Questões de Concurso Sobre formação do imperativo em português

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Ano: 2015 Banca: VUNESP Órgão: TJ-SP Prova: VUNESP - 2015 - TJ-SP - Contador Judiciário |
Q503423 Português
                           Previsão do tempo no Sudeste é uma dor de cabeça
                                                 para cientistas


    Se a sucessão de boas e más notícias sobre a chuva que abastece os reservatórios de São Paulo parece uma confusão só, não se preocupe: previsões climáticas sobre o Sudeste brasileiro podem confundir até especialistas.
    Isso acontece porque a região mais populosa do Brasil ocupa uma área do globo terrestre que recebe todo tipo de influência complexa, desde a umidade oriunda da Amazônia até as frentes frias “sopradas" da Antártida.
    Resultado: um nível de incerteza acima do normal numa seara que, por natureza, já é bastante incerta.
    “Isso vale principalmente para prever o clima, ou seja, as variações de médio e longo prazo, mas também é verdade, ainda que em grau bem menor, para as previsões de tempo, ou seja, na escala de dias", diz Tercio Ambrizzi, climatologista da USP.
    Portanto, não é que o tempo seja mais instável na área do sistema Cantareira, o mais castigado pela atual crise e agora em ligeira recuperação. O que ocorre é que a região que abastece o Cantareira às vezes pode ficar mais sujeita a variações aleatórias de um sistema climático naturalmente complicado.

(Folha de S.Paulo, 15.02.2015)

No texto, um verbo no imperativo marca claramente que o autor está se dirigindo ao leitor. Isso se comprova com o trecho:
Alternativas
Q492400 Português
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Nas orações "Poupe água, poupe a natureza", a campanha publicitária emprega o modo verbal imperativo
Alternativas
Q485024 Português
Guardar água em vasilhame de material de limpeza

Não adianta lavar mil vezes. Nunca reutilize galões de material de limpeza ou de qualquer outro produto que tenha substância química para guardar água para consumo. A água pode ser contaminada e causar problemas à saúde.

Sobre as formas destacadas nas frases “Nunca reutilize (1) galões de material de limpeza” e “outro produto que tenha (2) substância química para guardar água para consumo”, é correto afirmar que
Alternativas
Q482076 Português
Leia a tira.

                        imagem-002.jpg

Assinale a alternativa em que a frase preenche corretamente o balão da fala da personagem no primeiro quadrinho, em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa.
Alternativas
Q466240 Português
O cartaz publicitário do refrigerador (texto 1) contém duas frases com a forma verbal no imperativo: “compartilhe este produto” e “veja outras formas de pagamento”. O valor desse modo verbal nas frases destacadas é o de:
Alternativas
Q1160038 Português

Texto 2


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Sobre esse texto, analise os itens abaixo:


I. Há nele uma referência a um outro texto, o que caracteriza uma relação de intertextualidade.

II. Nas palavras “caixa” e enxurrada, a letra X representa o mesmo fonema.

III. A forma verbal “vem” está no modo imperativo, expressando um pedido.


Está CORRETO o que se afirma em

Alternativas
Ano: 2014 Banca: COPEVE-UFAL Órgão: CASAL Prova: COPEVE-UFAL - 2014 - CASAL - Administrador |
Q653654 Português

Dado o trecho abaixo,

“Passai, passai, desfeitas em tormentos,

Em lágrimas, em prantos, em lamentos"

                                     SOUZA, Cruz e. Broqueis. São Paulo: L&PM Pochet, 2002.


o verbo do primeiro verso, se utilizado na 2ª pessoa do singular, resulta na seguinte forma: 

Alternativas
Q647653 Português
Considere o enunciado: Experimente e saboreie a nova sopa! É concentrada e mais nutritiva. Em relação à frase, está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q575904 Português

                                                       MINHA CALÇADA

                                           

      Morreu na semana passada, atropelado pela multidão que vinha na direção oposta, o último cronista andarilho. Ele insistia em fazer como seus antepassados, João do Rio, Lima Barreto, Benjamim Costallat, Antônio Maria, Carlinhos Oliveira, e flanava em busca de assuntos. Descanse em paz, pobre coitado.

      O cronista andarilho estava na calçada par da Avenida Rio Branco, em frente à Galeria dos Empregados no Comércio, às 13h15m de quarta-feira, quando foi abalroado por um pelotão de transeuntes que marchava apressado no contrafluxo. Caiu, bateu com a cabeça num fradinho. Morreu constrangido por estar atrapalhando o tráfego de pedestres, categoria à qual sempre se orgulhou de pertencer.

      A perícia encontrou em seu bolso um caderno com a anotação “escrever sobre as mulheres executivas que caminham de salto alto sobre as pedras portuguesas do Centro, o que lhes aumenta ainda mais a sensualidade do rebolado”. O documento, entregue ao museu da Associação Brasileira de Imprensa, já está numa vitrine de relíquias cariocas.

      O cronista que ora se pranteia era um nostálgico das calçadas e tinha como livro de cabeceira “Um passeio pela cidade do Rio de Janeiro”. Nele, Joaquim Manuel de Macedo descreve uma caminhada pela Rua do Ouvidor como um dos grandes prazeres da vida. No apartamento do cronista, de quem no momento se faz este funéreo, foi encontrada também a gravura de J. Carlos em que um grupo de almofadinhas observa, deslumbrado, a passagem de uma melindrosa de vestido curto e perna grossa pela Avenida Central dos anos 1920.

      As calçadas inspiravam o morto. Fez dezenas de crônicas sobre a poesia do flanar sem rumo, às vezes lambendo uma casquinha de sorvete. Numa delas chegou a falar da perda de tempo que era subir até o Corcovado para admirar o Rio. O cronista andarilho, agora de saudosa memória, dizia não haver melhor jeito e lugar para se entender a cidade do que bater perna descompromissadamente, mas em passos mais curtos do que essa palavra imensa, pelas calçadas.

      Ele ia assim como quem não quer nada, na terapia gratuita de atravessar de um lado para o outro e não estar focado em nada — enfim, na exata contramão do que recomenda o odioso estresse moderno que o atropelou próximo ao turbilhão da Galeria.

      O cronista andarilho gostava de ouvir os torcedores discutindo futebol na banca do botafoguense Tolito, na esquina com a Sete de Setembro. Também podia rir da pregação moralista do profeta Gentileza no Largo da Carioca, ou dar uma parada no Cineac Trianon, na Rio Branco 181, e avaliar as fotos das strippers que naquele momento estariam tirando a roupa lá dentro, na tela do cinema.

      A vida era o que lhe ia pelas calçadas do Rio, um espaço historicamente sem entraves para se analisar como caminhava a Humanidade. O cronista andarilho, desde já saudoso como o frapê de coco do Bar Simpatia, não percebeu o fim das calçadas — e, na distração habitual, foi vítima da confusão que se estabeleceu sobre elas, uma combinação criminosa das novas multidões apressadas com fradinho, anotador do jogo do bicho, bicicleta, burro sem rabo, mesa de botequim, gola de árvore acimentada, esgoto, banca de jornal, segurança de loja sentado no meio do caminho e o escambau a quatro.

      Calçadas não há mais. Eram passarelas onde os vizinhos se encontravam, perpetuavam os hábitos do bairro e tocavam a vida em frente com certa intimidade pública — no subúrbio chegava-se a colocar as cadeiras para curtir com mais conforto o mundo que passava. O cronista andarilho acreditava que na calçada pulsava a alma carioca. Com o caderno sempre à mão, anotava os modismos, os pequenos acontecimentos. No dia seguinte publicava o que achava ser a história afetiva da cidade, aquela em que as pessoas se reconhecem, pois são as obreiras.

      O homem gastava sola de sapato. Uma outra inspiração para o seu ofício era o livro “A arte de caminhar pelas ruas do Rio de Janeiro”, escrito pelo contista e pedestre Rubem Fonseca nos anos 1990. Ainda havia calçada suficiente para o protagonista descer andando das ladeiras do Morro da Conceição, se esgueirar pelos becos nos fundos da Rua Larga e, sem GPS, chegar à Rua Senador Dantas. Não há mais.

      O cronista peripatético costumava cruzar na vida real com Rubem Fonseca, os dois flanando pelas calçadas do Leblon. As meninas do Leblon não olhavam para eles, não tinha importância. O mestre seguia em aparente calma, enquanto a mente elucubrava cenas cruéis de sexo e violência para um próximo conto. Mas, como sabem todos os que têm passado por ali, as calçadas do Leblon também desapareceram embaixo de tapume do metrô e da multidão trazida pelo shopping center. O engarrafamento agora é de gente — e foi aí que se deu o passamento do último cronista andarilho, vítima da absoluta impossibilidade de se caminhar pelas agressivas calçadas da sua cidade.

                                                                                        (SANTOS, J. Ferreira dos. O Globo, 17/03/2014.)

“Descanse em paz, pobre coitado.” (§ 1)

A frase imperativa acima foi reescrita de formas distintas e em distinto tratamento. Entre elas está INCORRETA a seguinte:

Alternativas
Q456252 Português
Texto I
                                             A maçã não tem culpa

    Pela lenda judaico-cristã, o homem nasceu em inocência. Mas a perdeu quando quis conhecer o bem e o mal. Há uma distorção generalizada considerando que o pecado original foi um ato sexual, e a maçã ficou sendo um símbolo de sexo.
    Quando ocorreu o episódio narrado na Bíblia, Adão e Eva já tinham filhos pelos métodos que adotamos até hoje. Não usaram proveta nem recorreram à sapiência técnica e científica do ex-doutor Abdelmassih. Numa palavra, procederam dentro do princípio estabelecido pelo próprio Senhor: “Crescei e multiplicaivos". O pecado foi cometido quando não se submeteram à condição humana e tentaram ser iguais a Deus, conhecendo o bem e o mal. A folha de parreira foi a primeira escamoteação da raça humana.
    Criado diretamente por Deus ou evoluído do macaco, como Darwin sugeriu, o homem teria sido feito para viver num paraíso, em permanente estado de graça. Nas religiões orientais, creio eu, mesmo sem ser entendido no assunto (confesso que não sou entendido em nenhum assunto), o homem, criado ou evoluído, ainda vive numa fase anterior ao pecado dito original.
    Na medida em que se interioriza pela meditação, deixando a barba crescer ou tomando banho no Ganges, o homem busca a si mesmo dentro do universo físico e espiritual. Quando atinge o nirvana, lendo a obra completa do meu amigo Paulo Coelho, ele vive uma situação de felicidade, num paraíso possível. Adão e Eva, com sua imensa prole, poderiam ter continuado no Éden se não tivessem cometido o pecado. A maçã de Steve Jobs não tem nada a ver com isso.
    Repito: o pecado original não foi o sexo, o ato do sexo, prescrito pelo próprio latifundiário, dono de todas as terras e de todos os mares. A responsabilidade pelo pecado foi a soberba do homem em ter uma sabedoria igual à de seu Criador.

                                                                                           (Carlos Heitor Cony, Folha de São Paulo)

A frase “Crescei e multiplicai-vos”, se colocada na mesma pessoa, no singular, deveria assumir a seguinte forma:
Alternativas
Q433455 Português
                       Perfume de mulher hoje, no SBT 

Um estudante, atendendo a um anúncio, vai trabalhar como  acompanhante de um coronel. De um coronel cego. De um  coronel cego e inflexível. De um coronel cego, inflexível e  aventureiro. De um coronel cego, inflexível, aventureiro e, no  momento, em crise. De um coronel cego, inflexível, aventureiro,  no momento em crise – mas que dança tango maravilhosamente  bem. Faça como Chris O'Donnell, o estudante do filme. Atenda a  esse anúncio. Assista a Tela de Sucessos hoje, às nove e meia da  noite, no SBT. E descubra um coronel cego, inflexível,  aventureiro, no momento em crise, que dança tango maravilhosamente bem e que ainda por cima tem a cara do Al  Pacino. 


                                                                                                                    (JB, 19 de setembro de 1997)


Se colocarmos as formas de imperativo – faça, atenda, assista, descubra – na forma negativa, mantendo-se a pessoa gramatical, as formas adequadas serão:
Alternativas
Q419300 Português
No pensamento de autoria anônima,
Alternativas
Q404835 Português
Uma propaganda em outdoor em avenida de Cuiabá, veiculada à época do carnaval, trazia a seguinte parte escrita: Se beber, não dirija. Chame um táxi. Sobre esse trecho, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Todos os verbos desse escrito foram usados no imperativo, pois conotam ordem.
( ) O sentido presente no trecho Se beber, não dirija. é de condição, se fosse de causa ficaria: Não dirija porque você bebeu.
( ) Se fosse usada a segunda pessoa do singular na segunda frase, ficaria: Chama um táxi.
( ) A correlação verbal continuaria correta com a seguinte alteração: Se bebesse, não dirigirá.

Assinale a sequência correta.
Alternativas
Q400099 Português
Se a forma verbal Tenha estivesse na forma negativa da mesma pessoa do imperativo, sua forma correta seria:
Alternativas
Q742992 Português

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Considere as afirmações abaixo.

I. O texto se dirige ao receptor, tratando-o uniformemente na terceira pessoa.
II. Na primeira oração, o verbo está imperativo.

Está correto o que se afirma em

Alternativas
Q403866 Português
Leia a tirinha para responder à questão.

imagem-001.jpg

Em – Nem tente copiar minhas respostas desta vez... – o verbo em destaque está conjugado no modo imperativo, que é o modo verbal utilizado para expressar, por exemplo, uma ordem, um aconselhamento, ou uma solicitação, como ocorre em:
Alternativas
Q597991 Português
Considere o trecho: “Pense na situação em que você deseja (ou é mais relevante para você) ser feliz. E não se esqueça: não desmereça os sentimentos negativos.” (linhas 25 e 26). Nele, predomina
Alternativas
Q581981 Português
“Ouvira Major Alberto dizer...” A forma ouvira pode ser substituída pela equivalente:
Alternativas
Q575538 Português
Leia o texto abaixo para responder às questões abaixo.

Personalidade versus conhecimento

Durante o processo seletivo, companhias dão mais valor
à avaliação 
pessoal dos candidatos do que a
competências na área de atuação

14 de maio de 2012 - Márcia Rodrigues, de O Estado de S. Paulo 

      O aquecimento econômico, que vem gerando uma verdadeira caçada de profissionais qualificados, não impede as empresas de dar prioridade à avaliação do perfil psicológico dos candidatos, antes mesmo de pesar a experiência técnica durante os processos seletivos. É o que aponta pesquisa da Catho Online com 46.067 entrevistados entre candidatos e profissionais da área de recursos humanos.
      De acordo com o levantamento, 52,1% das empresas pesquisadas aplicam algum tipo de teste no processo seletivo. Destas, 71,7% valorizam a avaliação da personalidade, aptidão e as competências dos candidatos em testes psicológicos ou de análise de comportamento durante a seleção. O conhecimento técnico também é analisado no currículo, em entrevistas ou em testes situacionais - quando a empresa simula um conflito do dia a dia da função para ver se o candidato consegue solucioná-lo - , mas somente depois da aprovação do perfil comportamental.  
      "Normalmente, as pessoas são contratadas por suas habilidades técnicas e são demitidas por problemas de comportamento. Por isso, é natural que as companhias deem prioridade a este tipo de avaliação. Afinal, é muito mais fácil oferecer um curso técnico para aprimorar os conhecimentos do profissional na área e, assim, suprir a sua deficiência, do que 'moldar' a personalidade de alguém", comenta diretor de educação da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), Luiz Edmundo Rosa.
      A gerente de recursos humanos da rede hoteleira Grupo Salinas, Eliana Castro, concorda com Rosa. Para ela, em muitos casos é importante avaliar se a personalidade do candidato se encaixa com a dos demais funcionários da equipe para não prejudicar o clima amistoso no ambiente de trabalho.
      "Há candidatos que nós desencorajamos o chefe do setor a contratar, porque sua personalidade destoa dos demais da equipe. Claro que não eliminamos o candidato logo de cara, mas é algo que conta ponto", diz Eliana.
      Recém-contratadas pelo grupo hoteleiro de Alagoas, Natalia Pinto Rabelo, de 22 anos, e Karina Sencades, de 32 anos, passaram por vários testes antes de obterem a efetivação.
      Por ser psicóloga, Karina, que assumiu o cargo de consultora de recursos humanos em março, não passou por testes psicológicos, já que não se aplica este tipo de exame em profissionais da área. "Mas passei por entrevistas, provas situacionais e de competência, que também ressaltam características que possibilitam ao recrutador traçar meu perfil psicológico", conta Karina.
      Natália, contratada este mês como assistente de vendas, fez testes de personalidade, passou por três entrevistas e ainda pela prova situacional. "De todos os testes, o mais difícil foi a simulação de um problema corriqueiro da função. 'Tirei de letra' as entrevistas e o teste psicológico."

Sobre a forma verbal "impede", também destacada no primeiro parágrafo, analise as afirmações.

I. Está no modo Imperativo.

II. Tem como sujeito "O aquecimento econômico", cujo núcleo é "aquecimento".

III. Está no pretérito perfeito.

IV. Concorda com a segunda pessoa do singular.

Está correto o que se afirma em:

Alternativas
Q503578 Português
Leia atentamente o texto a seguir para responder a questão.
imagem-001.jpg
Quanto às formas verbais e nominais que compõem o texto, é verdadeiro o que se afirma na alternativa
Alternativas
Respostas
101: C
102: E
103: D
104: E
105: B
106: A
107: C
108: D
109: E
110: C
111: A
112: D
113: A
114: D
115: B
116: C
117: B
118: D
119: B
120: A