Questões de Concurso Sobre funções morfossintáticas da palavra como em português

Foram encontradas 240 questões

Q4135867 Português

Texto para responder à questão.

 

Há uma sensação difusa no mundo contemporâneo que atravessa gerações, profissões e culturas: o futuro chega cada vez mais rápido. Tecnologias surgem, substituem-se e desaparecem em intervalos cada vez menores. Aplicativos envelhecem em poucos meses, linguagens digitais mudam a cada atualização e profissões inteiras são redefinidas pela automação e pela inteligência artificial. Nesse contexto acelerado, uma frase simples parece-me condensar uma experiência coletiva: o futuro chegou e parece que foi ontem.

Essa percepção costuma ser associada às pessoas mais velhas, como se o espanto diante da rapidez das mudanças fosse um privilégio da idade. Mas talvez essa seja uma leitura incompleta. A sensação de descompasso temporal tornou-se uma condição generalizada. Também os jovens vivem hoje sob o risco permanente da obsolescência: aprendem ferramentas que podem desaparecer em poucos anos, constroem identidades profissionais em ambientes tecnológicos instáveis e experimentam a pressão constante da atualização.

 

Disponível em: <https://jornal.usp.br/articulistas/paulo-nassar/o-velho-e-o-mar/> Acesso em: 20 mar. 2026.

O trecho “como se o espanto fosse um privilégio da idade”, expressa, em relação ao termo anterior, ideia de
Alternativas
Q4124298 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Macacos de Gibraltar encontram maneira de "evitar dores de barriga" 

No Rochedo de Gibraltar, um local repleto de turistas, uma das cenas mais comuns são macacos pedindo comida - e às vezes roubando guloseimas doces e salgadas de visitantes desavisados. Cientistas agora documentaram um comportamento incomum entre esses macacos que pode ajudá-los a evitar dores de barriga causadas por toda essa comida não saudável.

Os pesquisadores afirmaram que observaram os macacos comendo terra com mais frequência, um comportamento que, segundo eles, pode ajudar os animais a evitar problemas estomacais causados pelo consumo de lanches humanos. Eles descobriram que o consumo de terra era mais comum em grupos de macacos que consumiam mais alimentos oferecidos por turistas, incluindo chocolate, batatas fritas e sorvete, itens ricos em açúcar, gordura e laticínios, e pobres em fibras.

"Propomos a ideia de que a comida humana, por não ser adaptada à sua dieta natural, desencadeia problemas estomacais e, potencialmente, perturbações no microbioma, cujos efeitos negativos são atenuados pelos componentes do solo", disse Sylvain Lemoine, antropólogo biológico da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, e principal autor do estudo publicado na quarta-feira na revista Scientific Reports.

Se comparado a algo presente nos seres humanos, o ato de comer solo "provavelmente age como um antiácido", disse Lemoine, acrescentando que mais pesquisas são necessárias para entender seus efeitos sobre as bactérias intestinais.

Os pesquisadores monitoraram macacos-de-gibraltar que vivem em Gibraltar, um território britânico no extremo sul da Espanha, entre agosto de 2022 e abril de 2024. Os macacos — cerca de 230 animais distribuídos em oito grupos — constituem a única população de macacos em vida livre na Europa.

Os macacos vivem em contato próximo com as hordas de turistas que visitam o local. Os turistas frequentemente alimentam os macacos — ou têm seus lanches roubados — apesar de os animais também receberem frutas, verduras e sementes em plataformas de alimentação designadas e administradas pelas autoridades locais.

Acredita-se que os macacos-de-gibraltar, originários do Norte da África, chegaram a Gibraltar durante o domínio mouro medieval. Mais tarde, tornaram-se um símbolo do controle britânico, após a lenda contar que ajudaram a alertar as tropas sobre um ataque surpresa no século XVIII.

Sua população diminuiu durante a Segunda Guerra Mundial, o que levou o líder britânico Winston Churchill a ordenar o envio de reforços símios do Marrocos e da Argélia — animais dos quais se acredita que a maioria dos macacos atuais descendem.

O consumo deliberado de solo, giz ou argila é chamado de geofagia. É observado em muitas espécies animais, incluindo primatas como chimpanzés, lêmures e outros macacos.

https://www.cnnbrasil.com.br/ciencia/macacos-de-gibraltar-encontrammaneira-de-evitar-dores-de-barriga/-adaptado

"É observado em muitas espécies animais, incluindo primatas como chimpanzés, lêmures e outros macacos."
Considerando as classes das palavras, o vocábulo 'como' no trecho exerce a função de: 
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Q4124220 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Macacos de Gibraltar encontram maneira de "evitar dores de barriga" 

No Rochedo de Gibraltar, um local repleto de turistas, uma das cenas mais comuns são macacos pedindo comida - e às vezes roubando guloseimas doces e salgadas de visitantes desavisados. Cientistas agora documentaram um comportamento incomum entre esses macacos que pode ajudá-los a evitar dores de barriga causadas por toda essa comida não saudável.

Os pesquisadores afirmaram que observaram os macacos comendo terra com mais frequência, um comportamento que, segundo eles, pode ajudar os animais a evitar problemas estomacais causados pelo consumo de lanches humanos. Eles descobriram que o consumo de terra era mais comum em grupos de macacos que consumiam mais alimentos oferecidos por turistas, incluindo chocolate, batatas fritas e sorvete, itens ricos em açúcar, gordura e laticínios, e pobres em fibras.

"Propomos a ideia de que a comida humana, por não ser adaptada à sua dieta natural, desencadeia problemas estomacais e, potencialmente, perturbações no microbioma, cujos efeitos negativos são atenuados pelos componentes do solo", disse Sylvain Lemoine, antropólogo biológico da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, e principal autor do estudo publicado na quarta-feira na revista Scientific Reports.

Se comparado a algo presente nos seres humanos, o ato de comer solo "provavelmente age como um antiácido", disse Lemoine, acrescentando que mais pesquisas são necessárias para entender seus efeitos sobre as bactérias intestinais.

Os pesquisadores monitoraram macacos-de-gibraltar que vivem em Gibraltar, um território britânico no extremo sul da Espanha, entre agosto de 2022 e abril de 2024. Os macacos — cerca de 230 animais distribuídos em oito grupos — constituem a única população de macacos em vida livre na Europa.

Os macacos vivem em contato próximo com as hordas de turistas que visitam o local. Os turistas frequentemente alimentam os macacos — ou têm seus lanches roubados — apesar de os animais também receberem frutas, verduras e sementes em plataformas de alimentação designadas e administradas pelas autoridades locais.

Acredita-se que os macacos-de-gibraltar, originários do Norte da África, chegaram a Gibraltar durante o domínio mouro medieval. Mais tarde, tornaram-se um símbolo do controle britânico, após a lenda contar que ajudaram a alertar as tropas sobre um ataque surpresa no século XVIII.

Sua população diminuiu durante a Segunda Guerra Mundial, o que levou o líder britânico Winston Churchill a ordenar o envio de reforços símios do Marrocos e da Argélia — animais dos quais se acredita que a maioria dos macacos atuais descendem.

O consumo deliberado de solo, giz ou argila é chamado de geofagia. É observado em muitas espécies animais, incluindo primatas como chimpanzés, lêmures e outros macacos.

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"É observado em muitas espécies animais, incluindo primatas como chimpanzés, lêmures e outros macacos."
Considerando as classes das palavras, o vocábulo 'como' no trecho exerce a função de: 
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Q4124067 Português

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Macacos de Gibraltar encontram maneira de "evitar dores de barriga" 

No Rochedo de Gibraltar, um local repleto de turistas, uma das cenas mais comuns são macacos pedindo comida - e às vezes roubando guloseimas doces e salgadas de visitantes desavisados. Cientistas agora documentaram um comportamento incomum entre esses macacos que pode ajudá-los a evitar dores de barriga causadas por toda essa comida não saudável.

Os pesquisadores afirmaram que observaram os macacos comendo terra com mais frequência, um comportamento que, segundo eles, pode ajudar os animais a evitar problemas estomacais causados pelo consumo de lanches humanos. Eles descobriram que o consumo de terra era mais comum em grupos de macacos que consumiam mais alimentos oferecidos por turistas, incluindo chocolate, batatas fritas e sorvete, itens ricos em açúcar, gordura e laticínios, e pobres em fibras.

"Propomos a ideia de que a comida humana, por não ser adaptada à sua dieta natural, desencadeia problemas estomacais e, potencialmente, perturbações no microbioma, cujos efeitos negativos são atenuados pelos componentes do solo", disse Sylvain Lemoine, antropólogo biológico da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, e principal autor do estudo publicado na quarta-feira na revista Scientific Reports.

Se comparado a algo presente nos seres humanos, o ato de comer solo "provavelmente age como um antiácido", disse Lemoine, acrescentando que mais pesquisas são necessárias para entender seus efeitos sobre as bactérias intestinais.

Os pesquisadores monitoraram macacos-de-gibraltar que vivem em Gibraltar, um território britânico no extremo sul da Espanha, entre agosto de 2022 e abril de 2024. Os macacos — cerca de 230 animais distribuídos em oito grupos — constituem a única população de macacos em vida livre na Europa.

Os macacos vivem em contato próximo com as hordas de turistas que visitam o local. Os turistas frequentemente alimentam os macacos — ou têm seus lanches roubados — apesar de os animais também receberem frutas, verduras e sementes em plataformas de alimentação designadas e administradas pelas autoridades locais.

Acredita-se que os macacos-de-gibraltar, originários do Norte da África, chegaram a Gibraltar durante o domínio mouro medieval. Mais tarde, tornaram-se um símbolo do controle britânico, após a lenda contar que ajudaram a alertar as tropas sobre um ataque surpresa no século XVIII.

Sua população diminuiu durante a Segunda Guerra Mundial, o que levou o líder britânico Winston Churchill a ordenar o envio de reforços símios do Marrocos e da Argélia — animais dos quais se acredita que a maioria dos macacos atuais descendem.

O consumo deliberado de solo, giz ou argila é chamado de geofagia. É observado em muitas espécies animais, incluindo primatas como chimpanzés, lêmures e outros macacos.

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"É observado em muitas espécies animais, incluindo primatas como chimpanzés, lêmures e outros macacos."
Considerando as classes das palavras, o vocábulo 'como' no trecho exerce a função de: 
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Q4123331 Português

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Macacos de Gibraltar encontram maneira de "evitar dores de barriga" 

No Rochedo de Gibraltar, um local repleto de turistas, uma das cenas mais comuns são macacos pedindo comida - e às vezes roubando guloseimas doces e salgadas de visitantes desavisados. Cientistas agora documentaram um comportamento incomum entre esses macacos que pode ajudá-los a evitar dores de barriga causadas por toda essa comida não saudável.

Os pesquisadores afirmaram que observaram os macacos comendo terra com mais frequência, um comportamento que, segundo eles, pode ajudar os animais a evitar problemas estomacais causados pelo consumo de lanches humanos. Eles descobriram que o consumo de terra era mais comum em grupos de macacos que consumiam mais alimentos oferecidos por turistas, incluindo chocolate, batatas fritas e sorvete, itens ricos em açúcar, gordura e laticínios, e pobres em fibras.

"Propomos a ideia de que a comida humana, por não ser adaptada à sua dieta natural, desencadeia problemas estomacais e, potencialmente, perturbações no microbioma, cujos efeitos negativos são atenuados pelos componentes do solo", disse Sylvain Lemoine, antropólogo biológico da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, e principal autor do estudo publicado na quarta-feira na revista Scientific Reports.

Se comparado a algo presente nos seres humanos, o ato de comer solo "provavelmente age como um antiácido", disse Lemoine, acrescentando que mais pesquisas são necessárias para entender seus efeitos sobre as bactérias intestinais.

Os pesquisadores monitoraram macacos-de-gibraltar que vivem em Gibraltar, um território britânico no extremo sul da Espanha, entre agosto de 2022 e abril de 2024. Os macacos — cerca de 230 animais distribuídos em oito grupos — constituem a única população de macacos em vida livre na Europa.

Os macacos vivem em contato próximo com as hordas de turistas que visitam o local. Os turistas frequentemente alimentam os macacos — ou têm seus lanches roubados — apesar de os animais também receberem frutas, verduras e sementes em plataformas de alimentação designadas e administradas pelas autoridades locais.

Acredita-se que os macacos-de-gibraltar, originários do Norte da África, chegaram a Gibraltar durante o domínio mouro medieval. Mais tarde, tornaram-se um símbolo do controle britânico, após a lenda contar que ajudaram a alertar as tropas sobre um ataque surpresa no século XVIII.

Sua população diminuiu durante a Segunda Guerra Mundial, o que levou o líder britânico Winston Churchill a ordenar o envio de reforços símios do Marrocos e da Argélia — animais dos quais se acredita que a maioria dos macacos atuais descendem.

O consumo deliberado de solo, giz ou argila é chamado de geofagia. É observado em muitas espécies animais, incluindo primatas como chimpanzés, lêmures e outros macacos.

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"É observado em muitas espécies animais, incluindo primatas como chimpanzés, lêmures e outros macacos."
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Q4122958 Português

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Macacos de Gibraltar encontram maneira de "evitar dores de barriga" 

No Rochedo de Gibraltar, um local repleto de turistas, uma das cenas mais comuns são macacos pedindo comida - e às vezes roubando guloseimas doces e salgadas de visitantes desavisados. Cientistas agora documentaram um comportamento incomum entre esses macacos que pode ajudá-los a evitar dores de barriga causadas por toda essa comida não saudável.

Os pesquisadores afirmaram que observaram os macacos comendo terra com mais frequência, um comportamento que, segundo eles, pode ajudar os animais a evitar problemas estomacais causados pelo consumo de lanches humanos. Eles descobriram que o consumo de terra era mais comum em grupos de macacos que consumiam mais alimentos oferecidos por turistas, incluindo chocolate, batatas fritas e sorvete, itens ricos em açúcar, gordura e laticínios, e pobres em fibras.

"Propomos a ideia de que a comida humana, por não ser adaptada à sua dieta natural, desencadeia problemas estomacais e, potencialmente, perturbações no microbioma, cujos efeitos negativos são atenuados pelos componentes do solo", disse Sylvain Lemoine, antropólogo biológico da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, e principal autor do estudo publicado na quarta-feira na revista Scientific Reports.

Se comparado a algo presente nos seres humanos, o ato de comer solo "provavelmente age como um antiácido", disse Lemoine, acrescentando que mais pesquisas são necessárias para entender seus efeitos sobre as bactérias intestinais.

Os pesquisadores monitoraram macacos-de-gibraltar que vivem em Gibraltar, um território britânico no extremo sul da Espanha, entre agosto de 2022 e abril de 2024. Os macacos — cerca de 230 animais distribuídos em oito grupos — constituem a única população de macacos em vida livre na Europa.

Os macacos vivem em contato próximo com as hordas de turistas que visitam o local. Os turistas frequentemente alimentam os macacos — ou têm seus lanches roubados — apesar de os animais também receberem frutas, verduras e sementes em plataformas de alimentação designadas e administradas pelas autoridades locais.

Acredita-se que os macacos-de-gibraltar, originários do Norte da África, chegaram a Gibraltar durante o domínio mouro medieval. Mais tarde, tornaram-se um símbolo do controle britânico, após a lenda contar que ajudaram a alertar as tropas sobre um ataque surpresa no século XVIII.

Sua população diminuiu durante a Segunda Guerra Mundial, o que levou o líder britânico Winston Churchill a ordenar o envio de reforços símios do Marrocos e da Argélia — animais dos quais se acredita que a maioria dos macacos atuais descendem.

O consumo deliberado de solo, giz ou argila é chamado de geofagia. É observado em muitas espécies animais, incluindo primatas como chimpanzés, lêmures e outros macacos.

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"É observado em muitas espécies animais, incluindo primatas como chimpanzés, lêmures e outros macacos."
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Q4122281 Português

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Macacos de Gibraltar encontram maneira de "evitar dores de barriga" 

No Rochedo de Gibraltar, um local repleto de turistas, uma das cenas mais comuns são macacos pedindo comida - e às vezes roubando guloseimas doces e salgadas de visitantes desavisados. Cientistas agora documentaram um comportamento incomum entre esses macacos que pode ajudá-los a evitar dores de barriga causadas por toda essa comida não saudável.

Os pesquisadores afirmaram que observaram os macacos comendo terra com mais frequência, um comportamento que, segundo eles, pode ajudar os animais a evitar problemas estomacais causados pelo consumo de lanches humanos. Eles descobriram que o consumo de terra era mais comum em grupos de macacos que consumiam mais alimentos oferecidos por turistas, incluindo chocolate, batatas fritas e sorvete, itens ricos em açúcar, gordura e laticínios, e pobres em fibras.

"Propomos a ideia de que a comida humana, por não ser adaptada à sua dieta natural, desencadeia problemas estomacais e, potencialmente, perturbações no microbioma, cujos efeitos negativos são atenuados pelos componentes do solo", disse Sylvain Lemoine, antropólogo biológico da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, e principal autor do estudo publicado na quarta-feira na revista Scientific Reports.

Se comparado a algo presente nos seres humanos, o ato de comer solo "provavelmente age como um antiácido", disse Lemoine, acrescentando que mais pesquisas são necessárias para entender seus efeitos sobre as bactérias intestinais.

Os pesquisadores monitoraram macacos-de-gibraltar que vivem em Gibraltar, um território britânico no extremo sul da Espanha, entre agosto de 2022 e abril de 2024. Os macacos — cerca de 230 animais distribuídos em oito grupos — constituem a única população de macacos em vida livre na Europa.

Os macacos vivem em contato próximo com as hordas de turistas que visitam o local. Os turistas frequentemente alimentam os macacos — ou têm seus lanches roubados — apesar de os animais também receberem frutas, verduras e sementes em plataformas de alimentação designadas e administradas pelas autoridades locais.

Acredita-se que os macacos-de-gibraltar, originários do Norte da África, chegaram a Gibraltar durante o domínio mouro medieval. Mais tarde, tornaram-se um símbolo do controle britânico, após a lenda contar que ajudaram a alertar as tropas sobre um ataque surpresa no século XVIII.

Sua população diminuiu durante a Segunda Guerra Mundial, o que levou o líder britânico Winston Churchill a ordenar o envio de reforços símios do Marrocos e da Argélia — animais dos quais se acredita que a maioria dos macacos atuais descendem.

O consumo deliberado de solo, giz ou argila é chamado de geofagia. É observado em muitas espécies animais, incluindo primatas como chimpanzés, lêmures e outros macacos.

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"É observado em muitas espécies animais, incluindo primatas como chimpanzés, lêmures e outros macacos."
Considerando as classes das palavras, o vocábulo 'como' no trecho exerce a função de: 
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Q4121892 Português

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Macacos de Gibraltar encontram maneira de "evitar dores de barriga" 

No Rochedo de Gibraltar, um local repleto de turistas, uma das cenas mais comuns são macacos pedindo comida - e às vezes roubando guloseimas doces e salgadas de visitantes desavisados. Cientistas agora documentaram um comportamento incomum entre esses macacos que pode ajudá-los a evitar dores de barriga causadas por toda essa comida não saudável.

Os pesquisadores afirmaram que observaram os macacos comendo terra com mais frequência, um comportamento que, segundo eles, pode ajudar os animais a evitar problemas estomacais causados pelo consumo de lanches humanos. Eles descobriram que o consumo de terra era mais comum em grupos de macacos que consumiam mais alimentos oferecidos por turistas, incluindo chocolate, batatas fritas e sorvete, itens ricos em açúcar, gordura e laticínios, e pobres em fibras.

"Propomos a ideia de que a comida humana, por não ser adaptada à sua dieta natural, desencadeia problemas estomacais e, potencialmente, perturbações no microbioma, cujos efeitos negativos são atenuados pelos componentes do solo", disse Sylvain Lemoine, antropólogo biológico da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, e principal autor do estudo publicado na quarta-feira na revista Scientific Reports.

Se comparado a algo presente nos seres humanos, o ato de comer solo "provavelmente age como um antiácido", disse Lemoine, acrescentando que mais pesquisas são necessárias para entender seus efeitos sobre as bactérias intestinais.

Os pesquisadores monitoraram macacos-de-gibraltar que vivem em Gibraltar, um território britânico no extremo sul da Espanha, entre agosto de 2022 e abril de 2024. Os macacos — cerca de 230 animais distribuídos em oito grupos — constituem a única população de macacos em vida livre na Europa.

Os macacos vivem em contato próximo com as hordas de turistas que visitam o local. Os turistas frequentemente alimentam os macacos — ou têm seus lanches roubados — apesar de os animais também receberem frutas, verduras e sementes em plataformas de alimentação designadas e administradas pelas autoridades locais.

Acredita-se que os macacos-de-gibraltar, originários do Norte da África, chegaram a Gibraltar durante o domínio mouro medieval. Mais tarde, tornaram-se um símbolo do controle britânico, após a lenda contar que ajudaram a alertar as tropas sobre um ataque surpresa no século XVIII.

Sua população diminuiu durante a Segunda Guerra Mundial, o que levou o líder britânico Winston Churchill a ordenar o envio de reforços símios do Marrocos e da Argélia — animais dos quais se acredita que a maioria dos macacos atuais descendem.

O consumo deliberado de solo, giz ou argila é chamado de geofagia. É observado em muitas espécies animais, incluindo primatas como chimpanzés, lêmures e outros macacos.

https://www.cnnbrasil.com.br/ciencia/macacos-de-gibraltar-encontrammaneira-de-evitar-dores-de-barriga/-adaptado

"É observado em muitas espécies animais, incluindo primatas como chimpanzés, lêmures e outros macacos."
Considerando as classes das palavras, o vocábulo 'como' no trecho exerce a função de: 
Alternativas
Q4118200 Português

O texto a seguir refere-se à questão.



Texto 1


ENTENDA POR QUE SER MULTITAREFA É UM MITO QUE FAZ MAL AO CÉREBRO


    Participar de uma reunião, checar mensagens e adiantar um relatório ao mesmo tempo. Quem nunca sentiu um certo orgulho por conseguir fazer várias coisas simultaneamente? Mas, a longo prazo, a vida multitarefas, ou multitasking, cobra seu preço. Chegar ao fim do dia com a cabeça a mil e não conseguir dormir é um clássico. Viver com a sensação de cansaço também. Por essas e outras, seria sensato parar de glorificar esse comportamento e, sempre que possível, fazer uma coisa de cada vez.



Ninguém ganha com o multitasking 


    Multitarefa não é só realizar duas ou mais tarefas ao mesmo tempo. Alternar entre uma ação e outra ou executar várias atividades seguidas, sem pausas, são variações sobre o mesmo tema: uma tentativa de dar conta das mil e uma demandas do dia a dia. Com a divisão desproporcional das funções domésticas e do cuidado, as mulheres tendem a desenvolver ainda mais essa “capacidade”. 


    Pesquisadores que estudam o impacto do multitasking nos processos mentais garantem que a nossa mente não foi projetada para lidar com várias tarefas ao mesmo tempo. Por exemplo, o renomado neurocientista Earl Miller, do Massachusetts Institute of Technology (MIT), nos Estados Unidos, acredita que só podemos ter um ou dois pensamentos de cada vez.


    Até a produtividade pode ser prejudicada. Ao contrário do que parece, alternar entre tarefas pode tornar tudo mais lento. Um estudo publicado no Journal of Experimental Psychology mostra que, ao mudar de atividade, o cérebro precisa se reajustar, retomar o raciocínio e lembrar as “regras” de cada função. O multitasking também nos impede de executar algumas ações no “piloto automático”, o que nos poupa alguns recursos mentais.



Pane no sistema cerebral


     Um estudo da Cardiff University, do Reino Unido, indica que o multitasking tende a reconfigurar nossas conexões cerebrais, reduzindo a capacidade de manter o foco e de prestar atenção. Isso pode resultar em vários problemas, como um aumento na quantidade de erros e acidentes. Uma pesquisa de 2018, por exemplo, descobriu que adultos são mais propensos a cometer deslizes ao dirigir se estiverem realizando outras tarefas ao mesmo tempo, como ajustar o Waze ou checar o WhatsApp.


    A falta de atenção também prejudica a memória, já que é preciso estar presente para que as experiências se fixem. Além disso, ao pular de uma tarefa para outra sem pausa, nosso cérebro não tem tempo de consolidar o que aprendeu ou de alcançar pensamentos mais profundos.


    O multitasking também reduz a criatividade, que é estimulada quando a mente está livre de exigências complexas. “Muitas vezes, não estamos conseguindo memorizar as coisas porque não estamos presente de verdade, mas divididos em multitarefas no presencial e no online. Existe uma ilusão de que a atenção pode ser dividida, o que não é verdade”, explica Natália Mota, neurocientista e psiquiatra computacional.


    Lidar com tarefas simultâneas também pode sobrecarregar o sistema nervoso e gerar sensação de urgência constante, o que contribui para o aumento da ansiedade. Tudo isso, a médio prazo, abre caminho ao esgotamento mental e ao burnout. 



Monotasking e seus benefícios 


    Em um mundo que valoriza o multitasking como uma habilidade desejável, focar uma atividade por vez (monotasking) é cada vez mais difícil. Na correria, também parece que não temos outra opção. Mas poderíamos, pelo menos, parar de romantizar esse processo, reconhecer as suas consequências e evitar essa prática quando possível.


    Um bom primeiro passo para quem deseja adotar o monotasking é limitar as distrações, começando pelos momentos de lazer — por exemplo, deixar o celular de lado enquanto assiste a séries. Já no trabalho, isso pode significar tanto procurar um local mais silencioso ou desligar notificações. Vale também agendar horários específicos para checar emails, mensagens e outras atividades que costumam nos distrair.


    Mas esse talvez seja um preço necessário para perceber o que está em excesso ou o que consome mais tempo do que deveria. Essa mudança pode levar a transformações mais profundas. E o cérebro agradece.



Disponível em:

https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2025/11/entenda-por-queser-multitarefa-e-um-mito-que-faz-mal-ao-cerebro.shtml. Acesso em: 10 dez. de 2025.


Assinale a alternativa em que o termo “como” exerce a mesma função textual que em “Isso pode resultar em vários problemas, como um aumento na quantidade de erros e acidentes.”. 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: TJ-BA Prova: FGV - 2026 - TJ-BA - Juiz Leigo |
Q4102059 Português
Leia o texto a seguir.

Nos últimos 50 anos, a rápida e contínua evolução dos meios tecnológicos postos à disposição do homem vem causando impacto inédito ao meio ambiente. Cientistas renomados, como o holandês Paul Crutzen, Prêmio Nobel de Química em 1995, acreditam que o homem tenha se tornado uma ‘força geofísica planetária’. Foi ele que, em 2000, cunhou o termo Antropoceno para designar a nova época geológica que viria após o Holoceno.
Adaptado de OLIC, N. B. Antropoceno - um novo nome para o presente geológico? Revista Pangea, 24 set. 2008.

No contexto apresentado, o conectivo “como” estabelece uma relação de 
Alternativas
Q4094217 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.

 

Os seres humanos evoluíram e descendem de outros animais?

 

A evolução é um dos conceitos centrais da Biologia e explica como as espécies se transformam ao longo do tempo. Ela também mostra como os seres humanos compartilham uma longa história de adaptações que nos conectam a outros animais. Apesar de amplamente aceita na comunidade científica, a ideia de que “os seres humanos evoluíram e descendem de outros animais” ainda enfrenta resistência em parte da população brasileira. De acordo com a Pesquisa de Percepção Pública da Ciência mais recente, 35,5% dos entrevistados discordam totalmente da ideia da evolução humana e outros 9,1% discordam em parte.

“Evolução” é o termo utilizado para se referir ao processo de mudança pelo qual as populações passam ao longo do tempo, acumulando alterações que permitem sua adaptação aos ambientes. “Trata-se de um processo contínuo, inacabado e não linear”, afirma Camilo Silva Costa, biólogo e doutorando em Educação em Ciências na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).

(...)

No caso dos humanos, a evolução é traçada a partir de um grupo de primatas que viveu na África há milhões de anos, incluindo espécies do gênero Australopithecus, precursoras do gênero Homo. Camilo conta que esse grupo se dividiu em duas linhagens que começaram a evoluir independentemente. Uma delas permaneceu na floresta tropical africana, no noroeste da África, dando origem aos chimpanzés que conhecemos hoje; e a outra migrou para os campos abertos, nas savanas do leste africano, dando origem ao gênero Homo.

(...) estudos genéticos confirmam que os seres humanos compartilham uma alta porcentagem de seu DNA com outros primatas, como chimpanzés e bonobos, nossos parentes vivos mais próximos. Esses dados reforçam a ideia de uma ancestralidade comum. Embora muitas pessoas associem erroneamente a evolução à ideia de que “descendemos dos macacos”, o que a ciência afirma é que humanos e outros primatas compartilham um ancestral comum. Esse ancestral não era igual aos macacos atuais, mas sim uma espécie basal, que deu origem a diferentes linhagens, incluindo a humana. Portanto, não somos descendentes diretos de macacos como os que conhecemos hoje, mas sim primos evolutivos.

 

TREULIEB, Luciane. Os seres humanos evoluíram e descendem de outros animais? Revista Arco. Disponível em <https://www.ufsm.br/midias/arco/os-seres-humanos-evoluiram-e-descendem-de-outros-animais>.

“(...) os seres humanos compartilham uma alta porcentagem de seu DNA com outros primatas, como chimpanzés e bonobos, nossos parentes vivos mais próximos.”
A palavra destacada no trecho acima introduz um termo com sentido de:  
Alternativas
Q4091672 Português
Considere o fragmento a seguir para as questões:


Ao pensarmos no Museu Padre José Gaertner como um lugar de memória e produção educacional, trabalhamos com os objetos através de problemáticas históricas. Nós, como museu, buscamos servir como um espaço de reflexão crítica, no qual a educação está envolvida em uma maior percepção e em um melhor entendimento do mundo em que vivemos.


Fonte: https://museu.mcr.pr.gov.br  
Que estratégia apresentada a seguir é adequada para evitar o uso recorrente do item “como” no texto? 
Alternativas
Q4085677 Português

“O Agente Secreto” abarca imensidão e atualidade da violência brasileira



   É tão vasto o horizonte aberto por “O Agente Secreto” que mais justo será fatiá-lo para melhor compreensão. Ele é, entre outras coisas, um filme sobre cinema. Ele começa em 1977, quando “Tubarão”, o longa de Steven Spielberg, estava na cabeça de todo mundo. Os tubarões estavam na cabeça de um menino de cinco ou seis anos, filho de Marcelo — Wagner Moura —, o protagonista do filme.


   O tubarão do “Tubarão” não era apenas um peixe. Ele matava suas vítimas. E, quanto mais é perseguido, maior, mais ameaçador, mais horrendo e furioso se torna.


   Naquele ano, também, o Brasil já estava saindo da fase mais difícil [...]. Nesse momento, Marcelo volta ao Recife para viver, bem discretamente, numa comunidade de “refugiados” e para encontrar um documento de identificação que, de certa forma, pode comprovar para ele a existência de sua mãe.


   A mãe não é sua única perda. Foi criado pelo avô e perdeu a mulher. Sua pesquisa, do tempo em que era professor universitário, foi roubada. Foi difamado por um industrial paulista e é ameaçado de morte por ex-militares, hoje dedicados profissionalmente ao assassinato. O filme explicará tudo isso e por que esses fatos aconteceram.


   Como já se pode notar, estamos no território de “Tubarão”, de uma boca cada vez mais imensa que se abre para apanhar o que vier. A diferença fundamental é que “Tubarão” se propõe como um longa de aventura e terror, enquanto “O Agente Secreto” é uma obra de mistério — e terror.


   Há mais cinemas na história — e atenção a partir daqui com os “spoilers”.


   O sogro de Marcelo — papel de Carlos Francisco — é projecionista do Cine São Luiz, em Recife. É também no prédio onde no passado existiu um cinema que Fernando, o filho de Marcelo, pratica a medicina. Num banco de sangue, isto é, um lugar onde o sangue não existe como perda — jorro vindo de corpos mortos —, mas como regeneração e vida — “O Agente Secreto” não é, afinal, um filme sem esperança.


   O cinema, como se sabe, sempre foi um lugar de refúgio — tanto para fugitivos em geral como para namorados. E Marcelo, quando chega a Recife, logo no início do longa, vai para uma comunidade de pessoas que se dizem refugiadas.


   A presença do cinema é, claro, apenas uma fatia — talvez minguada — da imensidade a que se abre o novo filme de Kleber Mendonça Filho. Ele trata da violência que ora é oficial, ora é particular, [...] da destruição de reputações e do roubo de ideias, do assassinato [...]. Essa máquina infernal existia no passado e não deixou de existir no presente.


   “O Agente Secreto” é o longa onde mais evidentes são as ressonâncias de “O Som ao Redor”. Assim como a moderna Recife é o lugar onde sobrevive a antiga exploração dos engenhos em “O Som ao Redor”, o Brasil é o lugar onde práticas iníquas vão se perpetuando sempre adaptadas às condições do presente.


   E tudo isso é o que temos a deglutir, pouco a pouco, neste filme realmente imenso, com um elenco admiravelmente equilibrado em torno de um Wagner Moura assombroso.


   Muito pessoalmente, devo dizer que nunca me comoveu muito o prêmio do júri que “Bacurau” ganhou alguns anos atrás. O prêmio foi dividido com “Os Miseráveis”, de Ladj Ly, que me parecia muito superior. Desta vez, Kleber ganhou o prêmio de melhor direção, o mesmo que Glauber Rocha levou por “O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro”. Não passa vergonha diante de seu predecessor.



Adaptado de: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2025/11/oagente-secreto-abarca-imensidao-e-atualidade-da-violenciabrasileira.shtml. Acesso em: 05 jan. 2026. 

Assinale a alternativa que apresenta, entre parênteses, o valor semântico correto para o termo destacado. 
Alternativas
Q4063116 Português
As primas de Sapucaia


Por Claudia Laitano


Q1_10.png (680×548)

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/claudia-laitano/noticia/2026/05/as-primas-desapucaia-cmoncxlq202970123dgy7nosn.html — texto adaptado especialmente para esta prova). 
Considerando o trecho a seguir, retirado do texto, assinale a alternativa que apresenta uma locução conjuntiva que NÃO possa substituir o vocábulo “Como”, considerando as relações de sentido estabelecidas no contexto em que ele ocorre.

“Como não pode mandar mensagem pelo Instagram nem dar um Google para saber onde ela mora e que ambientes frequenta (o telefone mal tinha chegado ___ Corte), resta ao jovem enamorado contar com o acaso”.
Alternativas
Q4062570 Português
As primas de Sapucaia

Por Claudia Laitano

Captura_de tela 2026-05-20 104455.png (848×686)

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/claudia-laitano/noticia/2026/05/as-primas-desapucaia-cmoncxlq202970123dgy7nosn.html — texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o trecho a seguir, retirado do texto, assinale a alternativa que apresenta uma locução conjuntiva que NÃO possa substituir o vocábulo “Como”, considerando as relações de sentido estabelecidas no contexto em que ele ocorre.

“Como não pode mandar mensagem pelo Instagram nem dar um Google para saber onde ela mora e que ambientes frequenta (o telefone mal tinha chegado ___ Corte), resta ao jovem enamorado contar com o acaso”.
Alternativas
Q4059319 Português
Dia do Ouvidor:
COFFITO destaca escuta ativa na gestão pública

        O COFFITO realizou um encontro em homenagem ao Dia do Ouvidor, comemorado anualmente em 16 de março. O evento foi dedicado ao diálogo, à troca de experiências e ao fortalecimento institucional.

        O presidente do COFFITO, Dr. Sandroval Torres, abriu o evento e reafirmou a importância da integração entre as autarquias federais e regionais para a qualificação dos serviços da área de saúde prestados à população: “Nosso papel é muito importante. Somos a barreira que garante segurança para a sociedade. Sem nós, a sociedade fica vulnerável”.

        O ministro‑substituto do TCU, André Luís de Carvalho, apresentou a legislação que fundamenta o trabalho das Ouvidorias e a amplitude dessa atuação. “O acesso à informação como direito fundamental pressupõe que o cidadão não precisa pedir para ter acesso”, destacou.

        O ministro ressaltou que a Lei de Acesso à Informação define a publicidade como regra geral e o sigilo, como exceção. Afirmou ainda que o objetivo é fomentar a transparência administrativa e fortalecer o controle social.

        A chefe da Ouvidoria do COFFITO, Dra. Danielle Castro Azeredo, compartilhou com os participantes os resultados e aprendizados decorrentes da implementação da Ouvidoria Integrada do Sistema COFFITO/CREFITOs, desenvolvida pela atual gestão. Segundo ela, essa é uma iniciativa que marca uma nova etapa na governança institucional.

        Para o superintendente do COFFITO, Sergio Andrade, mais do que uma data comemorativa, o momento convida a reflexões sobre o papel estratégico das Ouvidorias na administração pública. No dia a dia, essas unidades funcionam como elo entre a sociedade e as instituições, contribuindo para “a qualificação dos serviços, o aprimoramento da gestão e a consolidação de práticas mais transparentes”.

        A programação do encontro contou com temas centrais para a atuação dos ouvidores, como a importância da escuta ativa, os desafios da atuação integrada, o uso de relatórios gerenciais como ferramenta de melhoria contínua e o papel da Ouvidoria na promoção da ética profissional.

        O COFFITO reforça seu compromisso com uma gestão cada vez mais aberta ao diálogo e orientada pela escuta qualificada. Com a presença de ouvidores de diferentes regiões do país, o Conselho Federal amplia o alcance das discussões e fortalece a construção coletiva de soluções voltadas ao interesse público.

Internet: <coffito.gov.br>  (com adaptações).

Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir.


No trecho “essas unidades funcionam como elo entre a sociedade e as instituições”, há uma comparação introduzida por “como”, ao passo que, em “O acesso à informação como direito fundamental”, não há relação comparativa.

Alternativas
Q4025188 Português
Levei 20 minutos para enganar ChatGPT e Gemini − e os fiz contar mentiras sobre mim


Talvez você já tenha ouvido que chatbots de inteligência artificial, como ChatGPT e Gemini, às vezes inventam informações. Isso é preocupante. Mas existe um problema menos conhecido e potencialmente mais grave: a facilidade com que essas ferramentas são levadas a repetir conteúdos falsos, com efeitos sobre a busca por informação confiável e até sobre a segurança das pessoas.

Um número crescente de usuários descobriu um método simples para fazer sistemas de IA dizerem quase qualquer coisa. Essa estratégia interfere no que algumas das principais inteligências artificiais do mundo dizem sobre temas delicados, como saúde, finanças pessoais e reputação. Informações enviesadas influenciam decisões importantes, como escolhas de consumo, posicionamentos políticos e questões médicas.

Para demonstrar esse risco, um repórter realizou um experimento incomum: conseguiu fazer o ChatGPT, o Gemini e recursos de busca com IA do Google afirmarem que ele seria extraordinariamente habilidoso em comer cachorros-quentes. A experiência mostrou que alterar o que essas ferramentas dizem a outras pessoas é tão simples quanto publicar um único texto aparentemente informativo na internet.

O método explora fragilidades dos sistemas usados pelos chatbots. Especialistas alertam que as empresas de IA avançam mais rápido do que sua capacidade de controlar a precisão das respostas, o que amplia os riscos. As empresas afirmam utilizar mecanismos para reduzir manipulações e manter resultados confiáveis, mas o problema ainda está longe de ser totalmente resolvido. Entre as possíveis consequências estão golpes, destruição de reputações e até situações que provoquem danos às pessoas.

Quando alguém conversa com um chatbot, parte da resposta vem do material usado no treinamento do modelo. Em outros casos, porém, a ferramenta consulta a internet para complementar a informação. É nesse momento que ela se torna mais vulnerável a conteúdos manipulados.

Foi justamente essa brecha que permitiu o experimento. O repórter escreveu, em seu próprio site, um artigo afirmando que havia um ranking dos melhores jornalistas de tecnologia em competições de cachorro-quente. Ele inventou um campeonato inexistente e colocou a si mesmo em primeiro lugar. Em menos de um dia, os principais chatbots já reproduziam a história absurda como se fosse verdadeira.

Ao perguntar quem seriam os melhores jornalistas de tecnologia em comer cachorros-quentes, as ferramentas passaram a repetir o conteúdo publicado. Em alguns casos, os sistemas sugeriam que aquilo poderia ser uma piada. Então, o autor alterou o texto para afirmar que não se tratava de sátira, e por algum tempo as IAs passaram a tratar o conteúdo com mais seriedade.

O problema, porém, não se limita a experiências curiosas. Pessoas usam esse mesmo mecanismo para influenciar respostas de IA sobre temas muito mais sensíveis. Muitas vezes, os sistemas indicam caminhos (links) para a fonte, mas raramente deixam claro que a informação pode vir de um único texto ou de uma fonte interessada no assunto.

Especialistas afirmam que qualquer pessoa pode produzir esse efeito com relativa facilidade, bastando publicar um conteúdo aparentemente confiável. Há décadas, mecanismos de busca enfrentam tentativas de manipulação, mas vários analistas consideram que a nova fase da IA reabriu espaço para práticas que lembram os primeiros tempos do spam na internet.

A situação se agrava porque os usuários tendem a confiar mais na resposta sintetizada pela IA do que nos resultados tradicionais de busca. Antes, era preciso acessar um site e avaliar seu conteúdo. Agora, a informação aparece diretamente na resposta da ferramenta, com tom de autoridade. Mesmo quando há indicação de fonte, as pessoas se mostram menos propensas a verificar o material original.

Chatbots funcionam relativamente bem em temas de conhecimento consolidado. O risco aumenta quando o assunto envolve controvérsia, atualização constante ou consequências práticas importantes. Por isso, essas ferramentas não devem ser tratadas como fonte suficiente para orientações médicas, jurídicas ou decisões que afetem diretamente a vida das pessoas.

Diante disso, é importante buscar informações complementares e observar se a IA apresenta fontes confiáveis. É essencial lembrar que essas ferramentas apresentam mentiras com o mesmo tom de segurança com que apresentam fatos. Se antes os mecanismos de busca obrigavam o usuário a avaliar as informações por conta própria, agora a IA faz isso em seu lugar. Por isso, não se deve abandonar o pensamento crítico.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy4w88ew21jo.adaptado.
"Talvez" você já tenha ouvido que chatbots de inteligência artificial, "como" ChatGPT e Gemini, "às vezes" inventam informações.

Em relação à classificação gramatical dos termos destacados no período, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4024416 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Nascer, crescer e evoluir...

    Muita gente diz que conviver com adultos é tarefa bem difícil!
   Estar entre bichos e crianças é como se dar ao luxo de viver, por pouco tempo que seja, em um mundo paralelo e utópico.
   Os animais de estimação, como gatos e cachorros, são dependentes de seus donos, o que nos deixa em uma posição superior e confortável.
    Mas não tiramos vantagem disso; ao contrário, somos loucos por eles, capazes de realizar caprichos e mimos diários.
     E eles não se submetem a esta nossa suposta superioridade. Não é raro vê-los aprontando travessuras, estragando móveis e meias, sujando a casa. E enfim, somos nós os vulneráveis, encantados e gratos a cada ato de companheirismo e carinho.
    As crianças já são um desafio maior, mas são elas que nos dão o melhor da sinceridade, da crítica e da simplicidade de argumentos e sentimentos.
   E ainda mais, estão sempre prontas para aprender, quando na verdade são elas que nos ensinam, basta que estejamos atentos à sabedoria desses pequeninos.
   Nascemos, crescemos e progredimos. Esta seria a linha de evolução ideal. Mas será que todos evoluímos? E será que sabemos aproveitar as vantagens da racionalidade humana? (...)
    As responsabilidades e a complexidade da vida adulta nos distanciam da infância e da honestidade da vida animal.
    Mas podemos guardar estes valores, infantis e animais, em um cofre seguro para que possamos utilizá-los sempre que possível. E, acreditem, haverá muitas ocasiões para isso.
     A maturidade não exclui estes valores, só muda o contexto, que virá com maiores doses de responsabilidade, respeito e cidadania, um aprendizado obrigatório para a convivência adulta.

CLICKIDEIA. Nascer, crescer e evoluir... Disponível em .
“Estar entre bichos e crianças é como se dar ao luxo de viver (...) em um mundo paralelo e utópico.”
A palavra destacada no trecho acima introduz o sentido de:
Alternativas
Q3989621 Português
TEXTO: BEBÊS EXPOSTOS À POBREZA APRESENTAM ATRASOS NO DESENVOLVIMENTO MOTOR JÁ AOS SEIS MESES

Maria Fernanda Ziegler


    A pobreza pode afetar o desenvolvimento motor dos bebês já aos seis meses de idade. Essa é a conclusão do primeiro estudo brasileiro que investigou mês a mês a quantidade e a qualidade do desenvolvimento motor e sua relação com a vulnerabilidade socioeconômica nos primeiros meses de vida.
    Conduzido por pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), o trabalho acompanhou 88 bebês dos 3 aos 8 meses, sendo 50 deles em situação de vulnerabilidade socioeconômica. Os resultados foram publicados na revista Acta Psychologica.
    “Além desses bebês alcançarem marcos motores [como agarrar objetos, virar e sentar] mais tarde que os não expostos à pobreza, eles apresentavam menor diversidade de movimentos, repetindo sempre a mesma estratégia para pegar um brinquedo, por exemplo”, explica Carolina Fioroni Ribeiro da Silva, bolsista da Fapesp cujo estudo foi objeto de seu doutorado.
     Para Eloisa Tudella, professora da UFSCar e orientadora da pesquisa, esses atrasos sutis em lactentes expostos à pobreza podem ter impactos importantes mais adiante, nos períodos pré-escolar e escolar.
      “Embora não tenha sido o foco direto da pesquisa, evidências indicam que atrasos motores leves no primeiro ano de vida podem influenciar o desenvolvimento global e se associar a problemas comportamentais na idade escolar, incluindo transtorno do déficit de atenção com hiperatividade [TDAH] e transtornos da coordenação”, afirma.
      O estudo mostrou ainda que há espaço para reversão já que, aos oito meses, os atrasos já não eram mais significativos. Essa possibilidade de melhora é atribuída ao engajamento das mães, que passaram a reproduzir em casa as orientações dadas durante as visitas (nenhum pai se apresentou como responsável para receber as pesquisadoras).
    “A maioria das mães expostas à pobreza era adolescente e não sabia como estimular os bebês após o nascimento. Durante as visitas, nós ensinávamos práticas simples, como colocar a criança de barriga para baixo, usar papel amassado como brinquedo ou conversar e cantar para o bebê. Todas as mães se mostraram muito receptivas, copiavam as ações durante as avaliações e passaram a interagir mais com os filhos, favorecendo seu desenvolvimento motor”, conta Silva, atualmente em pós-doutorado na Heinrich Heine University, na Alemanha.
      Conhecidos como “tummy time”, os períodos curtos em que o bebê fica de bruços sobre um tapete, acordado e supervisionado, são indicados para fortalecer cabeça, pescoço, ombros, costas e braços, contribuindo para a preparação da musculatura e a coordenação necessárias para que o bebê seja capaz de rolar, sentar, engatinhar e ficar de pé.
      “Em muitos lares, os bebês passavam mais tempo confinados em carrinhos, com poucas oportunidades para explorar o ambiente, fortalecer os músculos e experimentar diferentes formas de se mover, pois não havia espaço para isso”, afirma Silva.
    O trabalho utilizou pela primeira vez no Brasil o Infant Motor Profile (IMP), instrumento desenvolvido por pesquisadores da Universidade de Groningen, na Holanda. Diferente de escalas que avaliam apenas se o bebê atingiu determinado marco motor, o IMP analisa também a qualidade dos movimentos – variação, fluidez, simetria e desempenho. Isso permite identificar precocemente riscos neuromotores, planejar intervenções mais precisas e acompanhar a evolução das crianças ao longo do tempo.
    Segundo Tudella, outra vantagem do instrumento é reduzir a necessidade de avaliações mais caras e complexas, como ressonância magnética em bebês, que em geral exige sedação.


Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2026/02 /bebes-expostos-a-pobreza-apresentam-atrasos-nodesenvolvimento-motor-ja-aos-seis-meses.shtml. Acesso em 12/02/2026.
Segundo Tudella, outra vantagem do instrumento é reduzir a necessidade de avaliações mais caras e complexas, como ressonância magnética em bebês, que em geral exige sedação” (11º parágrafo). No texto, a palavra em destaque serve para: 
Alternativas
Q3983562 Português
Observe os períodos abaixo.
I. Ele age como o pai agia na mesma idade.
II. Como os dias anteriores estavam ensolarados, não carregou consigo o guardachuva.
III. Como afirmado pela equipe médica, o ator Henri Castelli está bem.

Marque a alternativa que apresenta conjunções que podem substituir, respectivamente, o termo 'como' sem alterar o sentido dos períodos.
Alternativas
Respostas
1: D
2: D
3: A
4: D
5: A
6: A
7: B
8: A
9: D
10: B
11: D
12: B
13: A
14: B
15: B
16: C
17: B
18: A
19: A
20: B