Questões de Concurso Sobre gêneros textuais em português

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Q4111272 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Entrevista de emprego


Os ponteiros marcavam três e quinze. José Neto encarava a maçaneta à sua frente. Sentado numa poltrona estofada, balançava a perna; o suor lustrava-lhe a testa. Ajeitou-se na poltrona, sentindo o couro colar-lhe à pele. A sala parecia encolher enquanto sua ansiedade crescia.

Contornou o batente de madeira com o olhar e voltou à maçaneta imóvel. Deixou a pasta ao lado: dentro dela, o currículo que poderia decidir seus próximos meses e anos. Criava, por instantes, cenários de melhora de vida, mas a maçaneta seguia imóvel.

Mudou de posição várias vezes, tenso. Ajustou a camisa, ergueu o cinto e tentou respirar alguma confiança. Encarou novamente a maçaneta, certo de que abriria logo. Suspirou.

Então, a porta abriu. Dois homens saíram sorridentes, apertando mãos com a segurança de quem sabe o que diz. Um deles consultou o relógio, virou-se para o próximo candidato e disse: "Opa, João Neto? Então, aquele homem que acabou de sair nos agradou muito. Nada contra você... Boa sorte da próxima vez." Fechou a porta.

José Neto sentou-se de volta na poltrona, buscando conforto no estofamento de couro — desta vez, sem pressa de levantar.

Texto Adaptado

GONZAGA, Túlio. Entrevista de emprego. In: Portal de Livros Abertos da USP. São Paulo: Universidade de São Paulo, [s.d.]. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 512/1378/5380 . Acesso em: 16 nov. 2025.
O conto "Entrevista de emprego", de Túlio Gonzaga, apresenta uma estrutura marcada por progressão temporal e foco psicológico. Com base na classificação dos gêneros e tipos textuais segundo a tradição linguística e normativa, assinale a alternativa correta quanto à tipologia predominante e ao gênero textual do fragmento.
Alternativas
Q4109152 Português

Leia o Texto 1 para responder à questão.


Texto 1


Lenda da Araucária: árvore sagrada do Sul


    Nas terras altas do Sul do Brasil, entre serras e florestas, a araucária é considerada uma árvore sagrada, pois nela reside o espírito dos antigos que protege o povo e a floresta.


    Conta-se que, tempos atrás, um grande espírito da natureza desejou presentear os homens com uma árvore que oferecesse alimento e abrigo, além de representar a força da vida e da renovação.


    Assim, foi criada a araucária, cuja semente, o pinhão, tornou-se alimento precioso para o povo indígena. A ave gralha-azul, símbolo da região, passou a enterrar os pinhões, garantindo o nascimento das novas árvores e o equilíbrio da floresta.


    Desde então, a araucária é celebrada como a guardiã da vida e da memória do povo indígena do Sul, um elo entre a terra, o céu e as gerações futuras.


Adaptado de: Júnia Ferreira Furtado, Povos Indígenas do Sul do Brasil: Culturas, Lendas e Tradições (2009).

Considerando o gênero textual apresentado no Texto 1, assinale a alternativa correta a respeito da definição de lenda e de sua finalidade no contexto do folclore indígena.
Alternativas
Q4108518 Português

Texto 1


Escola de Parobé (RS) engaja comunidade na educação ambiental

 

Um corredor verde junto ao muro da escola foi a proposta eleita para representar a Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Idalino Pedro da Silva, localizada em Parobé (RS), nas atividades da VI Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente (CNIJMA). Concebida por uma turma de estudantes da escola, a faixa de grama foi pensada para aumentar a permeabilidade do solo e a infiltração da água, diminuindo alagamentos e facilitando o acesso à instituição de ensino. A presença de árvores nativas no local também contribuiria para melhorar questões térmicas dentro das salas de aulas.

A elaboração desses problemas e de uma solução ambiental para eles foi possível devido à participação da escola na etapa Conferência na Escola, da VI CNIJMA. Até o dia 30 de junho, 61.806 escolas públicas e particulares de todo o país podem participar da etapa de conferência. A única exigência é ter ao menos uma turma dos anos finais do ensino fundamental (6º ao 9º ano). No Brasil, esse universo de escolas tem potencial para mobilizar mais de 775 mil professores e nove milhões de estudantes. Em 2025, o tema da CNIJMA é “Vamos transformar o Brasil com educação e justiça climática”.

 

Adaptado de: https://www.gov.br/mec/ptbr/assuntos/noticias/2025/maio/escola-de-parobe-rs-engajacomunidade-na-educacao-ambiental. Acesso em: 10 ago. 2025.

É correto afirmar que o Texto 1 pertence ao gênero textual notícia, pois tem como principal finalidade
Alternativas
Q4104856 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão

TEXTO I
Menos é mais?

Alessandra Aragão

Essa corrida constante nos torna, de fato, mais felizes? O que realmente ganhamos ao acumular tanto?

Vivemos em um mundo de excessos. Gavetas abarrotadas, agendas lotadas, mentes sobrecarregadas de informações. A todo momento, buscamos mais: mais sucesso, mais reconhecimento, mais coisas. Mas essa corrida constante nos torna, de fato, mais felizes? O que realmente ganhamos ao acumular tanto?

O minimalismo propõe um olhar diferente: menos pode ser mais. Não se trata apenas de reduzir posses, mas de reavaliar o que realmente importa. Como disse Henry David Thoreau, “nossa vida é desperdiçada em detalhes... simplifique, simplifique”.

Pesquisas apontam que o acúmulo excessivo impacta diretamente nosso bem‑estar. Um estudo conduzido pelo Centro de Vidas Cotidianas de Famílias (CELF), da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), acompanhou famílias americanas para entender como o ambiente doméstico influencia o bem‑estar. Os resultados mostraram que casas desorganizadas estão associadas a altos níveis de cortisol, o hormônio do estresse. Quanto mais acumulamos, maior tende a ser nossa ansiedade. O que sua casa diz sobre você? Seu ambiente traz paz ou sobrecarga? Mas essa sobrecarga não se limita ao material.

O neurocientista Daniel Levitin, autor de “A mente organizada”, explica que o excesso de informação drena nossa capacidade de concentração e decisão. Quando tudo exige nossa atenção, perdemos a clareza sobre o que é essencial. Como você tem usado sua atenção? O que merece prioridade em sua vida?

Talvez seja hora de uma pausa para reflexão. Você possui as coisas ou as coisas possuem você? O que há em excesso na sua vida que rouba sua paz? O essencial não se encontra no acúmulo, mas na escolha. Se você tivesse que reduzir sua vida ao que realmente importa, o que permaneceria?

Minimalismo não é escassez, mas intenção. Na prática, significa fazer escolhas mais conscientes: manter apenas o que agrega valor — sejam objetos, compromissos ou relações; priorizar experiências significativas em vez de bens materiais; criar espaços físicos e mentais mais leves, eliminando excessos que geram estresse.

Barry Schwartz, no livro “O paradoxo da escolha”, destaca que o excesso de opções pode levar à insatisfação e até à paralisia decisória. Diante de tantas possibilidades, podemos nos sentir perdidos, incapazes de valorizar plenamente o que já temos. Um exemplo disso é Steve Jobs, que adotava um guarda‑roupa simples para evitar a fadiga decisória. Ao reduzir escolhas triviais, direcionava sua energia ao que realmente importava. E você? Quanta energia está desperdiçando tentando administrar o excesso?

O designer alemão Dieter Rams sintetizou essa ideia ao afirmar: “menos, porém melhor”. Não se trata apenas de reduzir, mas de priorizar o que realmente tem valor. Esse princípio pode ser aplicado em diversas áreas da vida. No trabalho: priorizar qualidade em vez de quantidade. Nos relacionamentos: valorizar conexões verdadeiras, deixando de lado laços superficiais. No tempo livre: desfrutar o lazer, reduzir distrações digitais e redescobrir o prazer da simplicidade.

Nesse sentido, Dostoiévski nos lembra que “o segredo da existência humana não está apenas em viver, mas em saber pelo que se vive”. O minimalismo nos convida a essa reflexão, ajudando‑nos a eliminar os excessos que obscurecem o que realmente tem significado.

Ser minimalista não significa renunciar a tudo, mas viver com mais intenção. Onde você pode trazer mais simplicidade para sua rotina? Quais excessos estão pesando sobre sua vida?

No final, não somos definidos pelo que possuímos, mas pelo espaço que criamos para o que realmente importa. Talvez seja a hora de abrir mão de um hábito desgastante, um pensamento que já não te serve mais ou um compromisso sem propósito.

Que tal começar agora?


Estado de Minas, Bem Viver, 24 abr. 2025, p. 33 (adaptado).
O texto “Menos é mais?”, de Alessandra Aragão, trata do minimalismo como proposta de vida e bem‑estar.
Considerando a tipologia textual e os gêneros discursivos de circulação social, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q4098428 Português
TEXTO

CAMPEONATO DE FUTEBOL

Então era um destes dias ensolarados de domingo e meu sobrinho batia bola contra a parede, que voltava até ele conforme a velocidade dos seus pés. Lembramos da sua viagem para Bento Gonçalves quando participou de um campeonato de futebol. A Copa Inovação Gaúcha de Futebol edição 2017, 14º fase classificatória.

Seu time havia disputado uma partida antes e perdido: Esporte Clube Cruzeiro 0x1 Clube Esportivo, na cidade de Cachoeirinha RS. Nesse jogo, o campo estava com muita água, porém, não havia barro. Com as dificuldades em campo, acabaram tomando um gol no segundo tempo. A adolescência é como um campeonato de futebol. Há momentos cansativos e momentos de glória. Começamos a nos interessar pelas pessoas, umas vêm e quando outras se vão, sofremos o gol. Então, parece que tudo está acabado, mas é apenas o começo. Em seguida, bola em campo e tudo recomeça na expectativa de virar o placar.

A viagem a Bento Gonçalves tornou-se prazerosa, com a vista de muitos arvoredos no trajeto. A zoeira dos guris dentro ônibus, as risadas, músicas e batidas nos bancos. Conhecida como a capital brasileira da uva e do vinho, o que lembra o nome do estádio: Parque Esportivo Montanha dos Vinhedos. Naquele estádio profissional, de grama boa, a motivação para jogar estava estampada no semblante dos jovens jogadores.

Na partida de Bento Gonçalves, apesar de ganharem: Clube Cruzeiro 3x0 Clube Esportivo, o time do meu sobrinho não levantou a taça. Mas a alegria do primeiro gol de cabeça, outro de pênalti e o último que desviou o goleiro, mostrou a eles a importância de entender a vida e quem faz o jogo. Ele é feito por nós. O medo de enfrentar algo novo é semelhante ao que acontece antes da partida. O friozinho na barriga. Alguns vão te criticar e outros te exaltar, o mesmo acontece com a torcida no estádio, que xinga e aplaude. Seus amigos são como “volantes capitães”, enfrentarão os adversários com dribles, toques e passes, correndo pelo campo e até enfrentarão o árbitro se for preciso. É correto afirmar que os verdadeiros estarão sempre ao seu lado. Existem situações em nossa vida que chegam para nos derrubar em campo com suas faltas. Precisamos driblá-las e, se não conseguirmos e tivermos que cair, nos levantaremos mais fortes e sempre com o pensamento em frente, aprendendo e progredindo enquanto pessoas.

Cristiane Luz
Disponível em:
<https://www.editorametamorfose.com.br/textos/7518/cronicacampeonato-de-futebol>. Acesso em: 15 de Setembro de 2025.
O tipo de gênero textual predominante no texto é 
Alternativas
Q4092026 Português
Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) de Língua Portuguesa concebem a produção de textos como prática social. Assinale a alternativa que complementa essa visão de forma coerente com as diretrizes dos PCNs.
Alternativas
Q4089035 Português
IA e meio ambiente em Elias Canetti
José Roberto Castilho Piqueira 

    Quando chega o recesso de meio de ano das atividades didáticas, sou atraído para leituras que, preferencialmente, afastem-se do pensar profissional diário que aguçam meu gosto pela tentativa de posicionar a engenharia na vida do planeta, não como mera realizadora de obras, mas como agente colaborador na sua preservação. Fico folheando os jornais e olhando estantes de livrarias, hábitos considerados antiquados, em busca de possíveis leituras agradáveis. Sigo conselhos de amigos, desde que não indiquem livros de autoajuda, e gosto de ouvilos comentando e debatendo as ideias.

    Nessa lida, encontrei “A consciência das palavras”, coleção de escritos de Elias Canetti (1905-1994), romancista e ensaísta búlgaro-britânico, Prêmio Nobel de Literatura em 1981. Fui atraído pelo título, pois uma de minhas preocupações é sobre a influência da inteligência artificial (IA) na produção intelectual contemporânea. Não tenho dúvidas sobre a boa ajuda que esses métodos podem dar na produção de textos, aulas e planos de trabalho. Entretanto, acredito nisso como atividade auxiliar e colaborativa, uma vez que as palavras e ideias que provêm da atividade consciente carregam criatividade e sensibilidade, atributos aparentemente subjetivos, talvez não atingíveis in silico.

    A obra, datada de 1974, traz no preâmbulo a ideia da interpenetração entre o público e o privado, com algumas consequências sociais preocupantes. Hoje, 50 anos depois, vivenciamos a proliferação de redes sociais, dotadas de algoritmos, com grande risco à integridade e à privacidade dos indivíduos. Os benefícios do grande desenvolvimento tecnológico e computacional são inegáveis. O lado ruim, como adverte Canetti, é a conquista rápida desses meios por inimigos do planeta com propagação de boatos e de ideias deletérias de grande alcance.
 
    Ao longo do livro, Canetti apresenta uma sequência de ensaios sobre importantes figuras da história, entre elas Kafka, Confúcio, Tolstói e Büchner, começando pelo escritor austríaco Hermann Broch (1886-1951), considerado um dos principais modernistas de todos os tempos. Canetti identifica em Broch o que denomina memória respiratória, enaltecendo que a vida diária é feita de uma mistura de respirações em um ar que é nosso último bem comum, que cabe a todos indistintamente. Essa reflexão parece fundamental para a sociedade, convidando-a a uma importante discussão sobre os problemas ambientais que nos cercam. Até o momento, não havia me dado conta do fato de que quem polui invade e prejudica um bem público, isto é, aquilo que pertence a todos.

    Em capítulo seguinte, o dramaturgo Karl Kraus (1874-1936), considerado satirista e panfletário, é evocado. Fundador e único redator da revista Die Fackel (A Tocha), Kraus era crítico ferrenho da moral burguesa da época. Canetti descreve uma palestra de Kraus realizada em Viena, em 1924, ressaltando o espírito arrebatador do orador, levando a audiência ao êxtase por meio de uma impiedosa perseguição aos desafetos expressa nos discursos. Considerado como o mago furioso, ao combinar literalidade e indignação, Kraus criava importante sinergia entre suas emoções e as da plateia. Fico imaginando como os algoritmos e redes sociais de hoje criaram e multiplicaram esse estilo de oratória, para o bem e para o mal.

    Passando por uma análise bastante aguda e interessante da obra de Franz Kafka (1883-1924), chego ao capítulo sobre Confúcio (552 a.C.-489 a.C.) e aprendo que hesitação e reflexão precedem e acompanham boas respostas a questões relevantes, divergindo da busca por rapidez e de terceirização de raciocínio para as máquinas. Para Confúcio, a felicidade sem fim está na busca pelo conhecimento, não admitindo o ser humano como ferramenta, ressaltando a memória dos mortos para a consolidação de caminhos para o entendimento da natureza. 

    Em capítulo seguinte, Canetti apresenta aspectos da vida privada do autor de “Guerra e paz”, o consagrado escritor russo Leon Tolstói (1828-1910). Ressaltando que Tolstói jamais despreza um pensamento, uma experiência ou uma observação, Canetti relata ser ele proprietário de terras que, contra a vontade da família, divide-as para evitar conflitos e desejos que eventualmente pudessem causar. 

    Segue-se uma descrição dos diários do médico japonês Michihiko Hachiya (1903-1980), sobrevivente do bombardeio atômico de Hiroshima em agosto de 1945, publicados como “Diário de Hiroshima”, em 1955. Canetti escreve que não há nesse diário qualquer traço falso ou de vaidade e sim uma busca de explicar aquilo que, naquele momento, era inexplicável. Em meio aos mortos e feridos, Michihiko procura coletar peça por peça do ocorrido, transformando hipóteses em teorias a serem comprovadas. 

    Vou parar minha viagem por aqui. Pensando se nós, profissionais das áreas tecnológicas, estamos preocupados com a qualidade das palavras e dos pensamentos provenientes dos programas de IA e dos grupos hegemônicos que a manipulam. Além disso, se o ar respirável vai continuar a ser atacado e se a indústria da guerra continuará desprezando a vida, indiscriminadamente.

Disponível em: https://jornal.usp.br/articulistas/jose-roberto-castilhopiqueira/ia-e-meio-ambiente-em-elias-c anetti/. Acesso em: 03 out. de 2025.
Assinale a alternativa que apresenta o gênero textual a que pertence o texto “IA e meio ambiente em Elias Canetti”. 
Alternativas
Q3983195 Português
De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais de Língua Portuguesa, a prática pedagógica em relação à análise e reflexão sobre a língua “tem como objetivo principal melhorar a capacidade de compreensão e expressão dos alunos, em situações de comunicação escrita e oral” (BRASIL, 1998, p. 78). Indique a opção correta em relação às atividades epilinguísticas:
Alternativas
Q3895755 Português

No estudo da linguística textual, é fundamental distinguir 'tipologia textual' de 'gênero textual'. A tipologia refere-se a um conjunto finito de sequências linguísticas (como narração, descrição, argumentação, exposição, injunção) definidas por suas características estruturais e objetivos, como o tempo verbal predominante e a finalidade. Os gêneros textuais, por outro lado, são manifestações sociais e históricas concretas da linguagem (como carta, receita, notícia, editorial, bula de remédio), sendo incontáveis e adaptáveis às necessidades comunicativas da sociedade. Um mesmo gênero pode mesclar diferentes tipologias, embora uma geralmente predomine.


Assim, analise as afirmativas a seguir sobre a correta distinção e aplicação desses conceitos:



I. Um manual de instruções para montagem de um equipamento de acessibilidade é um exemplo de gênero textual cuja tipologia predominante é a injuntiva, focada em instruir o leitor a realizar ações.


II. A tipologia dissertativo-argumentativa e a expositiva são sinônimas, pois ambas visam apresentar informações sobre um tema, como ocorre no gênero textual "artigo científico".


III. O gênero textual "crônica" frequentemente mescla a tipologia narrativa (ao relatar fatos do cotidiano) com a dissertativa (ao tecer reflexões pessoais sobre esses fatos).



Está correto o que se afirma em:

Alternativas
Q3894952 Português
No estudo da linguística textual, é fundamental distinguir 'tipologia textual' de 'gênero textual'. A tipologia refere-se a um conjunto finito de sequências linguísticas (como narração, descrição, argumentação, exposição, injunção) definidas por suas características estruturais e objetivos, como o tempo verbal predominante e a finalidade. Os gêneros textuais, por outro lado, são manifestações sociais e históricas concretas da linguagem (como carta, receita, notícia, editorial, bula de remédio), sendo incontáveis e adaptáveis às necessidades comunicativas da sociedade. Um mesmo gênero pode mesclar diferentes tipologias, embora uma geralmente predomine.
Assim, analise as afirmativas a seguir sobre a correta distinção e aplicação desses conceitos:

I.Um manual de instruções para montagem de um equipamento de acessibilidade é um exemplo de gênero textual cuja tipologia predominante é a injuntiva, focada em instruir o leitor a realizar ações.
II.A tipologia dissertativo-argumentativa e a expositiva são sinônimas, pois ambas visam apresentar informações sobre um tema, como ocorre no gênero textual "artigo científico".
III.O gênero textual "crônica" frequentemente mescla a tipologia narrativa (ao relatar fatos do cotidiano) com a dissertativa (ao tecer reflexões pessoais sobre esses fatos).

Está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3894699 Português

No estudo da linguística textual, é fundamental distinguir 'tipologia textual' de 'gênero textual'. A tipologia refere-se a um conjunto finito de sequências linguísticas (como narração, descrição, argumentação, exposição, injunção) definidas por suas características estruturais e objetivos, como o tempo verbal predominante e a finalidade. Os gêneros textuais, por outro lado, são manifestações sociais e históricas concretas da linguagem (como carta, receita, notícia, editorial, bula de remédio), sendo incontáveis e adaptáveis às necessidades comunicativas da sociedade. Um mesmo gênero pode mesclar diferentes tipologias, embora uma geralmente predomine.


Assim, analise as afirmativas a seguir sobre a correta distinção e aplicação desses conceitos:



I. Um manual de instruções para montagem de um equipamento de acessibilidade é um exemplo de gênero textual cuja tipologia predominante é a injuntiva, focada em instruir o leitor a realizar ações.


II. A tipologia dissertativo-argumentativa e a expositiva são sinônimas, pois ambas visam apresentar informações sobre um tema, como ocorre no gênero textual "artigo científico".


III. O gênero textual "crônica" frequentemente mescla a tipologia narrativa (ao relatar fatos do cotidiano) com a dissertativa (ao tecer reflexões pessoais sobre esses fatos).  



Está correto o que se afirma em:

Alternativas
Q3806088 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Adolescentes do ano 2000


    Elas se telefonam, se bipam, marcam encontros e se reúnem nervosas diante da escrivaninha, cadernos e livros abertos e espalhados. Não devo dizer escrivaninha, é termo da minha adolescência, e entre a minha e a da minha filha se passaram 47 anos, o Brasil mudou, as palavras mudaram. No entanto, alguma coisa permanece imutável. Percebo ao passar pelo corredor, vendo-as no quarto, deitadas no chão, sentadas à escrivaninha, livros e cadernos compulsados, sofregamente. Não, não se diz caderno, e sim fichário. Elas estão ansiosas, inquietas. São dias de prova. O clima é o mesmo da minha adolescência. Na aula a atenção se dirigia pouco ao professor. A menos que fosse criativo e soubesse segurar a classe. Se houvesse, como hoje, jovens professores, as meninas gostariam mais. Por que nossos professores pareciam velhos e sisudos?

    Nas vésperas das provas, os estoques de Pervitin esgotavam-se nas farmácias. Era preciso passar a noite acordado. Podíamos comprar Pervitin sem receita. Mas ninguém se viciava, pois era apenas para as provas. A ansiedade que essas meninas sentem é a mesma que sofríamos. Uma angústia que as deixa desatentas, irritadas. Viram e reviram páginas do livro, apostilas, pulam de um ponto ao outro, sem concentração. Como todos fizemos, menos os CDFs. Esses sabiam e sabem tudo. De que matéria orgânica são feitos? Chegava um momento, na véspera da prova, que cada um decidia aprender bem um único ponto e jogar na sorte. Era a Mega Sena educacional. (...)

    Há uma diferença entre essa geração e a minha. A atual não recorre aos poderes superiores. Nunca as vi rezando. Nem pondo sobre a mesa santinhos de Santo Expedito ou São Roque. Contam com elas mesmas. Na minha época, dia de exame final, era uma romaria à igreja. Findos os estudos, a vida seria leve. Como supor que o coração jamais descansa? Os santos recebiam com o olhar complacente as promessas que, sabiam, seriam esquecidas. (...) Chegamos ao ano 2000 e nada mudou! Mesmo tendo tudo mudado. A adolescência será sempre uma e indivisível! Sofredora e feliz. Assim, carregamos a vida toda um coração adolescente, dolorido um dia, sorridente no outro.


BRANDÃO, Ignácio de Loyola. Adolescentes do ano 2000. Disponível em .<https://www.professorcadu.com.br/blog/adoles
centes-do-ano-2000/1>.
Em relação ao texto “Adolescentes do ano 2000”, é correto afirmar que se trata de um(a):
Alternativas
Q3806069 Português
No desenvolvimento da competência de leitura nos anos iniciais, o professor utiliza diversos gêneros textuais. Entre as alternativas a seguir, assinale aquela que indica corretamente o gênero textual cujo principal objetivo é informar o leitor sobre um acontecimento recente, exigindo a compreensão dos fatos de maneira objetiva, e é veiculado nos meios de comunicação:
Alternativas
Q3806049 Português
No ensino dos gêneros textuais, um texto estruturado em versos, com rimas e ritmo, que tem como principal função divertir ou emocionar e que geralmente é encontrado em livros de poesia, é classificado como:
Alternativas
Q3801447 Português
O conceito de gênero textual, ao reconhecer que os textos se organizam de acordo com as situações comunicativas e os propósitos a que se destinam, é fundamental para o ensino de língua portuguesa. A abordagem de gêneros textuais orais e escritos em sala de aula permite aos alunos compreender as particularidades de cada um, como a entrevista, o debate ou o e-mail, e desenvolver as competências necessárias para produzi-los e interpretá-los de forma eficaz, sem que haja, no entanto, a necessidade de se diferenciar as estratégias de ensino para cada modalidade, visto que as habilidades linguísticas são universalmente aplicáveis a todos os gêneros.
Alternativas
Q3801441 Português
Situação hipotética: Em uma aula de produção textual, um professor propõe a escrita de um artigo de opinião sobre um tema polêmico, orientando os alunos a utilizarem argumentos fortes e bem fundamentados. Assertiva: A ênfase na argumentação e na defesa de um ponto de vista específico coaduna-se plenamente com a perspectiva da língua como interação, pois a produção de um artigo de opinião não apenas exige o domínio dos recursos linguísticos para persuadir o interlocutor, mas também a capacidade de dialogar com diferentes ideias e refutar contra-argumentos, promovendo o desenvolvimento do senso crítico e ético dos estudantes.
Alternativas
Q3788907 Português
ISOLAR CRIANÇAS EM ESCOLAS ESPECIAIS É RETROCESSO HUMANO E SOCIAL

Jairo Marques

        Ressurgem no Congresso Nacional e no âmbito do governo federal discussões para que o Brasil volte a adotar o modelo de escolas especiais exclusivas para crianças com deficiência, sobretudo para aquelas com comprometimentos cognitivos severos ou com comportamento que foge muito ao que se tem de padrão: um aluno calado, sentado na carteira escolar e que não dá trabalho.

        Depois de décadas de discussão, o país passou a adotar a escola do “todos juntos”, em que, independentemente das características físicas, sensoriais ou intelectuais de um pequeno, ele estará na sala de aula ao lado das demais crianças, aprendendo a seu modo, com apoio dos instrumentos pedagógicos e da tecnologia possível para lhe dar o suporte necessário a compreender conteúdos.

        Neste modelo, que é moderno e que conversa com a realidade das nações com os melhores desempenhos educacionais do planeta, a preocupação maior recai sobre a criança e a construção de suas experiências humanas, de relacionamento, de criação de estratégias para o convívio social e todos os seus desafios, majorados obviamente pela deficiência.

        Na escola inclusiva, a menina down tem visibilidade em seu modo de atuar, o menino com autismo mostra que há outras maneiras de interação e o garoto surdo pode expandir a cultura de usar os sinais durante a comunicação. Criança não precisa de gueto, criança precisa mergulhar por mares de pluralidades para encontrar-se como indivíduo. Porém, aspectos que guardam relação com a proteção, com o conteudismo educacional, com um suposto abandono da criança com deficiência na escola têm apelo fortíssimo em corações que, até hoje, veem a diferença com piedade, com assistencialismo, não como característica humana.

        Um pequeno com nanismo precisa de uma escola só de anões para não sofrer bullying. Mas, a lógica não seria ensinar aos alunos sem nanismo o respeito ao próximo, os valores do diverso, os efeitos da violência emocional tanto para o agressor como para o agredido?

         Outro argumento flácido e repetitivo contra o todos juntos na educação é que aquela menina com paralisia cerebral não entende matemática, é mais lenta para escrever e não acompanha a turma.

        Por trás desse raciocínio, está a punição pelo não enquadramento em modelos, o desrespeito à capacidade de cada um de absorver conhecimento de maneira distinta e a necessidade de uniformizar o que é potencialmente mais vantajoso para todos sendo multiforme.

        O que vejo como mais brutal nesse pensamento de apartamento escolar é não enxergar os ranços, o atraso e os prejuízos que a escola especial trouxe para diversas gerações de pessoas com deficiência – guardados os devidos méritos pela assistência oferecida no passado.

        O isolamento faz perpetuar o pensamento da inviabilidade da vida em sociedade, cria estigmas, cria medos, cria asco de reações desconhecidas, cria subumanos.

        Legitimar que a diversidade tenha o direito à educação exercido em campos de exclusividade às avessas –ou alguém vai colocar seu filho todo fofinho para estudar onde só há crianças tachadas de superagitadas? – é permitir que da infância sejam tragados seus poderes de adaptação, de germinar vínculos múltiplos, de fomento à criatividade.

        Na escola em que a invisibilidade dos alunos impera, é mais simples controlar cobranças, de criar métricas qualitativas e de não chamar a atenção. É mais simples de apaziguar pais preocupados com a assistência a seus filhos, porque, em último grau, sempre poderá ser dito: ali é o lugar dele. Mas, o lugar da diversidade é onde ela bem entender. De preferência, em todos os lugares.

Disponível em: https://assimcomovoce.blogfolha.uol.com.br/
A organização do texto, com uso de perguntas retóricas, exemplos concretos e estratégias argumentativas recorrentes, demonstra domínio do gênero textual e contribui para o desenvolvimento da competência discursiva dos leitores, segundo as diretrizes do ensino de produção textual com base nos gêneros sociais.
Alternativas
Q3788904 Português
ISOLAR CRIANÇAS EM ESCOLAS ESPECIAIS É RETROCESSO HUMANO E SOCIAL

Jairo Marques

        Ressurgem no Congresso Nacional e no âmbito do governo federal discussões para que o Brasil volte a adotar o modelo de escolas especiais exclusivas para crianças com deficiência, sobretudo para aquelas com comprometimentos cognitivos severos ou com comportamento que foge muito ao que se tem de padrão: um aluno calado, sentado na carteira escolar e que não dá trabalho.

        Depois de décadas de discussão, o país passou a adotar a escola do “todos juntos”, em que, independentemente das características físicas, sensoriais ou intelectuais de um pequeno, ele estará na sala de aula ao lado das demais crianças, aprendendo a seu modo, com apoio dos instrumentos pedagógicos e da tecnologia possível para lhe dar o suporte necessário a compreender conteúdos.

        Neste modelo, que é moderno e que conversa com a realidade das nações com os melhores desempenhos educacionais do planeta, a preocupação maior recai sobre a criança e a construção de suas experiências humanas, de relacionamento, de criação de estratégias para o convívio social e todos os seus desafios, majorados obviamente pela deficiência.

        Na escola inclusiva, a menina down tem visibilidade em seu modo de atuar, o menino com autismo mostra que há outras maneiras de interação e o garoto surdo pode expandir a cultura de usar os sinais durante a comunicação. Criança não precisa de gueto, criança precisa mergulhar por mares de pluralidades para encontrar-se como indivíduo. Porém, aspectos que guardam relação com a proteção, com o conteudismo educacional, com um suposto abandono da criança com deficiência na escola têm apelo fortíssimo em corações que, até hoje, veem a diferença com piedade, com assistencialismo, não como característica humana.

        Um pequeno com nanismo precisa de uma escola só de anões para não sofrer bullying. Mas, a lógica não seria ensinar aos alunos sem nanismo o respeito ao próximo, os valores do diverso, os efeitos da violência emocional tanto para o agressor como para o agredido?

         Outro argumento flácido e repetitivo contra o todos juntos na educação é que aquela menina com paralisia cerebral não entende matemática, é mais lenta para escrever e não acompanha a turma.

        Por trás desse raciocínio, está a punição pelo não enquadramento em modelos, o desrespeito à capacidade de cada um de absorver conhecimento de maneira distinta e a necessidade de uniformizar o que é potencialmente mais vantajoso para todos sendo multiforme.

        O que vejo como mais brutal nesse pensamento de apartamento escolar é não enxergar os ranços, o atraso e os prejuízos que a escola especial trouxe para diversas gerações de pessoas com deficiência – guardados os devidos méritos pela assistência oferecida no passado.

        O isolamento faz perpetuar o pensamento da inviabilidade da vida em sociedade, cria estigmas, cria medos, cria asco de reações desconhecidas, cria subumanos.

        Legitimar que a diversidade tenha o direito à educação exercido em campos de exclusividade às avessas –ou alguém vai colocar seu filho todo fofinho para estudar onde só há crianças tachadas de superagitadas? – é permitir que da infância sejam tragados seus poderes de adaptação, de germinar vínculos múltiplos, de fomento à criatividade.

        Na escola em que a invisibilidade dos alunos impera, é mais simples controlar cobranças, de criar métricas qualitativas e de não chamar a atenção. É mais simples de apaziguar pais preocupados com a assistência a seus filhos, porque, em último grau, sempre poderá ser dito: ali é o lugar dele. Mas, o lugar da diversidade é onde ela bem entender. De preferência, em todos os lugares.

Disponível em: https://assimcomovoce.blogfolha.uol.com.br/
A escolha pelo gênero opinativo, articulada à linguagem informal e emotiva, compromete a objetividade do texto e inviabiliza o seu uso como material de leitura crítica no processo de ensino-aprendizagem, especialmente em contextos de alfabetização científica ou formação cidadã.
Alternativas
Q3781532 Português
Papai e mamãe

        “Papai e mamãe resolvem isso para você”. Essa foi a frase que Pitter Jhonson mais ouviu em casa a vida inteira. Foi assim que não aprendeu a resolver nada sozinho. Os amigos eram servos, servos eram os professores, as namoradas serviam‑no e estavam a seu serviço todos, a exemplo dos pais.

        Aos 30 anos, descobriu que não foi jogar no Barcelona, não tem 10 milhões de seguidores em redes sociais e a vida não é um morango. Trabalhou até os 50 nas Lojas Americanas, quando encontrou uma mãe solteira e alcoólatra, com três filhos que o chamavam de pai. Viveram felizes para sempre, até os seus 63, quando morreu da hipertensão e do diabetes.

Internet:<folhadabaixada.com.br>  (com adaptações).

Quanto aos aspectos semânticos e de conteúdo do texto, julgue o item a seguir.


O texto pode ser entendido como pertencente ao gênero crônica, por ser uma narrativa curta, sobre assunto do cotidiano e em linguagem leve, acessível.

Alternativas
Q3761762 Português
O QUE É LINGUAGEM SIMPLES?

É uma técnica de comunicação utilizada para transmitir informações de maneira simples, objetiva e inclusiva, com a finalidade de facilitar a compreensão.

É a forma de estruturar o texto para o leitor encontrar facilmente o que procura, compreender o que encontrou e utilizar a informação, sem a necessidade da releitura do texto.

No Brasil, a primeira política pública para tratar exclusivamente do tema de Linguagem Simples surgiu em 2019 com a criação do Programa Municipal de Linguagem Simples da Prefeitura de São Paulo.

POR QUE USAR LINGUAGEM SIMPLES?

O público‑alvo da Secretaria de Educação é muito amplo. Temos crianças, adolescentes, pais, mães, avós. E ainda temos o público interno, servidores de várias áreas como administração, tecnologia, direito, pedagogia. É importante ter uma linguagem que todos os públicos possam compreender. Existem estudos que revelam a dificuldade de leitura dos brasileiros, o que deixa mais visível ainda a necessidade de adequação de linguagem: 3 a cada 10 brasileiros adultos têm dificuldade de entender textos simples (Todos Pela Educação, 2018).

As vantagens do emprego da linguagem simples são diversas:

• Garante a participação e o controle da gestão pública pela população.

• Reduz a necessidade de intermediários entre o governo e a população.

• É direito do usuário a adequada prestação de serviços.

• Dá foco nos cidadãos e na geração de valor.

• Facilita a comunicação interna e o entendimento das informações.

O QUE É PRECISO FAZER?

Adequar as mensagens, a linguagem, os documentos e os canais aos diferentes segmentos de público, de maneira simplificada e acessível.

• Empregue uma linguagem respeitosa, clara, acessível, inclusiva e de fácil compreensão.

• Dê preferência a palavras comuns e usadas no dia a dia. • Lembre‑se de que o texto pode ser lido por criança, adolescente, pessoa com deficiência ou transtornos.

• Sempre obedeça às regras gramaticais.

• Evite o uso de termos estrangeiros, jargões, termos técnicos e siglas desconhecidas.

• Use a linguagem simples no atendimento ao público e nos atos administrativos internos. Internet: (com adaptações).

Com base nas propriedades linguísticas do texto, julgue o item a seguir. 
Dadas as suas características textuais e linguísticas, o texto acima poderia fazer parte do gênero textual manual de instruções.
Alternativas
Respostas
121: A
122: E
123: A
124: A
125: A
126: B
127: A
128: A
129: D
130: A
131: A
132: B
133: E
134: D
135: E
136: C
137: C
138: E
139: C
140: E