

FIPA Brasil-Portugal: Desafios e conquistas na preservação do patrimônio histórico são debatidos em São Luís (MA)


  1. Começou. De hoje até sexta-feira (14 a 16/06/2023), o Centro Histórico de São Luís
  2. (Maranhão) se torna o _________ das discussões sobre conservação e reuso do Patrimônio
  3. Arquitetônico no Brasil e em Portugal. Com o tema “Diversidade em diálogos permanentes”, o
  4. 9º Fórum Internacional de Patrimônio Arquitetônico (FIPA) reúne os mais importantes
  5. pesquisadores da área de patrimônio dos dois países, em uma troca de conhecimentos e
  6. experiências vibrante e intensa   O objetivo é trazer à tona as técnicas e soluções mais recentes,
  7. unindo inovação e tradição.
  8. O FIPA foi idealizado pelas arquitetas Maria Rita Amoroso, brasileira, e Alice Tavares,
  9. portuguesa, com o objetivo de fortalecer a relação entre Portugal e Brasil no campo do
  10. patrimônio, discutindo técnicas construtivas e promovendo a valorização, conservação e
  11. salvaguarda de bens materiais e imateriais nos dois países. “O FIPA certifica a força da união
  12. Brasil-Portugal. Trabalha a diversidade das culturas que nos faz progredir juntos. Diálogos
  13. conscientes, resilientes, históricos e artísticos”, disse Maria Rita na solenidade de abertura.
  14. O presidente da União Internacional de Arquitetos (UIA), José Luis Cortés, parabenizou os
  15. organizadores do FIPA pelos resultados alcançados ao longo dos anos. “Como vocês sabem,
  16. proteger o Patrimônio Histórico foi a missão que norteou a criação da UIA em 1948. A Europa
  17. estava destruída pela Guerra. Unimos 120 países nessa missão e desde então temos trabalhado
  18. com esse tema em todo o mundo”, disse. Ele também destacou a importância dos centros
  19. históricos para o debate sobre sustentabilidade e mudanças climáticas.
  20. “Este evento integra três vértices da minha vida: patrimônio, pesquisa científica e militância
  21. profissional”, disse a presidente do CAU Brasil, Nadia Somekh. “Não podemos esquecer que a
  22. questão do patrimônio é uma questão urbana. O Brasil precisa de Arquitetura e Urbanismo. Não
  23. falta trabalho para os arquitetos realizarem. Precisamos sensibilizar a população sobre a
  24. Arquitetura, sobre o Patrimônio e sobre a Amazônia”.
  25. Coordenador do FIPA Portugal e professor da Universidade de Aveiro, Aníbal Costa enfatizou
  26. a dificuldade de colocar o conhecimento acadêmico em prática, em aproximar a teoria da
  27. realidade. “É difícil colocar esse conhecimento na utilização do dia a dia. Essa é uma dificuldade
  28. que existe em Portugal e no Brasil”, afirmou, reforçando a necessidade de unir esforços em
  29. eventos como o FIPA, para conservar e salvaguardar o patrimônio histórico.
  30. Por conseguinte, Leandro Grass, presidente do Iphan, destacou que o Patrimônio deve
  31. ser discutido com vistas à promoção da cidadania. “Que as tecnologias e conhecimentos aqui
  32. debatidos possam servir à cidadania, com foco no ser humano. O Patrimônio é a história das
  33. pessoas, suas esperanças e seus sentimentos”, disse.


(Disponível em: https://caubr.gov.br/fipa-brasil-portugal-desafios-e-conquistas-na-preservacao-do-patrimonio-historico-sao-debatidos-em-sao-luis-ma/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

O termo “que”, localizado na linha 16, possui como referente:

Alternativas
Q2644983 Português

FIPA Brasil-Portugal: Desafios e conquistas na preservação do patrimônio histórico são debatidos em São Luís (MA)


  1. Começou. De hoje até sexta-feira (14 a 16/06/2023), o Centro Histórico de São Luís
  2. (Maranhão) se torna o _________ das discussões sobre conservação e reuso do Patrimônio
  3. Arquitetônico no Brasil e em Portugal. Com o tema “Diversidade em diálogos permanentes”, o
  4. 9º Fórum Internacional de Patrimônio Arquitetônico (FIPA) reúne os mais importantes
  5. pesquisadores da área de patrimônio dos dois países, em uma troca de conhecimentos e
  6. experiências vibrante e intensa   O objetivo é trazer à tona as técnicas e soluções mais recentes,
  7. unindo inovação e tradição.
  8. O FIPA foi idealizado pelas arquitetas Maria Rita Amoroso, brasileira, e Alice Tavares,
  9. portuguesa, com o objetivo de fortalecer a relação entre Portugal e Brasil no campo do
  10. patrimônio, discutindo técnicas construtivas e promovendo a valorização, conservação e
  11. salvaguarda de bens materiais e imateriais nos dois países. “O FIPA certifica a força da união
  12. Brasil-Portugal. Trabalha a diversidade das culturas que nos faz progredir juntos. Diálogos
  13. conscientes, resilientes, históricos e artísticos”, disse Maria Rita na solenidade de abertura.
  14. O presidente da União Internacional de Arquitetos (UIA), José Luis Cortés, parabenizou os
  15. organizadores do FIPA pelos resultados alcançados ao longo dos anos. “Como vocês sabem,
  16. proteger o Patrimônio Histórico foi a missão que norteou a criação da UIA em 1948. A Europa
  17. estava destruída pela Guerra. Unimos 120 países nessa missão e desde então temos trabalhado
  18. com esse tema em todo o mundo”, disse. Ele também destacou a importância dos centros
  19. históricos para o debate sobre sustentabilidade e mudanças climáticas.
  20. “Este evento integra três vértices da minha vida: patrimônio, pesquisa científica e militância
  21. profissional”, disse a presidente do CAU Brasil, Nadia Somekh. “Não podemos esquecer que a
  22. questão do patrimônio é uma questão urbana. O Brasil precisa de Arquitetura e Urbanismo. Não
  23. falta trabalho para os arquitetos realizarem. Precisamos sensibilizar a população sobre a
  24. Arquitetura, sobre o Patrimônio e sobre a Amazônia”.
  25. Coordenador do FIPA Portugal e professor da Universidade de Aveiro, Aníbal Costa enfatizou
  26. a dificuldade de colocar o conhecimento acadêmico em prática, em aproximar a teoria da
  27. realidade. “É difícil colocar esse conhecimento na utilização do dia a dia. Essa é uma dificuldade
  28. que existe em Portugal e no Brasil”, afirmou, reforçando a necessidade de unir esforços em
  29. eventos como o FIPA, para conservar e salvaguardar o patrimônio histórico.
  30. Por conseguinte, Leandro Grass, presidente do Iphan, destacou que o Patrimônio deve
  31. ser discutido com vistas à promoção da cidadania. “Que as tecnologias e conhecimentos aqui
  32. debatidos possam servir à cidadania, com foco no ser humano. O Patrimônio é a história das
  33. pessoas, suas esperanças e seus sentimentos”, disse.


(Disponível em: https://caubr.gov.br/fipa-brasil-portugal-desafios-e-conquistas-na-preservacao-do-patrimonio-historico-sao-debatidos-em-sao-luis-ma/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que poderia substituir “promoção” (l. 31), sem alteração de sentido, no trecho em que se encontra.

Alternativas
Respostas
31721: B
31722: B
31723: D
31724: B
31725: B
31726: B
31727: E
31728: B
31729: A
31730: A
31731: D
31732: B
31733: B
31734: E
31735: E
31736: C
31737: B
31738: E
31739: B
31740: A