Questões de Concurso Sobre formação do imperativo em português

Foram encontradas 145 questões

Q3028014 Português
Assinale a alternativa que possui uma frase no modo verbal imperativo.
Alternativas
Q3020558 Português
A escolha é sua!


Por Gilmar Marcílio









(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/gilmar-marcilio/noticia/2024/08/a-escolha-e suacm0h5vfeb001m015s41uymgk8.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa na qual a forma verbal sublinhada esteja conjugada no modo imperativo. 
Alternativas
Q2579674 Português

Analise as sentenças a seguir e assinale a alternativa em que ocorre um verbo no modo imperativo.

Alternativas
Q2576150 Português
Julgue o item subsequente. 

Ao analisar a oração "Corra!", é possível compreender como um verbo no imperativo pode formar uma oração completa, mesmo sem a presença explícita de um sujeito.
Alternativas
Q2539095 Português
Os poderes do torcedor


Por Cláudia Tajes










(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/claudia-tajes/noticia/2023/11/o-torcedor-doalto-da-sua-significancia-acha-que-tem-o-poder-de-decidir-o-destino-do-seu-timeclp1sn3pg00490126caq7rbg4.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa na qual se identifique a ocorrência de uma forma verbal no imperativo.
Alternativas
Q2537557 Português
[Questão Inédita] Analise as assertivas a seguir e assinale aquela em que ocorre o emprego de verbo no modo imperativo:
Alternativas
Q2481293 Português

Julgue o item que se segue. 


Em relação aos tipos textuais, na injunção, serão usadas ideias com o objetivo de persuadir o destinatário da mensagem a praticar algum ato ou ter alguma atitude. Uma de suas principais características é o emprego do modo imperativo, ou seja, quando o verbo indica ordem, pedido ou sugestão. 

Alternativas
Q2474343 Português

Leia o texto a seguir.


O que fazer em Pirenópolis?
1. Visite o Centro Histórico de Pirenópolis;
2. Tome um banho na Cachoeira dos Dragões;
3. Tire uma foto com os Mascarados;
4. Experimente a famosa pizza quadrada;
5. E, claro, contemple as belezas do Cerrado!

Elaborado pelo(a) autor(a).

O texto acima apresenta uma série de instruções ao leitor. Esse caráter se dá pelo uso de
Alternativas
Q2370167 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão:


Receita para um dálmata

(ou: Soneto branco com bolinhas pretas)


Pegue um papel, ou uma parede, ou algo

que seja quase branco e bem vazio.

Amasse-o até que tome forma

de um animal: focinho, corpo, patas.


Em cada pata ponha muitas unhas

e em sua boca muitos dentes. (Caso

queira, pinte o focinho de qualquer

cor que pareça rosa). Atrás, na bunda,


ponha um fiapo nervoso: será seu

rabo. Pronto. Ou quase: deixe-o lá

fora e espere chover nanquim. Agora


dê grama ao bicho. Se ele rejeitar,

é dálmata. Se comer (e mugir),

é uma vaca que tens. Tente outra vez.


Gregório Duvivier
Em virtude de o poema apresentar uma estrutura de um texto instrucional, ou seja, apresenta o passo a passo de como algo deve ser feito, no caso como fazer um dálmata, existe maior uso de um modo verbal.

Assinale a alternativa que apresente o modo verbal predominante no poema:
Alternativas
Q2368964 Português
Texto 3


OS BONDES


Pode ser fantasia, papel leva tudo, diz o povo, mas das gentis novidades que os jornais prometem por obra do novo prefeito do Rio, a que mais me entusiasma será a volta dos bondes, imagina, os bondes. Nem acredito, a tanto não chegam as minhas veleidades. Bonde circulando pela rua, a gente esperando no poste de listra branca, escalando o alto estribo, instalando-se no velho banco de madeira, abrindo o jornal e deixando o motorneiro correr, o vento nos banhando o rosto… E o dito motorneiro badalando na sua campa delém-delém! e o condutor tilintando os níqueis no nosso nariz distraído, faz favor! – e marcando as passagens na caixa sonora do teto, e a gente puxando a sineta para descer e os pingentes circunavegando os carros – não, não ouso acreditar. Bonde, o mais civilizado veículo concebido pela técnica, bonde não esquenta, não queima óleo, não vomita fumaça, não buzina, não sai do caminho, não ultrapassa os outros, não abalroa, não agride, não vira em canal, não despenca de viaduto, não caça pedestre, não fura pneu, não quebra barra de direção, não dá tranco para acomodar a carga humana, não depende de um motorista sofrendo de psicotécnica, mas de um motorneiro pachorrento, bonde, ah, bonde, não sei o que diga em teu louvor, já que, plagiando Manuel Bandeira, por mais que te louvemos nunca te louvaremos bem!
Sim, sei que são sonhos. Mas como para Deus nada é impossível, por que não um milagre? Um anjo inspirar o prefeito e ele começar, tentativamente, pondo bondinhos a correr pela periferia da cidade, subúrbios, ilhas, esses lugares cariocas mais pacíficos. Na ilha do Governador, por exemplo, de onde tiraram os bondes foi crime, com aquelas ruas estreitíssimas à beira-mar, onde só o bonde, preso ao trilho, circulava por elas sem risco. Depois dos ônibus, é só verem as estatísticas, morre lá mais gente atropelada do que de assalto.
E a experiência dando certo em Campo Grande, Santa Cruz – os felizardos! porque não ousar uma tentativa pelo Leblon, talvez um circular pela Lagoa, seria muito turístico. Ou, ainda melhor, uma linha Leblon-Arpoador, ao longo da praia, de onde seriam expulsos os automóveis; nos bondes os banhistas poderiam circular até de calção molhado – devolvendo-se ao uso a venerável instituição do taioba.
Falei em taioba. Alguém já pensou que, depois extintos os bondes de segunda classe, não existe mais maneira alguma de pobre carregar seus fardos – lavadeira a sua trouxa, mascate a sua mala, vassoureiro as suas vassouras, verdureiro a sua cesta? Que foi que botaram em substituição ao bonde taioba? Nada, claro. Quem pôde, comprou a sua bicicleta ou triciclo para atravancar ainda mais o tráfego. Pobre cada dia tem menos vez. Nos tempos de eu mocinha, em Fortaleza, era de bonde que se namorava. O primeiro sinal de interesse que o rapaz dava à moça era pagar a passagem dela. Se ela aceitava, estava começado o namoro e o galã tinha direito de vir sentar-se ao seu lado, ou pendurar-se no balaústre, junto, se ela ia na ponta do banco. Menina namoradeira escolhia sempre a ponta do banco, para facilitar.
Em Belo Horizonte, no bonde que, do Bar do Ponto, subia a Rua da Bahia, quando o condutor ficava quieto lá atrás, já se sabia: era o Senador Melo Viana que vinha naquele bonde e pagava a lotação inteira. Todos se viravam em procura do perfil severo do senador que lia o seu jornal; de um lado e de outro pipocavam discretos agradecimentos mineiros e o senador se mantinha impassível, embora, naturalmente, gratificadíssimo
As moças da Tijuca aqui no Rio, que vinham trabalhar na cidade, bordavam no trajeto de bonde grande parte do seu enxoval; muita velha senhora tijucana, hoje em dia, há de lembrar-se disso. As de Ipanema não sei, nunca me contaram. Mas todas essas galanterias se acabaram. Hoje, em transporte coletivo, só se escuta palavrão, resmungos e ranger de dentes.
Então, ante a dura realidade, ante os dinossauros assassinos disparados pelo asfalto, deixem-me sonhar com os bondes. Nesta cidade feroz, seria cada bonde uma ilha de segurança, de amável fraternidade, sempre cabia mais um! ai, saudades. Nosso reino por um bonde!


(Rio, 07/04/1975)
Coletânea de crônicas reunidas no livro Melhores Crônicas, de
Rachel de Queiroz, com seleção e prefácio de Heloisa Buarque de
Hollanda.

“...Mas como para Deus nada é impossível, por que não um milagre?” trata-se de uma frase: 
Alternativas
Q2364031 Português

A sofisticação das línguas indígenas   



       Você provavelmente já encontrou pelas redes sociais o famigerado #sqn, aquele jeito telegráfico de dizer que tal coisa é muito legal, “só que não”. Agora, imagine uma língua totalmente diferente do português que deu um jeito de incorporar um conceito parecido na própria estrutura das palavras, criando o que os linguistas apelidaram de “sufixo frustrativo” — um #sqn que faz parte da própria história do idioma.   


       É exatamente assim que funciona no kotiria, um idioma da família linguística tukano que é falado por indígenas do Alto Rio Negro, na fronteira do Brasil com a Colômbia. Para exprimir a função “frustrativa”, o kotiria usa um sufixo com a forma -ma. Você quer dizer que foi até um lugar sem conseguir o que queria indo até lá? Basta pegar o verbo “ir”, que é wa’a em kotiria, e acrescentar o sufixo: wa’ama, “ir em vão”. Dá para encontrar detalhes surpreendentes como esse em todas as mais de 150 línguas indígenas ainda faladas no território brasileiro. Elas são apenas a ponta do iceberg do que um dia existiu por aqui.   


       Calcula-se que pelo menos 80% dos idiomas que eram falados no Brasil desapareceram de 1.500 para cá. Mesmo assim, o país continua abrigando uma das maiores diversidades linguísticas do planeta. A propósito, esqueça aquele negócio de “tupi-guarani”, expressão que é meio como dizer “português-espanhol”. O tupi é uma língua; o guarani é outra — e, aliás, existem diversas formas de guarani, nem sempre inteligíveis entre si.   


       O único emprego correto do substantivo composto “tupi-guarani” é o que serve para designar uma subfamília linguística com esse nome, a qual engloba dezenas de idiomas. Entre seus membros ainda usados no cotidiano estão o nheengatu, os vários “guaranis”, o tapirapé e o guajá. Uma subfamília, como você pode imaginar, faz parte de uma família linguística mais ampla — nesse caso, a família tupi propriamente dita.   


       Existem pelo menos outras três grandes famílias linguísticas no país, diversas outras famílias de porte mais modesto e, de quebra, várias línguas consideradas isoladas. É mais ou menos o mesmo caso do basco, falado na Espanha e na França — com a diferença de que o basco é um dos únicos casos desse tipo no território europeu.   


       Essa comparação ajuda a entender o tamanho da riqueza linguística brasileira. Com raríssimas exceções (fora o basco, temos também o finlandês e o húngaro, por exemplo), todos os falares ainda utilizados hoje na Europa fazem parte de uma única família linguística, a do indo-europeu. Pode não parecer à primeira vista, mas é praticamente certo que o alemão, o russo, o grego, o português e o lituano descendem de um único idioma pré-histórico, que hoje chamamos de protoindo-europeu.


Reinaldo José Lopes. Internet. <super.abril.com.br.> (com adaptações). 

No que concerne aos aspectos linguísticos do texto 42A1-I, julgue os itens que se seguem.

I No primeiro parágrafo, a forma verbal “imagine” (segundo período) está flexionada no modo imperativo e concorda com “Você” (primeiro período).

II No segundo parágrafo, a expressão “a ponta do iceberg” (último período) foi usada em seu sentido denotativo, ou seja, faz referência a um grande bloco de gelo que flutua sobre a superfície dos oceanos.

III No último parágrafo, os termos “o basco” (segundo período) e “o alemão, o russo, o grego, o português e o lituano” (terceiro período) desempenham a mesma função sintática nas orações em que ocorrem.


Assinale a opção correta. 

Alternativas
Q2357233 Português

TEXTO I






Disponível em: https://www.canva.com/pt_br/modelos/EAEY31485VI-verde-fotocentrico-passo-a-passo-para-descarte-de-lixo-reciclagemcartaz/. Acesso em: 19 jul. 2023. 

Nos cinco passos do texto I, os verbos estão no
Alternativas
Q4237333 Português
Texto II


“Se você ouvir uma voz dizendo ‘não faça’, isso significa que você deve fazê-lo, acima de tudo. A voz vai se calar.”


(Vicent Van Gogh)
Ainda em referência ao pensamento de Vicent Van Gogh, o verbo que foi empregado no modo imperativo em algum momento no texto é: 
Alternativas
Q4210128 Português
Há uma frase com verbo no IMPERATIVO em: 
Alternativas
Q2338073 Português
Texto

Automóvel: Sociedade Anônima

(Paulo Mendes Campos)

    Se você quiser, compre um carro; é um conforto admirável. Mas não o faça sem conhecimento de causa, a fim de evitar desilusões futuras. Saiba que está praticando um gesto essencialmente econômico; não para a sua economia, mas para a economia coletiva. Isso quer dizer que, do ponto de vista comunitário, o automóvel que você adquire não é um ponto de chegada, uma conquista final em sua vida, mas, pelo contrário, um ponto de partida para os outros. Desde que o compre, o carro passa a interessar aos outros, muito mais que a você mesmo.

    Com o carro, você está ampliando seriamente a economia de milhares de pessoas. É uma espécie de indústria às avessas, na qual você monta um engenho não para obter lucros, mas para distribuir seu dinheiro para toda classe de pessoas: industriais europeus, biliardários do Texas, empresários brasileiros, comerciantes, operários especializados, proletários, vagabundos, etc.

    Já na compra do carro, você contribui para uma infinidade de setores produtivos, que podemos encolher ao máximo nos seguintes itens: a indústria automobilística propriamente dita, localizada no Brasil, mas sem qualquer inibição no que toca à remessa de lucros para o exterior; os vendedores de automóveis; a siderurgia; a petroquímica; as fábricas de pneus e as de artefatos de borracha; as fábricas de plásticos, couros, tintas, etc.; as fábricas de rolamentos e outras autopeças; as fábricas de relógios, rádios, etc.; as indústrias de petróleo [...] 

    Você já pode ir vendo a gravidade do seu gesto: ao comprar um carro, você entrou na órbita de toda essa gente, até ontem, você estava fora do alcance deles; hoje, seu transporte passou a ser, do ponto de vista econômico, simplesmente transcendental. Você é um homem economicamente importante – para os outros. Seu automóvel é de fato uma sociedade anônima, da qual todos lucram, menos você.

    Mas não fica só nisso; você estará ainda girando numa constelação menor, miúda mas nada desprezível: a dos recauchutadores, eletricistas, garagistas, lavadores, olheiros, guardas de trânsito, mecânicos de esquina. Você pode ainda querer um motorista ou participar de alguma das várias modalidades de seguros para automóveis. Em outros termos, você continua entrando pelo cano. No fim deste, há ainda uma outra classe: a dos ladrões, seja organizada em sindicatos, seja a espécie de francopuxadores. [...]
Ao considerar a conjugação da forma verbal destacada em “Se você quiser, compre um carro” (1º§), pode-se perceber que a segunda oração assume um caráter:
Alternativas
Q2321893 Português

             

                  (Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa na qual NÃO se possa identificar o emprego de uma forma verbal no modo imperativo.
Alternativas
Q2300615 Português
A regra que determina a ênclise no uso do imperativo afirmativo, como em “Deixe-me entrar”, não vale para o imperativo negativo, situação de pede a próclise: “Não nos interrompa”.
Alternativas
Q2295000 Português
FBI encontra crânios e outros restos humanos
decorando apartamento de homem nos EUA


    Quando agentes do FBI chegaram ao apartamento de James Nott no estado do Kentucky, nos EUA, com um mandado de busca na terça-feira (12), perguntaram se mais alguém estava em casa. “Apenas meus amigos mortos”, respondeu Nott.

    Segundo o FBI, uma queixa criminal detalhou 40 crânios humanos e outros restos mortais que encontraram decorando a casa de Nott, ligando-o a uma rede de pessoas que supostamente compravam e vendiam partes de corpos humanos ilegalmente – incluindo um gerente do necrotério da Harvard Medical School, que é acusado de roubar partes de cadáveres.

    Os crânios estavam espalhados pela casa de Nott; um deles estava com um lenço enrolado na cabeça e outro foi encontrado no colchão onde dormia, segundo a denúncia. Os agentes também encontraram medula espinhal, fêmures, ossos do quadril e uma bolsa da Harvard Medical School, de acordo com o depoimento apresentado pelo FBI. Nott não foi acusado de crimes relacionados com partes do corpo, mas ele enfrenta uma acusação federal de posse de arma de fogo por uma pessoa proibida devido à sua condição de criminoso condenado.

    Em 2011, Nott se declarou culpado de posse de um dispositivo destrutivo não registrado, depois de ser encontrado com um cabo de detonação, dispositivos de ignição, fusíveis cronometrados e outros materiais que poderiam ser usados para montar “um dispositivo destrutivo”, afirma a denúncia. A CNN entrou em contato com Aaron Dyke, defensor público de Nott, para comentar, mas não obteve resposta.

    Tudo começou no verão passado, quando a polícia de East Pennsboro Township, Pensilvânia, recebeu uma denúncia sobre possíveis restos humanos localizados na casa de um homem chamado Jeremy Pauley, segundo a denúncia. Os policiais revistaram sua casa em Enola, Pensilvânia, e encontraram órgãos e pele, entre outros restos mortais, disse o FBI. Durante a investigação do FBI, Pauley contou aos agentes sobre uma rede de pessoas que compram e vendem partes roubadas de corpos humanos. A investigação revelou que uma dessas pessoas era Cedric Lodge, que trabalhava no necrotério da Harvard Medical School, onde supostamente roubou partes de cadáveres para vender online, disse o FBI.

    Lodge foi demitido em maio e enfrenta acusações federais por roubo, venda e envio de partes de corpos, de acordo com uma acusação apresentada no mês passado no Tribunal Distrital dos EUA para o Distrito Central da Pensilvânia. Por meio de mensagens no Facebook, as autoridades conectaram Nott a Pauley e ao grupo de pessoas supostamente envolvidas no comércio ilegal de partes de corpos, de acordo com a denúncia criminal.

    Nott usou uma conta do Facebook com o nome de usuário “William Burke”, onde postou restos humanos à venda ainda em junho, e até enviou imagens de crânios para Pauley à venda no verão passado, de acordo com a denúncia. “William Burke foi um serial killer ativo em Edimburgo [capital da Escócia] entre 1827 e 1828 junto com seu parceiro, William Hare. Burke e Hare venderam os corpos de suas vítimas ao Dr. Robert Knox, um influente professor do Departamento de Anatomia da Universidade de Edimburgo”, observa a declaração.


Fonte: FBI encontra crânios e outros restos humanos decorando apartamento de homem nos EUA (cnnbrasil.com.br)
Assinale a alternativa que apresente o tempo verbal do verbo em destaque no período: “A CNN entrou em contato com Aaron Dyke, defensor público de Nott, para comentar, mas não obteve resposta”.
Alternativas
Q2265913 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 



As habilidades profissionais que inteligência artificial ainda não consegue replicar



Um relatório do grupo financeiro Goldman Sachs, publicado em 2023, estima que a inteligência artificial capaz de gerar conteúdo realiza um quarto de todo o trabalho realizado por seres humanos. Segundo o relatório, trezentos milhões de empregos serão perdidos para a automação em toda a União Europeia e nos Estados Unidos. 


As consequências seriam desastrosas, de acordo com Martin Ford, autor do livro "A regra dos robôs: como a inteligência artificial transformará tudo". "Não é algo que acontecerá apenas individualmente, mas sim, de forma bastante sistêmica", diz ele. Isso traz consequências não só para alguns indivíduos, mas para toda a economia." 


Felizmente, nem tudo são más notícias. Os especialistas fazem uma ressalva: ainda existem coisas que a inteligência artificial não faz, tarefas que envolvem qualidades claramente humanas, como a inteligência emocional e o pensamento criativo.


Por isso, mudar para funções centralizadas nestas habilidades ajuda a redução das chances de substituição pela inteligência artificial.


"Existem três categorias gerais que estarão protegidas no futuro próximo", afirma Ford. 


"Primeiro, os empregos genuinamente criativos. Você não faz um trabalho previsível, nem simplesmente reorganiza as coisas. Você cria novas ideias e constrói algo novo."


Isso não significa, necessariamente, que todos os empregos considerados "criativos" estejam seguros. Na verdade, atividades como o design gráfico e relacionadas às artes visuais estão entre as primeiras a desaparecer. Algoritmos básicos podem orientar um robô a analisar milhões de imagens, permitindo que a inteligência artificial domine instantaneamente a estética.


Mas existe alguma segurança em outros tipos de criatividade, segundo Ford: "Na ciência, na medicina e no direito, pessoas geram novas estratégias legais ou comerciais, continuando em seus empregos." 


A segunda categoria protegida, de acordo com Ford, é a dos empregos que exigem relações interpessoais sofisticadas. Ele destaca enfermeiros, consultores comerciais e jornalistas investigativos.


A terceira zona segura, na opinião de Ford, é a dos "empregos que realmente exigem muita mobilidade, agilidade e capacidade de solução de problemas em ambientes imprevisíveis". Muitos empregos no setor de serviços - eletricistas, encanadores, soldadores etc. - se encaixam nesta classificação. "São tipos de trabalho em que você lida com uma nova situação o tempo todo", acrescenta ele. Para automatizar trabalhos como estes, você precisaria de um robô de ficção científica. Você precisaria do C-3PO de Star Wars."


Embora os empregos que se enquadram nestas categorias continuarão ocupados por seres humanos, isso não significa que essas profissões estejam protegidas contra a ascensão da inteligência artificial. Na verdade, segundo a professora de economia trabalhista Joanne Song McLaughlin, da Universidade de Buffalo, nos Estados Unidos, a maioria dos empregos, independentemente do setor, tem aspectos que serão automatizados pela tecnologia. 


Para ela, "em muitos casos, não existe ameaça imediata aos empregos, mas as tarefas mudarão". Os empregos humanos ficarão mais concentrados nas habilidades interpessoais, segundo McLaughlin.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/c51pddezq0go. Adaptado.

Por isso, 'mudar' para funções centralizadas ajuda a redução das chances de substituição pela inteligência artificial.

O verbo destacado encontra-se conjugado no:
Alternativas
Q2238779 Português
TEXTO I

Benefícios da leitura: por que ler faz bem para a saúde?

Ao abrir um livro, abrem-se, ademais, as portas da imaginação. Engana-se, porém, quem pensa que os benefícios da leitura param por aí. Saiba qual é a importância desse hábito!

Por Equipe de Atenção à Saúde Unimed-BH

         Aventurar-se nas páginas de um livro é um hábito extremamente prazeroso que estimula a imaginação e a criatividade, melhora o vocabulário, a escrita e o senso crítico. A lista de benefícios da leitura é extensa, e o cérebro é o órgão mais exercitado durante a prática. Por tudo isso, esse é um costume que faz bem para a saúde e vale a pena incorporar na rotina, ainda que por alguns minutos por dia.
[...]
          A população brasileira se divide quase que igualmente entre leitores e não leitores. É o que apontam os dados sobre leitura no Brasil, traçados na 5ª edição da pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, realizada pelo Instituto Pró-Livro. De acordo com a análise, o percentual de leitores no país era de 52% em 2019 – 4% a menos do que em 2015. Diante da importância da leitura, por que esse número não é mais expressivo? Existem inúmeras respostas a essa pergunta: a falta de tempo, falta de paciência e acesso a livros, a dificuldade na leitura e a preferência em usufruir de tecnologias durante o tempo livre e outras.
[...]
        O índice de adeptos brasileiros revela outra informação importante: muitas pessoas não aproveitam os vários benefícios da leitura por não incorporarem esse hábito no dia a dia. Além do impacto na imaginação e na comunicação, ler com frequência exercita partes importantes do cérebro, e o resultado disso é a manutenção de diversas funções cruciais para uma vida saudável. Confira os principais motivos que reforçam a importância da leitura: ajuda a exercitar a imaginação e criatividade; amplia o vocabulário e melhora a escrita; contribui para a redução da ansiedade e do estresse; exercita a memória e ativa regiões do cérebro responsáveis por funções cognitivas, ajudando a prevenir doenças neurodegenerativas; promove o relaxamento e melhora a qualidade do sono.
[...] 
               A leitura é importante para a criatividade, a memória, a escrita e a imaginação. Mas você sabia que existem inúmeros benefícios da leitura diária para cada idade? Dentre os benefícios da leitura, também está o fato de que ela pode ser crucial no desenvolvimento infantil. O estímulo à leitura deve começar ainda na infância. Ao introduzir a leitura nessa fase, o cérebro da criança, em pleno desenvolvimento, faz conexões importantíssimas relacionadas à linguagem, à concentração, à memória e à atenção. Essa bagagem adquirida na infância a acompanhará durante toda a vida.
              Mas a importância da leitura na infância não se limita a isso: a criatividade e a imaginação, que já salientamos, começam a despertar nesse momento. Ter acesso a livros para incentivá-las é uma forma de proporcionar ao pequeno uma infância mais feliz e saudável. Vale a pena oferecer livros infantis mesmo antes da alfabetização, para que a criança comece a ter contato com novas histórias. Isso auxilia a criar um indivíduo com mais empatia e menos preconceitos.
[...]
Adaptado de: https://viverbem.unimedbh.com.br/qualidade-devida/beneficios-da-leitura/. Acesso em: 9 maio 2023.

TEXTO II

Armandinho 



Foto: Reprodução Blog Alexandre Beck/Armandinho. Extraído de: https://crb6.org.br/materias/charge-armandinho-4/. Acesso em: 9 maio 2023.
A respeito deste excerto do Texto II: “Não invente desculpas pra não ler... E leia!”, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. O advérbio de negação anterior a “invente” reforça, ainda mais, um tom imperativo atribuído ao verbo.
II. Os verbos “invente” e “leia” estão conjugados na 3ª pessoa; já se fossem “inventai” e “lede”, seriam igualmente imperativos na 2ª pessoa do singular.
III. A negação deveria aparecer por colocação adverbial posposta ao verbo.
IV. Os verbos “invente” e “leia” evidenciam uma imperatividade negativa e afirmativa, respectivamente.
Alternativas
Respostas
21: A
22: D
23: E
24: C
25: E
26: A
27: C
28: B
29: A
30: A
31: C
32: B
33: C
34: D
35: C
36: D
37: C
38: B
39: B
40: A