Questões de Concurso Sobre flexão verbal de pessoa (1ª, 2ª, 3ª pessoa) em português

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Q1789462 Português
Leia o TEXTO e responda às questão.

TEXTO 
Via Láctea – Soneto XIII
Olavo Bilac 

“Ora (direis) ouvir estrelas! Certo
Perdeste o senso!" E eu vos direi, no entanto,
Que, para ouvi-las, muita vez desperto
E abro as janelas, pálido de espanto...
E conversamos toda a noite, enquanto
A via-láctea, como um pálio aberto,
Cintila. E, ao vir do sol, saudoso e em pranto,
Inda as procuro pelo céu deserto.
Direis agora: "Tresloucado amigo!
Que conversas com elas? Que sentido
Tem o que dizem, quando estão contigo?"
E eu vos direi: "Amai para entendê-las!
Pois só quem ama pode ter ouvido
Capaz de ouvir e de entender estrelas”. 
(Disponível em
http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/ua000252.pdf)
No trecho "Direis agora: “Tresloucado amigo!”, a forma verbal "direis" está conjugada na
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Q1789457 Português
Observe as conjugações verbais: "Não ames!", "Não comas!", "Não partas". Assinale a alternativa em que foram passadas para a forma afirmativa respectiva corretamente.
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Q1788110 Português
Leia o TEXTO, que narra o diálogo entre Dante e Virgílio, e responda à questão.
TEXTO 
Divina Comédia - Canto III  
Dante Alighieri  
  POR MIM SE VAI À CIDADE DOLENTE,
  POR MIM SE VAI À ETERNA DOR,
  POR MIM SE VAI À PERDIDA GENTE.
  JUSTIÇA MOVEU O MEU ALTO CRIADOR,
  QUE ME FEZ COM O DIVINO PODER,
  O SABER SUPREMO E O PRIMEIRO AMOR.
  ANTES DE MIM COISA ALGUMA FOI CRIADA
  EXCETO COISAS ETERNAS, E ETERNA EU DURO.
  DEIXAI TODA ESPERANÇA, VÓS QUE ENTRAIS! 
 Estas palavras estavam inscritas em tom escuro no alto de um portal. Eu, assustado, confidenciei ao meu guia:
 - Mestre, estas palavras são muito duras.
 - Não tenhas medo, respondeu Virgílio, experiente, mas não sejas fraco. Aqui chegamos ao lugar, do qual antes te falei, onde encontraríamos as almas sofredoras que já perderam seu poder de arbítrio. Não temas, pois tu não és uma delas, tu ainda vives.
  Em seguida, Virgílio segurou minha mão, sorriu para me dar confiança, e me guiou na direção daquele sinistro portal.
  Logo que entrei ouvi gritos terríveis, suspiros e prantos que ecoavam pela escuridão sem estrelas. Os lamentos eram tão intensos que não me contive e chorei. Gritos de mágoa, brigas, queixas iradas em diversas línguas formavam um tumulto que tinha o som de uma ventania. Eu, com a cabeça já tomada de horror, perguntei:
  - Mestre, quem são essas pessoas que sofrem tanto?
  - Este é o destino daquelas almas que não procuraram fazer o bem divino, mas também não buscaram fazer o mal. - me respondeu o mestre. - Se misturam com aquele coro de anjos que não foram nem fiéis nem infiéis ao seu Deus. Tanto o céu quanto o inferno os rejeitam.
  - Mestre - continuei -, a que pena tão terrível estão esses coitados submetidos para que lamentem tanto?
 - Te direi em poucas palavras. Estes espíritos não têm esperança de morte nem de salvação. O mundo não se lembrará deles, a misericórdia e a justiça os ignoram. Deixe-os. Só olha, e passa.
  [...]
  Chegava um barco dirigido por um velho pálido, branco e de pêlos antigos. Ele gritava:
  - Almas ruins, vim vos buscar para o castigo eterno! Abandonai toda a esperança de ver o céu outra vez, pois vou levar-vos às trevas eternas, ao fogo e ao gelo!
  Quando ele me viu, gritou:
  - E tu, alma vivente, te afasta desse meio pois aqui só vem morto! - Vendo que eu não me mexia, mais calmo, falou - Tu deves seguir para outro porto, onde um outro barco, maior, te dará transporte.
  - Caronte, te irritas em vão! - intercedeu o mestre - Lá, onde se pode o que se quer, isto se quer, e não peças mais nada!
  [...]  
A Divina Comédia. Tradução: Helder da Rocha. (adaptado).
(Disponível em: https://www.stelle.com.br/pt/inferno/inferno.html)
No TEXTO, no trecho “DEIXAI TODA ESPERANÇA, [...]!”, a forma verbal “deixai” está conjugada na
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Q1787765 Português

Altos e baixos na política

(Milton Santos)


    É pelo menos insólita a insistência dos nossos círculos oficiais em querer separar, de modo absoluto, o que é político do que não é. Assim, toda a ação sindical, toda reclamação da igreja, em suma, todo movimento social, ao postular mudanças, é criticado como inadequado e até mesmo hostil à democracia, já que não lhe cabe fazer o que chamam de política. Ao contrário, as atividades dos lobbies e as exigências de reforma do Estado feitas pelas empresas não são tidas como atividades políticas. Essa parcialidade é tanto mais gritante quando todos sabemos que o essencial na produção da política do Estado tem como atores principais as grandes empresas, cabendo aos políticos propriamente ditos e ao aparelho do Estado um papel de figurantes secundários, quando não de meros porta– vozes.

    A política se caracteriza como exercício de uma ação ou defesa de uma ideia destinada a mudar o curso da história. No mundo da globalização, onde a técnica e o discurso são dados obrigatórios das atividades hegemônicas, o induzimento à política é exponencial. O mundo da técnica cientificizada é também o mundo das regras, de cujo uso adequado depende da maior ou menor eficácia dos instrumentos disponíveis. [...]

(Folha de São Paulo, 1/10/2000) 

No texto, o emprego da primeira pessoa do discurso cumpre um importante papel argumentativo uma vez que:
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Q1787174 Português
TEXTO
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A IMPORTÂNCIA DA TECNOLOGIA EDUCACIONAL
(1º§) Os jovens hoje em dia estão ligados a uma 'sociedade digital' com o grande avanço tecnológico e meios de comunicação, mas isso tem gerado muitas questões. A tecnologia não tem mais como ser evitada, principalmente pelos jovens e adolescentes, e no ambiente escolar não é diferente, e isso vem gerando muitas opiniões diversas na sociedade. Mas todos nós somos cientes de que o uso dos aparelhos digitais melhoram e favorecem o trabalho nas escolas, tornando-o mais criativo, dinâmico e envolvente. Os membros das próprias escolas precisam reconhecer que o celular é sim importante, e que para os pais, é um meio de monitoramento da trajetória diária dos filhos, no qual é um fácil contato entre eles. 
(2º§) O objetivo dos educadores deveria ser apenas conscientizar os próprios do uso indevido, e não proibir. O celular pode ser utilizado facilmente como um organizador, que contém um acesso muito rápido, assim ajudando o desempenho didático. Nós, jovens, temos capacidade de raciocinar e observar várias coisas ao mesmo tempo, e com o celular não iria ser diferente, como por exemplo: podemos copiar e ouvir uma explicação na sala de aula, tocar e cantar em um instrumento musical sem problema algum.
(3º§) Antes não dependíamos tanto da tecnologia, mas quanto mais ela cresce, mais a violência aumenta absurdamente seu índice, e assim segue preocupando mais os próprios pais que, às vezes passam o dia todo longe. A nova era digital tem que ser considerada pelas escolas uma aliada, e não inimiga. Sou a favor da conscientização dos alunos, mas não da proibição em si, o aluno que tiver responsabilidade, não deixará o objeto digital atrapalhar seus estudos e conhecimentos adquiridos, assim ele será útil no momento certo, sem afetar o seu desempenho mental. (...)

(https://meuartigo.brasilescola.uol.com.br/redacao/a-importancia-tecnologia-educa cional.htm) - (Adaptado)
Analise as assertivas com (V) verdadeiro ou (F) falso.
(__)O sujeito da oração é elíptico ou desinencial de primeira pessoa da singular. (__)Em: "Nós, jovens¹, temos² capacidade de³ raciocinar" temos, respectivamente: um aposto do sujeito simples, concordância verbal na primeira pessoal do plural, preposição imposta pela regência nominal. (__)Em: "O¹ aluno que² tiver responsabilidade³" temos, respectivamente: artigo definido, pronome relativo, substantivo abstrato polissílabo paroxítono com função sintática de objeto direto. (__)A oração: "Antes não dependíamos tanto da tecnologia" exemplifica um caso de uso de hipérbato.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
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Q1786038 Português

No que se refere ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.


Estaria mantida a correção gramatical do texto caso a forma verbal “acreditam” (linha 14) estivesse flexionada na terceira pessoa do singular para concordar com a expressão percentual “48%” (linha 13).

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Q1785424 Português
Analisando o texto apresentado na charge, abaixo, é possível afirmar que:
Imagem associada para resolução da questão
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Q1783790 Português
Texto para o item.

Internet: <ethos.org.br> (com adaptações).

Quanto à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.
“ainda que tímidas” (linha 32) por embora sejem tímidas
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Q1783785 Português

Texto para o item. 


Internet: <ethos.org.br> (com adaptações).


Com relação à tipologia do texto, às ideias nele expressas e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.

Na oração “E ainda é preciso” (linha 35), o verbo está flexionado na terceira pessoa do singular porque o sujeito é oracional.
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Q1783106 Português

Com base na leitura do texto, julgue o item.


Em “Torna-se essencial o investimento em tecnologia e inovação” (linhas 36 e 37), o verbo está flexionado na terceira pessoa do singular porque concorda com o termo “essencial”, que funciona como sujeito da oração.

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Q1783105 Português

Com base na leitura do texto, julgue o item.


A forma verbal “valorizem” (linha 16) está flexionada na terceira pessoa do plural porque concorda com o termo “ações” (linha 14).

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Q1782310 Português

Texto: Uma Vela para Dário 

Dario vinha apressado, guarda-chuva no braço esquerdo e, assim que dobrou a esquina, diminuiu o passo até parar, encostando-se à parede de uma casa. Por ela escorregando, sentou-se na calçada, ainda úmida da chuva, e descansou na pedra o cachimbo.

Dois ou três passantes, rodearam-no e indagaram se não se sentia bem. Dario abriu a boca, moveu os lábios, não se ouviu resposta. O senhor gordo, de branco, sugeriu que devia sofrer de ataque.

Ele reclinou-se mais um pouco, estendido agora na calçada, e o cachimbo tinha apagado. O rapaz de bigode pediu aos outros que se afastassem e o deixassem respirar. Abriu-lhe o paletó, o colarinho, a gravata e a cinta. Quando lhe retiraram os sapatos, Dario roncou feio e bolhas de espuma surgiram no canto da boca.

Cada pessoa que chegava erguia-se na ponta dos pés, embora não pudesse ver. Os moradores da rua conversavam de uma porta à outra, as crianças foram despertadas e de pijama acudiram à janela. O senhor gordo repetia que Dario sentara-se na calçada, soprando ainda a fumaça do cachimbo e encostando o guardachuva na parede. Mas não se via guarda-chuva ou cachimbo ao seu lado. 

A velhinha de cabeça grisalha gritou que ele estava morrendo. Um grupo o arrastou para o táxi da esquina. Já no carro a metade do corpo, protestou o motorista: quem pagaria a corrida? Concordaram chamar a ambulância. Dario conduzido de volta e recostado à parede – não tinha os sapatos nem o alfinete de pérola na gravata.

Alguém informou da farmácia na outra rua. Não carregaram Dario além da esquina; a farmácia no fim do quarteirão e, além do mais, muito pesado. Foi largado na porta de uma peixaria. Enxame de moscas lhe cobriu o rosto, sem que fizesse um gesto para espantá-las.

Ocupado o café próximo pelas pessoas que vieram apreciar o incidente e, agora, comendo e bebendo, gozavam as delícias da noite. Dario ficou torto como o deixaram, no degrau da peixaria, sem o relógio de pulso. 

Um terceiro sugeriu que lhe examinassem os papéis, retirados – com vários objetos – de seus bolsos e alinhados sobre a camisa branca. Ficaram sabendo do nome, idade, sinal de nascença. O endereço na carteira era de outra cidade.

Registrou-se correria de mais de duzentos curiosos que, a essa hora, ocupavam toda rua e calçada: era a polícia. O carro negro investiu a multidão. Várias pessoas tropeçaram no corpo de Dario, que foi pisoteado dezessete vezes.

O guarda aproximou-se do cadáver e não pode identificá-lo – os bolsos vazios.

Restava a aliança de ouro na mão esquerda, que ele próprio, quando vivo, só podia destacar umidecida com sabonete. Ficou decidido que o caso era com o rabecão.

A última boca repetiu – Ele morreu, ele morreu. A gente começou a se dispersar. Dario levara duas horas para morrer, ninguém acreditou que estivesse no fim. Agora aos que podiam vê-lo, tinha todo o ar de um defunto.

Dalton Trevisan

Fonte: (Vinte Contos Menores. Record: Rio de Janeiro, 1979, p.2.)

Considere o seguinte período extraído do texto: “A última boca repetiu – Ele morreu, ele morreu.” A respeito do uso e conjugação verbal do termo destacado, a resposta correta está descrita na alternativa:
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Q1776101 Português
Para responder à questão , leia, a seguir, o fragmento da letra da canção “Nóis é jeca mais é jóia”, composta em 1998 pelo tocantinense Juraildes da Cruz e incluída, em 2004, no CD “Cantoria de festa”, de Xangai, produzido pela Kuarup Discos. 

[...]
“Andam falando que nóis é caipira
que nossa onda é montar a cavalo
que nossa calça é amarrada com imbira
que nossa valsa é briga de galo

Andam falando que nóis é butina
mais nóis num gosta de tramóia
nóis gosta é das minina

nóis é jeca mais é jóia

mais nóis num gosta de jibóia
nóis gosta é das minina
nóis é jeca mais é joia”
[...]

CRUZ, Juraildes da (compositor). Nóis é jeca mais é
jóia. [Letra] Disponível em:
https://www.cifraclub.com.br/juraildes-da-cruz/nois-ejeca-mais-e-joia/letra/ e em
https://www.letras.mus.br/juraildes-da-cruz/704230/
Acesso em: 7 dez. 2020. Mantida a grafia original
Sobre os recursos linguísticos usados no texto e seu(s) efeito(s) na constituição dos sentidos, é correto o que se afirma na alternativa:
Alternativas
Ano: 2021 Banca: FGV Órgão: PC-RN Prova: FGV - 2021 - PC-RN - Agente e Escrivão |
Q1770372 Português
O célebre escritor Emerson declarou certa vez: “Cometa um crime e tu descobrirás como o mundo é de vidro.”
Para que essa frase esteja enquadrada na norma culta da língua, a forma que lhe devemos dar é:
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Q1764788 Português

Texto para o item.


Internet: <www.brasil.elpais.com> (com adaptações).

No que se refere ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.

Estaria mantida a correção gramatical do texto caso a forma verbal “está” (linha 2) estivesse flexionada na terceira pessoa do plural, dada a possibilidade prevista na gramática normativa de concordância com a expressão numérica “Mais de um terço” (linha 1).

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Q1758201 Português
Assinale a alternativa cujas formas verbais estão corretamente flexionadas.
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Q1753551 Português

O texto abaixo servirá de base para responder a questão.


A ÁRVORE QUE PENSAVA BASTANTE


(1º§) Houve uma árvore que pensava e ficou conhecida porque pensava muito. E não parava de pensar. Um dia transpuseram-na para a praça no centro da cidade.

(2º§) Fez-lhe bem a deferência e ela ficou satisfeita. Ela se entusiasmou, cresceu, agigantou-se.

(3º§) Aí vieram os homens e podaram seus galhos. A árvore estranhou o fato e corrigiu seu crescimento, pensando estar na direção de seus galhos a causa da insatisfação dos homens.

(4º§) Mas quando ela novamente se agigantou, os homens voltaram e novamente amputaram seus galhos. E continuaram destruindo a árvore que não fazia mal a ninguém.

(5º§) A árvore queria satisfazer os homens por julgá-los seus benfeitores, e parou de crescer. E como ela não crescesse mais, os homens a arrancaram da praça e plantaram outra em seu lugar.

(Oswaldo França Júnior. As laranjas iguais. Rio de janeiro. Nova Fronteira.) (https://brainly.com.br/tarefa/367413630)

https://brainly.com.br/tarefa/367413630 

Sobre a composição do período: "Ela se entusiasmou, cresceu, agigantou-se", marque a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q1753378 Português

Para responder à questão, leia atentamente a tirinha a seguir:


(Disponível em: http://lounge.obviousmag.org/memorias_do_subsolo/ 2012/12/as-diferentes-faces-de-liniers.html)

Com base na tirinha lida, assinale a alternativa CORRETA no que diz respeito ao verbo observado na oração “Para se sentir menos só”:
Alternativas
Q1749657 Português

Para responder a questão, considere o texto abaixo.


A roda dos não ausentes


O nada e o não,

ausência alguma,

borda em mim o empecilho.

Há tempos treino

o equilíbrio sobre

esse alquebrado corpo,

e, se inteira fui,

cada pedaço que guardo de mim

tem na memória o anelar

de outros pedaços.

E da história que me resta

estilhaçados sons esculpem

partes de uma música inteira.

Traço então a nossa roda gira-gira

em que os de ontem, os de hoje,

e os de amanhã se reconhecem

nos pedaços uns dos outros.

Inteiros. 


(EVARISTO, Conceição. Poemas da Recordação e outros movimentos. Rio de Janeiro: Malê, 2017, p. 12)

No verso “ tempos treino/ o equilíbrio sobre” (v.4/v.5), destacam-se dois verbos. Ao analisá-los com atenção, é correto afirmar que:
Alternativas
Ano: 2021 Banca: FGV Órgão: IMBEL Prova: FGV - 2021 - IMBEL - Cargos de Nível Médio |
Q1749389 Português

“Não sei ver nada do que vejo; vejo bem apenas o que relembro.”


A mesma relação entre as formas verbais sublinhadas se repete de forma correta em

Alternativas
Respostas
381: E
382: C
383: D
384: C
385: C
386: E
387: A
388: E
389: C
390: E
391: C
392: A
393: D
394: D
395: E
396: A
397: C
398: C
399: D
400: A