Questões de Concurso
Sobre flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro) em português
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Uma noite, trabalhava eu no silêncio do meu gabinete, quando fui procurado por uma velhinha, toda engelhada e trêmula, que me disse em voz misteriosa ter uma carta para mim.
AZEVEDO, Aluísio. A Condessa Vésper.
Sobre a estruturação dessa frase, assinale a afirmativa correta.
É facultativo assinalar com acento agudo as formas verbais de pretérito perfeito do indicativo, do tipo AMÁMOS, LOUVÁMOS, para as distinguir das correspondentes formas do presente do indicativo AMAMOS, LOUVAMOS, já que o timbre da vogal tónica/tônica é aberto naquele caso em certas variantes do português.
A relação entre os tempos verbais em português é estritamente determinística, de modo que cada tempo verbal tem uma interpretação fixa e imutável em qualquer contexto linguístico.
Analise a charge abaixo:

No primeiro quadro da tirinha é citado, “Se estivesse no comando do mundo, mudaria tudo!”, o termo em
destaque “ESTIVESSE”, é uma conjugação do verbo:
A pesquisa 'ouviu' cerca de 3 mil escolas urbanas e rurais de todo o Brasil entre agosto de 2023 e abril deste ano.
(Fonte: https://https://encr.pw/seguranca
-nas-escolas.adaptado)
Conjugando o verbo destacado no futuro do pretérito do indicativo, tem-se:
TEXTO II
RAPIDINHO
Todos nos beneficiamos e nos orgulhamos das conquistas da vida moderna, especialmente da crescente velocidade com que fazemos as coisas acontecerem. Mudanças que antigamente levavam séculos para se efetivarem, agora podem ser realizadas em poucas semanas, ou até em poucos dias.
Nas sociedades tradicionais, as normas de conduta, as leis tinham uma extraordinária capacidade de perdurar. Tudo se modificava, mas sempre muito devagar. Também na utilização dos meios de transporte, o tempo transcorria com lentidão. A partir da metade do século XIX, foram sendo adotados meios de locomoção mais velozes. Na utilização dos meios de comunicação, o que existia foi substituído pelas maravilhas da eletrônica contemporânea. Não somos bobos, tratamos de aproveitar as possibilidades criadas por todos os novos recursos tecnológicos. Para que perder tempo, se podemos fazer depressa o que nossos antepassados só conseguiam fazer devagar, por que não haveríamos de acelerar nossas ações?
Um dos expoentes do espírito pragmático da modernidade, o americano Benjamin Franklin, já ensinava no século XIII: “Tempo é dinheiro”. E explicava: se você desperdiça a possibilidade de ganhar uma moeda, não está perdendo apenas a moeda que deixou de ganhar, mas de fato está se privando das muitas pilhas de moedas que poderia adquirir por meio de bons e oportunos investimentos. Foi para assimilar a lição de Franklin que passamos a necessitar de relógios cada vez mais precisos e aperfeiçoados. Devemos medir rigorosamente o tempo para poder aproveitá-lo com rigor.
Dedicamo-nos, então, a uma frenética corrida contra os ponteiros do relógio. Para sermos eficientes, competitivos, apressamos cada vez mais nossos movimentos. Saímos de casa correndo para o trabalho, somos cobrados para dar conta correndo de nossas tarefas e — habituados à corrida — alimentamo-nos às pressas, para depois voltarmos, correndo para casa. Sabemos que, na nossa sociedade, os mais rápidos são os vitoriosos.
Impõem-se, contudo, algumas perguntas: nas condições em que somos obrigados a viver, não estaremos pagando um preço altíssimo, mesmo se formos bons corredores e nos mostrarmos aptos para vencer? Uma reflexão condenada a desenvolver-se num exíguo prazo predeterminado não será, inevitavelmente, superficial? O pensamento que se formula rapidinho não tende a ser sempre meio oco?
(KONDER,Leandro,in O Globo,29 set.1996. Apud:A palavra:
expressão e criatividade. Gil Carlos Pereira. São Paulo: Moderna.
1997. P. 47. Texto adaptado.).
Há correspondência modo-temporal entre a forma simples do verbo sublinhado e a composta conforme indica na opção
Considere a frase abaixo:
Eu _____ muito.
Assinale a alternativa que preenche a lacuna com a conjugação correta do verbo VALER no presente do indicativo:
Sobre a forma exata das palavras, onde talvez more sua beleza


Extraído de: https://www.uol.com.br/ecoa/colunas/julian-fuks/2024/05/18/sobre-a-forma-exata-das-palavras-onde-talvez-more-sua-beleza.htm?cmpid=copiaecola (adaptado)