Questões de Concurso
Sobre funções morfossintáticas da palavra que em português
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INSTRUÇÃO: A questão diz respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-la.
(TEXTO)

INSTRUÇÃO: A questão diz respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-la.
(TEXTO)

INSTRUÇÕES: A questão diz respeito ao Texto. Leia-o atentamente
antes de respondê-la.

(fonte adaptada:https://g1.globo.com>acesso em 28 de outubro de 2019)
A respeito dos aspectos linguísticos e estruturais do texto, julgue o item.
A inserção do elemento que imediatamente antes de “mostra” (linha 23) mantém a correção gramatical e os sentidos originais do texto.
Como nasceram as estrelas
Pesquisadores também ressaltam a importância de estudos sobre outros fatores que estão impactando o bem-estar dos jovens.
Sobre a oração destacada no trecho, é INCORRETO afirmar que:
Estudar a história do trabalho, das indústrias e das corporações nos ajudaria a entender a história do poder econômico e, por conseguinte, a história de nossas vidas submetidas àqueles que controlam a possibilidade de nossa sobrevivência.
A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.
A vida de influencer me levou à exaustão
Por Sam Blum


I. Linha 06. II. Linha 07 (2ª ocorrência). III. Linha 17. IV. Linha 21. V. Linha 23.
Em quais ocorrências a palavra ‘que’ é classificada como pronome relativo, introduzindo oração subordinada adjetiva restritiva?
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Pesquisadores estão criando um “Wall-E do espaço” para limpar a órbita da Terra

Um fato preocupante é que a quantidade observada de detritos está crescendo mais depressa do que a taxa em que novos objetos são colocados no espaço.


Texto adaptado. Disponível em: https://istoe.com.br/oceanos-sao-chave-na-luta-contra-oaquecimento/ (20/09/19)
( ) Em O homem pode contar com os oceanos como uma das soluções para lutar contra a mudança climática, contanto que se proteja seus ecossistemas debilitados. (l. 01-02), a locução conjuntiva expressa ideia de condição. ( ) Na frase: Desde as energias renováveis marinhas até a restauração dos ecossistemas costeiros, o oceano “é também uma fonte de soluções que deveria ser aplicada” (l. 06-07), a palavra que funciona como pronome relativo, cujo referente o precede. ( ) Em “Isto não acontecerá nunca, mas demonstra o potencial desta técnica que não é suficientemente explorada, segundo Gattuso”, a substituição da conjunção grifada por embora não provocaria alteração de sentido, desde que se fizesse a adequação da forma verbal que ocorre na oração em que está inserida.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Faz alguns anos que um grupo de amigos se reúne comigo para ler poesia. Numa dessas reuniões nos deparamos com esta afirmação de Gandhi: “Eu nunca acreditei que a sobrevivência fosse um valor último. A vida, para ser bela, deve estar cercada de vontade, de bondade e de liberdade. Essas são coisas pelas quais vale a pena morrer”. Essas palavras provocaram um silêncio meditativo, até que um dos membros do grupo, que se chama Canoeiros, sugeriu que fizéssemos um exercício espiritual. Um joguinho de “faz de conta”. “Vamos fazer de conta que sabemos que temos apenas um ano a mais de vida. Como é que viveremos sabendo que o tempo é curto?”
A consciência da morte nos dá uma maravilhosa lucidez. D. Juan, o bruxo do livro de Carlos Castañeda, Viagem a Ixtlan, advertia seu discípulo: “Essa bem pode ser a sua última batalha sobre a terra”. Sim, bem pode ser. Somente os tolos pensam de outra forma. E se ela pode ser a última batalha, que seja uma batalha que valha a pena. E, com isso, nos libertamos de uma infinidade de coisas ptolas e mesquinhas que permitimos se aninhem em nossos pensamentos e coração. Resta então a pergunta: “O que é o essencial?”. Um conhecido meu, ao saber que tinha um câncer no cérebro e que lhe restavam não mais que seis meses de vida, começou uma vida nova. As etiquetas sociais não mais faziam sentido. Passou a receber somente as pessoas que desejava receber, os amigos, com quem podia compartilhar seus sentimentos. Eliot se refere a um tempo em que ficamos livres da compulsão prática – fazer, fazer, fazer. Não havia mais nada a fazer. Era hora de se entregar inteiramente ao deleite da vida: ver os cenários que ele amava, ouvir as músicas que lhe davam prazer, ler os textos antigos que o haviam alimentado.
O fato é que, sem que o saibamos, todos nós estamos enfermos de morte e é preciso viver a vida com sabedoria para que ela, a vida, não seja estragada pela loucura que nos cerca.
(Rubem Alves. Variações sobre o prazer: Santo Agostinho, Nietzsche, Marx e Babette. São Paulo, Editora Planeta do Brasil, 2011. Adaptado)
Leia o texto e responda a questão.
Coleguismo
Dois assaltantes assaltaram-se mutuamente e foram separados por um terceiro assaltante, que exigiu deles o produto dos dois assaltos. Como eram dois contra um, acabaram subjugando o terceiro e reclamaram não só a devolução do que lhe haviam cedido como ainda o que ele já trazia no bolso.
Foram atendidos, mas continuou a pendência,
pois o assaltante nº 1 queria de volta o que perdera e o
que ganhara, o nº 2 pretendia o mesmo, e o nº 3 tentou
acalmá-los, ao mesmo tempo que pleiteava a devolução
do seu e mais cinquenta por cento do que pertencia a
cada. Esclareceu que, desistindo do total, contribuía para
a união e harmonia da classe.
Os outros não se mostraram persuadidos e, à falta de tribunal especializado que dirimisse a questão, acordaram em submetê-la ao julgamento de um passante que, pelo aspecto, merecesse fé. O senhor bem vestido, de roupa escura, que se aproximou e ouviu a exposição do caso, abanou a cabeça lamentando:
– Não posso decidir contra colegas. Também sou assaltante.
E deu no pé, antes que os três lhe reclamassem o dele.
(ANDRADE, Carlos Drummond. Contos plausíveis. Rio de Janeiro: J.
Olympio Editora, 1985.)




