Questões de Concurso Sobre funções morfossintáticas da palavra se em português

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Q95401 Português
Em, “Mas, se tudo isso for o objetivo, perde a graça, deixa de ser brincadeira.” (L. 15-16), o conectivo destacado estabelece, entre a ideia que introduz e a anterior, uma relação de
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Q94944 Português
“Toda obra de um homem, seja em literatura, música, pintura,
arquitetura ou em qualquer outra coisa, é sempre um auto-
retrato; e quanto mais ele tentar esconder-se, mais seu caráter
se revelará, contra sua vontade.”


(S. Butler)

“...e quanto mais ele tenta esconder-se...” / “...mais seu caráter se revelará...”.

As duas ocorrências do vocábulo SE, no trecho acima são vistas como:
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Q82122 Português
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Com base no texto acima, julgue os itens de a seguir

Em "tornou-se" (l.26), o pronome "se" indica voz passiva.
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Q82115 Português
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Com base no texto acima, julgue os itens de a seguir

Em "O país comprometeu-se" (l.13), o pronome "se" tem a função de sujeito indeterminado.
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Q65951 Português
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Considerando o texto acima, julgue os itens de 22 a 30.

Em "se manifestar" (L.6), o "se" indica sujeito indeterminado.
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Q49161 Português
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Malba Tahan. O homem que calculava, cap. XI, p. 53 (com adaptações).

A respeito das ideias e estruturas linguísticas do texto acima,
julgue os itens a seguir.
O pronome "se" pode ser retirado do período "Será possível medir-se a extensão do espaço?" (L.11-12), assim como pode ser acrescentado ao período "Será possível avaliar a eternidade?" (L.14), formando avaliar-se, mantendo-se ambos os períodos gramaticalmente corretos.
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Q47813 Português
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No texto acima, o pronome "se", em
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Q17843 Português
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Ainda com relação ao texto, julgue os itens a seguir.
Nas linhas 2 e 8, cada ocorrência da partícula se pertence a uma classe de palavra diferente.
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Q17457 Português
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Com referência às ideias e às estruturas linguísticas do texto
acima, julgue os próximos itens.
Em "devem se reportar" (Imagem 012.jpg..27), o pronome "se" indica sujeito indeterminado.
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Q16393 Português
Em relação ao texto II, assinale a alternativa correta.
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Q16383 Português
Assinale a alternativa em que a palavra "se" possui a mesma função sintática que em "que se situam no pelotão de frente da economia e do conhecimento" (linhas 5 e 6).
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Q14958 Português
Em relação ao uso das estruturas linguísticas do texto, assinale a opção correta.
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Q2961174 Português

Texto 1

Se você ainda não sabe qual é a sua verdadeira vocação, imagine a seguinte cena: Você está olhando pela janela, não há nada de especial no céu, somente algumas nuvens aqui e ali. Aí chega alguém que também não tem nada para fazer e pergunta: Será que vai chover hoje?

Se você responder "com certeza", a sua área é Vendas: o pessoal de Vendas é o único que sempre tem certeza de tudo.

Se a resposta for "sei lá, estou pensando em outra coisa", então a sua área é Marketing: o pessoal de Marketing está sempre pensando no que os outros não estão pensando.

Se você responder "sim, há uma boa probabilidade", você é da área de Engenharia: o pessoal da Engenharia está sempre disposto a transformar o universo em números.

Se a resposta for "depende", você nasceu para Recursos Humanos: uma área em que qualquer fato sempre estará na dependência de outros fatos. Se você responder "ah, a meteorologia diz que não", você é da área de Contabilidade: o pessoal da Contabilidade sempre confia mais nos dados do que nos próprios olhos. Se a resposta for "sei lá, mas por via das dúvidas eu trouxe um guarda-chuva", então seu lugar é na área Financeira, que deve estar sempre bem preparada para qualquer virada de tempo.

Agora, se você responder "não sei", há uma boa chance que você tenha uma carreira de sucesso e acabe chegando à diretoria da empresa. De cada 100 pessoas, só uma tem a coragem de responder "não sei" quando não sabe.

Os outros 99 sempre acham que precisam ter uma resposta pronta, seja ela qual for, para qualquer situação. "Não sei" é sempre uma resposta que economiza o tempo de todo mundo, e predispõe os envolvidos a conseguir dados mais concretos antes de tomar uma decisão.

Parece simples, mas responder "não sei" é uma das coisas mais difíceis de aprender na vida corporativa. Por quê? Eu sinceramente "não sei".

(Texto atribuído ao empresário Antonio Ermírio de Moraes, publicado na Revista Exame)

A palavra “Se”, que inicia sete parágrafos do texto, indica:

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Q2955938 Português


(Rodrigo Campos. http://www.webcomix.com.br/quadrizoom)

No segundo quadrinho, as ocorrências da palavra SE devem ser classificadas, respectivamente, como:

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Q2927177 Português

TEXTO I:

O Risadinha (I)

Seria melhor dizer que ele não teve infância. Mas não é verdade. Eu o conheci menino, trepando às árvores, armando alçapão para canários-da-terra, bodoqueando as rolinhas, rolando pneu velho pelas ruas, pegando traseira de bonde, chamando o professor Asdrúbal de Jaburu. Foi este último um dos mais divertidos e perigosos brinquedos da nossa infância: o velho corria atrás da gente brandindo a bengala, seus bastos bigodes amarelos fremindo sob as ventas vulcânicas.

Nestor, em suma, teve a meninice normal de um filho de funcionário público em nosso tempo, tempo incerto, pois os recursos da fazenda na província eram magros, e os pagamentos se atrasavam, enervando a população.

Seus companheiros talvez nem soubessem que se chamasse Nestor: era para todos o Risadinha. Falava pouco e ria muito, um riso de fato diminutivo, nascido de reservados solilóquios, quase sempre extemporâneo. Certa feita, na aula de francês, quando entoávamos em coro o presente do subjuntivo do verbo s`en aller, Risadinha pespegou uma bólide de papel bem na ponta do nariz do professor, que era muito branco, pedante a capricho e tinha o nome de Demóstenes. O rosto do mestre passou do pálido ao rubro das suas tremendas cóleras. Um dos seus prazeres, sendo-lhe vetado por lei castigar-nos com o bastão, era desafiar em cima do culpado uma série de insultos preciosos, que ele ia escandindo um por um, sem pressa e com ódio.

- Levante-se, seu Nestor! Sa-cri-pan-ta! Ne-gli-gen-te! Si-co-fan-ta! Tu-nan-te! Man-dri-ão! Ca-la-cei-ro! Pan-di-lha! Bil-tre! Tram-po-lei-ro! Bar-gan-te! Es-trói-na! Val-de-vi-nos! Va-ga-bun-do!...

Pegando a deixa da única palavra inteligível, Risadinha erguia o dedo no ar e protestava, com ar ofendido:

- Vagabundo, não, professor.

Era um artista do cinismo, e sua momice de inocência era de tal arte que até mesmo seu Demóstenes não conseguia conter o riso. Como também somente ele já arrancara uma gargalhada do padre-prefeito, um alemão da altura da catedral de Colônia, num dia em que vinha caminhando lento e distraído, fora de forma.

- Por que o senhorr não está na forma? – perguntou-lhe rosnando o padre, como se estivesse de promotor da Inquisição, diante de um herege horripilante.

- É porque estou com meu pezinho machucado, respondeu com doçura o Risadinha.

- E por que senhorr não está mancando?

Risadinha olhou com espanto para os seus próprios pés, começando a mancar vistosamente:

- Desculpe, seu padre, é porque eu tinha esquecido.

(CAMPOS, Paulo Mendes. O Risadinha (I). In: Para gostar e ler – Volume 2 – Crônicas. 7ª ed. Rio de Janeiro: Ática, p. 62-63.)

O vocativo é um termo independente de uma oração que serve para chamar, invocar. No texto “O Risadinha”, esse termo é identificado em

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Q2878782 Português

TEXTO I

Cabeludinho

Quando a Vó me recebeu nas férias, ela me apresentou aos amigos: Este é meu neto. Ele foi estudar no Rio e voltou de ateu. Ela disse que eu voltei de ateu. Aquela preposição deslocada me fantasiava de ateu. Como quem dissesse no Carnaval: aquele menino está fantasiado de palhaço. Minha avó entendia de regências verbais. Ela falava de sério. Mas todo-mundo riu. Porque aquela preposição deslocada podia fazer de uma informação um chiste. E fez. E mais: eu acho que buscar a beleza nas palavras é uma solenidade de amor. E pode ser instrumento de rir. De outra feita, no meio da pelada um menino gritou: Disilimina esse, Cabeludinho. Eu não disiliminei ninguém. Mas aquele verbo novo trouxe um perfume de poesia à nossa quadra. Aprendi nessas férias a brincar de palavras mais do que trabalhar com elas. Comecei a não gostar de palavra engavetada. Aquela que não pode mudar de lugar. Aprendi a gostar mais das palavras pelo que elas entoam do que pelo que elas informam. Por depois ouvi um vaqueiro a cantar com saudade: Ai morena, não me escreve / que eu não sei a ler. Aquele a preposto ao verbo ler, ao meu ouvir, ampliava a solidão do vaqueiro.

(BARROS, Manoel. Memórias inventadas: a infância. São Paulo: Planeta, 2003.)

“Quando a Vó me recebeu nas férias, ela me apresentou aos amigos: Este é meu neto.” Substituindo a oração em negrito por sua forma reduzida, obtemos:

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Ano: 2008 Banca: UDESC Órgão: FATMA Prova: UDESC - 2008 - FATMA - Sociólogo |
Q2857131 Português

No período As termoelétricas de carvão, que são as maiores responsáveis pela poluição do setor energético, podem ser reformuladas (linhas 2-3), a oração destacada é classificada como:

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Q2797797 Português

A CIÊNCIA-PROBLEMA


Há três séculos, o conhecimento científico não

faz mais do que provar suas virtudes de verificação e

de descoberta em relação a todos os outros modos

de conhecimento. É o conhecimento vivo que conduz

05 a grande aventura da descoberta do universo, da vida,

do homem. Ele trouxe, e de forma singular neste

século, fabuloso progresso ao nosso saber. Hoje,

podemos medir, pesar, analisar o Sol, avaliar o

número de partículas que constituem nosso universo,

10 decifrar a linguagem genética que informa e programa

toda organização viva. Esse conhecimento permite

extrema precisão em todos os domínios da ação,

até na condução de naves espaciais fora da órbita

terrestre.

15 Correlativamente, é evidente que o conhecimento

científico determinou progressos técnicos inéditos

como a domesticação da energia nuclear e os

princípios da engenharia genética. A ciência é,

portanto, elucidativa (resolve enigmas, dissipa

20 mistérios), enriquecedora (permite satisfazer

necessidades sociais e, assim, desabrochar

a civilização); é, de fato, e justamente, conquistadora,

triunfante.

E, no entanto, essa ciência elucidativa, enrique-

25 cedora, conquistadora e triunfante, apresenta- nos,

cada vez mais, problemas graves que se referem ao

conhecimento que produz, à ação que determina, à

sociedade que transforma. Essa ciência libertadora

traz, ao mesmo tempo, possibilidades terríveis de

30 subjugação. Esse conhecimento vivo é o mesmo que

produziu a ameaça do aniquilamento da humanida-

de. Para conceber e compreender esse problema,

há que acabar com a tola alternativa da ciência “boa”,

que só traz benefícios, ou da ciência “má”, que só

35 traz prejuízos. Pelo contrário, há que, desde a parti-

da, dispor de pensamento capaz de conceber e de

compreender a ambivalência, isto é, a complexida-

de da ciência.


MORIN, Edgard. Ciência com consciência. 3.ed. rev. e aum. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1999 (adaptado).

No fragmento “que se referem ao conhecimento” (L. 26/27), a colocação do pronome oblíquo SE corresponde ao que preceitua a língua padrão. A opção em que os pronomes oblíquos foram adequadamente colocados é:

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Q2790460 Português

TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 05.


Amizades focalizadas na coerência


Analisar anúncio de classificados de jornal impresso da seção Amizades é particularizar mais um gênero, muito usual nos dias de hoje, com o diferencial de colocar em cena questões de ordem social e um tema de delicado tratamento no âmbito das relações familiares.
No gênero textual classificados de jornal, integrante do campo jornalístico (impresso), encontram-se várias seções: emprego, carro, celular, imóvel, amizades, entre outras. Percebe-se que ao analisar a seção Amizades, observa-se o fenômeno da focalização, mais especificadamente como a câmara do produtor do texto direciona o olhar do leitor a fim de que este aceite e realize o objetivo comunicativo daquele.
No gênero classificados de jornal, o narrador argumenta geralmente por meio da descrição (valendo-se de vários recursos como, por exemplo, da adjetivação) e, em geral, assume e simula situações que quer alcançar. Em suma, a quantidade e a qualidade da informação veiculada chamam a atenção do público a que se destina o texto. Nesse sentido, a focalização, como fator de coerência, tem dupla face, ou seja, tanto é produto de manipulação informativa quanto instância manipuladora. Além disso, ela é totalizadora - dá conta até da intimidade das pessoas que se anunciam (caracterizam seus atributos físicos, principalmente) e permite ao leitor criar imagens do que é anunciado. Neste particular, o que se percebe é uma “imagem de si”, ou seja, o anunciante (narrador) tece o texto conforme a imagem que deseja para si e em consonância com sua preocupação de conquistar o leitor. Assim, o narrador restringe o campo perceptivo e/ou informativo, quer por assumir uma visão exterior ao narrado (focalização externa), quer por assumir a percepção de uma “personagem” de cujos pensamentos eventualmente dão conta (focalização interna).


Essa análise permite dois exemplos, conforme os dois textos abaixo, retirados do jornal O Liberal do dia 20 de maio de 2007:




(ALVES, João Paulo Costa. Amizades focalizadas na coerência. Belém: UFPA, 2008)

Considere o seguinte enunciado: “...a fim de que este aceite e realize o objetivo comunicativo daquele.”. As palavras destacadas assumem que valor sintático.

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Q1642372 Português

Paciência  

                                                                                                                                                                    Arnaldo Jabor             


Assinale a alternativa em que o pronome SE tenha a mesma função sintática que em Acalme-se, linha 22.
Alternativas
Respostas
1581: B
1582: E
1583: E
1584: E
1585: E
1586: C
1587: C
1588: C
1589: E
1590: B
1591: C
1592: C
1593: B
1594: A
1595: C
1596: A
1597: C
1598: B
1599: C
1600: C