Questões de Concurso Sobre flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro) em português

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Q3283593 Português
Atente para o diálogo a seguir.

“− Não entendo por que tenho que (........) neste lugar para provar que ainda estou vivinho em folha! − Porque depois que vi no seu cadastro a sua idade e a sua aposentadoria, confesso que me assustei tentando entender como você consegue sobreviver com o salário que o INSS (........) paga, mensalmente.”

A alternativa que completa CORRETAMENTE as lacunas entre parênteses é:
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Q3282497 Português

Leia o texto a seguir:


Um país que não sabe contar


    Sabe-se há décadas que a educação nacional, em todas as áreas, não é das melhores. Do ensino infantil à pós-graduação, o sistema educacional brasileiro patina desastrosamente, como comprovam, de tempos em tempos, as avaliações feitas com nossos estudantes. Um desses testes internacionais, o TIMSS (Trends in International Mathematics and Science Study, ou Tendências em Estudos Internacionais de Matemática e Ciências), cujos resultados relativos a 2023 foram divulgados este mês, colocou o país entre os piores do mundo quando o assunto é matemática.


    O TIMSS avalia estudantes do 4º e do 8º ano do ensino fundamental de mais de 50 países. No exame de matemática para estudantes do 4º ano do ensino fundamental, o Brasil terminou na 55ª posição entre 58 países, atrás de nações como Irã e Uzbequistão. Do total de alunos avaliados, apenas 49% atingiram 400 pontos, patamar de quem consegue somar e subtrair números de até três dígitos e aplicar conceitos iniciais de geometria. Os outros 51% não foram capazes de atingir esse nível. A média internacional foi de 503 pontos.


    Pior ainda foi o desempenho dos estudantes brasileiros do 8º ano do ensino fundamental. O Brasil ficou no penúltimo lugar, só ultrapassando Marrocos, com 378 pontos e atrás de países como Irã, África do Sul e Malásia. A média internacional foi de 478 pontos. A profi ciência dos alunos em ciências também foi avaliada. Nessa disciplina, o Brasil se saiu um pouco melhor, mas ainda muito atrás no ranking, fi cando em 51º, entre 58 países, no 4º ano; e em 33º lugar entre 42 países no 8º ano.


    Tamanho desastre não tem uma única causa. Especialistas ouvidos pela Gazeta do Povo apontam que há vários fatores envolvidos, incluindo a desmotivação dos próprios pais e familiares em cobrar melhor qualidade no ensino e se envolver diretamente no acompanhamento do que é ensinado às crianças – no Brasil, de acordo com a Constituição, a responsabilidade pela educação é compartilhada pelo Estado e pela família. Mas a família nem de longe é o fator fundamental para o baixo desempenho dos estudantes brasileiros. Esse papel cabe ao Estado e aos governos, que têm se mostrado pouco efetivos na busca por uma educação realmente de qualidade.



Fonte: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/editoriais/timss-brasil-matematicapais-que-nao-sabe-contar/. Acesso em 07/01/2025. Excerto.  

“O TIMSS avalia estudantes do 4º e do 8º ano do ensino fundamental de mais de 50 países” (2º parágrafo). Nesse trecho, o verbo em destaque está flexionado no:
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Q3282033 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



A primavera chegou



      Há um conto escandinavo, escrito por não sei quem há muitas primaveras, em que o mordomo se curva respeitosamente e anuncia à senhora condessa:


      – Com a vossa permissão, a primavera chegou. 


      – Diga-lhe que seja bem-vinda e pode permanecer três meses em minhas terras.


     Então vem o primeiro domingo da primavera. E havia um velho mendigo que tinha uma perna de pau. Suspeitava-se que em sua mocidade houvesse sido um terrível pirata; de qualquer maneira era agora apenas um velho mendigo que pedia esmola todo domingo na porta da igreja. E havia uma rica velhinha que todo domingo dava ao mendigo uma grande moeda de cobre. Naquele domingo, entretanto, por ser o primeiro da primavera, deu-lhe uma grande moeda de ouro. O mendigo sorriu e pediu licença para lhe oferecer uma bela rosa.


      – Que rosa tão bela, mendigo. Onde a colheu? 


      – Nasceu em minha perna de pau, senhora.


     Guardei apenas isso do conto escandinavo que li há muitos anos. Lembro-me ainda vagamente de um casal de namorados que sai pelo campo – e a primavera é tão linda que eles esquecem, e voltam mil anos depois, ainda primaveris, em outra primavera…


      Mas isso era na Escandinávia, em um daqueles países louros e frios. No Rio será que existe primavera? Proponho que ela exista; apenas o homem distraído não a vê chegar, nem a sente; nossa primavera é sutil e para entrar na cidade não pede licença ao Prefeito.


      É claro que falta à nossa gente um pouco de imaginação para sentir, para viver a primavera. Essa gente que espera condução em longas, tediosas filas – por que não aproveita o tempo da espera para fazer rodas e cantar? Imagino a cidade sob esse delírio primaveril; os bondes criariam asas, guiados por condutores de grandes bigodes líricos, e esvoaçariam no céu azul; na Gávea os cavalos ficariam brincando de carrossel e as senhoras e cavalheiros correriam felizes pela pista com flores nos dentes. No cinema, Gina Lolobrigida sairia da tela e viria sentar na poltrona ao meu lado:  


     – Sim, é bem verdade que me amas? Ouvi o teu suspiro; vi, na penumbra, teus olhos que brilhavam. Quero ficar junto de ti. Io te voglio tanto bene



      Eu me assustaria, mostraria meus papéis, dizendo que devia haver algum engano, eu não era nenhum artista de cinema, não era nem mesmo o Aloísio Sales, era apenas um espectador, o pobre do Braga, obscuro trecho da realidade brasileira…


       Mas ela recitaria: 


      “Comigo fica ou leva-me contigo


      Dos mares à amplidão”.


    Iríamos para a amplidão dos mares. E na volta tomaríamos grandes, imortais, chuveiradas. Pois na primavera (faça o que quiser a Inspetoria de Águas) na primavera todos teremos água, pois nascerão fontes líricas no metal das torneiras e de nossas banheiras saltarão peixes voadores que se porão a cantar como verdadeiros gaturamos e nós todos seremos acqua-loucos de felicidade. Primavera!



BRAGA, R. A primavera chegou. Manchete, Rio de Janeiro, 1953. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/13047/aprimavera-chegou>..

O verbo “haver” em “Guardei apenas isso do conto escandinavo que li há muitos anos” é empregado com o mesmo sentido que em:
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Q3281721 Português

Atenção: Para responder à questão, considere o texto a seguir.


       Como arquiteto e paisagista, pertenço ao grupo de estudiosos que adota o ponto de vista do ordenador, que difere do planejador, embora ambos façam parte de um mesmo processo. O enfoque do ordenador resume-se na tentativa de avaliação da cidade como uma estrutura global do meio ambiente, e não somente como uma série de elementos que fortuitamente se interligaram. É possível, por exemplo, avaliar a cidade em termos da experiência pela qual passam todas as pessoas que nela vivem. Primeiro, constroem-se as ruas, implanta-se a infraestrutura, depois erguem-se os prédios e, se sobrar espaço, colocam-se uma ou duas árvores ou um chafariz. Em torno disso, pessoas e automóveis.


     Outra forma de avaliação da cidade seria por meio da relação entre quatro elementos: edifícios, espaço para veículos, espaço para pedestres e elementos naturais. Estamos tão acostumados a viver rodeados por edifícios e automóveis que não nos ocorre a possibilidade de questionar se eles estão fora de proporção. O espaço para pedestres é o que sobrou do espaço destinado aos automóveis. Caminhamos contornando as calçadas, ao longo das ruas ou através de estacionamentos, se o automóvel nos der passagem. Nas cidades, especialmente no centro, a vegetação constitui apenas um elemento decorativo. Se as plantas fossem de plástico, não faria diferença nenhuma, já que não têm nenhuma função específica.


   Na arquitetura, uma extensa série de argumentos históricos demonstra que as árvores não são necessárias à ordenação urbana. Um dos sempre repetidos é que a Praça São Marcos, em Veneza, não tem árvores. Mas esse é um tipo de argumento evasivo, pois não explica como foi construída a Praça São Marcos.


     É preciso não esquecer que uma árvore tem funções comparáveis às de um prédio. Ela molda o espaço, dá abrigo, modera o clima e estabelece relacionamento entre nós e os espaços mais amplos que nos rodeiam. Como um dos principais elementos do meio ambiente, não é apenas uma peça decorativa colocada defronte a um edifício: ordena o espaço da mesma maneira que a arquitetura molda o espaço.


  Além das árvores e de outros elementos que compõem o conjunto urbano, é igualmente importante considerar o tipo de relação que existe entre edifícios, veículos, pedestres e elementos naturais. Tomemos o caso de São Paulo. Sobrevoando a cidade de helicóptero, o panorama é espantoso. Por que um povo inteligente construiria edifícios de vinte andares, com fachadas cheias de janelas, afastadas a cada quatro ou cinco metros, através das quais os moradores só podem se ver uns aos outros?


(Adaptado de: ECKBO, Garret. O Paisagismo nas Grandes Metrópoles. São Paulo: Ateliê, 2008, pp. 39-42)  





Acerca do uso das formas verbais no texto, considere as seguintes afirmativas:



 I.  Em Se as plantas fossem de plástico, não faria diferença nenhuma, já que não têm nenhuma função específica (2º parágrafo), o verbo têm está no presente do indicativo, em vez de seguir o futuro do pretérito do verbo faria, pois corrobora a asserção da frase imediatamente anterior.


II. A pergunta que termina o texto emprega o verbo construir no futuro do pretérito, de maneira a reforçar a ironia de uma pergunta retórica. 


III. Em questionar se eles estão fora de proporção (2º parágrafo), o verbo também pode ser empregado no presente do subjuntivo, estejam, uma vez que é antecedido de conjunção condicional. 



Está correto o que consta de 

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Q3281714 Português

Atenção: Para responder à questão, considere o texto a seguir. 


     Passo o dia fazendo uma reportagem, não procuro nem pelo telefone nenhum amigo - e quando anoitece e chego ao apartamento sou um homem só nesta cidade de São Paulo. Ligo para dois conhecidos; nenhum está em casa. Perdi há tempos meu caderno de endereços; não encontro a lista de telefone. Tomo um banho, mudo a roupa e saio sozinho, sem programa, pelas calçadas formigantes deste começo de noite paulistana. 


   A ideia de entrar em um restaurante e jantar sozinho me deixa frio. Entro num desses cafés movimentados da avenida São João, e como um desses pastéis feitos na hora, baratos e quentes com que em outros tempos enganei minha fome, nas noites frias, solitárias e sem dinheiro. Tomo também uma batida, depois peço um sanduiche e mais um pastel e um café; saio para a rua numa vaga noção de estar feliz, andando no meio dessa multidão encapotada que os cinemas de grandes luzes brilhantes vão engolindo em seus enormes ventres negros, onde esses homens e essas mulheres passam duas horas entretidos na mentira de outras vidas em outras terras. Vejo a multidão que sai de um desses cinemas, muitas dessas pessoas se comoveram com a fita, algumas choraram, há famílias enormes que chegam à calçada com um ar desorientado, meio sonâmbulas, e que de repente parecem aflitas de regressar à realidade da rua e de si mesmas, e temem se desagregar no seio da multidão apressada. 


    Desfilam por mim centenas, milhares de caras, e não conhecer ninguém me dá uma tristeza confortável, essa doçura melancólica da cidade estranha e grande. Entretanto aqui é São Paulo, onde tanto vivi. Entro em um bar ao acaso, mas também não vejo nenhum conhecido; e beber sozinho seria mais triste do que tudo. Agora não procuro mais ninguém; estou apenas vagando pelas ruas, integrado nesse fluir infindável de homens — um homem calado no meio deles, um desconhecido entre desconhecidos, apenas amparado por essa vaga solidariedade feita de alguma coisa de frágil e ao mesmo tempo de hostil, de prevenção e de identidade, que une os transeuntes da mesma rua. E reencontro assim, quase vinte anos depois, mais forte, mais populosa e imponente, a minha São Paulo da vez primeira, onde eu não conhecia ninguém e onde perambulei docemente uma noite inteira, aprendendo a rua com meus olhos e meus pés, gozando devagar o encanto da cidade que escolhera para viver exatamente porque ali não conhecia ninguém. 


     Mas ouço meu nome; é um amigo que me chama de dentro de um automóvel Subo ao seu carro, vamos encontrar outros amigos em um bar. Na calçada ficou o fantasma solitário, mas livre e lírico, do rapaz aventureiro de antigamente. 


(Adaptado de: BRAGA, Rubem. “O Aventureiro”, Rio de Janeiro: Correio da Manhã, 227/1952. Disponivel em: https:llrubl.casaruibarbosa.gov.br

A flexão do verbo destacado deve-se ao elemento sublinhado em: 
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Q3281574 Português
Atenção: Para responder à questão, leia o poema Tecendo a manhã de João Cabral de Melo Neto. 


Q4_6.png (244×381)


(MELO NETO, João Cabral de. À Educação pela Pedra
que com muitos outros galos se cruzem

O verbo flexionado nos mesmos tempo e modo que à destacado no trecho acima está também destacado em: 
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Q3280188 Português

Leia o texto abaixo para responder à próxima questão:


À Beira-Mar


     Por que será que tem gente que vive se metendo com o que os outros estão fazendo? Pode haver coisa mais ingênua do que um menininho brincando com areia, na beira da praia? Não pode, né? Pois estávamos nós deitados a doirar a pele para endoidar mulher, sob o sol de Copacabana, em decúbito ventral (não o sol, mas nós) a ler “Maravilhas da Biologia”, do coleguinha cientista Benedict Knox Ston, quando um camarada se meteu com uma criança, que brincava com a areia.


    Interrompemos a leitura para ouvir a conversa. O menininho já estava com um balde desses de matéria plástica cheio de areia, quando o sujeito intrometido chegou e perguntou o que é que o menininho ia fazer com aquela areia. O menininho fungou, o que é muito natural, pois todo menininho que vai na praia funga, e explicou pro cara que ia jogar a areia num casal que estava numa barraca lá adiante. E apontou para a barraca.


    Nós olhamos, assim como olhou o cara que perguntava ao menininho. Lá, na barraca distante, a gente só conseguia ver dois pares de pernas ao sol. O resto estava escondido pela sombra, por trás da barraca. Eram dois pares, dizíamos, um de pernas femininas, o que se notava pela graça da linha, e outro masculino, o que se notava pela abundante vegetação capilar, se nos permitem o termo.


   — Eu vou jogar a areia naquele casal por causa de que eles estão se abraçando e se beijando muito — explicou o menininho, dando outra fungada.


    O intrometido sorriu complacente e veio com lição de moral. 


    — Não faça isso, meu filho — disse ele (e depois viemos a saber que o menino era seu vizinho de apartamento). Passou a mão pela cabeça do garotinho e prosseguiu: — deixe o casal em paz. Você ainda é pequeno e não entende dessas coisas, mas é muito feio ir jogar areia em cima dos outros. 


   O menininho olhou pro cara muito espantado e ainda insistiu:


   — Deixa eu jogar neles.


   O camarada fez menção de lhe tirar o balde da mão e foi mais incisivo:


    — Não senhor. Deixe o casal namorar em paz. Não vai jogar areia não.


   O menininho então deixou que ele esvaziasse o balde e disse: — Tá certo. Eu só ia jogar areia neles por causa do senhor.


     — Por minha causa? — estranhou o chato. — Mas que casal é aquele?


     — O homem eu não sei — respondeu o menininho. — Mas a mulher é a sua.


Texto extraído do livro “O melhor do Stanislaw”

Sérgio Porto (Stanislaw Ponte Preta) 

O gênero crônica, em virtude de seu estilo de escrita aproximar-se da linguagem do cotidiano, tem a liberdade de usar de termo mais coloquiais e que muitas vezes fogem das regras da gramática da língua portuguesa. Observe o trecho abaixo retirado do texto de Stanislaw Ponte Preta e assinale a alternativa que justifique de forma equivocada os desvios cometidos pelo autor:

[...] quando o sujeito intrometido chegou e perguntou o que é que o menininho ia fazer com aquela areia. O menininho fungou, o que é muito natural, pois todo menininho que vai na praia funga, e explicou pro cara que ia jogar a areia num casal que estava numa barraca lá adiante.

Alternativas:
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Q3275898 Português
Leia o texto 2 a seguir para responder a questão.

Texto 2


Inteligência artificial: um admirável (e perigoso) mundo novo (trecho)

Com variados exemplos práticos, a inteligência artificial (IA) vem mostrando a que veio. Ela tem o poder de facilitar a vida da sociedade, simplificando trabalhos complexos, aperfeiçoando a ação do poder público, acelerando avanços tecnológicos e aumentando a qualidade de vida das pessoas.

A coleta, o processamento e até a interpretação de dados estatísticos, por exemplo, que há bem pouco tempo atrás exigiam gente, trabalho e tempo aos montes, agora podem ser feitos ao toque de um botão, em questão de segundos.

Se não tiver paciência para ficar reescrevendo um e-mail até a versão desejada, a pessoa que dispõe de um aplicativo do tipo ChatGPT ou Copilot no computador consegue com ele ter a mensagem final ao seu gosto — curta ou longa, agressiva ou polida, informal ou formal.

Caso ela não tenha tempo para ler algum texto longo e rebuscado, o aplicativo pode produzir rapidamente um resumo bastante claro e confiável.

A IA também é capaz de produzir meras curiosidades ou passatempos. No ano passado, viralizou na internet uma fotografia construída artificialmente em que o papa Francisco aparece trajando um estiloso casaco branco de inverno. À primeira vista, ninguém diria que aquela imagem, de tão bem-feita, jamais existiu na realidade.

Mas há preocupações, e elas estão nos usos negativos e até criminosos da IA. Nesse quesito, também não faltam exemplos.

No início do ano, eleitores do estado de New Hampshire, nos Estados Unidos, receberam ligações telefônicas em que o presidente Joe Biden lhes pedia que não fossem às urnas votar nas eleições primárias estaduais. A voz era mesmo a do mandatário americano, que busca a reeleição, mas manipulada pela inteligência artificial para fazê-lo dizer algo que jamais saiu de sua boca.

Mensagem telefônica falsificada por IA em que o presidente dos EUA, Joe Biden, pede aos eleitores de New Hampshire que não votem nas primárias estaduais em janeiro de 2024 Esse é um caso clássico da chamada deepfake. A palavra remete às fake news, mentiras apresentadas nas redes sociais ou nos aplicativos de mensagem instantânea como se fossem notícias verdadeiras. No caso das fake news, o internauta tem a possibilidade de acreditar ou não no que está dito ou escrito.

As deepfakes são mais traiçoeiras porque os vídeos ou áudios, produzidos sinteticamente por IA, se aproximam tanto da perfeição, como nos casos do papa e do presidente americano, que por vezes é difícil duvidar da veracidade deles.

O mau uso da IA preocupa o Brasil. Desde 2019, o Congresso Nacional discute projetos de lei que criam regras para a inteligência artificial no país, com o objetivo principal de proteger os cidadãos e a democracia. Sendo um tema complexo, ainda nenhum desses projetos foi aprovado.

Pelo fato de a lei reguladora da inteligência artificial não estar pronta, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) baixou no mês passado uma inédita resolução, válida para a eleição deste ano para prefeito e vereador, que proíbe o uso de deepfake na campanha eleitoral e obriga o áudio ou o vídeo produzido por inteligência artificial a ser identificado claramente como tal para o eleitorado, ainda que o conteúdo não seja malicioso.

Nas três últimas votações, em 2022, 2020 e 2018, a Justiça Eleitoral incluiu as fake news entre as ameaças mais sérias ao processo eleitoral. As deepfakes fizeram algumas aparições, mas apenas de modo satírico, já que ainda eram rudimentares e a montagem saltava aos olhos.

Para a eleição municipal de outubro deste ano, dado o salto tecnológico, o TSE encara as deepfakes como a bola da vez. O político que descumprir as regras recém-baixadas terá a candidatura derrubada. Caso se eleja, o mandato será cassado e ele ficará inelegível. 

Se forem notificadas e não retirarem o conteúdo ilícito do ar, as big techs, empresas responsáveis pelas redes sociais ou pelos aplicativos de mensagem instantânea, também sofrerão punições.

Nas discussões sobre as regras para a próxima eleição municipal, o presidente do TSE, ministro Alexandre de Moraes, afirmou que a Justiça Eleitoral agirá com rigor para que a IA “não anabolize as milícias digitais na utilização da desinformação para captar a vontade do eleitor e desvirtuar o resultado da eleição”.

Na mesma ocasião, a embaixadora da União Europeia no Brasil, Marian Schuegraf, chegou a dizer que a IA manipulada tem o poder de levar as democracias a sucumbir. Da mesma forma que a falsa gravação telefônica de Joe Biden, outras deepfakes afetaram processos eleitorais pelo mundo afora nos últimos meses.

Na Argentina, o presidenciável Sergio Massa, derrotado por Javier Milei, apareceu num vídeo falso cheirando cocaína. Na Eslováquia, o candidato parlamentar Michal Simecka foi vítima de um áudio forjado em que ele falava sobre comprar os votos da comunidade cigana.

Em dezembro, o Papa Francisco alertou para o risco de a inteligência artificial ser desvirtuada em nome “do egoísmo, do interesse próprio, da ânsia de lucro e da sede de poder”.

Fonte: Agência Senado. Disponível em: https://www12.senado.leg.br/noticias/infomaterias/2024/03/inteligencia-artificialum-admiravel-e-perigoso-mundo-novo. Acesso em: 08 de fev. 2025
“Se forem notificados e não retirarem o conteúdo ilícito do ar, já que big techs, empresas responsáveis pelas redes sociais ou pelos aplicativos de mensagem instantânea, também sofrerão punições.” (14º parágrafo)
O verbo destacado no trecho acima, está CORRETAMENTE classificado em:
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Q3275346 Português

Leia o poema “Guarda-chuvas” de Rosana Rios e responda a questão.


Guarda-chuvas


Rosana Rios


Tenho quatro guarda-chuvas

todos os quatro com defeito;

Um emperra quando abre,

outro não fecha direito.


Um deles vira ao contrário

seu eu abro sem ter cuidado.

Outro, então, solta as varetas

e fica todo amassado. 


O quarto é bem pequenino,

pra carregar por aí;

Porém, toda vez que chove,

eu descubro que esqueci … 


Por isso, não falha nunca:

se começa a trovejar,

nenhum dos quatro me vale –

eu sei que vou me molhar. 


Quem me dera um guarda-chuva

pequeno como uma luva

Que abrisse sem emperrar

ao ver a chuva chegar!


Tenho quatro guarda-chuvas

que não me servem de nada;

Quando chove de repente,

acabo toda encharcada.


E que fria cai a água

sobre a pele ressecada!

Ai… 

Em "Tenho quatro guarda-chuvas", o verbo "tenho" está no: 
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Q3274106 Português

Texto 03




Disponível em: https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-2063729898-placa-decorativa-quadro-regras-da-casa. Acesso em: 3 fev. 2025.

Para construir o texto da placa, os tempos e modos verbais usados foram 
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Q3271857 Português
Considere a frase:
“Eles querem que vocês voltem cedo”.
Qual é o tempo e modo do verbo “voltem”? 
Alternativas
Q3271850 Português
No texto “Ele corre todos os dias no parque”, o verbo “corre” está em qual tempo verbal? 
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Q3269657 Português

Para responder a questão, considere o período a seguir.


A Terra já aqueceu 1°C enquanto o pessoal semeava suas falsas incertezas

Em relação aos verbos em destaque, 
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Q3269306 Português
Leia com atenção as afirmativas abaixo:

I.Eles fazem experiências em laboratório.
II.Ela apresentou um projeto inovador na feira de ciências.
III.Os alunos costumavam realizar experimentos de química nas aulas.
IV.Nós discutiremos os resultados da pesquisa na próxima reunião.
V.Assistirei a uma palestra sobre sustentabilidade.

Em quais das afirmativas lidas há o emprego do tempo pretérito?
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Q3268758 Português
O futuro das vilas olímpicas: legado ou elefante branco? 


Internet:<www.brasildefato.com.br>  (com adaptações).
Em “Elas têm o potencial de transformar regiões inteiras, revitalizando áreas urbanas” (linhas 15 e 16), a forma verbal “têm” está na
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Q3268346 Português
Na frase “Joana andou descalça.”, se o verbo "andou" fosse colocado no presente do indicativo, ele ficaria:
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Ano: 2025 Banca: UEG Órgão: UEG Prova: UEG - 2025 - UEG - Analista de Gestão Governamental |
Q3267066 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



DEHAENE, Stanislas. Os neurônios da leitura: como a ciência explica a nossa capacidade de ler. Tradução Leonor Scliar-Cabral. Porto Alegre: Penso, 2012. p. 19-21 (Adaptado).

No segundo e terceiro parágrafos do texto (linha 6-19), ocorrem vários verbos no futuro do pretérito do modo indicativo. Essas ocorrências, no contexto em que aparecem, buscam
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Q3265444 Português
As frases a seguir mostram, sublinhada, uma forma verbal no presente do indicativo.
Assinale a frase em que essa forma tem valor de futuro.
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Ano: 2025 Banca: Instituto Consulplan Órgão: HEMOBRÁS Provas: Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Administrativo de Assuntos Corporativos – Analista Jurídico | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Administrativo de Assuntos Corporativos – Auditoria Interna | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Administrativo de Assuntos Corporativos – Compras Nacionais e Internacionais | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Administrativo de Assuntos Corporativos – Assessoria Administrativa | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Administrativo de Assuntos Corporativos – Contabilidade | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Administrativo de Assuntos Corporativos – Desenvolvimento de Pessoas | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Administrativo de Assuntos Corporativos – Gestão de Riscos e Conformidade | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Administrativo de Assuntos Corporativos – Inteligência de Mercado | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Administrativo de Assuntos Corporativos – Logística Farmacêutica 2 | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Industrial de Hemoderivados e Biotecnologia – Engenharia de Automação e Controle | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Industrial de Hemoderivados e Biotecnologia – Engenharia Elétrica | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Industrial de Hemoderivados e Biotecnologia – Engenharia Mecânica | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Industrial de Hemoderivados e Biotecnologia – Garantia da Qualidade | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Industrial de Hemoderivados e Biotecnologia – Fracionamento Industrial do Plasma 1 | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Administrativo de Assuntos Corporativos – Jornalismo | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Industrial de Hemoderivados e Biotecnologia – Controle da Qualidade 2 | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Industrial de Hemoderivados e Biotecnologia – Armazenamento e Distribuição de Medicamentos | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Industrial de Hemoderivados e Biotecnologia – Engenharia Ambiental | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Industrial de Hemoderivados e Biotecnologia – Engenharia Civil |
Q3262314 Português

A importância do papel do farmacêutico na Atenção Básica


A Assistência Farmacêutica envolve um conjunto de atividades/ações que são: a seleção, programação, aquisição, distribuição, dispensação, garantia de qualidade dos produtos e serviços, bem como a sua avaliação e acompanhamento de sua utilização, com o objetivo de obter resultados fidedignos e a melhoria na qualidade de vida da população.


Para organização e planejamento da assistência farmacêutica, é necessário que se disponha de recursos humanos qualificados na área da farmácia, aptos para lidar com diversos aspectos dos medicamentos. [...]


No Brasil, a Assistência Farmacêutica é considerada como um conjunto de procedimentos necessários à promoção, prevenção e recuperação da saúde, individual e coletiva, centrado no medicamento, englobando as atividades de pesquisa, produção, distribuição, armazenamento, prescrição e dispensação, esta última entendida como o ato essencialmente de orientação quanto ao uso adequado dos medicamentos e sendo privativa do profissional farmacêutico.


A Assistência Farmacêutica compõe um dos sistemas de apoio à atenção à saúde, com o sistema de apoio diagnóstico e terapêutico e os sistemas de informação em saúde, com o objetivo na garantia do acesso e do uso racional de medicamentos. Uma ferramenta importante que compõe a Assistência Farmacêutica é a gestão técnica da assistência farmacêutica. Ela se caracteriza como um conjunto de atividades farmacêuticas interdependentes e focadas na qualidade, no acesso e no uso racional de medicamentos, ou seja, na produção, seleção, programação, aquisição, distribuição, armazenamento e dispensação dos medicamentos.


Dessa forma, a Assistência Farmacêutica constitui um componente da política de medicamentos, essencial no sistema de saúde, sendo prioritária e imperativa a sua definição, organização e estruturação nos diversos níveis de atenção à saúde, com ênfase no setor público, no marco da “transformação do novo modelo assistencial de vigilância à saúde”.


O farmacêutico tem função importante na Assistência Farmacêutica, na medida em que é o único profissional da equipe de saúde que tem sua formação técnico-científica fundamentada na articulação de conhecimentos das áreas biológicas e exatas. Em relação à atividade do farmacêutico neste teatro de operações, a Organização Mundial de Saúde (OMS) reconheceu que esse é o profissional com melhor capacitação para conduzir as ações destinadas à melhoria do acesso e promoção do uso racional dos medicamentos, sendo ele indispensável para organizar os serviços de apoio necessários para o desenvolvimento pleno da assistência farmacêutica.


(dos Santos V. B., da Rosa P. S., Leite F.M.C. A importância do papel do farmacêutico na Atenção Básica. RBPS [Internet]. Em: outubro de 2017. Disponível em: https://periodicos.ufes.br/rbps/article/view/17715. Adaptado.)

Em relação às escolhas linguísticas quanto ao tempo verbal no texto, pode-se afirmar que:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Instituto Consulplan Órgão: HEMOBRÁS Provas: Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Administrativo de Assuntos Corporativos – Analista de Contrato | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Industrial de Hemoderivados e Biotecnologia – Controle da Qualidade 3 | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Industrial de Hemoderivados e Biotecnologia – Segurança do Trabalho | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Industrial de Hemoderivados e Biotecnologia – Planejamento e Controle de Produção | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Industrial de Hemoderivados e Biotecnologia – Tecnologia da Informação e Operação | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Industrial de Hemoderivados e Biotecnologia – Plasma e Hemocomponentes | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Administrativo de Assuntos Corporativos – Orçamento e Finanças | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Administrativo de Assuntos Corporativos – Administração de Pessoal | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Administrativo de Assuntos Corporativos – Planejamento Estratégico | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Administrativo de Assuntos Corporativos – Licitação e Contratos | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Administrativo de Assuntos Corporativos – Tecnologia da Informação | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Industrial de Hemoderivados e Biotecnologia – Assuntos Regulatórios | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Industrial de Hemoderivados e Biotecnologia – Controle da Qualidade 1 | Instituto Consulplan - 2025 - HEMOBRÁS - Analista Industrial de Hemoderivados e Biotecnologia – Fracionamento Industrial do Plasma 2 |
Q3261304 Português

O câncer cada vez mais próximo da cura



    Ao realizar uma pesquisa breve no portal de periódicos da Capes, uma das principais referências nacionais no que se refere aos acervos das produções acadêmicas, é possível notar que há 203 resultados para o termo cura do câncer somente nos últimos dois anos. Isso nos ajuda a pressupor uma ideia óbvia: há um desejo incontido dos pesquisadores por tratamentos que tornem o câncer bem menos letal.


    Os tratamentos convencionais, principalmente a radioterapia e a quimioterapia, dão uma contribuição importante, mas esbarram fortemente em efeitos colaterais que comprometem a qualidade de vida do paciente durante o combate ao tumor. Minimizar esse sofrimento e potencializar as chances de cura são, portanto, duas estratégias sobre as quais a ciência se debruça todos os dias.


    Uma das respostas mais importantes nesse sentido, se não a mais, vem sendo o CAR-T Cell. A técnica é uma revolução na imunoterapia e no combate a alguns tipos de câncer, especialmente a leucemia linfoblástica aguda (LLA), o linfoma não-Hodgkin (LNH) e o mieloma múltiplo. O tratamento consiste na extração de algumas células T, que atuam no sistema imunológico, do próprio paciente. Essas células são então programadas para combater as células cancerígenas, e na sequência são reinseridas no corpo do paciente.


    Há uma multiplicação de casos de pacientes que simplesmente se livraram do câncer. Um deles ganhou recentemente uma atenção ampla nos sites de notícias nacionais. Um brasileiro de 61 anos, diagnosticado com linfoma não-Hodgkin, já havia passado por 45 sessões de quimioterapia sem sucesso, e estava prestes a ser conduzido a cuidados paliativos. Depois de se submeter à imunoterapia com CAR-T Cell, o câncer simplesmente desapareceu.


    O grande salto da ciência hoje em relação ao tratamento é sua expansão para outros tipos de câncer. O procedimento é visto como a grande esperança contra os tumores sólidos, como de próstata, de mama e de cérebro. Se a cura do câncer figura entre os temas recorrentes da Capes, não podemos nos furtar de dizer que alguma parte desse acervo é composta também por produções científicas que tratam dos avanços do CAR-T Cell para novas fronteiras.


    Hoje, esses estudos se debruçam principalmente sobre a genética do câncer. Grosseiramente, é como se a ciência estivesse produzindo um manual de instruções sobre cada câncer para, através dessa imunoterapia, reprogramar as células T para atacar pontualmente o problema identificado no seu organismo de origem.


    É possível classificar, portanto, como uma tendência as chances de já nos próximos anos esse tratamento ser expandido para novos tipos de tumores que hoje ainda não estão no radar da ciência. O CAR-T Cell é um procedimento que pode levar à cura do câncer. E isso leva a comunidade científica a alimentar a esperança de que a profusão de relatos favoráveis à cura logo serão o tema principal das produções acadêmicas neste campo. Quem viver verá.



(Guilherme Muzzi. Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao. Acesso em: fevereiro de 2025.)

Considerando o paradigma de conjugação verbal dos verbos aos quais fazem referência as formas verbais destacadas em “Ao realizar uma pesquisa breve no portal de periódicos da Capes, uma das principais referências nacionais no que se refere aos acervos das produções acadêmicas, é possível notar que 203 resultados para o termo cura do câncer somente nos últimos dois anos. Isso nos ajuda a pressupor uma ideia óbvia: há um desejo incontido dos pesquisadores por tratamentos que tornem o câncer bem menos letal.” (1º§), pode-se afirmar que:
Alternativas
Respostas
501: A
502: A
503: A
504: B
505: B
506: B
507: A
508: A
509: C
510: C
511: B
512: A
513: D
514: D
515: C
516: B
517: D
518: D
519: C
520: C