Questões de Concurso
Sobre funções morfossintáticas da palavra que em português
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Revista Superinteressante. (Adaptado). Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/tardigradosbrilham-no-escuro-para-sobreviver-a-radiacao/
Considere o excerto a seguir para responder à questão:
Uma espécie de nematelminto chamada Caenorhabditis elegans, que estava na amostra, morreu em 15 minutos de exposição à radiação. Os tardígrados da espécie Hypsibius exemplaris também pereceram em até 24 horas. Mas, para a surpresa dos pesquisadores, alguns tardígrados com coloração avermelhada sobreviveram vários dias expostos aos raios mortais de ultravioleta.
O termo destacado na frase trata-se de:
Os vocábulos destacados são, respectivamente:
Sabendo-se que o pronome relativo assume duplo papel no período em que se encontra, representando um termo antecedente e desempenhando alguma função sintática na oração por ele introduzida, leia os trechos a seguir e indique aquele em que a forma sublinhada é um pronome relativo.

Morfologicamente, é correto afirmar que o vocábulo destacado trata-se de um(a):
( ) "que" é sujeito da oração adjetiva.
( ) "ali" remete ao norte da África.
( ) "se" é conjunção condicional.
( ) "para" apresenta ideia de concessão.
Considere o excerto a seguir para responder à questão:
“Esse novo estudo mostra que as partículas se infiltraram em depósitos arqueológicos. E, como no caso dos oceanos, isso provavelmente está acontecendo há um período similar, considerando que partículas foram encontradas em amostras de solo retiradas e arquivadas em 1988, de Wellington Row, em York”, sugere Jennings.
Considere o excerto a seguir para responder à questão:
E não há momento mais temido na vida de um tímido do que quando lhe passam a palavra.
O vocábulo “que”, em “(...) é uma metáfora para a vida competitiva que a gente leva (...)”, desempenha o papel gramatical de:
Observe o contexto da charge a seguir e responda, posteriormente, à questão.

Fonte: Portal Microsoft Bing. Disponível em: <https://www.bing.com/images/search?>
Edge City: o que são e quais as vantagens de morar em uma?
Por Blog – Jardins do Parque
O termo Edge City foi cunhado pelo escritor e jornalista Joel Garreau, em seu livro “Edge City: Life on the New Frontier”, publicado em 1991. Garreau utilizou esse termo para descrever uma nova forma de desenvolvimento urbano que ele observou ao viajar pelos subúrbios das grandes cidades dos Estados Unidos na década de 80. [...]. Uma Edge City é um tipo de cidade que se encontra ao redor de um nó de transporte, como uma rodovia, e cresce como um subcentro comercial e residencial independente de uma cidade central.
Geralmente, Edges Cities são caracterizadas por edifícios de escritórios, shopping centers, hotéis, condomínios residenciais, além de outras estruturas que oferecem comodidades para seus moradores e visitantes. Essas cidades crescem por conta da expansão das redes de transporte e da necessidade de espaço e moradia fora das cidades centrais. Elas tendem a ter uma densidade populacional mais baixa do que os grandes centros urbanos e são planejadas com uma mistura de usos para torná-las mais acessíveis e convenientes aos seus moradores.
[...]
Todas as Edges Cities têm características em comum que as distinguem das outras. [...]. Essas cidades são planejadas para serem centros completos e autossuficientes, com uma mistura de usos que incluem habitação, comércio, serviços de saúde e lazer. Em uma Edge City típica, os escritórios e empresas estão localizados em parques empresariais, enquanto as áreas residenciais são compostas por apartamentos, condomínios ou casas. Restaurantes e lojas, normalmente, estão em centros comerciais e os espaços públicos têm parques, praças e áreas de lazer.
[...]
Edges Cities comportam uma densidade significativa de empregos em relação à sua população. Os trabalhos estão concentrados em setores, como tecnologia, finanças, serviços profissionais e de saúde. Há uma série de motivos que fazem uma empresa migrar para essas cidades: custo menor de aluguel, maior espaço para expansão e localização mais conveniente para os seus empregados. Ademais, a presença de muitas empresas e escritórios em uma Edge City ajuda na criação de uma economia local diversificada, no desenvolvimento de uma base de conhecimento especializado e na atração de trabalhadores qualificados.
Nos Estados Unidos, de acordo com uma reportagem do portal Biz Journal, foram usados 38,1 milhões de pés quadrados (o que são, aproximadamente, 3,5 milhões de metros quadrados em conversão livre) na construção de novos escritórios em Edges Cities. Essa demanda, conforme a reportagem, ocorre por conta de as empresas preferirem atuarem em ambientes que tenham facilidade de locomoção, opções de moradia para seus funcionários.
[...]
A mobilidade faz parte da rotina de quem mora em uma Edge City. Por isso, nessas cidades, é comum encontrar a presença de estradas bem planejadas e transportes públicos eficientes, tornando a cidade um centro competitivo e atraente tanto para as empresas quanto para as pessoas. Outro ponto que está atrelado à infraestrutura desse centro urbano é a ampla variedade de serviços públicos. Hospitais, escolas, universidades são essenciais para reter os residentes dessas cidades e incentivar que mais pessoas escolham ter suas vidas ali. [...]. No Brasil, podemos citar como exemplo o Alphaville em São Paulo, que, apesar de ser considerado um bairro, trouxe diversos conceitos do modelo de Edge City dos Estados Unidos.
Adaptado de: https://blog.jardinsdoparque.com.br/edge-city/. Acesso em: 23 ago. 2024.
Analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).
I. Em “[...] podemos citar como exemplo o Alphaville em São Paulo, que, apesar de ser considerado [...]”, o termo em destaque exerce a função de pronome relativo, uma vez que retoma um nome próprio, sendo possível a sua substituição por “o qual”.
II. Em “[...] enquanto as áreas residenciais são compostas por apartamentos, condomínios ou casas.”, o termo em destaque introduz uma oração subordinada adjetiva explicativa, visto que elucida a composição das áreas residenciais, caracterizando-as em “apartamentos”, “condomínios” e “casas”.
III. Em “Garreau utilizou esse termo para descrever uma nova forma de desenvolvimento urbano que ele observou [...]”, o termo em destaque exerce a função de uma partícula de realce à expressão “desenvolvimento urbano”, ocupando uma posição livre na oração.
Morfologicamente, o termo destacado trata-se de:
Morfologicamente, os termos destacados são, respectivamente:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
A história do breaking, das ruas do Bronx às Olimpíadas
Nova York, início dos anos 1970. Em Manhattan, a parte central (e mais rica) da cidade, dezenas de boates varavam a madrugada tocando hits de bandas como Bee Gees, ABBA, Village People e Earth, Wind & Fire. Foi a era de ouro da música disco.
No Bronx, distrito ao norte de Nova York, a população vivia sob péssimas condições. Serviços públicos e políticas habitacionais eram raros. O ápice dessa crise foram os incêndios: somente em 1974, houve 12,3 mil. E foi bem ali, em meio aos escombros de um bairro em chamas, que nasceu um dos movimentos culturais mais importantes do século 20: o hip-hop, que engloba música (com os DJs e os rappers), arte visual (com o grafite) e dança, com o breaking.
Criado a partir de uma amálgama de diversos estilos de dança (e até de algumas artes marciais), o breaking nasceu junto com as primeiras festas de hip-hop. Hoje, meio século depois, os passos acrobáticos marcarão presença nas Olimpíadas de Paris.
No dia 11 de agosto de 1973, o americano Clive Campbell se apresentou na festa de aniversário de sua irmã, em um pequeno prédio do Bronx. Aos 18 anos, Clive, mais conhecido como DJ Kool Herc, quis testar algo diferente. Ele pegou discos de funk e soul e, em vez de tocálos normalmente, colocou a agulha nos LPs em pontos estratégicos para tocar apenas os breaks (“pausas”) de cada música. Os breaks são os intervalos em que os vocais e alguns músicos param e só o baixo, a bateria e outros instrumentos que fazem a base (a chamada “cozinha”) permanecem. Para fazer isso, Herc usava duas cópias de um mesmo vinil: quando o break de uma música terminava, o DJ colocava a agulha no mesmo break da outra cópia do disco. A galera curtiu, e ele logo começou a fazer shows cada vez maiores. Pouco a pouco, as batidas ganharam letras.
Os MCs (sigla para “mestre de cerimônia”) animavam os shows com rimas cadenciadas, inspirados no ritmo de locutores de rádio, pastores, políticos e outros artistas da época. Nascia assim o rap, outro pilar do hiphop.
Na pista, algumas pessoas aproveitavam os longos breaks criados por Kool Herc para exibir passos de dança. Os homens que dançavam ao som das batidas foram apelidados de b-boys (de bronx-boys, mas também de breakboys); as mulheres, de b-girls. E a dança logo passou a ser chamada de b-boying ou breaking.
Desde o início, o breaking esteve ligado a competições. Abria-se uma roda no meio da plateia e pessoas (ou grupos) disputavam para ver quem era o melhor. Surgiram nessa época as crews, grupos de dança que poderiam ser formados por pessoas de um único bairro ou de toda a cidade.
A popularidade do breaking estava nas alturas. E a exposição na mídia fez o breaking chegar a outros países, como Japão, França e, claro, Brasil.
Os primeiros breakers de São Paulo, inspirados pelas músicas, filmes e videoclipes que chegavam dos EUA, dançavam de maneira dispersa em alguns pontos do centro da cidade. João Break e Luisinho, dois dançarinos que moravam no centro, passaram a organizar encontros na estação São Bento. O local foi a incubadora do movimento hip-hop em São Paulo.
Em 2014, o Comitê Olímpico Internacional (COI) assinou a Olympics Agenda 2020, um documento com diretrizes para modernizar os Jogos e torná-los atrativos para as novas gerações. O comitê determinou que cada sede poderia escolher até cinco novos esportes para compor o seu quadro de modalidades. O breaking estava no radar do COI por uma série de fatores: além da sua natureza competitiva, a dança tem apelo entre os mais jovens, é acessível e mescla habilidades técnicas com resistência física. Em 2018, o breaking estreou nos Jogos Olímpicos da Juventude, em Buenos Aires. Em 2020, a França oficializou que o breaking, bastante popular no país, faria parte dos Jogos de Paris.
Revista Superinteressante. Adaptado. Disponível em: https://super.abril.com.br/cultura/a-historia-do-breaking-das-ruas-do-bronx-as-olimpiadas
“A semana de atividades em Brasília permite que os jovens senadores vivenciem de perto o dia a dia do Senado.”
Sobre os termos em destaque, julgue as assertivas a seguir.
()“que” é conjunção.
()“que” é pronome relativo.
()De acordo com o novo acordo ortográfico, “dia a dia” deve ser grafada com hífen, seguindo o exemplo de “pé-de-meia”.
()De acordo com o novo acordo ortográfico, “dia a dia” está escrito corretamente.
A sequência CORRETA é:


