Questões de Concurso Sobre funções da linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética. em português

Foram encontradas 1.399 questões

Q4102785 Português
A questão deve ser respondidas com base no texto 2.


Texto 2


1 Um ciclone extratropical que se formou sobre o oceano nesta quarta-feira (26) provoca pancadas de chuva em todo o

2 RS. A precipitação pode ser acompanhada por rajadas de vento de até 60 km/h. Os efeitos, porém, são menos intensos

3 do que em fenômenos do mesmo tipo registrados em junho e no início de julho no estado.

4 A precipitação mais volumosa é prevista para a manhã, com tendência de diminuição no decorrer da tarde.

5 As temperaturas seguem mais altas pela influência do vento quente que vem do norte do Brasil; porém, a tendência 6 é que, após a passagem do ciclone, volte a esfriar — já na noite de quarta-feira.


ZH Digital. Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/ambiente/noticia/2023/07/video-confira-a-movimentacao-dociclone-que-atua-na-costa-do-rs-clkjqhdzf002f01546eeu0yab.html. Acesso em: 26 jul. 2023. 
O objetivo principal do texto em relação ao leitor é: 
Alternativas
Q4102781 Português
A questão deve ser respondida com base no Texto 1.


Texto 1 

Q1_7.png (696×232)
A mensagem do texto 1 é direcionada ao público: 
Alternativas
Q4102777 Português
A questão deve ser respondida com base no Texto 1.


Texto 1 

Q1_7.png (696×232)
O texto 1 tem por objetivo principal:
Alternativas
Q4102512 Português
A questão deve ser respondida com base no Texto 1.


Texto 1


OBESIDADE INFANTIL DISPARA NA GERAÇÃO TIKTOK


Taxa de crianças obesas ou acima do peso cresce 70% no Brasil e convive com a fome persistente entre a população mais vulnerável do país, revela levantamento inédito.


Na porta de um pequeno mercado localizado entre dois terrenos baldios, em uma rua poeirenta do interior do Maranhão, pacotes de salgadinho brilham sob o implacável sol das 10 horas da manhã. A temperatura passa dos 30°C em Trizidela do Vale, região central do estado, quando um menino de 11 anos, descalço e vestindo apenas uma bermuda azul, entra na loja para comprar um adoçante a pedido da mãe. Antes de pagar, agarra um dos pacotes brilhantes: um salgadinho de milho sabor calabresa acebolada – que de calabresa só tem o aroma artificial –, vendido a 50 centavos. Uma banana custa 75 centavos, mas o garoto nem chega perto das frutas guardadas no refrigerador no corredor mais distante da porta. As prateleiras de destaque destinam-se aos salgadinhos de pacote. “É para chamar as crianças”, explica o atendente. O salgadinho de pacote é ingrediente central do cardápio de má nutrição das crianças brasileiras. Mas não é o único vilão. A fome persistente convive com a crescente epidemia de obesidade, e os dois fenômenos atingem a população mais vulnerável. Dados compilados pela Piauí e pela agência de dados públicos Fiquem Sabendo, com base no Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (Sisvan), do Ministério da Saúde, mostram que a proporção de crianças de 5 a 10 anos acima do peso explodiu nos últimos treze anos. A taxa de crianças com obesidade subiu 70% de 2008 a 2021. Praticamente uma em cada cinco crianças atendidas pelo sistema público de saúde está obesa. [...].

Em metade dos domicílios pesquisados pelo Unicef, as crianças com menos de 6 anos consomem salgadinho de pacote, macarrão instantâneo e refrigerante de uma a três vezes por semana. O estudo concluiu que a vulnerabilidade socioeconômica das famílias é um fator que influencia no consumo de ultraprocessados, e a maior dificuldade para melhorar os hábitos alimentares foi o alto custo dos alimentos saudáveis. “O preço de uma salsicha pouco aumentou, enquanto o da cenoura disparou. As pessoas mais pobres estão comendo comida de baixa qualidade porque é mais barato”, diz o economista Arnoldo de Campos, ex-secretário nacional de Segurança Alimentar e Nutricional. Um levantamento feito por ele mostra que, das 20 maiores altas de preços acumuladas este ano até o mês de abril, 19 foram de alimentos in natura.


Fonte: adaptado de LICHOTTI, Camille; VALENTE, Rubens. Obesidade infantil dispara na geração TikTok. Revista Piauí, 07 jul. 2022. Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/fome-na-geracao-tiktok/. Acesso em: 10 ago. 2023.
A principal função do texto é:
Alternativas
Q4077897 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como gregos e romanos usavam eletricidade para aliviar dores sem saber gerá-la


A eletroterapia é um conjunto de técnicas médicas e fisioterapêuticas que usa a eletricidade para tratar uma série de lesões e doenças. Entre suas aplicações, estão a reabilitação muscular, o tratamento de dores crônicas, da depressão e de certas lesões cerebrais.

O ser humano compreende a natureza da eletricidade e aprendeu a manipulá-la há pouco tempo, de forma que a eletroterapia é considerada um avanço científico do mundo moderno.

Mas os antigos gregos e romanos tiveram experiências com a eletricidade e chegaram a propô-la como solução para males e enfermidades.

Será que eles tinham dispositivos para gerar e manipular a eletricidade? Não, mas eles dispunham de fontes naturais e acessíveis de eletricidade: os peixes.

A capacidade que algumas espécies de peixes têm de gerar eletricidade é chamada bioeletrogênese.

Esses animais utilizam a eletricidade com diversos propósitos, como a comunicação, a caça, a defesa, a navegação e a caracterização do seu entorno.

Algumas espécies eletrógenas vivem em lugares onde se desenvolveram civilizações importantes, como as arraias-elétricas que habitam o Mar Mediterrâneo ou os peixes-gatos-elétricos da África.

Sabemos que os egípcios, os gregos e os romanos estavam familiarizados com os peixes elétricos, que aparecem representados em baixos-relevos de monumentos egípcios, na cerâmica grega e em mosaicos romanos.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c2lp9x397pdo. Adaptado.
Textos são unidades de comunicação escrita ou falada que utilizam a linguagem para expressar e transmitir mensagens. Eles desempenham um papel fundamental na nossa vida cotidiana, permitindo a troca de informações, a expressão de ideias e a construção do conhecimento.

O texto intitulado 'Como gregos e romanos usavam eletricidade para aliviar dores sem saber gerá-la' utiliza a linguagem:
Alternativas
Q3694282 Português
Lontra-marinha rouba pranchas e surfa na Califórnia

Acostumado com a presença humana, animal vai em busca

de alimento e acaba levando as pranchas


Annie Roth

SANTA CRUZ (CALIFÓRNIA) | THE NEW YORK TIMES


        Nos últimos verões, vários surfistas em Santa Cruz vêm sendo vítimas de um crime no mar: o roubo de suas pranchas. A culpada é uma lontra-marinha fêmea que aborda os surfistas, roubando suas pranchas de surfe nesse processo e às vezes danificando-as.

        Após um fim de semana no qual o comportamento da lontra pareceu ter ficado mais agressivo ainda, na segunda feira autoridades responsáveis pela fauna e flora da região anunciaram a decisão de colocar um ponto final nos furtos cometidos pela lontra.

       "Devido ao risco crescente à segurança do público, uma equipe do Departamento de Pesca e Vida Selvagem da Califórnia (CFDW, a sigla em inglês) e do Aquário de Monterey Bay, treinada na captura e no manejo de lontras marinhas, foi enviada para tentar capturar a lontra e reassentá-la", disse uma porta-voz do CFDW em comunicado à imprensa.

     As autoridades locais chamam o animal de Otter 841 (Lontra 841). A fêmea de 5 anos de idade é conhecida por seu comportamento ousado e sua capacidade de realizar a manobra de surfe hang 10.

     As lontras-marinhas da Califórnia, conhecidas como lontras-marinhas sulinas, são uma espécie ameaçada encontrada exclusivamente na costa central da Califórnia. No passado, centenas de milhares dessas lontras viviam nas águas costeiras do estado, ajudando a manter as florestas de algas kelp saudáveis, consumindo os ouriços-do-mar. Mas quando a costa oeste dos Estados Unidos foi colonizada, a espécie foi caçada até ficar quase extinta, até a caça ser proibida em 1911.

      Hoje restam cerca de 3.000 lontras. Muitas delas vivem em áreas frequentadas por surfistas, praticantes de paddleboarding e pessoas em caiaques.

      Apesar dessa proximidade estreita, as interações entre lontras-marinhas e humanos ainda são raras. Os animais sentem medo inato dos humanos e geralmente fazem todo o possível para evitá-los, disse o ecologista Tim Tinker, da Universidade da Califórnia em Santa Cruz, que estuda os mamíferos marinhos há décadas.

         Uma lontra-marinha abordar um humano "não é normal", ele disse, "mas o fato de não ser normal não significa que nunca aconteça".

        A lontra 841 foi observada pela primeira vez subindo numa embarcação em Santa Cruz em 2021. Em um primeiro momento o comportamento foi excepcional, mas com o tempo a lontra foi ficando mais ousada. No último fim de semana, ela foi observada roubando pranchas de surfe em três ocasiões distintas.

         Na segunda-feira, o engenheiro de software Joon Lee, 40 anos, estava surfando em Steamer Lane, um ponto muito procurado por surfistas em Santa Fe, quando 841 se aproximou de sua prancha.

       "Tentei me afastar, mas não consegui ir muito longe até ela cortar com os dentes o cordão que prendia a prancha a meu tornozelo", ele disse.

       Lee abandonou sua prancha e ficou assistindo, chocado, à lontra subir sobre a peça e passar a arrancar pedaços dela com seus maxilares poderosos.

         "Tentei tirá-la de cima, virando a prancha e empurrando-a para longe, mas ela estava fixada sobre minha prancha, por alguma razão, e não parava de atacar", ele disse. Se as autoridades conseguirem capturar 841, ela será levada de volta ao Aquário de Monterey Bay e depois transferida para outro aquário, onde passará o resto da vida. Seus captores têm um trabalho difícil pela frente. Já foram feitas várias tentativas de captura, todas fracassadas.

         "Ela está mostrando talento para fugir de nós", disse Jessica Fujii, administradora do programa de lontras-marinhas no Aquário de Monterey Bay.
As funções da linguagem são formas de utilização da linguagem segundo a intenção do falante. A respeito do texto, pode-se afirmar que sua função é: 
Alternativas
Q3596354 Português
Texto para a questão.

Minha história começa numa ilha com pouco mais de duzentos habitantes, na baía de Todos os Santos. Uma fração de Brasil praticamente secreta, ignorada pelas modernidades e pelos mapas: nem o (quase) infalível Google Maps consegue encontrá-la. É nessa terra minúscula, a Ilha do Paty, que estão minhas raízes. O lugar é um distrito de São Francisco do Conde _ município a 72 quilômetros de Salvador, próximo a Santo Amaro e conhecido por sua atual importância na indústria do petróleo. Na ilha, as principais fontes de renda ainda são a pesca, o roçado e ser funcionário da prefeitura.

No Paty, sapatos são muitas vezes acessórios dispensáveis. Para atravessar de um lado para o outro na maré de águas verdes, o transporte oficial é a canoa, apesar de já existirem um ou outro barco, cedidos pela prefeitura. Ponte? Nem pensar, dizem os moradores, em coro. Quando alguém está no “porto" e quer chegar até o Paty, só precisa gritar: “Tomaquê!".

Assim, algum voluntário pega sua canoa e cruza, a remo, um quilômetro nas águas verdes e calmas. Entre os dois pontos da travessia se gastam uns quarenta minutos. Essa carona carrega, na verdade, um misto de generosidade e curiosidade. Num lugar daquele tamanho, qualquer visita vira assunto, e é justamente o remador quem transporta a novidade.

(RAMOS, Lázaro. Na minha pele: Rio de Janeiro: Fontanar, 2018)
Qual a função da linguagem predominante no texto? 
Alternativas
Q3433069 Português
Os sinais de demência que quase ninguém conhece


Demência é um termo abrangente utilizado para descrever um conjunto de sinais e sintomas relacionados à perda progressiva e significativa das funções cognitivas. Ficam prejudicados a memória, a capacidade de raciocínio, o pensamento e a linguagem. O Alzheimer é o tipo mais comum de demência.


Embora o esquecimento frequente seja o sinal mais conhecido, existem outros dos quais poucas pessoas têm ciência. Estes são: preferência por alimentos doces, perda de olfato, convulsões, incontinência urinária, quedas repetidas e desmaios, alucinações visuais, distúrbios do sono, mudanças de humor e comportamento.


De acordo com a Alzheimer’s Association, a preferência por doce acontece porque as papilas gustativas podem diminuir quando a doença se instala.


Os pesquisadores acreditam que o cérebro produz insulina, como o pâncreas, e os níveis de insulina no cérebro podem cair, causando desejos. Isso também pode levar ao ganho de peso e padrões alimentares pouco saudáveis.


Já a perda do olfato pode estar associada à perda de função cognitiva e, portanto, é um sinal relevante para o diagnóstico do Alzheimer e de outras demências.


É importante ressaltar que a presença de um ou mais desses sinais não significa necessariamente que a pessoa tem demência. Existem muitas causas possíveis para esses sintomas, e eles também podem estar relacionados a outros problemas de saúde. No entanto, conhecer esses sinais ajuda a identificar a hora de procurar um médico para uma avaliação adequada e um diagnóstico preciso.


Disponível em: https://catracalivre.com.br/saude-bem-estar/os-sinais-de-demencia-quequase-ninguem-conhece/. Acesso em: 18 mar. 2024.

No texto “Os sinais de demência que quase ninguém conhece” predomina a seguinte função da linguagem:
Alternativas
Ano: 2023 Banca: IDCAP Órgão: IASES Prova: IDCAP - 2023 - IASES - Agente Socioeducativo |
Q3283253 Português

REFLEXÃO SOBRE O "ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE"


(1º§)O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA - Lei 8069/90) foi fruto da necessidade da criação de uma Justiça especializada e cujo objetivo é de julgar as infrações cometidas pelos adolescentes entre doze e dezoito anos (artigo 2º) do ECA.


(2º§)O dicionário de Aurélio Buarque de Holanda conceitua o vocábulo adolescente como: aquele que está no começo, no início, que ainda não atingiu todo o vigor. Adolescentes são pessoas ainda em formação, cuja estrutura física e psíquica não atingiu sua plenitude, bem como a sua personalidade. Sendo assim, são pessoas especiais que merecem a criação de uma Justiça especializada, diferenciada daquela utilizada para adultos, haja vista, suas diferenças.


(3º§)Como seres especiais, cuja personalidade, intelecto, caráter estão ainda em formação a tarefa de redirecioná-los e reeducá-los é mais branda e menos trabalhosa, pois as crianças e os adolescentes são mais suscetíveis em assimilar as ditas orientações. Pense nisso, redobre sua atenção para com os seres humanos em formação! Eles merecem o nosso carinho!


(4º§)O ECA, portanto, prevê um tratamento diferenciado para os adolescentes infratores, classificando-os como pessoas especiais de direitos, procurando garantir que sua formação seja sólida e harmoniosa perante a sociedade, garantindo assim a retomada de uma vida social plena sem problemas ou incidentes, lastreados em valores éticos, sociais e familiares, afastando-os de uma vida pregressa gregária que não deve prevalecer, em nenhuma hipótese durante ao seu desenvolvimento, sob pena de se tornar um doente incurável.



(Reflexões sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente - Jus.com.br | Jus Navigandi) - (Adaptado)

Marque a "Função da linguagem" que predomina no trecho do texto: "Pense nisso, redobre sua atenção para com os seres humanos em formação, pois eles merecem o nosso carinho!"
Alternativas
Ano: 2023 Banca: IDCAP Órgão: IASES Prova: IDCAP - 2023 - IASES - Agente Socioeducativo |
Q3283248 Português
Declaração Universal dos Direitos Humanos

Adotada e proclamada pela Assembleia Geral das Nações Unidas (resolução 217 A III) em 10 de dezembro 1948.

Preâmbulo.

Considerando que o reconhecimento da dignidade inerente a todos os membros da família humana e de seus direitos iguais e inalienáveis é o fundamento da liberdade, da justiça e da paz no mundo; [...] A Assembleia Geral proclama a presente Declaração Universal dos Direitos Humanos como o ideal comum a ser atingido por todos os povos e todas as nações, com o objetivo de que cada indivíduo e cada órgão da sociedade tendo sempre em mente esta Declaração, esforce-se, por meio do ensino e da educação, por promover o respeito a esses direitos e liberdades, e, pela adoção de medidas progressivas de caráter nacional e internacional, por assegurar o seu reconhecimento e a sua observância universais e efetivos, tanto entre os povos dos próprios Países-Membros quanto entre os povos dos territórios sob sua jurisdição. [...]


Disponível em: https://brasil.un.org/ Acesso em: 25/01/2023
A função da linguagem presente no texto é:
Alternativas
Q2638951 Português

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.


Texto 1:



Disponível em: e-vvralzzacmmm--raseclasscca-doraccaneegr/anha-de-doacao-de-sangue-viraliza-com-frase-classica-do-raca-negra/ Acesso em: 12 maio, 2023.


Texto 2:



Fonte: Alexandre Beck. Disponível em: /666033338673344956?type=33 rasarmandinho/photos/a.488361671209144/660336867344956/?type=3 Acesso em: 12 maio, 2023.

Analise o seguinte enunciado, retirado do Texto 1:


Deixe o medo de lado e seja solidário.


Assinale a alternativa que apresenta a função da linguagem predominante nesse enunciado:

Alternativas
Q2632543 Português

TEXTO I


Mau humor crônico é doença e exige tratamento

Mau humor pode ser doença – e grave! Um transtorno mental que se manifesta por meio de uma rabugice que parece eterna. Lembra muito o estado de espírito do Hardy Har Har, a hiena de desenho animado famosa por viver resmungando “Oh dia, oh céu, oh vida, oh azar”.

Distimia é o nome dessa doença. Reconhecida pela medicina nos anos 80, é uma forma crônica de depressão, com sintomas mais leves. “Enquanto a pessoa com depressão grave fica paralisada, quem tem distimia continua tocando a vida, mas está sempre reclamando”, diz o psiquiatra Márcio Bernik, coordenador do Ambulatório de Ansiedade do Hospital das Clínicas (HC).

O distímico só enxerga o lado negativo do mundo e não sente prazer em nada. A diferença entre ele e o resto dos mal-humorados é que os últimos reclamam de um problema, mas param diante da resolução. O distímico reclama até se ganha na loteria. “Não fica feliz, porque começa a pensar em coisas negativas, como ser alvo de assalto ou de sequestro”, diz o psiquiatra Antônio Egídio Nardi, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro. (...)

E, se o mau humor patológico tem remédio, o mau humor “natural” também. Vários fatores interferem no humor. O cheiro, por exemplo, que é capaz de abrir o sorriso no rosto de um trombudo. E mais: ao contrário do que se pensa, o humor melhora com a idade!

KLINGER, Karina. Folha on-line – www.folha.com.br

Tendo em vista as intenções comunicativas do texto I, percebe-se a presença de mais de uma função da linguagem, ou seja, ao lado da referencial, que atende ao objetivo informativo do texto, pode-se identificar uma outra função, a metalinguística, identificada, mormente no parágrafo:

Alternativas
Q2572762 Português

O Texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 15.

Texto 1:

Crise nos programas de licenciatura

Uma medida paliativa vem ocorrendo com frequência cada vez maior em escolas públicas e privadas de todo o país. Muitos estudantes estão finalizando o ano letivo de 2023 sem ter tido aulas de física ou sociologia com professores habilitados para ministrar essas disciplinas. Diante da ausência de candidatos para ocupar as docências, as escolas improvisam e colocam profissionais formados em outras áreas para suprir lacunas no ensino fundamental II e no ensino médio. A medida tem se repetido em diferentes estados e municípios brasileiros, como mostram dados de estudo inédito realizado por pesquisadores do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep): em Pernambuco, por exemplo, apenas 32,4% das docências em física no ensino médio são ministradas por licenciados na disciplina, enquanto no Tocantins o valor equivalente para a área de sociologia é de 5,4%. Indicativo da falta de interesse dos jovens em seguir carreira no magistério, o número de concluintes de licenciaturas em áreas específicas passou de 123 mil em 2010 para 111 mil em 2021. Esse conjunto de dados indica que o país vivencia um quadro de apagão de professores. Para reverter esse cenário, pesquisadores fazem apelo e defendem a urgência da criação de políticas de valorização da carreira docente e a adoção de reformulações curriculares.

“O apagão das licenciaturas é uma realidade que nos preocupa”, afirma Marcia Serra Ferreira, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e diretora de Formação de Professores da Educação Básica da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). As licenciaturas em áreas específicas são cursos superiores que habilitam os concluintes a dar aulas nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio na área do conhecimento em que se formaram. Dados do último Censo da Educação Superior do Inep, autarquia vinculada ao Ministério da Educação (MEC), divulgados no ano passado, mostram que desde 2014 a quantidade de ingressantes em licenciaturas presenciais está caindo, assim como ocorre em cursos a distância desde 2021. “As áreas mais preocupantes são as de ciências sociais, música, filosofia e artes, que apresentaram as menores quantidades de matrículas em 2021, e as de física, matemática e química, que registraram as maiores taxas de desistência acumulada na última década”, assinala Ferreira.

Dados do Inep disponíveis no Painel de Monitoramento do Plano Nacional de Educação (PNE) indicam que, em 2022, cerca de 59,9% das docências do 6º ao 9º ano do ensino fundamental e de 67,6% daquelas oferecidas no ensino médio eram ministradas por professores qualificados na área do conhecimento. Ao analisar os números, o pedagogo e professor de educação física Marcos Neira, pró-reitor adjunto de Graduação da Universidade de São Paulo (USP), comenta que a situação é diferente em cada área do conhecimento. “Por um lado, a média nacional mostra que 85% dos docentes de educação física são licenciados na disciplina, enquanto os percentuais equivalentes para sociologia e línguas estrangeiras são de 40% e 46%, respectivamente. Ou seja, os problemas podem ser maiores ou menores, conforme a área do conhecimento e também são diferentes em cada estado”, destaca Neira, que atualmente desenvolve pesquisa com financiamento da FAPESP sobre reorientações curriculares na disciplina de educação física.

A falta de formação adequada do professor pode causar impactos no processo de aprendizagem dos alunos, conforme identificou Matheus Monteiro Nascimento, físico da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), em pesquisa realizada em 2018. De acordo com o pesquisador, na ausência de docentes licenciados em física, quem acaba oferecendo a disciplina nas escolas, geralmente, são profissionais da área de matemática. “Com isso, observamos que a abordagem da disciplina tende a privilegiar o formalismo matemático”, comenta. Ou seja, no lugar de tratar de conhecimentos de mecânica, eletricidade e magnetismo por meio de abordagens fenomenológicas, conceituais e experimentais, os professores acabam trabalhando os assuntos em sala de aula apenas por meio de operações matemáticas e equações sem relação direta com a realidade do aluno. “O formalismo matemático é, justamente, o elemento da disciplina de física que mais prejudica o interesse de estudantes por essa área do conhecimento”, considera Nascimento.

Preocupados em mensurar se as defasagens poderiam ser sanadas com a contratação de profissionais graduados em licenciaturas no Brasil nos últimos anos, pesquisadores do Inep realizaram, em setembro, estudo no qual olharam para as carências de escolas públicas e privadas nos anos finais do ensino fundamental e médio. “Se todos os licenciados de 2010 a 2021 ministrassem aulas na disciplina em que se formaram nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio em 2022, ainda assim o país teria dificuldades para suprir a demanda por docentes de artes em 15 estados, física em cinco, sociologia em três, matemática, língua portuguesa, língua estrangeira e geografia em um”, contabiliza Alvana Bof, uma das autoras da pesquisa. Além disso, o estudo avaliou se a quantidade de licenciados de 2019 a 2021 seria suficiente para suprir todas as docências que, em 2022, estavam sendo oferecidas por professores sem formação adequada. Foi constatado que faltariam docentes de artes em 18 estados, física em 16 estados, língua estrangeira em 15, filosofia e sociologia em 11, matemática em 10, biologia, ciências e geografia em 8, língua portuguesa em 5, história e química em 2 e educação física em um estado. “Os resultados indicam que já vivemos um apagão de professores em diferentes estados e disciplinas”, reitera Bof, licenciada em letras e com doutorado em educação.

Outro autor do trabalho, o sociólogo do Inep Luiz Carlos Zalaf Caseiro, esclarece que o cenário de falta de professores não está relacionado com falta de vagas em cursos de licenciaturas. “Em 2021, o país teve 2,8 milhões de vagas disponíveis, das quais somente 300 mil foram preenchidas. Isso significa que 2,5 milhões de vagas ficaram ociosas, sendo grande parte no setor privado e na modalidade de ensino a distância”, relata. Licenciaturas 2 oferecidas no ensino público, na modalidade presencial, também tiveram quantidade significativa de vagas ociosas. “De 2014 a 2019, a taxa de ociosidade de licenciaturas em instituições públicas foi de cerca de 20%, enquanto em 2021 esse percentual subiu para 33%”, informa. Cursos como o de matemática apresentaram situação ainda mais inquietante. “Licenciaturas de matemática em instituições públicas no formato presencial registraram 38% de vagas ociosas em 2021”, destaca Caseiro, comentando que muitas vagas, mesmo quando preenchidas, logo são abandonadas. Além disso, segundo o sociólogo, somente um terço dos estudantes que finalizam as licenciaturas vai atuar na docência; o restante opta por outros caminhos profissionais. O estudo foi desenvolvido a partir do cruzamento de dados relativos a docentes presentes no Censo da Educação Básica e referentes a ingressantes e concluintes em licenciaturas captados pelo Censo da Educação Superior. Ambas as pesquisas são realizadas anualmente pelo Inep para analisar a situação de instituições, alunos e docentes da educação básica e do ensino superior.

Retirado e adaptado de: QUEIRÓS, Christina. Crise nos programas de licenciatura. Revista Pesquisa FAPESP. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/crise-nos-programas-de-licenciatura/ Acesso em: 02 nov., 2023.

Texto 02

(o primeiro índice é sempre o de maior percentual e o segundo, de menor):


Fonte: BOF, A. M et al. Cadernos de Estudos e Pesquisas em Políticas Educacionais. 2023, no prelo. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/crise-nos-programas-de-licenciatura/ Acesso em: 02.nov., 2023. Ensino fundamental II Ensino médio 3

A respeito das características textuais dos Textos 1 e 2, analise as afirmações a seguir:


I.Enquanto o Texto 1 é considerado ___________, o Texto 2 é um texto ____________.

II.No Texto 1, predomina a função da linguagem conhecida como __________.

III.Podemos afirmar que a função do gênero do ___________ é compartilhar informações, pesquisas e outros dados, de cunho científico, com uma linguagem explicativa, didática, o que a distingue da linguagem mais especializada.

IV.O gênero do __________ tem como objetivo a representação geométrica de um conjunto de dados usada para facilitar a compreensão das informações apresentadas.

V.O tipo textual predominante no Texto 1 é chamado de ________.


Assinale a alternativa que correta e respectivamente preenche as lacunas nas asserções:

Alternativas
Q2569110 Português

Texto para a questão.


QUANDO O CORPO FALA


Martha Medeiros, Doidas e Santas.

Analise a função do termo destacado, no trecho a seguir, para assinalar a alternativa correta.
“Hoje me considero 70% cética e ainda pretendo reduzir este índice...” (linha 17).
Alternativas
Q2567964 Português

TEXTO 05

Censo da Educação Superior aponta que EAD cresceu 700% em 10 anos; média é de 171 alunos por professor na rede privada

Ministro da Educação, Camilo Santana, demonstrou preocupação com o aumento e afirmou haver necessidade de prezar

pela qualidade


Dados do Censo da Educação Superior divulgados pelo Ministério da Educação (MEC) nesta terça-feira (10), mostram uma explosão da educação a distância (EAD) no Brasil. Segundo as estatísticas, o número de cursos na modalidade ofertados no país aumentou 700% nos últimos 10 anos, saindo de 1.148 em 2012 para 9.186 no ano passado.

O crescimento na oferta de cursos EAD tem sido registrado no país desde os anos 2000. O ritmo de criação de novos cursos aumentou a partir de 2018, impulsionado pela edição de um decreto do então presidente Michel Temer no ano anterior, que flexibilizou a abertura de polos de educação a distância no país. Desde então, houve um crescimento de 189,1% na oferta de cursos nessa modalidade.

Ainda de acordo com o MEC, considerando dados da rede privada, que detém a maior parte das matrículas de Ensino Superior no país, o ensino a distância apresenta uma expressiva quantidade de alunos por professor. Os dados mostram que o número de alunos por professor na EAD é mais de sete vezes maior do que no presencial. A média é de 171 alunos para cada professor nos cursos a distância e 22 estudantes por docente na modalidade presencial.

A análise é feita anualmente pelo Instituto de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) em instituições de ensino públicas e privadas. Nos últimos anos, o Censo da Educação Superior vem mostrando algumas tendências da etapa como o crescimento da EAD - sobretudo depois da pandemia de covid-19. A edição do ano passado mostrou que seis em cada 10 estudantes ingressaram no Ensino Superior na modalidade EAD. Durante a pandemia, o ensino presencial encolheu 28%.

O ministro da Educação, Camilo Santana, demonstrou preocupação com o aumento vertiginoso da EAD no Brasil. Segundo ele, o MEC vai aprimorar a regulação do setor, implementando novas diretrizes para qualificar os cursos a distância.

— Estou bastante preocupado primeiro com a qualidade desses cursos. Claro que facilita muito a vida do trabalhador, que tem que trabalhar, se deslocar. Temos de avaliar qual tipo de curso ofertado para boa formação do profissional que possa ser a distância — disse Santana.

Segundo o chefe da pasta da Educação, não se trata de "demonizar" o ensino a distancia:

— Ele é importante para facilitar a vida. Mas, quero prezar pela qualidade da oferta desses cursos.

Número de matrículas

O crescimento na quantidade de matrículas a distância é expressivo, passando de 1.113.850 em 2012 para 4.330.934 em 2022, um aumento de 289%. Apesar do aumento, o número de alunos na modalidade presencial ainda é ligeiramente maior do que na EAD: 5.112.663. A tendência de alta na educação a distância, no entanto, indica que esse modelo poderá superar em breve o ensino tradicional.

Desde 2019, o número de estudantes que ingressam no Ensino Superior a distância é superior à quantidade de pessoas que entram na modalidade presencial. Em 2022, dado mais recente, foram 3.100.556 novos ingressantes na EAD, um recorde. Enquanto isso, no presencial foram apenas 1.656.172 novos alunos.

Formação de professores

Outro ponto de preocupação do MEC é a formação de professores. Os dados do Censo mostraram que cerca de oito em cada 10 estudantes que entram em cursos de licenciatura optam pela modalidade a distância. Atualmente, 64% das matrículas nesses cursos são por EAD, o que demonstra que a maior parte dos professores de Educação Básica do país estão obtendo sua formação a distância.

— Não tenho dúvidas de que vamos ter desafios enormes em relação principalmente aos cursos de licenciatura — diz Camilo Santana.

O ministro destacou que dados do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) mais recentes mostraram que é preciso melhorar a qualidade dos cursos. Segundo o ministro, nessa perspectiva, o MEC vai reservar 40% das vagas remanescentes do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) para licenciaturas.

— Precisamos rever, porque o último Enade já mostrou que todas licenciaturas numa escala de 0 a 10 estão abaixo de 5. Pedagogia tem 3,6 na escala de 0 a 10. E vamos aguardar o dado do novo Enade que será apresentado — explicou.

Presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), Celso Niskier destacou o papel da EAD na ampliação do acesso de estudantes às universidades. A ABMES é uma das instituições que participa do grupo de trabalho do MEC a respeito da reformulação das regras para o setor.

— EAD é fundamental para democratizar o acesso à educação superior, sem ele nossas taxas não estariam crescendo, mas é necessário sempre que isso seja feito com uma qualidade importante. Conseguimos vencer a batalha da quantidade, agora nos cabe lutar pela qualidade — defendeu Niskier.

Consulta pública debaterá o avanço do EAD

Uma consulta pública será aberta pelo MEC para debater o tema. O Ministério da Educação avalia autorizar que as graduações em Direito, Enfermagem, Odontologia e Psicologia possam ser cursadas a distância (EAD). Conselhos representativos das classes, no entanto, são contrários à medida. Já entidades das instituições de ensino particulares são favoráveis à mudança.

— Nas universidades federais, 34% dos cursos EAD são nota 4 ou 5. Na privada, são 19%. É muito baixo o número de cursos EAD de nota 4 ou 5. Eu determinei realizar uma supervisão especial nos cursos a distância para rever todo o marco regulatório disso. A nossa preocupação não é o fato de ter um curso a distância, mas garantir qualidade nesse curso que está sendo oferecido para formação desse profissional. E é impossível determinados cursos serem feitos a distância nesse país — argumentou o ministro Camilo Santana.


Disponível em < https://gauchazh.clicrbs.com.br/educacao/ensino-superior/noticia/2023/10/censo-da-educacao-superior-aponta-que-ead-cresceu700-em-10-anos-media-e-de-171-alunos-por-professor-na-rede-privada-clnkufd2w003301h1vo91unzw.html>. Acesso em: 11 out. 2023 

“Desde 2019, o número de estudantes que ingressam no Ensino Superior a distância é superior à quantidade de pessoas que entram na modalidade presencial. Em 2022, dado mais recente, foram 3.100.556 novos ingressantes na EAD, um recorde. Enquanto isso, no presencial foram apenas 1.656.172 novos alunos.”
Após a análise do trecho pela teoria das funções da linguagem, é CORRETO afirmar que
Alternativas
Q2550769 Português
A função de linguagem centrada no canal de comunicação é a função:
Alternativas
Q2545269 Português
Texto 4

Poema da tecnologia

Com todas essas inovações,

Computador, tablet e celular,

Os amigos não têm tempo nem para se olhar.

Conversar cara a cara, dar boas risadas,

Sem escrever somente KKK.

O melhor de estar perto

É poder sentir um ao outro.

(...

Unidos sem a tal internet.

Que bom seria se não precisássemos de tecnologia,

Assim o tempo de pressa não passaria.

Então nossas antigas amizades não mudariam.

Nosso jeito de curtir voltasse a ser como antes.

Ao invés de ser um clique,

(...)

Sem bluetooth ou Wi-Fi;

Facebook ou instagram,

(...)

Nosso jeito de curtir voltasse a ser como antes.

Ao invés de ser um clique,

Bons abraços ofegantes.

Fran Araújo

(htpps://www.pmav.es.gov.br acesso em 07/08/2023)


A questão é pertinente ao texto 4
Assinale a alternativa correta quanto aos aspectos textuais, em geral, inerentes ao texto.
Alternativas
Q2545268 Português
Texto 3 

A Inteligência Artificial, que você vai ver por aí sendo citada apenas como IA (ou AI, de artificial intelligence), é um avanço tecnológico que permite que sistemas simulem uma inteligência similar à humana — indo além da programação de ordens específicas para tomar decisões de forma autônoma, baseadas em padrões de enormes bancos de dados. (wikipedia, acesso em 07/08/23)
Analise o excerto quanto aos vários aspectos textuais, inclusive linguísticos a fim de poder responder a esta questão.

I. A função de linguagem predominante é a metalinguística, uma vez que há uma definição do termo, explicando o que é e o que possibilita.
II. O acento indicativo de crase se encontra colocado corretamente, apresentando emprego de regência nominal.
III. Elementos com valor semântico de circunstância de lugar e de finalidade estão presentes, inclusive mediante uma oração.

A única afirmação correta se encontra na alternativa
Alternativas
Q2544678 Português
TEXTO: A IMPORTÂNCIA DE SABER LER NA ERA DA INFORMAÇÃO


(1º§) Antes de falar de educação midiática, eu quero conversar um pouco sobre a leitura e a escrita e sua importância em todas as áreas do conhecimento, para informar sobre a sua importância. Independentemente do trabalho que exercemos, ler e escrever são necessidades básicas de comunicação e compreensão de mundo.

(2º§) Quando nós lemos um texto - qualquer um, em qualquer tipo de mídia — vamos fazendo conexões com outros saberes que já temos de outros textos lidos, outras experiências, outras coisas com as quais temos intimidade e isso vai ampliando a nossa compreensão daquilo que estamos lendo.

(3º§) E para que tudo isso aconteça, de fato, precisamos mais do que ser alfabetizados, precisamos ser indivíduos letrados. Mas os dois adjetivos estão bem relacionados. Informe-se sobre a importância da compreensão das mensagens textuais na era da informação.

(4º§) Você sabe a diferença entre esses dois termos: alfabetizados e letrados? Acredite que não se pode confundi-los tampouco desprezar a importância que têm no processo de leitura.

(5º§) Se não sabe, não se acanhe. Eu também não sabia até bem pouco tempo e vou te explicar agora por que vamos precisar desses conceitos para prosseguirmos nosso diálogo sobre educação midiática.

(6º§) Alfabetizado é aquele que sabe let e escrever, OU seja, todo mundo que frequentou a escola e sabe juntar letras para formar palavras, palavras para formar frases, frases para formar parágrafos e parágrafos para formar textos com coerência, coesão e regras gramaticais devidamente bem empregadas.

(7º§) Normalmente, com algumas situações assistidas, os alfabetizados respondem àquelas perguntinhas básicas de interpretação de texto sobre: 1. Personagem principal. 2. Ação. 3. Local da ação. 4, Objetivo da ação.

(8º§) Já os individuos letrados são aqueles que respondem às demandas sociais de leitura e escrita de acordo com os contextos em que estão inseridos. Eles conseguem se informar por meio de jornais, revistas, sites, livros ou quaisquer mídias, fazendo as conexões necessárias para depreender sentido do que estão lendo de acordo com as próprias vivências e experiências.

(9º§) Eles conseguem ir além da superfície do texto, entender sua ideia central, as intenções por trás da mensagem (informar, entreter, vender, manipular) e as estratégias para conseguir esses objetivos (o tipo de linguagem escolhida, os recursos gramaticais, a estética das mensagens).

(10º§) Você deve ter ouvido relatos de professores. universitários reciamando da falta de habilidade de seus alunos para a leitura de textos maiores e mais complexos ou talvez você mesmo tenha enfrentado essa dificuldade quando estava na faculdade e teve que “ralar” para sanar essa lacuna. E o problema vem do nosso processo falho de alfabetização, que desconsidera o letramento ao ignorar as vivências anteriores das crianças.

(11º§) Ensinar uma criança a ler é mais do que ensiná-la a compreender o texto, como explica a professora Sandra Bozza: “Ensinar a ler é mais do que apenas depreender sentido, mas estabelecer relações com o que a criança vive, com o que o/a adolescente pensa e com tudo o que a criança já leu no mundo”, (...)


(Por: Marinela de Souza. Jornalista com foco em Educação, Assessora de Imprensa. Educadora midiática. Especialista em Tecnologias Digitais Aplicadas á Educação. S. José dos Campos. São Paulo) — (Adaptado) htips://pt linkedin.çonv pulseimportseCI%AZncia-de-saberler-n ja- informa %CIGAF%CI%AO-marinella-de-souzal)
Considerando que o trecho do (1º§) tem por finalidade informar, marque a função da linguagem que nele predomina.

“Antes de falar de educação midiática, eu quero conversar um pouco sobre a leitura e a escrita e sua importância em todas as áreas do conhecimento, para informar sobre a sua importância. Independentemente do trabalho que exercemos, ler e escrever são necessidades básicas de comunicação e compreensão de mundo”.
Alternativas
Q2544677 Português
TEXTO: A IMPORTÂNCIA DE SABER LER NA ERA DA INFORMAÇÃO


(1º§) Antes de falar de educação midiática, eu quero conversar um pouco sobre a leitura e a escrita e sua importância em todas as áreas do conhecimento, para informar sobre a sua importância. Independentemente do trabalho que exercemos, ler e escrever são necessidades básicas de comunicação e compreensão de mundo.

(2º§) Quando nós lemos um texto - qualquer um, em qualquer tipo de mídia — vamos fazendo conexões com outros saberes que já temos de outros textos lidos, outras experiências, outras coisas com as quais temos intimidade e isso vai ampliando a nossa compreensão daquilo que estamos lendo.

(3º§) E para que tudo isso aconteça, de fato, precisamos mais do que ser alfabetizados, precisamos ser indivíduos letrados. Mas os dois adjetivos estão bem relacionados. Informe-se sobre a importância da compreensão das mensagens textuais na era da informação.

(4º§) Você sabe a diferença entre esses dois termos: alfabetizados e letrados? Acredite que não se pode confundi-los tampouco desprezar a importância que têm no processo de leitura.

(5º§) Se não sabe, não se acanhe. Eu também não sabia até bem pouco tempo e vou te explicar agora por que vamos precisar desses conceitos para prosseguirmos nosso diálogo sobre educação midiática.

(6º§) Alfabetizado é aquele que sabe let e escrever, OU seja, todo mundo que frequentou a escola e sabe juntar letras para formar palavras, palavras para formar frases, frases para formar parágrafos e parágrafos para formar textos com coerência, coesão e regras gramaticais devidamente bem empregadas.

(7º§) Normalmente, com algumas situações assistidas, os alfabetizados respondem àquelas perguntinhas básicas de interpretação de texto sobre: 1. Personagem principal. 2. Ação. 3. Local da ação. 4, Objetivo da ação.

(8º§) Já os individuos letrados são aqueles que respondem às demandas sociais de leitura e escrita de acordo com os contextos em que estão inseridos. Eles conseguem se informar por meio de jornais, revistas, sites, livros ou quaisquer mídias, fazendo as conexões necessárias para depreender sentido do que estão lendo de acordo com as próprias vivências e experiências.

(9º§) Eles conseguem ir além da superfície do texto, entender sua ideia central, as intenções por trás da mensagem (informar, entreter, vender, manipular) e as estratégias para conseguir esses objetivos (o tipo de linguagem escolhida, os recursos gramaticais, a estética das mensagens).

(10º§) Você deve ter ouvido relatos de professores. universitários reciamando da falta de habilidade de seus alunos para a leitura de textos maiores e mais complexos ou talvez você mesmo tenha enfrentado essa dificuldade quando estava na faculdade e teve que “ralar” para sanar essa lacuna. E o problema vem do nosso processo falho de alfabetização, que desconsidera o letramento ao ignorar as vivências anteriores das crianças.

(11º§) Ensinar uma criança a ler é mais do que ensiná-la a compreender o texto, como explica a professora Sandra Bozza: “Ensinar a ler é mais do que apenas depreender sentido, mas estabelecer relações com o que a criança vive, com o que o/a adolescente pensa e com tudo o que a criança já leu no mundo”, (...)


(Por: Marinela de Souza. Jornalista com foco em Educação, Assessora de Imprensa. Educadora midiática. Especialista em Tecnologias Digitais Aplicadas á Educação. S. José dos Campos. São Paulo) — (Adaptado) htips://pt linkedin.çonv pulseimportseCI%AZncia-de-saberler-n ja- informa %CIGAF%CI%AO-marinella-de-souzal)
Considerando que o trecho do (10º§) inicia com pronome pessoal que comprova um interlocutor direto, marque a “Função da Linguagem” que nele predomina.

“Você deve ter ouvido relatos de professores universitários reclamando da falta de habilidade de seus alunos para a leitura de textos maiores e mais complexos ou talvez você mesmo tenha enfrentado essa dificuldade quando estava na faculdade e teve que “ralar” para sanar essa lacuna”.
Alternativas
Respostas
481: C
482: C
483: C
484: E
485: E
486: C
487: D
488: B
489: D
490: E
491: A
492: B
493: A
494: B
495: C
496: B
497: B
498: B
499: B
500: C