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Questões de Concurso Sobre funções morfossintáticas da palavra se em português

Foram encontradas 1.643 questões

Q301771 Português
A alternativa correta quanto à função do termo destacado em: “Ele se outorgou esse comportamento desde sua última promoção.” é:
Alternativas
Q301761 Português
Assinale a alternativa que contém a palavra “se” na função expletiva.
Alternativas
Q266203 Português
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A respeito dos aspectos sintáticos e semânticos do texto acima,
julgue os itens que se seguem.

No segmento “quando se consolidou o perfil das gramáticas” (L.9-10), o elemento sublinhado indica a reflexidade do verbo.
Alternativas
Q262599 Português
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Com relação aos sentidos e a aspectos morfossintáticos do texto
acima, julgue os itens que se seguem.

Em “se presos” (L.8), a partícula “se” confere ao período a noção de condição.

Alternativas
Q257886 Português
Em “Sabe-se” (L.21), o pronome “se” marca a forma verbal pronominal.

Alternativas
Q257873 Português
O emprego do pronome “se” em “se iniciou” (L.10) indica que o sujeito da oração em que esse pronome ocorre é indeterminado.

Alternativas
Q213398 Português
Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.

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Em “A gente SE declara apaixonado porque está apaixonado ou pelo prazer de SE apaixonar?”, a palavra SE exerce, respectivamente, a função de:
Alternativas
Q213292 Português
Texto para as questões de 5 a 8

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Com relação à estrutura gramatical do primeiro parágrafo do texto, assinale a opção correta.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: BRB Prova: CESPE - 2011 - BRB - Escriturário |
Q204418 Português



Com relação às estruturas linguísticas do texto acima, julgue os itens a seguir.


O emprego da partícula “se” em “se estabeleceram” (L.5) indica que o sujeito da oração é indeterminado.
Alternativas
Q204063 Português
Na frase “Comentava-se muito sobre aquela senhora misteriosa.” assinale a única alternativa correta quanto à função sintática do “ SE ”.
Alternativas
Q200653 Português
Texto III para resolver as questões 8 a 10.

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Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q200443 Português
No Texto lê-se: “A língua que falamos é um bem, se considerarmos “bens” “as coisas úteis ao homem”.

O termo negritado, segundo Cunha e Cintra (2009), tem o valor de um (a):
Alternativas
Q189120 Português
Considerando as relações morfossintáticas no texto bem como os recursos estilísticos nele empregados, julgue (C ou E) os itens subsequentes.

O trecho “uma obra que se desejava o menos imperfeita possível” (l.37-38) poderia ser reescrito, sem prejuízo gramatical ou de sentido para o texto, da seguinte maneira: uma obra que era desejada a menos possível imperfeita.
Alternativas
Q154618 Português
                                                       Um pouco de silêncio
Nesta trepidante cultura nossa, da agitação e do barulho, gostar de sossego é uma excentricidade.
Sob a pressão do ter de parecer, ter de participar, ter de adquirir, ter de qualquer coisa, assumimos uma infinidade de obrigações. Muitas desnecessárias, outras impossíveis, algumas que não combinam conosco nem nos interessam.
Não há perdão nem anistia para os que ficam de fora da ciranda: os que não se submetem mas questionam, os que pagam o preço de sua relativa autonomia, os que não se deixam escravizar, pelo menos sem alguma resistência.
O normal é ser atualizado, produtivo e bem-informado. É indispensável circular, estar enturmado. Quem não corre com a manada praticamente nem existe, se não se cuidar botam numa jaula: um animal estranho.
Acuados pelo relógio, pelos compromissos, pela opinião alheia, disparamos sem rumo – ou em trilhas determinadas – feito hamsters que se alimentam de sua própria agitação.
Ficar sossegado é perigoso: pode parecer doença. Recolher-se em casa, ou dentro de si mesmo, ameaça quem leva um susto cada vez que examina sua alma.
Estar sozinho é considerado humilhante, sinal de que não se arrumou ninguém – como se amizade ou amor se “arrumasse" em loja. [...]
Além do desgosto pela solidão, temos horror à quietude. Logo pensamos em depressão: quem sabe terapia e antidepressivo? Criança que não brinca ou salta nem participa de atividades frenéticas está com algum problema.
O silêncio nos assusta por retumbar no vazio dentro de nós. Quando nada se move nem faz barulho, notamos as frestas pelas quais nos espiam coisas incômodas e mal resolvidas, ou se enxerga outro ângulo de nós mesmos. Nos damos conta de que não somos apenas figurinhas atarantadas correndo entre casa, trabalho e bar, praia ou campo.
Existe em nós, geralmente nem percebido e nada valorizado, algo além desse que paga contas, transa, ganha dinheiro, e come, envelhece, e um dia (mas isso é só para os outros!) vai morrer. Quem é esse que afinal sou eu? Quais seus desejos e medos, seus projetos e sonhos?
No susto que essa ideia provoca, queremos ruí- do, ruídos. Chegamos em casa e ligamos a televisão antes de largar a bolsa ou pasta. Não é para assistir a um programa: é pela distração.
Silêncio faz pensar, remexe águas paradas, trazendo à tona sabe Deus que desconcerto nosso. Com medo de ver quem – ou o que – somos, adia-se o defrontamento com nossa alma sem máscaras.
Mas, se a gente aprende a gostar um pouco de sossego, descobre – em si e no outro – regiões nem imaginadas, questões fascinantes e não necessariamente ruins.
Nunca esqueci a experiência de quando alguém botou a mão no meu ombro de criança e disse: — Fica quietinha, um momento só, escuta a chuva chegando.
E ela chegou: intensa e lenta, tornando tudo singularmente novo. A quietude pode ser como essa chuva: nela a gente se refaz para voltar mais inteiro ao convívio, às tantas fases, às tarefas, aos amores.
Então, por favor, me deem isso: um pouco de silêncio bom para que eu escute o vento nas folhas, a chuva nas lajes, e tudo o que fala muito além das palavras de todos os textos e da música de todos os sentimentos. LUFT, Lya. Pensar é transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2004. p. 41. Adaptado.
Observe as palavras “se” no trecho “se não se cuidar botam numa jaula: um animal estranho.” (L. 16-17)

Afirma-se corretamente que ambas apresentam, respectivamente, as mesmas funções das palavras destacadas em:
Alternativas
Q133045 Português
Texto para os itens de 49 a 62

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Ainda com relação a esse texto, julgue os itens a seguir.

Se, na linha 18, a conjunção “Se” fosse substituída por Caso, deveria ser alterado o tempo e mantido o modo verbal empregado na oração condicional.
Alternativas
Q111605 Português
Trata-se, portanto, de um assunto de relevante interesse para as empresas nacionais e estrangeiras que atuam no Brasil, bem como para os profissionais especializados na área criminal, que atuarão cada vez mais veementemente na prevenção dos riscos da empresa. (L.98-103)
No período destacado acima, o SE classifica-se como
Alternativas
Q107390 Português
Com referência ao texto acima, julgue os itens subsequentes.

O emprego das formas verbais no subjuntivo “fôssemos" (L.20) e “tomasse" (L.21) deve-se à presença do elemento gramatical “Se" (L. 19).
Alternativas
Q107384 Português
Em relação às ideias e às estruturas linguísticas do texto acima, julgue os próximos itens.

Na linha 14, o emprego da partícula “se" indica que o sujeito da oração é indeterminado.
Alternativas
Q105697 Português
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Com relação às ideias e às estruturas linguísticas do texto acima,
julgue os itens que se seguem.

Na forma verbal “formar-se” (L.5), o emprego da partícula “se” é opcional; portanto, caso ela seja omitida, serão mantidas a correção gramatical do texto e a adequação à modalidade escrita formal.
Alternativas
Q105150 Português
Pós-11/9

Li que em Nova York estão usando “dez de setembro”
como adjetivo, significando antigo, ultrapassado. Como em:
“Que penteado mais dez de setembro!”. O 11/9 teria mudado o
mundo tão radicalmente que tudo o que veio antes – culmi-
nando com o day before [dia anterior], o último dia das torres
em pé, a última segunda-feira normal e a véspera mais véspera
da História – virou preâmbulo. Obviamente, nenhuma normali-
dade foi tão afetada quanto o cotidiano de Nova York, que vive
a psicose do que ainda pode acontecer. Os Estados Unidos
descobriram um sentimento inédito de vulnerabilidade e reor-
ganizam suas prioridades para acomodá-las, inclusive sacrifi-
cando alguns direitos de seus cidadãos, sem falar no direito de
cidadãos estrangeiros não serem bombardeados por eles.
Protestos contra a radicalíssima reação americana são vistos
como irrealistas e anacrônicos, decididamente “dez de se-
tembro”.

Mas fatos inaugurais como o 11/9 também permitem às
nações se repensarem no bom sentido, não como submissão à
chantagem terrorista, mas para não perder a oportunidade do
novo começo, um pouco como Deus – o primeiro autocrítico –
fez depois do Dilúvio. Sinais de revisão da política dos Estados
Unidos com relação a Israel e os palestinos são exemplos disto.
E é certo que nenhuma reunião dos países ricos será como era
até 10/9, pelo menos por algum tempo. No caso dos donos do
mundo, não se devem esperar exames de consciência mais
profundos ou atos de contrição mais espetaculares, mas o
instinto de sobrevivência também é um caminho para a virtude.
O horror de 11/9 teve o efeito paradoxalmente contrário de me
fazer acreditar mais na humanidade.
A questão é: o que acabou em 11/9 foi prólogo, exata-
mente, de quê? Seja o que for, será diferente. Inclusive por uma
questão de moda, já que ninguém vai querer ser chamado de
“dez de setembro” na rua.


(Luis Fernando Verissimo, O mundo é bárbaro)

Na frase No caso dos donos do mundo, não se devem esperar exames de consciência mais profundos, é correto afirmar que
Alternativas
Respostas
1501: C
1502: C
1503: E
1504: C
1505: E
1506: E
1507: C
1508: E
1509: E
1510: C
1511: A
1512: C
1513: E
1514: A
1515: C
1516: E
1517: C
1518: C
1519: E
1520: C