Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

Questões Discursivas

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Q3736500 Português
A aleatoriedade do universo é um tema que tem intrigado filósofos e cientistas ao longo dos séculos. A ideia de que eventos aparentemente desconexos podem ser regidos por princípios universais é um conceito complexo. O filósofo Sagan argumenta que, embora possamos considerar muitos eventos como aleatórios, a verdade é que nosso entendimento atual do universo ainda não é completo o suficiente para discernir completamente a imprevisibilidade. Para ele, a complexidade e a interconexão de todas as coisas muitas vezes resultam em aparências aleatórias, mas que podem, em última análise, ser compreendidas por meio do aprofundamento da pesquisa científica.

No contexto do texto, qual é o conceito discutido pelo filósofo Sagan relacionado à aleatoriedade que ele considera ser resultado da complexidade e interconexão de todas as coisas? 
Alternativas
Q3736498 Português
Em uma sociedade cada vez mais digitalizada, a privacidade tornou-se uma preocupação central. A disseminação de informações pessoais online levanta questões sobre quem tem acesso a esses dados e como eles são usados. No entanto, é importante notar que a privacidade não é apenas uma questão de segurança de dados. Ela também se relaciona com o direito das pessoas de controlar o que é compartilhado sobre suas vidas e como elas podem manter seus segredos ou informações sensíveis protegidos.

De acordo com o texto, qual é um aspecto fundamental da privacidade na sociedade digitalizada?
Alternativas
Q3736496 Português
Naquela tarde de verão, o céu estava sereno e a brisa era suave. As folhas das árvores balançavam preguiçosamente, criando uma atmosfera de tranquilidade no parque. As crianças, entretanto, estavam cheias de energia, correndo e rindo, aproveitando o último dia das férias de verão. Aqueles momentos de diversão e alegria eram um contraste perfeito com o ambiente sereno ao seu redor.

Qual é o antônimo da palavra "sereno" no contexto do texto?
Alternativas
Q3736494 Português
Nos recônditos das profundezas oceânicas, onde a luz do sol não alcança, a vida marinha assume uma aparência surpreendente e peculiar. Nessas regiões escuras e misteriosas, encontra-se uma das criaturas mais fascinantes do reino marinho: o peixe-ogro, também conhecido como Melanocetus johnsonii.
O peixe-ogro é uma espécie adaptada à vida nas profundezas abissais, onde a pressão é esmagadora e a comida escassa. Ele possui uma estrutura mandibular extraordinária, caracterizada por uma grande boca e dentes afiados, que se assemelha à aparência de um ogro mitológico. No entanto, sua fisionomia singular serve a um propósito notável. O peixe-ogro possui uma bioluminescência especial que atrai presas na escuridão. Ele aguarda pacientemente, balançando uma isca bioluminescente na ponta de um apêndice, atraindo pequenos peixes e crustáceos que, ao se aproximarem, tornam-se suas presas.
Esse ciclo de vida peculiar destaca a incrível capacidade de adaptação das criaturas marinhas às condições extremas do ambiente abissal. Além disso, revela a diversidade surpreendente da vida na Terra, muitas vezes escondida nas profundezas inexploradas do oceano.

Com base no texto acima, qual é a principal adaptação do peixe-ogro (Melanocetus johnsonii) ao seu ambiente nas profundezas abissais?
Alternativas
Q3736493 Português
Leia o seguinte texto e responda à pergunta: Os sinônimos são palavras que possuem significados semelhantes, mas nem sempre são intercambiáveis em todas as situações. Essas palavras podem diferir em nuances, uso contextual e intensidade. A habilidade de escolher o sinônimo adequado depende do contexto da comunicação, buscando uma expressão mais precisa ou elegante.
Considere a frase: “Ela estava extremamente feliz com a notícia.” Neste contexto, qual das alternativas a seguir é o sinônimo mais apropriado para 'feliz' que mantém a mesma intensidade de emoção?
Alternativas
Q3736491 Português
Leia o texto para responder à questão.


Ostra feliz não faz pérola


    As ostras, seres macios e saborosos, têm uma habilidade notável: a capacidade de construir conchas duras para se protegerem. Em um recife marinho, vivia uma colônia de ostras que irradiava felicidade. No entanto, havia uma ostra solitária que emitia um canto triste. O motivo? Um pequeno grão de areia estava preso em sua carne, causando dor constante. Mas essa ostra sofredora não se entregou ao desespero; seu corpo sabia como se livrar da dor. Enquanto continuava a cantar sua melodia triste, ela secretamente cobria o grão de areia com camadas de uma substância lisa, brilhante e redonda. Um dia, um pescador capturou toda a colônia de ostras, incluindo a ostra sofredora. Em casa, ao saborear uma deliciosa sopa de ostras, o pescador deparou com um objeto duro em uma das ostras. Era uma pérola deslumbrante. Surpreendentemente, apenas a ostra que havia sofrido tinha produzido uma pérola. Ele a presenteou a sua esposa.

     Essa história das ostras também se aplica aos seres humanos. Nietzsche, em seu ensaio sobre o nascimento da tragédia grega, notou que os gregos abraçaram a tragédia de forma séria, sem a promessa de transformá-la em comédia no além, como os cristãos. A diferença crucial era que os gregos, assim como a ostra que cria uma pérola, transformavam a tragédia em beleza. A beleza não apagava a tragédia, mas tornava-a suportável. O sofrimento pode ser a fonte de criação da beleza, e aqueles que passam por angústias são frequentemente os artistas que produzem obras extraordinárias. Beethoven, apesar de surdo, compôs uma música celebrando a alegria. Van Gogh, Cecília Meireles, Fernando Pessoa... todos transformaram sua dor em arte.


Alves, Rubem. Ostra feliz não faz pérola. São Paulo: Editora Planeta do Brasil, 2008. [Texto adaptado]. 
Com base no excerto da crônica de Rubem Alves, qual é a lição que podemos tirar da história das ostras e como ela se relaciona com a perspectiva de Nietzsche sobre a tragédia grega e a criatividade humana?
Alternativas
Q3736490 Português
Leia o texto para responder à questão.


Ostra feliz não faz pérola


    As ostras, seres macios e saborosos, têm uma habilidade notável: a capacidade de construir conchas duras para se protegerem. Em um recife marinho, vivia uma colônia de ostras que irradiava felicidade. No entanto, havia uma ostra solitária que emitia um canto triste. O motivo? Um pequeno grão de areia estava preso em sua carne, causando dor constante. Mas essa ostra sofredora não se entregou ao desespero; seu corpo sabia como se livrar da dor. Enquanto continuava a cantar sua melodia triste, ela secretamente cobria o grão de areia com camadas de uma substância lisa, brilhante e redonda. Um dia, um pescador capturou toda a colônia de ostras, incluindo a ostra sofredora. Em casa, ao saborear uma deliciosa sopa de ostras, o pescador deparou com um objeto duro em uma das ostras. Era uma pérola deslumbrante. Surpreendentemente, apenas a ostra que havia sofrido tinha produzido uma pérola. Ele a presenteou a sua esposa.

     Essa história das ostras também se aplica aos seres humanos. Nietzsche, em seu ensaio sobre o nascimento da tragédia grega, notou que os gregos abraçaram a tragédia de forma séria, sem a promessa de transformá-la em comédia no além, como os cristãos. A diferença crucial era que os gregos, assim como a ostra que cria uma pérola, transformavam a tragédia em beleza. A beleza não apagava a tragédia, mas tornava-a suportável. O sofrimento pode ser a fonte de criação da beleza, e aqueles que passam por angústias são frequentemente os artistas que produzem obras extraordinárias. Beethoven, apesar de surdo, compôs uma música celebrando a alegria. Van Gogh, Cecília Meireles, Fernando Pessoa... todos transformaram sua dor em arte.


Alves, Rubem. Ostra feliz não faz pérola. São Paulo: Editora Planeta do Brasil, 2008. [Texto adaptado]. 
Dentro do excerto, uma análise compara a perspectiva dos gregos com a dos cristãos em relação à tragédia e explora como os gregos a encaravam. Com base no texto, qual é a diferença central entre a abordagem dos gregos e dos cristãos em relação à tragédia e como os gregos a enfrentavam, de acordo com Nietzsche?
Alternativas
Q3735168 Português
No tocante a elementos da obra literária, analise os itens e assinale a alternativa correta.

I- Exemplos de expressões na linguagem não literária, (ou corriqueira) e exemplos de uso da mesma expressão, porém, de acordo com alguns escritores, na linguagem literária - Linguagem não literária: [Anoitece.]; [Teus cabelos loiros brilham.]; [Aos cinquenta anos, inesperadamente, apaixonei-me de novo.]. Os mesmos exemplos na linguagem literária: [A mão da noite embrulha os horizontes.] (Alvarenga Peixoto); [Os clarins de ouro dos teus cabelos cantam na luz!] (Mário Quintana); [Na curva dos cinquenta, derrapei neste amor.] (Carlos Drummond de Andrade).
II- Outra diferença entre a linguagem literária e não literária é com relação ao tratamento do conteúdo: ao passo que, nos textos não literários (jornalísticos, científicos, históricos, etc.) as palavras servem para veicular uma série de informações, o texto literário funciona de maneira a chamar a atenção para a própria língua no sentido de explorar vários aspectos como a sonoridade, a estrutura sintática e o sentido das palavras.
III- Alguns fatores são responsáveis pelas diferenças entre linguagem oral e linguagem escrita: o contexto, a intenção do falante, do escritor, o tópico do que se diz, ou escreve.
IV- A oralidade e a escrita são duas formas de variação linguística, onde a oralidade é geralmente marcada pela linguagem coloquial (ou informal), enquanto a escrita, em grande parte, está associada à linguagem culta (ou formal).
Alternativas
Q3735167 Português
Em se tratando de discurso, relacione a Coluna I com a Coluna II e marque a alternativa correta.

Coluna I.
A- Discurso direto.
B- Discurso indireto.
C- Discurso indireto livre.

Coluna II.
1- O juiz perguntou se havia algo a declarar.
2- Então, o juiz conduzia a sessão e tentava o mais rápido que podia, fazer a conciliação. Logo hoje que tenho uma agenda cheia! Ele não sabia se conseguiria resolver aquela situação. Tomara que eu consiga!
3- O juiz perguntou:
– Algo a declarar?
Alternativas
Q3735166 Português
Referindo-se a figuras de linguagem, relacione a Coluna I com a Coluna II e marque a alternativa correta.

Coluna I.
A- Paronomásia.
B- Assonância.
C- Onomatopeia.
D- Antítese.

Coluna II.
1- É uma figura de linguagem que consiste na repetição de fonemas vocálicos, especialmente em sílabas tônicas, para inferir um som e estabelecer efeitos sonoros específicos no texto.
2- É a inserção de palavras no discurso que imitam sons.
3- Figura pela qual se opõem, numa mesma frase, duas palavras, ou dois pensamentos, de sentido contrário.
4- É a repetição de palavras cujos sons são parecidos.
Alternativas
Q3735165 Português
Sobre língua e linguagem leia os itens, assinale (V) verdadeiro ou (F) falso e marque a alternativa correta.

( ) Emissor: é quem recebe a mensagem.
( ) Receptor: é quem envia a mensagem.
( ) Mensagem: é o conteúdo da informação.
( ) Canal de comunicação: é o meio pelo qual a mensagem é transmitida.
( ) Código: é a língua em si (como a língua portuguesa, por exemplo).
( ) Contexto: objetivo, ou situação, a que a mensagem se refere.
Alternativas
Q3735164 Português
Sobre funções da linguagem, relacione a Coluna I com a Coluna II e marque a alternativa correta.

Coluna I.
A- Função metalinguística.
B- Função fática.
C- Função poética.

Coluna II.
1- O emissor testa o canal de comunicação: Alô! Você me ouve? Compreende o que eu falei?
2- Imagine um filme que explica as melhores formas de como produzir um longa, ou curta-metragem. Essa redundância – um filme falando sobre filme – ou seja, o código é o tema da mensagem que é usado para falar sobre ele mesmo.
3- Viver é muito perigoso: sempre acaba em morte. (Guimarães Rosa, Grande Sertão: Veredas). 
Alternativas
Q3735161 Português
Leia o texto para responder à próxima questão.

Devolva-me. (Adriana Calcanhoto).

Rasgue as minhas cartas
E não me procure mais
Assim será melhor meu bem
O retrato que eu te dei
Se ainda tens não sei
Mas se tiver devolva-me

Deixe-me sozinho
Porque assim eu viverei em paz
Quero que sejas bem feliz
Junto do seu novo rapaz
O retrato que eu te dei
Se ainda tens não sei
Mas se tiver devolva-me

Rasgue as minhas cartas
E não me procure mais
Assim será melhor meu bem
O retrato que eu te dei
Se ainda tens não sei
Mas se tiver devolva-me

Deixe-me sozinho
Porque assim eu viverei em paz
Quero que sejas bem feliz
Junto do seu novo rapaz
O retrato que eu te dei
Se ainda tens não sei
Mas se tiver devolva-me

O retrato que eu te dei
Se ainda tens não sei
Mas se tiver devolva-me

O retrato que eu te dei
Se ainda tens não sei
Mas se tiver devolva-me
Devolva-me.
Devolva-me.
De acordo com o texto, marque a alternativa incorreta. 
Alternativas
Q3735139 Português
Texto


NOMOFOBIA: O QUE É, SINTOMAS E COMO EVITAR


Manuel Reis


    A nomofobia é um termo que descreve o medo de ficar sem contato com o celular, sendo uma palavra derivada da expressão inglesa "no mobile phone phobia". Este termo não é reconhecido pela comunidade médica, mas tem sido utilizado e estudado desde 2008 para descrever o comportamento de dependência e os sentimentos de angústia e ansiedade que algumas pessoas demonstram quando não têm o celular por perto.

  Normalmente a nomofobia é identificada principalmente em pré-adolescentes e adolescentes, já que são os que mais consomem esse tipo de tecnologia e permanecem mais tempo nas redes sociais.

   Por ser uma fobia, nem sempre é possível identificar a causa que leva a pessoa a sentir ansiedade por estar longe do celular, mas, em alguns casos, esses sentimentos são justificados com o medo de não conseguir saber o que está acontecendo no mundo ou de necessitar de assistência médica e não ter como pedir ajuda.


Principais sintomas


Alguns sinais que podem ajudar a identificar que se tem nomofobia incluem:


• Sentir ansiedade quando se fica muito tempo sem usar o celular; 

• Necessitar fazer várias pausas no trabalho para utilizar o celular;

• Nunca desligar o celular, mesmo para dormir;

• Acordar no meio da noite para ir ao celular;

• Carregar frequentemente o celular para garantir que se tem sempre bateria;

• Ficar muito chateado quando se esquece o celular em casa; 

• Verificar o telefone frequentemente para ver se tem notificações;

• Ansiedade quando está em um ambiente sem sinal de internet;

• Levar o carregador de telefone para todos os lugares por medo de a bateria acabar. 


   Além disso, outros sintomas físicos que parecem estar associados aos sinais nomofobia são os de vício, como aumento do batimento cardíaco, sensação de transpiração excessiva, agitação e respiração rápida.

   Uma vez que a nomofobia ainda está sendo estudada e não é reconhecida como um transtorno psicológico, ainda não existe uma lista fixa de sintomas, existindo apenas vários formulários diversos que ajudam a pessoa a entender se pode ter algum nível de dependência para com o celular. (...) 
"Quando  existe algum grau de dependência, pode ser necessário consultar um psicólogo para iniciar terapia"

As palavras destacadas no trecho acima, transcrito do texto, introduzem, respectivamente, os sentidos de
Alternativas
Q3735138 Português
Texto


NOMOFOBIA: O QUE É, SINTOMAS E COMO EVITAR


Manuel Reis


    A nomofobia é um termo que descreve o medo de ficar sem contato com o celular, sendo uma palavra derivada da expressão inglesa "no mobile phone phobia". Este termo não é reconhecido pela comunidade médica, mas tem sido utilizado e estudado desde 2008 para descrever o comportamento de dependência e os sentimentos de angústia e ansiedade que algumas pessoas demonstram quando não têm o celular por perto.

  Normalmente a nomofobia é identificada principalmente em pré-adolescentes e adolescentes, já que são os que mais consomem esse tipo de tecnologia e permanecem mais tempo nas redes sociais.

   Por ser uma fobia, nem sempre é possível identificar a causa que leva a pessoa a sentir ansiedade por estar longe do celular, mas, em alguns casos, esses sentimentos são justificados com o medo de não conseguir saber o que está acontecendo no mundo ou de necessitar de assistência médica e não ter como pedir ajuda.


Principais sintomas


Alguns sinais que podem ajudar a identificar que se tem nomofobia incluem:


• Sentir ansiedade quando se fica muito tempo sem usar o celular; 

• Necessitar fazer várias pausas no trabalho para utilizar o celular;

• Nunca desligar o celular, mesmo para dormir;

• Acordar no meio da noite para ir ao celular;

• Carregar frequentemente o celular para garantir que se tem sempre bateria;

• Ficar muito chateado quando se esquece o celular em casa; 

• Verificar o telefone frequentemente para ver se tem notificações;

• Ansiedade quando está em um ambiente sem sinal de internet;

• Levar o carregador de telefone para todos os lugares por medo de a bateria acabar. 


   Além disso, outros sintomas físicos que parecem estar associados aos sinais nomofobia são os de vício, como aumento do batimento cardíaco, sensação de transpiração excessiva, agitação e respiração rápida.

   Uma vez que a nomofobia ainda está sendo estudada e não é reconhecida como um transtorno psicológico, ainda não existe uma lista fixa de sintomas, existindo apenas vários formulários diversos que ajudam a pessoa a entender se pode ter algum nível de dependência para com o celular. (...) 

"vários tipos de técnicas para tentar lidar com a ansiedade gerada pela falta do celular"



Assinale a alternativa que apresenta o enunciado que corresponde CORRETAMENTE ao trecho acima, transcrito do texto.

Alternativas
Q3735134 Português
Texto


NOMOFOBIA: O QUE É, SINTOMAS E COMO EVITAR


Manuel Reis


    A nomofobia é um termo que descreve o medo de ficar sem contato com o celular, sendo uma palavra derivada da expressão inglesa "no mobile phone phobia". Este termo não é reconhecido pela comunidade médica, mas tem sido utilizado e estudado desde 2008 para descrever o comportamento de dependência e os sentimentos de angústia e ansiedade que algumas pessoas demonstram quando não têm o celular por perto.

  Normalmente a nomofobia é identificada principalmente em pré-adolescentes e adolescentes, já que são os que mais consomem esse tipo de tecnologia e permanecem mais tempo nas redes sociais.

   Por ser uma fobia, nem sempre é possível identificar a causa que leva a pessoa a sentir ansiedade por estar longe do celular, mas, em alguns casos, esses sentimentos são justificados com o medo de não conseguir saber o que está acontecendo no mundo ou de necessitar de assistência médica e não ter como pedir ajuda.


Principais sintomas


Alguns sinais que podem ajudar a identificar que se tem nomofobia incluem:


• Sentir ansiedade quando se fica muito tempo sem usar o celular; 

• Necessitar fazer várias pausas no trabalho para utilizar o celular;

• Nunca desligar o celular, mesmo para dormir;

• Acordar no meio da noite para ir ao celular;

• Carregar frequentemente o celular para garantir que se tem sempre bateria;

• Ficar muito chateado quando se esquece o celular em casa; 

• Verificar o telefone frequentemente para ver se tem notificações;

• Ansiedade quando está em um ambiente sem sinal de internet;

• Levar o carregador de telefone para todos os lugares por medo de a bateria acabar. 


   Além disso, outros sintomas físicos que parecem estar associados aos sinais nomofobia são os de vício, como aumento do batimento cardíaco, sensação de transpiração excessiva, agitação e respiração rápida.

   Uma vez que a nomofobia ainda está sendo estudada e não é reconhecida como um transtorno psicológico, ainda não existe uma lista fixa de sintomas, existindo apenas vários formulários diversos que ajudam a pessoa a entender se pode ter algum nível de dependência para com o celular. (...) 
"Normalmente a nomofobia é identificada principalmente em pré-adolescentes e adolescentes, já que são os que mais consomem esse tipo de tecnologia e permanecem mais tempo nas redes sociais."

O trecho acima foi reescrito de várias maneiras. Assinale a alternativa em que a forma reescrita se mantém com o MESMO sentido básico original da sentença.
Alternativas
Q3735131 Português
Texto


NOMOFOBIA: O QUE É, SINTOMAS E COMO EVITAR


Manuel Reis


    A nomofobia é um termo que descreve o medo de ficar sem contato com o celular, sendo uma palavra derivada da expressão inglesa "no mobile phone phobia". Este termo não é reconhecido pela comunidade médica, mas tem sido utilizado e estudado desde 2008 para descrever o comportamento de dependência e os sentimentos de angústia e ansiedade que algumas pessoas demonstram quando não têm o celular por perto.

  Normalmente a nomofobia é identificada principalmente em pré-adolescentes e adolescentes, já que são os que mais consomem esse tipo de tecnologia e permanecem mais tempo nas redes sociais.

   Por ser uma fobia, nem sempre é possível identificar a causa que leva a pessoa a sentir ansiedade por estar longe do celular, mas, em alguns casos, esses sentimentos são justificados com o medo de não conseguir saber o que está acontecendo no mundo ou de necessitar de assistência médica e não ter como pedir ajuda.


Principais sintomas


Alguns sinais que podem ajudar a identificar que se tem nomofobia incluem:


• Sentir ansiedade quando se fica muito tempo sem usar o celular; 

• Necessitar fazer várias pausas no trabalho para utilizar o celular;

• Nunca desligar o celular, mesmo para dormir;

• Acordar no meio da noite para ir ao celular;

• Carregar frequentemente o celular para garantir que se tem sempre bateria;

• Ficar muito chateado quando se esquece o celular em casa; 

• Verificar o telefone frequentemente para ver se tem notificações;

• Ansiedade quando está em um ambiente sem sinal de internet;

• Levar o carregador de telefone para todos os lugares por medo de a bateria acabar. 


   Além disso, outros sintomas físicos que parecem estar associados aos sinais nomofobia são os de vício, como aumento do batimento cardíaco, sensação de transpiração excessiva, agitação e respiração rápida.

   Uma vez que a nomofobia ainda está sendo estudada e não é reconhecida como um transtorno psicológico, ainda não existe uma lista fixa de sintomas, existindo apenas vários formulários diversos que ajudam a pessoa a entender se pode ter algum nível de dependência para com o celular. (...) 
Em relação ao texto acima, é CORRETO afirmar que ele é predominantemente
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Q3734426 Português
Texto


O PLÁGIO ENCOBERTO EM TEXTOS DO CHATGPT


Fabrício Marques (Fonte de pesquisa: FAPESP) Estudos mostram como modelos de linguagem natural podem ser fonte de má conduta acadêmica e indicam formas de prevenir o problema


    Pesquisadores da Universidade do Estado da Pensilvânia (Penn State), nos Estados Unidos, investigaram até que ponto modelos de linguagem natural como o ChatGPT, que usam inteligência artificial para formular uma prosa realista e articulada em resposta a perguntas de usuários, conseguem gerar conteúdo que não se caracterize como plágio. Isso porque esses sistemas processam, memorizam e reproduzem informações preexistentes, baseadas em gigantescos volumes de dados disponíveis na internet, tais como livros, artigos científicos, páginas da Wikipédia e notícias.

    O grupo analisou 210 mil textos gerados pelo programa GPT-2, da startup OpenAI, criadora do ChatGPT, em busca de indícios de três diferentes tipos de plágio: a transcrição literal, obtida copiando e colando trechos; a paráfrase, que troca palavras por sinônimos a fim de obter resultados ligeiramente diferentes; e o uso de uma ideia elaborada por outra pessoa sem mencionar sua autoria, mesmo que formulada de maneira diferente.

    A conclusão do estudo foi de que todos os três tipos de cópia estão presentes. E, quanto maior é o conjunto de parâmetros usados para treinar os modelos, mais frequentemente a má conduta foi registrada. A análise utilizou dois tipos de modelos os pré-treinados, baseados em um amplo espectro de dados, e os de ajuste fino, aprimorados pela equipe da Penn State a fim de concentrar e refinar a análise em um conjunto menor de documentos científicos e jurídicos, artigos acadêmicos relacionados à Covid-19 e solicitações de patentes. A escolha desse tipo de conteúdo não foi ocasional nesses textos, a prática de plágio é considerada muito problemática e não costuma ser tolerada.

    No material gerado pelos pré-treinados, a ocorrência mais prevalente foi de transcrições literais, enquanto nos de ajuste fino eram mais comuns paráfrases e apropriação de ideias sem referência à fonte. "Constatamos que o plágio aparece com diferentes sabores", disse um dos autores do trabalho, Dongwon Lee, cientista da computação da Faculdade de Tecnologia e Ciências da Informação da Penn State, de acordo com o serviço de notícias Eurekalert. Os achados serão divulgados com mais detalhes na Web Conference, um evento da ACM que acontece entre 30 de abril e 4 de maio na cidade de Austin, nos Estados Unidos.

    O ChatGPT é um entre vários sistemas baseados em inteligência artificial e ganhou grande notoriedade porque foi disponibilizado para uso público. Desde novembro, já foi testado por mais de 100 milhões de pessoas e impressionou por sua capacidade de gerar textos coerentes que mimetizam a escrita dos seres humanos (ver Pesquisa FAPESP n° 325). Uma das polêmicas que levantou envolveu justamente a originalidade de suas respostas e o receio de que se transforme em uma fonte de má conduta acadêmica.

   "As pessoas perseguem grandes modelos de linguagem porque, quanto maior um modelo fica, mais suas habilidades aumentam", disse o autor principal do trabalho, Jooyoung Lee, estudante de doutorado na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Informação da Penn State. Ferramentas de escrita de inteligência artificial conseguem criar respostas únicas e individualizadas a perguntas apresentadas por usuários, mesmo extraindo as informações de um banco de dados. Essa habilidade, contudo, não livra a ferramenta de ser uma fonte de plágio, mesmo em formatos mais difíceis de detectar. "Ensinamos os modelos a imitar a escrita humana, mas não os ensinamos a não plagiar", afirmou Lee.

    Várias ferramentas estão sendo desenvolvidas para detectar conteúdo gerado por softwares de inteligência artificial. A própria OpenAI desenvolveu umprograma capaz de apontar textos feitos por robôs. Há outras do gênero na internet, como o Writer AI Content Detector e o Content at Scale. Como os sistemas de linguagem natural estão em desenvolvimento, também será necessário atualizar continuamente a tecnologia para rastrear sua produção.


    Uma equipe da Escola de Engenharias e Ciências Aplicadas da mesma Penn State mostrou que é possível treinar as pessoas para identificar esses textos, sem precisar depender exclusivamente de programas detectores. Apresentado em fevereiro em um congresso da Associação para o Avanço da Inteligência Artificial realizado em Washington, Estados Unidos, o estudo liderado pelo cientista da computação Chris Callison-Burch mostrou que essas ferramentas já são muito eficientes em produzir prosa fluente e seguir as regras gramaticais. "Mas eles cometem tipos distintos de erros que podemos aprender a identificar", disse ao blog Penn Engineering Today o cientista da computação Liam Dugan, aluno de doutorado da Penn State e um dos autores do artigo.

    O experimento utilizou um jogo disponível na internet, chamado Real or Fake Text (Texto real ou falso). O grupo apresentou aos participantes do estudo, todos eles alunos de graduação ou pós-graduação de um curso de inteligência artificial da Penn State, sentenças cujo início foi escrito por seres humanos, mas que, a partir de certo ponto, reproduziam respostas formuladas por modelos de linguagem. Os textos selecionados provinham de notícias publicadas na imprensa, discursos presidenciais, histórias de ficção e receitas culinárias. Os jogadores eram convidados a apontar em que ponto começava o trecho escrito por inteligência artificial e explicar por que apostavam naquela localização. Quando acertavam, eles recebiam pontos. As principais razões apontadas eram o surgimento de conteúdo irrelevante, de erros lógicos, de sentenças contraditórias, de frases muito genéricas e de problemas com a gramática. Foi mais fácil acertar nas receitas culinárias do que nas outras narrativas.

    A pontuação dos participantes foi significativamente maior do que se as respostas fossem feitas ao acaso, mostrando que os textos gerados por robôs são detectáveis. Embora as habilidades dos jogadores variassem bastante, o desempenho deles melhorava com o uso do jogo em um sinal de aprendizado. "Cinco anos atrás, os modelos não conseguiam se concentrar no assunto ou produzir uma frase fluente", afirmou Dugan. "Agora, eles raramente cometem erros gramaticais. Nosso estudo identifica tipos de erros cometidos por chatbots, mas é importante ter em mente que eles continuarão a evoluir. As pessoas deverão seguir treinando para reconhecer a diferença e trabalhar com o software de detecção como um complemento".


(Fonte: https://revistapesquisa.fapesp.br/o-plagio-encobertoem-textos-do-chatgpt/)

Assinale a alternativa cuja afirmação NÃO condiz com o conteúdo apresentado pelo texto acima.
Alternativas
Q3734389 Português
Texto


NOMOFOBIA: O QUE É, SINTOMAS E COMO EVITAR


Manuel Reis


    A nomofobia é um termo que descreve o medo de ficar sem contato com o celular, sendo uma palavra derivada da expressão inglesa "no mobile phone phobia". Este termo não é reconhecido pela comunidade médica, mas tem sido utilizado e estudado desde 2008 para descrever o comportamento de dependência e os sentimentos de angústia e ansiedade que algumas pessoas demonstram quando não têm o celular por perto.

    Normalmente a nomofobia é identificada principalmente em pré-adolescentes e adolescentes, já que são os que mais consomem esse tipo de tecnologia e permanecem mais tempo nas redes sociais.

    Por ser uma fobia, nem sempre é possível identificar a causa que leva a pessoa a sentir ansiedade por estar longe do celular, mas, em alguns casos, esses sentimentos são justificados com o medo de não conseguir saber o que está acontecendo no mundo ou de necessitar de assistência médica e não ter como pedir ajuda.

Principais sintomas

Alguns sinais que podem ajudar a identificar que se tem nomofobia incluem:


• Sentir ansiedade quando se fica muito tempo sem usar o celular;

• Necessitar fazer várias pausas no trabalho para utilizar o celular;

• Nunca desligar o celular, mesmo para dormir;

• Acordar no meio da noite para ir ao celular;

• Carregar frequentemente o celular para garantir que se tem sempre bateria;

• Ficar muito chateado quando se esquece o celular em casa;

• Verificar o telefone frequentemente para ver se tem notificações;

• Ansiedade quando está em um ambiente sem sinal de internet;

• Levar o carregador de telefone para todos os lugares por medo de a bateria acabar.


    Além disso, outros sintomas físicos que parecem estar associados aos sinais nomofobia são os de vício, como aumento do batimento cardíaco, sensação de transpiração excessiva, agitação e respiração rápida.

    Uma vez que a nomofobia ainda está sendo estudada e não é reconhecida como um transtorno psicológico, ainda não existe uma lista fixa de sintomas, existindo apenas vários formulários diversos que ajudam a pessoa a entender se pode ter algum nível de dependência para com o celular. (...) 

Como evitar a dependência

Para tentar combater a nomofobia há algumas orientações que podem ser seguidas todos os dias:


Ter vários momentos durante o dia em que não se está com o celular e se dá preferência para conversas frente a frente;

• Diminuir progressivamente o uso do celular;

• Não utilizar o celular nos primeiros 30 minutos após acordar e nos últimos 30 minutos antes de dormir;

• Colocar o celular para carregar numa superfície longe da cama;

• Desligar o celular durante a noite. 


    Quando já existe algum grau de dependência, pode ser necessário consultar um psicólogo para iniciar terapia, que pode incluir vários tipos de técnicas para tentar lidar com a ansiedade gerada pela falta do celular, como ioga, meditação guiada ou visualização positiva.


(Fonte: https://www.tuasaude.com/nomofobia/ - Adaptado)
"Normalmente a nomofobia é identificada principalmente em pré-adolescentes e adolescentes, já que são os que mais consomem esse tipo de tecnologia e permanecem mais tempo nas redes sociais."

O trecho acima foi reescrito de várias maneiras. Assinale a alternativa em que a forma reescrita se mantém com o MESMO sentido básico original da sentença.
Alternativas
Q3734386 Português
Texto


NOMOFOBIA: O QUE É, SINTOMAS E COMO EVITAR


Manuel Reis


    A nomofobia é um termo que descreve o medo de ficar sem contato com o celular, sendo uma palavra derivada da expressão inglesa "no mobile phone phobia". Este termo não é reconhecido pela comunidade médica, mas tem sido utilizado e estudado desde 2008 para descrever o comportamento de dependência e os sentimentos de angústia e ansiedade que algumas pessoas demonstram quando não têm o celular por perto.

    Normalmente a nomofobia é identificada principalmente em pré-adolescentes e adolescentes, já que são os que mais consomem esse tipo de tecnologia e permanecem mais tempo nas redes sociais.

    Por ser uma fobia, nem sempre é possível identificar a causa que leva a pessoa a sentir ansiedade por estar longe do celular, mas, em alguns casos, esses sentimentos são justificados com o medo de não conseguir saber o que está acontecendo no mundo ou de necessitar de assistência médica e não ter como pedir ajuda.

Principais sintomas

Alguns sinais que podem ajudar a identificar que se tem nomofobia incluem:


• Sentir ansiedade quando se fica muito tempo sem usar o celular;

• Necessitar fazer várias pausas no trabalho para utilizar o celular;

• Nunca desligar o celular, mesmo para dormir;

• Acordar no meio da noite para ir ao celular;

• Carregar frequentemente o celular para garantir que se tem sempre bateria;

• Ficar muito chateado quando se esquece o celular em casa;

• Verificar o telefone frequentemente para ver se tem notificações;

• Ansiedade quando está em um ambiente sem sinal de internet;

• Levar o carregador de telefone para todos os lugares por medo de a bateria acabar.


    Além disso, outros sintomas físicos que parecem estar associados aos sinais nomofobia são os de vício, como aumento do batimento cardíaco, sensação de transpiração excessiva, agitação e respiração rápida.

    Uma vez que a nomofobia ainda está sendo estudada e não é reconhecida como um transtorno psicológico, ainda não existe uma lista fixa de sintomas, existindo apenas vários formulários diversos que ajudam a pessoa a entender se pode ter algum nível de dependência para com o celular. (...) 

Como evitar a dependência

Para tentar combater a nomofobia há algumas orientações que podem ser seguidas todos os dias:


Ter vários momentos durante o dia em que não se está com o celular e se dá preferência para conversas frente a frente;

• Diminuir progressivamente o uso do celular;

• Não utilizar o celular nos primeiros 30 minutos após acordar e nos últimos 30 minutos antes de dormir;

• Colocar o celular para carregar numa superfície longe da cama;

• Desligar o celular durante a noite. 


    Quando já existe algum grau de dependência, pode ser necessário consultar um psicólogo para iniciar terapia, que pode incluir vários tipos de técnicas para tentar lidar com a ansiedade gerada pela falta do celular, como ioga, meditação guiada ou visualização positiva.


(Fonte: https://www.tuasaude.com/nomofobia/ - Adaptado)
Em relação ao texto acima, é CORRETO afirmar que ele é predominantemente
Alternativas
Respostas
29721: D
29722: D
29723: D
29724: C
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29726: B
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